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Ciência

Cientistas admitem possibilidade de um nono planeta no Sistema Solar

Da Agência Brasil

Cientistas admitiram hoje (20) a possibilidade de existir um nono planeta, gigante e gelado, no Sistema Solar. De acordo com os astrônomos, os estudos são baseados em modelos matemáticos e simulações por computador e não em observação direta.

O corpo celeste, batizado como "nono planeta", terá uma massa cerca de dez vezes maior que a da Terra e uma órbita 20 vezes mais afastada que a de Netuno, oitavo planeta do Sistema Solar, o mais externo e que gira em torno do Sol a uma distância média de 4,5 bilhões de quilômetros.

Segundo os investigadores Konstantin Batygin e Mike Brown, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, o possível planeta, oculto pela órbita de Plutão, leva entre 10 mil e 20 mil anos para completar uma trajetória ao redor do Sol.

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2015 foi o ano mais quente da história, diz Nasa

Da Agência Brasil

A média da temperatura global em 2015 foi a mais alta já registrada desde o início da medição das temperaturas na superfície da Terra, em 1880. A informação foi divulgada hoje (20) pela Nasa e confirmada pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, que chegaram a essa conclusão em estudos independentes.

A temperatura média global no ano passado superou o recorde anterior, de 2014, em 0,13 °C. A Nasa informou que o recorde de 2015 acompanha a tendência de aquecimento observada nos últimos anos. Segundo a agência espacial, de 2001 para cá, ocorreram 15 dos 16 anos mais quentes já registrados na história. Leia mais »

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Para ministro, 2016 será um ano melhor para a ciência nacional

Da Agência Gestão CT&I

Depois de um 2015 com dificuldades financeiras e escassez de projetos, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) prevê um ano de 2016 menos turbulento que seu antecessor. A avaliação é do titular da pasta, Celso Pansera, ao declarar com exclusividade à Agência Gestão CT&I que o órgão em breve deverá anunciar uma série de novidades.

A primeira das novidades já foi divulgada. No dia 11 de janeiro, o governo federal lançou a Chamada Universal que financiará com R$ 200 milhões projetos de pesquisa científica e tecnológica no País em qualquer área do conhecimento, ao longo de dois anos. O novo certame prevê a concessão de 1.500 bolsas de iniciação científica e outras 1.000 bolsas de apoio técnico, com duração de 36 meses.

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Thaisa Bergmann, a brasileira premiada por pesquisa com buracos negros

Enviado por Cafezá

Do Hype Science

Astrofísica brasileira ganha prêmio internacional por pesquisa sobre buracos negros

A astrofísica brasileira Thaisa Bergmann, professora da Universidade do Rio Grande do Sul, ganhou recentemente o prêmio “Para Mulheres Na Ciência” (“For Women In Science”), da Fundação L’Oréal em parceria com a UNESCO, por conta de sua pesquisa sobre buracos negros.

Atualmente na 17ª edição, essa premiação internacional é destinada a reconhecer e apoiar a contribuição científica de cinco laureadas, uma de cada canto do globo, anualmente. Thaisa representa a América Latina, e é a sexta brasileira a se juntar ao time de vencedoras.

“A visibilidade que o prêmio dá é incrível. É muito gratificante saber que todo meu esforço é valorizado”, diz Thaisa.

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Países de língua portuguesa podem ter vocabulário científico comum

Da Agência Brasil

Os países de língua portuguesa poderão ter um vocabulário comum para as áreas da ciência e tecnologia. O projeto é do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) e busca estimular o intercâmbio dos trabalhos desenvolvidos entre os países e facilitar a tradução e a interpretação de outros idiomas para o português.

Com sede em Cabo Verde, o IILP é uma instituição da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP). A entidade tem personalidade jurídica e autonomia científica, administrativa e patrimonial. Integram a CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.
 
Segundo a diretora executiva do IILP, Marisa Mendonça, o instituto buscará, ainda em janeiro, financiamento com os países da CPLP para tirar o projeto do papel. Para a primeira fase de execução, são necessários 130 mil euros.

