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Sarna pouca é bobagem: roupa de Dilma ameaça moda brasileira

Folha de S.Paulo - Análise: Look da presidente põe em xeque projeto de prêt-à-porter brasileiro de prestígio - 09/01/2011

Look da presidente põe em xeque projeto de prêt-à-porter brasileiro de prestígio

ALCINO LEITE NETO
EDITOR DA PUBLIFOLHA

Ter uma mulher na Presidência da República é uma espécie de revolução para um país cujo passado patriarcal é dos mais pesados.

Dessa perspectiva, parece fútil tratar da relação de Dilma Roussef com a moda. No entanto, eis um pequeno tema que deverá estar presente nos quatro anos de governo.

Antes que me acusem de sexista, gostaria de deixar claro que não estou preocupado com o estilo da presidente. O que me interessa é a decisão que tomou de vestir na posse uma roupa feita por uma costureira particular pouco conhecida, e não um modelo criado por algum dos principais criadores ou grifes brasileiros.

A escolha de Dilma representa um baque para as marcas nacionais de moda. Há décadas, estilistas e empresários vêm se empenhando em criar um prêt-à-porter brasileiro de prestígio, nos moldes do que ocorreu na França, na Itália e nos EUA.

Naqueles países, a indústria de moda é bastante forte, uma empregadora de peso e uma poderosa fonte de riqueza. Não é à toa que Michelle Obama elege cautelosamente a grife americana que vai vesti-la em eventos expressivos. O mesmo faz Carla Bruni, ao selecionar seus trajes entre as famosas "maisons" francesas.

Nas escolhas dessas primeiras-damas, está em jogo não apenas a elegância, mas também o compromisso com um extrato da economia de seus países.

É certo que Dilma optou por uma roupa brasileira, feita com toda dignidade pela gaúcha Luisa Stadtlander. Agindo assim, entretanto, acabou por colocar em xeque a relevância das grifes nacionais de prêt-à-porter e de luxo, bem como o projeto que elas mantêm de modernizar o design, a produção e o consumo no Brasil.

A decisão da presidente demonstra outras três coisas: que os celebrados estilistas nacionais não estão aptos a agradar mulheres "reais" como ela; que a política de afirmação do prestígio das grifes está muito longe de se efetivar no país; e que a indústria de moda brasileira, enfim, parece não ser um assunto significativo para a Presidência da República.

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Para acompanhar pelo Twitter: http://twitter.com/luisnassif

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176 comentários

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<p>Não acredito que o ponto aqui seja criticarmos a <a title="Moda" href="http://www.educaedu-brasil.com/cursos/moda" target="_blank">moda</a> ou a influência que a mesma tem no nosso dia-a-dia, até pq sua importância já foi confirmada. Porém, a matéria de fato exagera um pouco a dizer que esta simples atitude desvaloriza as grifes brasileiras.</p><p>Não que a influência que uma presidente exerce sobre nós não exista, ou que muitas vezes não compremos determinadas roupas pelo simples fato de virmos algum famoso usando alguma parecida, mas não creio que ninguém vá pensar "A Dilma não usou uma roupa de grife brasileira na cerimônia de posse, ou seja, grifes brasileiras não prestam!!".</p><p>Não conheço <strong>ninguém</strong> que teria sua opinião em relação a grifes brasileiras transformada por este simples fato. Nunca também vi a presidente vestindo alguma roupa inadequada a seu cargo ou idade a ponto de gerar o assunto "Roupas que a Dilma veste".</p><p>Sinceramente, um exagero. Ainda temos quatro anos pela frente e certamente a veremos usando as mais diferentes marcas de roupas, acredito que sendo elas nacionais ou internacionais. Duvido que ela, assim como qualquer outra pessoa normal, realmente tenha tempo para se preocupar se a roupa que está usando estimula a economia da moda brasileira ou não. Porque, sinceramente, eu não vejo isto como tendo um impacto tão grande.</p>

 

Acho importante a preocupação com a divulgação da moda brasileira e entendo que o governo pode e deve ajudar a indústria da moda de várias formas, mas não concordo em absoluto com o patrulhamento da presidenta Dilma no que concerne ao que ela veste. A presidenta pode ajudar de outras formas, como por exemplo, por meio de mudanças tributárias (aliás, uma reforma tributária seria benvinda).

O colunisa tem razão quando trata da importância de o governo valorizar a indústria da moda, que tem potencial para gerar muita riqueza e empregos, mas seu patrulhamento no concerne à indumentária da presidenta não procede (dito de outra forma: não tem nada a ver). Desde que se vista com elegância, sobriedade e propriedade (e aqui, não  se trata de patrulhamento, mas de bom senso cabível e aplicável a qualquer mulher que exerça cargo de relevo, especialmente nos governos federal, estadual e municipal), a Presidenta não tem que se submeter a vestir roupas de grife, isso é um verdadeiro absurdo. Vale lembrar que milhões de brasileiros não têm acesso às grifes, dado o custo elevado dessa categoria de roupas e adereços. Para mim, pegaria mal, seria uma bofetada em quem está na miséria. 

