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Veja fomentou atividade criminosa, diz deputado

Da Rede Brasil Atual

Deputado afirma que revista Veja financiou atividades ilegais de Cachoeira

Fernando Ferro, do PT de Pernambuco, quer que os dirigentes da editora Abril sejam chamados para depor na CPMI que vai investigar as ligações do bicheiro com políticos

Por: Raoni Scandiuzzi, Rede Brasil Atual

Deputado afirma que revista Veja financiou atividades ilegais de Cachoeira

Fernando Ferro questiona a ética jornalística e o denuncismo da revista Veja (Foto: José Cruz/ABr)

São Paulo – Depois de subir à tribuna da Câmara e dizer que a revista Veja é “o próprio crime organizado fazendo jornalismo”, o deputado federal Fernando Ferro (PT-PE) afirmou em entrevista à Rede Brasil Atual que o veículo de comunicação "fomentou, incentivou, financiou esses delinquentes a terem esse tipo de comportamento", referindo-se à rede ilegal de atuação do contraventor Carlinhos Cachoeira

O deputado defendeu que os responsáveis pela revista prestem esclarecimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) criada para investigar a rede ilegal de atuação de Cachoeira e que sejam tratados como réus. Escutas feitas durante a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, mostraram conexões entre o grupo do contraventor e o diretor da sucursal de Brasília da publicação semanal, Policarpo Júnior. 

Este mês, Veja divulgou reportagem afirmando que a CPMI é uma "cortina de fumaça" criada pelo PT para desviar o foco do julgamento do mensalão, que será realizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A notícia levou Ferro a lamentar que a revista atue desta maneira.

Perguntado se a convocação de representantes do Grupo Abril não afetaria a liberdade de imprensa, Ferro afirmou que as atividades de Veja tem conexão o crime organizado, e não com o jornalismo. Para o parlamentar, o dono da Editora Abril, Roberto Civita, deve ser tratado como réu nessa investigação.

Confira abaixo a íntegra da entrevista com o deputado Fernando Ferro, um dos candidatos a integrar a CPMI do Cachoeira.

Por que levar um órgão de imprensa a uma CPMI?

Caberia ao órgão de imprensa trazer esclarecimentos sobre essa relação, o porquê de tantos telefonemas identificados na investigação da Polícia Federal.

Você falou em requerer a presença de Roberto Civita.

Independentemente de quem seja, o Civita ou não, os responsáveis pela Veja terão de responder sobre isso. 

Há uma relação da Veja com essas atividades ilegais?

É uma relação estranha, que tem laços de cumplicidade com esse submundo. Na verdade, isso vem lá de trás, em vários momentos. Essas denúncias espetaculosas da Veja, todas elas estão sendo lastreadas por esse processo de espionagem e arapongagem. Em termos de ética jornalística, isso é muito questionável. A Veja fomentou, incentivou, financiou esses delinquentes a terem esse tipo de comportamento.

Isso poderia colocar em risco a liberdade de imprensa?

Veja tenta formar uma ideia de que nós estaríamos querendo restringir a liberdade de imprensa. Essa é uma medida esperta e calhorda dela de justificar a sua ação criminosa. Eles querem falar em nome de toda a imprensa, mas não é verdade, essa prática, esse estilo, é próprio da Veja. Ou seja, ela praticou ações criminosas e agora quer colocar o conjunto da imprensa no Brasil como vítima. Ela é ré, vai ter que trazer esclarecimentos à CPI.

Há quem defenda esse tipo de jornalismo a qualquer custo.

Essas ações da Veja têm tudo a ver com crime organizado, não com jornalismo.

Por que no Brasil há uma tendência de punir exclusivamente os políticos que estão envolvidos em atividades ilegais, sendo que por diversas ela possui muitos lados?

Há uma ação política e ideológica de incriminar um partido político, ou uma orientação, ou uma corrente política. Na verdade, não há uma preocupação com a informação, estão preocupados em incriminar alguém que está governando o país.

O senhor está falando da Veja, especificamente?

Veja criou a figura do bandido colaborador, que é alguém que atende aos interesses dela, e o qual ela criou um nível de promiscuidade tão grande que você nem sabe quem é mais bandido. Na verdade, os dois são.