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Fundações de amparo à pesquisa celebram Marco Legal

Jornal GGN – Na última terça-feira (12), a presidente Dilma sancionou o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, com a promessa de diminuir a burocracia nas relações entre os agentes públicos e privados.

Criticado por algumas entidades de classe, que enxergam no projeto uma ameaça de privatização da pesquisa pública, o texto tem o respaldo e a aprovação de outras, que veem nele uma possibilidade de destravar a produção científica nacional.

Jacob Palis, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC) pertence ao segundo grupo. Para ele, o Marco Legal tem uma visão mais realista do que é inovação e de quais são as condições para que ela ocorra. “A ideia é estimular os talentos científicos e tecnológicos no Brasil, para que eles marchem com rapidez, sem obstáculos desnecessários”.

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Dilma sanciona marco legal da ciência e tecnologia

Da Agência Brasil

Dilma sanciona Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação

Por Ana Cristina Campos

A presidenta Dilma Rousseff sancionou hoje (11) o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação em cerimônia no Palácio do Planalto. O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 77/2015, que promove uma série de ações para o incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico, foi aprovado pelo plenário do Senado Federal no dia 9 de dezembro.

A ideia é aproximar as universidades das empresas, tornando mais dinâmicos a pesquisa, o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação no país, além de diminuir a burocracia nos investimentos para a área.

Segundo Dilma, o novo marco regulatório promove uma reforma na legislação que regula a integração entre agentes públicos e privados que compõem o sistema de ciência, tecnologia e inovação. “Estamos dando transparência, simplicidade e segurança jurídica a uma cooperação fundamental para o crescimento econômico, a geração de renda e emprego e que promova o desenvolvimento de forma sustentável”.

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Para inovar, é preciso ligar produção de conhecimento com as empresas, por Fernando Peregrino

Por Fernando Peregrino

Comentário ao post "No apagar das luzes do ano legislativo, o maior saque à ciência brasileira"

Falar de inovação sem promover a ligação entre quem produz conhecimento (no Brasil a maioria são institutos e universidades públicos) e quem os desenvolve e os transforma em bens e serviços,( empresas públicas e privadas)  é manter o atraso em que se encontra o Brasil.
 
Somos o oitavo PIB e estamos no septuagésimo lugar em inovação no Mundo. É necessário esclarecer: 1) o que é público não obrigatoriamente é Estatal, já que a Constituição autoriza a prestação de serviços públicos através de entes privados, sobre regras, claro; 2) essa ligação não se faz sem incentivo e vontade política de aplicar os conhecimento em favor do cidadão, sob a forma de novos medicamentos, métodos de controle de acidentes, novos materiais de construção menos intensivos em consumo de energia, formas de energias limpas, etc; 3) portanto, para alcançar um elevado patamar de inovação no mundo globalizado requer forte cooperação entre o público e privado. Fora disso, continuaremos como um país exportador de bens primários e importador de bens de alta tecnologia. 

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No Amazonas, pesquisadores desenvolvem telha sustentável

Da Agência Brasil

Pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) estão desenvolvendo o protótipo de uma telha sustentável. Ela é feita, principalmente, com fibras naturais da Amazônia, como a malva e a juta, e com uma argamassa que inclui areia, resíduos de cerâmica e pouco cimento.

Essa composição, segundo o subcoordenador da pesquisa, o doutor em engenharia João de Almeida Melo Filho, dá mais resistência ao material e pode melhorar a sensação térmica nas residências localizadas nas regiões mais quentes do país. “Além de ter menos cimento em sua constituição, ela tem também areia, que se torna um material mais barato, além das fibras naturais. A matriz que utiliza o cimento é muito frágil e as fibras naturais é que vão dar a verdadeira resistência a esse material. O conjunto que a gente chama de "material compósito" vai produzir um material com maior resistência mecânica. E a gente já verificou que tem maior desempenho térmico devido ao uso de resíduos cerâmicos”, garantiu.

