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WikiLeaks e Stratfor

Por Marco Antonio L.

Na redecastorphoto

WikiLeaks e os arquivos da “CIA nas sombras”

Plaza Pública, Guatemala

WikiLeaks obtiene archivos de “la CIA en la sombra”
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Comentário:

15 meses depois de publicar 250 mil telegramas das embaixadas norte-americanas em todo o mundo, WikiLeaks volta a lançar luz sobre as relações obscuras entre uma empresa global, informantes dentro das forças de segurança dos estados e ex-agentes da inteligência/espionagem dos EUA: a empresa Stratfor. WikiLeaks, que tem sede em Londres, obteve 5 milhões de e-mails da empresa Stratfor, especializada em segurança, e selecionou 25 jornais em todo o mundo, para divulgá-los e comentá-los para a opinião pública. O jornal Plaza Pública, na Guatemala, é um deles.

Nenhuma publicação de mercado do Brasil está incluída nessa seleção de 25 publicações decentes, em todo o mundo.

 

De um dose-mailsagora publicados, de 8/3/2011:

“Abriu-se a caixa de Pandora (com a candidatura de Sandra Torres como candidata). O setor privado vai tratar de matá-la.Los Zetasvão protegê-la. Logo será o Apocalipse.E então? Como tiramos dinheiro disso tudo? 
Abraços
[assina] Jaime Rivera,CEOde Bladex

“Os Arquivos da Inteligência/espionagem Global” que começaram a ser publicados hoje em todo o mundo sãoe-mail s dessa empresa de “inteligência global” com sede no Texas e revelam como opera uma empresa que vende serviços de inteligência confidencial a grandes empresas e agências de governos nos EUA. Ose-mailsmostram a rede de informantes, a estrutura de pagamentos, as técnicas de lavagem de dinheiro e de métodos psicológicos para obter informação.

Há quase 30 mile-mailsnos quais se discute a Guatemala, entre 2004 e 2011.Plaza Públicaos publicará ao longo dos próximos meses, oferecendo a nossos leitores, como fez com os telegramas diplomáticos doCablegateno ano passado, o contexto necessário no qual cadae-mailestá inserido.

Como advertimos no ano passado, nada garante que o que se lê nose-mailsde Stratfor seja verdade. Do nosso ponto de vista, Stratfor é uma fonte. Nesse caso, é uma fonte que tem acesso a dados e informações que se compram e vendem-se, no limite entre a legalidade e a ilegalidade. E Stratfor é também, por vocação empresarial, “fonte de outras fontes”, sem que ninguém, até agora, se tenha preocupado com a veracidade da “inteligência” que Stratfor vende, regida, como empresa, por seus próprios interesses empresariais.

Nesses “Arquivos da Inteligência/espionagem Global” vê-se o processo pelo qual Stratfor paga aos seus informantes através de contas na Suíça e cartões de crédito pré-pagos.

Dentre ose-mailssobre a Guatemala, já encontramos coisas que dão calafrios, sem qualquer credibilidade, mas que, tanto quanto se sabe, bem poderiam ser tratados como informação “de inteligência”. Por exemplo, ume-mailrecente, que ainda não completou um ano, datado de 8/3/2011:

“Abriu-se a caixa de Pandora (com a candidatura de Sandra Torres). O setor privado vai tratar de matá-la.Los Zetas vão protegê-la. Será o Apocalipse. E então? Como tiramos dinheiro disso tudo? 
Abraços. 
 [assina] Jaime Rivera, CEO de Bladex

O problema para a Guatemala é que, embora o comentário acima nada tenha a ver com a realidade, oe-mailé assinado por ninguém menos que o hoje presidente do Banco Latino-americano de Comercio Exterior, ouvido recentemente pela revistaForbes. Em seu perfil, aparece como assessor da Bolsa de Valores de Nova York, com renda anual de quase um US$1 milhão.

Essa é apenas uma amostra de quem são as fontes e informantes de Stratfor e do que dizem; muitos deles em postos de decidir, por exemplo, se o país recebe ou não investimentos externos e o que se faz com o dinheiro.

E Stratfor – diferente do que dizem os telegramas que chegam dos EUA – serve-se de métodos pouco ortodoxos. George Friedmann, fundador, gerente financeiro e diretor de Stratfor, resume numa frase: “Você tem de controlar [sua fonte]. Controlar quer dizer controle financeiro, sexual ou psicológico”, Friedman explicava à analista Reva Bhalla, dia 6/12/2011, que quer extrair, de um informante israelense, informação sobre o estado de saúde do presidente Hugo Chávez.

Stratfor também menciona o jornalPlaza Públicapelo menos uma vez, quando zomba de uma coluna de David Martínez Amador na qual David critica o modo de os norte-americanos obterem informações em campo no México e na América Central, que só conseguem de informantes infiltrados. “David não gosta de nós porque somos gringos”, dia 19/8/2011.

O que WikiLeaks faz agora está sendo feito apesar do bloqueio econômico que lhe foi imposto por Bank of America, VisaMastercardPayPal e Western Union, o que dificultou muito o processo de as doações de colaboradores chegarem até WikiLeaks.

Simultaneamente, as mesmas empresas nada fazem para impedir que seus serviços sejam usados para financiar organizações antissemitas, sionistas, racistas suprematistas brancos e criminosas de todos os tipos. Julian Assange continua em prisão domiciliar em Londres, há seis meses.

A falta de ética de algumas empresas jornalísticas, como o jornal The Guardian, destruiu a relação cooperativa que WikiLeaks havia construído com o jornal britânico, e obrigou a organização a publicar, de uma só vez, todos os telegramas diplomáticos dos EUA que tinha em seu poder. Diferente do que divulgaram os maiores jornais do mundo, os telegramas diplomáticos tiveram de ser divulgados em bloco, porque jornalistas, entre os quais jornalistas do TheGuardian,publicaram em livro as senhas de acesso ao material; e um desertor de WikiLeaks vendeu as senhas que tinha em seu poder.

Para salvar a integridade dos telegramas, antes de que fossem manipulados, WikiLeaks decidiu liberar todos. Na nossa avaliação, do jornalPlaza Pública, não foi a melhor opção, mas entendemos os motivos de WikiLeaks.

Assim aconteceu que, um ano depois, a própria embaixada dos EUA na Guatemala, para expor argumentos seus, citou artigos do jornalPlaza Públicaque usavam informação dos telegramas vazados por WikiLeaks.

O que temos agora é mais um esforço a favor da transparência da informação, e esforço mundial. Jornais de prestígio em todo o mundo, comoPúblicona Espanha; a revistaRolling Stonenos EUA;The Hinduna Índia;La Naciónna Costa Rica;Página 12na Argentina,La Jornadano México ouPlaza Públicana Guatemala são alguns dos parceiros de WikiLeaks nessa ocasião.

Cobertura mais completa sobre temas globais pode ser encontrada, no jornalPúblico/WikiLeaks, espanhol.

