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Blog de Laura Macedo

Centenário de Aracy de Almeida, por Laura Macedo

Convido todos os amigos a curtirem esta homenagem a grande Aracy de Almeida que, se viva, estaria completando 100 anos. Post completo aqui.

Missão quase impossível fazer um post em homenagem ao centenário de nascimento da grande Aracy de Almeida - O Samba em Pessoa.  Muito já se falou e escreveu sobre ela. Para não me tornar repetitiva vou seguir o roteiro abaixo intercalando muita música, os amigos e casos pitorescos envolvendo a nossa eterna Dama do Encantado.

- Como tudo começou / Fases da Carreira Profissional / Um pouco da vida pessoal / Amigos e Casos Pitorescos.

Dos vários textos que li sobre a vida e obra da homenageada o que mais sintetiza sua trajetória pessoal/artística é, em minha opinião, o do amigo, escritor e grande pesquisador Jairo Severiano. É com base no relato do referido pesquisador e, também, com informações de outras fontes, inclusive do livro “Noel Rosa - uma biografia” que vou subsidiar este post comemorativo aos 100 anos de nascimento de Aracy de Almeida. Viva Aracy de Almeida!!

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Show em homenagem ao Centenário de Aracy de Almeida

Espetáculo reunindo o compositor Hermínio Bello de Carvalho e o cantor Marcos Sacramento relembra histórias e a obra musical da intérprete carioca.

Para quem mora em Sampa eis um super presente em homenagem ao Centenário de Aracy de Almeida.

Saiba mais aqui.

Aracy de Almeida (1914-1988) é uma personagem multifacetada. Amiga de artistas e intelectuais, ela se consagrou na história da música popular brasileira como uma estilista do samba.

Para celebrar o centenário de nascimento da cantora, o espetáculo “A Rainha dos Parangolés” apresenta histórias saborosas de Aracy de Almeida entremeadas com músicas de seu inestimável repertório. O evento acontece nos dias 16 e 17 de agosto de 2014, no teatro do Sesc Belenzinho, em São Paulo. Sábado, às 21h; domingo, às 18h. Os ingressos custam entre R$ 5 e R$ 25.

Quem nos conduz pela trajetória da homenageada é o poeta, produtor e compositor Hermínio Bello de Carvalho, que também assina o roteiro do show. Em conversa com o jornalista Alexandre Pavan, Hermínio traça um perfil da artista carioca, de quem foi amigo pessoal por mais de 20 anos.

A trilha sonora é garantida pelo cantor Marcos Sacramento. Na companhia do violonista e diretor musical Luiz Flávio Alcofra, ele interpreta as canções que ficaram consagradas na voz de Aracy, como as marchas carnavalescas “O passarinho do relógio” e “A mulher do leiteiro” (ambas de Haroldo Lobo / Milton de Oliveira), os sambas “Fez bobagem” (Assis Valente) e “Camisa amarela” (Ary Barroso), além de canções de autoria de Noel Rosa, a exemplo de “Coisas nossas”, “Último desejo” e “O orvalho vem caindo”.

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A efêmera vida do Trio Carioca

O Trio Carioca, criado em 1936, foi constituído por Radamés Gnattali, ao piano, Luciano Perrone, na bateria e Luís Americano no clarinete/saxofone.

A ideia inicial foi de Mr. Evans, diretor da gravadora RCA Victor, que perguntou ao Radamés o que ele achava de montar um Trio nos moldes ao de Benny Goodman, ou seja, piano, bateria, clarineta e/ou sax. 

Os arranjos eram elaborados pelo próprio Radamés e o Trio atuava em diversos programas da Rádio Nacional, além de suprir eventuais faltas na programação, numa época em que os programas não tinham roteiro.

Em 1937, o Trio registrou em disco os choros "Recordando" e "Cabuloso", ambos de Radamés Gnattali. Essas gravações, com arranjos bastante sofisticados para a época, apresentavam a clarineta como primeiro instrumento solista e, em seguida, solos de bateria e piano.

