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Blog de Laura Macedo

A Arte de Nabor Pires Camargo, por Laura Macedo

por Laura Macedo

Nabor Pires Camargo
*09/02/1902 - Indaiatuba (SP)
+03/10/1996 - Mococa (SP) - 20 Anos

 

Compositor / Clarinetista / Pianista

Ainda na infância encantou-se pela clarineta do seu irmão mais velho e sempre que podia, às escondidas, praticava um pouco. A sorte ou destino quis que um regente de fora viesse a sua terra natal para formar uma banda infantil. Foi o ponta pé inicial de uma carreira vitoriosa.

Aos 19 anos, transferiu-se para a capital paulista, onde se matriculou no Conservatório Dramático Musical. Lecionou durante muitos anos clarineta, saxofone e piano.

No início dos anos 1930, começou a editar pela editora “Irmãos Vitale” seus álbuns para o estudo da clarineta, flauta, saxofone e violino, os "Choros do Nabor". Compôs ao todo dez desses álbuns, editados até 1946, mas até hoje usados em larga escala pelos músicos até hoje.

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Dalva de Oliveira e Roberto Inglêz, por Laura Macedo

 

por Laura Macedo

Dalva de Oliveira durante sua longa e bem sucedida excursão pela Europa, em 1952, fez uma série de 17 gravações nos estúdios da EMI-Parlophone, em Londres, acompanhada pela Orquestra do maestro e pianista Roberto Inglêz (1913-1978).

Segundo o pesquisador Samuel Machado Filho foram doze músicas em português, sendo oito inéditas, e cinco em espanhol. Dessas, treze saíram no Brasil pela Odeon, subsidiária da EMI. As primeiras a ganhar edição brasileira da "marca do templo", na série azul internacional, foram as composições: “Kalu” e “Fim de comédia”.

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As "Aquarelas" de Ary Barroso, por Laura Macedo

por Laura Macedo

Há exatos 113 anos nascia (07/11/1903) - Ary Barroso -, um dos mais importantes artistas brasileiros do século XX. Atuou como apresentador de programas de auditório, locutor esportivo, vereador e compositor excepcional. Saiu de cena em 09 de fevereiro de 1964, em pleno carnaval, dia em que a Escola de Samba Império Serrano desfilava com o enredo “Aquarela Brasileira”, em sua homenagem.

 

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O Genial Radamés Gnattali

 

 

O genial compositor, arranjador, regente e pianista, Radamés Gnattali é um dos músicos brasileiros que transcendeu preconceitos e o tradicional distanciamento entre a música dita erudita e a música popular. Suas participações nas duas áreas o colocam como uma figura emblemática da música brasileira como um todo.

 

 

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O genial Jararaca

 

José Luiz Calazans [Jararaca: 1896-1977] e, posteriormente, o parceiro Ratinho participaram (1929) do Teatro de Revista Carioca atuando em: “Guerra do mosquito”, “Onde está o gato?”, “Mineiro com botas” e “Por conta do Bonifácio”.

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Centenário de Newton Teixeira, por Laura Macedo

Por Laura Macedo

Newton Carlos Teixeira


*04/4/1916 - Rio de Janeiro (RJ)
+7/3/1990 - Rio de Janeiro (RJ)

Compositor / Cantor / Violonista

 

A vida do compositor Newton Teixeira é bem parecida com todos os suburbanos cariocas, do início do século, os quais enveredaram pelo caminho da Música Popular.

 

No caso de Newton a música aflora aos dez anos de idade, quando começa a aprender o bandolim, o qual seria logo trocado, na adolescência, pelo violão – instrumento dominado com muita competência pelo irmão mais velho - Valzinho, considerado, até hoje um músico avançadíssimo para a época.

 

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Violão, Bandolim e Cavaquinho

Por Laura Macedo

O Violão, o Bandolim e o Cavaquinho são os instrumentos de destaque neste Post, executados por grandes solistas, intérpretes de suas composições, gravadas a partir da fase do sistema elétrico de gravação no Brasil em 1927.

Destacamos, entre outros, os compositores/intérpretes: Américo Jacomino [Canhoto], João Pernambuco, Henrique Brito, Luperce Miranda, Rogério Guimarães, Levino da Conceição, Nelson dos Santos Alves e Mozart Bicalho.


