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Pesquisador do Inpa contesta reportagem sobre baixa produção científica na região amazônica

No dia 13 de maio, o Jornal GGN publicou reportagem da agência de notícias espanhola EFE,  Países amazônicos querem romper dependência científica, cujo texto sustentava que a maior parte dos estudos científicos sobre a região era feita por estrangeiros.

No artigo que segue, o pesquisador Claudio Ruy Fonseca, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), revela outro lado da história - o de que a maioria dos pesquisadores de fora que estudam a região não a conhece e usa imagens de satélites ou dados coletados e publicados por pesquisadores da Amazônia.


Veja o artigo abaixo:


Claudio Ruy Fonseca Leia mais »

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ASCENSÃO SOCIAL E A NEGAÇÃO DO PASSADO

 

Ascensão social e a negação do passado

 

Virgínia, (nome fictício), tem 32 anos, nasceu  na zona sul de S. Paulo, num bairro de periferia, muito marcado pela violência, principalmente nos anos 80 e 90. Filha de um operário e dona de casa; teve muitos de seus amigos de infância, primos, amigas e um irmão, cooptados pelo crime, inclusive este seu irmão foi assassinado. Ela  tomada     de revolta, ainda bem jovem, jurou que sua vida seria diferente e não queria isto para si.

Sempre centrada em suas coisas, fez curso de computação, começou a trabalhar em telemarketing, auxiliar de administração. Terminou o curso médio sem dificuldades, e resolveu prestar vestibular para administração de empresas numa faculdade particular, (sempre contou com a ajuda e apoio de seus pais), passou e se formou. Leia mais »

A MP dos Portos afeta capacidade de planejamento do Estado

É certo que os serviços portuários têm grande relevância para o desenvolvimento econômico e social brasileiro, mas a decisão acerca dos meios mais adequados para sua organização ainda está longe de se mostrar algo consensual.

Todo o debate a respeito da Medida Provisória 595/2012 deixou claro que há muita contraposição, nos distintos setores sociais e dentre os agentes e grupos econômicos, quanto aos parâmetros que devem pautar os investimentos na atividade.

De um lado, espera-se que a ampliação da possibilidade de participação de agentes privados na exploração portuária replique o sucesso de outras grandes concessões brasileiras. É a legítima esperança de que o capital privado possa resolver o gargalo dessa Infraestrutura logística tão importante para o comércio entre o Brasil, notável produtor de commodities, e o resto do mundo.

De outro lado, a julgar a estrutura de custos e peculiaridades dessa atividade econômica, o serviço portuário necessita de amplo acompanhamento público, afinal já existe algum consenso de que um grau de planejamento público é fundamental ao crescimento econômico sustentável. Leia mais »

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Mais rentabilidade e menores riscos na era de juros baixos

 

A disseminação da informação para as melhores práticas de como gerenciar o dinheiro e a grande presença de instituições financeiras oferecendo cada vez um número maior de produtos têm levado o sistema financeiro nacional a uma nova adequação de suas regras. 

A mais recente e que trará um novo fôlego para os investidores é a decisão tomada no fim de abril pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que ampliou o limite de cobertura de R$ 70 mil para R$ 250 mil para cadernetas de poupança, depósitos à vista ou a prazo, e outros títulos, incluindo os CDBs (Certificado de Depósito Bancários), as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e as LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio).

Para quem atua no mercado financeiro uma das dúvidas mais recorrentes em relação à escolha dos melhores investimentos é qual o produto ideal. Mas, além disso, outra preocupação que sempre nos acompanha é qual a instituição mais segura. Essa preocupação é gerada pela possibilidade da instituição passar por um processo de liquidação extrajudicial ou intervenção que podem ser decretadas pelo Banco Central. Leia mais »

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Visita de milhões públicos

 

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Bolsa Família deu autonomia às mulheres, mas ainda falha com os homens

O programa Bolsa Familia (PBF) completa neste ano de 2013, 10 anos, tempo suficiente para as ciências sociais iniciarem a realização dos primeiros balanços críticos sobre seus impactos econômicos, políticos e morais sobre os beneficiários, em particular sobre as mulheres que o recebem (lembramos que o programa atinge quase 14 milhões de famílias e quase 50 milhões de pessoas). Leia mais »

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O que se esconde atrás do caso Marco Feliciano da CDH

O que se esconde atrás do caso Marco Feliciano da CDH Leia mais »

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O que se esconde atrás do caso Marco Feliciano da CDH

A essência do Poder Político

 

Por Zedotoko Costa[*]

 

O que fiz de novo foi demonstrar: 1) que a existência de classes está ligada apenas a determinadas fases históricas do desenvolvimento da produção; 2) que a luta de classes leva necessariamente, à ditadura do proletariado; 3) que esta ditadura em si mesma apenas constitui a transição para a abolição de todas as classes e para uma sociedade sem classes”, escreve Marx numa carta a Weydemeyer, em 5 de março de 1852.

Ao comentá-la em O Estado e a revolução, na véspera do Outubro, Lenin diz que “Marx conseguiu exprimir nessas linhas, com surpreendente relevo, o que distingue radicalmente a sua doutrina da dos pensadores mais avançados e mais profundos da burguesia e o que torna fundamental na questão do Estado”. Leia mais »

A essência do Poder Político

 

Por Zedotoko Costa[*]

 

O que fiz de novo foi demonstrar: 1) que a existência de classes está ligada apenas a determinadas fases históricas do desenvolvimento da produção; 2) que a luta de classes leva necessariamente, à ditadura do proletariado; 3) que esta ditadura em si mesma apenas constitui a transição para a abolição de todas as classes e para uma sociedade sem classes”, escreve Marx numa carta a Weydemeyer, em 5 de março de 1852.