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O único disco do Trio Carioca

O Trio Carioca, criado em 1936, foi constituído por Radamés Gnattali, ao piano, Luciano Perrone, na bateria e Luís Americano no clarinete/saxofone.

A ideia inicial foi de Mr. Evans, diretor da gravadora RCA Victor, que perguntou ao Radamés o que ele achava de montar um Trio nos moldes ao de Benny Goodman, ou seja, piano, bateria, clarineta e/ou sax. 

Os arranjos eram elaborados pelo próprio Radamés e o Trio atuava em diversos programas da Rádio Nacional, além de suprir eventuais faltas na programação, numa época em que os programas não tinham roteiro.

Em 1937, o Trio registrou em disco os choros "Recordando" e "Cabuloso", ambos de Radamés Gnattali. Essas gravações, com arranjos bastante sofisticados para a época, apresentavam a clarineta como primeiro instrumento solista e, em seguida, solos de bateria e piano. Leia mais »

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Januário de Oliveira, a voz de veludo

Por Laura Macedo

Apesar de ter nascido no Rio de Janeiro, Januário de Oliveira (24/3/1902 - 22/2/1963) consolidou sua carreira em São Paulo. Foi o compositor e mutiinstrumentista José Barbosa da Silva - o Sinhô -, conhecido, também, como o Rei do Samba (um ano antes de sair de cena) quem levou Januário para São Paulo, em 1929. Lá em Sampa ambos apresentaram-se em um show, no Teatro Municipal em apoio à candidatura de Julio Prestes à Presidência da República, promovido pelo movimento da Antropofagia.

Januário de Oliveira e Sinhô Leia mais »

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Almirante e a "Arca de Noé", por Laura Macedo

Pesquisando (online) na Biblioteca Nacional (Hemeroteca Digital Brasileira) - Revista Carioca -, encontrei uma reportagem sobre algumas músicas gravadas por Henrique Foréis Domingues, popularmente conhecido como Almirante. Resolvi adaptá-la, com pequenas alterações, a fim de compartilhar com vocês.

Em todos os carnavais há sempre uma música diferente que vence pela originalidade. E pouco são os cantores que se metem a gravá-las até porque o sucesso quando se trata de músicas originais é muito duvidoso.

Entre os poucos cantores mais acessíveis aos compositores está Henrique Foreis Domingues – Almirante (19/2/1908 - 21/12/1980).  Ele é pau pra toda obra. E isso é fácil de comprovar pelos recordes anteriores do consagrado cantor, principalmente no carnaval onde é considerado o Compositor Nº 1. Exemplo ilustrativo são as gravações das músicas “Marchinha do grande galo” (Lamartine Babo/Paulo Barbosa), “Touradas em Madri” (João de Barro/Alberto Ribeiro) e “Arca de Noé” (Nássara/Sá Roris). Esta última é uma das mais curiosas criações musicais do ano de 1938.

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O Rouxinol do Brasil e o Rei da Voz em performances memoráveis

Integrar as vozes de Dalva de Oliveira e Francisco Alves resultou em um casamento perfeito entre dois artistas que marcaram a história da Música Popular Brasileira. A primeira vez que isso aconteceu, em disco, foi em 16 de agosto de 1939, quando gravaram o belo samba “Acorda Estela!”

Depois da descoberta de “Acorda Estela!” desconfiei que a dupla não tivesse gravado só essa música. Em uma rápida pesquisa no IMS (Instituto Moreira Salles) constatei várias outras gravações. Outro fato que me deixou super feliz foi a localização, no YouTube, de três vídeos, contendo 12 interpretações da dupla Dalva de Oliveira e Francisco Alves, os quais compartilho com vocês.

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Raul Sampaio em apresentação emocionante

Raul Sampaio é autor de mais de 250 canções e gravado, entre outros, por nomes como Roberto Carlos, Maria Bethânia, Renato Russo, Maysa, Nelson Gonçalves. Integrante do Trio de Ouro, com Herivelto Martins e Lurdinha Bittencourt brilhou na antiga Rádio Nacional e construiu carreira no Rio de Janeiro, onde morou durante mais de 60 anos.

