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Proposta da Rádio Digital Mundial

O Rádio Digital Mundial (Digital Radio Mondiale) opera com qualidade tanto nas bandas do AM (Ondas Médias e Ondas Curtas) quanto na faixa do FM, satisfazendo a exigência do MiniCom (Portaria 290).

O Rádio Digital Mundial é extremamente flexível, possibilitando às emissoras adaptarem a robustez do sinal de acordo com a área de cobertura desejada. Sua capacidade de operar na faixa de Ondas Curtas permite um alcance continental potencializando a integração regional (América Latina e Caribe) e intercontinental (Sul Global).

O Rádio Digital Mundial não representa apenas a atualização tecnológica do rádio, mas se configura como uma nova plataforma multimídia que pode ser incluída em diversos dispositivos eletrônicos como telefones celulares, tablets e GPS, permitindo novos serviços comerciais a já conhecida radiodifusão.

Com o Rádio Digital Mundial, o Estado brasileiro potencializa sua comunicação e serviços, ampliando o alcance das emissoras públicas, comunitárias e educativas, algo que nenhum dos outros padrões permite.

O Rádio Digital Mundial é um padrão global reconhecido pela ITU (agência da ONU para tecnologias de informação e comunicação), desenvolvido e gerido por um consórcio internacional aberto. Já o outro padrão considerado para adoção pelo Brasil, o HD Rádio, é propriedade de uma empresa estadunidense, a Ibiquity. Este sistema, além dos royalties envolvidos, contém segredos industriais como o codec de áudio, que é uma "caixa preta".

O padrão técnico Digital Radio Mondiale é aberto. Considerando que já existe desenvolvimento em software livre para sua implementação, permite que universidades, centros de pesquisa e empresas possam facilmente inserir novas funcionalidades ao sistema.

Acreditamos, portanto, que o DRM apresenta-se como a melhor opção para o desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Rádio de Digital - SBRD.

Conheça mais: www.drm-brasil.org

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Até para os tais barões da midia, o DRM e a melhor escolha, ou eles gostam de ficar a merçe de outros?

A digitalização do rádio deve ser vista como uma nova modalidade de modulação, e não como substituto para o AM e  FM (não as faixas). Assim sendo, novas faixas deveria de oferecidas exclusivamente para a rádio digital, em VHF teremos as frequencias atualmente ocupadas pelos canais 5 e 6 de TV que estarão vagos depois de 2016 (digitalização da TV), em OMs existe a faixa estendida (ou expandida) de 1620kHz a 1700kHz (execeto as em uso por beancons), e divervas bandas em OC que já não são tão utlizadas, ou a faixa de 26MHz para rádios locais.

Com a massificação os rádios DRM vão custar tanto quanto um tocador de MP3 (uns $20), ou não mais que um bom rádio de Ondas Curtas simples. A India esta migrando para DRM, receptores baratos estão sendo necessários.

O DRM foi pensando em manter o atrazo o mínimo possivel, ainda vai dar para comemorar o Gol antes do pessoal que assiste pela DTV, desde que a narração do rádio seja direta do estádio.

Acredito que a interatividade irá encarecer em demasia o receptor, já que o mesmo terá que possuir um modulo de comunicação a aparte para redes de dados (como a 3G). O fazer iqual na DTV, ter interatividade mas não ter canal de retorno próprio.

Me intero desse assunto a um bom tempo, mas ainda não li nada a respeito do posicionamento dos fabricantes nacionais, principalmente de transmissores. Eles estariam se preparando para entrar na era das transmissores Digitais? Teriam um prototipo para demostrar a o mini. com.?

Hobistas de eletronica (como eu) e rádio amadores já fazem transmissões experimentais de DRM (dentro da lei), com equipamentos constuidos com boa parte dos componentes adquiridos no mercado nacional.

 

Boa noite, Paulino.

 

 

E tem mais.....com pequenas adaptações em receptores AM (OM, OC, OT) e FM (VHF) existentes, estes poderão se transformar em "apenas sintonizadores" e, com captação dos sinais direto das FIs (455 khz AM e 10,7 Mhz FM), podemos decodificar DRM de todas as faixas em computadores, sejam eles PC torre, Notebooks, Netbooks, Mini e Micro PCs, Celulares, etc.

Entre os equipamentos mais utilizados para captar este sinal nas FIs estão os SDRs (Software Defined Radio). Um dos modelo, o SDRZero, é fabricado no Brasil, desenvolvidos por radioamadores, técnicos e engenheiros brasileiros. Existem diversos outros modelos no mercado mundial. 

