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PSDB: a derrota, Serra vencendo ou não

Em xadrez há uma máxima: quando um jogo começa errado, termina errado. A posição do jogador no meio da partida depende dos erros ou acertos da abertura.

Ocorre o mesmo com os partidos políticos.

Tome-se o caso do PSDB paulista. Desde a morte de Mário Covas afastou-se definitivamente de qualquer projeto legitimador popular. O estilo elitista de FHC e seus acadêmicos, manifestado nos menores gestos, impregnou toda a máquina partidária. Cada vez mais o partido se fechou nos gabinetes, sujeitando-se apenas à influência de aliados próximos. Com José Serra, esse isolamento foi levado ao paroxismo.

O desprezo por tudo que simbolizasse participação, compartilhamento de decisões, levou ao isolamento e, depois, ao definhamento da militância. E, pior, ao fim da veleidade de se lançar novos quadros, permitindo a renovação.

Essa renovação poderia se dar a partir dos municípios, revelando novas práticas dos prefeitos tucanos que, eventualmente, pudessem ser incorporadas pelo partido. Nada foi feito. No governo Serra um secretário se vangloriava de ter instituído um sistema automático para acolher demandas de prefeitos e comunicar liberações, sem que fosse necessária a presença física deles no Palácio. Até prefeito tucano dava urticária em Serra. Aliás, até reunião de secretariado o incomodava, tanto que não se tem notícia de uma reunião sequer de articulação de trabalhos.

Sem renovar ideias, sem lançar novos quadros, sem desenvolver sequer um modelo eficiente de gestão - a mística da boa gestão paulista é meramente um tigre de papel jornal - o PSDB chega à penúltima cidadela - a prefeitura de São Paulo - tendo que se render ao pior aliado que poderia buscar: José Serra.

Sem Serra, seria o ruim: nenhum candidato com chances objetivas de vencer as eleições.

Com Serra, será o pior. Mata-se qualquer possibilidade de reavivamento da militância, de mudar a natureza do partido (tenho para mim que é tarefa inglória: o PSDB entrou em um beco sem volta).

Serra é o chamado objeto universal de ódio. O ódio dos petistas é seu trunfo. Aliás, é o cimento de suas relações com jornais e colunistas: uma aliança fundada apenas no negativismo. Mas também acumula o ódio de Alckmin, do PSD, do DEM, da militância tucana paulista, do PSDB nacional, de Aécio.

Não tem lealdade com o PSDB como não terá com o PSD e com Kassab, se eleito. A não ser que seja do seu estrito interesse.

Geraldo Alckmin terá na prefeitura um inimigo disposto a torpedeá-lo 20 horas por dia - as 4 horas restantes serão dedicadas ao extermínio de jornalistas críticos.

Gilberto Kassab joga todas suas fichas em uma aposta sem futuro. Se Serra perde, Kassab está fora do jogo, sem caixa da prefeitura para turbinar o partido, sem interlocução no governo federal e alvo da ira de todos os correligionários. Joga fora o futuro - uma aliança com Eduardo Campos, provavelmente o mais promissor político brasileiro fora dos quadros do PT - por um compromisso com o passado.

Tudo isso foi digerido em nome de um risco maior: perder a prefeitura de São Paulo para o PT.

E qual a razão do PSDB paulista ter hipotecado seu futuro em favor do curto prazo? Provavelmente a convicção de que esse futuro não mais existe.

Sem votos
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Comentários

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Políticos brigam nas prévias mas se unem quando almejam a vitória. Se a gente fosse analisar as desavenças internas do PT daria pra pintar o mesmo quadro. A verdade, porém, é que tanto o PT quanto o PSDB precisam chegar de forma unida na próxima campanha. E ambos chegarão. No caso de São Paulo, se formos optar pelo óbvio, ganha Serra.