Em sua opinião, quem mais deve ser chamado para depôr na CPI?

A partir da investigação da Operação Monte Carlo, você tem os vínculos de articulação criminosa, de envolvimento entre os personagens dessa teia criminosa, então todos eles, tanto agentes públicos quanto privados, deverão ser chamados para prestar esclarecimentos.

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Noossa, se até aqui tá dando briga, imagine na CPI!!!!! Eu quero é ver o circo pegar fogo mesmo!

 

A coisa tá ficando do jeito que o diabo gosta hehehe

vamos lá que a hora é agora, se deixar passar quem se adona é os 99% de um post anterior

hehehehe

 

EduGuim publica entrevista em off exatamente sobre essa questão.

A opinião do Edu:

"Você sabe que ninguém mais do que eu quer que essa CPI investigue a mídia, mas minha fonte tem razão. Há que pensar no conjunto da sociedade que não dá a mínima bola para essa luta política e quer, apenas, a verdade. Se o jogo se restringir a um lado e outro ficarem fazendo luta política, a investigação perderá a credibilidade. A CPI será o que será. Ninguém irá direcioná-la para um lado ou outro. Mecanismos para isso estão sendo elaborados. A mídia pode dizer o que quiser que contra fatos não há argumentos"

É minha também, por mais que tudo que o deputado Ferro "no pig" está falando seja música para meus ouvidos

 

Juliano Santos

Que a Veja ( e possivelmente outros órgãos de imprensa) cometeram crime para acobertar e favorecer criminosos é liquido e certo. A questão é que toda a grande imprensa esteve comprometida como essas ações visando fazer oposição ao governo federal e agora se debatem furiosamente para sair ilesos. A tática parece ser fazer as acusações se voltarem contra os governistas para intimida-los e como grande parte da população tem nesses órgãos o meio de se informarem a coisa fica dificil sem uma intervenção no sentido de coibir os crimes de imprensa. Mas por aqui a imprensa faz o que quer sem restrições. Inclusive se associando ao crime organizado. É hora da justiça agir sem perda de tempo

 

Qual seria a relação entre a NÃOveja estar se direcionando para a area "educacional" e as construções das escolas chinesas em Goiás?Ferro neles!

 

Está passando da hora de a sociedade brasileira exigir o afastamento do tal "sigilo de justiça" - notadamente aqueles que beneficiam os criminosos - para considerar o interesse público.

Por que a população brasileira está sendo privada de saber sobre a plenitude do crime organizado se esse “segredo” não é do interesse da sociedade?

Os valores estão invertidos. O povo brasileiro não pode ficar a mercê de vazamentos pontuais e de interesse de um ou de outro.

Para evoluirmos como sociedade, precisamos conhecer a nós mesmos. Nossos defeitos e virtudes.

Os crimes de um senador conivente com uma organização criminosa não pode ser motivo para um “sigilo eterno” que só serve aos interesses do crime organizado em detrimento dos interesses da coletividade.

Há, portanto, no direito, argumentos que façam superar essa quadra deprimente.

 

 
Re: Veja fomentou atividade criminosa, diz deputado
 

Se o sr Civita não for convocado, pra que CPI?

Pergunto: há a chance da Polícia Federal chegar antes da CPI? Ainda acho que é mais questão de polícia do que CPI.

 

Quem não desconfia de si próprio não merece a confiança dos outros (ditado árabe)

 Delfim NettoDesenvolvimento sustentável23.04.2012 09:58Barrageiros na Amazônia 

Organismos oficiais responsáveis pelo planejamento do setor energético estimam que mais de dois terços (70%, aproximadamente) do potencial ainda inexplorado para a produção de energia hidrelétrica no Brasil está na Amazônia. É nessa imensa região, onde “a terra brota das águas” (na feliz descoberta do jornalista Juan de Onis, veterano correspondente da imprensa europeia entre nós), que os brasileiros vão consolidar a autonomia energética que ajudará a garantir prosperidade, a integração econômica e um lugar no primeiro escalão das nações que vão dar as cartas neste mundo do século XXI.