 

Ou, isso aqui está muito divertido! kkkkkk

 

Esqueci: lembro de ter lido uma vez uma crítica ao Lula por beber vinho de menos de 20 Reais... ou seja, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

Absolutamente, disquisições sobre o NADA.

 

Estou sem palavras. Que matéria é essa? O cara deve ter rolado na cama a noite inteira à procura de uma crítica à Presidenta e demorado uma semana para encher as linhas previstas...

Estranho, porém, com a esposa do Obama foi o contrário: todo mundo elogiou o fato dela ter escolhido uma quase desconhecida estilista para sua roupa.

Começamos  bem...

 

Sinceramente, não considero o assunto relevante para uma reportagem e até me sinto mal postando comentário pois sequer é digno de ser comentado.

 

Como diria Wellington (via Paulo Nogueira)

 

Mais uma da série:

Quem acredita nisso, acredita em tudo.

 

Então, pelo que entendi, a Dilma começou mal porque não fez da cerimônia de posse um arremedo da entrega dos Oscars. E, pelo jeito, a costureira gaúcha que fez seu vestido não faz parte do clubinho dos chamados "estilistas" brasileiros. Sinceramente, esse artigo da Folha está com uma cara de matéria paga. Não acham?

E, gozado, todo mundo fala do vestido da Dilma e ninguém diz nada sobre a tatuagem da nossa (belíssima) vice primeira-dama? Nada mesmo contra tatuagem, mas numa cerimônia como a de posse de um novo presidente, com todo aquele cerimonial,  isso não seria algo a ser escondido e não mostrado? Só achei meio que de mau gosto...

 

Esqueceram apenas de uma coisa, a Dilma e' presidenta do Brasil e nao primeira dama.

Como eleitor que fui dela, espero que a grife do seu vestido seja a ultima coisa dentro

da sua lista de prioridades...!

 

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

a moda prêt-à-porter  brasileira .

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Esse pessoal dos Jardins precisa viajar um pouco mais pelo Brasil.

Sei la, dar uma canja na periferia, conversar com os taxistas, comer umas sardinhas num bar do Rio de Janeiro, ou seja se informar com o mundo real, participara dele afinal.

Prêt-à-porter ?

Olha que a vida ensina hein ...

 

 

 

Pessoal, vamos combinar, não existe a menor possibilidade de Dilma agradar o pessoal da Falha, faça o que fizer, vista o que vestir. Só para dar um exemplo singelo, reproduzo matéria sobre a então prefeita Marta Suplicy, em pleno ano eleitoral. Segue de brinde uma entrevista “olhos nos olhos com Serra”.

Preparem os estômagos, porque o babado é forte!

São Paulo, domingo, 23 de maio de 2004

 

 

 

 

 

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GILBERTO DIMENSTEIN

Marta é vítima do machismo ou da futilidade?

Pesquisa Datafolha divulgada nesta edição informa que, se a eleição fosse hoje, Marta Suplicy teria dificuldade não apenas de vencer a disputa à prefeitura mas até mesmo de chegar ao segundo turno. Como explicar que, depois de tantos anos gastando tanto dinheiro em publicidade, investindo tantos recursos em programas sociais na periferia e exposta tão abundantemente pela mídia, ela carregue um índice de rejeição tão ruim como o de Paulo Maluf?
Maluf, afinal, quase só aparece na mídia para falar das acusações de desvio de dinheiro extraído de obras públicas para contas secretas no exterior; os documentos exibidos estão longe de desfazer tais suspeitas. Sem contar que uma de suas obras -Celso Pitta- está respondendo a denúncias de roubalheira.
Apenas problemas administrativos -as taxas, denúncias de corrupção, as obras entupindo ainda mais o trânsito, as enchentes etc.- não bastam para entender as vulnerabilidades eleitorais da prefeita. Há um jogo psicológico mais sutil.

 

Marta costuma apontar os preconceitos contra as mulheres, ou seja, o machismo como um dos combustíveis a críticas e antipatias que lhe são dirigidas. Até certo ponto, é verdade. Fosse um homem a separar-se da mulher logo depois de eleito, possivelmente o caso teria menos restrições.
É certo também que, apesar de todos os avanços (e não foram poucos), não se aceita plenamente a igualdade entre homens e mulheres. Cuidados com a aparência são encarados como uma dimensão não da feminilidade, mas da futilidade, especialmente entre governantes. A tradução instantânea é que gente fútil não deve ser levada a sério.

