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Sobre os limites da reportagem televisiva

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+36 comentários

Parabéns ao entrevistado, um senhor simples mas muito culto na sua maneira de ser. Excelente esse revés que o repórter ( ?, será que ele pode ser chamado disso?) levou. A globo é a maior PiGuenta, mas  a bandeirantes não fica atrás, não. Ainda bem que não assisto nem uma nem outra, somente futebol quando não tem jeito, mesmo porque não há um programa que realmente preste nestas duas emissoras que mereça ser visto, só o antigo globo repórter, que o Câmera Record e o SBT Repórter já superaram. Enfim, parabéns ao "entrevistado" e, quem sabe, a Ley de Medios não está se aproximando?, os fatos atuais indicam isso.

 

Certa vez assisti um Canal Livre em que o entrevistado era um sociólogo. O pior p/ os entrevistadores foi que o entrevistado começou a defender  o governo Lula. Então o jornalista (que me esqueço o nome, mas imagino ser um diretor da Band) parecia que iria pular no pescoço do entrevistado de tanta raiva. Até enviei um email p/ o programa dizendo que eles deveriam então só convidar pessoas que tinham o mesmo pensamento deles, pois o programa tinha sido deprimente.

OBS: Como foi difícil enviar o email! a solução foi enviar p/ a mumia que se transformou o jornalista.

 

Nassif esse senhor merecia ser entrevistado. Ele deu uma aula ao reporter.


O cara fez a pergunta da maneira errada. Foi o que disse o cidadão.


É aquela velha estória da pergunta pegadinha.


Tai o que disse o Louco Abreu: jornalismo de confusão.

 

O senhor do vídeo, realmente, deu uma aula de ética  para o repórter da Tv Bandeirantes.Atualmente,alguns programas de televisão possui uma equipe irresponsável,repórteres  que não sabem  entrevistar as  pessoas direito.Os humorísticos então são os piores,pois,às vezes,colocam o entrevistado em uma situação ridícula,expondo-os grotescamente para os telespectadores.

A mídia escandaliza,modifica e manipula os fatos,como o próprio motorista disse.Resta a essas  grandes emissoras de televisão prestar atenção em quem contratam,buscando profissionais qualificados e competentes,afinal,eles tem que "saber a lidar com pessoas e não com cavalos".

 

AFFF ! ......... Tô rindo até agora !

 

Interessante a parte da entrevista em que o Joelmir Betting (tempo 4:24) quando ele diz "..o que não falta para a oposição é a fragilidde o governo na área politica e até na area até moral, não é isso?" Bonito também é quando o José Paulo com a rouquidão que lhe é peculiar, repete, balbuciando ao fundo, quase em uníssono, tatibitati, as falas do Catão de Goiás, como que embevecido, extasiado de admiração e respeito.

Sabendo ser quase impossível, contudo, gostaria de ver esta trinca entrevistando novamente este estandarte da moral pública com toda a pompa e circunstância, diria até, reverência ao pretenso mosqueteiro da justiça, incensado em página dupla central  do pasquim chamado veja,  com toda a  gana e babação de canto de boca, espumando de raiva, quando entrevistaram algum acusado pelas armações de tal paladino e do pasquim semanal. Ainda me lembro vivamente do linchamento público do Ministro  Orlando Silva no Canal Livre ( prá quê e para quem?).

Daria boas gargalhadas ao vê-los contorcendo-se em malabarismos verbais para não melindrarem o entrevistado hoje pego em flagrante nas gravações da PF do cachoeira e assim não desagradarem a sua editoria e preservarem seus caros (e põe caro nisto!) empregos. Principalmente, quando o Joelmir falasse, se ele falasse, sobre fragilidade na área moral, pois em casa de enforcado nunca se fala de forca.

 

Que esperar de uma TV que homenageia em seu nome um grupo que encabeça fácil a lista dos maiores criminosos da história do Brasil?!

P.s.: E essa ridícula "humorista" do CQC? Nem sequer estuda a pauta de suas matérias pra cuspir na cara de seus - incautos? - telespectadores mentiras,com a de que Recife é mais violento que SP e RJ.