Ao longo das próximas semanas,Plaza Públicadistribuirá, comentada, informação que haja nose-mailsde Stratfor sobre a Guatemala e alguns dos países vizinhos.

Postado por Castor Filho às 2/28/2012 

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Pode não ter importância alguma, ser plantado, manipulado, adulterado.Porém,   toda  e qualquer informação, produzida e  originada no âmbito anglo-saxão,é aceita  como dogma.O PIG,fica umedecido quando se defronta com matérias que  depõem ou denigre o Brasil.De hoje e de sempre.

Quem tiver a curiosidade ,de comparar o estilo e o conteúdo ideológico da mídia reacionária,acompanhe   a reprodução das manchetes do GLOBO, de  50 anos atrás. O inimigo é o mesmo, os objetivos iguais e os personagens apenas, mais  primitivos  e toscos.Como o próprio veículo.

 

rique

Estas agências estão a serviços dos assassinos econômicos

Assista ao documentário 

http://www.youtube.com/watch?v=oatTrn0rnwo


Confissões de um Assassino Econômico (em inglês, Confessions of an Economic Hit Man) é uma autobiografia escrita por John Perkins e originalmente publicada em 2004.
No livro, já publicado no Brasil, ele conta a história de sua carreira como consultor da empresa Chas. T. Main, cargo para o qual teria sido recrutado por um membro da NSA (National Security Agencia) dos EUA.

Assassinos econômicos, de acordo com o autor, são profissionais altamente remunerados cujo trabalho é lesar países ao redor do mundo em golpes de trilhões de dólares.
Os assassinos econômicos atuam manipulando recursos financeiros do Banco Mundial, da Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USA ID), além de outras organizações internacionais e estadunidenses. Através de empréstimos, eles canalizariam verbas de países para grandes corporações e famílias abastadas que controlam grandes fontes de recursos naturais.

Perkins afirma que os métodos usados pelos assassinos econômicos incluem relatórios financeiros adulterados, pleitos eleitorais fraudulentos, extorsão, sexo e assassinato. Um assassino econômico seria um empregado do imperialismo norte-americano nos tempos da globalização.

De acordo com o livro, o objetivo final dos assassinos econômicos era o de convencer lideranças políticas e financeiras de países em desenvolvimento a contrair elevados empréstimos de instituições como o Banco Mundial e a USAID, com o objetivo de construir obras de infra-estrutura em seus países.

Os recursos dos empréstimos, porém, retornariam aos EUA, pois as empresas encarregadas das obras seriam invariavelmente dos EUA. Os países beneficiados se veriam asfixiados com os pagamentos dos juros e as amortizações do principal dos empréstimos. Sendo assim, tais países se veriam obrigados a se subordinar à pressão política dos Estados Unidos em diversos temas.

No epílogo da edição de 2006, o autor rebate a oferta de perdão da dívida dos países do Terceiro Mundo por parte das nações do G8. Perkins alega que a proposta impõe diversas condições, dentre as quais a privatização dos serviços de saúde, educação, provimento de eletricidade, de água e outros serviços públicos. Segundo o autor, a proposta obriga ainda os países beneficiados a acabar com quaisquer subsídios às empresas locais e o fim de qualquer barreira ao comércio internacional, sem qualquer contrapartida por parte das nações do G8, que poderão continuar subsidiando suas empresas e impondo restrições, salvaguardas e tributos ao comércio internacional.

 

O Wikeleaks é uma central de chantagem com mercado definido, a imensa quantidade de idiotas que povoam o mundo.  Considerar normal a invasão de arquivos de governos, empresas e familias e tornar publico o que é privado, que atividade mais asquerosa.

Nessas mensagens de uma reles empresa de publicação de newsletters e papers tematicos não há nada alem de bisbilhotagem de calçadão, opiniões de bar, um cara que acha isso, outro que acha aquilo,

não tem absolutamente nada de segredo estrategico envovlido, é parceiro de jornais porque alguem pinça informações que estão em um jornal? Ou conversa com um jornalista?  So what?

Um sujeito não identificado, pode ser pinguço do Bar Lagoa, disse que os Rafalle vão ser a aposentadoria do Lula, qual a seriedade disso? Mas um bando de zés das couves dá credito a isso, repercute, reproduz e faz espuma.

A Kroll é infnitamente mais importante que essa Stratfor, é uma divisão da Marsh McLean, firma de seguros cotada na Bolsa Nova York, foi vendida por dois bilhões de dolares, é empresa tambem de investigações, existe uma longa tradição de agencias desse tipo nos EUA e Inglaterra, em 1850 já existia a Pinkerton, firma privade de detetives que ja fazia esse tipo de trabalho, é tudo muito profissional, aberto, registrado, pagam impostos, qual o problema? O Jules Kroll está presente em todos os almoços em Washington e New York com personalidades brasileiras,  faz parte do trabalho dele.

A propria CIA não é tudo isso, é a ABIN deles, a CIA tem site, vende publicações, é uma organização

funcional do Estado americano, eu conheço um omonte de gente aposentada de lá, que hoje são advogados em grandes escritorios, um deles é meu grande amigo, está sempre no Brasil, vou jnatar com ele domingo no Rio, foi um dos diretores de mais alto nivel da agencia, hoje aposentado e advogado corporativo. Aqui o que é normal e corriqueiro passa  a ser um espanto, fruto da ignorancia ou do gosto pelo carnaval, vai saber.

 

    AA, desta vez vc. está completamente certo.


     O Friedmann da Stratfor,é um paranóico que em sua época de CIA produzia relatórios completamente furados, um sub-produto da Era Reagan, uma fase nada meritória da capacidade da Agência em entabular analises criveis - chegavam com informações não replicaveis, tipo: "os soviéticos estão fazendo isto em Krasnoyarsk"; tudo papo de neurótico anti-comunista - ou: "Arafat tem 3 mulheres, mas é estéril, tendendo ao suicidio" - ou outra ótima: " Marwan Barghoutti é agente do Shin Bet".


       A Stratfor não produz relatórios confiaveis, quando comparados a produções semelhantes da RAND Corp, IHS Janes, Brookings Inst. ou até da Kroll, os da Startfor são devaneios e muitas vezes completamente disparatados dos outros institutos de analise, de acordo com um analista ingles da IHS Janes - "enquanto todos veem o X, o Friedmann faz campanha pelo Y".


      Eu gostaria de ver os da RAND Corp.. 


       P.S.: esta estória do Lula com os Rafales, eu ja ouvi com outras duas versões - receberia comissão da Boeing se escolhe-se o F-18, ou uma outra ótima: é sócio oculto de todas as empresas do ABCD envolvidas com os suecos da SAAB, e que o Roberto Teixeira seria o intermediário, junto com o Luis Marinho - prefeito de SB do Campo, tudo apoiado pela COMDEFESA da Fiesp.


                Tem estórias para todos os gostos, é tudo espuma, vai no se colar colou.