 

A complexidade de Marta Suplicy está em combinar o apego ao que se entende por futilidade, da qual o botox é o mais poderoso símbolo, com a vivência administrativa em um partido nascido entre operários. Não temos o hábito de assistir a mulheres vestidas com roupas chiques, de salto alto, andando pela periferia -especialmente quando se dizem de esquerda. As doses de botox, os penteados e a variedade de vestidos e de sapatos encaixam-se no paradigma do que se convencionou chamar de "perua", mas, é claro, seria uma simplificação grosseira reduzi-la desse jeito.

 

Marta tem um estilo direto, franco e duro de dar suas opiniões, distante do papel esperado da mulher -dócil, compreensiva, tolerante, ou seja, a mãe. E, aí, esbarra no preconceito e na natural rejeição de quem não gosta de críticas ditas sem rodeios.
Mas, ao mesmo tempo, ela muitas vezes reage às críticas como uma jovem mimada e imatura, cheia de vontades e com dificuldade de lidar com frustrações. Não foram poucas as pessoas que se ofenderam com sua rispidez, que resvalou para a falta de polidez. Aquela famosa cena em que a prefeita bateu boca com uma moradora da zona leste que estava desesperada com as enchentes não é um episódio isolado, mas sinal de um temperamento.

 

Segundo pesquisas do Datafolha, uma quantidade enorme de paulistanos acredita (e cada vez mais) que a prefeita seja orgulhosa, antipática e autoritária. Não estão tirando essa impressão, vamos reconhecer, do nada. A percepção dessas características leva muitos a julgá-la antes do ponto de vista pessoal do que do administrativo.
Nada disso significa que vá perder a disputa. O jogo apenas começou. O governo dela tem, de fato, algumas ações elogiáveis na área social. Muitas obras foram espertamente concentradas neste ano -os CEUs, cuja perenidade está para ser testada, servirão de vitrine. Mas, acima de tudo, os marqueteiros são bons em mudar a imagem carregada dos candidatos.
Duda Mendonça, por exemplo, que está na lista de prováveis marqueteiros do PT em São Paulo, fez um "humilde" Lula vencer na cidade de São Paulo, elegeu prefeitos -um "amoroso" Maluf e um "eficaz" Pitta-, o que, olhando hoje, indica a extraordinária habilidade do publicitário para conversar com a alma dos paulistanos. Mas não será fácil.

 

PS - Sentei-me com Serra por duas horas apenas para ver se ele me respondia a uma pergunta: a prefeitura é apenas um trampolim para algum cargo a ser disputado em 2006? Considero essa pergunta vital: ninguém vai ser um prefeito razoável se, eleito, entrar em campanha para governador ou presidente. Ele ainda não transpira o encanto de governar a cidade, talvez ainda ligado emocionalmente ao sonho presidencial. Não tem, por enquanto, um diagnóstico profundo dos problemas de São Paulo. Não tem, muito menos, um projeto, algo que pretende construir nos próximos meses, mas afirmou que deixar o mandato no meio seria um gesto de mau administrador. Olhando no olho, disse que poderia ser qualificado de "irresponsável" e de "leviano". Bons e convincentes argumentos, reconheço. Como sei das paixões e conveniências da política (e dos projetos de Serra), prefiro aguardar antes de assegurar aos leitores que ele não sairia candidato a alguma coisa se eleito -algo que, na minha opinião, seria mesmo leviano e irresponsável.

E-mail - [email protected]

 

Vivi

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 Preparem os estômagos, porque o babado é forte!

São Paulo, domingo, 23 de maio de 2004 

 

 

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GILBERTO DIMENSTEIN

Marta é vítima do machismo ou da futilidade?

Pesquisa Datafolha divulgada nesta edição informa que, se a eleição fosse hoje, Marta Suplicy teria dificuldade não apenas de vencer a disputa à prefeitura mas até mesmo de chegar ao segundo turno. Como explicar que, depois de tantos anos gastando tanto dinheiro em publicidade, investindo tantos recursos em programas sociais na periferia e exposta tão abundantemente pela mídia, ela carregue um índice de rejeição tão ruim como o de Paulo Maluf?
Maluf, afinal, quase só aparece na mídia para falar das acusações de desvio de dinheiro extraído de obras públicas para contas secretas no exterior; os documentos exibidos estão longe de desfazer tais suspeitas. Sem contar que uma de suas obras -Celso Pitta- está respondendo a denúncias de roubalheira.
Apenas problemas administrativos -as taxas, denúncias de corrupção, as obras entupindo ainda mais o trânsito, as enchentes etc.- não bastam para entender as vulnerabilidades eleitorais da prefeita. Há um jogo psicológico mais sutil.