Américo Jacomino - Canhoto

O paulista Américo Jacomino (1889-1928) foi um dos primeiros instrumentistas a realizargravações de violão solo no Brasil, por volta de 1912/1913. Provavelmente foi, também, o primeiro concertista do país, em 15 de setembro de 1916, quando se apresentou no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Sua discografia abrange mais de 60 títulos, em sua maioria em gravações mecânicas.

A valsa era um dos seus gêneros prediletos. Era nela que, nas cordas de aço do violão, imprimia seu estilo em performances cheias de vibratos. Seus últimos registros fonográficos foram: “Niterói” e “Escuta minh’alma”.

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Aracy de Almeida - Sambas Inéditos de Noel Rosa

 

Fui presenteada, há dois anos, pelo amigo Gilberto Inácio Gonçalves (infelizmente afastado do Grupo Arquivo Confraria do Chiado/Facebook) com as gravações da cantora Aracy de Almeida. Um tesouro inesgotável.

 

 

Hoje compartilho com vocês o Compacto Duplo SINTER 45rpm (45-1007) - Aracy de Almeida – Sambas Inéditos de Noel Rosa, lançado em 1959. A capa é um quadro do artista plástico cearense Aldemir Martins, amigo de Aracy.

 

 

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Os Pioneiros da Marchinha

 

Foi no início da década de 1920 que o samba começa a adquirir prestígio como canção carnavalesca. Não demorou muito para que as Marchinhas, de ritmo animado, letras alegres e sugestivas, dividisse com o samba sua hegemonia.

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Gravações históricas de Pedro Galdino e Pessoal do Bloco, por Laura Macedo

 

Por Laura Macedo

O compositor/flautista afro-descendente Pedro Galdino era oriundo de uma família de músicos. Conhecido, também, como Pedrinho de Vila Isabel, por conta da sua atuação como operário na Companhia Fiação Tecidos Confiança, localizada no bairro de Vila Isabel, onde residia e atuava como mestre da Banda de Música da referida fábrica. Integrou também a banda do trombonista/compositor Cândido Pereira da Silva – o Candinho Trombone.

 

 

Segundo Alexandre Gonçalves Pinto - Pedrinho, primoroso flautista, de uma educação sublime. Esse instrumento, nos seus lábios, as feras amansavam e os passarinhos inebriavam-se, tal era a suavidade do seu sopro.

 

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Gravações históricas de Pedro Galdino e Pessoal do Bloco

 

 

O compositor/flautista afro-descendente Pedro Galdino era oriundo de uma família de músicos. Conhecido, também, como Pedrinho de Vila Isabel, por conta da sua atuação como operário na Companhia Fiação Tecidos Confiança, localizada no bairro de Vila Isabel, onde residia e atuava como mestre da Banda de Música da referida fábrica. Integrou também a banda do trombonista/compositor Cândido Pereira da Silva – o Candinho Trombone.

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"Marina" e a quebra de regras das gravadoras, por Laura Macedo

Por Laura Macedo

Dorival Caymmi, Francisco Alves, Dick Farney e Nelson Gonçalves

Entre o fim e o início das décadas de 1940/1950, respectivamente, o “samba-canção” marcou presença no cenário musical brasileiro como um gênero romântico, substituindo a valsa e o foxtrote.

O compositor/cantor Dorival Caymmi lapidou sua obra com base em três vertentes: as canções praieiras e os sambas de roda, com ênfase na Bahia, e os sambas urbanos de inspiração carioca.

Neste post vamos destacar a composição - “Marina” - gravada pelo próprio autor e, também, por Francisco Alves, Dick Farney e Nelson Gonçalves, em 1947.

Nessa época as gravadoras não concordavam com lançamento de uma composição por vários intérpretes. O fato das quatro gravações de “Marina”, no ano de 1947, foi considerado uma quebra de tabu.

Segundo os escritores Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello uma curiosidade dessa composição é que ela não foi inspirada por nenhuma musa de Dorival Caymmi e sim pelo seu filho Dori (na época com três anos de idade) que após receber uma bronca do pai ficou resmungando: “Tô de mal com você, tô de mal com você...”. Essa expressão infantil ficou na mente de Dorival e foi aproveitada na hora de compor “Marina”.

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"Marcolina", de Assis Valente

Por Laura Macedo

Nosso amigo pianista/compositor/pesquisador Alexandre Dias publicou no grupo “Arquivo Confraria do Chiado” a foto da partitura da composição - “Marcolina” -, de Assis Valente.

