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Análise

O Brasil privatizado. Um balanço do desmonte do Estado

Livro dew Aloysio Biondi, um dos maiores jornalista de economia do Brasil, vendeu mais de 170 mil cópias em 11 edições. Trata-se de um documento importante sobre as privatizações brasileiras no período de 1995 a 1999."Antes de vender as empresas telefônicas, o governo investiu 21 bilhões de reais no setor, em dois anos e meio. Vendeu tudo por uma “entrada” de 8,8 bilhões de reais ou menos – porque financiou metade da “entrada” para grupos brasileiros. Na venda do Banco do Estado do Rio de Janeiro (Banerj), o “comprador” pagou apenas 330 milhões de reais e o governo do Rio tomou, antes, um empréstimo dez vezes maior, de 3,3 bilhões de reais, para pagar direitos dos trabalhadores".

As incompreensões e a marca do governo Dilma

Dizem por aí que o governo Dilma Rousseff ainda não tem uma 'marca'... Primeiro, não concordo com isso (depois voltaremos ao assunto). Segundo que em outubro de 2005 o governo Lula ainda não tinha a marca do social consolidada. 

Será que as pessoas já esqueceram das agruras do primeiro mandato de Lula? O governo federal era atacado diuturnamente pela direita e pela 'esquerda'. A direita desferia potentes ataques moralistas e a 'esquerda' ganizava impropérios contra o PT que, segundo ela, havia traído a luta dos trabalhadores. 

A consolidação da figura pública de Lula se deu após as eleições de 2006, em grande parte, e, final e paradoxalmente, após o Crash de 15 de setembro de 2008, quando ruiu o mundo neoliberal após a quebra do Banco Lehman Brothers. 

Porque exigem hoje de Dilma algo que não exigiram sequer de Lula, quando o mesmo tinha apenas três anos, nove meses e catorze dias de mandato? 

O governo Dilma tem marca sim senhor! E não é só uma. A marca do social, conquistada por Lula, se mantém intacta e potencializada no governo Dilma. Todos os programas sociais da era Lula estão preservados no governo Dilma. 

A política nacional de valorização do salário mínimo é rigorosamente a mesma construída no governo Lula. E o pleno emprego que o Brasil conhece hoje é algo que nem no governo Lula foi possível de se atingir.  Leia mais »

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Veja as principais manchetes no Brasil e no mundo

Jornal GGN - Os acidentes envolvendo motos e crianças disparam no Rio de Janeiro. A pesquisa é o destaque desta segunda-feira (14) no jornal O Globo. Na Zero Hora, o trânsito também é notícia: 61% dos candidatos é reprovado no estado. O aumento do bilhete aéreo em até 10 vezes mais o valor habitual por conta da Copa do Mundo de 2014 é a manchete da Folha de S.Paulo. Já em O Estado de S.Paulo, o acordo que não chega nos Estados Unidos, a quatro dias do prazo final para renegociação da dívida. Leia mais »

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Preliminares e bandeiras necessárias para Campos-Marina

Ref.: Com imagem colada à de Marina, Campos quer ser alternativa a PT e PSDB

TRANSIÇÃO DEMOCRÁTICA - EDUARDO por razões postas na atual conjuntura nacional, tens condições de somando-se à MARINA, e ambos  - cientes do papel histórico - buscarem apoios de notáveis lideranças éticas no campo político, empresarial, intelectual e acadêmico para desfraldarem com o PSB uma extraordinária ´Primavera pela TRANSIÇÃO DEMOCRÁTICA POPULAR´ no Brasil.

Como preliminares é preciso deixar claro:

 - consideramos a polarização PT-PSDB prejudiciais às reformas estruturais que o Brasil precisa;

 - qualquer desses partidos no governo fica refém do apoio parlamentar do que há de pior na política nacional (mensalão, sanguessuga, anões do orçamento, desvios de emendas parlamentares, super salários,  etc etc) onde despontam: Sarney, Maluf, Renan Calheiros, Collor, Jáder Barbalho, Waldemar da Costa Neto, Roberto Jefferson, Henrique Alves que são de fato os controladores dos votos das maiorias de parlamentares).

