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Ciência

As descobertas sobre a dieta do homem de Neandertal

Enviado por Cyro

Da AFP

Cocô de Neandertal revela que homem das cavernas não comia só carne

O mais antigo cocô conhecido de um Neandertal revelou que os homens da caverna não comiam só carne, mas também gostavam de comer verduras também, revelou um estudo publicado nesta quarta-feira.

A descoberta foi feita no sítio arqueológico de El Salt, onde cientistas descobriram sinais de que os neandertais viveram entre 45.000 e 60.000 anos atrás.

O estudo, publicado no periódico PLOS ONE, é o primeiro a analisar fezes na tentativa de conhecer precisamente o tipo de alimentação do nosso parente distante.

Cientistas escavaram em sedimentos e no solo as amostras de um pó para análise em um sofisticado laboratório do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Eles descobriram biomarcadores no cocô que demonstravam a presença de coprostanol, um lipídio que se forma quando o estômago metaboliza o colesterol, particularmente após a ingestão de carne.

Eles também descobriram o 5B-stigmastanol, uma substância que se forma quando plantas se quebram no processo digestivo.

Isso significa que os neandertais comiam sobretudo carne, como os especialistas afirmam há algum tempo, mas eles também encontraram evidências de uma considerável quantidade de plantas em sua dieta, inclusive tubérculos, nozes e 'berries'.

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Pesquisadores brasileiros criam cola biológica a partir de veneno de cascavel

Jornal GGN – Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (UNESP), em Botucatu, no interior de São Paulo, desenvolveram um tipo de cola biológica a partir do veneno da cobra cascavel (Crotalus durissus terrificus) que pode ser usado em procedimentos clínicos e estudos avançados de terapia celular. A cola, chamada de selante de fibrina, terá uso também em pesquisas de células-tronco.

O material foi desenvolvido a partir da mistura de uma enzima extraída do veneno da cascavel com fibrinogênio de sangue de grandes animais. O fibrinogênio é uma proteína envolvida na coagulação do sangue. Ela atua, no caso da pesquisa, como matéria-prima para que o organismo produza a fibrina necessária para estancar a perda sanguínea em ferimentos.
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A inversão dos polos magnéticos da Terra

Por Paulo Gurgel Carlos da Silva, no Portal LN

Não é uma exceção, é a regra. A cada 200 ou 300 mil anos, em média, a Terra inverte os polos magnéticos.

O campo magnético da Terra — que ajuda a proteger os seres vivos da radiação solar — origina-se do núcleo do planeta onde placas sólidas e um oceano de metais derretidos, e que criam correntes elétricas muito fortes, são a base do eletromagnetismo terrestre. Quanto a este, muda a sua orientação conforme as placas vão mudando de posição no interior da Terra.

Atualmente, o polo norte magnético "viaja" a 64 quilômetros por ano. Sendo a explicação de por que se encontra a 1.100 quilômetros do ponto em que foi localizado pela primeira vez, no século 19.

Atrasos acontecem: já faz 800 mil anos desde que ocorreu a última mudança.

Mas, acalmai-vos, irmãos.

A inversão dos polos magnéticos da Terra não causará nenhum Apocalipse. Será a oportunidade de bons negócios para os fabricantes de bússolas.

Blog EntreMentes

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Brasil lança primeiro nanossatélite com apoio da Rússia

Jornal GGN – O Brasil conseguiu lançar, na última semana, o seu primeiro nanossatélite ao espaço, com apoio da Rússia. O NanosatC-Br1foi lançado da base de Yasny, no país do leste europeu.

O sucesso da missão representa uma importante vitória do programa espacial brasileiro, que já havia trabalhado nesse tipo de projeto há 11 anos, mas a iniciativa falhou após o acidente da base de Alĉantara, que destruiu o nanossatélite e vitimou cientistas.

O lançamento do NanosatC-Br1 foi realizado a bordo de um foguete DNEPR, que levava outros 36 nanossatélites. O feito também representou um um recorde do rocket, antes usado como míssil nuclear.

A missão tem como objetivos realizar o estudo de distúrbios na magnetosfera, principalmente na região da Anomalia Magnética do Atlântico Sul, e do setor brasileiro do Eletrojato Equatorial Ionosférico.