 

Desculpe Nassif, mas dizer que Eduardo Campos é o mais promissor político brasileiro fora dos quadros do PT é no mínimo cegueira. Qual o promissor quadro do PT? Não existe, PT é apenas Lula. E Campos perto de Aécio é apenas um político regional, sem expressão nacional. Ele é conhecido fora de Pernambuco. Quanto a Serra, todo esse ódio por ele deve ter alguma explicação freudiana. E Haddad não tem chance alguma, e tenho dito.

 

Apenas dois pontos....

 

1 - Se o PSDB eh avesso ao compartilhamento de ideias, opinioes e decisoes, o que seria a esquerda brasileira, fortemente baseada em seus comites centrais e avesso a qualquer abertura de dialogo que fosse diferente de sua cartilha? Ate controle da midia os tidos como defensores da democracia tem em sua agenda...

2 - Politico promissor? Sinceramente nao  vejo em nenhum dos partidos brasileiros. Oq vejo sao pessoas promissoras em trafico de influencia, desvio de verba publica, arapongagem, chantagem e manipulacao de informacao alem de uma ampla utilizacao do aparalhamento do Estado visando a perpetuacao do poder. Disso meu caro jornalista ambos partidos estao cheios. Tem duvidas? Eh so ver no que o Congresso Nacional e o Senado Federal se transformaram nas ultimas decadas? Em simples bancada de negociata de aprovacao de MP por cargo publico ou ministerio (engracado ne? Porque politico eh doido pra abocanhar ministerio? So pra prestigio policio? Me poupe desta!).

Culpado no final das contas somos nos, o povo brasileiro, tao tolerante com relacao a essa lama toda. Tal tolerancia amparada por um individualismo unico de uma sociedade que so olha para o proprio umbigo e se este estiver legal, pra que se mexer... 

 

Bom domingo

 

Parece-me ter outra finalidade o artigo. Embora provavelmente poucas pessoas acessem, até porque, muito provavelmente já detectaram parcialidades nas abordagens do autor. Dizer que Eduardo Campos é figura relevante, é muita pretensão, se não for outra coisa. Avaliem o que esse moço fala nesse artigo, conflitem com o que vai ocorrer em São Paulo pós eleições, e vejam que percentual ele conhece. Nosso Brasil precisa caminhar bastante rumo a educação de nossos filhos. Uma educação de qualidade, essa que a companheirada prega e diz que temos, é para mantê-los no poder! Surge uma luz, o NOVO, um partido sendo formado por gente comun, sem o envolvimento de nenhum político, e que não precisa de parcialidades, nasce independente, sem ter que curvar aos caciques. Lembrem-se: NOVO, O Partido que nasce sem políticos. É preciso mudar, queremos mudanças! www.novo.org.br

 

Serra só perde em Sp se a candidata for Marta Suplicy, com Haddad o PT dificilmente chegará ao segundo turno. Desdenharam da Senadora, até os votos dela agora haddad terá que correr atrás isso porque queria os da classe média.

 

 

Dou meu testemunho..nos anos 70 eu e alguns companheiros fundamos uma SOC. AMIGOS DE BAIRRO no fundão da zona sul..com muita luta e cha de cadeira nos gabinetes da vida,coseguimos traser luz ,escola depois asfalto creche linha de onibus da CMTC e por ai vai.....olha nos vimos desde  o fref. faria lima ate o atual o gilberto, mais o que mais nos marcou foi o PREF. COVAS sempre nos ouvia e encaminhava nossas reividicação , e não perguntava nosso partido .para nos da periferia so teve COVAS e ERONDINA a minha eterna deputada.

 

j.pessoa

Nassif uma pergunta:
               

                        Quem será o vice de Serra?
                        Pois esse será o prefeito de São Paulo caso Serra ganhe, pois seja pelo PSDB
                        ou pelo PSD Serra é o eterno candidato de si mesmo à presidente...... 

 

É ridículo este desespero que o Psdb e aliados estão manifestando com relação a uma possível perda da prefeitura de São Paulo. Parece uma guerra em que a última cidadela a ser defendida é a administração paulistana. Com tantas raposas politicas militando nestes partidos e ninguém tem a visão histórica do dinamismo que há no exercício da política?


