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Você já ouviu falar de José Prates?

por Vânia

Casualmente, nas minhas andanças a procura de canções sobre chuva, conheci José Prates. Especificamente, através da seguinte música.

CHUVA MIÚDA NA BAHIA

Pesquisando um pouquinho mais, mas muito pouquinho mesmo, encontrei um ou outro registro de sua obra.

Como não poderia deixar de ser, um deles está disponível no canal do nosso garimpeiro-rei Luciano Hortêncio.

MARACATU ELEGANTE

E... chega de blábláblá.

Quem quiser saber mais que leia A HISTÓRIA ESQUECIDA DE JOSÉ PRATES
 

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14 comentários

Comentários

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Muito prazer

Que beleza de post musical, dona oncinha. Gostei muito de conhecer José Prates e ouvir seu impressionante disco. Nanã Imborô é uma beleza de ritmo, não admira que tenha sido plagiada. Em todo caso, é muita coincidência. Alias, as historias de plagios do meio musical e o muda muda nas letras das musicas de um interprete à outro (Tom Jobim detestava que mudassem as frases de suas composições), são bons temas para os conhecedores trazerem muitas pérolas e boas historias.

Abração.

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Eu também não conhecia, até ontem

Acabaram as férias? Estou deduzindo... já que você andou sumida. 

Alias, as historias de plagios do meio musical e o muda muda nas letras das musicas de um interprete à outro (Tom Jobim detestava que mudassem as frases de suas composições), são bons temas para os conhecedores trazerem muitas pérolas e boas historias.

Ótima ideia, mas isso é coisa para profissional da área ou pessoa mais experimentada no ramo. Não tenho competência para tanto. Sou só amante da boa música, sobretudo da brasileira. Quem se habilita?

Um abraço pra você e uma música pra você cantar pro seu curumim *)

Ouve o barulho do rio, meu filho
Deixa esse som te embalar
As folhas que caem no rio, meu filho
Terminam nas águas do mar

Quando amanhã por acaso faltar
Uma alegria no seu coração
Lembra do som dessas águas de lá
Faz desse rio a sua oração

Lembra, meu filho, passou, passará
Essa certeza, a ciência nos dá
Que vai chover quando o sol se cansar
Para que flores não faltem
Para que flores não faltem jamais

 

 

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O macho adulto branco sempre no comando
E o resto ao resto, o sexo é o corte, o sexo
Reconhecer o valor necessário do ato hipócrita
Riscar os índios, nada esperar dos pretos ♪♫

Que as flores não faltem jamais

Obrigada pela lembrança ao curumim. Ele adora musica. Ainda estamos de férias e continuaremos pelo mediterrâneo até fim de agosto, mas sinceramente, ja estou com saudades do meu travesseiro e, principalmente, do GGN :)

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*

Na epoca de copa, nas diversas materias sobre o Brasil, tô me lembrando desse DJ ingles,Gilles Peterson na procura desse album. Dá para sentir a importancia que ele, o álbum teve e que marcou.

Aqui a minha contribuição; que bonita a voz de Ivan de Paula

As fotos usadas foram as mesmas do link que o Jair postou

 

 

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Obrigada, Alfeu

Excelente contribuição. E a voz de Ivan é mesmo poderosa!

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O macho adulto branco sempre no comando
E o resto ao resto, o sexo é o corte, o sexo
Reconhecer o valor necessário do ato hipócrita
Riscar os índios, nada esperar dos pretos ♪♫

Maracatu de Dona Santa!

Não vale deixar encabulado o Veim do Ceará, Dona VÂNIA!!!

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lucianohortencio

Ao modesto amigo Luciano!

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O macho adulto branco sempre no comando
E o resto ao resto, o sexo é o corte, o sexo
Reconhecer o valor necessário do ato hipócrita
Riscar os índios, nada esperar dos pretos ♪♫

Já.

Já. Pesquiso a obra da chamada "geração Complemento", da BH dos anos 50 e início dos 60. Jovens intelectuais e artistas mineiros que se reuniram, ainda adolescentes, para criarem grupos de atuação cultural, em várias áreas, inclusive exercendo a atividade crítica. Eis aqui o que escrevia um deles, Theotônio Jr., em 1958, sobre o quase ignorado José Prates: 

""Quem é José Prates?” A pergunta abria a matéria sobre a primeira apresentação da companhia de dança Brasiliana em Belo Horizonte. Na publicação de 16 de abril de 1958 do jornal Diário de Minas, Theotônio Júnior prosseguia: “Poucos saberão responder a esta pergunta, no entanto, estamos diante de um dos mais talentosos e inteligentes compositores da música popular brasileira”. A reportagem trazia uma entrevista com o maestro José Prates (1928-2004), àquela época já aplaudido em mais de 30 países com suas composições que embalavam a companhia de dança Brasiliana. Passados 45 anos, a questão de Theotônio continua sem respostas. José Prates não está nas principais publicações brasileiras relacionadas à memória musical do país, mas seus discos são disputados por colecionadores graças à qualidade de sua música e a uma particularidade: a faixa “Nanã Imborô”, do álbum Tam… Tam… Tam…!, de 1958, guarda muitas semelhanças com a música “Mas que Nada”, de Jorge Ben Jor, lançada pela primeira vez no álbum Tudo Azul, de Zé Maria e seu Órgão, datado de 1962."

http://albumitaucultural.org.br/secoes/a-historia-esquecida-de-jose-prates/

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Legal, Jair

Mas para você e o Luciano não vale a pergunta. É covardia com os demais. 

Pois então, foi esse o link que eu colocquei no post: ''A história esquecida de José Prates''.

De todo modo, valeu por ressaltar.

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O macho adulto branco sempre no comando
E o resto ao resto, o sexo é o corte, o sexo
Reconhecer o valor necessário do ato hipócrita
Riscar os índios, nada esperar dos pretos ♪♫

Valeu, Vânia. Agora que vi o

Valeu, Vânia. Agora que vi o link. É que nas minhas pesquisas sobre essa moçada com 80 anos atualmente, achei coisas ótimas. Eram muito antenados. O Theotônio Jr. aí se tornaria um dos mais importantes economistas e cientistas políticos do Brasil, exilado algumas vezes e hoje é profe emérito da UFF.

Seguem aí todas as músicas do LP do fantástico LP de 1958.

 

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Olhaí a semelhança com Jorge

Olhaí a semelhança com Jorge Ben.

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Já falaram do ritmo de chuva do Demetrius

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Estou de saco cheio por tudo que vem acontecendo no país, e nós democratas, não fazemos nada.

Eu inclusive. Parece que estamos todos anestesiados, que fomos dopados. Mas essa lombra vai passar e vamos acordar.

Eu creio !!!

gAS

Gilson

Cê tá um pouquinho atrasado fio!

http://jornalggn.com.br/blog/vania/ritmos-de-chuva

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O macho adulto branco sempre no comando
E o resto ao resto, o sexo é o corte, o sexo
Reconhecer o valor necessário do ato hipócrita
Riscar os índios, nada esperar dos pretos ♪♫

Pois é, chequei agora. O trem

Pois é, chequei agora.

O trem atrasou, trago aqui um memorando da Central, o trem atasou meia hora.

Dá próxima vez acordo mais cedo.

Vai vendo !

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Estou de saco cheio por tudo que vem acontecendo no país, e nós democratas, não fazemos nada.

Eu inclusive. Parece que estamos todos anestesiados, que fomos dopados. Mas essa lombra vai passar e vamos acordar.

Eu creio !!!

gAS

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