 

junior50

"Um sujeito não identificado, pode ser pinguço do Bar Lagoa, disse que os Rafalle vão ser a aposentadoria do Lula, qual a seriedade disso?":

Nao "pode" ser nao, ele eh, e esta identificado so o suficiente pra ser uma presenca arrazadora dentro de uma embaixada estrangeira no Brasil.

Por estar por dentro de conversas de compras militares ele eh provavelmente ex-militar, e ele fala diversas vezes AQUI no consulado.  Ele tambem considera seu mundinho o centro da galaxia com creme chantilly.  So pode ser um paulista, com um carioca em distante segundo lugar.  Ah, e ele mente pra si mesmo e pra governos estrangeiros a respeito de coisa tao simples como a aposentadoria de Lula.

Perdoe me por preferir que ele fosse um pingusso de barzinho de beira de estrada.  Ele teria mais contato com o Brasil real do que essa prima dona do email.

 

"Considerar normal a invasão de arquivos de governos, empresas e familias e tornar publico o que é privado, que atividade mais asquerosa":

Mostre me UMA UNICA vez que voce reclamou de arquivos "privados" e informacao de espionagem sendo publicada pela rede golpe ou qualquer outra media brasileira.

 

A Kroll é outra empresa acima de qualquer suspeita que mexe com o submundo da arapongagem internacional:

Kroll: Eu acuso Daniel Dantas

A Justiça Federal de São Paulo absolveu Daniel Dantas da acusação de formação de quadrilha, no âmbito da Operação Chacal, que investigou como Daniel Dantas contratou a empresa americanaKroll para grampear ilegalmente.

A Dra Cecíclia Melo, da Justiça de São Paulo, foi quem desbastou as acusações contra Dantas e deixou essa última – formação de quadrilha – para ser agora, provisoriamente, encerrada.

A Dra Melo chegou a desconsiderar a confissão de uma testemunha-chave, que confessou ter mentido – pago – para tirar Dantas ou um enviado especial da casa de um espião/grampeador. 

É uma decisão singular: são condenados os membros de uma quadrilha que espionava e não há mandantes.

Espionar para quem ?

Para ninguém.

Espionavam por deleite.

Por voyeurismo, como os espectadores do BBB.

 

Navalha

Eu, Paulo Henrique Amorim, cidadão de uma República, jornalista e pai de família, acuso Daniel Dantas de me grampear.

Entre outros crimes.

Conheço essa história na palma da mão.

Fui testemunha de acusação contra Dantas no processo da Kroll.

Estive na mesma sala em que se encontravam dezenas de advogados dele, notadamente Varões da Advocacia Brasileira, como Wilson Mirza e Nélio Machado.

Conheço o coronel da PM de São Paulo contratado para me espionar.

Conheço o espião/trapalhão israelense que fazia lista por escrito dos clientes e serviços prestados – e que a Justiça parece não ter lido.

Conheço o parente de Dantas que foi à casa do espião/trapalhão acertar o negócio em nome de Dantas.

E ele sabe que o conheço muito bem.

Conheço tudo desse mar de lama.

Dantas me grampeou.

Grampeou uma ligação minha com o empresário Antoninho Marmo Trevisan.

Conhece a minha dieta.

Meus horários.

Meus amigos mais diletos, como Mino Carta.

Espionou membros de minha família.

Grampeou minha filha, enquanto estava noiva.

A Polícia Federal pode não ter conseguido filmar com foco o encontro do parente de Dantas com o espião/trapalhão.

O Ministério Público pode não ter conseguido demonstrar que ele fazia parte da quadrilha – no papel inequívoco de mandante.

E a Justiça errou.

A Justiça errou em todas as etapas.

Desde quando o processo esteva nas doutas mãos da Dra Cecilia Melo.

E agora, na decisão final (e provisória).

Uma quadrilha sem chefe.

Nem em filme dos Irmãos Marx.

E tem mais.

O ansioso blogueiro suspeita que, no caso do desembargador corrupto que a Dra Eliana Calmon mandou para casa (com aposentadoria integral. Viva o Brasil !), ali tem impressões digitais de Dantas.

Como não tem nenhuma dúvida de que o dinheiro do valerioduto do Marcos Valério, desde o Mensalão tucano de Minas, sob o comando de Eduardo Azeredo, era dinheiro de Dantas.

Aliás, a CVM sabe disso melhor do que ninguém, porque tem lá os documentos que mostram a grana que o Dantas, na Brasil Telecom, despejava no cano do Valério.

Eu acuso: a Justiça Federal de São Paulo inocentou- provisoriamente – um culpado.

Dantas me grampeou.

E como diz o sábio Mino Carta, não precisava da Operação Satiagraha.

A Operação Chacal da Kroll, por si só, botava o Dantas atrás das grades.

Para onde voltará,inelutavelmente.

Em tempo: quando Dantas promover a enésima ação judicial contra mim – o que faz toda quarta-feira -, a certa altura dos acontecimentos invocarei como testemunha um dos filhos do Roberto Marinho. Como se sabe, Dantas contratou a Kroll quando brigava com a Telecom Italia. Por causa disso, grampeou os filhos do Roberto Marinho porque tinham relações empresariais com a Telecom Italia. Sei disso, porque o então presidente da Brasil Telecom, Ricardo K, me contou. Pegou os grampos de Dantas recolhidos nos arquivos da Brasil Telecom e mostrou a um dos filhos do Roberto Marinho. Eu trabalhava no iG, da Brasil Telecom, até ser devidamente defenestrado por um Caio T. (“T” de tartufo) Costa.

Em tempo2: este ansioso blogueiro já disse que o business plan de Dantas é ratificar na Justiça (brasileira) as trampas empresariais que monta com ajuda de notáveis Advogados. Disse isso apoiado num depoimento de Samuel Possebon, excelente jornalista da Teletime, que acompanha a carreira de Dantas, um ícone do capitalismo (de Estado) brasileiro. O diálogo poderia ser assim: ele chega para o futuro sócio e diz: te faço a seguinte operação. O futuro sócio perguntaria: mas, isso é legal ? E ele responde: comigo é !  

Em tempo3: foi nessa peleja de Varões de Plutarco, que o Zé se transformou em Zé. Clique aqui para ler por que os amigos de Dantas se referem ao Ministro da Justiça com tanto carinho … Zé.

 




Paulo Henrique Amorim

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/02/15/kroll-eu-acuso-daniel-dantas/

 

Meu deus, como o PHA sofre nas mãos desse povo, ainda há bobinhos que caem na besteira de fazer com o blogueiro do esgoto que mentiu sobre o conteúdo deu ma sentença para dizer que  PHA é racista, não sei desde quando. 

 

Puxa vida, você vai jantar com um espião aposentado, que informação relevante para a discussão! Agora sim!!!!

