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União cria índice de preços de imóveis

Do UOL Notícias

Imóveis: criação de índice de preços é publicada no Diário Oficial da União

SÃO PAULO - Foi publicado nesta sexta-feira (16) o Decreto 7.565, que trata da criação e manutenção do índice de preços de imóveis no Brasil. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) será o responsável pela criação e divulgação do índice.

De acordo com o texto do decreto, será definido, pelo Instituto, um cronograma para a criação e implementação do índice.

O decreto entra em vigor nesta sexta feira.

Parcerias

Ainda conforme o documento, o IBGE poderá firmar parceria com a CEF (Caixa Econômica Federal) para que sejam fornecidas as informações e conhecimentos técnicos necessários para a criação do índice.

O Instituto ainda poderá firmar parcerias com outras instituições financeiras ou agentes de imóveis.

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+17 comentários

Toda pessoa que conheço que vende/compra imóveis o faz sem declarar o valor correto. Soube de uma casa em bairro nobre vendida por dezenas de cheques de R$9,999,00. O valor máximo que não precisa se informado à receita. Se as transações não declaram seu valor oficial, como um índice destes pode ser confiável?

 

Me parece que vai ser uma simples tabela a exemplo da Tabela Fipe, que apresenta o preço médio sugerido para modelos de carros por ano de fabricação. Ninguém é obrigado a seguir a tabela Fipe, mas todo mundo consulta antes de comprar ou vender. Antes da crise e antes da redução de IPI, os carros eram vendidos, normalmente, acima da tabela. Agora, são vendidos abaixo.
No caso de imóveis, logicamente, cada produto é diferente do outro, porém, alguma referência é necessária. O cidadão comum não precisa, necessariamente, consultar a tabela. Mas a Caixa, esta sim, precisa de um parâmetro antes de conceder um financiamento. Me parece que este índice será nada mais nada menos do que uma lista de preços médios dos negócios ocorridos ao longo de um perído numa determinada região. Nada mais do que dados estatísticos. Não há nada que aponte para uma indexação ou algo que o valha.

 

Perfeito, Almir.

O resto é invenção, com seguidores, do CP... Cata-Prego!

 

O preço dos imóveis( qualquer padrão) é surrealista.

Recomendo duas coisas:

a / Não comprar agora.É tempo de espera.

b/ Embora seja evidente,não se entusiasme que seu imóvel valorizou muito.Porque se pensa em troca-lo, o outro( por ser um pouco maior) tbm valorizou na estratosfera.

Aguarde os acontecimentos.

Muita calma neste momento,

Não se mexa!

 

Mutatis mudandis foi o que eu ouvi num encontro promovido por uma associação de mutuários aqui no Rio de Janeiro. Vários economistas, engenheiros e advogados do setor de habitação na hora das "dicas" disseram algo parecido com o que você disse agora. Prudência raramente faz mal, e teme-se a formação de uma "bolha", embora em escala bem menor que a americana ou mesmo a islandesa. Lembram da crise na Islândia? Depois do colapso do Lehman Brothers e quejandos ninguém mais fala da ilha escandinava.

 

Velho e manjado controle de preços .

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

Na verdade, depende do sentido de controle de preços que vc está pensando. O índice não parece ser pra indexar, mas para deixar conhecido a média dos preços praticados. Neste sentido, existe um controle sobre os preços muito díspares, mas ele não é coercitivo (no sentido de uma lei), sendo mais um tipo de coação que se dá como efeito da divulgação do índice de preços (assim como acontece com o índice de inflação). Lógico que não é desejável que os preços subam pelo efeito da subida do índice, mas sim como resultado do aumento dos custos.

Talvez o governo esteja querendo combater a especulação e evitar uma bolha. Vamor ver.

 

Muito interessante também a notícia publicada pelo Le Monde de hoje, sobre a adoção de medidas para colocar limuites aos alugueis abusivos na França, principalmente em Paris. A medida foi inspirada no que já existe na Alemanha. Ou seja, dois países desenvolvidos, capitalistas, liberais, controlando preços praticados entre entes privados. Se fosse no Brasil, qual seria a postura da velha mídia? E dos congressistas?

Governo francês planeja cobrar taxa de proprietários para limitar "aluguéis indecentes"

Ronan Kerneur

Não se trata de um teto, mas de uma taxa "dissuasiva". A partir de 1º de janeiro de 2012, uma "taxa sobre microssuperfícies" deverá ser aplicada às pequenas moradias alugadas por preços "indecentes", anunciou a Secretaria de Estado da Habitação da França esta semana. A taxa deverá ser discutida no âmbito da lei de finanças de 2012. A imposição deverá ser aplicada à totalidade do aluguel e incluirá cinco faixas, compreendidas entre 10% e 40%.

A vontade do governo é de "criar um choque psicológico nos proprietários para que o limite não seja ultrapassado". O limite além do qual a taxa será aplicada está fixado em 40 euros por metro quadrado, segundo o porta-voz do ministério. Ou seja, bem acima do preço médio do metro quadrado na capital, estimado em 23 euros (incluindo todos os tipos de imóveis).