- nós do PSB, com longa história de intermediação de conflitos políticos e sempre esteve disposto a colaborar nos momentos de crise institucional;

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Tarifa de telefonia e privatização; por Paulo Kliass

Enviado por Assis Ribeiro

Da Carta Maior

Tarifa de telefonia e privatização

Por Paulo Kliass

Durante a fase de ouro das reformas estruturais nos países em desenvolvimento, os pressupostos do chamado “Consenso de Washington” orientavam a grande maioria das políticas públicas pelo mundo afora. A América Latina foi, em especial, um palco privilegiado para o estabelecimento de medidas orientadas a favorecer a acumulação privada de capital, em detrimento de um conjunto de atividades econômicas e sociais que ainda eram desenvolvidas pelos Estados na região.

Um dos pilares mais importantes desse cardápio do neoliberalismo era a privatização das empresas estatais, processo que conheceu diferentes formas de implementação. A intenção básica era reduzir a presença do Estado na economia, seja por meio da venda direta do patrimônio das empresas públicas ao setor privado, seja por meio da ampliação do espaço do capital privado nesses setores, seja pela abertura da participação acionária ao setor privado nas empresas estatais, seja por meio da concessão de novos espaços da atividade para as empresas privadas. Em suma, todo processo de privatização significa o aumento da presença do privado e o esmagamento da presença do público.

A elaboração mais refinada dos argumentos ficou sob responsabilidade das instituições multilaterais (FMI, Banco Mundial e outros), de centros de pesquisa da ortodoxia econômica e dos institutos ligados ao financismo. A privatização era imposta como uma verdadeira panacéia para todos os males de que as sociedades padeciam. Tudo se explicava pela ineficiência do setor público e de seu suposto gigantismo. Para fazer valer as leis sacrossantas do mercado, era fundamental que o Estado fosse reduzido à sua dimensão mínima, apenas para assegurar os serviços básicos que não pudessem ser delegados à iniciativa privada.

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Enquanto o país tiver legiões de marginalizados, o pessedismo seguirá tendo força

Por Fernando G Trindade

Comentário ao post "A força hegemônica do PMDB"

O Marcos Nobre e sua nostalgia dos tempos em que o PSDB e o PT  flertavam e se insinuava uma aliança dos 'modernos' (com a elite paulista nacomissão de frente decerto...) para derrotar o 'atraso', vale dizer, o pessedismo (o verdadeiro nome do que Nobre chama peemedebismo).

Ocorre que a solução sonhada por Nobre (e tantos outros que pairam na metafísica) pressupõe uma 'ocidentalização' do Brasil que não existe e nunca existiu por aqui. Aqui não houve revolução democrática burguesa, que proporcionou alguma igualdade formal e material.

Aqui, o que há desde sempre é a Casa Grande e a Senzala - e, no meio, a miríade de agregados que formam a imensa clientela da Casa Grande e que é base histórica do pessedismo (ou peemedebismo como quer Nobre). Leia mais »

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Veja as principais manchetes no Brasil e no mundo

Jornal GGN - O Congresso paga supersalários a quase 2 mil servidores. Este é o destaque de O Globo de hoje. As orientações de Lula para o PT isolar Eduardo Campos nos Estados estampam a capa da Folha de S.Paulo. E a investigaçãoo gigantesca que mapeou o PCC e denunciou 175 pessoas é o tema de O Estado de S.Paulo nesta sexta-feira (11).

Os novos controles que afetam os fornecedores da Petrobras é a manchete do jornal Valor Econômico. Já no Brasil Econômico, o trabalho ilegal que atinge 2 milhões de crianças em todo o país. No Jornal do Commercio (PE), o reforço da tese do “fazer mais” de Eduardo Campos. Na Zero Hora, a lagarta que tem colocado em risco as lavouras do Rio Grande do Sul. E no Correio Braziliense, a cartada de Obama, à beira do abismo.

As negociações iniciadas sobre a dívida, mas ainda sem acordo, são os destaques de todos os jornais americanos, entre os mais importantes, The New York Times e The Washington Post. No inglês The Guardian, os espiões que estão sob os holofotes da mídia. E no El País, um alerta: empresários espanhóis alertam sobre novos cortes de emprego, apesar da melhoria dos salários no país.