 

Drinds, só fiquei na dúvida se o AA tinha amizade com estes espiões da CIA na época da ditadura militar, sei que a relação do AA com os milicos era como carne e osso, segundo afirmação do próprio Andrew Araúmo

 

A CIA tanto quanto a ABIN são mais do que tudo, vastas burocracias, é preciso desmontar as mitologias sobre essas organizações, com o fim da Guerra Fria o mundo mudou e os serviços de inteligencia tambem, a CIA tem até uma sala para crianças.

https://www.cia.gov/kids-page/index.html

 

Da Veja, no Poder Naval - 27/2/2012
WikiLeaks: Brasil quer Grã-Bretanha longe das MalvinasNovos arquivos divulgados pelo site revelam diálogo entre espiões da Stratfor

 

A revelação não é exatamente bombástica. Mas em um momento em que a disputa entre Grã-Bretanha e Argentina pelas Ilhas Malvinas (ou Falklands) volta ao ponto de fervura, ela tem inegável interesse. O site WikiLeaks revelou nesta segunda-feira, através do jornal espanhol El País, que o Brasil quer a Grã-Bretanha longe das Malvinas. A divulgação ocorre depois do vazamento de e-mails da empresa de inteligência e análise estratégica Stratfor.

Em troca de mensagens, a companhia diz que, “surpreendentemente, ainda há quem acredite que as Ilhas Malvinas pertençam à Argentina”, e que o Brasil está disposto a apoiar o país vizinho porque “não quer os britânicos perto de suas reservas de petróleo”.

A conversa entre espiões e analistas da Stratfor começou após o anúncio de que um grupo de empresas de petróleo – incluindo a brasileira Petrobras – realizariam perfurações nas águas argentinas próximas às Malvinas em abril de 2009.

Confira a seguir a troca de e-mails divulgada pelo WikiLeaks:

Allison Fedirka (da Argentina): “Por enquanto, parece que a YPF-Repson, Petrobras e Pan American Energy participaram da exploração. Não sei como isso afetará a relação entre PAE e British Petroleumm, ou se sequer afetará (…)”.

Reva Bhalla (supervisor da Stratfor): “É muito estranho que a Petrobras esteja envolvida (também é interessante que a Espanha dê apoio à Argentina). A participação da Petrobras nesse projeto é uma mostra de apoio bastante forte em uma disputa onde a Argentina parece perdida. Por que esse apoio do Brasil?”

Paulo Freire (correspondente brasileiro da agência): “O Brasil falou várias vezes que o Atlântico Sul e a Amazônia são lugares que nenhum país do norte deveria estar ocupando. Desde que Lula chegou ao poder, o Brasil tem dado sinais de apoio à Argentina no tema Malvinas. Os brasileiros não querem a Grã-Bretanha perto de suas reservas de petróleo”.

Bhalla: “Interessante… É assim que o Brasil se posiciona como o protetor da Argentina? Suponho que eles possam se posicionar assim se perceberem que a Argentina está fraca”.

Freire: “Eles acreditam que a Argentina não é uma ameaça, têm mais medo da Grã-Bretanha porque a associam com a Otan. O último plano de Defesa Nacional diz que o Atlântico Sul deveria ser uma das prioridades do Brasil na área de segurança”.

Em outro e-mail, Freire diz que, em caso de conflito armado entre Argentina e Grã-Bretanha, o Brasil não se envolveria na questão além do plano retórico. O analista da Stratfor, Alex Posey, ainda afirma nos e-mails que o tema Malvinas serve como “distração” a temas internos na Argentina. “Devo dizer que é um tema que machuca os argentinos. Muitos deles acham que as ilhas deveriam ser deles por direito, assim como aparecem nos mapas do país.”

FONTE: Veja.com


Read more: http://www.naval.com.br/blog/#ixzz1nm1JDcbs

 

 

...spin

 

 

"A revelação não é exatamente bombástica":

A "revelacao" nao eh exatamente "revelacao" tampouco!  So a Veja mesmo pra acreditar que o Brasil deveria estar do lado da Inglaterra na questao das Malvinas!

So faltava!

Isso era segredo PRA QUEM, pra espiaozada mediatica?!?!

 

Quem será o Freire, agente da Stratfor no Brasil? O Freire é bastante atuante, deu no blog do Renatão. O agente é citado pelos colegas, ora como Paulo, ora como Freire ou Paulo Freire que, como se vê na parte grifada, tem contato com militares:

"(...)

Freire: "Eles acreditam que a Argentina não é uma ameaça. Eu tenho mais medo ao Reino Unido porque associam com a NATO. O mais recente plano nacional de defesa do Brasil disse que o Atlântico Sul deve ser uma prioridade para o Brasil na área de segurança. 

