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Sobre os pagamentos continuados do mensalão

Em Observação

Fica em aberto para quem tiver algum dado da AP 470 que rebata o comentário do leitor

Comentário ao post "A grosseria imbecilizante de Joaquim Barbosa"

Há algumas questões que são da essência  e para percebê-las não há necessidade  sequer de um entendimento jurídico, ainda que rasteiro:

1. Não há em nenhuma linha das milhares de página da Ação Penal  470 , não que prove, mas que faça uma mísera menção a um pagamento contínuo e mensal. O neologismo político-publicitário “mensalão” deriva de mensal, mensalidade, e, portanto, a sua criação sofre de anemia ética;

2. Não sei sobre as qualificações técnico-jurídicas do ministro Joaquim Barbosa e se elas contemplam o merecimento do cargo que ele ocupa. Agora, tenho certeza que as suas qualificações temperamentais não condizem com o cargo que ela ocupa. 

3. Sobre o seu apartamento em Miami, parece-me – querem nos fazer crer – que, sob a ótica da vigilante águia da norte, o negócio é legal. Não sei não..., mas sei, e aqui, sem nenhuma dúvida, que para um ministro do STF tal negócio é imoral.

4. Versando sobre uma hipotética situação em que o Sr. Barbosa esteja flanando por becos ( se os há em Miami) e se deparar com uma coroa de latão que faça alusão àquela de Napoleão, jogada, perdida, ao chão, tendo a imaginar que o nosso ilustríssimo ministro a apanhará e, delicado, mas decididamente a colocará na cabeça.

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