Ao comentá-la em O Estado e a revolução, na véspera do Outubro, Lenin diz que “Marx conseguiu exprimir nessas linhas, com surpreendente relevo, o que distingue radicalmente a sua doutrina da dos pensadores mais avançados e mais profundos da burguesia e o que torna fundamental na questão do Estado”. Leia mais »

Reforma política com participação popular

 

O sistema político brasileiro teve avanços significativos após a redemocratização, porém ainda é necessário que mudanças ocorram para termos mais transparência, democracia e participação popular.

Com esse propósito, o PT lança a campanha do projeto de lei iniciativa popular para fazermos a reforma política. Para tanto, será necessária a colheita de 1,5 milhões de assinaturas de cidadãos brasileiros, oportunidade em que as pessoas poderão manifestaram sua opinião e apoio sobre as propostas.

Os pontos do projeto de lei de iniciativa popular são: financiamento público das campanhas; lista pré-ordenada e com alternância entre os gêneros, e a convocação de uma constituinte exclusiva para debater e votar a reforma política.

Esse espaço não permitirá desenvolver todos os tópicos com o devido detalhamento, mas é importante abordar o assunto. Leia mais »

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MERCADO MUNDIAL E FORMAS POLÍTICAS

 

Por Zedotoko Costa[*]

 

 

No Manifesto comunista, às vésperas de 1848, Marx e Engels afirmam que “as demarcações e os antagonismos nacionais entre os povos desapareceram cada vez mais com o desenvolvimento da burguesia, com a liberdade do comércio e o mercado mundial, com a uniformidade da produção e as condições de existência que lhe correspondem”. Leia mais »

O perfil dos usuários nas redes sociais

 

Apesar da inegável importância das mídias sociais, pequenas e médias empresas ainda tem atuado timidamente nesses locais. A justificativa mais comum é o desconhecimento de como agir e atingir o público-alvo. A produção de conteúdo relevante aliada a imagens convidativas e bem elaboradas são, sem dúvida, 50% do trabalho bem feito. Entretanto, duas outras forças são igualmente poderosas: o SAC eficiente dentro das redes e, é claro, conhecer quem está do outro lado da telinha ou do smartphone.

Para conhecer esses usuários e ajudar as empresas a elaborarem estratégias de comunicação, o IBOPE realizou em março de 2013, uma pesquisa que apontou que "considerando-se o acesso em casa e no trabalho, 53% dos usuários de redes sociais são homens e 47%, mulheres". Ou seja, estamos bem equilibrados neste quesito. Leia mais »

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Os 70 anos da CLT

 

 

O 1º de maio simboliza o dia do trabalho em diversos países e muitas festas e celebrações são feitas ao redor do mundo pelos trabalhadores para comemorar essa data tão importante. No Brasil, além da comemoração costumeira com os “showmicius” das Centrais Sindicais e a união dos trabalhadores pelas ruas festejando essa data, teremos a comemoração do septuagésimo aniversario da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Porém indagamos: temos mesmo o que comemorar?

O dia do trabalho nasce na cidade americana de Chicago em 1886 quando uma grande paralisação tomou conta da zona industrial no 1º de maio daquele ano e diversos trabalhadores foram às ruas exigir a redução da jornada de trabalho diária de 13 para 8 horas.

De forma truculenta a polícia local reprimiu a manifestação e o movimento ganhou força em outras cidades americanas. Esse episódio marca o nascimento do dia do trabalho que é comemorado em 1º de maio.

Assim, os protestos sempre fizeram parte do dia a dia na relação turbulenta entre empregadores e empregados e a legislação – em tese – sempre foi a responsável por tentar apaziguar essa linha tão tênue. Leia mais »

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1º de Maio – Comemorações ou reflexões para o futuro

 

 

Nesta próxima quarta feira, dia 01º de maio, comemora-se o Dia Mundial do Trabalho. Criado em 1889, por um Congresso Socialista realizado em Paris, a data foi escolhida em homenagem à greve geral, que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela época.

No Brasil, ao longo dos anos, a data sempre foi comemorada pelos trabalhadores e, em especial, este ano, existem grandes movimentações das Centrais Sindicais, como também do Governo para comemorar com efusividade este dia, já que o Brasil está atingindo os menores números de desemprego da história.

O País nunca antes teve taxas tão elevadas de trabalhadores com empregos formais e carteiras assinadas, fato este que diante das perspectivas de investimento externo a curto prazo, dos eventos da Copa do Mundo e Olimpíadas, cria um sentimento popular de que o Brasil é a “Bola da Vez”, passando em linhas supérfulas uma conotação de tranqüilidade e crescimento. Leia mais »

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A Lei das Empregadas Domésticas: uma questão de justiça

 

O autor deste artigo, Paulo Perrotti, coloca na mesa de discussões a importância de trazer o emprego doméstico para a linha de valorização, tirando a sombra existente de seu desembolso ser despesa, e não direito de uma categoria. A discussão, entretanto, é ampla, e precisa ser levada adiante, tendo em vista que a Legislação Trabalhista é de 1943. Eis o artigo.

Paulo Perrotti

A Emenda Constitucional n° 66/2012 conferiu ao emprego doméstico algo que já deveria ter acontecido há muito tempo, por uma questão de justiça: os mesmos direitos de um trabalhador comum.

Pode parecer uma declaração polêmica, mas, de fato, não havia razão para que o emprego doméstico fosse considerado diferente dos demais. Aparentemente, a legislação trabalhista marginalizava a relação de emprego doméstico, como se os seus profissionais fossem menos valorizados. Entretanto, se o emprego doméstico é trabalho, não havia razão para que a equiparação demorasse tanto. Mas demorou. Leia mais »

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