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Tatiane Correia

Reviravolta no exterior afeta mercado em junho; incertezas globais avançam

Mercado deve acompanhar o andamento de propostas para economia nacional, e eventuais estímulos no exterior

Jornal GGN - O referendo que marcou a saída do Reino Unido da União Europeia foi o principal evento econômico do mês de junho, e seu impacto ainda deve ser visto sobre as negociações ao longo de julho, mediante o aumento das incertezas globais enquanto os analistas aguardam por medidas de estímulo para conter o impacto da decisão. Em junho, o Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) fechou com ganho acumulado de 6,30%, e passou a subir 18,86% no ano, mas ainda recua -2,81% em 12 meses. Leia mais »

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Bolsa cai 1,34%, no aguardo do referendo britânico

No câmbio, cotação do dólar cai 0,83%, a R$ 3,378 na venda

Jornal GGN - A bolsa brasileira fechou uma sequência de cinco altas consecutivas e terminou o dia em queda, com os investidores procurando alternativas mais seguras às vésperas da votação do referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia.

O Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) encerrou as operações em queda de 1,34%, aos 50.156 pontos e com um volume negociado de R$ 6,522 bilhões. Com isso, a bolsa acumula valorização de 3,48% no mês e de 15,70% no ano.

"Na véspera do referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia, os mercados internacionais abriram com otimismo, também apoiados pela alta do petróleo. Entretanto os ventos mudaram de direção depois da divulgação dos estoques de Leia mais »

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Bolsa sobe 1,01% e emenda quinta alta consecutiva

No câmbio, cotação do dólar sobe 0,20%, a R$ 3,406 na venda
 
Jornal GGN - As operações no mercado brasileiro encerraram o dia em alta pelo quinto pregão consecutivo, por conta da melhora do cenário internacional e de papéis importantes para a composição do índice, em meio às preocupações dos agentes com o pedido de recuperação judicial por parte da operadora de telefonia Oi.
 
O Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) fechou em alta de 1,01%, aos 50.837 pontos e com um volume negociado de R$ 5,675 bilhões. Com isso, a Bolsa acumula valorização de 4,88% no mês e de 17,27% no ano.
 
"No exterior, enquanto os investidores aguardam com cautela o referendo britânico marcado para quinta-feira, hoje foi dia de discurso da presidente do Federal Reserve (o Banco Central dos Estados Unidos, Janet Yellen, no senado americano", diz a corretora BB Investimentos, em relatório assinado pelo analista Fabio Cesar Cardoso. Leia mais »
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Alívio nas negociações ajuda bolsa a fechar em alta de 0,55%

No câmbio, cotação do dólar tem queda de 0,39%, a R$ 3,467 na venda

Jornal GGN - As operações da bolsa brasileira fecharam a quarta-feira em alta, após a manutenção dos juros por parte do Banco Central norte-americano, o que ajudou a aliviar boa parte das tensões pelo fato de a decisão ter sido a esperada.

O Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) terminou as operações do dia em alta de 0,55%, aos 48.914 pontos e com um volume negociado de R$ 15,379 bilhões. Com isso, o índice passa a acumular queda de 1,03% na semana, e ganhos de 0,92% no mês e de 12,84% no ano. Leia mais »

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Apreensão externa derruba bolsa; Ibovespa perde 2,04%

No câmbio, cotação do dólar fecha em queda de 0,19%, a R$ 3,48

Jornal GGN - O clima global de aversão ao risco levou os investidores a adotarem uma postura mais cautelosa nas operações, o que levou a bolsa brasileira a encerrar as operações abaixo dos 49 mil pontos. O Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) terminou as operações em queda de 2,04%, aos 48.648 pontos e com um volume negociado de R$ 6,167 bilhões. Apesar da baixa no dia, o índice ainda acumula alta de 0,36% no mês e de 12,22% no ano.