Com 86 anos de idade, completados hoje (6/7/2014), violão às mãos, Raul continua em plena produtividade, com cerca de 60 canções inéditas. Entre as mais recentes, uma que carrega o sentido de sua trajetória: "Canto ainda, porque cantar é bom, canto ainda pra não perder o dom...".

Sempre fico emocionada quando vejo um artista da sua idade receber, ao vivo, com o auditório todo em pé, os aplausos merecidos. Parabéns Raul Sampaio!!

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O Polivalente Paulo Soledade

Paulo Soledade foi um artista polivalente que estaria completando hoje 95 anos (26/6/1919 - 27/10/1999). Além de excelente compositor foi também piloto da Força Aérea Brasileira e da Panair do Brasil; promoveu vários shows na famosa boate Casablanca, juntamente com Fernando Lobo; proprietário da famosa boate Zum Zum, em Copacabana; ator de teatro e um dos mais destacados integrantes do famoso Grupo dos Cafajestes. Achando pouco acrescentou a sua vasta bagagem o manejo correto de equipamentos de som, trabalhando na gravadora Continental. Foi a ele que recorreram os responsáveis pela primeira visita de Dizzy Gillespie ao nosso país, para colocação dos microfones nos lugares certos. Leia mais »

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Centenário de João Petra de Barros

João Petra de Barros, na sua curta trajetória pessoal e artística (viveu apenas 33 anos), foi um dos grandes intérpretes da Música Popular Brasileira. Gravou, entre outros, compositores do quilate de Noel Rosa, Orestes Barbosa, Custódio Mesquita, Marino Pinto, Ismael Silva, Braguinha, Zé da Zilda, Ary Barroso e até mesmo o jovem Vinicius de Moraes.

Foi batizado pela radialista César Ladeira como o “Cantor da voz de 18 Quilates”. Que a voz de ouro de João Petra não seja esquecida pelas novas gerações. Post completo aqui. Vamos homenageá-lo ouvindo suas grandes interpretações?

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Chico Buarque de Holanda, 70 Anos

Minha admiração por Chico Buarque é de longa data. Para ser mais precisa desde 1966, quando “a moça feia debruçou na janela / pensando que a banda tocava pra ela”. De lá pra cá a admiração continua em escala ascendente. Já deixei filha, marido e cachorro em casa e peguei o avião para assistir shows do Chico. Seus inúmeros LPs/ CDs estão em destaque na minha estante e no meu coração.

Hoje, 19 de junho de 2014, quando ele completa 70 anos presto minha homenagem a este talentoso artista selecionando as minhas 10 MAIS do Chico Buarque. E você, quais as suas preferidas?

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Hekel Tavares - Um grande artista brasileiro

Por Laura Macedo

Hekel Tavares foi compositor, regente, arranjador, pianista e folclorista, chamado de o “Schubert brasileiro”, apelido dado pelo maestro Eleazar de Carvalho, por sua capacidade de compor canções eruditas e populares.

Grandes nomes da nossa música gravaram suas composições como Francisco Alves, Maria Bethânia, Sivuca, Turíbio Santos, Bibi Ferreira, Nana Caymmi, Maria Lúcia Godoy, Zezé Gonzaga, entre outros.

Hekel Tavares nasceu em 16 de junho de 1896, em Satuba (AL) e faleceu em 8 de agosto de 1969, na cidade do Rio de Janeiro. A perenidade da sua obra demonstra sua importância na história da música brasileira.

Sussuarana” (Hekel Tavares/Luiz Peixoto) # Maria Bethânia/Nana Caymmi.

 “Você (Penas do tiê)” (Hekel Tavares) # Fagner/Nara Leão.

 “Azulão” (Hekel Tavares/Luiz Peixoto) # Patrício Teixeira.

 “Guacyra”(Hekel Tavares/Joracy Camargo) # Rosa Pardini. Leia mais »

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Música de Chuteiras

Música e Futebol entram em campo, driblam bonito, tabelam na entrada da área e marcam um gol de placa. Essa relação inspira compositores e cantores que compuseram notas e versos para exaltar nossas conquistas e/ou levantar a torcida brasileira. Post completo aqui.

