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IstoÉ tenta intimidar PGR e entrega esquema que livrou PSDB paulista

A revista IstoÉ lança mão de ministro do STF para tentar intimidar o Procurador Geral da República a envolver a Presidente Dilma com a Operação Lava Jato. 

Não há como ler de outra maneira a matéria desta semana (06/12/2014) da Revista IstoÉ“As articulações de Janot que podem livrar o governo”.

Por ela, não há dúvidas de que Janot estaria tentando proteger Dilma e Lula:

“Procurador-geral da República ... propõe um acordo que impede investigações que possam chegar ao Palácio do Planalto”.

A intenção é clara, grosseira mesmo, colocar o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, contra a parede. Tenta obriga-lo, a tomar uma medida de força contra a presidente Dilma sob a pena de ser considerado venal.

No caso do mensalão, a imprensa colocou a faca no pescoço dos ministros do STF e aquele que não condenasse pública e antecipadamente os réus era considerado um ministro que “devia favores ao PT”. Só a condenação poderia provar a “independência” do ministro. A Folha chegou a fazer reportagens comparando Barbosa com Lewandowsk e tentando mostrar que enquanto o primeiro era aplaudido pela população, o segundo era execrado. Acabou em uma carta com um pedido de desculpas a Lewandowsk de um mesário que caiu na lábia de alguns jornalistas.

Mas, e o caso atual?

Pela reportagem, ficamos sabendo que Rodrigo Janot teve várias reuniões com representantes das empreiteiras envolvidas na operação Lava Jato que investiga casos de corrupção na Petrobras. Mas de onde a IstoÉ tira tal certeza em relação às intenções de Janot? Não é do conteúdo da matéria, onde, ao contrário, se afirma que não há nada de mais nessas reuniões:

“... em se tratando de um caso com a alta octanagem que têm as investigações da Operação Lava Jato, as reuniões de Janot com os empreiteiros não poderiam, a princípio, ser tratadas como um pecado. Trata-se de uma prática comum nas democracias mais maduras,...”.

Tampouco é da proposta de acordo apresentada por Janot aos advogados das empreiteiras:

... Janot... definiu qual o modelo de acordo interessa à Procuradoria:...quer que as empresas, seus diretores e executivos assumam a responsabilidade pelos crimes investigados. Pede que as empresas reconheçam a formação de cartel e que concordem em pagar multas recordes ... sugere que na delação premiada sejam feitas menções a políticos de diversos partidos, e não só os da base aliada do governo, e que as empresas abram mão de recorrer aos tribunais superiores”. 

Termos duros, sem dúvida. Janot oferece pouco em troca:

“... as empreiteiras continuariam a disputar obras públicas e seus dirigentes poderiam cumprir as futuras penas em regime de prisão domiciliar. Os casos dos parlamentares mencionados serão remetidos ao Supremo Tribunal Federal (STF) para investigações posteriores”.

Onde está, então, a proteção ao Planalto? Bom, aí entra em cena um Ministro do STF que a IstoÉ não revela quem é:

“Isso é um absurdo. Embora não acredite que seja essa a motivação do procurador, um acordo nesses termos protege o governo de eventuais investigações”, teria dito à ISTOÉ um ministro do STF na tarde da quinta-feira 4/12.

Por que é absurdo, onde está a proteção?

“Segundo este ministro, ao admitir a formação de cartel e apontar o nome de parlamentares que teriam se beneficiado, as empreiteiras estariam indiretamente colocando o governo na situação de vítima de um esquema montado pelos empresários e alguns agentes políticos, sem que fosse de seu conhecimento e do qual não obteve nenhuma benesse financeira ou política”.

Dois atos falhos seriíssimos.

Primeiro, a Operação Lava Jato destina-se a investigar a corrupção na Petrobras e tão somente. E, mesmo ninguém de fora, em princípio, sabendo do teor das investigações, já há ministro do STF fazendo ilações quanto ao envolvimento da presidência da República. Ou o ministro sabe de coisas das quais ainda não deveria saber, ou faz o papel do sapateiro indo além das próprias tamancas.

Segundo, o tal ministro deve saber do que fala, pois descreve exatamente como o PSDB paulista livrou a cara no caso do trensalão Siemens-Alston. No inquérito enviado à Justiça Federal alguns dias atrás, a Polícia Federal conclui que houve um cartel, CPTM e Metrô paulistas foram “vítimas” de empresários e funcionários públicos inescrupulosos, nenhum político do PSDB que governa o Estado de São Paulo há 20 anos foi indiciado. Um absurdo? Onde estavam, então, o ministro e a IstoÉ?

