newsletter

Raio X dos ritmos: carimbó

Conheci o carimbó nos anos 70, na minha primeira viagem ao Pará. Parece que o ritmo continua a mil.

Sem votos
7 comentário(s)

Comentários

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.
+7 comentários

Os patrimônios culturais IMATERIAIS, não são tombados!!!!!!!!!   são REGISTRADOS.

 

Pinduca e um pout-pourri de carimbó. Estilo moderno, com metais e guitarra: http://www.youtube.com/watch?v=ERaMIw1o-Uw

O som deste não é dos melhores, mas mostra mestre Verequete aos 93 anos, cantando carimbó. Esse é o de raiz, percussão, banjo e um metalzinho pra dar embalo: http://www.youtube.com/watch?v=WvpaiM32mKE

Esse é o Arraial do Pavulagem, em roupagem moderna, levando "Pescador", o maior sucesso de mestre Lucindo: http://www.youtube.com/watch?v=fqT1pMINij0

 

No Brasil a única proposta política da Oposição é o golpe.

 

Égua, rapaz! Pensei que não ia chegar nunca!

 

Carimbó é considerado um gênero musical de origem indígena, porém, como diversas outras manifestações culturais brasileiras, miscigenou-se e recebeu outras influências, principalmente negra. Seu nome, em tupi, refere-se ao tambor com o qual se marca o ritmo, o carimbó. Surgida em torno de Belém na zona do Salgado (Marapanim, Curuçá, Algodoal) e na Ilha de Marajó, passou de uma dança tradicional para um ritmo moderno, influenciando a lambada e o zouk.

Na forma tradicional, é acompanhada por tambores feitos com troncos de árvores. Aos tambores se dá o nome de "curimbó", uma corruptela da palavra Carimbó. Costumam estar presentes também os maracás.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Carimbó

 

O primeiro LP de Carimbó, que marcou o lançamento oficial do ritmo: Meus pais tem um exemplar, perdido em algum lugar do sotão de casa.

http://static.blogstorage.hi-pi.com/photos/jarrier.musicblog.com.br/images/gd/1170527633/Homenagem-ao-Mestre-Verequete.jpg

 

Uma mini-biografia de Verequete, o Rei do Carimbo:

Augusto Gomes Rodrigues, o Mestre Verequete, nasceu na localidade de “Careca”, próximo à Vila de Quatipuru, em Bragança (PA), em 1926. Aos 81 anos, tem 12 discos gravados e é a maior expressão artística do carimbó do Pará.
Aos 3 anos de idade, Verequete perdeu a mãe, Maximiana Gomes Rodrigues, e mudou-se com o pai, Antônio José Rodrigues, para o município de Ourém, onde começou a desenvolver seus primeiros passos, no terreiro da negra “Piticó”. Aos 12, mudou-se sozinho para Capanema, onde trabalhou como foguista. Em 1940, foi para Belém morar em Icoaraci, antiga Vila de Pinheiro. Arranjou emprego na Base Aérea, onde ganhou o apelido de “Verequete”. Ele mesmo explica o porquê: “Uma moça que eu gostava me levou num batuque. Umas certas horas da madrugada, o Pai de Santo cantou ‘Chama Verequete’. Cheguei no trabalho contando aos colegas o fato. Quando acabei de contar, me chamaram de Verequete. E assim ficou”. Disso, saiu a composição que se tornou uma das mais populares da carreira do mestre… “Chama Verequete”. Por Karine Jansen.


Festival de Carimbó de Marapanim

Festival do Carimbo de Marapanim, acontece entre os dias 13 a 15 de novembro, no município de Marapanim/PA.O festival inclui, entre outras atrações, o concurso de músicas nas vertentes Carimbó Raíz e Carimbó livre, além da mostra coreográfica dos grupos de Carimbó de Marapanim, do festival gastronômico, da feira de Turismo e do concurso da mais Bela Sereia do Festival. 