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No apagar das luzes do ano legislativo, o maior saque à ciência brasileira

na Carta Campinas

Mais de 100 entidades pedem veto a Projeto que ‘saqueia’ recursos de pesquisa

A ADunicamp (Associação dos Docentes da Unicamp) e mais de uma centena de associações representativas de entidades ligadas a universidades, instituições públicas de pesquisa e organizações sociais protocolaram no final do ano, no escritório da Presidência da República em São Paulo, uma carta dirigida à presidenta Dilma Roussef pedindo o veto total ao PLC (Projeto de Lei da Câmara) 77/2015, que propõe um conjunto de mudanças significativas no “Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação” e em outras legislações que regulamentam a pesquisa pública no Brasil.

Para as entidades, o projeto vai destruir institutos públicos de pesquisa, já que Organizações Sociais (OSs) poderão pegar recursos públicos, usar toda a estrutura pública, e gerar lucro privado, sem qualquer benefício para a população.

Uma das propostas do PLC 77 é a da criação dos chamados ICTs (Institutos Científico-Tecnológicos) que atuariam no desenvolvimento das atividades de pesquisa no país. Com o estatuto jurídico de OS (Organizações Sociais), os ICTs poderão receber recursos públicos de todos os entes federados e de fundações “de apoio” para a cobertura de todas as suas despesas, além de utilizar pesquisadores pagos com recursos públicos e a infraestrutura das universidades e institutos de pesquisa.

As entidades afirmam que as novas regras propostas no PLC 77 aumentarão a “sangria do fundo público para empresas privadas”, com a substituição de instituições públicas de pesquisa por OS. E que isso levará professores e pesquisadores financiados com recursos públicos a atuar dentro de empresas privadas. Leia mais »

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Tabela periódica terá quatro novos elementos

Da Agência Brasil

A tabela períodica ganhou quatro novos elementos químicos, conforme anunciado pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC). Por enquanto, os elementos são identificados por nomes temporários e pelos números atômicos 113, 115, 117 e 118, mas deverão ganhar nomes e símbolos permanentes. A IUPAC convidou os descobridores dos elementos do Japão, Rússia e Estados Unidos para apresentarem sugestões.

A tabela periódica é uma forma de organizar todos os elementos químicos conhecidos de acordo com suas propriedades e de mostrar algumas informações sobre eles. Com a tabela, é possível prever as características e propriedades desses elementos.

Os nomes e símbolos propostos serão verificados pela Divisão de Química Inorgânica da IUPAC quanto a coerência, possibilidade de tradução para outras línguas e possibilidade de uso prévio em outros casos. Os novos elementos podem ser batizados, por exemplo, em referência a conceitos mitológicos, minerais, lugares ou países e até mesmo em homenagem a algum cientista.

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Madame Wu e o experimento de fim de ano que mudou a Física

Do Gizmodo

Madame Wu e o experimento de fim de ano que mudou a Física para sempre

Por: Jennifer Ouellette
 
A maioria de nós recebe o ano novo com a família e os amigos. A ciência, entretanto, não tira férias – nem os cientistas responsáveis ​​por grandes experimentos em curso. Um dos mais famosos exemplos históricos disso é o caso da física Chien-Shiung Wu — muitas vezes chamada de “Madame Wu” — que desistiu de passar a virada com seu marido na década de 1950 para provar que a natureza é ligeiramente canhota.

Por muito tempo, os físicos pensaram que, quando se trata das leis da Física, a natureza não tem preferência de direita ou esquerda. Isso significa que o nosso mundo deveria ser praticamente idêntico a sua imagem espelhada. É uma forma de simetria. Matematicamente, ela é conhecida como paridade, e deveria ser conservada em todos os processos subatômicos. E é, de fato, pelo menos para o eletromagnetismo e para a força nuclear forte. Vários experimentos mostram que as coisas eram exatamente desse jeito.