Quem seria ao tal ministro do SFT? Bem, é possível fazer suposições apenas, segundo o gosto ou desconfiança de cada um. Eu creio que cada homem tem um estilo próprio de se expressar. Para alguns, o estilo é quase uma marca registrada. Achei interessante a expressão carregada de indignação “Isso é um absurdo”.

Joguei no Google “Isso é um absurdo, diz ministro do STF”, para ver quais costumam utilizar-se dessa expressão, encontrei um nome sem maiores dificuldades. Mas eu não sou de acreditar no que leio na internet.

Já Janot, segundo a Folha, parece saber de onde veio o recado: de uma “imprensa possivelmente instrumentalizada”. 

Mudando do pato para ganso e não saindo da lagoa, a IstoÉ está uma peneira só.

Pela semelhança de estilos entre os discursos de Aécio Neves e a matéria, “Vergonha! Depois de ser chantageado por decreto, o Congresso demonstra subserviência ao Palácio do Planalto ao aprovar irresponsabilidade fiscal do governo”, é possível que tenhamos encontrado o ghostwriter do senador.

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23 comentários

Comentários

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então não é assim que funciona pros tucanos??

“Segundo este ministro, ao admitir a formação de cartel e apontar o nome de parlamentares que teriam se beneficiado, as empreiteiras estariam indiretamente colocando o governo na situação de vítima de um esquema montado pelos empresários e alguns agentes políticos, sem que fosse de seu conhecimento e do qual não obteve nenhuma benesse financeira ou política”.

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"Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto! Digam ao povo que fico" MT

A vida é curta demais para se beber cerveja barata!!

A diferença entre o Brasil e a República Checa é que, a República Checa tem o gove

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altamiro souza

é pressão braba! queremm que

é pressão braba!

queremm que o janot seja gurgel. é isso.

seria o golpe perfeito.

espero que janot seja apenas justo.

 

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Schell

Mas, não estaríamos dando

Mas, não estaríamos dando "asas aos abutres", afinal, quantos exemplares essa tal de istoé vende semanalmente? Talvez uns 5.000 exemplares, mais outro tanto de assinaturas? E o governo federal ainda anuncia nesse amarronzado? Não seria melhor deixar eles falando sozinho?

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Joao Paulo Lourenço

Nem foi necessário pesquisar

Nem foi necessário pesquisar no Google para sabe quem era o tal ministro. É justamente aquele que vive assombrado pelo medo de termos um país bolivariano. Mas é melhor não citar nomes. Vaí que nossa Deusa Justiça nos obrigue a pagar indenizações a esta criatura assim como obrigou a Carta Capital a fazê-lo.

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Basta ameaçar "mexer no bolso "deles".

O encontro de um dos proprietários do Sistema Globo, com a Presidenta da República, é sintomático, de quem tá antevendo dificuldades de relacionamento com os novos comandantes da área de comunicações do novo governo Dilma, e a mudança imediata no foco das notícias relacionadas ao governo federal, comprovam esta conclusão.

Mesmo que uma radical lei dos médios, não seja aprovada imediatamente, os herdeiros do Roberto Marinho, maiores representantes da grande mídia, estão temerosos, com uma possível "sêca" nesta mina de ouro, que é a verba publicitária estatal, que é abocanhada em mais de 70% só pela Globo e suas sucursais e sistemas de comunicações radiofonicas e impressas.

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O preço da liberdade, é a eterna vigilancia.

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Álvaro Noites

Sem mídia o empresário Gilmar

Sem mídia o empresário Gilmar Mendes não se sustenta.

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A ISTO É quer concorrer com a

A ISTO É quer concorrer com a VEJA. Ou seja, entrou na luta pelo troféu "LIXO". 

Sou mais a VEJA. Pelo menos lá a canalhice é menos amadora. 

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Cunha

A diferença entre o ambiente

A diferença entre o ambiente golpista de 64 e o de hoje é que hoje, com a internet, fica escancarada demais a canalhice dos golpistas, há muito mais vozes influentes atentas ao jogo fascista, então tenho minhas dúvidas se conseguirão sucesso.

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emerson57

pior melhor

Nessa altura eu já torço para que "a porca torça o rabo"!

Depois de doze anos de surra alguém dos partidos da base de apoio da presidenta vai ter que se mexer.

A presidenta ao invéz de receber o marinhozinho no palácio poderia mandar ele falar com o sub do ministro das comunicações. 

Que poderia ser o Ciro Gomes ou o Requião.

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gaúcho

Esqueçam Aécio, o grande

Esqueçam Aécio, o grande maestro por trás da tentativa de criar o clima de golpe é Gilmar Mendes.

