Revista GGN

Assine

Raio X da migração: os japoneses

Agricultura, comida, o budismo que ganhou espaço, os pintores e arquitetos. E o sushi.

Média: 5 (1 voto)
8 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.
CAPTCHA
Esta questão é para testar se você é um visitante humano e impedir submissões automatizadas por spam.
+8 comentários

Olá Nassif,

Eu não sei se todos já ouviram dizer, mas aquele considerado em 2010 como o melhor cantor amador do mundo da Música Popular Japonesa é um brasileiro: o grande paulistano Robero Casanova.

Uma vitória que nos nos emociona com muito orgulho.

Abçs,

 

A cantora nipobrasileira Lisa Ono

 

 

...spin

 

 

Gaijin (1979) é o primeiro e talvez o melhor longa da cineasta Tizuka Yamazaki, nascida em Porto Alegre e criada no interior de São Paulo.

O filme trata das primeiras levas de japoneses a chegarem no Brasil. Encontro (e desencontro inicial) de culturas!

Llembro-me da ótima cena em que um nordestino (Zé Dumont), também migrante em São Paulo, explica como colher café aos japoneses que não sabem português.

 

Domingo passado estive com meus meninos na belíssima exposição do fotógrafo HARUO OHARA, no Museu Histórico de Londrina - na antiga estação ferroviária.

Belíssima exposição - emocionante.

 

Falar sobre o norte do PR é falar da imigração japonesa.

para se ter uma idéia da influencia desta na região, meus filhos, nascidos cuiabanos, vieram para o norte do PR há 4,5 anos. Agora adolescentes, sem nenhum ascendente ou parente japones, gostam de anime e de mangá, sabem várias palavras em japones, teem vários nipo amigos descendentes e gostam de sushi e sukiaki......

Para mim, o jeitinho organizado e 'certinho' de Londrina vem da influencia japonesa....

 

Segue um pouco de Haruo Ohara:

 

Haruo Ohara (Kochi, 1909Londrina, 1998) foi um fotógrafo nipo-brasileiro.

Imigrou com a família para o Brasil em 1927 e trabalhou como colono numa fazenda de café no interior de São Paulo. Em 1933 transfere-se para as terras adquiridas no norte do Paraná, onde a cidade de Londrina estava nascendo. Haruo trabalhou na plantação de café e na produção de frutas e flores.

Casado desde 1934, teve nove filhos. Começou a fotografar a partir de 1938, data em que adquire uma câmara de um amigo. Em 1951, com o avanço da cidade, os Ohara têm de vender suas terras para a construção do aeroporto. Haruo Ohara passa a residir num casarão na cidade.

Nesta época, sempre carrega uma câmara nas suas andanças. Em 1951, funda, ao lado de outros fotógrafos, o Foto-Cine Clube de Londrina, e associa-se ao Foto-Cine Clube Bandeirantes de São Paulo, participando de vários salões. Assina revistas especializadas, lê muito, pesquisa, conhece a estética fotográfica de seu tempo. No final da década de 1970, abandona a fotografia em preto e branco e escolhe a foto colorida. Começa a ter alguns reconhecimentos pela sua arte.

Quando dos 80 anos da imigração japonesa, em 1988, foi homenageado pelo pioneirismo e pela obra fotográfica que representa a memória de Londrina. A primeira exposição individual, com 70 fotos, foi organizada dez anos depois, por iniciativa do Festival Internacional de Teatro de Londrina, sendo apresentada também na 2ª Bienal Internacional de Fotografia Cidade de Curitiba. O fotógrafo e curador Orlando de Azevedo aprofundou a pesquisa e em 2000 apresentou uma exposição de 160 obras na 3ª Bienal Internacional de Fotografia Cidade de Curitiba.

Em 2003 foi editado e lançado em Londrina uma biografia contando a trajetória de vida de Haruo, escrita pelo jornalista Marcos Losnak e o historiador Rogério Ivano, intitulada "Lavrador de Imagens".

Nesse mesmo ano Haruo Ohara foi convidado a integrar a 12ª Coleção Pirelli/MASP de Fotografia, onde faz parte com 5 das suas significativas imagens. Nessa mesma edição Haruo Ohara foi homenageado com uma sala especial apresentando outras 37 fotografias, com curadoria do sr. Mario Cohen.

No ano de 2008, todo o precioso acervo de Haruo Ohara, seus 20.000 negativos, seja em pb e cor, da sua trajetória fotográfica de 1938 a 1994, incluindo álbuns, diários, equipamentos, foram doados pela família ao Instituto Moreira Salles. A história de Haruo Ohara encontra-se devidamente preservada na Reserva Técnica Fotográfica do Instituto, junto aos grandes nomes da fotografia brasileira.

 

 

mas200677 — 12 de maio de 2010 — 07/03/2010. Domingo Espetacular, REDE RECORD.

Sem espaço, japoneses desenvolvem plantações em telhados.

No Japão, a colocação de plantas nos telhados das casas têm se tornado algo normal. O arroz é uma das plantações mais comuns.

 

 

...spin

 

 

 

 

...spin

 

 

Aqui

http://josecarloslima47.blogspot.com/

 



RolfSabia — 26 de março de 2010 — Nadam os peixes, voam as libélulas, delicia-se o ser humano em contemplação!!!!
A PAZ AO ALCANCE DE TODOS na Praça do Torii, Jardim Aquarius, São José dos Campos-SP, Brasil.

WIKIPEDIA
Um Torii (em japonês: 鳥居) é um portão tradicional japonês, ligado à tradição xintoísta e assinala a entrada ou proximidade de um santuário.
O Torii é composto por dois pilares verticais, unidos no topo por uma trave horizontal (kasagi), geralmente mais larga que a distância entre os postes. Sob a kasagi há outra trave horizontal, (nuki) que une os dois pilares.
Em torno desta estrutura básica, encontramos múltiplas variações, dependendo do estilo arquitetônico do Santuário e da sua divindade principal (saijin).
Os templos podem ter um ou mais Torii, indicando a crescente proximidade do local sagrado. Quando são vários, há, geralmente, um maior que é chamado "ICHI NO TORII - O PRIMEIRO TORII". Além disso, os torii também podem estar integrados na tamagaki ou vedação que circunda o santuário.
Não há consenso acerca da origem dos torii. No entanto, simbolizam claramente a separação, mas também a proximidade, entre o mundo dos homens e o mundo dos kami.

Kami (神 em japonês) tem três significados:
1. Significado do ideograma 神 nas palavras 'seishin' (精神 - mente, espírito) ou 'shinsen' (神 - eremita chinês com poderes sobrenaturais). Este significado veio da língua chinesa.

2. Kami do xintoísmo, ser com poderes que um ser humano comum não tem como: espíritos da natureza, protetores ancestrais, divindades relacionadas à prática religiosa do Xintoísmo.

3. Deus ou deuses. No século XVI, com a introdução do catolicismo no Japão, Deus era traduzido para japonês como deusu (デウス), para distinguir o termo de kami e de buda. Porém, a partir da Era Meiji o uso da palavra deusu foi trocado por kami

 

 

...spin

 

 

Teatro Nô

Judô

Kurosawa - Sonhos

Mahikari...xintoísmo,,,budismo,,..

Como se trata de assunto por demais extenso,  para não bagunçar por aqui, quem tiver interesse dirija-se ao meu blog no Brasilianas,,segue link

http://www.advivo.com.br/node/79718

No Youtube:

manchuence — 13 de julho de 2008 — noche de teatro NOH japones en Brasilia. Centenario de la inmigracion japonesa a Brasil. ¡Esto tambien es Brasil!

 

 

...spin