Revista GGN

Assine

Blog de Laura Macedo

Shows em homenagem ao Dia Nacional do Choro

O Sesc e o Instituto Moreira Salles comemoram o Dia Nacional do Choro, 23 de abril, homenageando seu patrono maior, Pixinguinha.

Os concertos marcam ainda o lançamento de “Outras Pautas”, caixa com 44 partituras: 19 composições do próprio Pixinguinha, incluindo clássicos como “Carinhoso” e “Lamentos” e 25 outras composições de nomes como Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Sinhô e Anacleto de Medeiros, além de temas de tradição  popular orquestrados.

Arregimentada pelo IMS em 2010, a Orquestra Pixinguinha na Pauta foi assim batizada por ter executado, no Rio e em São Paulo, a primeira leva de partituras do maestro, publicada na caixa. Com regência de Pedro Aragão, direção musical e artística de Bia Paes Leme e Paulo Aragão, a Orquestra procura ser o mais fiel possível à sonoridade da época, abrindo, no entanto espaço para improviso e brilho de seus músicos. Leia mais »

Vídeos

Veja o vídeo
Sem votos

Dona Ivone Lara - 93 anos da grande Dama do Samba

Não basta chamá-la pela forma como foi batizada. O pioneirismo e o respeito que impôs na MPB a transformaram em Dona Ivone Lara. Primeira mulher a compor samba-enredo e a mais completa sambista em atividade no país (compõe, canta e toca cavaquinho). Saiba mais aqui e no Dicionário Cravo Albin.

Leia mais »

Vídeos

Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Média: 5 (1 voto)

Rosas para Dorival Caymmi no mês do seu Centenário

“Das rosas” (Dorival Caymmi) # Nana, Dori, Danilo Caymmi e o pianista Laércio de Freitas (Tio), 1984.

Nada como ser rosa na vida

Rosa mesmo ou mesmo rosa mulher

Todos querem muito bem a rosa
Quero eu ....
Todo mundo também quer
Um amigo meu disse que em samba
Canta-se melhor flor e mulher
E eu que tenho rosas como tema
canto no compasso que quiser

Rosas...rosas ... rosas...
Rosas formosas são rosas de mim
Rosas a me confundir

Rosas a te confundir
Com as rosas, as rosas, as rosas, de abril
Rosas... rosas... rosas...

 

Rosas mimosas são rosas de ti
Rosas a me confundir

Rosas a te confundir
Com as rosas, as rosas, as rosas de abril
Rosas a me confundir 

Rosas a te confundir
São muitas... são tantas

São todas tão rosas

Rosas de abril
 

Média: 5 (1 voto)

"Drama de Angélica" - Alvarenga e Ranchinho

Murilo Alvarenga (1912-1978) e Ranchinho *¹ (1913-1991)

Ao contrário do que, comumente, ocorria com a maioria das duplas caipiras, Alvarenga e Ranchinho estrearam primeiro no cinema (1935) a convite de Ariovaldo Pires, conhecido como Capitão Furtado (compositor, grande escritor de “causos”) e futuro parceiro da dupla. Ao longo da carreira participaram em 49 filmes.

Despontaram no disco, em 1936, com modas de viola, desafios e sátiras com ênfase a figura do caipira, sempre com muito humor e inteligência, consolidando um estilo de interpretação.

Neste post destacaremos apenas a composição - “Drama de Angélica”, em parceria com M.G. Barreto. É uma obra criativa/bem humorada, composta por quatro atos, em que quase todos os versos terminam em proparoxítonas.

No ato inicial, a dupla apresenta como a história começou e faz uma incursão metalingüística: “Poesia épica / Em forma esdrúxula / Feita sem métrica / Com rima rápida”. Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

A MPB e a Ditadura

O golpe militar de 1964 completa hoje, 31 de março de 2014, 50 anos. Muitos eventos e reportagens estão pipocando país afora a fim de lembrar e debater a data.

Como a MPB acompanhou o termômetro alto da política daquela época, antes e depois do golpe, a grande maioria dos artistas (não só da MPB, também do teatro, cinema literatura, artes plásticas...) tomaram partido contra os militares.

Longe de querer esgotar a temática, selecionei algumas músicas que retratam a resistência ao famigerado Golpe de 64. Algumas músicas mesmo criadas antes do Golpe de 64 passaram a ser consideradas símbolos da resistência. Para você que outras músicas retratam, também, o Golpe de 1964?  

DITADURA, NUNCA MAIS!