Veja também: Japão inicia era dos "nanossatélites"

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Luvas eletrônicas podem ensinar Braille, mesmo que o usuário não preste atenção

Jornal GGN – Depois de criar, anos atrás, uma luva eletrônica que poderia ensinar o usuário a tocar melodias de piano em apenas 45 minutos, pesquisadores do Georgia Institute of Technology criaram uma nova versão do projeto, mas desta vez com a capacidade de ensinar pessoas a ler e escrever em Braille.

A diferença, desta vez, é que as pessoas que usam a luva nem precisam prestar atenção. Segundo os pesquisadores, é possível aprender mesmo fazendo outra atividade.

“O processo é baseado na aprendizagem tátil passiva (PHL)”, explica Thad Starner, professor da Georgia Tech e pioneiro da computação vestível. “Aprendemos que as pessoas podem adquirir as habilidades motoras através de vibrações sem dedicar atenção ativa em suas mãos”, diz. Em seu novo estudo, Starner e o estudante Caitlyn Seim analisaram o quão bem estas luvas trabalham para ensinar Braille.

Cada participante do estudo usava um par de luvas com motores de vibração minúsculos costurados nos nós dos dedos. Os motores vibravam em uma sequência que correspondia com o padrão de digitação de uma frase pré-determinada, em Braille. Sinais de áudio informavam os usuários que cartas em Braille eram produzidas digitando essa sequência. Depois, todos tentaram digitar a frase uma vez, sem os sinais ou vibrações, em um teclado. Leia mais »

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Morre, aos 90 anos, a química Stephanie Kwolek, inventora do Kevlar



Jornal GGN
– As utilidades são muitas: desde servir de proteção para cabos de fibra ótica até capacetes e armaduras de policiais. Assim é o Kevlar, um material cinco vezes mais forte que o aço e muito mais leve. O material é citado até mesmo na ficção: trata-se do material do qual é feito o traje do Batman, o homem-morcego. O que muito gente desconhecia era o responsável pela criação do material: a química Stephanie L. Kwolek, que morreu este final de semana, aos 90 anos.

Tudo começou em 1965, quando Kwolek criou uma solução de polímero líquido turvo, que parecia ser uma decepção no início, já que aparentemente não teria muita utilidade. Mas isso mudou quando o material era colocado em forma de fibra: tornava-se um material incrivelmente forte e leve, sendo cinco vezes mais forte que o aço, que é uma combinação de metais muito usada na indústria em geral. Além disso, o Kevlar é resistente ao fogo. A química levou mais 15 anos e investiu meio milhão de dólares para aperfeiçoar o produto e criar aplicações práticas ao produto. Leia mais »

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As novas descobertas sobre o Bóson de Higgs

Enviado por antonio francisco

Do Yahoo

Experimentos dão forma à "partícula de Deus"

Físicos anunciaram neste domingo ter aprendido mais sobre o bóson de Higgs, partícula subatômica que torna a existência de massa possível e por esta razão é apelidada de 'partícula de Deus', cuja descoberta revolucionária foi anunciada quase dois anos atrás.

Experimentos feitos no Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) - o acelerador de partículas situado na fronteira franco-suíça, onde a descoberta foi feita - responderam a antigas questões sobre como o Higgs se comporta, afirmaram.

A teoria sobre a existência do bóson de Higgs foi levantada nos anos 1960. Ele seria a partícula subatômica que dá massa a outras partículas. Sem ele, não haveria massa.

Décadas de trabalho se seguiram para explorar a ideia até que, em 4 de julho de 2012, duas equipes concorrentes no LHC anunciaram ter descoberto de forma independente uma partícula consistente com o bóson de Higgs.

Mas outras pesquisas foram necessárias para dar corpo a esta descoberta e ver como ela se encaixava no Modelo Padrão, o quadro conceitual utilizado para explicar a matéria visível no universo.

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Primeiro satélite uruguaio já transmite sinais

Da Rádio Voz da Rússia

 

O satélite uruguaio AntelSat lançado pelo foguete Dniepr do cosmódromo russo Yasny transmitiu ontem, dia 21 de junho, ao sobrevoar a República Oriental, seus primeiros sinais para a estação terrestre Manga.