“Paris” (Alcyr Pires Vermelho/Alberto Ribeiro) # Carmen Miranda. Disco Odeon (16.613-A), 1938.

Deixa falar” (Nelson Petersen) # Carmen Miranda/Ary Barroso. Disco Odeon (11.640-A), 1938.

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O boêmio e romântico Lúcio Cardim

O boêmio e romântico Lúcio Cardim divulgava para quem quisesse ouvir que ganhava mais dinheiro com apostas do que com direito autoral. E sabe por quê? Acontece que os leigos acreditavam, cegamente, que a música “Matriz ou filial” era de autoria de Lupicínio Rodrigues e só se convenciam do contrário quando constatavam o nome de Lúcio Cardim no rótulo do disco. “Ai já era tarde, tinham que pagar a aposta”.

Hoje (7/6/2104), se vivo, estaria completando 82 anos e vamos homenageá-lo com suas composições feitas sozinho e/ou em parcerias. Post completo aqui.

- “Matriz ou filial” (Lúcio Cardim) # Jamelão, 1965.

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Descobertas de Tinhorão

José Ramos Tinhorão, durante uma de suas viagens a Portugal, descobriu a participação dos cantores Moreira da Silva e Olga Praguer Coelho no filme “Varanda dos rouxinóis” (direção de Leitão de Barros, 1939).

Como o filme foi encontrado sem a parte sonora, os áudios foram inseridos pelo Instituto Moreira Salles, em abril de 2012, a partir das gravações originais de “Acertei no milhar”, samba-choro de Wilson Batista e Geraldo Pereira, disco Odeon (11883), gravado em abril de 1940 (Coleção José Ramos Tinhorão), e “Virgem do Rosário” (lundu imperial do século XVIII, de domínio público), disco Victor (34042), gravado em novembro de 1935, também da coleção de Tinhorão.

Veja como ficaram as edições e, ainda, um vídeo com Tinhorão contando a história.

Fonte: IMS (Instituto Moreira Salles).

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Hianto de Almeida - Um dos precursores da Bossa Nova

O compositor/cantor potiguar Hianto de Almeida viveu pouco mais de quatro décadas, mas nesse curto espaço de tempo produziu 237 composições, sendo 81 gravadas em discos 78 rotações, 7 discos de dez polegadas, 7 compactos, 89 LPs e 23 CDs. É considerado um dos precursores da Bossa Nova.

Hoje, 2 de junho de 2014, ele estaria completando 91 anos de vida e vamos homenageá-lo com suas geniais composições. Que o legado de Hianto de Almeida (2/6/1923 - 27/9/1964) seja cada vez mais reconhecido e valorizado no cenário musical brasileiro. Post completo aqui

- “Vento vadio” (Evaldo Rui/Hianto de Almeida) # Isaura Garcia (gravação 1954).

- “Meia luz” (Hianto de Almeida/João Luiz) # João Gilberto. Disco Copacabana (099-B), agosto/1952.

- “Memórias” (Hianto de Almeida/Evaldo Rui) # Elizeth Cardoso.

- “Sincopado triste” (Hianto de Almeida/Macedo Neto) # Elizeth Cardoso. Leia mais »

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Maurício Einhorn - o sopro que permanece

Maurício Einhorn é um craque na harmônica de boca que domina com paixão, encantando figuras como Toots Thielemans e Stephane Grapalli e a moçada da nova geração a exemplo de Gabriel Grossi. Hoje, 29/5/2014, ele completa 82 anos. Parabéns Maurício, que seu sopro permaneça nos encantando, sempre. Post completo aqui.

"Batida Diferente" (Maurício Einhorn/Durval Ferreira) # Maurício Einhorn e Gabriel Grossi.

"Pedacinhos do Céu" (Waldir Azevedo) # Maurício Einhorn, Arismar do Espírito Santo e Roberto Sion.

