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Ásia/Oriente

Um panorama sobre o desenvolvimento chinês

Enviado por Ronaldo Bicalho

Do Canal IE

Neste seminário, um conjunto de pesquisadores qualificados discutem os grandes desafios representados pelo desenvolvimento chinês.

Ao longo de seis mesas temáticas, 17 vídeos, esse debate propicia uma oportunidade rara de se conhecer um pouco mais sobre o enigma chinês.

Mesa 1: Economia Política da China: Padrões de Acumulação e Novas Tensões

Isabela Nogueira, Instituto de Economia, UFRJ

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ONU afirma que mais de 400 mil deslocados internos retornaram para casa na Síria

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Foto: Unicef/Souleiman
 
Jornal GGN - Mais de 440 mil deslocados internos sírios já retornaram para sua casa nos primeiros seis meses deste ano, afirma o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur). O órgão também registrou a volta de mais de 31 mil refugiados sírios que estavam em países vizinhos. 
 
O Acnur diz que, mesmo com o aumento das operações de resposta para ajudar os sírios que estão retornando, não é possível facilitar ou promover a volta dessas pessoas devido à situação de insegurança e de crise humanitária que persiste na Síria. 
 
Os deslocados e refugiados retornam para o país em busca de parentes e para analisar como estão as casas onde moravam, afirmou Andrej Mahecic, porta-voz do Acnur. Em Genebra, ele dissse que, em alguns casos, a volta ao país ocorre por causa da melhora das condições de segurança em alguns regiões. 

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De como a Coreia do Norte inaugurou o mundo multipolar, por Ion de Andrade

De como a Coreia do Norte inaugurou o mundo multipolar

por Ion de Andrade

A Coreia do Norte parece mais um país saído de um universo ficcional inverídico: é uma espécie de monarquia que sobreviveu ao... comunismo. Parecem quadrinhos dos anos cinquenta (ruins). Para além disso, o pouco que nos chega não nos permite firmar opinião clara, mas a imaginamos como um... estalinismo monárquico... (um esdrúxulo conceito). Não sabemos se haverá guerra entre esse país e os EUA. Até aqui não houve e parece que há muito a considerar antes que os Estados Unidos desfiram um ataque preventivo.

Sun Tzu n’A Arte da Guerra diz que os maiores generais não são conhecidos, porque ninguém soube das guerras que eles ganharam sem lutar. A guerra até aqui não havida entre a Coréia do Norte e os Estados Unidos, à qual a mídia ocidental não vem dando qualquer relevância (sinal que é importante), parece estar sendo vencida de forma esmagadora pela Coreia do Norte. Essa “não guerra” está definindo parâmetros cruciais para os próximos conflitos e para o futuro e bem que poderia constar nos livros de história como o evento de inauguração do mundo multipolar. O meu acompanhamento pobre vem sendo feito pelo Google, com “North Korea” e selecionando a “última hora”. Sem querer prever o que virá, a ênfase das notícias vêm saindo da guerra propriamente dita e migrando para os aspectos morais do regime de Piong Yang, sinalizando a meu ver uma perda de temperatura. O episódio envolvendo um estagiário americano preso por lá e devolvido quase morto à família não permite, é verdade, alimentar muitas ilusões sobre o regime. Porém, no contexto das relações internacionais esse “não conflito”, ainda que se converta num conflito de verdade, parece configurar uma virada decisiva na história contemporânea.

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Para onde vai a Palestina com os EUA de Trump?, por Arturo Hartmann

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Foto: U.S. Embassy Tel Aviv

Do Outras Palavras

Para onde vai a Palestina com os EUA de Trump?

A indecisão sobre a transferência da Embaixada dos EUA para Jerusalém demonstra o impasse entre ideologia e pragmatismo que o presidente americano vai enfrentar

por Arturo Hartmann

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Na Cisjordânia, soldados invadem casas e aterrorizam moradores

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Foto: Reprodução

Da Ponte

 
por Dani Ferreira, especial para a Ponte Jornalismo
 
Objetivo de operações é intimidar os palestinos, afirma soldado israelense: “você é apenas um cara de 18 anos com um fuzil, mas se sente com poder”

Imagine ser acordado bruscamente em sua casa com o barulho de várias pessoas tentando forçar a entrada. Ou sofrer a angústia de ter dezenas de soldados cercando sua residência, enquanto você permanece por horas aguardando a invasão. Pense no que sentiria ao ver estranhos armados, gritando em outra língua ordens que você não entende. Como seria ver sua casa destruída mais uma vez e não ter a quem recorrer? Na noite do dia 26 de outubro de 2016, militares israelenses fecharam a entrada de Azzun, na região de Qalqiliya, norte da Cisjordânia, e algumas famílias palestinas sentiram tudo isso novamente.