 

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Ser republicano é...

Defender a República do Tucanistão do Paraná...

http://josecarloslima80.blogspot.com.br/2014/12/ser-republicano-e.html

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...spin

 

 

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Waldomiro Pereira da Silva

Nem neste nem em nenhum outro

Nem neste nem em nenhum outro momento. O mundo não esta pra bagre. É imprevisivel uma reação dos eleitores Lulista e Dilmistas! Enquanto os passageiros da Kombi procuram o que fazer não estando em Miami, fazem uns rolezinhos  em busca de água para beber em Sum Paulo. Gente desocupada é outra coisa.

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O PiG/psdb está em campanha pelo golpe.

Com gilmar dantas e aécio neve na linha de frente... vem aí a tentativa de golpe contra Dilma.

 

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luiz valentim

Pra Mídia Golpista Corrupção do PSDB é "Cartel" e

Diretores indicados pelo Governo do PSDB são "Envolvimento de Funcioários Públicos".

Outro Golpe é citar os casos com grande má vontade e de maneira tão enrolada pra confundir os cidadãos

Outro Golpe é"sempre" revolver um caso citando o Governo Federal antes e depois da notícia.

Outro golpe é tirar o assunto envolvendo o PSDB e  repetir insistente de imagens e ilações sobre Petrobrás.

Cadê o caso dos vagões do Metrô Paulista cuja "reforma" saiu mais cara que um vagão novo?

Os vagões "reformados" são motivos até de paralizações de tanto defeitos e gambiarras.

E aí? Como fica o gasto de dezenas de milhões na construção e reforma dos Aeroportos nas terras´da família  do "Bravo" Aécio? Quando ele vai ser investigado, julgado  e condenado se for o caso?

 

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AlvaroTadeu

Aeroporto Tancredo Neves, o presidente eleito num golpe.

Valentim, já que você está falando em reforma de aeroporto nas Gerais, no final do mês passado desembarquei e embarquei no Aeroporto de Confins. Uma reforma visivelmente vagabunda, chovia nos dois dias e havia goteiras dentro do aeroporto. Goteiras? Mais do que isso, uma correnteza protegida por uma placa "wet floor". Alguns confundiram com "flor molhada", mas na verdade, cobraram cem e rezalizaram de trabalho de 9 reais.

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Devolve, Gilmar!

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webster franklin

Bastou Janot dizer que a

Bastou Janot dizer que a Operação Lava Jato estava sendo conduzida por procuradores favoráveis aos tucanos para o PIG começar a intimidar o homem. Esse é o jogo da mídia golpista, agora com sua mais nova aliada a revista Isto É, quem tentar defender o governo vai ficar sob suspeita. Investigação, delação premiada, vazamento só contra membros e autoridades do PT, em caso contrário fica desmoralizado. Veja os casos dos senadores petistas Humberto Costa, Gleisi Hoffman e agora Janot que levantou suspeita sobre a investigação do juiz tucano Sérgio Moro, o novo Joaquim Barbosa, levou fogo. Se Dilma e Lula não partirem para o ataque ninguém mais vai querer defender o governo para depois ser atacado e ficar sob suspeita, só os dois podem desmascarar essa farsa montada pela mídia e oposição golpista.

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Jornalismo no Brasil

Jornalismo no Brasil (especialmente o dessas decadentes revistas semanais) é coisa de banditismo puro.

"Isso não é um absurdo!"  disse um famoso ministro do STF, conhecido por sua excepcional sorte em sorteios.... 

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Eu também não acredito em internet mas fiz minha pesquisa...rsss

Só não sei se a foto é do ministro ou do personagem cômico João Plenário

Josias de Souza, na Folha/UOL, em 13/10/2014

Ministro do STF acha um absurdo vincular andamento do caso Petrobrás à eleição

O ministro Gilmar Mendes, do STF, tachou de “absurda” a tese que condiciona o andamento do inquérito e dos processos decorrentes da Operação Lava ao calendário eleitoral. “Levantou-se esse mesmo argumento na época do julgamento do mensalão. De tão absurdo, isso chega a ser risível.”

“O Brasil tem eleições a cada dois anos”, prosseguiu Gilmar Mendes. “Então, nós vamos suspender os inquéritos e os processos judiciais em períodos eleitorais? Será que vão suspender também o cometimento de crimes? E quanto aos prazos de prescrição, o que fazemos com eles?”

