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Raio X da Migração: os alemães

Eles vieram no final do século 19, vieram também na Guerra e nos pós-guerra. Ajudaram a montar empresas, a incrementar a cozinha e a enriquecer a música. Ai vai o post para a reconstituição da migração alemã no Brasil.

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Sei que meu pai veio ao

Sei que meu pai veio ao Brasil em janeiro de 1954, portanto faria 60 anos de imigração no mês que vem.

Só que ele não veio direto da Alemanha, ele já era imigrante na Espanha e veio ao Brasil mais bem por influência de irmãos da minha mãe que já estavam no Brasil.

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Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

Pomerânia

Em Domingos Martins(ES) existe uma colônia alemã que fala um dialeto(pomerano) que dizem não se falar mais nem na Alemanha. Até pouco tempo atrás, os homens sentavam separados das mulheres nas missas luteranas daquela cidade. A arquitetura das casas é bastante influenciada.

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imagem de Fulvia
Fulvia

O pomerano era um dialeto que

O pomerano era um dialeto que se falava na fronteira da Alemanha e polônia.  No sul do Brasil, também se falava o pomerano. 

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Chucrutes

Minha avó falava que o Brasil era o melhor país do mundo porque dava repolho duas vêzes por ano.

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Follow the money, follow the power.

um breve relato da Família Sander no Brasil

Os Sander chegam ao Brasil

e se estabelecem no Rio Grande do Sul Sob o amparo da política imigratória implantada pelo Imperador Dom Pedro I, em julho de 1824, chegaram os primeiros imigrantes alemães à então Província de São Pedro do Rio Grande. Eram 39 pessoas que passaram a integrar o primeiro núcleo germânico no Brasil. Estabeleceram-se às margens do rio dos Sinos, a 30 quilômetros de Porto Alegre, no atual município de São Leopoldo, que se tornaria o centro irradiador da cultura alemã no sul do País.

Em poucos anos, milhares de imigrantes viriam a colonizar todo o vale dos Sinos e, posteriormente, os vales do rio Caí e do rio Taquari, modificando significativamente a fisionomia econômicae cultural da região.

Quem acolheu os imigrantes e fundou a Colônia Alemã de São Leopoldo foi José Feliciano Fernandes Pinheiro, então Presidente da Província de São Pedro do Rio Grande, e que posteriormente receberia do Império o título honorífico de Visconde de São Leopoldo, em reconhecimento por sua destacada gestão. Foi nesse contexto que, nos idos de 1829, três irmãos Sander – Adam, Jacob e August – chegaram a São Leopoldo. Um quarto irmão Sander teria permanecido no Rio de Janeiro para servir à Família Imperial. Outros dois teriam seguido para a Argentina.

Adam Sander (Adão), de 37 anos de idade, chegoua São Leopoldo no dia 14 de maio de 1829 com sua mulher Catarina Matzenbacher e quatro filhos. Jacob Sander (Jacó), com 25 anos, chegou 10 dias depois, com sua mulher Catarina Umlauf, um filho e sua sogra Philippine Berlitz (Filippina), que acabara de completar 43 anos. Filippina Berlitz, que naAlemanha se separara de Johann Jakob Umlauf, casou-se novamente no Brasil com o viúvo Johannes Heinrich Stoll e faleceu em São Leopoldo em 1844. August Sander (Augusto) chegou a São Leopoldo em 7 de março de 1829 com 39 anos de idade e ainda solteiro, casando-se posteriormente com uma brasileira e estabelecendo-se na fronteira cisplatina banhada pelo rio Uruguai. Na Alemanha, os irmãos Sander deixaram seus pais Johannes Sander e Maria Müller, domiciliados em Bedesbach, cantão de Wolfstein, distrito de Kaiserslautern, na então província renana da Baviera, onde tiveram vários outros filhos que permaneceram na Europa.

Os irmãos Sander saíram da Alemanha pelo porto de Hamburgo – ou, segundo outra versão, pelo porto de Bremen – em 1827, mas só chegaram ao Brasil em 1829, pois o veleiro Cecília foi surpreendido no Canal da Mancha por uma terrível tempestade. Seriamente danificado e abandonado pela tripulação, o Cecília foi socorrido em tempo por um navio inglês e rebocado para Plymouth – ou, segundo outra versão, para Falmouth – na Inglaterra. De acordo com alguns registros, na Inglaterra teria nascido Jacó Sander Filho (“Jacó, o Preto”), filho de Jacó Sander e Catarina Umlauf.

Após permanecerem na Inglaterra por mais de um ano, os irmãos Sander e seus companheiros de viagem recomeçaram a travessia do Oceano Atlântico, provavelmente em outro navio, graças à interferência da imperatriz austríaca D. Amélia Von Leuchtenberg, em viagem ao Brasil. Foi assim que os irmãos Adão, Jacó e Augusto Sander chegaram ao seu destino no Rio Grande do Sul naquele primeiro semestre de 1829, depois de cumprirem os requeridos trâmites imigratórios no Rio de Janeiro. Esses irmãos Sander que chegaram ao Rio Grande do Sul estabeleceram-se em Dois Irmãos, nas proximidades de São Leopoldo.

Conta a tradição que o Kerb de São Miguel ou Michelskerb, que se celebra anualmente em Dois Irmãos, foi estabelecido pelos imigrantes alemães do naufragado e recuperado veleiro Cecília para comemorar o final feliz da aventura transoceânica e a chegada a essas terras prometidas. Tal tradição guarda relação com o fato de que uma das várias chegadas do Cecília no Rio de Janeiro ocorreu em 29 de setembro de 1829, dia do Arcanjo São Miguel.

A partir de São Leopoldo, os imigrantes alemães e seus descendentes espalharam-se por distintas regiões do Estado do Rio Grande do Sul e, posteriormente, por outras regiões do País, especialmente Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, São Paulo, Minas Gerais e Bahia. Outros imigrantes alemães permaneceram no Estado do Rio de Janeiro para prestar serviços à Família Imperial, estabelecendo importantes núcleos em Petrópolis, Friburgo e outras cidades serranas.

Fonte: CRÔNICA DA FAMÍLIA SANDER - http://sandersite.com/

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A vida é curta demais para se beber cerveja barata!!

 Frede69

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+34 comentários

Sei que gostam daboa politica, então...