Com isso, os equipamentos atuais analógicos não precisam ser "necessariamente" jogados no lixo.

Ou seja, estes mesmos equipamentos podem ser utilizados tanto como receptores AM e FM analógicos como também, com auxilio de softwares, decodificar o DRM.

 

Este vídeo mostra 3 maneiras de receber DRM:

1) só com SDR Pappradio sintonizado em 17.680 khz
2) Receptor portatil DEGEN sintonizado em 17.860 khz, SDR Pappradio sintonizado na Fi do DEGEN em 455
3) Radio transceptor ICOM IC725 sintonizado em 17.860 khz, SDR Zero 9 mhz na Fi do IC725

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=4tl-lffKZhI

 

Mais vídeos DRM: http://www.youtube.com/atalibazf

 

Os 03 últimos comentários são semelhantes.

Peço desconsiderar os 02 últimos pois foram inseridos por engano.

Texto completo: http://zandomenego.com/ataliba/drm/SBRD.doc

 

 

Senhores

 

 

O rádio precisa incorporar meios de comunicação "interativos" como a internet para sobreviver no futuro.

 

 

Delay em sistemas digitais não se pode evitar. Assim como na TV digital, o delay existirá no rádio digital. Com DRM o delay gira em torno de aproximadamente 4 seg (AM/DRM30).

 

Acredito que no futuro os equipamentos processem tão rapidamente os sinais digitais que este delay venha a diminuir bastante ou, quem sabe, chegar a quase zero.

 

Enquanto isso, poderíamos criar uma lei que proíba a comemoração do gol antes dos primeiros 4 segundos......heheheheh....vai ser útil para o rádio e até para a TV digital....hehehehehe;

 

 

Receptores: se a falta ou o custo dos receptores fosse impedimento para a escolha de padrões para sistemas digitais, a TV digital brasileira nunca tinha começado.

 

O mais importante em todo este processo da escolha do padrão é que a cinco anos atrás nem se considerava o DRM na disputa dos padrões do SBRD (Sistema Brasileiro de Rádio Digital) e na atualidade, é um concorrente fortíssimo na solução brasileira, para a américa latina e porque não mundial do rádio digital.

 

 

 

PORTARIA No- 290, DE 30 DE MARÇO DE 2010:

zandomenego.com/ataliba/drm/SBRD.doc


 

Ataliba Zandomenego Filho
Membro fundador do DRM-Brasil - www.drm-brasil.org
Graduando em Eng Elétrica-Telemática – UNISUL
PX (PX5B8091) e Radioamador (PP5AZF)

 

 

 

Senhores

O rádio precisa incorporar meios de comunicação "interativos" como a internet para sobreviver no futuro.

Delay em sistemas digitais não se pode evitar. Assim como na TV digital, o delay existirá no rádio digital. Com DRM o delay gira em torno de aproximadamente 4 seg (AM/DRM30).

Acredito que no futuro os equipamentos processem tão rapidamente os sinais digitais que este delay venha a diminuir bastante ou, quem sabe, chegar a quase zero.

Enquanto isso, poderíamos criar uma lei que proíba a comemoração do gol antes dos primeiros 4 segundos......heheheheh....vai ser útil para o rádio e até para a TV digital....hehehehehe;

Receptores: se a falta ou o custo dos receptores fosse impedimento para a escolha de padrões para sistemas digitais, a TV digital brasileira nunca tinha começado.

O mais importante em todo este processo da escolha do padrão é que a cinco anos atrás nem se considerava o DRM na disputa dos padrões do SBRD (Sistema Brasileiro de Rádio Digital) e na atualidade, é um concorrente fortíssimo na solução brasileira, para a américa latina e porque não mundial do rádio digital.

PORTARIA No- 290, DE 30 DE MARÇO DE 2010

Institui o Sistema Brasileiro de Rádio Digital - SBRD e dá outras providências.

O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso IV, da Constituição, e considerando o disposto no art. 27, inciso IV, alínea "b", da Lei no 10.683, de 27 de maio de 2003, resolve:

Art. 1o Fica instituído, por esta Portaria, o Sistema Brasileiro de Rádio Digital - SBRD.

Art. 2o Para o serviço de radiodifusão sonora em Onda Média (OM) e em Frequência Modulada (FM) deve ser adotado padrão que, além de contemplar os objetivos de que trata o art. 3o, possibilite a operação eficiente em ambas as modalidades do serviço.