Gilmar recordou que o Supremo acaba de converter em ação penal uma denúncia formulada pelo Ministério Público Federal contra o senador Jader Barbalho (PMDB-PA). “Haveria prescrição de crimes em 15 dias. O filho dele está disputando o governo do Pará, no segundo turno. Deveríamos paralisar tudo? Esta tramitanto o processo sobre a Alstom e o cartel do metrô de São Paulo. Vamos suspender esse também? Ora, francamente. É preciso ter mais seriedade nesse tipo de debate.”

A polêmica sobre o caso Petrobras foi inaugurada na semana passada. O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato, ouviu os depoimentos do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleito Alberto Youssef. Como o processo não corre sob sigilo judicial, o magistrado autorizou a divulgação do áudio dos interrogatórios. Foi criticado por advogados. Candidata à reeleição, Dilma Rousseff tachou a divulgação de “golpe”.

Sem citar a presidente ou os advogados, Gilmar Mendes comentou: “Processos judiciais incômodos ocorrem em todo o mundo. Se de fato ocorreu a institucionalização de um tipo de contribuição a partidos políticos num percentual dos contratos celebrados com a Petrobras, isso é um tipo de investigação passível de ser feita no primeiro grau. Tem de processar e julgar. Vem para o Supremo apenas o que diz respeito a pessoas com prerrogativa de foro.”

Gilmar Mendes realçou que um magistrado pode ser acusado do crime de prevaricação se deixar de executar os atos inerentes à sua função. Lembrou que os incomodados dispõem de um “sistema de proteção” contra eventuais abusos. Queixas contra juízes podem ser protocoladas no Conselho Nacional de Justiça. Eventuais abusos de promotores e procuradores podem ser reportados ao Conselho Nacional do Ministério Público.

O ministro ironizou. “Estão querendo decretar o fim da independência entre os poderes e inventar um novo recesso para o Poder Judiciário. Teremos de fazer uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral. A Constituição prevê que o processo eleitoral não pode ser modificado um ano antes do pleito. Há incontáveis inquéritos e processos envolvendo políticos. Vamos suspender a tramitação um ano antes de cada eleição ou podemos adotar o período de seis meses? Parece brincadeira.”

 

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...spin

 

 

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Ivan de Union

"Joguei no Google “Isso é um

"Joguei no Google “Isso é um absurdo, diz ministro do STF”, para ver quais costumam utilizar-se dessa expressão, encontrei um nome sem maiores dificuldades":

Mais uma vez:  gilmar...  mentes.  Como sempre.

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Mura

Detalhes sutis

A grande novidade, contudo, é o JN ter aberto grande espaço para Rodrigo Janot dar uma dura resposta à Revista Isto É.

Certamente, após o encontro entre Dilma e João Roberto Marinho, algo mudou na relação entre Globo e governo. É difícil de especular o que foi conversado. Mas vários recados passaram a ser enviados.

Primeiro, Jô Soares começou a atacar abertamente os antipetistas da extrema direita irracional.

Segundo, o até então "blindado" Gilmar Medes foi alvo de ataques não muito velados no programa Saia Justa. Ademais, um artigo no jornal O Globo mencionou a "devassa" que Gilmar Mendes fazia nas contas de Dilma Rousseff com um tom sutilmente acusatório, e claramente mencionou que a sua escolha para relatoria estava em claro desacordo com o regimento interno do TSE (algo que a grande imprensa no geral esconde).

Terceiro, o JN mostrou explicitamente a fala de Paulo Roberto Costa na CPMI inocentando Lula e Dilma de terem conhecimento das falcatruas na Petrobras (outra coisa que foi escondida pela grande mídia). E nas últimas edições do JN, algumas reportagens favoráveis ao governo (como em referência ao Mais Médicos) foram mostradas.

Talvez por uma questão de sobrevivência em um ano em que haverá grandes cortes no orçamento, incluindo aí a verba publicitária do governo federal, os irmãos Marinho procuraram uma trégua tática com o governo. Mas em todo o caso, o que as Organizações Globo parecem estar dizendo, é que elas não vão liderar nenhum movimento por impeachment ou golpe contra o governo - pelo menos não nesse momento.

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Ivan de Union

"É difícil de especular o que

"É difícil de especular o que foi conversado":

Mais um atrazo ao inevitavel que ja estava previsto ate mesmo antes da eleicao:

"Debate sobre regulação da mídia irá para segundo semestre de 2015"

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MANREL

Sobre detalhes sutís, percebí

Sobre detalhes sutís, percebí com espanto a reportagem  POSITIVA sobre os MAIS MÉDICOS.

Estranho né.

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nilton mariano

ISTO É ISENTA PGR

SÓ PODIA MESMO SER O MINISTRO GILMAR DANTAS MENDES.

 

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