 

Marta costuma apontar os preconceitos contra as mulheres, ou seja, o machismo como um dos combustíveis a críticas e antipatias que lhe são dirigidas. Até certo ponto, é verdade. Fosse um homem a separar-se da mulher logo depois de eleito, possivelmente o caso teria menos restrições.
É certo também que, apesar de todos os avanços (e não foram poucos), não se aceita plenamente a igualdade entre homens e mulheres. Cuidados com a aparência são encarados como uma dimensão não da feminilidade, mas da futilidade, especialmente entre governantes. A tradução instantânea é que gente fútil não deve ser levada a sério.

 

A complexidade de Marta Suplicy está em combinar o apego ao que se entende por futilidade, da qual o botox é o mais poderoso símbolo, com a vivência administrativa em um partido nascido entre operários. Não temos o hábito de assistir a mulheres vestidas com roupas chiques, de salto alto, andando pela periferia -especialmente quando se dizem de esquerda. As doses de botox, os penteados e a variedade de vestidos e de sapatos encaixam-se no paradigma do que se convencionou chamar de "perua", mas, é claro, seria uma simplificação grosseira reduzi-la desse jeito.

 

Marta tem um estilo direto, franco e duro de dar suas opiniões, distante do papel esperado da mulher -dócil, compreensiva, tolerante, ou seja, a mãe. E, aí, esbarra no preconceito e na natural rejeição de quem não gosta de críticas ditas sem rodeios.
Mas, ao mesmo tempo, ela muitas vezes reage às críticas como uma jovem mimada e imatura, cheia de vontades e com dificuldade de lidar com frustrações. Não foram poucas as pessoas que se ofenderam com sua rispidez, que resvalou para a falta de polidez. Aquela famosa cena em que a prefeita bateu boca com uma moradora da zona leste que estava desesperada com as enchentes não é um episódio isolado, mas sinal de um temperamento.

 

Segundo pesquisas do Datafolha, uma quantidade enorme de paulistanos acredita (e cada vez mais) que a prefeita seja orgulhosa, antipática e autoritária. Não estão tirando essa impressão, vamos reconhecer, do nada. A percepção dessas características leva muitos a julgá-la antes do ponto de vista pessoal do que do administrativo.
Nada disso significa que vá perder a disputa. O jogo apenas começou. O governo dela tem, de fato, algumas ações elogiáveis na área social. Muitas obras foram espertamente concentradas neste ano -os CEUs, cuja perenidade está para ser testada, servirão de vitrine. Mas, acima de tudo, os marqueteiros são bons em mudar a imagem carregada dos candidatos.
Duda Mendonça, por exemplo, que está na lista de prováveis marqueteiros do PT em São Paulo, fez um "humilde" Lula vencer na cidade de São Paulo, elegeu prefeitos -um "amoroso" Maluf e um "eficaz" Pitta-, o que, olhando hoje, indica a extraordinária habilidade do publicitário para conversar com a alma dos paulistanos. Mas não será fácil.

 

PS - Sentei-me com Serra por duas horas apenas para ver se ele me respondia a uma pergunta: a prefeitura é apenas um trampolim para algum cargo a ser disputado em 2006? Considero essa pergunta vital: ninguém vai ser um prefeito razoável se, eleito, entrar em campanha para governador ou presidente. Ele ainda não transpira o encanto de governar a cidade, talvez ainda ligado emocionalmente ao sonho presidencial. Não tem, por enquanto, um diagnóstico profundo dos problemas de São Paulo. Não tem, muito menos, um projeto, algo que pretende construir nos próximos meses, mas afirmou que deixar o mandato no meio seria um gesto de mau administrador. Olhando no olho, disse que poderia ser qualificado de "irresponsável" e de "leviano". Bons e convincentes argumentos, reconheço. Como sei das paixões e conveniências da política (e dos projetos de Serra), prefiro aguardar antes de assegurar aos leitores que ele não sairia candidato a alguma coisa se eleito -algo que, na minha opinião, seria mesmo leviano e irresponsável.

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Vivi

Putz!! Debater sobre a roupa usada pela Dilma na posse, é demaisssssss!!! Ela estava elegantérrima, com um traje condizente para o momento. Feio foi a mulher do Temer com aquele cabelo com tranças e  a roupa, sim, não estava adequada para o momento.  Deveria ter feito um penteado com o cabelo preso e ter sido mais discreta no vestuário.

 

Wilma

Desculpem o excesso de sinceridade, mas pra mim, “moda” é assunto extremamente irrelevante, tema interessante apenas para boçais e desocupados.

A presidente demonstra sua seriedade ao preterir esses assuntos, além evidentemente de demonstrar sobriedade ao vestir-se.

 

 

"... A decisão da presidente demonstra outras três coisas: que os celebrados estilistas nacionais não estão aptos a agradar mulheres "reais" como ela; que a política de afirmação do prestígio das grifes está muito longe de se efetivar no país; e que a indústria de moda brasileira, enfim, parece não ser um assunto significativo para a Presidência da República..."