 

 

A emissora UDRrista também serve para sacralizar politiqueiros desonestos :

Dez minutos do programa Canal Livre para endeuzar o demo senador Demóstenes

 

" A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos." - Barão de Montesquieu

 

 

Corrigindo : " Dez minutos do Programa Canal Livre para endeusar o demo senador Demóstenes"

 

" A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos." - Barão de Montesquieu

 

Amigos, o que choca mais com relação a Band é o fato dela conseguir ser MUITO pior, mas muito muito pior, que a globo!

O que é realmente notável! Um feito, diríamos, heróico!!

 

E esse aqui?

 

Tenho dito. Deveríamos reunir todo o material disponível e fazer um documentário dessas aberrações para fundamentar ainda mais uma proposta d eley dos medios.

Creio que algum blogueiro poderia começara organizar esse material. Alguém se abilita?

 

Excelente idéia!!! O Assis tem as qualidades para isso!!! Mãos à obra bom bahiano!!!

 

José Antônio

O Nassif poderia abrir um Post sobre estas aberrações. Deixar um dia como primeiro Post e cada um traria sua contribuição. Não é muito a minha praia, mas basta, para não ter trabalho, cada comentarista descobrir os programas sensacionalistas em suas cidades, e são muitos, e colocar o nome deste programa no youtube. O Post irá bombar com a enormidade de absurdos.

 

Essa é outra grande pérola. O programa é "Se liga Bocão" de grande audiência na Bahia.

 

Outro gigolê de tragédia!

 

viva o povão.

Pela base ainda restam noções de civilidade.

 

Linda, e direta, a lição que o motorista dá ao repórter-pateta! A sensatez mediana do povo, dá de mil a zero na estupidez da grande mídia no Brasil.

 

De novo! Mais um cretino da BAND:
a emissora do Danilo Gentili, do Datena, do Bocóris Casoy, do Neto e uma legião outros de imbecis inexcrupulosos elevados à categoria de "gente" de televisão. 

Conteudo podre! Sensacionalismo e arrogância sem limites.

 

Essa será devidamente compartilhada no Facebook.
Aliás já faço isso há algum tempo.
Penso que devemos compartilhar nossa indignção, expressa aqui através de nossos comentários, nessas redes sociais. Assim a gente compartilha boa informação e divulga o blog do Nassif.
Depois dessa o meu domingo vai ficar ainda melhor.
Sinto-me plenamente representado pelas palavras desse senhor !
Parabéns.

 

A Band vai mal nessas entrevistas com jovens repórteres (sic). A de ontem, passada na Bahia com a repórter (sic) coagindo um jovem na delegacia para ele confessar que havia estuprado uma mulher é a campeã da arrogância e da prepotência. Essa de hoje, o cidadão dá uma aula sobre o limite que deve ter a mídia. Será que essa rede de tv não tem um ombudsman que aja de verdade? Não de mentirinha como a da fsp. E as escolas de jornalismo???

 

José Antônio

Antes fossem apenas jovens repórteres. O que dizer de Boris Casoy, Datena, Antonio Teles, etc.?

 

Você está certo Sanzio!!! Obrigado pela observação correta!!!

 

José Antônio

Esse cidadão deveria ser convidado para dar uma palestra de 1 minuto e 15 segundos em todas as faculdades de comunicação do país, 

É a sabedoria das ruas,o bom-senso do homem-comum, a visão objetiva e concreta de quem vive o dia-a-dia de sofrimento, e não ser um alienado e abestados como certos repórteres e jornalistas de uma mídia alienante.

Na certa vão chamá-lo de mal-educado e, quem sabe, um militante defensor da regulação da mídia.

 

Realmente, Repórter, mais despreparado impossível. Perguntar se a pessoa já atropelou outra pessoa antes, é o absurdo dos absurdos.

Numa situação daquelas os repórteres deviam manter distância para o melhor socorro à vítima ocorrer. E não querer ganhar pontos de audiência entrevistando quem provocou o acidente. 