O aproveitamento desse potencial recebeu um forte impulso em janeiro de 2011 com o início das obras das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, que terão capacidade de acrescentar 6 mil megawatts à matriz energética brasileira. A primeira tem geração prevista para 2015, enquanto Jirau já está com 70% da obra em andamento e deve iniciar os testes operacionais no primeiro trimestre de 2013. Com menos de dois anos de trabalho – enfrentando as difíceis condições da Amazônia Oriental – a GDF Suez, empresa líder do consórcio Energia Sustentável do Brasil, preparava-se para começar os testes de geração no segundo semestre de 2012. Teve de reprogramá-los por causa dos conflitos trabalhistas que interromperam as atividades em duas ocasiões, já retomadas por sinal.

Na construção da Usina de Santo Antônio trabalham hoje 15 mil funcionários, a maioria ocupada nas obras civis. As obras da Usina Hidrelétrica de Jirau geraram 25 mil empregos diretos no auge dos trabalhos de construção da barragem. Na fase atual são 16 mil, com a diminuição do volume das obras civis. Um número expressivo desses trabalhadores foi contratado após rápido aprendizado, proporcionado pelas próprias empreiteiras. Dois aspectos importantes foram ignorados, de modo geral, nos relatos da mídia quando da divulgação dos incidentes nos canteiros de obras.

Leia também:
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Pesquisa Abimaq: O grito da indústria
Guerra Cambial: Entre dois mundos

O primeiro diz respeito às dificuldades das empreiteiras para encontrar trabalhadores com experiência nesse tipo de obra, os chamados barrageiros, pelo simples fato de que entre 1985 (quando terminou a gigante Itaipu) e 2005 (quando o governo Lula conseguiu derrotar a oposição à construção de usinas na Amazônia), o planejamento das hidrelétricas foi abandonado no Brasil. Quem não se lembra do “apagão” energético de 2001? Em duas décadas sem obras importantes no setor, os barrageiros se dispersaram. Um capital humano precioso foi desperdiçado.

Outro aspecto é a falta de referência às barreiras naturais representadas pela distância dessa região dos centros urbanos, onde o trabalhador encontra o conforto a que está acostumado, com os problemas agravados pela necessidade de ficar longe da família, dos amigos. Os antigos barrageiros tinham adquirido um know-how valioso que lhes permitia superar os desconfortos da vida meio nômade.

No seu livro A História das Maiores Obras do País e dos Homens Que as Fizeram, Wilson Quintela, um executivo de grande valor que presidiu a Construtora Camargo Corrêa, descreve os barrageiros: “Trata-se de alguns milhares de homens e mulheres, de peões a engenheiros, de mestres de obra a cozinheiros que, à maneira dos antigos exércitos, se deslocam de barragem em barragem ao longo dos rios brasileiros, construindo as usinas que mantiveram o País aceso, com energia limpa, durante meio século”.

Impõe-se observar a natureza desses problemas quando persiste entre nós uma forma de oposição retrógrada, que tem encontrado meios de retardar (e até impedir) a exe-cução das obras projetadas para iluminar os povos amazônicos e possibilitar a produção de manufaturas, inclusive para exportação. Há novos caminhos para chegar aos portos peruanos no Pacífico e aos mercados do Caribe.

É imperioso dar andamento às obras das hidrelétricas de Belo Monte, no Xingu, no Rio Teles Pires, em Mato Grosso, e insistir na liberação dos licenciamentos para o complexo de usinas em São Luís do Tapajós, em território paraense. E é importante manter ocupados os novos barrageiros com o treinamento e a capacitação técnica que estão absorvendo na construção das usinas pioneiras do Rio Madeira.

Os brasileiros querem o cum-primento das leis de proteção ambiental e a audiência autêntica dos povos indígenas, mas não têm por que aceitar a chantagem de organizações financiadas com capital externo, cujo desejo, obviamente, não é o bem-estar dos naturais da Amazônia.

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zanuja

Só espero que o STF não permita que os convocados fiquem em silêncio, quando ainda não há processos criminais contras os próprios convocados. Lembram de outras CPIs ? E acredito que não vá ficar somente na VEJA, haverá outros e outras do PIG a serem convocados.