É mais ou menos por aí, sendo relevante não esquecermos que ela não é uma primeira-dama e nem uma badalada figuraça dessas da nossa elite tradicicional, dadas a trivialidades que tais e fofoquices recorrentes, e sim a mandatária do País, com ocupações tão expressivas que seria ridículo e preocupante substituí-las por esse símbolo da luxúria que é a chamada alta moda.

Para mim o modelo com que ela assumiu a Presidência foi lindo e sóbrio.

 

Quanta bobagem se discutir a roupa da nossa presidenta!

Na verdade muitos não se conformam ao saber que a Dilma é lindíssima e deu um show de elegância na posse. Os cabelos estavam impecáveis, unhas bem feitas, gestos femininos, maquiagem soberba, sorriso límpido, muitíssimo bem vestida, soube cumprir com maestria todo trâmite protocolar sem descer do "salto"...

Como antes diziam que nossa Presidenta era machona, agora ficam alguns de queixo caído ao saberem que debaixo daquela imagem de mulher durona e de fibra há muita feminilidade, mesmo ela sendo uma senhora de 63 anos.

Como as "danusa leão" da vida não tem mais o que inventar porque quebraram a cara, se apegam a essa bobagem de que a Dilma vai afundar a nossa "bela indústria prêt-à-porter e de luxo". Faz-me rir.

Inventem outra porque essa não cola.

Nossa Presidenta, além de muito competente, é um luxo! :O)

 

 

 

 

Em um país subdesenvolvido é sempre bom ter uma presidente que privilegia a microempresa. Bola dentro do governo Dilma.

 

Nooosa, isto é que é pegar no pé... olha o obsurdo da apelação:ameaça moda brasileira... rsrsrsrsrsrsrs Dilma esta sempre muito elegante, distinta e convenientemente clássica..  dêem um tempo .. com certeza ela vai, no seu proprio momento e vontade, atentar para esta questão.... mas não vai fazer o jogo espalhafatoso da mídia espataculosa e futil que infesta o pret-á- porter.

 

21:41 e o post já conta com 137 comentários.

Com o meu, fazem 138.

???????

 

Engraçado.

Se a Dilma se vestisse com uma roupa do Fulanete ou do Sicraninho, iam escrever um artigo dizendo que isso era favorecimento ilícito, e que ela deveria ter feito uma concorrência pública, na modalidade concurso, para escolher todo o guarda roupa que iria usar no seu governo.

Como ela preferiu encomendar o vestido a uma profissional de sua confiança, logo apareceu um "jornalista especializado" para dizer que ela está errada.

Na minha modesta opinião, errado seria ela fazer propaganda de graça para um Fulanete ou Sicraninho da vida. O fato é que indústria da moda é diferente de indústria do vestuário, esta produz para as massas, aquela, para os que podem pagar, e para entrar nela precisar ter muito, muito capital mesmo. Já para produzir vestuário, basta o binômio qualidade - preço, e apoio à exportação.

 

Sr. Acino Leite Neto

Vê se se enxerga , cara ! Estamos no Planeta Terra , em um país chamado Brasil , onde milhões vivem ainda à beira da indigência ! Caia na real , sr. burguesinho que não tem mais o que fazer !

A Presidente Dilma tem um árduo trabalho para melhorar o país , e ,  Graças a Deus , parece ser uma pessoa como qualquer um de  nós , e não uma deslumbrada !

Pior do que o sr , é quem  paga-lhe milhares de reais pra jogar conversa fora , e dizer as asneiras e sandices como as publicadas no artigo(sic) acima !

 

Achei aqui o comentário publicado na imprensa americana sobre a roupa usada por Michelle na posse do marido:

"This choice sends a great message to the fashion community. She could have gone with someone more obvious, like Ralph Lauren, but this sends a message to the American designers who are struggling. ... It also says that just because she's in the White House, she'll support the under-the-radar designers she wore on the way to the White House," Phelps said.

pra quem não fala inglês, o comentarista afirma que a escolha da roupa, de uma designer pouco conhecida, indica que "porque ela está na Casa Branca, vai apoiar designers menos conhecidos". O link pra matéria está aqui: http://www.huffingtonpost.com/2009/01/20/michelle-obamas-inaugurat_n_159344.html

Isso significa que se o articulista da Falha fosse honesto intelectualmente, se fizesse jornalismo sério e apurasse a informação antes de publicar algo, iria ver que o caso Michelle Obama não corrobora a sua tese.

 

 

Parece que está sobrando espaço nas páginas do jornal e faltando anunciantes.

O autor do texto poderia responder se os ternos e  demais indumentárias dos presidentes que a precederam eram todas de estilistas de roupas masculinas?

Que estilista estará querendo aparecer às custas da presidentA Dilma?