 

Programação do Festival de Carimbó de Marapanim (informações em http://carimbodemarapanim.blogspot.com/)

Dia 13 NOV – 6ª Feira
18h30m Levantamento do Mastro de São Benedito;
Grupo de Dança “A Felicidade Não Tem Idade”
Grupo de Carimbo “OS ORIGINAIS”
Homenageada: Dona COTINHA
20:00h Abertura Oficial do Festival de Carimbó de Marapanim – Ano V
20h30m Homenagem aos Grandes Mestres do Carimbó de Raiz de Marapanim
E ao Compositor Pedrinho Callado, do Carimbó Livre
21:00h Troféu Mestre Lucindo de Música – Vertente Livre
22:00h Troféu Mestre Lucindo de Música – Vertente Raiz
23:00h Premiação dos Vencedores: Livre e Raiz
23h45m Festa de Carimbó no Barracão das Tradições.
Diariamente, à noite: Restaurante da Paróquia:Mostra da Gastronomia Marapaniense;
Stands da Cidade Carimbó: Feira de Produtos e Serviços Turísticos;
TENDA dos Mestres de Carimbó: Entrevistas a Jornalistas e Visitantes.

Dia 14 NOV – Sábado
19:00h A Renovação do Carimbó de Raiz de Marapanim;
Grupos de Carimbó Mirim de Marapanim
20:00h Mostra Coreográfica dos Grupos de Carimbó de Raiz de Marapanim e apresentação dos Novos Grupos;
22:00h Concurso: Melhor Coreografia dos Grupos de Carimbó de Marapanim”
22h30m Concurso: A Mais Bela Sereia do Festival, representantes dos Grupos.
23h45m Festa de Carimbó no Barracão das Tradições.
Diariamente, à noite: Restaurante da Paróquia: Mostra da Gastronomia de Marapanim;
Stands da Cidade Carimbo: Feira de Produtos e Serviços Turísticos
TENDA dos Mestres de Carimbo: Entrevistas a Jornalistas e Visitantes;
Dia 15 NOV – Domingo
19:00h Derrubação do Mastro de São Benedito
Grupo de Dança “A Felicidade Não Tem Idade”
Grupo de Carimbó “Os Originais “
20:00h Mostra “O Carimbó de Todos os Cantos “
Grupos de Carimbó de outros Municípios do Pará
Homenagem à Campanha “CARIMBÓ, PATRIMÔNIO CULTURAL
BRASILEIRO, Nós Queremos!!!”
23:00h SHOW com Convidado Especial: O Folclore do Pará - “ OS BAIOARAS” Homenagem especial ao Mestre Venâncio.
00h30m Festa de Carimbó no Barracão das Tradições - Encerramento.
Diariamente, à noite: Restaurante da Paróquia: Mostra da Gastronomia Marapaniense;
Stands da Cidade Carimbó: Feira de Produtos e Serviços Turísticos;
TENDA dos Mestres de Carimbó: Entrevistas a Jornalistas e Visitantes;

 

Videos? vctub?! só quando chegar em casa...

 

E para saber mais?  Recomendo o texto abaixo:

Carimbó:Um ícone de identidade paraense

Maria do Socorro Mendes Pereira*

No presente texto apresento algumas informações a respeito do carimbó no Pará, tomando como base os resultados de pesquisas realizadas por outros pesquisadores em algumas regiões onde se pratica tal atividade cultural. O meu objetivo é simplesmente “contaminar” você leitor estudante para o fato de vislumbrar, assim como eu, o carimbó como uma forma lúdica de evasão de espírito do caboclo paraense. Para isto organizei de forma bem didática de fácil compreensão este texto. Vamos lá! Leia!
Para compreender o Carimbó, sua origem e evolução é necessário, de antemão, que se compreenda o contexto da região amazônica como uma “salada étnica” da qual se originou o caboclo basicamente indígena, mas com ampla mistura de branco europeu e negro africano.
É de suma importância saber que esse caboclo não carrega em si somente os traços físicos herdados da miscigenação, mas carrega também um pouco de cada manifestação cultural, evidenciando-se, porém como parte de um povo múltiplo que se reconhece enquanto mestiço imerso em um uma pluralidade cultural, mas que dentro de tal “caldeirão” se registra e se identifica, e se mostra  através de uma invenção lúdica, única e inigualável :  O carimbó.
Falar do carimbó é falar do Estado do Pará, considerando o fato de que é em várias regiões desse Estado que se desenvolve o carimbó, ou melhor, os carimbós, devido o fato de tais regiões apresentam realidades sócio-econômicas diferenciadas. E sendo o carimbó uma criação “parida” das vivências cotidianas do caboclo paraense certamente carrega em si marcas de tal realidade.