 

Bravo, bravíssimo. Essa deve ser a atitude com esses pseudo profissionais, mostrar-lhes o caminho da dignidade e respeito humanos.

 

Um reporter global sendo colocado em seu devido lugar.

http://www.youtube.com/watch?v=2AFE7Qcjy6s

 

TRANSCRIÇÃO:

- Você já atropelou outra pessoa no passado?

- Aí, você tá complicando, uai. Invés de vocês ajudarem a dar assistência aqui, vocês ficam escandalizando.

- não, é só as informações.

- Espera passar primeiro a emergência aqui. A gente fala o que for preciso. E eu nem tenho a obrigação de falar. Invés de vocês ajudar, vocês ficam é agravando mais a situação, o psicológico de todo mundo. O meu, o da mulher que tá passando mal, né? A mídia só serve pra isto. Só para escandalizar, para modificar o ato das coisas.

- Você acha que as pessoas não devem ser informadas, não?

- Devem, mas da maneira correta. Não igual o que você está falando, rapaz. Você não tem escrúpulo nenhum. De qual tevê você é? de qual jornal?

- Tevê Band. Programa Primeira Mão.

- Pois é. Vai estudar. Aprender a entrevistar uma pessoa. Você está entrevistado é um ser humano, não é um cavalo não.

- É isso mesmo!

- Então modifica, rapaz. A sua expressão. Você modificou, você perguntou da maneira errada. Eu não quero conversar com você não. Você é um mau profissional.

 

Flávio Furtado de Farias

Acabo de rever (todo ano dou uma revisitada) o fabuloso documentário "Tiros em Columbine" de Michael Moore. Isso que o prezado cidadão acima disse ao repórter da Band (coitado, pagou por todos... principalmente os da Globo) é exatamente o que Moore tenta nos mostrar, que o princípio de todo caos (especialmente o urbano) que nos empurram, advém deste jornalismo criminoso, preocupado apenas em assustar a sociedade e atemorizar o cidadão. Nota 10 para o entrevistado que colocou no seu devido lugar este telejornalismo sensacionalista e nocivo às pessoas.

 

Seria milagre se alguém não aproveitasse a oportunidade para criticar a Globo, mesmo que nenhum repórter dessa emissora tivesse feito qualquer pergunta e nem aparecesse o logotipo da empresa na 'entrevista coletiva". É que dá mais projeção para a crítica. Não que eu queira defender a Globo, mas vejo que absurdos como esse em outras emissoras normalmente não são muito comentados, até porque não são assistidos, mas quando se trata da Globo, qualquer deslize toma uma proporção de hecatombe.

 

 

Porque a globo é, na verdade, um sistema de idiotização em massa .

Se você mora no Brasil você sabe.  Foi montadae financiada pela ditadura para isso.

 

Caro amigo, voce trouxe à baila o excelente documentário do Moore. gostaria de acrescentar que "tiros em colombina" não apenas expoe as trágicas consequencias da propaganda PIGuenta. É bem maior que isso! A industria cinematográfica, a industria cultural, a industria da diversao, dos games, etc são todas elas cabeças de uma grande hidra que nos amedronta, amolda, nos faz massa de manobra. 

Percebendo isso (já tem uns anos), não vou mais a cinemas (raramente vejo filmes), somente em ocasiões muito pontuais ligo a tv. Não leio jornais e não me deixo pautar pela agenda PIGuenta nem permito que essa grande maquina me deforme mais a mente. Mas a questào é realmente profunda. Precisamos de alternativas.

 

Circo dos horrores na TV

Leila Cordeiro - Direto da Redação

 

É cada vez maior o número de telespectadores,  e até de profissionais de TV,  abismados com tantas baixarias, desmandos e irresponsabilidades observados em alguns programas da televisão aberta que nos fazem pensar que qualquer código de ética que pudesse existir já foi para o espaço há muito tempo.

Em julho de 2010, a veterana e premiada atriz Laura Cardoso foi alvo de uma das maiores humilhações de sua vida sem nenhuma explicação. Laura saía do lançamento de um livro num shopping em São Paulo,  quando uma pretensa humorista do programa Pânico a abordou pedindo uma “entrevista”.