Bhalla:-Eeehhh ... Luz. Estou ansioso para a análise / informação que Allison e Paulo pode reunir sobre o assunto. (Aparentemente, não muito mais juntos, porque o problema não se repetir no e-mail). Stratfor e-mails, mais de 10.000 referências a Argentina, mostram que o rebocador política de guerra com a Grã-Bretanha ao longo das Malvinas é um dos assuntos relacionados neste país que concitan mais atenção entre os clientes da agência. Em particular, o grau de apoio que o Brasil estaria disposto a dar Argentina. A questão foi abordada novamente em contato Paulo Freire, correspondente brasileira da agência, realizada em 7 de setembro com uma fonte de inteligência militar brasileira, que não identifica: Freire: "Eu até fez uma piada dizendo que um possível conflito armado entre a Argentina e Reino Unido sobre o Malvinas não seria um problema que envolve Brasil e (a fonte) disse que não. Ele disse que o Brasil apoiaria algum tipo de retórica e algum apoio logístico, também, mas a verdade não é. "Outro tema de interesse para os clientes da Stratfor é o nível de militarização que existe nas ilhas. A agência não teve dificuldade para descrever os ativos que compõem a implantação militar britânica na zona de conflito. Mas, apesar de uma ordem do chefe da inteligência militar para Stratfor relatório é o mesmo, mas do lado argentino, onde os e-mails de agências não continha qualquer resposta a esse pedido. A falta de resposta pode ser porque Allison e companhia não encontraram nenhuma informação relevante, porque desde a guerra, a Argentina realizou exercícios militares ou tropas e armas implantadas no Atlântico Sul, apenas para resolver o processo em fóruns internacionais por meio de canais diplomáticos. Em seguida, o memorando que escreveu Nathan Hughes, diretor da Stratfor Análise Militar em 22 de fevereiro do ano passado, também perguntar sobre o alerta de tropas da Argentina sobre argentinos possível sabotagem que nunca aconteceu contra a perfuração de petróleo operando em inglês das Malvinas:"Queremos monitorar o bem Oceanside e qualquer tentativa de interferir ou intimidar operações na Argentina. Qualquer actividade naval ou ar na vizinhança do Falklands no momento, pelo menos, deve observar-se, se não for informado. Qualquer fortalecimento do Reino Unido está sendo implantado ou chegando ao Falklands devem ser observados e relatados, a menos que é uma rotação normal. "(Um destróier ou uma frota de aeronaves para substituir outro, por exemplo). é relatar fatos e implementações físicas. Não haverá escassez de retórica que sai de Buenos Aires sobre este tema. Mas é uma profunda compreensão do que realmente está acontecendo, o que vai nos ajudar a ir além da retórica. "Activos do Reino Unido Falkland estação: - mísseis guiados destroyer HMS York (D98). - Offshore Patrol Vessel HMS Clyde (P-284). - Freighter Fleet Auxiliary Onda governante real (A-390). -. Quatro caças Typhoon superioridade aérea provavelmente não vai vê-lo, mas fique alerta para qualquer indicação da presença de um submarino britânico no estação (Malvinas). " Embora o memorando de Hughes não teria sido atendida pelo correspondente na Argentina, "o analista tático" Stratfor Alex Posey fez, confirmando a presença de submarinos britânicos na área desde o final do guerra: "Eu entendo que manter uma rotação de submarinos na região desde 1982." Outra correspondente recebido consultas de Stratfor Argentina referidos a decisão do governo de Cristina Kirchner em fevereiro de 2010 para exigir autorizações de viagem para os navios entrar em águas argentinas para as Ilhas Malvinas. O correspondente concluiu que era um movimento político interno para distrair as massas. No entanto, o viés de sua análise é refletida na surpresa, já que na Argentina "ainda" existem pessoas que defende a causa das Malvinas. Então, sua análise de 17 de fevereiro de 2010, dirigida ao supervisor Reva Bhalla:"Minha opinião sobre esta questão coincide com o seu pensamento-escaparles uma distração para questões domésticas. Ao longo do ano, o governo argentino vai ouvir a questão do Falklands: para eles a questão nunca foi resolvida em 1982. Eu ouço a notícia de início de Abril (Dia Malvinas) e cada vez que há uma importante visita oficial no Reino Unido / Argentina. Por exemplo, quando CK foi o Reino Unido para o G-20 prometeu levá-la. Devo dizer que é uma questão que fere os argentinos. Muitos deles acreditam ainda que as ilhas devem ser deles por direito (como mostrado em mapas com a Antártida Argentina). " Não era a primeira vez que um correspondente na Argentina Stratfor concluiu que o governo Kirchner usou a questão das ilhas como manobra de distração. Em 28 de março de 2003, Kornfield, então agente Stratfor no país, usou o mesmo argumento para explicar a decisão de Nestor Kirchner para acabar com a exploração conjunta com as reservas de petróleo do Reino Unido sobre as ilhas. Curiosamente, embora o agente Kornfield reconheceu que o governo argentino estava passando por um de seus melhores momentos, concluiu que a distração serviu para desviar o foco dos problemas alegados não especificados que vinha desenvolvendo "abaixo da superfície."Os parágrafos a seguir mais salientes do seu relatório: "No 25 º aniversário da Guerra das Malvinas, a Argentina cortou a sua cooperação com a Grã-Bretanha na exploração de petróleo na área e está se movendo para cima a sua retórica afirmando a soberania plena sobre o ilhas e seus recursos. É provável que o presidente Kirchner pretende que esta serve como um choque para as tensões internas que poderiam azedas as perspectivas para as próximas eleições presidenciais em outubro. (...) a Argentina terá eleições presidenciais em outubro e Nestor Kirchner é fortemente favorecido se optar por apresentar, caso contrário, deverá suceder a sua esposa, Cristina, hoje senador.O Kirchner tem desfrutado de enorme popularidade nos últimos três anos, gestão do crescimento econômico sustentado de oito por cento, bateu-o fora de seu colapso terrível de 2001. Mas sob a superfície, o descontentamento está se formando. "(Fim do comentário.) Outro tema relacionado com a das Malvinas que Stratfor interessado tem a ver com a fabricação de foguetes de médio alcance argentino PXC Gradicom 2009. Os cães queria saber se o teria Gradicom capacidade suficiente para transportar um míssil e longe o suficiente para alcançar as Ilhas Malvinas. As reportagens disseram que o míssil tinha viajado centenas de quilômetros e poderia ter um alcance de até 300 quilômetros. Ao olhar para o mapa que a das Malvinas foram 482 km do território continental argentino, os especialistas Stratfor concluiu que não seria possível sem a introdução de melhorias no foguete / míssil. No entanto, a Allison correspondente concluiu que não havia que se preocupar muito, porque os argentinos muitas vezes anunciar grandes projectos que, eventualmente, levam muito mais tempo do que o esperado. Reva Bhalla: "Em dezembro de 2009 Argentina testou a PXC Gradicom, que usou a tecnologia de combustível sólida para lançar um pouco mais de cem quilômetros. O objetivo é melhorar a Condor II, alegadamente tinha um alcance de mil quilômetros e uma carga de 500 quilos. O objetivo de mísseis de médio alcance é que eles podem transportar 500 quilos para 300 quilômetros, que poderá atingir as Ilhas Malvinas. Nate, o que você acha? ". (Nate não pegar, pegar Allison.) Fedirka Allison: "As Malvinas são cerca de 300 milhas (482 quilômetros) da Argentina. Eu não sou um grande perito em mísseis como para comentar sobre a capacidade da arma. Quanto a tecnologia, tempo e dinheiro necessário para essas melhorias?Eu sei que tenho um ano desenvolvendo o míssil. Argentina costumam fazer grandes anúncios, mas muitas vezes não têm dinheiro suficiente ou organização para terminar o trabalho (por exemplo, Paris da dívida do Clube. Anunciou que pagaria em 2008 ...). " Apesar do ceticismo de agente local Stratfor, o site tem fotos aviacionargentina.net um modelo do Orbit, o sucessor de Gradicom II, destinado a triplicar a sua distância de vôo para chegar a 300 milhas, e anunciou que estaria pronto para ser lançado "início de 2012". Haverá atento. Fonte:http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-188440-2012-02-27.html INFORMAÇÕES SOBRE A LISTA E ASSINATURAS PARA INTERNET: http://greenhouse. economics.utah.edu mailman / / listinfo / recaptura-popular . INSCRIÇÃO POR EMAIL: enviar uma mensagem, digitando a palavra 'help' no assunto (não digite nada no corpo da mensagem) para [email protected] utah.edu EMAIL de pessoa é dada a lista: [email protected] TODAS AS MENSAGENS nessa lista são FECHADO e pode ser consultadoe-mail

http://renatopompeu.blogspot.com/

 

 

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Imaginem em uma eleição presidencial, o interesse que existe para saber os rumos da exploração de riquezas do país como o petróleo do pré-sal???????


Se possível também influenciar com notícias tentando eleger prefeitos, governadores e presidentes que lhe sejam favoráveis.


Quem será que ganhou ou ganha dinheiro com estas informações??????

 

"Quem será que ganhou ou ganha dinheiro com estas informações??????":

Os ricos.  Nao eh pra beneficiar o mundo nem sua populacao que essa compania ou a rede golpe existem.  Alias, se nao fosse para o beneficio dos ricos a espionagem nao teria sido legalizada pra comeco de conversa.