"Insuficiente"

"É um primeiro passo, mas que permanece insuficiente", estima Laure Bourgoin, encarregada da associação Consumo, Habitação, Estilo de Vida (CLCV na sigla em francês). Segundo ela, a medida só será aplicada a uma categoria do parque locatício.

O ministério estima que cerca de 50 mil moradias na França poderiam ser afetadas pelo dispositivo. Mas, concretamente, essa taxa só será aplicada em Paris, pois são raras as moradias no interior alugadas por mais de 40 euros o metro quadrado. Além disso, ela só deverá visar uma parte dos 20 mil quartos e pequenos "studios" parisienses, que aplicam aluguéis muito elevados - uma porcentagem que o ministério não soube avaliar.

O rendimento esperado da taxa é difícil de quantificar, mas parece insignificante. O ministério desejaria, aliás, que fosse "nulo", o que significaria que nenhum proprietário ultrapassa o limite fixado. "Um quarto de 10 m2 alugado por 800 euros [fora condomínio] ultrapassará em duas vezes o limite e terá aplicada uma taxa de 40%, ou seja 320 euros", diz o ministério.

Acabar com abusos

Por enquanto, o ministério não pretende impor um teto aos aluguéis, por considerar que isso “constituiria um verdadeiro erro econômico, conduzindo a uma queda da oferta locatícia. Não se trata de regulamentar os aluguéis, mas de pôr fim aos abusos dos proprietários em relação aos jovens, estudantes e trabalhadores pobres".

Segundo o coletivo Quinta-Feira Negra, Benoist Apparu, o secretário de Estado da Habitação, "não cumpriu suas promessas". Outro membro do grupo, Manuel Domergue, diz que "se além de 40 euros o metro quadrado os preços são consideradas indecentes, não há outra solução além de impor um teto aos aluguéis".

Inspiração alemã

"É possível se inspirar no sistema alemão", sugere Domergue. Na Alemanha, o "Mietspiegel" ("espelho dos aluguéis") é um dispositivo que recenseia o conjunto das operações no mercado locatício para constituir um cadastro que permite enquadrar os aluguéis de maneira localizada em função do tamanho, do ano de construção e das condições da habitação. Os locatários que se considerarem lesados também podem assim recorrer facilmente à Justiça para obter uma redução do aluguel. E "a forte regulamentação do mercado locatício alemão não desencorajou os proprietários de alugar". Uma regulamentação semelhante foi instituída em Genebra, os "aluguéis leais".

O presidente da União Nacional da Propriedade Imobiliária (Unpi), Jean Perrin, por sua vez, considera o dispositivo proposto pelo governo "lamentável", pois "seu limite elevado legitima as práticas de certos proprietários e incita a falsas declarações". Só uma "oferta maior" pode, segundo ele, limitar os abusos do mercado. "Em Île-de-France seria preciso um pouco menos de escritórios e um pouco mais de moradias para estudantes."

A saída de um certo número de proprietários do mercado locatício continua uma preocupação para o presidente da Unpi. O ministério, que afirma não temer uma deserção dos locadores, estabelecerá o balanço das moradias declaradas no final de 2012 para decidir um eventual reforço do controle.

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

 

Muito preocupante.

Um indicador é necessário para prevenir risco de bolhas no mercado imobiliário.

Os imóveis deram uma enorme disparada no ano passado. Crédito fácil, muita progaganda, muitos imóveis vendidos.

Este ano, em todo o Brasil, as vendas despencaram. Os valores já caíram um pouco.

Muitos imóveis no estoque.

Isso cheira a bolha.

 

Parabéns NASSIF. Creio que a Exma. Presidenta DILMA ROUSSEFF leu o que denunciei aqui, insistentemente, nos dois ultimos meses sobre o ágio e a responsabilidade da CEF (que está avalizando e avaliando com o ágio embutido) e nas perdas que serão apuradas pelos compradores. E isto quer dizer o seguinte: como o cidadão pagou ágio pesado, a queda já esperada nos preços, fará como já fez, com que milhões de pessoas, ao tentarem vender seus imóveis não consigam recuperar o que já pagaram. E o primeiro motivo é que irão pedir de entrada, o que deram de sinal e liquidaram mensalmente, para poder transferir a dívida ou liquidá-la. Aí, amargarão a perda, pois os construtores, continuarão em vantagem, vendendo sem entrada ou pedindo poquíssimo de sinal. Já o comprador que quiser vender ...... SIFO: vai perder, mesmo! Raras exceções para aqueles que compraram antes da especulação. Não vão perder e, também, não vão ganhar nada; mesmo vendendo por um preço mais alto,  ao comprar um novo imóvel, vão pagar o peço de agora. ZERA!

Obs: um filme, parecido, já passou no pós Plano Real, onde mais de 600.000 processos, segundo o SECOVI, foram abertos contra as contrutoras, Bancos, CEF e o Governo Federal. À época, enquanto a TR (uma cesta de Taxa de Juros) que além da Taxa de Juros do Contrato "corrigia" O SD - e obviamente as parcelas - subiu quase 120% em quatro anos, o INPC que corrigia salários subiu, apenas, cerca de 60%. Centenas de milhares de Mutuários perderam tudo o que pagaram e/ou deram de entrada - como FGTS e Poupança - ou tiveram que fazer acordos e pagar três vezes pelo  mesmo imóvel. Isto não é piada, foi verdade, mesmo; foi uma crueldade dos Meninos de Harvard de FHC. 