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As crianças que não contam na Síria, por Robert Fisk

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Foto: Omar haj kadour/AFP

Do Outras Palavras

Robert Fisk: as crianças que não contam

Duas semanas depois de curioso ataque com gás sarin, terroristas financiados pelo Ocidente explodiram camboio de refugiados, matando 126 sírios, entre os quais 80 crianças. Desta vez, ninguém chorou

Por Robert Fisk, The Independent | Tradução Roberto Pires Silveira

Essa foi a mãe de todas as hipocrisias. Algumas crianças sírias mortas importam, penso. Outras não. Um assassinato em massa duas semanas atrás matou crianças e bebês e levou nossos governantes à mais justa indignação. Mas o massacre deste final de semana na Síria matou ainda mais crianças e bebês – e mesmo assim não gerou mais que silêncio daqueles que antes bradaram pela salvaguarda de nossos valores morais. Por que desta vez não?
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Entrevista do presidente da Síria Bashar al-Assad à AFP

do Blog do Alok

Entrevista do presidente da Síria Bashar al-Assad à AFP

PERGUNTA: Senhor presidente, você deu a ordem de atacar Khan Sheikhun com armas químicas?
 
RESPOSTA: Na verdade, ninguém investigou até agora o que aconteceu naquele dia em Khan Sheikhun. Como você sabe, Khan Sheikhun está sob o controle da Frente al-Nusra, que é um braço da Al-Qaeda. As únicas informações que o mundo tem até agora são as publicadas pelo braço da Al-Qaeda. Ninguém tem outras informações. Não sabemos se todas as fotos ou imagens de vídeo que vimos são verdadeiras ou se estão manipuladas. É por isso que pedimos a realização de uma investigação em Khan Sheikhun.
 
Além disso, fontes da Al-Qaeda disseram que o ataque ocorreu entre as 06h00 e as 06h30 da manhã, enquanto o ataque sírio na mesma região foi por volta do meio-dia, entre as 11H30 e as 12H00. Falam, portanto, de duas histórias ou eventos diferentes. Não foi emitida nenhuma ordem para lançar um ataque. E, além disso, não temos armas químicas porque renunciamos ao nosso arsenal há vários anos. E mesmo que tivéssemos essas armas, nunca as teríamos usado. Ao longo de nossa história, nunca utilizamos o nosso arsenal químico.
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Mais de 70 pessoas morrem em ataque no norte da Síria

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Foto: AFP

Jornal GGN - Chegou a 72 o número de mortos por um suposto ataque químico ocorrido ontem (4) na cidade de Khan Sheikhun, no norte da Síria, de acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos. Deste total, 20 são crianças e 17 são mulheres. 
 
"O número pode aumentar porque algumas pessoas estão desaparecidas", disse a ONG. O ataque ocorreu em um zona que está sob controle rebelde. A oposição síria pediu ao Conselho de Segurança da ONU a abertura de uma investigação sobre o ataque no noroeste do país.

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Na Palestina, o caso das crianças presas pelo governo israelense

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Polícia israelense prende menino de 11 anos acusado de atirar pedras em Jerusalém Oriental | Foto: Majd Gaith/Human Rights Watch

Da Ponte 
 
 
por Dani Ferreira
 
Em primeira reportagem de série sobre violações aos direitos humanos na Palestina, Ponte entrevista menina de 14 anos que passou 4 meses numa prisão em Israel

 

Eu estava andando para a escola quando um carro da segurança do assentamento tentou me atropelar. Eu desmaiei. Quando acordei, havia uma faca do meu lado e eu estava cercada de pessoas perguntando porque eu tinha uma faca. Fizeram de um jeito que era para parecer que eu tinha uma faca. Eu estava algemada no chão e eles me chutavam e gritavam comigo o tempo todo. Eu falei para eles que eu não tinha uma faca.*

A menina K. tinha 14 anos quando isso aconteceu em uma manhã de dezembro de 2015. A criança foi detida e oito dias depois a corte militar israelense a condenou a 4 meses de prisão e pagamento de 5 mil shekels (cerca de R$ 4.300). Em 2015 houve um aumento no número de crianças palestinas presas após a onda de violência iniciada em outubro. Segundo a ONG Adameer, 156 menores foram presos em 2014 e outros 470 só em 2015; 2016 terminou com 400 menores palestinos presos por autoridades israelenses, meninos em sua maioria.

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Os novos caminhos do conflito entre Israel e Palestina, por Karina Stange Caladrin

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Do blog Terra em Transe

Os novos caminhos do conflito entre Israel e Palestina: uma resolução de um ou dois Estados?

Na coletiva de imprensa conjunta entre o presidente estadunidense, Donald Trump, e o Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, o debate entre uma resolução de um ou dois Estados para o conflito Israel Palestina foi retomado. Trump apoiará as decisões da coalizão de Netanyahu sobre o assunto?