 

Se não é ampulheta, é empulhação 

Finalmente a Folha, hoje, publica uma informação relevante sobre os prazos de  julgamento do chamado mensalão.

Publica, mas sem ir direto ao ponto: este  caso ser julgado no primeiro semestre deste ano, no segundo, em 2013 ou em 2014 não faz, juridicamente, a menor diferença quanto à prescrição dos crimes alegados.

Leia só o que diz a matéria:

O “prazo prescricional” varia com o tamanho da pena e com o momento em que esse prazo começa a ser contado.

No caso do mensalão, o início é o recebimento da denúncia, em agosto de 2007.

Ou seja, se a pena mínima for maior que um ano e menor ou igual a dois anos, o crime prescreve em quatro anos (agosto de 2011); se for maior que dois anos e menor ou igual a quatro, ocorre após oito anos (agosto de 2015).

É evidente que o caso deve ser julgado, e sem protelações, assim que os trâmites devidos no STF se concluírem. Dentro da lei e do devido processo legal.

Mas alegar que tem de ser ainda este semestre para não prescreverem as penas não passa de uma empulhação grotesca. As prescrições que poderiam acontecer, já aconteceram em agosto do ano passado. Nenhuma outra prescrição haverá até o segundo semestre de 2015.

A tal “Missão Ampulheta” que está sendo promovida pela mídia é uma mistificação.

Os “cidadãos indignados” são integrantes das  redes pelo PSDB, como a senhora aí da foto, D.Henriette Krutman, descrita pela Veja como líder “do movimento Queremos Ética na Política, representando 22 grupos anticorrupção, que reúnem 57 mil integrantes nas redes sociais.”

Dona Henriette, como outros militantes tucanos que organizaram a manifestação “de massa”, têm todo o direito de se manifestarem. E sem repressão nem bombas, como aconteceu em São Paulo, justamente a São Paulo onde o governo é tucano.

Respira-se liberdade no Brasil, mas liberdade combina com verdade.

Usar a “pressa” em julgar o dito mensalão como instrumento para esconder a cumplicidade que se revelou no caso Carlinhos Cachoeira e suas ligações com a mídia é empulhar a opinião pública.

Alegar que o caso Cachoeira serve para protelar um julgamento que só depende dos ministros do Supremo é coloca-los sob pressão política.

E trabalhar para criar um clima de histeria que não condiz com o Estado de Direito.

 Fonte: Tijolaço do Brizola Neto.

 

zanuja

Informações que a mídia venal esconde vergonhosamente do povo brasileiro! Não querem justiça, querem linchamento midiático em pleno período eleitoral...

 

Prescrição dos supostos delitos do “mensalão”

 

Quadrilha ou bando: prescrição em agosto de 2015

 

Corrupção passiva: prescrição em agosto de 2023

 

Corrupção ativa: prescrição em agosto de 2023

 

Peculato: prescrição em agosto de 2023

 

Lavagem de dinheiro: prescrição em agosto de 2023

 

Gestão fraudulenta: prescrição em agosto de 2023

 

Evasão de divisas: prescrição em agosto de 2019

 

Diogo Costa

Por muito menos, o jornal de Murdock foi fechado. Estamos falando de associação ao crime organizado, manipulação de informações, mentiras, crime contra a honra e de lesa-pátria, articulações e "parcerias" ilícitas com desgovernos demotucanos, disseminação de ofensas, discriminação e preconceitos, tentativa de golpe contra a nação, inclusive tentando apoderar-se da educação, e por aí vai,... Cansamos de ser enganados. Ultrapassaram o limite da lei. Justiça para eles.

 

 

Políticos só são corruptos porque existem os corruptores. A veja faz parte de uma máfia que protege, inventa e assassina reputações de quem ela necessita, para seu esquema dar certo. Cria laranjas, cria escutas, inventa mensalão, cria o "diabo" e não paga por isso? Perdoem-me os incautos(?), mas mais bandida que a máfia midiática, somente a máfia da justiça.