“O índice doméstico iniciou oscilante, chegando a operar em alta antes da primeira hora de negócios. A partir daí, foi perdendo forças e acentuando as perdas, batendo em um suporte próximo aos 48.200 pts na hora e meia final e, em seguida, tendo apenas um respiro com a “zeragem” de posições”, explicam os analistas do BB Investimentos, ressaltando que amanhã (15) haverá vencimentos de índice futuro e opções sobre o índice. Leia mais »

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Copom mantém Selic em 14,25% pela sétima reunião consecutiva

Reunião foi a última que contou com Alexandre Tombini na presidência do BC

Jornal GGN - O Banco Central (BC) decidiu pela manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 14,25% ao ano, seu maior nível desde outubro de 2006, em decisão já esperada pelo mercado financeiro. Esta foi a sétima reunião consecutiva em que a taxa não apresentou mudanças, e a última em que Alexandre Tombini participou como presidente. Ilan Goldfajn, economista escolhido pelo ministro interino da Fazenda, Henrique Meirelles, terá a liderança na próxima reunião.

"O Comitê reconhece os avanços na política de combate à inflação, em especial a contenção dos efeitos de segunda ordem dos ajustes de preços relativos. No entanto, considera que o nível elevado da inflação em doze meses e as expectativas de inflação distantes dos objetivos do regime de metas não oferecem espaço para flexibilização da política monetária", diz o colegiado. Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Alexandre Antonio Tombini (Presidente), Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Luiz Edson Feltrim, Otávio Ribeiro Damaso, Sidnei Corrêa Marques e Tony Volpon.

"A decisão ficou em linha com o esperado pelo mercado, e a manutenção do comunicado também era esperada", explica Tatiana Pinheiro, economista do banco Santander no Brasil, em entrevista ao Jornal GGN. "Não foi uma surpresa. A decisão e manutenção foram bastante coerentes dado à transição na diretoria do BC. Então, sinaliza uma sintonia entre a antiga e a nova diretoria".

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Avanço das commodities impulsiona mercado; bolsa sobe 2,26%

No câmbio, dólar cai 2,29% e atinge menor valor desde julho de 2015

Jornal GGN - A bolsa brasileira encerrou as operações de quarta-feira acima dos 51 mil pontos, favorecida pelo bom humor do mercado internacional e a falta de novos dados sobre o cenário político brasileiro. O Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) encerrou as operações do dia em alta de 2,26%, aos 51.629 pontos e com um volume negociado de R$ 7,081 bilhões. Com isso, o índice acumula alta de 6,51% em junho e valorização de 19,1% no ano. Leia mais »

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Bolsa sobe 0,11%, em dia marcado pela instabilidade

No câmbio, cotação do dólar cai 1,2%, a R$ 3,449 na venda

Jornal GGN - O principal índice da bolsa brasileira fechou o dia com leve valorização, em um dia sem trajetória definida e que repercutiu a melhora do cenário externo com a instabilidade política nacional.

O Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) encerrou as operações em alta de 0,11%, aos 50.487 pontos e com um volume negociado de R$ 5,086 bilhões. Com isso, a Bolsa acumula um crescimento de 4,16% no mês e de 16,47% no ano.

“O índice doméstico abriu em baixa, mas, depois da primeira hora de negócios passou a oscilar de modo volátil e com curtas variações ao redor da estabilidade, até seu fechamento. Sem indicadores mais significativos no dia, o mercado operou hoje à mercê da trajetória dos índices acionários de Nova York, ainda sem notícias sobre novas medidas no cenário doméstico, que também seguiu aguardando desdobramentos da operação lava a jato”, diz o BB Investimentos, em relatório. Leia mais »

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Bolsa perde força e começa a semana em queda de 0,37%

No câmbio, cotação do dólar tem menor valor desde 12 de maio

Jornal GGN - A bolsa começou a semana em queda após três avanços consecutivos, em dia marcado pela volatilidade e pela baixa de ações importantes na composição do índice.

O Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) terminou as operações em queda de 0,37%, aos 50.431 pontos e com um volume negociado de R$ 4,911 bilhões. Com isso, a bolsa acumula altas de 4,04% no mês e de 16,34% no ano.

Segundo informações da agência de notícias Reuters, a movimentação do dia foi interpretada como realização de lucros, em meio às incertezas existentes quanto ao impacto das últimas delações da operação Lava Jato sobre o governo interino de Michel Temer, que já perdeu dois ministros devido ao envolvimento em casos de corrupção. Leia mais »

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Reativando o crescimento econômico dos emergentes, por Michael Spence

Sem uma cartilha, alguns países passam por dificuldades de adaptação aos novos tempos

Jornal GGN - Não é segredo que as economias emergentes enfrentam desafios, que afetaram seu crescimento, uma vez explosivo e enfraqueceram suas perspectivas de desenvolvimento. A retomada da convergência com os países avançados vai depender, em grande parte, de como eles se aproximam de um ambiente econômico cada vez mais complexo.

“Claro, o caminho de desenvolvimento dessas economias nunca foi simples ou suave. Mas na maior parte do período pós-Segunda Guerra Mundial, até os últimos dez anos, ele era relativamente claro”, diz Michael Spence, vencedor do Nobel de Economia, em artigo publicado no site Project Syndicate. “Os países precisavam abrir suas economias em um ritmo aceitável; alavancar a tecnologia e a demanda global; se especializar em setores transacionáveis; obter muito investimento (cerca de 30% do PIB – Produto Interno Bruto) e promover o investimento estrangeiro direto, incluindo disposições adequadas para a transferência de conhecimento”.

Dentro deste processo, os países emergentes viram a importância de permitir que os mecanismos de mercado trabalhem, garantindo direitos de propriedade, e salvaguardar a estabilidade macroeconômica e financeira. E o mais importante, segundo o articulista, era se concentrar na geração de empregos, principalmente nas áreas urbanas, e a modernização setorial, além da inclusão mais ampla.

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Os dois lados da violência contra a mulher

Governo interino indica “defensora da vida” para secretaria de Mulheres

Jornal GGN - Em meio aos debates sobre o caso de estupro coletivo ocorrido no Rio de Janeiro, apenas agora as autoridades em Brasília começaram a mostrar sua reação, mostrando-se chocados com relação a isso e pedindo a “devida punição” aos criminosos envolvidos.

O que se fala com um pouco menos de amplitude são os projetos na fila para votação no Congresso Nacional que não só colocam esse choque em dúvida, como pretendem dificultar o atendimento às vítimas. Leia mais »

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Imprensa internacional repercute aprovação do impeachment

Publicações ressaltam tom adotado por senadores e repercutem sessão

Jornal GGN - A aprovação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff também foi alvo de análise dos jornais internacionais, que citaram os votos recebidos por ela na eleição e falando também dos problemas que o país enfrenta atualmente, além dos comentários relacionados à composição do governo interino do vice-presidente Michel Temer.

“Depois que um político chamou de “o dia mais triste da jovem democracia do Brasil”, a maioria dos senadores votou após um longo debate pela suspensão do mandato, colocando problemas econômicos, paralisia política e irregularidades fiscais à frente dos 54 milhões de votos que a colocaram no poder”, diz o jornal britânico The Guardian. A publicação também ressaltou a diferença de tom da votação em relação ao que foi visto na Câmara. “Ao contrário das cenas triunfantes durante a votação na Câmara que geraram escárnio ao redor do mundo, a maioria dos senadores adotou um tom sombrio (...) Em vez disso, muitos afirmaram ser triste e diziam que eles estavam aprovando a suspensão da chefe de Estado eleita com relutância, porque a economia estava em crise e a política estava em tumulto”.

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Ilan Goldfajn é cortejado para o BC da possível Era Temer

Executivo é o atual economista-chefe do banco Itaú Unibanco

Jornal GGN - O economista carioca Ilan Goldfajn é um dos nomes para assumir o cargo de presidente do Banco Central (cargo que, atualmente, possui status ministerial) durante o mandato de Michel Temer, em substituição a Alexandre Tombini. Embora seu nome já tenha sido cravado na mídia, ainda não existe um posicionamento oficial a respeito.