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A Ponte e a Fila

A HISTÓRIA DE UM FILHO DA PUTA HONESTO

A VENDA NA LIVRARIA SARAIVA

 

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Resumo

O grau de honestidade, de certa forma, sempre foi tratado como um tabu. A esperança em encontrá-lo de forma satisfatoria nas outras pessoas é o que fazem alguns não enterra-lo dentro de si próprio de uma vez por todas. Ninguém quer ser vitima dos desonestos, mas, às vezes, fazem vitimas para os iguais.

 

 

 

 

Autor

Sufi, Sergio

Mais Imagens

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Sumário 

Leia um Trecho 

Notas 

Detalhes

Em nossa contemporaneidade, mas no passado distante, Laura Santos, uma órfã abandonada no portão de um convento, ainda bebê recém-nascido, foi encontrada pela irmã Sofia, uma freira, que com a ajuda de outras irmãs a criou e a educou dentro dos princípios cristãos. Aos seus dezessete anos, em uma investida de caridade, Laura conheceu Rebeca, uma drogada, interna em um hospício. Laura, em sua ingenuidade, achou ter encontrado uma amiga, porém, Rebeca a desvirtuou dos caminhos e das práticas cristã, levando-a a prostituição. Já pós-Balzaquiana, e conhecendo os dois lados da vida, resolve dar um sentido à sua existência, concebendo um filho e ensinando-o, na sua concepção, o lado mais compensador da vida, pela sua experiência. O certo é que o menino foi aprimorado e se tornou o filho de uma puta honesto! Mas, mesmo na fase adulta, seus empreendimentos eram escassos. Formado em história, vivia conspirando contra a própria história da humanidade; sempre reinventava interpretações, que embora lógicas, não tinha como prová-las. Nos fatos históricos, que podiam ser temperados com profecias, para cada acontecimento, como marco na humanidade, criava hipóteses em forma de teorias, que ele norteava como certa, ainda mais quando essas podiam ser recheadas de algo divino, nestes acontecimentos. Quando perde a mãe por uma doença terrível, desenvolve em si um estado de inércia que nada parecia ter a menor importância. Assim, algo extremamente cotidiano o desperta para vida. Então, resolve ser um político, como forma de ocupar-se e trazer um novo sentido para a sua existência. E daí? Um filho duma puta honesto ele conseguiu ser! E agora como político! Será que ele conseguirá ser um político honesto? Esta é a historia de A Ponte e a Fila!

Informação Adicional

A VENDA NA SARAIVA

Autor

Sufi, Sergio

ISBN

978-85-7923-251-0

Páginas

243

Formato

 

 

 

 

 

 

Sob a ótica social e economica, que seria o RS sem as "imigrações" ?

Alguem sabe de algum linck que trate sobre os veleiros que saíram de Hamburg de 1860 a 1865 ?

grato   

 

Deutsche Raus!

Alemães, caiam fora do Brasil!

 

 

Meu bisavô paterno chegou ao Brasil em 1921, pelo porto de Rio Grande, RS. Ele era missionário da Igreja Luterana e veio com sua mulher e filhos (entre eles meu avô, então com 13 anos) para ser pastor da  congregação no Brasil.  Isso após ter sido missionário na China, durante 20 anos .

Meu bisavô terminou nunca voltando para a Alemanha. Meu avô, que amava muito o Brasil, se considerava mais brasileiro do que alemão. Ambos foram muito religiosos e humanos.

Aos que disseram aqui que os imigrantes alemães eram racistas e só vieram por causa do racismo e para roubar terras: Meu bisavó deixou textos e cartas em que comentava o seu espanto e desaprovação com a maneira com que os brancos brasileiros tratavam os negros, na época em que ele chegou aqui. 

Há outro fato da história do Brasil que nem todo mundo tem conhecimento: Quando o Brasil declarou guerra a Alemanha, a língua alemã passou a ser proibida em território nacional.  Os colonos alemãe não podiam mais falar em sua língua mãe e os professores não podiam mais dar aulas em língua alemã. Ocorre que nas colonias alemãs do interior só havia professores  alemães. Assim sendo, uma geração de crianças em colonias alemãs ficaram sem aula e  muitos não foram alfabetizados.

 

Meu bisavô paterno chegou ao Brasil em 1921, pelo porto de Rio Grande, RS. Ele era missionário da Igreja Luterana e veio com sua mulher e filhos (entre eles meu avô, então com 13 anos) para ser pastor da  congregação no Brasil.  Isso após ter sido missionário na China, durante 20 anos .

Meu bisavô terminou nunca voltando para a Alemanha. Meu avô, que amava muito o Brasil, se considerava mais brasileiro do que alemão. Ambos foram muito religiosos e humanos.

Aos que disseram aqui que os imigrantes alemães eram racistas e só vieram por causa do racismo e para roubar terras: Meu bisavó deixou textos e cartas em que comentava o seu espanto e desaprovação com a maneira com que os brancos brasileiros tratavam os negros, na época em que ele chegou aqui. 

Há outro fato da história do Brasil que nem todo mundo tem conhecimento: Quando o Brasil declarou guerra a Alemanha, a língua alemã passou a ser proibida em território nacional.  Os colonos alemãe não podiam mais falar em sua língua mãe e os professores não podiam mais dar aulas em língua alemã. Ocorre que nas colonias alemãs do interior só havia professores  alemães. Assim sendo, uma geração de crianças em colonias alemãs ficaram sem aula e  muitos não foram alfabetizados.

 

 

O meu ancestral veio em Maio de 1828.

E aqui um link onde conta  a história da imigração escrita por Diogo Dreyer da Silva:

http://www.aprendebrasil.com.br/reportagens/alemanha/default.asp

Abaixo a primeira página:

A imigração alemã

Vindo para o país inicialmente como soldados e colonos, os alemães venceram grandes dificuldades e marcaram de maneira muito significativa a história do Brasil. Conheça a trajetória desses imigrantes para se firmarem aqui e saiba como sua tradição está presente nos mais diversos aspectos da vida brasileira.

 

São Leopoldo, no Vale dos Sinos, Rio Grande do Sul, foi o ponto de partida de uma luta pela sobrevivência que mudou a história do Brasil e que começou em 1824 com a fundação da primeira colônia de imigrantes alemães no país. Na época, o Brasil havia acabado de se tornar independente de Portugal. Então, por influência de José Bonifácio, o então imperador Dom Pedro I decidiu inaugurar, com esses imigrantes, um programa de imigração para o Sul, movido por questões de segurança nacional, diante das sucessivas disputas territoriais naquela então erma região fronteiriça.

Naquela época, a Alemanha estava dividida em uma porção de reinados, principados e ducados, todos independentes, mas unidos precariamente pelo idioma. Ela viria a ser unificada por Bismarck apenas em 1871.