Quanto a CPI, espero, "ardentemente", que tenhamos petistas como o deputado Ferro, porque se "pintar" mais um como o Delcilio Amaral, o assunto real será desviado. Eta deputado fraquinho esse Delcilio(acho que é esse o nome daquele incompetente e medroso da CPI do Mensalão, que inventado pela máfia midiática e seus capangas).

 

" politicos só são corruptos pq existem corruptores "


coitados dos politicos e eu achando que eles eram os responsaveis pela omissao do governo lesgislativo e executivo


 

 

leonidas

Para começar , o ideal é levantar os pagamentos feito pela Delta nos últimos anos , a movimentação finaceira junto a Caixa vai mostrar se existe mais pessoas envolvidas do próprio governo . A Veja deve ser iinvestigada tambem , mais os peixes grandes estão ao lado da empreiteira e do Cachoeira . A VEJA prestou um serviço público quando trouxe a baila  o envolvimento com maracutaias dos Ministros do Governo , e isso aborreceu muita gente que poderia estar se beneficiando dos trambiques , e a CPI poderia levantar estas acusações , pois os ministros sairam de mancinho e não se falou nada mais , se eles não tem culpa ai a Veja tem que responder por injúrias e acusaçõe falças... 

 

O crime organizado neste país vem agindo já há alguns anos. Vejam este artigo da Isto É, em 2003, artigo assinado por Amaury Ribeiro Jr e outros, como se vê, os tucanos sempre se safaram das acusações de roubalheira, uma pena que a Isto É tenha debandado para os lados de Serra e outros alunos do "professor" Cachoeira.

http://www.istoe.com.br/reportagens/17020_CONTA+TUCANO

 

 

...spin

 

 

Até que enfim apareceu alguem para lembrar o velho PT. É bonito ver um deputado do PT com coragem de chamar a Veja de bandida e tentar colocar o Civita no banco dos réus, que aliás é o único banco que cai como uma luva para ele. Todo mundo sabe que isso é verdade, mas o casal Suplicy, para ficar bem na cena, insite em puxar o saco dessa corja de delinquentes.  

 

Mas  tudo  começou  com o PC do B, Protógenes.

 

Ou a Veja é colocada no banco dos réus, como criminosa que é a organização da qual faz parte, ou a CPMI chegará à resltados lastimáveis. O restante da mídia piguenta tentará ser solidária, o que agigantará a força do embate, mas creio que chegou a hora do nosso Parlamento provar ao povo brasileiro que essa imprensa maldita terá de se submeter à vontade soberana da nossa democracia.

 

A vontade soberana da democracia prega liberdade de impressa e cadeia para que extrapola a mesma , sem necessidade de usar o termo " maldita "


Maldita não é a impressa e sua liberdade de expressao


Maldita é a mania de querer justiça só para o que possa ser conveniente com o credo politco


Eu particularmente não acho que um procurador geral da republica ( que goza da confiança do presidente que o tenha escolhido ) fosse um completo irresponsavel para denunciar algo como foi o suposto mensalão


Mas tem gente achando que ele foi uma peça de ficção , é um direito de qualquer pessoa acredita5r no que queira.


Partindo deste principio pode alguem achar que a Veja seja tão inocente quando o Dirceu.


esse é o problema quando se relativisa conceitos para posar de indignado com uns e compreensivo com outros.


Eu achoque todos devem ser devidamente investigados e se culpados devidametne punidos


No caso do Zé que seja preso , mas uma coisa é o Zé outra é o PT ( ou o que sobrou dele ) como uma coisa é a Veja outra e a imprenssa que não pode ser rotulada de maldita  a menos que a pessoa que use esse termos seja um radical que faz da ideologia sua religião


Ai o céu é o limete mesmo para suas bravatas...

 

leonidas

"Maldita não é a impressa e sua liberdade de expressao"

O problema, meu caro, é que a liberdade de expressão que a imrensa defende é, na verdade, a liberdade de censura DELA. Em outras palavras, o privilégio de divulgar apenas a opinião de quem ela deseja e calar as opiniões contrárias. O privilégio de impor à sociedade seu próprio pensamento.

E isso NÃO é liberdade de expressão.

Aliás, liberdade de expressão não pertence à imprensa. Ou ela é de todos, e é igual para todos, ou ela não existe, como qualquer outra liberdade ou garantia fundamental.