1- “Mordaça” (Eduardo Gudin/Paulo César Pinheiro) # Márcia/Eduardo Gudin/Paulo César Pinheiro.

2- “Pesadelo” (Paulo César Pinheiro/Maurício Tapajós) # Joyce.

3- “Cartomante” (Ivan Lins/Victor Martins) # Ivan Lins. Leia mais »

Vídeos

Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Sem votos

Johnny Alf e Paulo César Pinheiro homenageiam Noel Rosa

Dois bambas da nossa Música Popular Brasileira, Johnny Alf e Paulo César Pinheiro, se juntaram para homenagear o Poeta da Vila Noel Rosa. O resultado foi a belíssima “Noel, Rosa do Samba”. Vale à pena conferir.

Noel, Rosa do Samba” (Johnny Alf/Paulo César Pinheiro) # Johnny Alf (voz) / Leando Braga (piano/arranjo) / João Lyra (violão) / Luciana Rabello (cavaquinho) / Pié (baixo) / Zero (percussão) / Grupo Arranco de Varsóvia (vocal: Evelyne Hecker / Murí Costa / Paulo Malaguti / Rita Peixoto / Soraya Ravenle). Lumiar Discos – CD LDOS/97 – dezembro/1977.

“Noel, Rosa do Samba”

No Brasil um botão de rosa é semente do samba

Que brotou do chão das calçadas de Vila Isabel

Um feitiço da Vila que cai no arvoredo que dança

Mas se cai, cai no samba que sai do violão de Noel

De conversa de botequim nasce um samba e um poema Leia mais »

Sem votos

Centenário de Carolina Maria de Jesus

Ainda está em tempo de comemorarmos o Centenário de Carolina Maria de Jesus (14/3/1914 - 13/2/1977) oriunda de uma família extremamente pobre que, contrariando todos os indicadores sociais (favelada, semi-analfabeta, negra, catadora de lixo, mãe solteira...), tornou-se escritora/compositora.

Na década de 1930, já em São Paulo foi morar na favela do Canindé. Seu sustendo próprio e de seus três filhos foi exercendo a atividade de catadora de papel. No meio do lixo, Carolina, encontrou uma caderneta, onde passou a registrar seu cotidiano de favelada, em forma de diário.

Carolina teve suas anotações publicadas, em 1960, no livro "Quarto de Despejo”, que vendeu mais de cem mil exemplares. A obra foi prefaciada pelo escritor italiano Alberto Moravia e traduzida para 29 idiomas. Também foi adaptado para o teatro e cinema.

Em 1961 lançou, pela RCA Victor, o disco - “Quarto de Despejo: Carolina Maria de Jesus cantando suas composições".

Leia mais »

Vídeos

Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Média: 5 (1 voto)

Dois anos sem Chico Anysio - sua faceta de Compositor

Chico Anysio na gravação do programa Ensaio, em 2003. Ao lado, a capa do LP “Baiano e Os Novos Caetanos”.

O Brasil lamentou profundamente a partida do multifacetado artista Chico Anysio, ocorrida em 23 de março de 2012, no Rio de Janeiro. Chico encantou o país com seus mais de duzentos personagens, tornando-se um ícone do humor e da comédia. Mas o Chico Anysio cantor e compositor, também, encantaram. Confiram.

“Rio antigo” (Chico Anysio / Renato Buzar) # Alcione.

“A fia de Chico Brito” (Chico Anysio) # Dolores Duran.

“Nicanor Belas Artes” (Chico Anysio / João Nogueira) # Mateus Sartori.

“Rancho da Praça Onze” (Chico Anysio / João Roberto Kelly) # Dalva de Oliveira.

Leia mais »

Vídeos

Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Média: 2.7 (3 votos)

Centenário de Guerra-Peixe

Neste ano de 2014 vários acontecimentos marcantes, pelo menos em minha opinião, pipocarão pelo Brasil afora: A Copa do Mundo de Futebol, as Eleições Majoritárias em todo país e alguns Centenários de grandes nomes da nossa música, a exemplo de César Guerra-Peixe que hoje - 18 de março de 2014 -, estaria completando 100 anos.

Diante da magnitude da obra de Guerra Peixe passei alguns dias matutando a melhor forma de homenageá-lo, chegando à conclusão que tentarei via suas composições.

Convido a todos a embarcar (aqui) no seu universo erudito e popular, onde ele foi um gigante pela capacidade de experimentar, romper regras e pelo conjunto da sua obra que envolve suas realizações, como compositor, maestro, arranjador, musicólogo, professor e pesquisador.