 

@RivaldoMoraes (twitter)

Quando a gente pensa que todas as idiotices já foram ditas, escritas e publicadas, eis que surge um "jornalista" (?) a surpreender com um primor de imbecilidade. 

 

Esta imprensa é uma maravilha! A folha critica a roupa da presidenta, a veja publica matéria de capa sobre o QI da beleza. Isto mesmo: QI da Beleza. 

 

Professor Hariovaldo não faria melhor.

 

A idiotice da Falha de Sum Paulo é tão grande que vai leva-la a ruina brevemente. Aguardemos com esperança!!!

 

Cem comentários! (com cê, mesmo).

A manchete é excessiva quando diz que a roupa da Dilma "põe em xeque". Entretanto o texto  stá certo  Dilma deve ser o manequim-vitrine da moda brasileira, o que pode nos render talvez centenas de milhões de dólares de exportações.

O maior problema é que a presidente não é uma deslumbrada e se contenta com o que fornece uma costureira desconhecida que pode até ser talentosa. Não custaria muito para ela sacrificar-se pelo bem da indústria da moda brasileira. Doirá menos do que a boa operação plástica que ela fez e cujo cirurgião continua anônimo.

 

O último parágrafo do texto é incrível, ao pé da letra.

 

Folha tira Bíblia e crucifixo do gabinete de Dilma

Da Folha de S. Paulo, com chamada na capa (Dilma impõe rapidez, troca móveis e tira Bíblia da mesa):

09/01/2011 – 07h00
Bíblia e crucifixo são retirados do gabinete de Dilma no Planalto

DE BRASÍLIA

Em sua primeira semana, Dilma Rousseff fez mudanças em seu gabinete. Substituiu um computador por um laptop e retirou a Bíblia da mesa e o crucifixo da parede.

Durante a campanha eleitoral, a então candidata se declarou católica e foi atacada pelos adversários sob a acusação de ter mudado suas posições religiosas.

A presidente também trocou móveis para deixar o ambiente “mais confortável”. Os estofados coral, usados no Palácio do Catete no governo Vargas, foram substituídos por poltronas e um sofá da linha Navona, do arquiteto Sergio Rodrigues.

Dilma começou a trabalhar às 9h30. O primeiro compromisso é com Helena Chagas (Comunicação Social) para se informar; a seguir, com o chefe de gabinete, Gilles Azevedo; depois com Antonio Palocci (Casa Civil).

A presidente não tolera atrasos. Pede objetividade e não gosta de expressões como “eu acho”. Apesar do estilo rígido, um interlocutor que acompanhou os primeiros dias de Lula no poder diz que a sensação é de que Dilma está “mais à vontade”.

No período inicial, uma semelhança entre eles: Lula priorizou a agenda interna. Dilma faz o mesmo ao ter o trabalho dominado por reuniões com ministros.

Abaixo, de acordo com a Maria Frô, a resposta da ministra Helena Chagas no twitter:

 


 

 

Ivonildo Dourado

Outro dia no programa da Ana Maria brega tinha uma senhora falando que a posse da Dilma não foi "chic". Depois disse que "chic" mesmo foi a posse do Obama...

 

Essa corja critica a Dilma porque usou na posse roupa de sua costureira pessoal, não integrante da chamada alta costura, vendo no gesto atitude depreciativa a este segmento da economia nacional. Essa corja criticaria a Dilma do mesmo modo se ela usasse roupa de grife nacional famosa, porque uma representante do Partido dos Trabalhadores estaria se rendendo à estética e à simbologia das elites. Seria criticada de qualquer jeito, é aquela velha estória de "ser presa por ter cão ou ser presa por não ter cão". Essa corja perdeu o senso do ridículo. 

 

A orientação da matéria é ridícula. O problema não é o tema e sim a porcaria que foi escrita.

Moda está longe de ser futil. A indústria da moda, aí são outros quinhentos.

Por isso concordo com a Raquel. Uma roupa não é simplesmente só um pano por cima do corpo. Sugiro aos interessados numa discussão mais qualificada sobre o tema que assistam ao filme: A identidade de Nós mesmos, dirigido pelo formidável Wim Wenders.

Em determinado momento, quando o diretor explica como ele resolveu escolher este tema, ele diz algo do tipo:

"Um dia eu coloquei um casaco. Um casaco que fez com que eu me sentisse mais eu".

Acho que quando a Raquel procura desvelar o real valor da moda ela está chamando a atenção justamente para isso: como que a moda faz parte de nossa identidade. Mas o que é identidade?

Deixo um pedaço do filme para a discussão:

http://www.youtube.com/watch?v=T46zEI2oY0s

 

Curioso, muito curioso!

O autor da "notícia/análise" transborda de julgamentos e sentencia: 'Agindo assim, entretanto, acabou por colocar em xeque a relevância das grifes nacionais de prêt-à-porter e de luxo'.