Enfim, o que a imprensa defende - e vc repete - é mero privilégio. Um tratamento especial, uma liberdade exclusiva e particular.

 

Sinceramente, não consigo entender absolutamente nada do que você diz...

 

O Mensalão não existe porque não houve pagamento mensal em troca de votos no congresso.

Assim sendo, o termo em si não faz sentido lógico. Como diz o Roberto Jefferson, era retórica.

É fato que o PT comprou o apoio do PTB por 20 milhões em 2004 (palavras do José Múcio, não minhas) e comprou outros partidos depois da eleição. Sabe-se que os empréstimos estranhos do BMG e Rural foram utilizados para pagar os neoaliados, e tudo isso é comprovado pelos saques efetuados pelos líderes do PP, PL, PTB e PMDB.

Mas a correlação de votações com pagamento mensal não se sustenta. Se fosse isso, porque líderes petistas sacariam o dinheiro? Tudo indica para pagamento de campanhas eleitorais por fora. O PT aparentemente se dispôs a pagar as dívidas dos outros partidos em troca de apoio e a fonte desses recursos era a mesma utilizada para pagar as dívidas petistas e inclusive o Duda Mendonça. Isso é um crime eleitoral, mas o nome mensalão é inapropriado.

Já a Veja, patrocinou escutas ilegais, se associou ao crime organizado, inventou matérias, escondeu fontes duvidosas e agiu de má fé para tentar derrubar o governo. A Veja sabia das atividades do contraventor e foi cúmplice do empresário de jogos durante todos esses anos.

O "mensalão" está sendo julgado. A hora da Veja ser julgada tem que chegar também.

 

uma distinção digna de um advogado...


ashsunshahshsuahau


assim até  parece que a " analise tecnica " possa  não tornar  algo ou alguem menos corrupto né ? rs

 

leonidas

E ainda por cima finge que não entende...

 

Não  confunda liberdade  com  libertinagem. A ÓIA faz canalhice.

 

Como costuma dizer meu finado avô: "Mas só na baixa da égua mesmo". Pois é: só na baixa da égua mesmo confundir o estatuto da liberdade de imprensa com inimputabilidade. 

O que o deputado defende, e este comentarista concorda, é convocar, sim, nem que seja debaixo de cipó de aroeira, o Sr. Roberto Civita para explicar as relações entre a sua Editora e o "empresário" Cachoeira. 

Sim eventualmente não ocorrer isso essa CPMI será apenas (mais) um sonho de uma noite de verão. 

 

JB, vc já  apanhou de cipó caboclo? Eu já ( meu  avô  sertanejo me  deu uma lapiada), e dói demais, mas  quero  saber  como é   essa  estória da égua.

 

como todas...rs

 

leonidas

"Não existe jornalismo bandido. Ou ele é jornalismo ou ele é bandido."

(Protógenes Queiroz)

 

A semeadura é livre, mas a colheita obrigatória.

O povo brasileiro fomenta atividade criminosa ao eleger 99% dos deputados que estao por lá


Me espanta a naturalidade como o sujeito fala de mafia e podridão na condiçao de puritano.


Se a Veja errou deve pagar por isso e caro , ela não a impressa que por mais suja que seja nunca chegara aos pés desses tais


Eles sao membros de uma "ordem secreta "que tem na figura de Jose Sarney o grao mestre rs


O Sarney é o mestre de tudo por lá e nada acontece ou deixa de acontecere sem sua benção.


O Collor foi entregue aos leaos porque nao entendeu isso, o Lula entendeu  e chegou ao ponto de pedir respeito a trajetoria de vida desse lider brasileiro que tanto bem fez ao seu estado natal o Maranhão.


Hoje Collor , Renan e cia tem em comum com o Lula de ter beijado a anel e reconhecido vassalagem para o verdadeiro dono do poder neste pais


Mas o problema do pais não é esse é a Veja , e do mesmo jeito que a Veja pode usar a impressa como um todo para tentar se safar.


Do outro lado ja tem neguinho usando a Veja para bolar algum controle de CONTEUDO  em cima da mesma.