De onde vem a palavra carimbó?
Apalavra Korimbó é de origem tupi: curi que significa pau oco e mbó que significa furado. Com o passar do tempo foi ocorrendo uma variação fonética: curimbó, corembó, corimbo, curimã. E ultimamente é conhecida nacionalmente como Carimbó.

E como surgiu o carimbó?
Sabe-se todo ser humano necessita de uma periódica evasão de espírito, de lazer para contrabalancear sua luta no trabalho com atividades de lazer. Segundo registros, o carimbó surgiu em Marapanim, situada a cento e cinqüenta quilômetros de Belém, no litoral do Pará, como uma alternativa de lazer com o intuito de dar leveza à dura tarefa do trabalho cotidiano do caboclo.

Tipos de carimbó
Justificando-se pela diversidade regional paraense, há basicamente três tipos de carimbó. O carimbó praieiro, típico da zona atlântica do Pará, a qual costuma se chamar zona do salgado, na qual se destaca Marapanim, Algodoal onde a atividade principal é a pesca. O carimbó pastoril, típico das regiões de campo como Soure e Marajó. E o carimbó rural ou agrícola mais praticado no baixo amazonas, Santarém, Óbdos e Alenquer. Em algumas destas regiões o carimbó ainda é resultado de uma espontaneidade poética principalmente de pescadores, em se tratando de algodoal, por exemplo, onde levam uma vida simples e transformam suas vivências diárias em poemas rimados que resultam em cantos de carimbó que ficam registrados apenas em suas memórias. Tais carimbos são cantados em momentos festivos sem pretensão financeira. O interessante é que em Marapanim há diversos grupos de dançarinos de carimbó e dos melhores por sinal, já em Algodoal se dá maior ênfase à escuta de cantos de carimbó enquanto conversam e tomam suas bebidas nos bares em finais de semana.

O carimbó chega à metrópole
Com o decorrer dos tempos o carimbó chegou também a capital do Pará e passou a fazer parte da cultura desta como uma modalidade musical que mesmo tendo como matriz o carimbó de Marapanim organizou-se em duas correntes distintas que se denominaram tradicional, representada pelo cantador Verequete e a moderna representada por Pinduca.Causando assim uma certa rivalidade entre defensores da tradição e da modernidade. Mas, deixando de lado essa discussão. O certo é que o carimbó encontrou terreno fértil na capital e dando tanto a Pinduca quanto a Verequete reconhecimento como carimbozeiros importantes do Estado paraense. E assim estabeleceu-se o carimbó como um ícone de identidade paraense.

Por que o nome Carimbó?
Carimbó, na verdade, é o nome do instrumento (tambor) feito de troncos de árvore. É escavado e fica um pau oco, medindo em media 90 cm a 1,50 de comprimento e 40 cm a 50 cm de diâmetro. Uma das extremidades é envolta com pele de animal silvestre (veado, cobra). É utilizado pelos tocadores de carimbó que se sentam sobre o instrumento e o batucam com as mãos. E por tal instrumento fazer parte da dança de Carimbó seu nome foi automaticamente transferido à música e também à dança.