Por Karina Stange Caladrin

A primeira visita oficial de Benjamin Netanyahu ao novo presidente estadunidense, Donald Trump, causou furor nas relações internacionais. No começo de fevereiro, o Primeiro-ministro israelense e Donald Trump realizaram uma coletiva de imprensa conjunta e uma frase específica do presidente estadunidense deixou o mundo e a mídia chocados. Donald Trump afirmou que uma resolução de um Estado ou de dois Estados para o conflito entre Israel e Palestina estaria suficiente para ele, entretanto os meios de comunicação parecem ter escutado só até este momento e não o que Trump disse posteriormente, que para ele estaria suficiente caso os dois lados concordassem. A mídia rapidamente noticiou que o presidente dos Estados Unidos estaria apoiando a resolução de um Estado e não mais a de dois Estados, mas não foi o que ele disse de verdade.

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As crianças que brincam de guerra em Mossul, no Iraque

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Da Agência Publica

 
Nascidas em meio à ocupação americana no Iraque, as crianças que vivem em Mossul agora assistem à batalha sangrenta contra o Estado Islâmico. Nas brincadeiras de guerra, se fantasiam de soldados enquanto esperam seu destino: matar ou morrer
 
por Yan Boechat

Ainda faz frio nas primeiras horas de uma manhã ensolarada de fevereiro quando um grupo de meninos entre 6 e 13 anos corre entre as ruínas do que um dia foi um bairro de Mossul, no norte do Iraque.

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Justiça aprova impeachment da presidente da Coreia do Sul

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Jornal GGN - Nesta sexta-feira (10), o Tribunal Constitucional da Coreia do Sul aprovou o impeachment da presidente Park Geun-hye. Ela é acusada de subornar empresas como Samsung, Hyundai e LG para realizarem doações para fundações de sua amiga, Choi Soon-sil.
 
O processo de deposição de Park teve início em dezembro pelo Parlamento do país. O primeiro-ministro Hwang Kyo-ahn continuará como presidente em exercício até novas eleições que devem ocorrer em maio. Entre os nomes cotados para assumir a presidência, está Ban Ki-moon, ex-secretário-geral da Organização das Nações Unidas.
 
A carreira da ex-presidente coreana começou ainda na ditadura de seu pai, Park Chung-hee, nos anos 70. Em 1974, ela perderia a mãe em um atentando. Cinco anos depois, seu pai seria morto pelo próprio chefe de inteligência do país. 

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O desenvolvimento da China

Do Canal IE

Neste vídeo, Isabela Nogueira, professora do Instituto de Economia da UFRJ, apresenta o seminário "Economia Política do Desenvolvimento da China".

O seminário é organizado pelo Laboratório de Estudos em Economia Política da China (LabChina), Programa de Pós-Graduação em Economia Política Internacional (PEPI) e Instituto de Economia, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e irá ocorrer nos dias 9 e 10 de Março de 2017, no Salão Pedro Calmon, Palácio Universitário, Campus da Praia Vermelha.

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Brasil é um dos principais compradores de tecnologia e treinamento militar israelense

Especialistas acreditam que genocídio da população palestina é "laboratório" da exportação militar de Israel

Enviado por Alfeu

do Brasil de Fato

Brasil é um dos principais compradores de tecnologia e treinamento militar israelense

Por Júlia Dolce, do Brasil de Fato, e Victor Labaki, da Revista Fórum

Uma placa metálica com a foto de um menino magro decora a entrada do campo de refugiados de Aida, em Belém (Cisjordânia). Um texto curto explica, em inglês e árabe, que o garoto franzino era Aboud Shadi, apelido de Abed Al-Rahman Shadi Obeidallah. Ele foi assassinado por um soldado israelense no dia 15 de outubro de 2015, exatamente naquele local, quando tinha 13 anos. Aboud Shadi conversava com amigos.

Segundo os relatos de várias testemunhas, Abud estava parado quando o sniper [atirador de elite] atirou, de frente ao muro que divide os territórios anexados israelenses de Belém, atingindo o garoto no coração. Ele foi levado ao hospital, mas não resistiu. Sem razão aparente para a ação, as forças militares israelenses confirmaram que o assassinato “foi um erro”, e o soldado responsável permanece impune. Na placa em homenagem a Aboud, lê-se: “Minha alma continuará aqui, perseguindo o assassino e motivando meus colegas de classe. Eu me pergunto quando a comunidade internacional trará justiça para as crianças palestinas”.

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China pede que Trump tenha moderação em debate sobre Coreia do Norte

Jornal GGN - Nesta terça-feira (3), o governo da China afirmou que “as partes devem evitar palavras e ações que levem a uma escalada de tensões”, após receber críticas do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, sobre a questão nuclear da Coreia do Norte.

Trump afirmou que os chineses estariam agindo de maneira passiva com o programa nuclear norte-coreano. “ "A China vem tomando enormes quantidades de dinheiro e riqueza dos EUA em um comércio totalmente unilateral, mas não ajudará com a Coreia do Norte. Que lindo!", afirmou o republicano.

O porta-voz das Relações Exteriores da China respondeu ressaltando que os esforços do país foram reconhecidos pela comunidade internacional. “"A cooperação econômica entre China e EUA é mutuamente benéfica e, se surgirem problemas nela, estes devem ser tratados apropriadamente, através de diálogo e consultas", afirmou.

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