Nos primeiros 50 anos de imigração, vieram para o Rio Grande do Sul entre 20 e 28 mil alemães e quase todos se dedicaram à colonização agrícola.

Essa colonização alterou a ocupação de espaços, levando gente para áreas até então desprezadas. Introduziu também outras grandes modificações. Até aquele momento, a classe média brasileira era insignificante e se concentrava nas cidades. Os colonos alemães acabaram formando uma classe de pequenos proprietários e artesãos livres em uma sociedade dividida entre senhores e escravos.

Desde a fundação de São Leopoldo, aproximadamente 300 mil alemães vieram para o Brasil. Depois de colonizar o Rio Grande do Sul, ainda no século 19, eles subiram para Santa Catarina, que atualmente tem a maior população de descendência alemã — mais de 20% do total —, e seguiram rumo ao Espírito Santo, marcando presença no Paraná e, em menor escala, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

 

Edson Gomes Lima e Nival Júnior, estes é o lado ruim destas diásporas, estes deslocamentos provocam conflitos, destruição do meio ambiente, desrespeito aos nativos, etc.

Isto ocorreu não apenas com a imigração alemã, como também com os movimentos migratórios internos, refiro-e às diáspora dos gauchos, paranaenses, catarinenses, povos sulistas em direção ao nordeste para plantar soja, criar gado, etc.

Vocês tem razão e eu acrescento ainda que a concentração de riquezas nas mãos de poucos se agravou, porém será mesmo a culpa dos que se deslocam ou do Estado que, em suas políticas neoliberais, preferiu omitir-se.

De fato estes deslocamento provocam mudanças, e o lado bom disso é a chegada do novo à aréa rural, conforme podemos ver nestes vídeos:

 Vídeo 1:

ademirpfiffer — 10 de junho de 2007 — Música e músicos, os elementos fundamentais em uma festa de tradição alemã

Os acordes musicais alemão são muito necessários em um festa de sagração ou coração da Rainha de uma sociedade de tiro ao alvo. É através da música, que o público alivia suas tensões do dia a dia da roça ou da indústria. Dançar continua sendo o mais importante ritual de integração entre convidados e associados.
No Vale do Ribeirão Gustavo, no antigo Salão Tribess, hoje Sociedade Ribeirão Gustavo,no dia 9 de junho, a dança possibilitou a aproximação entre os convidados, cuja relação de respeito, conservou e ampliou as novas relações de amizades.
A banda musical(Banda Milênio) cumpriu sua função social, oportunizando a todos uma ótima excelente tarde de lazer.

Ademir Pfiffer - Pesquisador e historiador
Jaraguá do Sul - SC

 

Vídeo 2:

kindergartenteddybar — 19 de outubro de 2008 — Festa de São João realizada no Kindergarten Teddy Bär (2008).

As festas com músicas e danças nos enlevam e emocionam desde a Antiguidade.
O ato de dançar e cantar está associado a alegria, festa, ritual, homenagem, comemoração, agradecimento. Dançando e cantando o ser humano expressa suas emoções e ansiedades.
As festas juninas acontecem com muita música, dança, fogueiras, comidas típicas, bandeirinhas e balões.
Para dançar a Quadrilha, as pessoas costumam vestir-se de "caipira", fazendo deste modo uma referência ao típico morador da roça, no interior do Brasil.

Vídeo 3:

radioanuncerloyer — 12 de maio de 2008 — Primeira reportagem do Concerto Lá na Casa dos Carneiros realizado na Fazenda Gameleira em Vitrória da Conquista em 2/06/2007.
Elomar Fiqueira Melo completa 70 anos e recebe amigos e o público para, junto com violeiros e orquestra, realizarem um concerto que ficou na história. Reportagem de Judson Almeida e Wesley Coutinho, exibida pela TV Sudoeste - Vitória da Conquista - Bahia - Afiliada Rede Bahia / Rede Globo

Este vídeo não tem muito a ver com o assunto aqui tratado, mas deixo-o aqui pq gostei

Soror — 27 de junho de 2009 — Eugénio Tavares com o seu poema "Mar Eterno" evoca os Oceanos ao lado dos grandes vultos da cultura lusófona.
A Canção ao Mar "Mar Eterno" foi traduzida para espanhol, françês, italiano, alemão e inglês para uma maior divulgação da mensagem deixada pelo Poeta Cabo-verdiano. Uma pequena brochura foi publicada para o efeito, glorificando o Poeta do Mar e dos Oceanos que foi Eugénio Tavares.
Foi uma mensagem de grandeza para que todos os cabo-verdianos e lusófonos pudessem orgulhar-se de Eugénio Tavares.

Mar Eterno - Português

Oh mar eterno sem fundo sem fim
Oh mar das túrbidas vagas oh! Mar
De ti e das bocas do mundo a mim
Só me vem dores e pragas, oh mar

Que mal te fiz oh mar, oh mar
Que ao ver-me pões-te a arfar, a arfar
Quebrando as ondas tuas
De encontro às rochas nuas

Suspende a zanga um momento e escuta
A voz do meu sofrimento na luta
Que o amor ascende em meu peito desfeito
De tanto amar e penar, oh mar

Que até parece oh mar, oh mar
Um coração a arfar, a arfar
Em ondas pelas fráguas
Quebrando as suas mágoas

Dá-me notícias do meu amor
Que um dia os ventos do céu, oh dor
Os seus abraços furiosos, levaram
Os seus sorrisos invejosos roubaram

Não mais voltou ao lar, ao lar
Não mais o vi, oh mar
Mar fria sepultura
Desta minha alma escura

Roubaste-me a luz querida do amor
E me deixaste sem vida no horror
Oh alma da tempestade amansa Não me leves a saudade e a esperança

Que esta saudade é quem, é quem
Me ampara tão fiel, fiel
É como a doce mãe
Suavíssima e cruel

Nas mágoas desta aflição que agita
Meu infeliz coração, bendita!
Bendita seja a esperança que ainda
Lá me promete a bonança tão linda

 