Que outros instrumentos fazem parte da orquestra?
A base do carimbó (música) é o tambor responsável pelas marcações percussivas. Além do carimbó (tambor), outros instrumentos fazem parte da composição musical da dança: viola reco-reco, ganzá, banjo, duas maracás, e flautas, o que dá ao carimbó um ritmo único, envolvente e sensual. Porém um fato interessante é que o cantador pinduca não utiliza em sua orquestra o instrumento que dizem ser o principal (o tambor/carimbó). Alguns cantadores dizem que no carimbó vale todo tipo de instrumento (cavaquinho, violino, guitarra etc.). Hoje bandas que tocam carimbó utilizam instrumentos como bateria, teclado, contrabaixo elétrico.  O importante é manter o ritmo.

As letras/temáticas
As letras de carimbó geralmente são poemas espontâneos compostos por trabalhadores que versejam sobre fatos da sua rotina: suas batalhas no trabalho, seus amores etc. Como Algodoal, por exemplo, onde os pescadores registram em seus cantos os mitos e as lendas locais, seus trabalhos pesqueiros e a beleza natural da ilha. Geralmente são poemas curtos rimados com palavras simples fáceis de memorizar, pois são repetidos algumas vezes no momento do canto.

Cantadores de carimbó
Apesar de nos dias atuais se possa contar com exposição, bandas musicais, ainda existem localidades onde não se conta ainda com essa tecnologia. E então ainda é possível encontrar cantadores de carimbó, que são acompanhados por seus parceiros que tocam os instrumentos como o tambor carimbó (tambor), e outros instrumentos de pau e corda.

O número de dançantes
Não há limite de pessoas para o momento da dança. Por ser uma dança de roda, mas como já citei anteriormente, no carimbó são admitidas várias performances e interpretações. É permitido até dança solo. Muitos dançarinos preferem a dança solo, pois se sentem mais livres para execução da coreografia.

Qual o período propício para a dança
O carimbó , ao contrário do carnaval, das festas juninas, e outras festividades que tem datas fixas em calendário, não tem época certa é válido em todo e qualquer tempo. Em Marajó, por exemplo, se dança mais nos meses de junho, novembro e dezembro. Em outras regiões se dá maior ênfase à dança no início do verão (junho e julho). Em outras regiões as festas de carimbó ocorrem em janeiro em fevereiro e por ocasião de momentos festivos locais.

As roupas
 Para as mulheres: blusas lisas ou estampadas, com babados, com ombros e barriga a mostra, muitos colares e pulseiras feitos de sementes regionais. Saia floral rodada ou franzida bem comprida (uma influência do caribe, de origem negra) Na cabeça geralmente usam flores ou outro arranjo a gosto da dançarina. Para os homens: camisa lisa ou estampada, Calças de preferências mais curtas que o normal, (uma analogia ao pescador) lenço no pescoço e chapéu de arumã. Ambos dançam descalços.

A dança do Carimbó /coreografia
A dança Carimbó é resultado de uma das danças do fandango que ficou “desgarrada” pela Amazônia, revela em si, traços lusitanos, negros e índios. É típica do Pará e seus arredores. A dança apresenta uma coreografia que em seus volteios os dançantes imitam bichos como o macaco e o jacaré. É uma dança que Inicia com o homem convidando, com palmas, sua parceira para a dança. Ela aceita. Dependendendo do repertório e do objetivo do momento pode ser de sedução, onde há o cortejo sensual à mulher, mas os pares não se tocam. Pode ser também uma brincadeira muito divertida onde durante a dança a mulher tenta jogar a saia na cabeça do seu par. Ele, dança sempre tentando se aproximar dela, mas com o cuidado de não ser coberto pela saia, pois isso é motivo de caçoada para ele. No meio da dança ela lhe lança um desafio, jogando um lenço no chão e ele deve pegar com a boca com os braços virados para trás enquanto os outros cantam:
O peru ta na roda, xô peru / O peru ta rodando, xô peru...
 Enquanto isso a dama segura a saia com as duas mãos e sacode como se estivesse realmente enxotando um peru. Se o moço conseguir capturar o lenço, ele volta vitorioso pra dança, se não conseguir sairá vaiado pelos seus pares. Um elemento marcante na dança de carimbó é o sorriso. Este não deve estar ausente do rosto do dançante de carimbó.
O carimbó em sua essência não pretende nada, nada além de ser um alento á alma do trabalhador. Mas, como já foi citado anteriormente, devido suas “andanças” através de bandas, pelo Pará e pelo mundo, vai juntando para si mais e mais elementos. Assim, há uma diversidade de coreografias que são inventadas e reinventadas a cada dia. E que, diga-se de passagem, Caem bem! Acabam combinando.
Enfim, assim como o povo brasileiro,o carimbó, esteja onde estiver. Tradicional ou moderno. É brinquedo, é dança, é festa, é sensual, é negro, é europeu, é índio! É lindo!E acima de tudo PARAENSE! É como diz pinduca “É uma dança quente que faz a gente se requebrar.”