Eu pergunto: É pra tanto?

Voltem ao texto, desde o título:  Sarna pouca é bobagem... O cara queria mesmo, procurar sarna e pelo jeito, com o foco da discussão aqui, vai achar mesmo. Quer 'visibilidade' para estas, eu não diria futilidade mas, não notícias em um caderno PODER do já famoso jornaleco. 

Quem sabe, com a repercussão que dermos ao mérito da "notícia" sem questioná-la com mais profundidade a sua relevância no contexto, quem sabe na semana que vem, estaremos discutindo (especulando) a cor da langerie combinada com os astros e as relações com com os rumos da política econômica. Ou outra bobagem levada a sério pela fdsp. E nós, devemos levá-la a sério?

E vai descendo, vai descendo....... ( não, vocês/nós não, a langerie também não! A qualidade do jornalismo. Desse jornalismo!

que pena!

Mas é engraçado. 

 

Mas cá entre nós, o que é prêt-à-porter?

Pronta entrega?!?!?

Eles queriam que ela fosse na posse com roupa comprada nas Lojas Marisa?

 

Cascudo,

 Lojas Marisa vende lingerie. Ops, roupa-de-baixo.

 Vc queria dizer Lojas Pernambucanas, ou Ducal, ou... ah, sabe? Esse é outro comentarista fresquinho que se eu encontrar na rua cuspo na cara. Pra deixar de ser fresco (não viado, meu amigo Gunter sabe bem a diferença).

 []s

 

"Eu quase de nada não sei. Mas desconfio de muita coisa" Guimarães Rosa - Grande Sertão: Veredas

 "Vc queria dizer Lojas Pernambucanas, ou Ducal"

 

Ducal???  Caramba!! Essa é do tempo em que se amarrava cachorro com linguiça e, já faliu faz uns 40 anos...

Meu avô comprava ternos na Ducal...

 

Se invocar o diabo ele aparece...

Meus amigos, não discutam...

Prêt-à-porter não é simplesmente pronta entrega, pronto para levar ou pronto para usar. Envolve um conceito, que é o de algo de alto estilo e materiais e acabamentos primorosos mas também com limitação de quantidade. De uma vestimenta lançada em coleção faz-se um número reduzido de cópias. A idéia é viabilizar a alta costura mas não assim para popularizar. Acertos finais de medida são possíveis. As grifes mantêm registro de quem compra a peça e onde é provável que use para ajudar a que se evite a gafe de duas mulheres usarem roupa igual em uma mesma ocasião. (Não é uma boa idéia vender para duas clientes do mesmo círculo de eventos.) Mais ou menos como fazer uma tiragem de 100 gravuras de um original, continua a aura de arte e de exclusividade.

Isso também ajuda a valorizar a marca, que se mantêm mais bem com a venda de outros itens, aí sim de quantidade ilimitada (como jeans, acessórios, perfumes), mas que seguem os conceitos consagrados da coleção. Então, nem tudo que é grife é prêt-à-porter. E roupa feita com exclusividade por estilista, como a usada pela Dilma na posse me parece ainda mais chique. Ao contrário do Alcino acho que essa não seria uma ocasião para prêt-à-porter.

 

"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

Gunter,

No final, vc concordou comigo. Não é apropriado o(a) presidente utilizar modelos pret-a-porter em ocasiões solenes. Tem que ser algo exclusivo.

Mas eu penso também que um presidente não deve ser confundido com uma modelo. Ele(a) não está ali para ser avaliado(a) pela vestimenta e sim pela sua capacidade de reafirmar sua liderança e autoridade.

Hillary Clinton, Merkel, Bachelet, etc, usam os velhos tailleurs. Padres e militares usam uniformes.  Homens usam ternos de corte clássico. O papa usa um uniforme. Evo Morales foi criticado por não usar gravata.

Se o pessoal da moda quer uma garota propaganda, deveria  firmar contrato com a vice-primeira-dama. Ela sim, está nesse papel.

 

Certamente, Cascudo, concordo com você. Só quis definir um pouco mais o prêt-à-porter para evitar a confusão que ocorre com simples grife (que certamente não seria o apropriado) e também entre luxo e exclusividade, que podem ocorrer juntos ou não.

Exclusividade sem esnobismo, como a Dilma fez, pareceu-me adequado. Mas aí é opinião de leigo, até parece que entendo algo disso.

Mas, como parece que sempre se irá procurar o lado escuro da lua, acho que só resta a Dilma fazer o que pensa ser certo e deixar que digam o que quiserem.

Bom, é claro que chefes de governo devem ser avaliados pela competência, liderança, autoridade e criatividade nas soluções. Vestimenta é secundário aqui.