Muito educada e simpática,  a atriz aceitou conversar, mas jornalistas que estavam próximos a ela correram para avisá-la sobre as más intenções da “falsa repórter” que queria, na verdade, “arrotar” em seu rosto. Boquiaberta, Laura ficou perplexa com aquele absurdo e perguntou a uma amiga, quase sem acreditar naquilo:

-Mas o que foi que eu fiz para ela querer fazer isso comigo?

Quanta inocência da Laura, não? Ela que na época tinha 82 anos,  e mais de 50 como respeitada atriz, disse depois que jamais poderia imaginar que num outro canal do mesmo veículo onde trabalhou em produções tão bem feitas e memoráveis, poderia haver algo tão repugnante no ar como essa coisa de “arrotar” sem mais nem menos no rosto das pessoas.

Diante disso, a tal “mulher arroto” acabou “aposentada” pelo próprio Pânico que,  apesar da irreverência  muitas vezes fora de controle, decidiu tirar  a inconveniente personagem do ar.  E nunca mais se soube dessa moça, que se prestou a esse papelão.

Por esses dias recebi pela internet um texto de Wagner Moura, também queixando-se de ter sido vítima de uma brincadeira de muito mau gosto do mesmo Pânico, cujos integrantes o cercaram para dar uma entrevista no meio da rua, na saída de uma premiação em São Paulo,  e esfregaram gel em sua cabeça. Wagner demonstrou toda sua indignação ao escrever:

Entrei num taxi. No caminho pra casa , eu pensava no fundo do poço em que chegamos. Meu Deus, será que alguém realmente acha que jogar meleca nos outros é engraçado? Qual será o próximo passo? Tacar cocô nas pessoas? Atingir os incautos com pedaços de pau para o deleite sorridente do telespectador? Compartilho minha indignação porque sei que ela diz respeito a muitos; pessoas públicas ou anônimas, que não compactuam com esse circo de horrores. Estamos nos bestializando, nos idiotizando. O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice. Amigos, a mediocridade é amiga da barbárie! E a coisa tá feia. 

O caso aconteceu em 2008 e alguns críticos estão especulando que ele poderia ter voltado à tona, pelas mãos de concorrentes, para desestabilizar a audiência do Pânico que mudou da Rede TV para a Bandeirantes, alavancando seus números no domingo. E é aí que mora o problema. Como um programa desse nível consegue ganhar tantos pontos  na preferência do público?

O lixo está aí, indiscutível, mas não podemos deixar de analisar que se ele está com boa audiência é que tem gente assistindo e pelo visto, muita gente. Será que é disso que o povão mais gosta,  a ridicularização do ser humano, o escracho, a bobagem explícita?

Essa é uma pergunta que deixo para os sociólogos de plantão: como um programa do nível desse Pânico, fazendo o que faz há tantos anos, consegue ser aplaudido por alguns setores da mídia e atrair um certo tipo de  público que acha tudo muito engraçado e criativo?

Talvez, se lá em 2008, o ator Wagner Moura, premiado pela APCA, por sua atuação como Capitão Nascimento, em Tropa de Elite, tivesse levado a ficção a sério, não teria sido vítima de falsos repórteres cujo foco não é a a informação, mas a ridicularização e  o constrangimento do ser humano...

 

A arrogância do poder, jornalista novinho mas já arrogante, julgou que o senhor, por ter uma profissão simples, não tinha argumentos.

Falando nisso, a Band levou ao ar essa matéria?

 

Palavras podem ser como minúsculas doses de arsênico.

Sergio; a BAND é o suprassumo do amadorismo mambembe. Além, é claro, de ser a porta voz televisiva da Ku-Klux-Klan  do B, também conhecida como UDR.

 

Escrevi noutro post tb sobre repórter da band lá da Bahia. Eles são treinados pelos truculentos diretores dessa emissora. É só prestar atenção no tal programa canal livre e vcs perceberão como oe enrevistadores são mal educados.

 

zanuja