Na minha opinião este desespero é fruto da soberba dos políticos da oposição e muito, mas muito mesmo se deve a uma ausencia total de projeto político e econômico para o universo político, econômico e social do país que desejam conquistar. Isto porque são  aglomerados de interesses financeiros que se mantiveram na política graças a alianças com setores da elite brasileira que desde sempre tiveram o país nas mãos. Se fossem agremiações políticas teriam um ideário a ser seguido com o entendimento de que a democracia se faz com alternância. E que tal alternância está sujeita ao panorama econômico e político.


 O PT se manteve na oposição por décadas sem conseguir ocupar cargos políticos siginificativos. A agremiação política sobreviveu porque havia um projeto político a ser defendido. Esses arrogantes do Psdb poderiam aprender com o Pt e construir um projeto político para a nação brasileira e não somente para uma elite que a deseja usurpar. O Brasil merece uma oposição decente.

 

Vera Lucia Venturini

Mas o triste é ver o PT chegar lá e assumir a mesma atitude arrogante que criticava. Com a agravante de, para garantir votos no Congresso, lotear o país entre lideranças que ele próprio considerava abjetas e corruptas.

 

Um partido sem militantes e sem quadros novos, onde o mesmo político é candidato à Presidente, depois Prefeito, depois Governador, depois Presidente, depois Prefeito, sem estabelecer nenhuma hierarquia, quer chegar em que lugar? 

Imaginemos uma empresa e um funcionário de carreira. Você é contratado como assistente administrativo, depois vira gerente, vira Vice-Presidente e Presidente, certo? A lógica é ascendente.

No PSDB a lógica do candidato SERRA é assim: TOPO, BASE, MEIO, TOPO, BASE - está invertida a coisa, começa de cima e termina embaixo, porque se não posso ser Presidente, Prefeito é melhor do que nada. Se não consigo ser Presidente da empresa que trabalho, se querem me rebaixar de cargo (mesmo sendo muito competente), eu continuo vestindo a camisa da empresa, aceito um cargo inferior e não nem problema nenhum. E nem preciso ter o trabalho de procurar outro emprego, porque é mais cômodo, assim!

Que partido pode sobreviver numa lógica maluca dessas? 

 

O caso do PSDB é idêntico ao que foi o PDS de Maluf no passado.

Recebia o PDS o voto no personagem eleitoral: Maluf, e depois o Maluf inventou o Pitta.

Com dois mandatos à frente da Prefeitura, um por ele mesmo e outro através do Pitta e com os seus incontáveis votos  dos conservadores, nunca sedimentou as bases de um partido de direita em São Paulo. 

Depois que o Pitta foi cassado o PDS acabou, digo os candidatos do partido, pois, era um partido apenas de nomes e não de bases e militância. O Malufismo migrou para o PSDB e contaminou o PSDB. As bases e militância, que surgiram da esquerda moderada, da social-democracia (esquerda à direita do PT,  light, um pouco do que é o PT de hoje), foram substituídas pelos deserdados do malufismo. 

Lembro bem de quando o Maluf foi execrado pela Classe Média e Alta paulistana, por causa do Pitta, e eles órfãos, com medo do PT votaram no Mário Covas. Que loucura! Trocar um adesivo do Maluf (lembram do coração que se grudava no vidro?) por um de Mário Covas! E tudo feito timidamente. 

Era o eleitor sem partido, sem militância política, sem o pensamento na coletividade e cheio do individualismo no trabalho e da correria paulistana pela sobrevivência o novo eleitor do PSDB. Passaram-se os anos e o partido (PSDB) faz a conta de quantos filiados possui e encontra apenas 8 mil filiados. 

Partido que tem a conta dos votos em uma personalidade e não em uma legenda e programa partidário acaba assim: SOME! 

Na hora que pintam a personalidade política de corrupta, os seus eleitores cativos pulam do barco, e alguém herda os votos. O que for mais esperto no discurso ganha um coeficiente eleitoral estratosférico e se garante por alguns anos, como representante dos conservadores paulistas. Parece que acontecerá assim com o SERRA e o PSDB. 