 

Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.

Assis,

 

Veja esse filme e tire suas conclusões, qualquer semelhança com o mercado imobiliário espanhol não é mera coincidência.

 

http://www.youtube.com/watch?v=EqW9srTn7xM&feature=player_embedded

 

DECRETO Nº 7.565, DE 15 DE SETEMBRO DE 2011.

 Dispõe sobre a criação e a manutenção do índice de preços de imóveis no Brasil.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, alínea “a”, da Constituição e tendo em vista o disposto no Decreto-Lei no 759, de 12 de agosto de 1969, e na Lei no 5.878, de 11 de maio de 1973,

DECRETA:

Art. 1o  A Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE deverá adotar as providências que se fizerem necessárias para a criação e divulgação do índice de preços de imóveis no Brasil.

Parágrafo único.  Caberá ao IBGE a definição da metodologia de cálculo do índice de preços de imóveis, bem como a adoção das demais providências necessárias para implementação, manutenção e contínuo aprimoramento do referido índice.

Art. 2o  O IBGE poderá firmar parceria com a Caixa Econômica Federal para que esta forneça, respeitadas as exigências de sigilo e confidencialidade a que se sujeita, informações e conhecimentos técnicos necessários à criação e manutenção do índice.

Parágrafo único.  O IBGE, visando ao contínuo aprimoramento do índice de preços de imóveis, poderá firmar parcerias com outras instituições financeiras ou agentes de mercado.

Art. 3o O IBGE definirá cronograma para a criação e implementação do índice de preços de imóveis.

Art. 4o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

 

Não entendi. Este índice vai indexar de que forma os imóveis?

 

Não sei. Mas se for para indexar é péssimo, pois o Brasil precisa é de desindexação.

 

@DanielQuireza

ESTA FOI A HERANÇA QUE O "POPULAR LULA" DEIXOU PARA DILMA;  Seria, mesmo, aquele, um GOVERNO POPULAR, onde banqueiros chegaram às maiores fortunas do mundo?

Não Quireza, impossível indexar, pois elevaria a inflação a percentuais astronômicos. O que a Sra. DILMA mandou fazer, É apurar um crime gravíssimo que eu venho INSISTENTEMENTE APONTANDO, aqui: a especulaçãocom o apadrinhamento da CEF que avaliou e formalizou o ágio e colocou as classes menos favorecidas longe, mas muito longe, mesmo, até, do "Minha Casa Minha Vida". Na cidade de São Paulo, periferia e Municípios vizinhos, o menor preço é de R$ 120.000,00. Aquela história dos cerca de R$ 20 mil da ajuda do governo, é apenas um "meigo e indireto mimo para o bolso dos construtores", eis que existe o ágio.

Repito:  Segundo as agências da CEF, (qualquer um pode ir lá e constatar) o imóvel mais barato dsisponível em SAMPA, há um mês, era de R$ 120.000,00. Para quem não tivesse entrada para dar, teria que apresentar uma renda familiar de R$ 7.000,00. Este patamar, não se enquadra no perfil das Classes Carentes nem no da Classe Média, que segundo a SAE da Presidência da República, começa em R$ 1.000 e tremina em R$ 4.000,00. Então estamos falando em uma "Classe Média Abastada" e reconhecendo que o Brasil tem uma inflação camuflada, já que o imóvel, é, sim, um produto de primeira nececidade. Não podemos misturar valorização (o Metrô que chegou, ou sabe-se vai chegar perto, por exemplo), com pura especulação, com terrenos comprados há anos, multiplicados os preços por 10, para "atualizá-los" para encarecer o custo do imóvel. O lucro de 30% é o normal no Mercado Imobiliário de Novos, mas, 130%, com base na demanda com financiamento públicos, é caso de polícia

 

Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.

Você tem razão. Eu sou uma das que tento há anos comprar  um imóel e toda vez que penso que vou conseguir, a especulação não me permite.

Só não concordo com o valor de R$ 120 mil que você disse. Se tem por este valor, me diga onde. Porque até nas piores periferias os valores estão girando acima deste valor que você disse.

 

"O que a Sra. DILMA mandou fazer, É apurar um crime gravíssimo que eu venho INSISTENTEMENTE APONTANDO, aqui: a especulaçãocom o apadrinhamento da CEF que avaliou e formalizou o ágio e colocou as classes menos favorecidas longe, mas muito longe, mesmo, até, do "Minha Casa Minha Vida"":

Tenho certeza ABSOLUTA que NAO eh por falta de aviso que isso esta acontecendo no Brasil, FAI.  Vou ter que procurar mais do que vale a pena, mas eu tava falando no retorno do BNH ha 4 anos atraz.  Eh um ciclo capitalista, mais um deles.  Quem perde eh a populacao.

Mas eu avisei antes de acontecer.  (so nao lembro aonde)

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.