 

Stratfor é uma empresa terceirizada de espionagem econômica e política com fachada de newsletter, as Organizações Globo no rolo. Se o Brasil tiver que procurar seus inimigos terá que ir que começar pela Vênus Platinada.

 

A espionagem da Stratfor de olho grande nas Ilhas Malvinas e Petrobrás:

Na segunda-feira 27 fevereiro de 2012, o WikiLeaks começou a publicar os arquivos de inteligência globais , mais de cinco milhões de e-mails do Texas sede "global de inteligência" Stratfor empresa. A data de e-mails entre julho de 2004 e final de dezembro de 2011. Eles revelam o funcionamento interno de uma empresa que frentes como um editor de inteligência, mas fornece serviços de inteligência confidenciais de grandes corporações, como a Dow Chemical Co. de Bhopal, a Lockheed Martin, Northrop Grumman, Raytheon e agências governamentais, incluindo o Departamento de Segurança Interna dos EUA , os fuzileiros navais dos EUA e os EUA Agência de Inteligência de Defesa. Os e-mails mostram web Stratfor de informantes, pay-off estrutura, técnicas de lavagem de pagamento e métodos psicológicos.

Re: [LATAM] INTRO: Falklands / Malvinas perfuraçãoE-mail-ID904949Data2010-09-21 21:15:37A partir dereva.bhalla @ [email protected] de [email protected], fraco. 


ansiosos para ver o que Allison e Paulo podem recolher sobre este assunto.

Isso  poderia fazer uma boa análise sobre a FP do Brasil perspectivas para a região 
em 21 de setembro de 2010, às 2:10 PM, Reva Bhalla escreveu:

 Então, o Brasil está se estabelecendo como um protetor da Argentina? interessante ... eu acho que eles podem dar ao luxo de fazê-lo se eles percebem Argentina como sendo aquela semana Em 21 de setembro de 2010, em 2:09 PM, Paulo Gregoire escreveu: Sim, eu vou tentar obter uma visão. Brasil mencionou algumas vezes que o Atlântico Sul é uma Amazônia Azul e que nenhum país do norte deve ser ocupá-la. Desde que Lula chegou ao poder o Brasil tem mostrado sinais de apoio à Argentina na questão das Malvinas. Eles não querem ter o Reino Unido ao lado dos reservas do pré-sal. Paulo"Reva Bhalla"
Para: "LatAm AOR" 
Sent: quarta - feira 22 de setembro, 2010 3:37:57 PM 
Subject: Re: [LATAM] INTRO: Falklands / Malvinas perfuração 

Isso é muito estranho que a Petrobras está envolvida (também interessante que . Espanha está apoiando Argentina up) Paulo, você também pode tentar recolher uma visão sobre o que está acontecendo aqui? Petrobras participar neste projecto é um show muito forte de apoio para a Argentina em uma disputa onde a Argentina tem procurado completamente indefeso. Por que é Brasil / Petrobras fazendo isso 

Em 21 de setembro de 2010, às 1:35 PM, Allison Fedirka escreveu: Não tenho certeza que é Mercopress mas elas tendem a relatar coisas Malvinas Falklands / mais completamente do que outros meios de comunicação e um pouco mais rápido do que imprensa argentina. 

Os dois artigos abaixo são o anúncio inicial (foi repped) que o Govt planeia as suas próprias atividades de exploração e o segundo é o mais recente artigo dizendo que os planos de exploração, estão a caminho para o início de dezembro 2010. 

O anúncio inicial foi bem cronometrada, apenas cerca de uma semana após o feriado de Natl Malvinas, na Argentina (2 de abril). Por agora parece que a YPF-Repsol, Petrobras e Pan American Energy participará na exploração. Não sabe como associação PAE da British Petroleum com afetaria as coisas (se houver). Eu não sou certo porque eu ainda estava de alguma forma envolvido Uruguai (wishful pensamento?). 09 de abril de 2010 - 02:57 UTC - para perfurar dois poços próximos a águas das Malvinas * no último trimestre Várias companhias de petróleo que operam na Argentina se uniram para começar hidrocarbonetos explorações próximas das Malvinas * Os águas. As empresas têm programados para gastar 140 milhões de dólares em dois exploratórios poços para que eles tenham contraído uma embarcação de perfuração especial, de acordo com relatos na imprensa de Buenos Aires. As empresas envolvidas são YPF, Petrobras Brasil * s e PAE, que é uma associação da Argentina * s Bridas e British Petroleum.* O navio Stena * DriMax está programada para perfurar dois 2.000 metros de poços em uma área de 320 quilômetros de Rio Grande e 498 km de Rio Gallegos. Embora nem muitos detalhes da operação foram divulgados* Stena DriMax * deve estar chegando no último trimestre do ano e contará com três embarcações de apoio que operam a partir de Comodoro Rivadavia como base logística. Aproximadamente 250 pessoas estarão envolvidas na rodada de perfuração, diz a imprensa de Buenos Aires. O navio pode acomodar 180 pessoas. YPF foi perfurado no Atlântico Sul, principalmente no mar Chubut província em águas relativamente rasas, mas desta vez a operação está a ter lugar a uma profundidade média de 500 metros de acordo com a imprensa de Buenos Aires. Stena DrillMax é atualmente operação off-shore Brasil contratado pela empresa-mãe YPF, Espanha * s Repsol. A iniciativa, aparentemente, tem sido estimulado pela Argentina governo em resposta à fase de perfuração exploratória em águas das Malvinas * Os por quatro empresas britânicas com o óleo sonda Ocean Guardian, e que enfureceu as autoridades argentinas e virada da opinião pública. O primeiro poço perfurado na bacia Falkland Norte pelo desejo de Petróleo mostrou sinais abundantes de petróleo e gás, mas foi finalmente selado, pois não tinha os volumes suficientes comerciais. Segundo o site de perfuração Stena, a empresa é uma subsidiária de uma subsidiária integral da Stena AB, Gothenburg, Suécia e é um dos . empreiteiros mundo de perfuração acima de tudo independentes em 1989 e 1996 Stena adquirido Houlder Marinha Perfuração e Ben Linha de perfuração Steamers / Atlantic, respectivamente, e com eles a história, namoro e pedigree de volta para meados dos anos 1970. As aquisições foram estratégico no fornecimento de Stena Drilling, não só com perfuração dignos unidades, mas também com funcionários e pessoal, que trouxeram inestimável experiência operacional e sucesso para a empresa. Hoje, Stena Drilling gerencia um negócio global, mantendo uma carteira de sucesso, passado e operações presentes no Mar do Norte, Golfo dos EUA do México, Sudeste da Ásia, Mediterrâneo, Caribe, América do Sul, Austrália, África do Norte e África Ocidental. Na expansão de sua frota de unidades de perfuração bem mantidos, a Companhia teve um papel ativo na construção e conversão de plataformas e, ao fazê-lo, alguns dos pioneiros das tecnologias mais de ponta e inovações na perfuração mundo. Os 228 metros Stena longo DrillMax foi construído pela Samsung Heavy Industries, na Coréia do Sul e é descrito como um dinamicamente posicionadonavios de perfuração concebidos para operações mundiais do ano redondas de largura em águas ultra-profundas.Ela tem uma capacidade de profundidade de água de 10.000 pés e 35,000 perfuração profunda, com uma carga convés variável de 15.000 toneladas. Argentina confirma perfuração na bacia Malvinas para Dezembro próximo 15 de setembro, 2010 - 05:46 UTC - Imprensa argentina confirmou que, após a contratação de uma plataforma semi-submersível do Stensa empresa sueca, um consórcio de empresas argentinas à base de óleo começará perfuração exploratória na bacia Malvinas, em Dezembro próximo. O consórcio que inclui a YPF-Repsol, Pan American Energy e Petrobras será perfurar a meio caminho entre as ilhas Falkland e Tierra del Fuego, no que é considerada a mais austral hidrocarbonetos operação offshore exploratória da história argentina. A iniciativa é vista como uma resposta forte da Argentina para a rodada exploratória em águas das Malvinas * Os que o governo dapresidente Cristina Kirchner condenou e rejeitou como * ilegal uma vez que estas são águas * disputada, de acordo com o argentino argumento. Pelo menos cinco empresas citadas Londres ter perfurado ou anunciaram planos para perfurar em águas das Malvinas * Os que se aproveitam do Oceano * Guardião * rig. Em Buenos Aires estratégia ministério da Defesa considera a sudoeste Atlântico * a barriga mole * Argentina ea política tem sido a patrocinar atividades relacionados ao petróleo na área para conter os invasores * Os * As empresas britânicas, de acordo com Argentina * s Cronista Comercial, um jornal financeiro junto ao governo. * Um resultado positivo na área daria um impulso à indústria, e os investimentos, e também mais importante sinalizar defesa de nossa soberania *, disse uma fonte do Ministério da Defesa argentino. O consórcio envolvido na a rodada de perfuração que vem é estimada em derramar sobre a operação de 140 milhões de dólares. Um levantamento 3D da área a ser explorada foi recentemente concluído e analisado. Aparentemente, o projeto quase foi cancelado no final do ano passado,mas YPF foi finalmente capaz de contratar uma plataforma semi-submergível que tem os acessórios necessários para estar em condições meteorológicas Sul Atlântico. Construído para suportar ondas de dez metros da plataforma é permanentemente fixado para a sua posição por um sistema de GPS e quatro turbinas independentes. O navio estará operando em águas de 1.500 metros de profundidade e de perfuração deverá ser superior a 3.000 metros. Espanha * s Repsol-YPF vendeu alguns dos seus activos da YPF da Argentina volta ainteresses, em particular a família Eskenazi, que é muito perto de o casal Kirchner e prometeu ir em frente com o Malvinas projeto bacia.
http://wikileaks.org/gifiles/docs/904949_re-latam-intro-falklands-malvinas-drilling-.html