 

Muito bem lembrado. De fato, os malufistas eram mais uma torcida do que uma militância e, como qualquer torcida fanática, eram bem chatos. Exatamente como os baba-ovos de tucanos de hoje, com seus mantras:


"O governo Lula apenas prosseguiu com a estabilização conquistada no governo FHC..."


"O governo Lula é o mais corrupto da História..."


"Buscamos uma administração ética dos recursos públicos..."


Ao menos o Maluf sempre foi uma figuraça, com suas tiradas ridículas, seu sotaque caricato e sua identificação com seu público (que foi, de fato, quebrada com o Pitta).


Esses mauricinhos de camisa de fio egípcio azu com manga arregaçada do PSDB têm carisma ZERO. São como esses artistazinhos esquecíveis que a Globo lança como "o novo furacão das novelas".

 

....Cada vez mais o partido se fechou nos gabinetes, sujeitando-se apenas à influência de aliados próximos. Com José Serra, esse isolamento foi levado ao paroxismo. O desprezo por tudo que simbolizasse participação, compartilhamento de decisões, levou ao isolamento e, depois, ao definhamento da militância......

Nissif, sua opinião bate exatamente com o que o Lula faz hoje com o PT.

Hoje o PT resume-se a Lula.

O PSDB fechou-se nos gabinetes e o PT não move uma palha sem consultar Lula.

Lula, com seu projeto de poder, desreipeita a história do partido e seus fundadores.

Todos os candidatos, de vereador a presidente, são por ele escolhidos.

Aqueles com vergonha na cara, deixaram o partido.

Mas, a maioria prefere as benesses do poder.

Suponho que, dos fundadores do partido, o único ainda não rico é Olivio Dutra.

Agora, Marta Suplicy e, esse senhor, que um dia pensei em votar,  Aloisio Mercandante, e outros, esperneam somente para fazer média.

Mas não exitariam, sob às ordens de Lula, em compartilhar o mesmo palanque com Gilberto Kassab.

 

No twitter há uma pergunta procedente: "Perdendo mais uma será que enCerra?" :o)

 

Alguém poderia, por favor, me explicar quem é e o que pensa o "militante" médio do PSDB?

 

Pura vingança do Alkimin: Olha ele um dia antes da eleição para prefeito de SP, que perdeu!


 

iSTO É UM ENGODO !

 

Nilson Fernandes

Depois desses comentários todos, sobre o destino do Cerra e do nuncassab, concordo mais ainda com o que escreveu o Cerra, na carta ao seu partido: as principais candidaturas vão ser duas visões diferentes do Brasil. Resta agora à crasse mérdia paulistana escolher o que quer para sí.

 

PSDB, a vitória, Serra vencendo ou não.


1 Sem Serra candidato, sem chance de vitória, sem espectativa de vitória, sem futuro e com uma grande possibilidade de uma CPI chamada PRIVATARIA TUCANA, e não privataria Serrista, o que seria inooportuna para o partido.


2 A vitória de Serra , mesmo com sua futura e esperada traição. Daria tempo ao partido de tentar organisar sua  militancia hoje praticamente extinta e desorganizada como se referiu o Nassif.


3 A vitória de Serra principalmente congelaria por quatro anos a CPI da privataria tucana.


4 Mesmo com a derrota de Serra, sua candidatura , implodiu a aliança PT/PSD, impedindo o fortalecimento da liderança do Kassab e seu partido, na cidade e no estado.

 

Nassif...

O xadrez tem uma máxima que se sobrepõe a citada por você:

No xadrez vence, invariavelmente, quem comete o penúltimo erro.

O PT errou quando tentou aliança com Kassab e o PSDB errou quando inviabilizou esta aliança colocando José Serra como seu candidato a prefeito.

Não foi o PT que cometeu o ultimo erro.

 

A semeadura é livre, mas a colheita obrigatória.

Pequenos lembretes aos moradores da cidade de SP.