 

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As primeiras composições gravadas de Custódio Mesquita

Interagindo, via Facebook, com os amigos do Arquivo Confraria do Chiado divulguei um post que fiz em homenagem ao Centenário de Custódio Mesquita, resultado: O amigo Adilson Santos enviou-me as duas primeiras músicas gravadas de Custódio as quais compartilho com enorme prazer.

Trata-se de - “Dormindo na rua” e “Tenho um segredo” -, ambas gravadas por Sílvio Caldas, em 1932. Confiram aqui.

Só foi possível a realização deste post graças à generosidade do amigo Adilson Santos (Arquivo Confraria do Chiado), que disponibilizou áudios e fotos dos selos do disco, a quem dedico esta postagem. Valeu Adilson!

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Mário Reis, Noel Rosa e Lamartine Babo - "O sol nasceu pra todos"

Mário Reis precisava com urgência de um samba para gravar. Encontrou Noel Rosa e Lamartine Babo, e levou-os para sua casa. Lamartine já tinha a primeira parte de “O sol nasceu para todos”.  A conversa terminou num desafio: os dois fariam segundas partes e o cantor escolheria a que considerasse melhor. É o jornalista/escritor João Máximo que conta o desfecho dessa história. Post completo aqui.

“O sol nasceu pra todos” (Noel Rosa/Lamartine Babo) # Mário Reis. Disco Victor (33738-B), 1933.

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Festival Marcello Tupynambá

Conheça mais sobre este talentoso artista da Música Brasileira nos links: "Marcello Tupynambá - Pai da Canção Brasileira" e "Acervo Digital Marcello Tupynambá".

Tristeza de caboclo” (Marcello Tupynambá/Arlindo Leal) # Mário de Azevedo (piano).

Flor de maracujá” (Marcello Tupynambá/Amadeu Amaral) # Abigail Maia. Disco Victor (33425B), 1931.

Canção da Guitarra” (Marcello Tupynambá/Aplecina do Carmo) # Inezita Barroso.

Gosto de beijo” (Marcello Tupynambá/Afonso Schmidt) # Antônio Mário (piano) e Orquestra.

 

 

 

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Johnny Alf - 85 anos do Rapaz de Bem

Por Laura Macedo

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Centenário de Lúcio Rangel

O jornalista, crítico musical e musicólogo Lúcio Rangel, estaria completando 100 anos. Ao longo da sua trajetória colaborou em inúmeras publicações a exemplo do suplemento literário “d’O Jornal”, dirigido pelo amigo Vinicius de Moraes, onde manteve uma coluna musical (1945-1947) e em vários veículos jornalísticos.

Uma das suas publicações mais marcantes foi a Revista da Música Popular, lançada em parceria com Pérsio de Moraes, em 1954, com duração até 1956. Lúcio Rangel colocou no mesmo caldo a nata dos analistas da Música Brasileira e os artistas/jornalistas/escritores, formando um baita time pra ninguém botar defeito. Post completo aqui.

 

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50 anos sem o compositor Armando Cavalcanti

No mês de abril, próximo passado, fiz uma homenagem ao centenário do compositor Armando Cavalcanti que, infelizmente, passou em "brancas nuvens". Como sou teimosa, que nem meu grande amigo Luciano Hortencio, hoje renovo a homenagem lembrando que há 50 anos ele nos deixou. Vamos homenageá-lo relembrando seus grandes sucessos. Seu ecletismo proporcionou um passeio por quase todos os gêneros musicais, como veremos nos vídeos selecionados.

Seu parceiro mais constante foi Klecius Caldas, que morava no mesmo prédio de Armando, o quem fez o convite para a parceria musical que resultou em mais de 60 composições, segundo o Dicionário Cravo Albin da MPB. Armando Cavalcanti também compôs com David Nasser, Paulo Soledade, Tom Jobim, Victor Ferreira, Fernando César, Manezinho Araújo entre outros.Post completo aqui.

 

 

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Palmas para Ângela Maria!

A cantora Ângela Maria, apelidada de “Sapoti”, integra a galeria das mais famosas e competentes cantoras brasileiras, cuja popularidade mantém-se inabalada. Ela, hoje, está completando 86 anos. Palmas para Ângela Maria!