Mas entram as boas maneiras em pauta. As pessoas devem em qualquer situação buscar se apresentar do modo mais correto que lhes for possível. Exagerar nos gastos, como Sarah palin fez em 2008, leva a críticas, mas ir a uma reunião do G-20 sem demonstrar um mínimo de estilo ou presença de espírito, também.

Dilma me representa, certo? Já representaria se não tivesse meu voto, mais ainda porque votei nela. Se possível quero que nessa representação ela passe uma boa imagem, não esnobe, nacionalista mas não ufanista, sóbria mas não insípida. Enfim, correta. Se isso é uma meta difícil não sei, mas pra que servem personal stylists?

Até o momento tem sido ok. Não gostei muito do terninho debruado em preto (debate na Globo) nem muito da mistura de azul e vermelho na roupa da diplomação (17/dez.), mas não comprometeu. (Não é pra achar que eu fico reparando, hein!)

"Hillary Clinton, Merkel, Bachelet, etc, usam os velhos tailleurs. Padres e militares usam uniformes.  Homens usam ternos de corte clássico. O papa usa um uniforme. Evo Morales foi criticado por não usar gravata."

Não vejo porque criticar Evo Morales. Rafael Correa frequentemente não usa e tem uma presença e tanto, quando faz isso para privilegiar roupas típicas (pelo menos as camisas). Depende da camisa, do resto da roupa e da situação. Os asiáticos apresentam-se muito bem sem ternos. Admiro especialmente os indianos nesse aspecto.

Aqui em SP, por outro lado, pegou essa mania de não usar gravata como se fosse uma boa ideia. Sem contrapartidas, não é. Alckmin, Mercadante e Feldman ficaram com a aparência bem descuidada nesta última eleição.

"Se o pessoal da moda quer uma garota propaganda, deveria  firmar contrato com a vice-primeira-dama. Ela sim, está nesse papel."

Eu não faria nenhuma restrição!

 

 

"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

 

http://www.lojasmarisa.com.br/ListaProduto.aspx?SecaoId=1&CategoriaId=53

 

Rapaz, o que que é isso?

 

1) Parece que vc nunca entrou nas lojas Marisa.

2) O que é pret-a-porter mesmo? Traduz pra nóis.

3) O que o Gunter tem a ver com assunto?

4) O que vem de baixo não me atinge.

 

É matéria paga?

 

é matéria a ser paga por Rafael Jacomini, sendo R$ 100.000,00 na conta corrente 56555-4 agencia 675 do Banco do Brasil e os 10% de comissão, R$ 10.000,00, pode pagar direto para o dono o Blog. Agradecemos a preferência, seja feliz e volte sempre!

 

Espero que nossa querida presidenta não tenha cáries, cabelo ruim ou espinhas. Seria um horror.

o_O

 

e ainda temos uma quarta possibilidade! Dilma se acha gostosa o suficiente para usar ou não usar marcas / grifes? problema sexual dela! ou não? somos mais a quarta possibilidade! Dá-lhe Dilminha!

 

TÔ falando?

A Dilma precisa de uma primeira-dama.

E rápido!

 

Olha meu comentário pra essa da Falha: KKKKKKKKKKKKKKK

Falha, não dá pra ser mais patético do que isso. 

 

O pior é que a matéria da Folha tem toda a cara de encomenda. O Alcino deixou o seu blog de moda em março de 2010 para assumir um cargo na Publifolha.

 

 

 

Moda"Tô fora de moda", diverte-se Alcino Leite Neto, que deixa editoria do jornal Folha de S.Paulo para assumir cargo na Publifolha

 

 

André do Val em 18/03/2010

A coluna Última Moda desta sexta-feira (19.03) sobre a temporada de desfiles de inverno 2011 em Paris é a última assinada pelo editor Alcino Leite Neto no jornal Folha de S.Paulo. A repórter Vivian Whiteman assume o espaço.

"Fui convidado para assumir um cargo na Publifolha que cuida de livros de referência, com Ciências Humanas e Literatura", conta o jornalista por telefone. "Estou no lugar de Arthur Nestrovski, que acaba de assumir a Osesp. Agora estou fora de moda", diverte-se.

Vivian fica por três meses como editora interina da coluna, um procedimento padrão do jornal. "Eu tinha esta ideia no meu horizonte, mas não é algo que esperava pra já", conta. "Vamos manter o mesmo nome, mas teremos mudanças na mesma ocasião da mudança do projeto gráfico da Folha que acontece em maio.

Segundo Vivi, a coluna deve ter um apelo mais pop, porém com a mesma independência editorial. E Alcino promete circular pela Bienal durante as temporadas da SPFW. Boa sorte aos dois
!

 

 

Gilberto .    @Gil17

A matéria se enquadra naquela dizer: fala mal porque fez e fala mal porque deixou de fazer. Se a Dilme tivesse usado um traje de alguma grife famosa, seria acusada de favorecimento. Logo iriam achar alguma relação entre a grife e o PT.