“Mourão” (Guerra-Peixe) # Orquestra de Câmera Rio Strings, 2003.

“Seu Maestro: Uma homenagem à Guerra-Peixe”. Leia mais »

Vídeos

Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Média: 5 (1 voto)

Vera Lúcia interpretando grandes compositores

Por Laura Macedo

A cantora Vera Lúcia (7/8/1930 - Vizeu/Portugal) surgiu no cenário musical brasileiro no final dos anos de 1940, na Rádio Nacional. Gravou inúmeros discos de 78 rpm, pela Odeon e outros selos. Portuguesa de nascimento, não trazia em sua voz qualquer sotaque. Foi eleita (1955) a Rainha do Rádio, na ocasião, vencendo Ângela Maria que tentava a reeleição e coroada pela cantora Carmen Miranda.

Gravou composições de grandes nomes da nossa MPB, a exemplo de Tito Madi, Dolores Duran, Tom Jobim, Newton Mendonça, Evaldo Gouveia, Billy Blanco, Vinicius de Moraes, Radamés Gnattali, entre outros. Ouça outras interpretações de Vera Lúcia aqui.

 

Leia mais »

Vídeos

Veja o vídeo
Veja o vídeo
Média: 5 (1 voto)

"Rosa" para homenagear todas as mulheres

No Dia Internacional da Mulher, qual o melhor presente para ela? Flores? Então, ouçamos "Rosa", de Pixinguinha e Otávio de Souza, na voz de Orlando Silva. (Dica da Rádio Batuta).

Rosa” (Pixinguinha/Otávio de Souza) # Orlando Silva. Disco Victor (34181B), 1937.

Vídeos

Veja o vídeo
Média: 4.5 (4 votos)

Vera Lúcia interpretando um clássico de Tito Madi

A cantora Vera Lúcia (7/8/1930 - Vizeu/Portugal) surgiu no cenário musical brasileiro no final dos anos de 1940, na Rádio Nacional. Gravou inúmeros discos de 78 rpm, pela Odeon e outros selos. Portuguesa de nascimento, não trazia em sua voz qualquer sotaque. Foi eleita (1955) a Rainha do Rádio, na ocasião, vencendo Ângela Maria que tentava a reeleição e coroada pela cantora Carmen Miranda.

Gravou composições de grandes nomes da nossa MPB, a exemplo de Tito Madi, Dolores Duran, Tom Jobim, Newton Mendonça, Evaldo Gouveia, Billy Blanco, Vinicius de Moraes, Radamés Gnattali, entre outros.

Cansei de ilusões” (Tito Madi) # Vera Lúcia. Disco Continental (17323A), 1956.

Vídeos

Veja o vídeo
Sem votos

Carnaval de João de Barro - Braguinha e Alberto Ribeiro

João de Barro - Braguinha e Alberto Ribeiro

Chiquita bacana” (Braguinha / Alberto Ribeiro) # Emilinha Borba. Disco Continental (15.979), 1948.

Balancê (Braguinha / Alberto Ribeiro) # Carmen Miranda. Disco Odeon (11.430), 1936.

“Touradas em Madri” (Braguinha / Alberto Ribeiro) # Almirante e Orquestra Odeon. Disco Odeon (11.550), 1938.

“Yes, nós temos bananas” (Braguinha / Alberto Ribeiro) # Almirante e Orquestra Odeon. Disco Odeon (11.550), 1937.

Leia mais »

Vídeos

Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Média: 5 (2 votos)

Carnaval de Heitor dos Prazeres

Heitor dos Prazeres

"A Alegria do nosso Brasil". (Heitor dos Prazeres) # Nilton Paz / Napoleão e seus Soldados Musicais. Disco Columbia (55.012), 1939. 

Acho esta música linda, linda..., mas não encontrei nenhum vídeo. Torço para que a áudio abra normalmente.

You are missing some Flash content that should appear here! Perhaps your browser cannot display it, or maybe it did not initialize correctly.

Sem votos

Carnaval de Jararaca e Vicente Paiva

Jararaca e Vicente Paiva

Mamãe eu quero” (Jararaca / Vicente Paiva) # Carmen Miranda e Bando da Lua. Disco Odeon (283.441), data indefinida.

Vídeos

Veja o vídeo
Sem votos

Carnaval de Zé da Zilda e Zilda do Zé

Zé da Zilda e Zilda do Zé

Saca-rolha” (Zé da Zilda / Zilda do Zé / Valdir Machado) # Zé da Zilda e Zilda do Zé. Disco Odeon (13.588), 1953.