 

 

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 Alguém possui o link que informa quais são os 25 jornais que divulgam em primeira mão os dados do Wikileaks? Procurei e não achei. Obrigado.

 

Ta na capa do release do wikileaks:

http://wikileaks.org/the-gifiles.html

 

Correio do Brasil diz saber quem é o parceiro da Stratfor

WikiLeaks: Stratfor, em parceria com jornal brasileiro, capta informações para EUA e prediz morte de Chávez

do Correio do Brasil

27/2/2012 13:43,  Por Redação – de São Paulo

Denunciada nesta segunda-feira em uma série de telegramas vazados na internet, pela página do WikiLeaks, a possível parceria entre o diário conservador carioca O Globo e a Stratfor Global Intelligence, pode ser a responsável pelo vazamento da notícia de fundo na polêmica nota do colunista Merval Pereira, publicada na edição de 16 de fevereiro, na qual ele prediz a morte do líder venezuelano, Hugo Chávez, em menos de um ano. A empresa norte-americana fornece serviços de inteligência confidenciais para grandes corporações dos EUA e também para e agências governamentais, incluindo o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos , os fuzileiros navais norte-americanos e Agência de Inteligência de Defesa dos EUA.

Pereira aponta sua fonte na pessoa do ex-embaixador dos Estados Unidos na OEA, Roger Noriega, que “invocando informações de dentro do governo venezuelano, escreveu artigo recentemente no portal de internet da InterAmerican Security Watch intitulado A Grande mentira de Hugo Chávez e a Grande Apatia de Washington. Nesse artigo ele dizia que o câncer está se propagando mais rapidamente do que o esperado e poderia causar-lhe a morte antes mesmo das eleições presidenciais”, escreveu o cronista de O Globo.

Nos e-mails da Stratfor, divulgados nesta manhã, porém, consta em data imediatamente anterior, a mesma informação que O Globo veicula logo depois, a de que Hugo Chávez terá cerca de um ano de vida. “O Presidente venezuelano sofre de um câncer na próstata que teria feito uma metástase para o cólon, o sistema linfático e a medula espinhal. A situação terá sido agravada pelo fato de Chávez ser ‘um paciente péssimo’ que interrompe tratamentos para realizar aparições públicas e participar em encontros políticos”, escreveu a agência norte-americana. Segundo a Stratfor, o líder venezuelano é acompanhado não apenas por uma equipe de médicos cubanos, mas por outra, de clínicos russos, sendo que os dois grupos têm visões opostas sobre a melhor estratégia de tratamento.

Parceria explosiva

Entre os 5 milhões de e-mails confidenciais da Stratfor, vazados há algumas horas, as mensagens trocadas entre julho de 2004 e dezembro de 2011 revelam a rede de informações formada pela Stratfor, assim como sua estrutura de pagamentos, técnicas de camuflagem da remuneração aos seus colaboradores, inclusive no Brasil, e métodos psicológicos utilizados na captura das fontes de informação.

“Este material mostra como funciona uma agência privada de informações e como fixam um alvo para os seus clientes empresariais e governamentais”, acrescenta o comunicado da Wikileaks, que salienta, ainda, ter provas da ligação da Stratfor a grandes companhias como a Dow Chemical Co e agências governamentais.

Ainda de acordo com esta leva de mensagens, obtidas após a invasão dos computadores da Stratfor por militantes do grupo Anonymous, há algumas semanas, um grande jornal brasileiro é parceiro da empresa com o objetivo de manter os norte-americanos informados sobre assuntos estratégicos àquele país, no Brasil, e a análise de cronistas e repórteres em temas relevantes para os serviços de inteligência do Departamento de Segurança Interna dos EUA , os fuzileiros navais norte-americanos e a Agência de Inteligência de Defesa dos EUA.

Nos Arquivos Globais de Inteligência, título da remessa de informações do WikiLeaks sobre a empresa de “inteligência global” constam o funcionamento interno de uma empresa que atua como uma editora de inteligência, mas fornece serviços de informações confidenciais para grandes corporações, como a Dow Chemical Co. de Bhopal, a Lockheed Martin, Northrop Grumman, Raytheon, além daquelas agências governamentais.