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O estado da economia do Império

O estado da economia do Império

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Marina, você se pintou, por Wanderley Guilherme dos Santos

Em 48 horas de fulminante trajetória a ex-senadora Marina Silva provocou inesperados solavancos no panorama das eleições em 2014. Renegando o que há meses dizia professar aderiu ao sistema partidário que está aí, mencionou haver abrigado o PSB como Plano C, sem mencioná-lo a desapontados seguidores, e declarou guerra a um suposto chavismo petista. De quebra, prometeu enterrar a aniversariante república criada pela Constituição de 88, desprezando-a por ser “velha”. Haja água benta para tanta presunção.

Marina e seguidores não consideravam incoerente denunciar o excessivo número de legendas partidárias e ao mesmo tempo propor a criação de mais uma. Ademais, personalizada. O “Rede” sempre foi, e é, uma espécie de grife monopolizada pela ex-senadora. Faltando o registro legal, cada um tratou de si, segundo o depoimento de Alfredo Sirkis. Inclusive a própria Marina. Disse que informou por telefone ao governador Eduardo Campos que ingressaria no Partido Socialista Brasileiro para ser sua candidata a vice- presidente. Ainda segundo declaração de Marina, o governador ficou, inicialmente, mudo. Não era para menos. Em sua estratégia pública, Eduardo Campos nunca admitiu ser um potencial candidato à Presidência, deixando caminhos abertos a composições. Eis que, não mais que de repente, o governador é declarado candidato por sua auto-indicada companheira de chapa. Sorrindo embora, custa acreditar que Eduardo Campos esteja feliz com o papel subordinado que lhe coube no espetáculo precipitado pela ex-senadora.

Há mais. Não obstante a crítica às infidelidades de que padecem os partidos
que aí estão, Marina confessou sem meias palavras que ingressava no PSB, mas não era PSB, era “Rede”, e seria “Rede” dentro do PSB. Plagiando o estranho humor da ex-senadora, o “Rede” passava a ser, dali em diante, não o primeira partido clandestino da democracia, mas o primeiro clandestino confesso do Partido Socialista Brasileiro. Não deixa de ser compatível com a sutil ordem de preferência de Marina Silva. Em primeiro lugar vinha a criação da Rede, depois a pressão para que a legenda fosse isenta de exigências fundamentais para a constituição de um partido conforme manda a lei e, por fim, aceitar uma das legendas declaradamente à disposição.

Decidiu-se por uma quarta opção e impor-se a uma legenda que não é de conhecimento público lhe tenha sido oferecida. Enquanto políticos trocam de legenda para não se comprometerem com facções, a ex-senadora fez aberta propaganda de como se desmoraliza um partido: ingressar nele para criar uma facção. Deslealdade com companheiros de percurso, ultimatos e sabotagem de instituições estabelecidas (no caso, o PSB), não parecem comportamentos recomendáveis a quem se apresenta como regeneradora dos hábitos políticos.

O campo das oposições vai enfrentar momentosas batalhas. Adotando o reconhecido mote da direita de que o Partido dos Trabalhadores constitui uma ameaça “chavista”, Marina pintou-se com as cores da reação, as mesmas que usa em suas preferências sociais: contra o aborto legal, contra o reconhecimento das relações homoafetivas, contra as pesquisas com células tronco, enfim, contra todos os movimentos de progresso ou de remoção de preconceitos. Abandonando a retórica melíflua a ex-senadora revela afinal a coerência entre suas posições políticas e as sociais. Empurrou o PSB para a direita de Aécio Neves, a um passo de José Serra. É onde Eduardo Campos vai estar, queira ou não, liderado por Marina Silva. As oposições marcham para explosivo confronto interno pelo privilégio de representar o conservadorismo obscurantista.