Fiquei curiosa em conhecer a referida composição, mas não encontrei nos sites de buscas que sempre pesquiso, como YouTube e #Radinha.

Consegui localizar o fonograma no Banco de Dados do Arquivo Nirez que, costumeiramente, atendeu mais uma vez meu pedido o qual socializo com vocês.Trata-se de uma marchinha de Carnaval bem espirituosa.

 

Marcolina” (Assis Valente) # Carlos Galhardo. Disco Victor (33.828-A) / Matriz (79680). Gravação (11/09/1934) / Lançamento (outubro/1934).

 

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Fantástico som dos instrumentos de Pereira Filho, por Laura Macedo

Por Laura Macedo

João Pereira Filho - Instrumentista/Compositor.

* 22/09/1914 - Rio de Janeiro (RJ)
+ 12/12/1986 - Rio de Janeiro (RJ)

Pereira Filho começou a estudar, aos cinco anos de idade, violão, cavaquinho e bandolim com seu pai, que era autor de um método para o ensino de instrumentos de cordas. Ainda na infância, participou de pequenos conjuntos, e logo abraçou o violão. Não compôs muito e, praticamente, gravou suas composições instrumentais.

Na década 1930, ingressou na Orquestra de Napoleão Tavares. Depois se juntou à Orquestra de Ioiô da qual fez parte por oito anos. Ainda nessa década iniciou sua carreira discográfica com a gravação de duas faixas, de sua autoria, em violão solo.

 

Jongo africano” (Pereira Filho) # Pereira Filho (violão). Disco Victor (33.686-A) / Matriz (65744). Gravação (22/05/1933).

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Laurindo de Almeida e as composições antes de deixar o Brasil

Por Laura Macedo

O objetivo deste post é destacar composições de Laurindo de Almeida antes da sua partida do Brasil para os Estados Unidos. Vamos adotar a terminologia do nome que usava no Brasil, ou seja, “Laurindo de Almeida”.

Laurindo de Almeida teve uma enorme importância ao introduzir o violão brasileiro no mundo do jazz norte-americano, tornando-se um dos violonistas brasileiro mais conhecido (sem o “de”, como era chamado no Brasil) e apreciado nos Estados Unidos, aonde chegou, em 1947, com trinta anos de idade e por lá viveu por 48 anos até sua morte, ocorrida em 26 de julho de 1995.

O fechamento dos cassinos, no país, em 1946, forçou Laurindo de Almeida a procurar trabalho fora do país. Desembarcou em Los Angeles e instalou-se em Hollywood. Ao contrário do ocorrido quando aportou no Rio de Janeiro, onde passou semanas a "pão e água", chegando a dormir em banco de praça, a sorte não demora a tocar sua porta com o convite do pianista Stan Kenton para integrar sua orquestra.

Sua atuação foi brilhante como violonista, arranjador, compositor em trilhas sonoras de mais de duas centenas de filmes. Ele foi indicado 16 vezes ao Prêmio Grammy e tornou-se o campeão brasileiro, emplacando vários troféus.

 

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Gravações de Francisco Alves pelo Selo Odeonette, por Laura Macedo

 

O Selo “Odeonette” foi lançado, na década de 1920, pela Casa Edison do Rio de Janeiro pioneira na gravação/comercialização de discos no Brasil.

Foi uma série única na discografia brasileira de discos com 15 cm de diâmetro. Segundo o pesquisador Sandor Buysquase todos os discos traziam de um lado uma gravação de Francisco Alves e do outro uma música popular instrumental para orquestra”.

Pesquisando no site da Fundação Joaquim Nabuco encontrei 26 gravações pelo selo “Odeonette”, das quais 12 composições gravadas por Francisco Alves. Na minha garimpagem localizei no site YouTube 8 composições interpretadas pelo Rei da Voz, as quais socializo com vocês.

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Hervé Cordovil, Isaura Garcia e o "Pé de Manacá"

 

O que motivou esta postagem foram algumas fotos publicadas no “Grupo Arquivo Confraria do Chiado/Facebook”, pelo confrade Miguel Bragioni. Fã dois artistas - Hervé Cordovil e Isaura Garcia - pensei: Isso dá um post!!

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O primeiro disco de Bob Nelson, por Laura Macedo

Por Laura Macedo

Bob Nelson gravou seu primeiro disco pelo selo RCA Victor, em 1944, com as composições: “Oh! Suzana [Canção do Vaqueiro]” e “Vaqueiro alegre”.