"Até prefeito tucano dava urticária em Serra. Aliás, até reunião de secretariado o incomodava, tanto que não se tem notícia de uma reunião sequer de articulação de trabalhos."

"Com Serra, será o pior. Mata-se qualquer possibilidade de reavivamento da militância, de mudar a natureza do partido (tenho para mim que é tarefa inglória: o PSDB entrou em um beco sem volta)."

"Serra é o chamado objeto universal de ódio. O ódio dos petistas é seu trunfo. Aliás, é o cimento de suas relações com jornais e colunistas: uma aliança fundada apenas no negativismo. Mas também acumula o ódio de Alckmin, do PSD, do DEM, da militância tucana paulista, do PSDB nacional, de Aécio."

Agora tenham vergonha, aprendam  votar direito, vocês teem uma change de ouro de mudança.

 

Consagre os seus sonhos e projetos ao Senhor, e eles serão bem sucedidos, creia.

gAS

Pronto... E da Privataria Tucana já não se fala mais... como se os problemas de Serra fossem apenas políticos e não morais e éticos. 

 

Novela tucana

Tucanos seguem em sua disputa particular

Na reunião que se estendeu noite a dentro, ontem, o diretório municipal do PSDB/SP terminou mais do que rachado.

Pouco antes das 22 horas, os dezoito integrantes haviam chegado perto de um consenso: os pré-candidatos José Aníbal e Ricardo Trípoli, antes irredutíveis, aceitariam adiar as prévias do dia 4 para o dia 11, com a garantia de um grande debate com a militância, com a participação de José Serra. Beleza.

Mas depois de algumas consultas por telefone, o presidente da Executiva municipal, Júlio Semeghini, pôs nova data na mesa, dia 25, e partiu para a decisão no voto - o que desagradou até mesmo alguns defensores de Serra.

O resultado foi apertadíssimo: dez votos a favor da mudança, oito contrários. Constrangido, Semeghini afirmou que voltaria hoje a tentar uma solução de consenso.

Mas o clima de racha já preocupa os aliados de Serra, que ontem convocou uma entrevista coletiva para hoje à tarde, contando que as arestas com os outros dois pré-candidatos teriam sido aparadas.

Por Lauro Jardim

 

Tudo que escrevemos aqui, não passa de de projeções, previsões, mas há uma hipótese que pouco vi ser comentada: E se o Serra perder a vaga na convenção? É uma hipótese que pode acontecer, haja vista a briga de foice que existe dentro do PSDB. O Alckmim também está sendo guiado pela vingança e pleo revanchismo e ee questnao de tempo para todos verem isso. Com os dois candidatos do PSDB, Tripoli e José Anibal sem grandes projeções, abriria-se espaços para uma composição com o PMDB, que ver em Chalita, a sua grande oportunidade de se reerguer diante de uma grande vitrine que é São Paulo. Mas como eu disse anteriormente, tudo isso é futurologia e o que vai delinear mesmo a disputa serão os acertos e alianças, uma vez que não estamos dando a devida importância a nomes como o Russomano e ao Netinho, é claro que eles não ganharão, é bem provável que nem mesmo irão para o segundo turno, mas devemos lembrar que no momento eles teem alguns dividendos, o que lhes dão direitos de negociar alianças.

Com isso quero dizer que o Haddad vai ganhar! kkkkkk

Mandei bem?

Abraço a todos,

 

Saguy

 

Serrá é o cara que pensa qe   nunca vai  Morrer. Em 2018 ele terá quase oitenta anos. Nada contra idosos, mas  fazer uma campanha num país gigante como o Brasil e ainda governar o Brasil com mais de 80. Fala sério né. 

 

Continuo a dizer que todo este tiroteio de alto calibre contra o tucano só faz lembrar dos velhos tempos

dos embates de tucanos versus Maluf.A linguagem dos peessedebistas de então tinha muitas semelhanças e dava até dó do turco.Ao fazer estas comparações fica mais claro do porque das causas e das consequencias de tais ataques.

 

Para um Estado que costuma eleger Maluf e cia., pode se acreditar em tudo, inclusive na eleição desse mentecapto. Lastimável.