Art. 3o O SBRD tem por finalidade alcançar, entre outros, alcançar os seguintes objetivos:

I - promover a inclusão social, a diversidade cultural do País e a língua pátria por meio do acesso à tecnologia digital, visando à democratização da informação;

II - propiciar a expansão do setor, possibilitando o desenvolvimento de serviços decorrentes da tecnologia digital como forma de estimular a evolução das atuais exploradoras do serviço;

III - possibilitar o desenvolvimento de novos modelos de negócio adequados à realidade do País;

IV - propiciar a transferência de tecnologia para a indústria brasileira de transmissores e receptores, garantida, onde couber, a isenção de royalties;

V - possibilitar a participação de instituições brasileiras de ensino e pesquisa no ajuste e melhoria do sistema de acordo com a necessidade do País;

VI - incentivar a indústria regional e local na produção de instrumentos e serviços digitais;VII - propiciar a criação de rede de educação à distância;

VIII - proporcionar a utilização eficiente do espectro de radiofreqüências;

IX - possibilitar a emissão de simulcasting, com boa qualidade de áudio e com mínimas interferências em outras estações;

X - possibilitar a cobertura do sinal digital em áreas igual ou maior do que as atuais, com menor potência de transmissão;

XI - propiciar vários modos de configuração considerando as particularidades de propagação do sinal em cada região brasileira;

XII - permitir a transmissão de dados auxiliares;

XIII - viabilizar soluções para transmissões em baixa potência, com custos reduzidos; e

XIV - propiciar a arquitetura de sistema de forma a possibilitar, ao mercado brasileiro, as evoluções necessárias.

OBS: O DRM ( DRM30 de 0 a 30 Mhz e o DRM+ de 30 a 3.000 Mhz); é o único sistema de rádio digital que pode atender todas as normativas acima.

 

Ataliba Zandomenego Filho
Membro Fundador do DRM-Brasil - www.drm-brasil.org
Graduando em Eng Elétrica-Telemática – UNISUL
PX (PX5B8091) e Radioamador (PP5AZF)

 

Senhores

O rádio precisa incorporar meios de comunicação "interativos" como a internet para sobreviver no futuro.

Delay em sistemas digitais não se pode evitar.
Assim como na TV digital, o delay existirá no rádio digital. Com DRM o delay gira em torno de
aproximadamente 4 seg.

Acredito que no futuro os equipamentos processem tão rápidamente os sinais digitais que
este delay venha a diminuir bastante ou, quem sabe, chegar a quase zero.

Enquanto isso, poderíamos criar uma lei que proiba a comemoração do gol antes dos
primeiros 4 segundos......heheheheh....vai ser útil para o rádio e até para a TV digital....hehehehehe 


Receptores: se a falta ou o custo dos receptores fosse impedimento para a escolha de padrões para
sistemas digitais, a TV digital brasileira nunca tinha começado.

O mais importante em todo este processo é que a cinco anos atrás nem se considerava o DRM na
disputa dos padrões do SBRD (Sistema Brasileiro de Rádio Digital) e na atualidade, é um concorrente
fortíssimo na solução brasileira, latinoamericana e porque não mundial do rádio digital.

PORTARIA No- 290, DE 30 DE MARÇO DE 2010

Institui o Sistema Brasileiro de Rádio Digital - SBRD e dá outras providências.

O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87,
parágrafo único, inciso IV, da Constituição, e considerando o  disposto no art. 27, inciso IV,
alínea "b", da Lei no 10.683, de 27 de maio de 2003, resolve:

Art. 1o Fica instituído, por esta Portaria, o Sistema Brasileiro de Rádio Digital - SBRD.
Art. 2o Para o serviço de radiodifusão sonora em Onda Média (OM) e em Frequência Modulada (FM) deve ser adotado padrão que, além de contemplar os objetivos de que trata o art. 3o, possibilite
a operação eficiente em ambas as modalidades do serviço.
Art. 3o O SBRD tem por finalidade alcançar, entre outros, alcançar os seguintes objetivos:
I - promover a inclusão social, a diversidade cultural do País e a língua pátria por meio do acesso
à tecnologia digital, visando à democratização da informação;
II - propiciar a expansão do setor, possibilitando o desenvolvimento de serviços decorrentes da
tecnologia digital como forma de estimular a evolução das atuais exploradoras do serviço;
III - possibilitar o desenvolvimento de novos modelos de negócio adequados à realidade do País;
IV - propiciar a transferência de tecnologia para a indústria brasileira de transmissores e
receptores, garantida, onde couber, a isenção de royalties;
V - possibilitar a participação de instituições brasileiras de ensino e pesquisa no ajuste e
melhoria do sistema de acordo com a necessidade do País;
VI - incentivar a indústria regional e local na produção de instrumentos e serviços digitais;
VII - propiciar a criação de rede de educação à distância;
VIII - proporcionar a utilização eficiente do espectro de radiofreqüências;
IX - possibilitar a emissão de simulcasting, com boa qualidade de áudio e com mínimas interferências
em outras estações;
X - possibilitar a cobertura do sinal digital em áreas igual ou maior do que as atuais, com menor
potência de transmissão;
XI - propiciar vários modos de configuração considerando as particularidades de propagação do sinal
em cada região brasileira;
XII - permitir a transmissão de dados auxiliares;
XIII - viabilizar soluções para transmissões em baixa potência, com custos reduzidos; e
XIV - propiciar a arquitetura de sistema de forma a possibilitar, ao mercado brasileiro,
as evoluções necessárias.