Vídeos

Veja o vídeo
Sem votos

Carnaval de Benedito Lacerda

Benedito Lacerda

A Jardineira” (Benedito Lacerda e Humberto Porto) # Orlando Silva e Orquestra Victor Brasileira. Disco Victor (34.386), 1938.

Vídeos

Veja o vídeo
Sem votos

Carnaval de Zé Kéti

Zé Kéti (1921-1999)

Máscara Negra” (Zé Kéti / Hildebrando Pereira Matos) # Dalva de Oliveira.

Vídeos

Veja o vídeo
Sem votos

Carnaval de Noel Rosa

Noel Rosa (1910-1937)

Pierrot Apaixonado” (Noel Rosa / Heitor dos Prazeres) # Joel e Gaúcho e os Diabos do Céu. Disco Victor (34.012A), 1935.

Vídeos

Veja o vídeo
Sem votos

Carnaval de Homero Ferreira e João Roberto Kelly

Homero Ferreira (1929) e João Roberto Kelly (1938).

Me dá um dinheiro aí” (Ivan Ferreira / Homero Ferreira / Glauco Ferreira) # Moacyr Franco, 1959.

Cabeleira do Zezé” (João Roberto Kelly / Roberto Faissal) # Jorge Goulart.

 

Vídeos

Veja o vídeo
Veja o vídeo
Média: 1 (1 voto)

Carnaval de Lamartine Babo

Carnaval de Lamartine Babo. Disco Sinter, 1953.

Músicas da Faixa 1: Carnaval Brasil (Hino Do Carnaval) – Aí, Hein? – Uma Andorinha Não Faz Verão - Rasguei a Minha Fantasia – Boa Bola – Muleque Indigesto – Ride Palhaço. 

Músicas da Faixa 2: O Teu Cabelo Não Nega – História Do Brasil (Seu Cabral) – Linda Morena – Marchinha Do Grande Galo – Marcha Do Amor (Com a Letra A) – Grau Dez.

 Do compositor Lamartine Babo, quais as suas composições carnavalescas preferidas? Participe do post citando e/ou colocando vídeos, players ..., nos comentários.

 

You are missing some Flash content that should appear here! Perhaps your browser cannot display it, or maybe it did not initialize correctly.

You are missing some Flash content that should appear here! Perhaps your browser cannot display it, or maybe it did not initialize correctly.

Média: 4.2 (5 votos)

Carnaval de Nássara e Haroldo Lobo

Nássara (1910-1996) e Haroldo Lobo (1910-1965)

Emília” (Haroldo Lobo / Wilson Batista) # Vassourinha. Disco Continental (55.302), 1941.

Alá-Lá-Ô” (Haroldo Lobo / Nássara) # Carlos Galhardo. Disco Odeon (34.697), 1941. 

Dos compositores Nássara e Haroldo Lobo, quais as suas composições carnavalescas preferidas? Participe do post citando e/ou colocando vídeos, players ..., nos comentários.

 

You are missing some Flash content that should appear here! Perhaps your browser cannot display it, or maybe it did not initialize correctly.

You are missing some Flash content that should appear here! Perhaps your browser cannot display it, or maybe it did not initialize correctly.

Sem votos

Carnaval de Max Nunes

Bandeira Branca” (Max Nunes / Laércio Alves) # Dalva de Oliveira, 1970. (Dalva morreria dois anos depois). 

Do compositor Max Nunes, quais as suas composições carnavalescas preferidas? Participe do post citando e/ou colocando vídeos, players ..., nos comentários.

 

You are missing some Flash content that should appear here! Perhaps your browser cannot display it, or maybe it did not initialize correctly.

Sem votos

Teresina: O Maior Corso do Mundo

O Corso de Teresina é considerado pelo Guinness Book como o Maior do Mundo. Mais de 300 mil pessoas desfilaram pelas avenidas Marechal Castelo Branco e Raul Lopes (sábado, 22 de fevereiro de 2014), segundo informações da Polícia Militar. Foram 400 caminhões enfeitados e milhares de pessoas que caíram na folia e criatividade. A foto acima e os vídeos não me deixam mentir. Viva o Corso de Teresina!

Vídeos

Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Sem votos

O Legado de Paulo Moura disponibilizado online

Por Laura Macedo

No imenso acervo de Paulo Moura (aproximadamente 11 mil itens) há partituras com lembretes por escrito e também recortes de jornal que viravam pauta para alguma frase musical. Tudo isso ficou, por muito tempo, disposto em sua casa, em uma lógica que só ele podia compreender.