 

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Djalma Ferreira e seus Milionários do Ritmo

Por Laura Macedo

O instrumentista, regente e compositor Djalma Ferreira foi um dos mais ilustres personagens da noite carioca da década de 1950. Com o seu conjunto - “Os Milionários do Ritmo” -, reinou absoluto em várias boates do Rio de Janeiro, a exemplo da Boate Drink, de sua propriedade. Hoje ele estaria completando 101 anos.  Post completo aqui.

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Homenagem a todos os Trabalhadores

Canto das três raças”, de Paulo César Pinheiro/Mauro Duarte, na interpretação de Clara Nunes, em homenagem a todos os trabalhadores. Excelente feriado. Abraços a todos.

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A versatilidade do compositor centenário Dorival Caymmi

Por Laura Macedo

Para homenagear o Centenário de Dorival Caymmi vamos destacar sua versatilidade de compositor em dois momentos de sua carreira: "Caymmi e o mar da Bahia" e "Caymmi e o Rio de Janeiro".

Nascido em Salvador (BA), em 30 de abril de 1914, cercado de mar por todos os lados, Dorival Caymmi mesmo sem saber nadar, apaixonou-se pelo mar e deixou que ele invadisse sua alma de poeta. Post completo aqui.

- “O mar” (Dorival Caymmi) # Dorival Caymmi e Orquestra Lírio Panicalli. Disco Columbia (55257-A/B), 1940.

- “Pescaria/Canoeiro” (Dorival Caymmi) # Dorival Caymmi. LP Canções Praieiras, 1954.

- “História de pescadores”, duração de 15 minutos, com “Canção da Partida”, “Adeus da Esposa”, “Temporal”, “Cantiga de Noiva”, “Velório val” e “Na manhã seguinte”.

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Agostinho dos Santos e Paulo Vanzolini

Os paulistas - Agostinho dos Santos e Paulo Vanzolini - deixaram suas marcas na história da Música Popular Brasileira, como compositores e intérpretes.

O primeiro com sua voz magnífica, talvez o mais afinado cantor de todos os tempos e com um estilo que ninguém conseguiu imitar. Sua interpretação do clássico samba canção “Estrada do Sol” (Tom Jobim/Dolores Duran) é insuperável.

O segundo, provavelmente o único sambista zoólogo do país. A expressão “levanta a poeira e dá a volta por cima” foi incorporada ao linguajar do povo brasileiro. Seus sucessos, como “Volta por cima” e “Ronda” fazem parte das músicas que integram a história da nossa MPB.

Agostinho dos Santos nasceu há 82 anos (25/4/1932) e saiu de cena na cidade de Paris (12/7/1973). Paulo Vanzolini nasceu há 90 anos (25/4/1924) e saiu de cena em 2013.

“Estrada do Sol” (Tom Jobim/Dolores Duran) # Agostinho dos Santos. Leia mais »

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Dia Nacional do Choro é sinônimo de Pixinguinha

Em homenagem ao Dia Nacional do Choro, trago um Pixinguinha que compõe, executa arranjos, toca instrumentos, canta, fala...

Pesquisar a história do artista Pixinguinha equivale a um mergulho profundo nas raízes da Música Popular Brasileira e, ao emergir, constatar que a tradição do Choro só pode ser verdadeiramente estudada e compreendida se considerada em pelo menos duas grandes fases, ou seja, antes e depois do genial Pixinguinha. Post completo aqui.

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O centenário de Armando Cavalcanti

Por Laura Macedo

No Centenário de nascimento do compositor Armando Cavalcanti vamos homenageá-lo relembrando seus grandes sucessos. Seu ecletismo proporcionou um passeio por quase todos os gêneros musicais.

Seu parceiro mais constante foi Klecius Caldas, que morava no mesmo prédio de Armando, a quem fez o convite para a parceria musical que resultou em mais de 60 composições. Compôs, também, com David Nasser, Paulo Soledade, Tom Jobim, Victor Ferreira, Fernando César, Manezinho Araújo, entre outros. Post completo aqui.

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