
Por Romulus & Núcleo Duro
- A nossa distopia é a utopia deles, e vice-versa.
- O início: do The Guardian – “empresa japonesa substitui trabalhadores do seu escritório por inteligência artificial”.
- A transição (hoje): precarizam-se grandes parcelas populacionais nos países centrais - o grande mercado consumidor do fordismo nos "30 (anos) gloriosos" - mas essa perda é compensada pelo poder de compra das (novas) classes médias no restante do mundo, fruto direto da liberalização globalizante do comércio, mas também do fluxo de capitais.
- Amanhã: com a independência do capital em relação à mão de obra, o discurso da "espiral da prosperidade" do Adam Smith morre. E com ele a justificação ética para a economia de mercado.
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