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Sugerido por Flavio F

Do blog O Cafezinho

Marina, você se pintou

Por Wanderley Guilherme dos Santos

Em 48 horas de fulminante trajetória a ex-senadora Marina Silva provocou inesperados solavancos no panorama das eleições em 2014. Renegando o que há meses dizia professar aderiu ao sistema partidário que está aí, mencionou haver abrigado o PSB como Plano C, sem mencioná-lo a desapontados seguidores, e declarou guerra a um suposto chavismo petista. De quebra, prometeu enterrar a aniversariante república criada pela Constituição de 88, desprezando-a por ser “velha”. Haja água benta para tanta presunção. Leia mais »

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Veja as principais manchetes no Brasil e no mundo

Jornal GGN - Sem novidades na reunião do Copom, que terminou na noite da quarta-feira (9): juros subiram para 9,5%, pela quinta vez seguida, para combater a inflação e possibilidade de atingir os dois dígitos, em breve. Destaque na Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo e Valor Econômico. Em O Globo e Zero Hora, destaque para a maior taxa de juro real do mundo.

No Estado de Minas, as escolas locais que se isentam de permitir festas com álcool para seus estudantes. Os juizados que aumentaram as correções dos atrasados do INSS são manchete no Agora S.Paulo.

A perda de influência dos grupos de negócios, os chamados lobistas, nas decisões governamentais nos Estados Unidos é o destaque do The New York Times. A venda de ações do correio britânico e a grande procura estampam o The Guardian. E no El País, a nova chefe do Federal Reserve, Janet Yellen, que já avisou que o emprego é um dos principais objetivos de seu mandato, que começa em janeiro.

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O anacronismo dos partidos políticos

Por paternost

Comentário ao post "As eleições de 2014 e o discurso social"

A questão social no discurso e na prática política é simplesmente um reflexo da mudança que nossa sociedade vem passando. Temos passado por um período com nome ainda indefinido, mas mudando de forma contundente do ter para o compartilhar. Como podemos ver isso no nosso dia a dia? Tivemos uma política que trata AIDS de forma igualitária para todos os cidadãos; a educação não é mais um privilégio, pois as políticas sociais mudaram isso; a distribuição de renda tem sido mais justa, por conta de programas sociais; e ganhos sociais onde o Estado tem buscado distribuir (compartilhar) os recursos com a população (nesse caso a mais carente) de forma mais generalizada. Leia mais »

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Veja as principais manchetes no Brasil e no mundo

Jornal GGN - Nas manchetes de hoje, a nova lei paulistana contra vândalos que pretende punir com a mesma veemência organizações criminosas é o tema do Estadão e de O Globo, que também destaca que a polícia do Rio de Janeiro também pretende “endurecer”. Marina Silva diz à Folha de S.Paulo que tanto ela como o candidato Eduardo Campos são possibilidades para as eleições presidenciais de 2014. Leia mais »

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pib x PNADao

 Transformações sociais (Valor Econômico, em 08.10.2013)BRASÍLIA,  Leia mais »

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Filiação de Marina ao PSB é uma péssima notícia para o PT

Por ArthurTaguti

Comentário ao post "O jogo de xadrez de Marina e Eduardo Campos"

A filiação de Marina Silva ao PSB foi uma péssima notícia para o PT.

A razão? PMDB, sempre ele.

Porque, se tivéssemos o cenário que todos estavam esperando (REDE viabilizada, Marina e Aécio disputando o papel de oposição com mais votos), haveria a possibilidade da candidatura Eduardo Campos minguar, com este voltando a apoiar o PT e mantendo seu espaço na coligação. Este sempre foi o desejo de Lula, esperto e matreiro que é, reconhecendo a imprescindibilidade de manter o apoio do PSB.

Com Marina no PSB, EC se anaboliza, tornando-se, oficialmente, o candidato "3ª via" e, embora o futuro ainda esteja nebuloso (EC pode decolar ou ser um vexame, só o tempo vai dizer o que acontecerá), a cotação do PMDB no mercado de alianças hoje vale ouro, e este partido vai mandar a fatura com um reajuste gordo. Leia mais »

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O cenário político para 2014 com Marina e Serra

Por Sergio Saraiva

Comentário ao post "O jogo de xadrez de Marina e Eduardo Campos"

PSB – Partido da Sustentabilidade Brasileiro e Serra para presidente.

Em 2014, Marina Silva (PSB) e José Serra (PSDB) disputam o 1º turno das eleições para decidir quem enfrenta Dilma (PT) no 2º turno.

O cenário acima pode parecer ser insólito mas é plausível, se dois pontos que têm me feito pensar acontecerem.

Tudo vai depender dos resultados das próximas pesquisas. Leia mais »

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