Bobo da corte

Entre as mensagens trocadas pelos ‘analistas’ da Stratfor, o ex-presidente do Governo espanhol José María Aznar (1996-2004) seria uma espécie de ‘bobo da corte’ de um grupo de espiões norte-americanos, como revelou o Wikileaks. Voluntários da Wikileaks, organização fundada por Julian Assange, revelam que, além do parceiro brasileiro, a Stratfor mantém acesso pleno a mais de vinte jornais de todo mundo.

Em um das mensagens eletrônicas que a diretora de Inteligência Geopolítica de Stratfor, Reva Bhalla, troca com outros analistas e agentes, ela comenta que Aznar é bem mais extremista, mais até do que os servidores públicos israelenses a que tem acesso.

“Caramba!”, escreve Bhalla na primeira linha de seu relatório, “o senhor presidente é um ultra (hardcore, no original). Ele se crê sinceramente que todos os terroristas são iguais e que nada que não seja uma guerra total pode derrotá-los. Está rotundamente na contramão de qualquer tipo de negociação com terroristas e critica duramente a França, Alemanha e outros (países) por esta questão”.

Em duas outras mensagens, os espiões debocham de Aznar, outrora chefe do Executivo ibérico e presidente honorario do conservador Partido Popular (PP, oficialista). Estes e-mails fazem menção ao seu cabelo “seus maravilhosos cachos” e ao fato de ir impecavelmente vestido.

Tudo começou por uma mensagem na qual a diretora de Inteligência Geopolítica dessa “CIA na sombra” informa a todos os analistas da empresa de que se dispõe a assistir a uma conferência de Aznar em Georgetown (Washington, DC), em 16 de novembro de 2010.

“Alguém tem perguntas para o ex-presidente espanhol Aznar, não vá ficar sonolento?”, caçoou Bhalla antes de assistir à dissertação.

“Podes simplesmente dizer de minha parte: boa tentativa culpar a ETA, replicou zombador Bayless Parsley, especialista sobre África.

Parsley referiu-se depreciativamente à insistência com a que Aznar tratou de imputar-lhe a ETA a autoria dos atentados de 11 de março de 2004 em Madri.

Bhalla destaca que Aznar está “muito ideologizado” e é “de linha dura”, mas destaca que ele também está envergonhado de sua derrota eleitoral em 2004, “pela qual ele já pagou”. Depois, em outra mensagem, a servidora da Stratfor volta ao tema do cabelo:

“Vai impecavelmente vestido, leva o cabelo mais formoso… Tão sedoso e brilhante! Poderia perguntar-lhe que tipo de xampu usa…”. As informações são do diário lusitano Público.

http://www.viomundo.com.br/politica/correio-do-brasil-diz-saber-quem-e-o...

 

A Globo sempre jogando contra, agora quer transformar o lamentável acidente na Antártica no Vietnã da Dilma

Por PHA em seu blog:

Os mendigos queimados em Brasília. 
A Globo e a Antártica 

 


Globo: Antártica é para a Dilma o que o Vietnã foi para Johnson



Uma das explicacões para a profunda crise política que se instalou nos Estados Unidos com a guerra do Vietnã (a primeira vez em que um sub derrotou um desenvolvido) foi o papel de uma nova e poderosa mídia: a televisão.

As imagens, dia após dia, nos telejornais nacionais, dos corpos dos soldados americanos mortos em combate jogou a opinião pública contra um presidente popular, Lyndon Johnson.

A sucessão de corpos envoltos em embrulhos de plástico ou em caixões cobertos com a bandeira americana provocou um impacto que destruiu Johnson e seu candidato, o vice Hubert Humphrey, e elegeu Richard Nixon.

Coube a Nixon sair às carreiras de Saigon e, depois, fugir para New Jersey, escorraçado em Watergate.

A Globo tentou reconstruir o Vietnã.

E transformar a Antártica no Vietnã da Dilma.

Mostrar os corpos envoltos pela bandeira brasileira, na base aérea do Galeão, como se fosse a base de Andrews, em Washington, onde Johnson percebeu que, com a televisão, tinha perdido a classe média americana.

É o que a Globo, desde o inicio da tragédia na estação brasileira da Antártica, tenta fazer.

O momento superior desse Golpe foi quando o repórter da Globo, ao acompanhar o féretro, disse “que grande emoção !”

Notável.

Enquanto isso, a Globo passou por cima dos mendidos incendiados em Brasília.

Duas vítimas, também, como na Antártica.

Mauro Santayana, ao descrever a elite offshore de São Paulo, trata dessa tragédia tão perto de casa, da sede da Globo, em Brasíia.

E da impunidade de que se beneficiaram os mauricinhos brasilienses que botaram fogo, anos atrás, no índio Galdino.

A Globo e seu Guardião de Fé, o Gilberto Freire (*) brasileiro, com “i”, Ali Kamel, não tem compromisso com o Brasil.

Se a tragédia da Antártica – que cabe lamentar com a mesma intensidade e tristeza com que se chora a dos mendigos de Brasília – servir para dar à Dilma o destino melancólico do Lyndon Johnson, tanto melhor.

Os pacotes de corpos valem pela imagem.

Não pelo que levam dentro.

Imperdível foi, depois da cobertura editorializada da Antártica, o William Bonner dizer que o ” jn no ar” passou o dia no ar !

Notável !

(*) Conta-se que, em Apipucos, D. Madalena, um dia, chegou para o mestre Gilberto Freyre e disse: Gilberto, essa carta está há um mes em cima da tua mesa e você nao abre. O Mestre de Apipucos respondeu: não é para mim. É para um Gilberto Freire com “i”. Não posso abri-la. A propósito do pseudo antropólogo da Globo, leia “como PHA se defendeu de Gilmar, Kamel e Heraldo P. Carvalho“.

Não deixe de ler sobre “Tomara ! O que Dilma fez para provocar a tragédia da Antártica“.

 


Paulo Henrique Amorim

http://www.conversaafiada.com.br/pig/2012/02/28/os-mendigos-queimados-em-brasilia-a-globo-e-a-antartica/

 

No Brasil, Globo e Stratfor são parceiros, segue artigo de 2011, antes do escândalo vir à tona

Do G1, em SP, por Amauri Arrais

 Americano prevê colapso da China em 2020, chinês vê estabilidade

 

Para George Friedman, ciclo de crescimento do país está quase no limite.
Governo tenta repassar ganhos em benefícios para o povo, diz Zhou Zhiwei.

 

 

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Um achado e tanto, Joao Carlos!

 

No informe sobre Petrobrás/Malvinas/Grã Bretanha/Argentina o agente Paulo Freire é o nome de um dos contatos da Stratfor no Brasil.  Às vezes o tal agente é denominado apenas como Paulo e, noutros emails, como Freire. O espião tem com contato com  militares brasileiros, traira é que não falta