Calendário SPIN

É pouco conhecida a imigração de alemães e suiços para a Província de São Paulo na metade do século XIX. Vale a pena lembrar, como fez Ivo Flughel Matias, que em 1847 o senador Nicolau de Campos Vergueiro criou uma empresa para promover a imigração europeia para o Brasil, numa tentativa de responder ao problema da "falta de braços" para a lavoura cafeeira, dentro do modelo de "parceria". Há um registro importante de uma revolta de colonos suíços e alemães em dezembro de 1856, na Fazenda Ibicaba, de propriedade do Senador Vergueiro. Uma dissertação de mestrado, de autoria de Vanda Mendes Ribeiro, defendida no Departamento de Sociologia da Unicamp em 1998, "Conflito de Valores entre os primeiros imigrantes europeus e os fazendeiros de café na Província de São Paulo em meados do século XIX" trata desse assunto. Vale notar a deliberação assinada pelos colonos em 22/12/1856, onde eles afirmavam que "sua situação está bem longe de ser tão excelente e vantajosa quanto o prometiam as primeiras notícias divulgadas aqui e na Europa" e "que vivem sujeitos a arbitrariedades de toda ordem e que sua situação é em suma  antes de lamentar do que de causar inveja". A partir dessa denúncia, "decidem firmemente fazer valer seus direitos pelas vias legais e junto às autoridades competentes", obrigando-se a "não praticar nenhuma ato de violência e nenhum excesso contra seus empresários ou contra a diretoria". Comprometiam-se a "praticar lealmente seus deveres enquanto aqui permaneçam como colonos", e esperavam que "da parte dos Srs. Vergueiro & Cia. sejam cumpridas todas as obrigações expressas nos contratos e também não sejam cometidos contra nenhum colono atos de violência, como sejam expulsão da fazenda, prisão, etc."

Um dos assinantes desta declaração foi meu tetravô, Karl Graner, nascido em Thüringen em 1812, e que chegou ao Brasil em setembro de 1853. Um dos filhos dele, meu trisavô Heinrich Berthold Graner, que nascera na Prússia e viera para o Brasil com os pais com 10 anos, casou-se com uma imigrante suiça, Marianne Obriest Meyer, e estabeleceu-se em Piracicaba - SP, onde foi proprietário de uma marcenaria e viveu até sua morte aos 80 anos, em 1923.

Eis, portanto, um registro importante da presença imigratória alemã (e suíça) em São Paulo.

 

Tenho em meu poder uma Certidão de Óbito de LUIS GRANER, falecido em 1907 na povoação de Santa Rita de Salles em Nuporanga - São Paulo.

Consta como local de nascimento a cidade de "Rodonscou", provincia de "Pruscia", filho de Jacob Graner e Regina Graner, era casado com Renata Graner e deixa nove filhos: João, Augusto, Carlos, José, Luis, Paulina, Berta, Maria e Ottilia Graner.

O terceiro da lista, Carlos Graner é meu bisavô, que é da Cidade de Sales de Oliveira - SP.

Procuro mais informações sobre estes antepassados.

Qualquer informação favor me contatar em m@graner.tv

 

Um aspecto que nao vi comentado e o papel do Senador Vergueiro na substituicao dos escravos africanos por "imigrantes"europeus. Durante os anos 50 e 60 do seculo XIX, o governo prussiano proibiu o emigracao de alemaes para o Brasil devido aos maus tratos e outras praticas por parte dos baroes do cafe no Brasil. Nao so alemaes foram vitimas mas italianos, suicos e outros "trouxas".

Tambem vale a pena notar que tanto no exercito argentino como no brasileiro e no uruguaio havia um grande numero de "voluntarios" recrutados nos bares dos portos europeus para lutar na guerra do Paraguai. dormiam dopados acordavam algemados nos poroes dos navios.  

 

Vieram para roubar as terras, os sucessos, os sonhos, que deveriam ser dos verdadeiros brasileiros, descendentes dos negros, índios e colonos portugueses.

 

Não temos motivo para admirar a empreitada motivada pelo racismo que foi a imigração européia para o Brasil, foi uma tentativa de limpeza étnica, genocídio e que causou a desigualdade odiosa que temos hoje, é algo a se lamentar.

 

você está brincando, né, nival?!

só pode, só pode!

 

luz

E a culpa é dos alemães?

 

Meu avô paterno era alemão. Marceneiro de mão cheia, passou o ofício para seus filhos que também sobreviveram do ofício. Casado com uma italiana, nunca conseguiu passar a língua germânica para os filhos. Dizem que só as mães conseguem tal feito. Como minha avó também não se interessou em transmitir seu idioma aos filhos, todos eles cresceram monoglota. Como resultado eu tive que ralar um bocado até me expressar na língua de Göthe.

Ainda sobre o idioma, algumas "pérolas" que se ouvem em Sta. Catarina, mas que nenhum alemão entende:

"Du, brems mal den "Caminhão" ab, sonst fährt er der "Barranco" runter!" (hei, freie o caminhão, senão ele desce barranco abaixo).

"Du, mach die "Janellen" zu! Es "schufft" auf die "Almofaden"." (hei, feche a janela! Está chovendo nas almofadas).

 

Meu pai chegou ao Brasil em 1954. Minha mãe conta que eles aportaram em Santos no dia do aniversário dele. Eles vieram da Espanha, onde se conheceram. Na verdade minha família é majoritariamente espanhola, papai foi o único alemão nela.

O mais interessante era o trabalho dele. Ele fazia artesanato em madeira, objetos de uso cotidiano (como bandejas, porta-copos, cinzeiros) usando motivos tropicais (que ele aprendeu aqui), entalhes ou marchetaria (que aprendeu em um curso em Barcelona) ou concepções próprias. Em todas as peças, que fez até 1973, ele marcava a ferro o nome (Gerd Zibell.)

 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

Que bacana Gunter Zibell saber que tem raizes nesta rica cultura

 

Calendário SPIN

falar da cultura alemã no Brasil e não falar do vale do itajaí, em SC, particularmente de Blumenau, é ignorar um dos recantos mais lindos onde esta tradição se estabeleceu lindamente.

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(nunca sei se ponho o vídeo no texto e/ou repito na caixa abaixo!)

faço as duas coisas!

 

luz

Nessa entrevista, Fausto Wolff narra algo interessante sobre a migração alemã no Brasil. Conta que que sua família era muito pobre, morava numa favela em Porto Alegre, mas seu primeiro antepassado no Brasil foi um nobre alemão que foi para o Rio Grande do Sul, n século XIX, com centenas de colonos.

 

Trouxeram alguma contribuição,mas são extremamente racistas e reacionários aqui no Sul.Tratam de forma pejorativa outros povos.

 

A alemanha sempre foi acolhedora para com o brasil, sendo que muitos artistas estiveram lá, estudaram, e influenciaram nossa arte, o impressionismo alemão (pintura), o filósofo Nietzsche,

Artistas como Anita Mafaltti, Tarsila do Amaral, Lygia Clack, e muitos outros beberam em fontes alemãs. 