OBS: O DRM ( DRM30 de 0 a 30 Mhz e o DRM+ de 30 a 3.000 Mhz)  é o único sistema de rádio digital mundial que pode atender todas as normativas acima.

Ataliba Zandomenego Filho
Membro fundador do DRM-Brasil - www.drm-brasil.org
Graduando em Eng Elétrica-Telemática - UNISUL
PX (PX5B8091) e Radioamador (PP5AZF)

 

Oi Pessoal,

A idéia que é o DRM posso mudar o status quo nas comunicações.

Com o DRM será possível a existência de muito mais emissoras (com melhor qualidade e usando menos potência), além da possibilidade da multiprogramação e interatividade. É essencial às rádio livres, comunitárias e alternativas desde já pleitearem um espaço no espectro dos canais 5 e 6 de TV que devem ser liberados para o rádio digital a partir de 2016 (apagão da TV analógica).

Quanto ao preço dos receptores, o governo já indicou que eles deverão ser fabricados no Brasil, e acredito que eles terão um preço baixo assim que o governo escolher o padrão e der uma mãozinha para a indústria fazer receptores baratos, como está acontecendo com a TV Digital (receptores por menos de R$80). Não acho que o preço dos receptores será um problema se uma correta política de produção de receptores for adotada.

Quanto ao delay, ..., quem disse que o rádio analógico vai necessariamente morrer?
; )

 

Pergunta: qual será o atraso das transmissões?

Se for mais de um segundo, não serve.
Já pensaram no estádio de futebol, você com o radinho ouvindo o locutor gritar "gol" depois de cinco segundos de bola lá dentro?

 

 

 Só será adotado no Brasil se permitir a manutenção do status quo dos atuais barões da mídia.

 As questões de flexibilidade do sistema, liberdade do software e ausência de ¨caixas-pretas¨ não tem muita importância para eles.

 

¨Liberdade é a liberdade dos que pensam diferente¨ -- Rosa Luxemburgo

Sempre gostei muito de radio. Onde eu cresci, nem tinha TV.

Mas Hoje em casa tem mais computadores do que radios. O tempo do radio esta passando, ou passou.

Não existe hoje um bom radio de ondas curtas e medias fabricado no Brasil,quem quer tem que importar e pagar 60% de imposto, se a receita pegar. 

O Jovem não escuta mais radio. Só MP3 e coisas do tipo.

Com certeza DRM seria o melhor para o Brasil, mas pesquise, quantos modelos de radios existem e o preço deles. O retorno vai ser muito mais lento que da TV digital. Ninguem vai comprar um radio que custa mais de 100 dolares, na China. Esse radio chegaria ao Brasil por quase 200 dolares. É inviável. 

Essa conversa de radio digital na minha opinião é só para acabar com radios comunitarias e piratas.

Antes de digitalizar o governo deveria universalizar. Deveria homologar e liberar (ou ao menos municipalizar) transmissores de até 5 wats em FM, para que qualquer pessoa que deseja montar uma estação de radio possa fazer. No caso faz a programação do Bairro, das ruas proximas,isto poderia despertar novamente o gosto pelo radio, do contrario, é cada vez menos radios ligados. E não é por qualidade de audio, pois hoje a maioria dos receptores não portáteis, tem grande qualidade. Muitas vezes melhor até do que CD MP3, especialmente aqueles piratas que se compra em qualquer esquina. No ambiente digital não existem receptores portáteis,somente ligados na tomada de energia eletrica,ou bateria de carro. Pilhas não durariam mais do que 1 a 2 horas.