 

Esqueceu de citar as tenebrosas alianças dos tucanos com o PFL, os demotucanos (atual DEM e ex-PDS e aliados). Isso impregnou o partido, que já era cheio de caciques nada confiáveis,  com o pior da politicagem e corrupção, que presenciamos durante décadas de ditadura. Um triste e lamentável enredo para uma sigla que já nasceu torta e com pouca personalidade.

 

 Kassab diz que Serra deixará PSDB se for eleito


Em seus diálogos privados, Gilberto Kassab informa que, se for eleito para a prefeitura de São Paulo, o tucano José Serra vai romper com o PSDB e abandonar os quadros da legenda.

Na versão difundida por Kassab nos subterrâneos, Serra pretende articular a formação de um novo partido. A base dessa legenda seria o PSD. Ao partido presidido por Kassab seriam incorporadas outras agremiações.

 

Serra não sai do PSDB (é inteligente e não fará esta loucura). Foi convencido a concorrer à prefeitura para evitar a derrota do PSDB (sabe que para presidente a vez é do Aécio. O PSDB já se definiu.). Teria que ficar muito tempo sem cargo e seu nome iria sendo esquecido. Teria que ser candidato a deputado federal (seria o enterro político).  A prefitura de SP deu notoriedade nacional ao desconhecido Kassab (depois de SP é o segundo cargo estadual mais importante do país). Como prefeito manterá a visibilidade no país. Se sair do PSDB será o suicídio político (se o Aécio for eleito terá muita força no governo).  

 

Pois é Nassif, eu diria que o Eduardo Campos tem é muito sorte. Pra que ele iria abdicar da liderança de seu partido e da interlocução com o governo Dilma pra se aproximar do NunKassab? Vc diz que o Nunkassab jogou seu futuro no lixo? E vc acredita mesmo que ele tem algum futuro? Com a competencia de sua "jestao",  o futuro dele já era obvio pra mim, uma vez que o mesmo é pouco conhecido fora da capital e sua batata ja assou faz tempo, em razao da sua incapacidade de governar.  Que ele e o Coiso morram abraçados!  Este partido que o vassalo fundou tem nas suas entranhas o cheiro inconfundivel do fisiologismo e oportunismo do DEM e outros partidos que estao a mingua sem o "leite" do governo federal. Nao tem nenhum projeto alternativo para o desenvolvimento do país.  Querem o poder pelo poder, só isto. E deste tipo de agente publico o país nao precisa.

 

Não vejo isso assim não. Quem quer partido com contato com as bases é eleitor bem informado e bastante politizado. Perfil muito diferente do eleitor da classe média brasileira, especialmente a sudestina. Esse eleitor, muito pelo contrário, baseia seu voto em preconceitos bastante consolidados e na identificação com os bordões do candidato de plantão. A classe média tradicional sudestina detesta mobilidade social, tem simpatia (como boa parte das classes médias do mundo) por argumentos de estado mínimo e diminuição de impostos, busca identificação pessoal com o candidato (não tem outra explicação pra aécio ter 80% de aprovação em minas; candidato negro, indio e/ou com barba de comunista jamais) e nunca foi nem nunca vai ir em nenhuma reunião de partido. Só conhece político quando aparece na TV no horário eleitoral obrigatório. Não consigo ver portanto nenhum entrave a uma volta por cima eleitoral do PSDB. Muito pelo contrário. Serra vencendo em São Paulo muda completamente o cenário político atual. Infelizmente, porque acho difícil ele não vencer.

 

Chato, sendo tão acostumado a discordar das opiniões suas que leio por aqui, agora então apareço numa hora de concordância. Boa parte da classe média sudestina é isso aí mesmo do que você fala na sua análise.