Viva a alemanhã, viva o povo alemão

Atualização - 14:30

Onde está escrito impressionismo alemão leia-se expressionismo alemão

Segue link para belas imagens no slideshare

http://www.slideshare.net/michelepo/expressionismo-alemo

 

Imperdível também o conteúdo sobre o expressionismo na wikipedia

"(...) O expressionismo foi um movimento cultural de vanguarda surgido na Alemanha nos primórdios do século XX, que estavam mais interessados na interiorização da criação artística do que em sua exteriorização, projetando na obra de arte uma reflexão individual e subjetiva. Ou seja, a obra de arte é reflexo direto do mundo interior do artista expressionista.

O expressionismo plasmou-se num grande número de campos: artes plásticas, literatura, música, cinema, teatro, dança, fotografia, etc. A sua primeira manifestação foi no terreno da pintura, ao mesmo tempo que o fauvismo francês, fato que tornaria ambos movimentos artísticos nos primeiros expoentes das chamadas "vanguardas históricas". Mais que um estilo com características próprias comuns foi um movimento heterogêneo, uma atitude e uma forma de entender a arte que aglutinou diversos artistas de tendências variadas e diferente formação e nível intelectual. Surgido como reação ao impressionismo, frente ao naturalismo e o caráter positivista deste movimento de finais do século XIX os expressionistas defendiam uma arte mais pessoal e intuitiva, onde predominasse a visão interior do artista –a "expressão"– frente à plasmação da realidade –a "impressão"–.

O expressionismo acostuma ser entendido como a deformação da realidade para expressar mais subjetivamente a natureza e o ser humano, dando primazia à expressão dos sentimentos mais que à descrição objetiva da realidade. Entendido desta forma, o expressionismo é extrapolável a qualquer época e espaço geográfico. Assim, com frequência qualificou-se de expressionista a obra de diversos autores como Matthias Grünewald, Pieter Brueghel, o Velho, El Greco ou Francisco de Goya. Alguns historiadores, para o distinguir, escrevem "expressionismo" –em minúsculas– como termo genérico e "Expressionismo" –em maiúsculas– para o movimento alemão.[1] (...)"

http://pt.wikipedia.org/wiki/Expressionismo

 

 

 

Calendário SPIN

Neste vídeo a judia alemanhã Olga Benário se despede da filha numa carta.

"(...)

Em março de 1936, foram capturados pela polícia. Olga é levada para a Casa de Detenção, posta numa cela junto com mais de dez mulheres, muitas delas conhecidas suas. Aí, descobre estar esperando uma filha de Luís Carlos Prestes. Logo vem a ameaça de deportação para a Alemanha, sob o governo de Hitler. Seria a morte para ela: além de judia, comunista. [16] Começa na Europa um grande movimento pela libertação de Olga e Prestes, encabeçado por D. Leocádia e Lígia Prestes, respectivamente a mãe e a irmã de Luís Carlos Prestes. [17]

O julgamento de Olga foi feito segundo os termos formais da ordem constitucional definida pela constituição federal, atendendo a um pedido de extradição do governo nazista. Nos termos da constituição em vigor, o julgamento era legal. O advogado de defesa de Olga pediu um indulto (Habeas Corpus), argumentando que a extradição era ilegal pois Olga estava grávida e sua extradição significaria colocar o filho de um brasileiro sob o poder de um governo estrangeiro. Havia também o aspecto humanitário da permanência dela no país: não obstante os campos de concentração nazistas, à época, não funcionarem como aparatos de extermínio, era de conhecimento público que eram centros de detenção extrajudicial onde os internos eram tratados com intensa crueldade. [18]

Não obstante tudo isto, o Supremo Tribunal Federal aprovou o pedido de extradição, Vargas não decretou indulto e Olga foi deportada para a Alemanha, juntamente com a amiga Sabo. Getúlio Vargas decretou o estado de sítio após a Intentona como resposta à radicalização político-ideológica no Brasil tanto da direita e da esquerda, polarização que estava acontecendo também fora do país. [19] Apesar de o contexto em parte justificar a decisão, em 1998 o então presidente do Supremo, Celso de Mello, declarou que a extradição fora um erro: "O STF cometeu erros, este foi um deles, porque permitiu a entrega de uma pessoa a um regime totalitário como o nazista, uma mulher que estava grávida."[19]

Após a decisão, Olga foi transportada para a Alemanha de navio, o cargueiro alemão La Coruña, apesar dos protestos do próprio capitão pela violação do Direito Marítimo internacional - afinal, Olga já estava grávida de sete meses. Quando o navio aportou em 18 de outubro de 1936 diretamente na Alemanha, para evitar protestos em outros portos, oficiais da Gestapo já esperavam por ela, para levá-la presa. Não havia nenhuma acusação contra ela, pois o caso do assalto à prisão de Moabit já prescrevera. No entanto, a legislação nazista autorizava a detenção extrajudicial por tempo indefinido ("custódia protetora") e Olga foi levada para Barnimstrasse, a temida prisão de mulheres da Gestapo, onde teve a filha, que denominou de Anita Leocádia, futura historiadora, professora-adjunta da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). [20] Anita ficou em poder da mãe até ao fim do período de amamentação e, depois, foi entregue à avó, D. Leocádia, em consequência das pressões da campanha internacional dirigida, como já dito, por Lígia Prestes e pela própria D. Leocádia, [21] que morreria no exílio no México.

[editar] Campo de concentração Luís Carlos Prestes visita Ravensbrück, 28 de nov. 1959

Consulte também: Nazismo

Olga foi transferida para o campo de concentração de Lichtenburg nos primeiros dias de março de 1938, e em 1939 seria transferida para o campo de concentração feminino de Ravensbrück. Aqui, as prisioneiras viviam sob escravidão e eram sujeitas a experiências pelo médico Karl Gebhardt. Relatos de sobreviventes contam que, durante o seu tempo em Ravensbrück, Olga organizou atividades de solidariedade e resistência, com aulas de ginástica e história.[22]

Com a Segunda Guerra Mundial e sem mais possibilidades de recursos à opinião pública, Olga seria um alvo óbvio para as políticas de extermínio nazistas: na páscoa de 1942, já com 34 anos de idade e quase quatro anos depois de transferida para Lichtenburg, Olga foi enviada para o campo de extermínio de Bernburg, onde morreria. [2 (...)"

http://pt.wikipedia.org/wiki/Olga_Ben%C3%A1rio_Prestes

Segue vídeo,,ficha youtube:

Leilajink — 10 de maio de 2009 — Carta de Olga à Anita e a Carlos (Prestes). Despedida escrita na prisão, no campo de concentração, às vésperas da execução.