A primeira composição é uma das mais tradicionais canções norte-americana, do maestro/ compositor Stephen Collins Foster (Lawrenceville/Pensilvânia). Esta música de ritmo lento foi feita durante a Guerra Civil Americana.

Bob Nelson na sua versão adaptou-a em ritmo country, mais rápido e alegre, tornando-a sucesso internacional, com discos vendidos em vários países da Europa e nos Estados Unidos. O certo é que a versão de Bob Nelson influenciou vários cantores, mundo afora, a seguir seu ritmo alegre.

 

 

Oh! Suzana” (Stephen Foster / Arranjos e letra brasileira de Bob Nelson) # Bob Nelson. Disco RCA Victor (80-0238-A) / Matriz (S-078066). Gravação (06/10/1944) / Lançamento (1944).

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Severino Rangel de Carvalho interpretando suas Composições

Por Laura Macedo

 

Nascido na Paraíba, em Itabaina, Severino Rangel de Carvalho (1896-1972) ainda menino, já tocava piston (trompete) na bandinha da sua cidade natal.

Adorava tocar, ao pistom, a polca “Rato Rato”, de Casemiro Rocha, daí veio o apelido de “Ratinho”. Em 1914, mudou-se para Recife, considerado o grande centro cultural da região Nordeste e, um ano depois, já integrava a Orquestra Sinfônica tocando oboé.

Foi, também, no Recife que conheceu, em 1919, José Luiz Rodrigues Calazans, com quem, a partir de 1927 e até 1972, formaria a dupla caipira batizada de Jararaca e Ratinho. O enorme sucesso da dupla ofusca, de certa maneira, a carreira de Ratinho como instrumentista.

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Os violões de Rogério Guimarães e Francisco Alves

Por Laura Macedo

Natural de Campinas, Rogério Guimarães cedo se mudou para o Rio de Janeiro e, tal como outro paulista de renome - Américo Jacomino, o Canhoto -, ele utilizava as cordas do violão às avessas sendo, também, batizado de “Canhoto”.

Carmen Miranda e Rogério Guimarães

Rogério Guimarães teve sua obra registrada nas gravadoras Odeon, Parlophon e RCA Victor. Nessa última, em 1929, se tornou diretor artístico permanecendo no cargo por três anos, período esse que admitiu a novata Carmen Miranda, primeiro sucesso da gravadora, e tantos outros artistas.

 

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Primeiras gravações do Choro Carioca e Grupo Carioca, por Laura Macedo

 

Este disco apresenta as primeiras gravações de dois conjuntos - “Choro Carioca” e “Grupo Carioca” -, cujos integrantes se tornaram grandes mestres do “choro”.

 

Pixinguinha

 

Alfredo da Rocha Viana Filho (1897-1973), o Pixinguinha é o maior chorão de todos os tempos. Compositor de música popular brasileira era também tenor, pianista, saxofonista, além de arranjador, e contribuiu diretamente para edificar o Choro como um gênero musical. Com ele o Choro adquiriu mais leveza, ritmo, graça e também a hábito do improviso.

Pesquisar a história do artista Pixinguinha equivale a um mergulho profundo nas raízes da Música Popular Brasileira e, ao emergir, constatar que a tradição do Choro só pode ser verdadeiramente estudada e compreendida se considerada em pelo menos duas grandes fases, ou seja, antes e depois do genial Pixinguinha.

 

As polcas de autoria de Pixinguinha, contam com o auxílio luxuoso do pistonista Bonfíglio de Oliveira.

 

Carne assada” (Pixinguinha) # Choro Carioca. Disco Phoenix (70.650), 1915.

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Feliz Natal aos amigos do PLN/GGN/Luis Nassif Online

 

Selecionei algumas composições com a temática do NATAL que socializo com vocês. Espero que contribuam com outras canções alusivas à data. Abraços a todos.

 

Canção de Natal” (Chico Buarque) # Chico Buarque.

 

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Ary Barroso - Interpretações em Piano Solo

 

Neste disco 78 rpm temos o grande Ary Barroso interpretando três composições suas, sem parceiros, em piano solo.

 

Faceira” / “Foi ela” / “Terra de Iaiá” (Ary Barroso) # Solo de piano do autor com acompanhamento. Disco Victor (34.420-B) / Matriz (80.935). Gravação (16/11/1938) / Lançamento (fevereiro/1939).