Goldfajn é o atual economista-chefe e um dos sócios do banco Itaú Unibanco, além de diretor do CDPP – Centro de Debates de Políticas Públicas. Anteriormente, exerceu o cargo de diretor de Política Econômica do Banco Central durante o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, entre 2000 e 2003, durante o mandato de Armínio Fraga. Goldfajn atuou no processo de implementação das metas de inflação.

O talvez futuro presidente do BC também foi também diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa em Economia da Casa das Garças (IEPE-CdG), entre 2006 e 2009, sócio-fundador da Ciano Consultoria (2008 e 2009), sócio-fundador e gestor da Ciano Investimentos (2007-2008) e sócio da Gávea Investimentos (2003-2006), onde foi responsável pelas áreas de pesquisas macroeconômicas e análise de risco.

Em 1999, ingressou no Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), atuando até o final de 2008 como professor do Curso de Mestrado em Finanças Internacionais e em Macroeconomia. Entre 1996 e 1999, trabalhou no Fundo Monetário Internacional (FMI) e, no período de 1995-1996, foi professor assistente na Universidade de Brandeis, em Massachusetts.

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Efervescência política gera euforia no mercado

Quadro para o mês de abril deve seguir com forte movimentação atrelada ao cenário político nacional

Jornal GGN - A instabilidade do cenário político brasileiro, aliada à melhora de humor no mercado internacional; gerou um cenário que levou a bolsa brasileira a registrar ganhos expressivos no mês de março. O Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) fechou o mês aos 50.055 pontos, avançando 16,97% - na maior alta desde outubro de 2002 (+17,92%), passando a acumular um ganho de 15,47% ao longo do ano, mas uma perda de - 2,14% em 12 meses.

O índice iniciou ascendente em março, suplantando logo os 45 mil pontos, e em quatro pregões, até o dia 4, atingiu os 49 mil pontos, patinando em seguida não distante desta pontuação. Já a partir de meados do mês, tornou a ascender e passou a oscilar ao redor dos 50 mil pontos. Leia mais »

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PIB reduz queda trimestral, mas como um sinal de acomodação

Dados dessazonalizados mostram desempenho econômico na margem

Jornal GGN - O Produto Interno Bruto (PIB) encerrou o ano de 2015 com queda de 3,8%, a maior perda apurada desde o início da série histórica atual, iniciada em 1996, na série sem ajuste sazonal, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).  Em 2014, o PIB havia ficado praticamente estável (+0,1%).

Em relação ao terceiro trimestre, o PIB do quarto trimestre de 2015 caiu 1,4%, levando-se em consideração a série com ajuste sazonal. É a quarta queda consecutiva nesta base de comparação. Segundo Fernando Sampaio, diretor da LCA Consultores, a comparação trimestre/trimestre imediatamente anterior é feita exclusivamente em termos dessazonalizados. “O PIB do quarto trimestre confirma que a economia está em contração, mas o ritmo de contração vem diminuindo embora ainda não seja desprezível. A leitura foi de uma queda pronunciada, embora menos pronunciada do que nas leituras anteriores”, explica.

Por exemplo: os dados de consumo de energia elétrica, efetuadas as correções de sazonalidade (no calor, o gasto com energia aumenta devido ao uso de ar condicionado), o nível de consumo desacelerou, embora o nível mais baixo de consumo tenha sido visto em agosto. “Desde então houve um ajuste gradual, mas é um indicativo de que a leitura do trimestre não foi, digamos, acidental, mas diminuiu a velocidade de queda, e outras informações conhecidas indicam que esse movimento prossegue. A economia continua muito fraca, mas o ritmo de contração já diminuiu no quarto trimestre e, provavelmente, no primeiro trimestre de 2016”.

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