 

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Sou descendente direto das famílias Wagner, Heckler e Schüller.

Meu bisavô Guilherm Wagner chegou à Porto Alegre, ainda criança, como único sobrevivente de sua família, todos mortos pela gripe espanhola na viagem até aqui. Foi adotado pela igreja metodista e daí se iniciou nossa saga e envolvimento com as outras famílias referidas...

 

Sobre a colonização alemã em Juiz de Fora - MGA Colônia D. Pedro II

Para receber os alemães, a Companhia União e Indústria criou a Colônia D. Pedro II, nos arredores de Santo Antônio do Paraibuna, atual Juiz de Fora.

O primeiro diretor da colônia foi Jorge Cristiano Giobert, que contratou H. F. Eschels para que este fosse à Alemanha selecionar e trazer artífices e colonos.

A Colônia D. Pedro II era dividida em duas: a "colônia agrícola", que mais tarde se transformou no Bairro São Pedro e a "colônia industrial" que era conhecida como "Villagem" ou "Fábrica" e hoje é o bairro Mariano Procópio em Juiz de Fora, MG.

A meio caminho entre as duas colônias, surgiu uma nova área populacional conhecida como "Colônia de Baixo" e designada pelos próprios alemães como "Sítio do Borboleta", pois as terras haviam pertencido ao exilado uruguaio Ramirez Mendoza Borboleta.

Segundo o historiador Wilson Bastos, tal localidade surgiu como uma forma de encurtar as distâncias percorridas pelos colonos.

Entretanto, os germânicos não habitaram apenas em tais localidades. Assim que chegaram à cidade e venceram as primeiras dificuldades, 50 famílias e 22 solteiros foram morar nas casas que existiam ao lado da estrada que estavam construindo; 11 famílias e 4 solteiros nas casas da "Fazenda Boa Vista"; 13 famílias e 26 solteiros na estrada da companhia desde Juiz de Fora até Serraria e, a maior parte, 130 famílias e 6 solteiros, foram morar na colônia propriamente dita.

Com a Proclamação da República, em 1889, a colônia passou a ser denominada "São Pedro" tornando-se mais tarde um bairro de Juiz de Fora, MG.

http://www.espeschit.com.br/historia/juiz_de_fora/

 

Colonos alemães em Juiz de Fora
 

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Fausto Wolffenbüttel, jornalista e romancista gaúcho-carioca, foi uma figura controversa, como vários membros do Pasquim, mas um escritor que, mesmo não sendo um bam-bam-bam, era bem bom. 

Nessa curtíssima entrevista na Lapa, pouco antes de sua morte, define sinteticamente a nova imprensa no Brasil.

 

Como os alemães lançaram raízes no Brasil Por que o Império brasileiro atraiu alemães? Por que eles aceitaram trocar a Alemanha pelo Brasil? O que enfrentaram em sua nova pátria? Uma entrevista com o professor Lauro Müller. 

A maior parte dos primeiros imigrantes alemães no Brasil era de camponeses. Mas também vieram muitos artesãos que contribuíram para o início da industrialização no Sul do país. Tanto uns quanto outros procuravam no Brasil condições para progredir que não encontravam mais na Alemanha, explica o historiador Telmo Lauro Müller, autor de mais de 20 livros sobre a colonização alemã no Brasil, que está completando 180 anos em 2004.

Em sua recente viagem à Alemanha, para divulgar as comemorações dos 180 anos da imigração alemã no Brasil, o professor e diretor do Museu Histórico de São Leopoldo (RS) conversou com DW-WORLD.DE.

DW-WORLD.DE: Por que o Império brasileiro escolheu justamente imigrantes alemães para colonizar o Sul do país e, assim, garantir as fronteiras?

Prof. Telmo Müller: Portugueses e seus descendentes já estavam no país e, além do mais, o Brasil declarara sua independência. Imigrantes espanhóis não vinham ao caso porque os espanhóis eram os inimigos no sul, contra os quais se tinha de defender as fronteiras. Os franceses antes atacaram o Rio de Janeiro, tentando fundar ali a França Antártica. Os ingleses também haviam tentado se estabelecer no Brasil, e os holandeses mantiveram o Nordeste ocupado por 24 anos.

Por que não os alemães? A imperatriz Leopoldina era filha do imperador da Áustria, mas era alemã, da dinastia dos Habsburgo. Leopoldina sabia que sua antepassada, a imperatriz Maria Tereza, ordenara a colonização ao longo do Rio Danúbio para conter o avanço dos turcos em direção ao Centro da Europa.

A situação no Sul do Brasil era parecida. Achava-se que a colonização desses territórios contribuiria para firmar a estabilidade geopolítica. A Prússia, da qual resultaria depois a Alemanha, possuía um exército, e dom Pedro I admirava o exército prussiano. O Brasil precisava de soldados, pois quem iria defender o Brasil, depois da independência? Dom Pedro estava interessado em mercenários alemães, mas, possivelmente para não expor sua intenção, decidiu chamar colonos para povoarem o Sul.

http://www.dw-world.de/dw/article/0,,1158846,00.html

Obs: continue lendo, muito interessante,  há muito mais coisas neste site aqui linkado,,,história, fotos, gastronomia,,etc

Sobre as fotos:

1- Nesta foto onde aparece o lago, não sei em que ordem vai aparecer, as primeiras casas de imigrantes alemães no Vale do  Sinos, em 1919

2- Nesta foto onde aparece umas casas em meio a uns morros é Juiz de Fora - MG, em 1872, época do Império, quando tinha  o nome de Colônio Dom Pedro II, sendo que os moradores eram imigrantes alemães 

Primeiras casas de imigrantes alemães no Vale dos Sinos em 1919
1872, Colônia Dom Pedro II, atual Juiz de Fora - MG
 

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Curiosidade: A primeira imigração oficial no Brasil, que é aquela onde o Gov Brasileiro estabelece as condições junto ao país dos imigrantes, ocorreu com os alemães em 1848. Eles foram assentados num lugar chamado Vale do Rio Canhamo. Canhamo nada mais é do que maconha (Um anagrama, inclusive!). Se plantava a erva ali para utilizar sua fibra. Uma das melhores para a produção de tecidos. Um dos motivos para a demonização da Canabis foi justamente a concorrencia dessa fibra natural com os tecidos sintéticos, cujo monopólio era exclusivo americano após a 2a guerra.