Isso é briga do sujo falando do mal lavado e ambos tentando nos enganar dizendo que estao lutando pelo lado do bem...


rs

 

leonidas

Tá na hora do seu:

 

Eu fiquei com uma dúvida: O ex-presidente FHC beijou a mão do Sarney e o colocou como seu presidente do Senado ou não?

 

Sei que na visão binaria se falo algo de alguem da dita esquerda defendo PSDB


Mas assim o FHC outrora representante da esquerda ( como boa parte do PT rs ) evidentemente não esteve imune ...

 

leonidas

Cidadão, vc é caso perdido, é como diz meu cunhado: impossível dialogar com aquele a quem temos de salvar dele mesmo...

 

 

Leônidas...

Não consegui entender seu comentário, devo ser um analfabeto funcional, então, será que você poderia desenhar pra mim?

“O povo brasileiro fomenta atividade criminosa ao eleger 99% dos deputados que estao por lá”.

Quem elege o 1% restante dos deputados que está por lá, se não é o povo?

“Eles sao membros de uma "ordem secreta que tem na figura de Jose Sarney o grao mestre rs”

Eles, quem? De qual ordem secreta Sarney seria grão mestre, dos 99% de deputados eleitos pelo povo, do 1% eleito por obra do Espírito Santo ou da mídia insidiosa? Ou será que "grao mestre rs" significa estar em nível professoral no Rio Grande do Sul? 

“Do outro lado ja tem neguinho usando a Veja para bolar algum controle de CONTEUDO  em cima da mesma.”

Mas se: o “o problema do pais não é esse é a Veja” (palavras suas) então, como não controlá-la? Se não houver controle sobre algo que seria danoso para o país, daí sim estaria instituída a vassalagem, não?

Ou será que estamos, de fato, deixando de ser vassalos para sermos uma Nação soberana que já não adentra país algum, sem os sapatos, e, principalmente não aceita que uma ínfima parcela de sua sociedade se arvore governar em detrimento da esmagadora maioria. Isto é, será que não estamos verdadeiramente e finalmente nos transformando numa democracia?








 

A semeadura é livre, mas a colheita obrigatória.

eu entendo que vc nao entenda...rs

 

leonidas

Não creio que você me entenda, Leônidas, afinal, você ri muito, todo comentário seu vem acompanhado do indefectível "rs", e todos sabemos que muito riso é sinal de pouco siso.

 

A semeadura é livre, mas a colheita obrigatória.

NÃO É isso não, Wilso. Esse" rss.." tem a mesma função do coro de risadas que ouvimos naquelas "comédias" chatíssimas da TV paga. Servem pra mostrar que o que acabou de ser dito, apesar de não ser necessariamente muito engraçado, tinha a finalidade de fazer rir.

 

Acho que vc deve dobrar a língua qdo falar do Deputado Ferro.

 

zanuja

Por que não convocar o NASSIF. Afinal, de VEJA ele entende bem.

O dossiê VEJA seria um trunfo na CPMI para contestar aqueles retóricos do perigo à liberdade de expressão.

 

Tenho  certeza  absoluta  que  eles   estão munidos  com o  dossiê OIA feito pelo LN.

 

É isso aí meu Deputado.

 

zanuja

pena que ele não seja do rio, votaria nele de olhos fechados.

 

Visitem o Blog Ponto & Contraponto. Twitter: @len_brasil Robozinho do blog: @pontoXponto

Zanuja tú é pernambucano? Pernambucano numa briga não é mole, não!!!

 

É mato ou morro. Ou se esconde no mato ou corre para o morro.

 

Sou pernambucana sim. Sou baixinha e braba.

 

zanuja

hahá, é isso mesmo além de pernambucana é  baixinha,  então é  danada mesmo!!

 

Sei não Marcia, sei não...

Segundo a "conceituada" revista Veja desta semana ser baixinho é uma enfermidade, então, brabeza de baixinho ou baixinha deve ser algo bem raquítico.

PS. Minha estatura física é 1,62m, na verdade sou baixo, mas não tão baixo que não consiga enxergar a camarilha dos Civita do alto.

 

A semeadura é livre, mas a colheita obrigatória.