Apenas ressalto até para não dizer que se passa o rôdo em toda ela (classe média sudestina), há uma parte minoritária dela que é a que apoia, cria condições objetivas, e dá força a criação de partidos como o PT, ONGs, movimentos sociais e que justamente renega essa "sina" de formação, ao não reproduzir comportamentos recorrentes dentro de suas próprias famílias. Mas "chutando" com certa percepção nos anos vividos, eu diria que dá uns 35% para esse lado e 65% para o lado mais "conservador", incluídos aí aqueles "reaças" que queimam mendigos e pobres em geral por acharem que não "valem nada", que são uma minoria também, a maioria só os encara com "nojo" por os acharem perdedores e/ou vagabundos.

Um abraço.

 

"[...]Devia era, logo de manhã, passar um sonho pelo rosto. É isso que impede o tempo e atrasa a ruga.[...]" - Mia Couto

concordo plenamente

 

Infelizmente, tenho que concordar em gênero, número e grau.


Por isso mesmo, em quem essa gente vota, eu não voto. E em quem eles não votariam nunca, eu voto.

 

No PT, a situação não é tão diferente, vejam um artigo interessante sobre as brigas no partido:

Lula e Marta: o vento que venta aqui é o mesmo que venta lá

Por Renato Rovai

A ex-prefeita Marta Suplicy registrou hoje que o partido errou ao dialogar com Kassab. Se fosse mais aguda deveria afirmar que Lula errou. Foi ele quem iniciou essa conversa. Mas como Lula é hoje um quase santo no PT (muito em decorrência dos seus méritos) quem critica a tentativa de aliança com o PSD evita citar o nome dele. Fala em erro do partido.

Foi Lula quem iniciou as conversas e foi ele quem estimulou alguns de seus principais aliados internos a manter o diálogo aberto com o alcaide da capital do estado. Mesmo contra a posição da maioria dos dirigentes partidários tanto em nível municipal, quanto nacional.

Outro fato é que Fernando Haddad em nenhum momento deu declarações muito confortáveis sobre a coligação. Como diria a presidenta Dilma, em todos os momentos que foi confrontado com a possibilidade da aliança em entrevistas, tergiversou. Pessoas próximas a ele garantem que, no íntimo, Haddad torcia para que Kassab tomasse outro rumo. Garantem há algum tempo. Não apenas agora.

Outro fato concreto é que Kassab foi à festa de 32 anos do PT e tomou uma vaia homérica, histórica. E de lideranças partidárias, como registrei aqui. Mesmo com a vaia no ouvido, o ex-prefeito não passou recibo. E continuou dizendo que apoiaria Haddad.

Ou seja, Kassab achava Haddad o melhor candidato. Só ponderava que se Serra saísse não teria como não apoiá-lo. Por compromissos anteriores.

Sendo assim, que moral Serra terá para dizer que saiu candidato pelo risco que a vitória de Haddad significava para São Paulo? Se significava um grande risco porque Kassab queria tanto apoiá-lo?

Os que ficam perguntando como o PT vai explicar o “namorico” com Kassab, poderiam também se perguntar como Serra vai explicar que um de seus principais aliados tenha corrido por dois meses atrás do candidato do PT como a grande solução para São Paulo.

O vento que venta aqui é o mesmo que venta lá. É mais fácil pra Haddad mandar Serra perguntar pra Kassab por que ele queria tanto apoiá-lo. Do que Serra tentar perguntar por que o PT discutiu aliança com o prefeito que não é de centro, de direita e nem de esquerda.


Lula não pode ser tratado como santo, apesar de sua unanimidade no PT, ele errou ao se aproximar de Kassab.

Venho sempre afirmando que o maior erro do ex-presidente foi se deixar levar demais pelo fisiologismo, pragmatismo e não ter politizado ou qualificado o debate político.

Gostem ou não, dessa vez Marta está corretíssima, o PT não pode se afastar dos aliados tradicionais paras atrair oportunistas.

 

..e já vão tarde!!!

 

#vaitercopa

De


Apesar de concordar com seu comentário, ......


devo dizer-lhe que sou mais solidário ainda com a sua frase em letras miúdas ! ......


Bom vê-la de volta por aqui.


Abs

 

Obrigada Paulo......pois é....acabouuuuuuu!!!