 

AlfandegaFilmes — 17 de abril de 2008 — "Hans Staden" de Luíz Alberto Pereira

Para adquirir http://www.alfandegafilmes.blogspot.com ou alfandegafilmes@gmail.com
92´´ - Película 35mm - Som Dolby Digital - Côr

Co-Produção: LAPFILMES (Brasil) e Jorge Neves AudioVisual
Apoio: ICAM - Comissão das Comemorações dos Descobrimentos

FESTIVAIS:
-Festival Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira 99 (Prémio Melhor Longa Metragem, Melhor Trilha Sonora, Melhor Direcção de Arte e Prémio Especial do Jurí)

-Festival de Brasília 99 (Prémio de Melhor Trilha Sonora, Melhor Direcção de Arte)

-Festival de Cuiabá 2000 (Prémio de Melhor Fotografia e Melhor Filme)

-Festival do Recife 2000 (Prémio de Melhor Direcção de Arte e Melhor Fotografia)

 

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"(....) A maioria dos imigrantes alemães, portanto, chegou ao Brasil entre 1920 e 1930. Entre o final da Primeira Guerra, em 1918, e 1933, ano da ascensão de Adolf Hitler ao poder, chegaram ao Brasil em torno de 80 mil alemães que procuravam escapar da instabilidade da República de Weimar.

Décadas de 20 e 30: de acadêmicos a anarquistas

Tais imigrantes constituíram um contingente muito diversificado, como observa o professor René Gertz em seu artigo Influência política alemã no Brasil na década de 30. Havia oficiais do exército, profissionais liberais e acadêmicos, burgueses arruinados, camponeses, artífices e operários urbanos. Como também militantes políticos, tanto de direita como social-democratas, anarquistas e comunistas. Não faltaram professores, comerciantes e até ex-funcionários das antigas colônias alemãs na África.

Na década de 20, o avanço do comunismo motivou a ida para o Brasil de romenos, poloneses e russos de fala alemã. Muitos se estabeleceram no Paraná e no Sul, após uma passagem pelos cafezais paulistas.

Durante a década de 30, deu-se uma significativa expansão do número de empresas alemãs no Brasil, chegando ao país um novo contingente de cidadãos diretamente ligados a essas indústrias. Nessa época viviam no Brasil cerca de 100 mil alemães.

Vítimas do nazismo e seus algozes

Não há dados sobre o número de pessoas que fugiram do regime nazista para o Brasil nas décadas de 30 e 40. Ainda antes da Segunda Guerra começaram a chegar judeus alemães, entre eles vários intelectuais e profissionais liberais. Em 1936, judeus alemães fundavam a Sociedade Israelita Brasileira de Cultura e Beneficência (Sibra), no Rio Grande do Sul.

Por outro lado, o governo Getúlio Vargas restringiu a entrada de estrangeiros, fixando cotas. Mas só houve uma interrupção do movimento imigratório de 1942 a 1952, por causa da Segunda Guerra (1939-1945), quando o Brasil proibiu a entrada de cidadãos dos países do Eixo (Japão, Itália e Alemanha).

Após a derrota e com o país reduzido a escombros, continuou a imigração alemã. Obviamente não há dados sobre a fuga de nazistas e pessoas comprometidas com o regime de Hitler para o Brasil. Mas sabe-se que a América do Sul, principalmente a Argentina, serviu de refúgio a muitos criminosos de guerra.

Nazistas no Brasil

Segundo pesquisa do jornalista argentino Jorge Camarasa, o governo argentino acobertou a entrada de nazistas no país, que entraram em massa no país pelo porto de Buenos Aires, entre 1947 e 1952. Camarasa discorda da tese de que o Brasil teria sido "o quartel-general dos nazistas" na América do Sul.

Além de Josef Mengele, que teria se afogado em 1979 em São Paulo, outros quatro criminosos nazistas viveram no Brasil: Gustav Wagner, Franz Stangl, Herbert Cockurs e o capitão da SS Eduard Roschmann. Do grupo, apenas Stangl, comandante dos tenebrosos campos de Treblinka e Sobibor, na Polônia, foi extraditado para a Alemanha, depois de localizado no Brasil, tendo sido condenado à prisão perpétua em 1967.

Um outro vestígio da passagem de nazistas pelo Brasil foi levantado pela Comissão Especial de Apuração de Patrimônios Nazistas no Brasil, que em 1997 havia identificado 14 contas bancárias pertencentes a nazistas que chegaram no Brasil depois de 1945. Os depósitos seriam distribuídos às vítimas do Holocausto residentes no Brasil.

Depois da Segunda Guerra, os fluxos migratórios mudaram radicalmente. A Europa precisava ser reconstruída, para o que necessitava de um tipo de mão-de-obra não qualificada para exercer ocupações que um europeu não estava mais disposto a fazer. Em vez de fornecer imigrantes, a Europa passou a receber imigrantes. (...)"

http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/sala_de_aula/geografia/geografia_do_brasil/demografia_imigracoes/brasil_imigracoes_alemanha

 

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Autor da pintura: não identificado

Pintura retratando a chegada dos primeiros Imigrantes alemães ao Brasil, Rio Grande do Sul, 1824
As primeiras colônias de imigrantes alemães foram fundadas no Rio Grande do Sul. A primeira delas em 1824, onde hoje é a cidade de São Leopoldo. O objetivo era colonizar a região e desenvolver a agricultura. A imigração alemã se realizou de forma contínua por mais de um século (1824-1937). Após terem massacrado os caboclos na “guerra” do Contestado, após terem tomado posse de suas terras no acordo de limites com o Paraná em 1918 e encerrada a Primeira Guerra Mundial, o governo imperial e os governos locais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul deram início ao processo de colonização do Contestado e arredores. Tendo desterrado os caboclos brasileiros, ofereceram milhões de hectares a famílias de imigrantes europeus e a egressos de colônias mais antigas, a maioria era de origem alemã..

http://pre-vestibular.arteblog.com.br/22460/MOVIMENTOS-MIGRATORIOS-NO-BRASIL/

No vídeo abaixo, o encontro entre Lula e o ex-chanceler alemão Schimdt

PalaciodoPlanalto — 10 de dezembro de 2009 — Primeira parte do encontro ocorrido em Hamburgo. Lula e Schmidt recordam a visita que o ex-chanceler alemão fez ao Brasil na década de 1970 e o presidente brasileiro inicia explicação sobre o atual estado da exploração do petróleo do Pré-sal no Brasil.