 

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Recordações de Chico Viola - Rei da Voz, por Laura Macedo

por Laura Macedo

 

Convido a todos para ouvirmos este disco e embarcarmos nas “Recordações de Chico Viola - Rei da Voz”.

 

Francisco Alves dispensa comentários, mas é nunca demais ressaltar que ele é um dos maiores mitos da nossa história musical cuja popularidade, guardadas as proporções dos meios de comunicação da época, é difícil de ser comparada na atualidade.

 

Barcarola” (José Maria de Abreu/Francisco Matoso) # Francisco Alves com Orquestra Copacabana. Disco Odeon (11.645-B) / Matriz (5905). Gravação (26/8/1938) / Lançamento (outubro/1938).

 

 

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Centenário de Frank Sinatra

Para os fãs de Frank Sinatra, assim com eu, custa a crer que seu niver de 100 anos é hoje, 12 de dezembro de 2015. Tudo ainda estar tão vivo na nossa memória: shows, filmes e mais de 1.000 canções gravadas, tornando-se um ícone do swing e do jazz, além do charme que exercia na mulherada. Sem sombras de dúvidas um dos maiores cantores populares de todos os tempos

Convido a turma do Blog GGN/Luis Nassif Online para homenageá-lo com suas interpretações, cenas de filmes, fotos e/ou com casos pitorescos da carreira desse artista que liderou a cena musical do século XX.

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Mário Reis em interpretações memoráveis, por Laura Macedo

Por Laura Macedo

Mário Reis foi um dos melhores cantores brasileiros que revolucionou a arte de interpretar o samba. Fez muito sucesso nas décadas de 1920/1930/1940. Sua paixão pelo samba veio através de Sinhô, que ele casualmente conheceu numa loja de instrumentos musicais e de quem foi aluno de violão. Impressionado com a interpretação que dava aos seus sambas, Sinhô o convidou a gravar suas músicas.

 

Foi o criador de um estilo intimista, com interpretação ritmada e suave, que viria a ser retomado, anos mais tarde, pelos artistas da Bossa Nova. Para a época que nasceu (1907) viveu muito, ou seja, até o ano de 1981, deixando um legado imensurável à Música Popular Brasileira.

 

 

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As composições de Eduardo Souto

 

Eduardo Souto foi um grande compositor e pianista que muito honra a Música Brasileira. De origem paulista (São Vicente -14/4/1882) lançou âncora no Rio de Janeiro, aos 11 anos de idade, onde desenvolveu sua carreira artística. Leia mais »

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Ary Barroso na interpretação de conjuntos vocais/instrumentais

 

Neste post vamos destacar quatro Conjuntos Vocais/Instrumentais: Bando da Lua, Quatro Ases e Um Coringa, Anjos do Inferno e Vocalistas Tropicais, interpretando composições do grande Ary Barroso.

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"Malandro em Paris"

Enviado por Laura Macedo

 

No mundo conturbado que vivemos hoje, dominados pela ameaça terrorista, trago um autêntico samba de gafieira, para aliviarmos as tensões que pairam, infelizmente, sobre o mundo.

Blota Jr. / Denis Brean fizeram a letra/música e Linda Batista deu vida ao gracioso samba de gafieira “Malandro em Paris”.

 

Malandro em Paris” (Blota Jr./Denis Brean) # Linda Batista. Disco RCA Victor (80.0646-A) / Matriz (S-092645). Gravação (17/3/1950) / Lançamento (junho/1950).

 

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Carlos Galhardo em "Embalagem Sugestiva"

Por Laura Macedo

Um presente dado sem embalagem não tem o mesmo efeito do contrário. As gravadoras, desde cedo, sacaram a importância delas para atrair o público consumidor de músicas. Tempos atrás (Portal Luis Nassif) já destaquei o charme das capas de partituras e discos.

O amigo Miguel Bragioni (Arquivo Confraria do Chiado) publicou as fotos que utilizo nesta pequena postagem. De posse delas comecei a garimpagem dos dois fonogramas, que só encontrei no “Banco de Dados do Acervo Nirez”. Mais uma vez, deixando a vergonha de lado, recorri ao grande pesquisador Miguel Nirez de Azevedo, sempre disponível a ajudar.

 

Arnaldo Passos, Ari Monteiro e Carlos Galhardo

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