 

#vaitercopa

Nossa Nassif, você não deveria misturar paixão com razão, nesse caso ódio com razão.
Pra mim, o Kassab é que deu um nó no Lula, agora fica difícil o PT criticar fortemente a atual gestão municipal, pois queria o apoio do mesmo.
Falar que para o PSDB é menos pior o Serra ganhar é uma análise risível, puro ódio.
As forças que fazem do PT o partido mais forte do Brasil hoje são suas raízes e seu conjunto, aliados ao pragmatismo das alianças com partidos fisiológicos, mas essa força muda de lado em uma eleição que o PT perca.
Como pode se considerar o Eduardo Campos esse político tão promissor? Em 2014 não há chance para ele, deve virar Senador, aí vai cair ou na lábia petista e ficar sem chances para 2018, ou terá que ser oposição e se aliar a PSDB, Demo e PPS.
Acho um lugar comum criado pelos blogs a históriando Eduardo Campos, resolveram criar uma super promessa.

 

Também acho que quem deu nó foi o kassab no PT e no Lula e mais a senadora Marta Suplicy a única com coerência política no PT paulista de um nó nos caciques de SP. Anteviu tudo isso, e queria ela entrar nessa briga com Serra.

A grande verdade que nenhum, Serra, lula, Haddad vislumbram os problemas da cidade, todos querem o poder pelo poder. E nessa eu concordo com vc, como questionar o kassab se até ontem ele era o "queridinho"?

 

Ele entra com esta pretensão de nacionalizar a eleição municipal. Quer fazer de São Paulo uma ante-sala das eleições presidenciais que ainda nem se avizinham. Deve ter percebido que o twitter não basta para não cair nos ostracismo e resolveu ser prefeito: nobres pretensões. É sabido que a eleição de São Paulo tem grande peso. Mas daí a querer transformá-la numa continuidade do pleito perdido em 2010 é um absurdo. Não sei o que é pior: o descaso, a falta de interesse com o que a prefeitura de São Paulo representa em si mesma (e não como mero palanque político de um político à beira do ostracismo); ou a pretensão de afirmar que a polarização político partidária de São Paulo serve de exemplo para todo o Brasil.

 

Daí a frase do candidato que só pensa naquilo, analisando a possibilidade de candidatar-se a prefeito: "È um enterro, sim. A diferença é que se eu ganhar, será um enterro com honras militares; se eu perder, será um enterro de indigente."


Se vencer exéquias de luxo, se perder, de indigente, e a cidade e seus habitantes que se f...danem, caso vença.


Tá feia a coisa no puleiro tucano, 10 a 8 para Serra garantir-se candidato único ou desistir da candidatura, até 25 de março (31 de março é o limite).


Bem feito! Quem mandou transferirem o centro de decisão, do Massimo?

 

Serra terá entre 15% e 20% de votos.

 

Quero ver o dr. Zé Chirico conjugar outra vez o verbo que ele inventou: juramentir. Serra juramentiu que cumpriria seu mandato na PM de São Paulo e registrou sua juramentira em cartório. Em um debate na UDR/BAND poderemos ver a seguinte situação:


Borris CCCasoy:


- O sr., sendo eleito, juramenta que cumprirá seu mandato até as eleições de 2016, se manterá no PSDB e apoiará o candidato do partido nas eleições presidenciais de 2014?


Candidato:


- Juraminto, e faço um documento para ser registrado em cartório.


 

 

Kid Prado

Bravo!

P.S. O Nassif está com a corda toda: dia sim, outro também tem nos brindado com postagens esplêndidas, com temas tão variado como a alta matemática aplicada ao engodo a preciosas análises políticas, como esta, e do nosso imbróglio econômico.

 

__________________________________

"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer", Geraldo Vandré.

 

Serr faz um favor ao país: perde a eleição e afunda de mãos dadas com Kassab

 

Qual a analogia de Serra/FHC com "aquele" general que preferia o cheiro dos cavalos ao do povo?

 

Figueiredo, de fato, montava cavalinhos pra galopar na chuva.  Nao era montado por eles.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.