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Manipulação genética e freios, por Gustavo Gollo

Por Gustavo Gollo

A revista Science concedeu o prêmio de maior avanço científico de 2015 à molécula capaz de editar DNA, uma temeridade.

O invento parece facilitar tremendamente a manipulação genética, banalizando algo que vinha sendo conseguido vagarosamente. Duas razões, ambas drásticas, incitam minha apreensão decorrente do alarde relativo a tal premiação, endereçada a avanço tecnológico de monta, ao desenvolvimento de uma ferramenta poderosíssima, quase comparável ao microscópio e aos instrumentos mais úteis para o desenvolvimento científico, papel que certamente terá no futuro.

Manipulações do DNA humano devem ser apresentadas em breve, junto com uma profusão de seres transgênicos. Ambas as promessas são assustadoras.

Acredito que inovações extremamente ameaçadoras como essa, potencialmente destruidoras de toda a humanidade, mereçam uma longa análise antes que possam vir a ser usadas. Creio que 50, ou, mais cautelosamente, 100 anos deveriam ser necessários para pensarmos sobre o assunto, analisarmos suas possíveis consequências e aprovar o uso de tecnologias tão temerárias.

A louvação da revista estimula nossa benevolência para com o monstro; quando nos arrependermos, já não haverá retorno; teremos aberto a caixa de Pandora. A molécula em pauta, por outro lado, vale trilhões de dinheiros, quantia muito superior ao preço usual das opiniões.

Os alimentos da humanidade, hoje, encontram-se sob a ameaça dos transgênicos. Os detentores desses flagelos deveriam ser acusados de disseminá-los, enquanto, sendo poderosíssimos, vão se apossando de toda a comida que comemos. Logo não conseguiremos sementes livres da contaminação introduzida irresponsavelmente, em nossa comida, por vilões sedentos por lucros, que buscam se apossar dela toda. Tais criaturas também têm disseminado, irresponsavelmente, pragas transgênicas que invadirão todo o planeta. A avidez desses seres poderosíssimos ameaça e agride a totalidade da vida no planeta, nos deixará à mercê de suas vontades; comida apenas em troca de subserviência e dinheiro. Já lhes somos reféns. Leia mais »

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Fenômenos quânticos revelam universos paralelos em colisão, por Wilson Ferreira

Por Wilson Ferreira

A hipótese do “multiverso” (a ideia de que nosso Universo seria apenas um em um número infinito) não é uma novidade na Física e na Filosofia. Recentemente essa hipótese se associou à busca por físicos de uma “assinatura cósmica” que comprovasse que o Universo seria uma simulação computacional finita, aproximando ainda mais à Física da antiga mitologia gnóstica. Agora, um trio de físicos da Austrália e EUA publicou um artigo científico onde explora a possibilidade de universos paralelos estarem  colidindo entre si. E os estranhos comportamentos das partículas subatômicas revelado pela mecânica quântica nada mais seriam do que os interstícios desses mundos se encontrando. As implicação filosófica da pluralidade de mundos é evidentemente gnóstica. Mas, os físicos apontam para uma surpreendente aplicação dessa hipótese: o estudo da dinâmica molecular das reações químicas de drogas.

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Colômbia aprova uso medicinal da maconha

Sugerido por Lair Amaro

Colômbia aprova decreto que legaliza uso medicinal da maconha

 
 
 
O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, assinou nesta terça-feira um decreto que legaliza o uso médico da maconha, uma medida que segundo ele não enfraquece a luta do governo contra plantações ilícitas e tráfico de drogas. O decreto permite o uso terapêutico da maconha, afirmou Santos.
 
"Permitir o uso da maconha não vai contra os nossos compromissos internacionais para controlar as drogas ou contra a nossa política de lutar contra o tráfico”, afirmou Santos à imprensa após assinar o decreto.
 
Cultivar, distribuir e vender maconha continua ilegal. O país sul-americano suspendeu a pulverização de plantios ilícitos neste ano, citando preocupações com câncer por causa do herbicida.
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