 

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Site legal para quem quiser saber um pouco mais sobre a imigração alemã.

 

http://www.rootsweb.ancestry.com/~brawgw/alemanha/Projeto_imigracao_alema.htm

 

"[...]Devia era, logo de manhã, passar um sonho pelo rosto. É isso que impede o tempo e atrasa a ruga.[...]" - Mia Couto

Achei uma forma de recortar estes assuntos por demais extensos. Imagina só pesquisa sobre os alemães,,,..que assunto dos mais gerais.,,,ao contrário da definição sobre o que é o que não é ser um árabe, penso que alemão seja quem nasce na Alemanha. Raças, etnias, rios, divisões,,..afinal de contas porque será impossível pessoas diferentes existirem, por exemplo, na extensão do Rio Nilo.  Raça melhor, raça superior, raça inferior, tenha dó...

Vamos então ao recorte de hoje. Como focar estes assunto por demais obtuso? Devo ficar centrado em rio brasileiro que banhe alguma comunidade de imigrantes alemãos? Ou devo usar como ganho o sonho desta noite?  Vou ficar com a segunda opção. É mais divertido. Os sonhos impedem este cartesianismo ou racionalismo ou perfeccionismo ou padronização de raças ou credos. Os sonhos facilitam. No entanto os sonhos por si só não valem, temos de alterá-los, colocar uma pitada de sal aqui outra ali, acrescentar palavras, senão o resultado da pesquisa no Gooble, digo Google, não será imprestável. Um momento, vou salvar este texto na pasta rascunho do meu blog, aliás, um dos 75 ou mais blogs,,é que este pc tá dando tela azul, de repente apaga tudo, fica somente a tela azul com uma infinidade de códigos,, assim:

1=1=1=1=1=1=1=1=1=1=1=1=1=1=1

1=1=1=1=1=1=1=1=1=1=1=1

1=1=1=1=1=1=1=1=1=1=1=1=1

1=1=1=1=1=1=1=1=1=1=1

1=1=

1=1

1=

=1

Todos iguais a 1 onde 1 se pode ser entendido como o chefe supremo, aquele que criou e executou a 2a. guerra mundial em nome da pureza racial ou espiritual ou sexual ou material.

Claro que as loucuras de um líder, seja liderança de um país ou religião ou empresa, nada tem a ver com o o povo, este sim, sempre acima

Voltando ao assunto do sonho desta noite....
Ah sim, sonhei com Jesus
Não me lembro ao certo do sonho, havia uns textos escritos, assim como este,
E por acaso eu não deveria dividir o sonho desta noite em 3 partes, visão, forma e conhecimento
Ah sim, vamos lá então
........
Parte 1: Visão
No sonho desta noite sonhei que postava no blog do Luis Nassif um texto cujo título era "Infiltrado Jesus".
Que coisa das mais esquisitas
Infiltarado Jesus?
Como pesquisar, será que vou encontrar algo na internet com esta frase?
Um momento, vou ver, volto já
Não achei nada
Que tal alterar o sonho, brincar, substituir palavras
Ótima idéia,,,infiltrado jesus vai virar então infiltrado alemão, quem sabe assim acho alguma coisa para o tema proposto no LNO
Achei!
Com infiltrado alemão,,,vide o momento seguinte
.....
Parte 2: forma (assista ao vídeo ao final desta postagem)
........
Parte 3: vocação
FSNOBREGA — 19 de janeiro de 2010 — "Espionagem e Esporte", titulo de uma emocionante reportagem produzida e editada pelo Jornalista Régis Rosing, foi ao ar no domingo, (17 de Janeiro de 2010) no programa esportivo da TV Globo, Esporte Espetacular. O documentário com pouco mais de 20 minutos conta como um espião do exército brasileiro se infiltrou no departamento de esportes da Alemanha Nazista, o Reichssportfeld.
Em 1936, Olimpíadas de Berlim, o audacioso brasileiro, Tenente Roberto de Pessoa disfarçado de atleta fazia parte da delegação brasileira, com 94 atletas, entre eles, João Avelange. O Tenente brasileiro acaba ganhando a confiança de Hitler e de seu Ministro de esportes do Reich Alemão, General Hans Von Tschammer.
A missão do brasileiro era trazer para o Brasil a metodologia nazista de preparação de atletas.
A 2ª missão, a de oportunidade, era entrar e buscar conhecimento na escola de paraquedistas alemã, a Fallschirmjäger, evidentemente negada por se tratar de uma força secreta de Hitler, mas acaba recebendo um convite do General Goring para cursar na escola de Planadorismo Alemã, o que acaba obtendo conhecimento nas áreas relacionadas: Pilotagem e Paraquedismo, que outrora, o curso fora negado.
Em 1939 a guerra estoura , seus amigos alemães agora são inimigos e o Tenente brasileiro toma conhecimento das atrocidades nazistas. Decepcionado, o Tenente Pessoa pede ao Governo brasileiro permissão para lutar junto aos aliados, e acaba treinando com os paraquedistas americanos em Fort Benning, nos EUA. Ele treina junto com o contingente da Airborne, a 101ª Divisão Aerotransportada. Pronto para lutar na Europa, o brasileiro, agora Capitão Pessoa, foi impedido de lutar pelo Ministro da Guerra do Brasil, o Marechal Eurico Gaspar Dutra, pois havia uma missão ainda maior: A de ser o 1º paraquedista militar brasileiro. Sem duvida, o Capitão Roberto de Pessoa, hoje, o General Roberto de Pessoa, preste à completar 100 anos é o Patrono vivo dos paraquedistas militares do Brasil.

 

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Na qualidade de descendente de 10 famílias de colonos alemães que imigraram para Petrópolis em 1845 (Kapps, Justen, Hammes, Gerhardt, Blatt, Meyer, Renzel, Roth, Gorgen e Pick), fico feliz em seu interesse pelo assunto, e convido a todos os descendentes e interessados para participarem, 

visando a obtenção de documentos, informações e fotos.



 

Ué, onde?

 

Espero.

 

Meu bisavô veio da então Confederação Germânica. Instalou-se no Rio Grande do Sul, onde casou, na cidade de Estrela.

Em seguida, seus filhos fixaram-se no distrito de Selbach, hoje município emancipado. Posteriormente, a família Höhn foi uma entre dezenas que povoaram o Oeste de Santa Catarina. Preservam até hoje o idioma alemão nas conversas familiares e nas pequenas cidades. Pena que o alemão esteja se deteriorando por falta de ensino formal.

Em algumas escolas públicas, sei que o alemão é disciplina opcional.