Leia mais »

Vídeos

Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Média: 5 (2 votos)

Diego Figueiredo e as lágrimas de George Benson

Diego Figueiredo é considerado um dos melhores guitarristas da atualidade pela crítica especializada e músicos do quilate de Paulo Bellinati, Guinga, Roberto Menescal, Hermeto Pascoal, George Berson, Al Di Meda, Pat Metheny...

Em 2005 foi aclamado pelo "Montreux Jazz Festival" um dos três maiores guitarristas do mundo e em 2007 conquistou o 2º lugar no "Montreux Jazz Guitar Competition", um dos concursos mais conceituados da atualidade que, nesta edição, foi presidido pelo guitarrista norte-americano George Benson.

Leia mais »

Vídeos

Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Média: 3.4 (5 votos)

"Opinião", 50 anos depois

O IMS (Instituto Moreira Salles) recriou o espetáculo Opinião, 50 anos depois, como um dos destaques da programação de Em 1964. O show original estreou no Teatro de Arena do Rio de Janeiro em dezembro de 1964, confrontando o regime militar que havia tomado o poder alguns meses antes. Ao longo de várias apresentações em diversas cidades, mais de cem mil pessoas assistiriam ao show, que ganhou ares de evento cívico.

Assista ao vídeo integral da recriação do histórico show Opinião. Promovido pelo IMS, o evento trouxe Joyce e Casuarina apresentando (8/2/2014) sua versão do espetáculo 50 anos após a estreia em 1964.

Fonte: Blog do IMS.

 

Leia mais »

Vídeos

Veja o vídeo
Média: 5 (2 votos)

A "Risoleta", imortalizada por Luiz Barbosa, existiu

Foto: Luiz Barbosa e Raul Marques (um dos compositores de “Risoleta”)

O escritor, jornalista e pesquisador musical João Máximo lembra que o samba de breque “Risoleta” (Raul Marques/Moacir Bernardino) se baseou numa personagem real, ao contrário do que por décadas se pensou. A música ganhou várias gravações importantes, mas seu lançador foi Luiz Barbosa - "O cantor com sorriso na voz".

Post completo com a transcrição do relato de João Máximo aqui.

“Risoleta” (Raul Marques/Moacir Bernardino) # Luiz Barbosa. Disco RCA Victor (34177B), 1937.

Média: 5 (2 votos)

41 anos de Saudades de Pixinguinha

Por Laura Macedo

Pixinguinha saiu de casa (17 de fevereiro de 1973), em plena folia carnavalesca, para participar de um batizado na Igreja de Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, e faleceu vitimado por problemas cardíacos.

Pesquisar a história de Pixinguinha equivale a um mergulho profundo nas raízes da Música Popular Brasileira e, ao emergir, constatar que a tradição da nossa música só pode ser verdadeiramente estudada e compreendida se considerada em pelo menos duas grandes fases, ou seja, antes e depois do genial Pixinguinha.

Os compositores Moacyr Luz e Paulo César Pinheiro, admiradores de Pixinguinha, compuseram em sua homenagem “Som de Prata”. E que bela homenagem!

Leia mais »

Vídeos

Veja o vídeo
Média: 5 (3 votos)

O Legado de Valdemar Henrique à Música Brasileira

Valdemar Henrique, nos seus 90 anos de existência, construiu uma das obras mais expressivas da Música Brasileira - tanto em qualidade e estilo -, já que se situa entre as vertentes da música popular e erudita.

Teve a sensibilidade de integrar elementos fundamentais, como as culturas do branco, índio e negro, síntese da formação do povo brasileiro, refletindo-os em sua obra. O Brasil precisa, cada vez mais, redescobrir/referenciar a obra de Valdemar Henrique. Post completo aqui.

1- “Minha terra” (Valdemar Henrique) # Francisco Alves (voz) / Lírio Panicalli (piano) / Eduardo Patané (violino). Disco Odeon (912680B), 1946.

2- Reportagem sobre a história e obra de Valdemar Henrique.

3- Reportagem sobre algumas curiosidades da vida de Valdemar Henrique.

4- “Rolinha” (Valdemar Henrique) # Jorge Fernandes (voz) / Valdemar Henrique (piano). Disco Odeon (12426B), 1943/1944. Leia mais »

Vídeos

Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Veja o vídeo
Sem votos