Obs.: O carimbó está em processo de tombamento como patrimônio cultural imaterial brasileiro. É uma dança maravilhosa, que provoca deliciosa emoção, tanto nos dançantes quanto em quem apenas assiste. Experimente! DEIXE O CARIMBÓ LHE LEVAR.

*Pedagoga, funcionária pública do município de Tomé-Açu Trabalha em coordenação de programa social. É apaixonada pela dança do Carimbó. Já demonstrou o carimbó em cidades do Nordeste como Recife e Fortaleza. E leva sempre sua indumentária na mala de viagem.

Para saber mais:
VIEIRA, Lia Braga, (org.) Pesquisa em música e suas interfaces. Belém/EDUEPA, 2005

Mira Miralina

Publicado no Recanto das Letras em 23/04/2009
Código do texto: T1556267`

http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/1556267

 

Fafá de Belém e a valorização de sua origem musical.

http://www.youtube.com/watch?v=HK2_jvu0Hc0

 

Nassif, aqui uma biografia do mestre Lucindo: http://www.orm.com.br/oliberal/interna/default.asp?modulo=248&codigo=326264

E aqui sobre mestre Verequete, a nota do Governo do Estado do Pará sobre seu falecimento e uma pequena biografia: http://www.pa.gov.br/noticia_interna.asp?id_ver=53321

Aqui a página de carimbó do Brega Pop, maior site de música paraense: http://www.bregapop.com/ritmos/carimbo

E aqui o nosso querido Pinduca: http://www.letras.com.br/biografia/pinduca

 

No Brasil a única proposta política da Oposição é o golpe.

Nassif, o carimbó é patrimônio cultural do Pará, minha terra natal. Virtualmente todo paraense sabe dançar, a gente aprende na escola desde o jardim da infância.

Originalmente o carimbó é pura percussão, só tem tambores (geralmente três, grandes, que são tocados deitados com os percussionistas sentados em cima), chocalhos e maracás.

Banjo e flauta doce surgiram nos anos 1960. Nos anos 1990 ele foi repaginado com a adição de instrumentos eletrônicos, como guitarras e teclados. 

Até hoje é um ritmo forte no Pará, obrigatório em qualquer festa que se preze, inclusive as mais formais, como formaturas e casamentos - e aniversários de 15 anos das meninas, que é uma festa muito comum no Pará, verdadeiro acontecimento social.

Presto aqui uma homenagem aos grandes nomes do carimbó, como Pinduca e os mestres Lucindo e Verequete, estes dois últimos já não estão mais entre nós, grandes artistas, que infelizmente não receberam em vida o reconhecimento pela sua arte.

Vou garimpar uns vídeos e mando os links em outro comentário.

 

No Brasil a única proposta política da Oposição é o golpe.

Essa foto foi de uma apresentação da carimbó em São Paulo.

Apresentação de carimbó de grupo Paraense durante Salão Nacional de Turismo. São Paulo. 2010. Foto: Eduardo Fahl
 

Eduardo Fahl