Segundo comunica a mídia latinoamericana, citando fontes oficiais, os dados recebidos do satélite serão aproveitados na agricultura e em outros projetos nacionais.

O satélite, que pesa 2 quilos e mede 10x20 cm, possui câmeras fotográficas a cores e a raios infravermelhos. Leia mais »

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Pesquisadores temem privatização de institutos de ciência em São Paulo

Sugerido por rogerio.bertani

Alckmin também está deixando suas "marcas" no campo da ciência.

 

 

Programa de CT&I de São Paulo abre discussão entre cientistas e pesquisadores

Vivian Monteiro, do Jornal da Ciência

Pesquisadores temem que o novo projeto de CT&I para o estado de São Paulo promova a privatização ou fusão dos institutos de pesquisas

Em um momento em que a área de ciência, tecnologia e inovação ganha força para alavancar o desenvolvimento do País, especialistas e pesquisadores querem saber o papel das universidades e de institutos de pesquisas nos novos programas públicos de CT&I em andamento. Uma das preocupações é com o Plano Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação (PDCT&I) do Governo do Estado de São Paulo, aprovado em 2010 pelo Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia (Concite) e hoje em fase de revisão.

Pesquisadores temem que o novo projeto de CT&I para o estado de São Paulo promova a privatização ou fusão dos institutos de pesquisas - hoje em crise em razão da instabilidade do fluxo de dotações orçamentárias. No total, são 19 institutos ligados a quatro áreas: agricultura e abastecimento, saúde, meio ambiente, e economia e planejamento, criados há anos para colaborar no processo de desenvolvimento do estado mais rico do Brasil. Desenhado para um horizonte de 20 anos, pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do estado paulista, o projeto prevê a construção de um novo modelo de produção científica e de estímulo à inovação a fim de atender às necessidades da economia paulista e brasileira. 

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Neil DeGrasse Tyson fala sobre a presença das mulheres na ciência

Por Iara G

Durante uma conferência de ciência (em 2009), uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, o qual parece sugerir que diferenças genéticas talvez explicariam o fato de existir poucas mulheres (chocosamente referidas por garotas) no campo da ciência. A resposta dada por Neil deGrasse Tyson, que é um cientista negro e famoso (já muitas vezes citado aqui no blog, pela sua capacidade e conhecimentos) traz a realidade do fatos. Imperdível

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O desenvolvimento de exoesqueletos para fins militares

Por junior50

Endereço interessante, para começar o assunto: www.army-technology.com/features/featuremilitary-exoskeletons-uncovered-...

Trata-se do Projeto TALOS ( tactical assault light operator suit ) ,um programa desenvolvido há anos pela DARPA, sob responsabilidade da Lockheed-Martin (engenharia) e Raytheon (softwares), como "prime-contractors", associados a algumas universidades americanas e pequenas empresas de informática. É bom saber que não apenas os Estados Unidos possuem tal projeto, como a Rússia, França e Alemanha, também trabalham em iniciativas semelhantes, na Ásia, a China (com apoio russo), e Japão (com apoio americano) também se interessam pela tecnologia.

Claro, que como todos os programas nacionais de defesa, verbas nunca faltam, laboratórios, acesso a materiais estratégicos, chips de alta performance, também nunca deixam de existir, e como o capitalismo influi em todas as áreas, a concorrência tambem é feroz, tanto que o Bell Laboratories desenvolveu um próprio, e o demonstrou ano passado (USMC - Camp Lejeune). Portanto "exoesqueletos" não são uma "novidade" - na área de defesa/militar.

MAS, comparar um TALOS, ou similar, com o exoesqueleto terapêutico da Duke/Nicollelis e associados, é típico da desinformação, ou ignorância pura, que são comuns a nossos (de)formados em comunicação social, os alcunhados de "jornalistas/analistas/comentaristas", por serem produtos, que apesar de oriundos de uma mesma base de pesquisa, são completamente diferentes - Por que ?

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Brasileira ganha prêmio internacional de pesquisa científica

Enviado por Edsonmarcon

Do HypeScience

Brasileira ganha prêmio internacional por sua pesquisa em energia escura

Marcelle Soares-Santos venceu o Alvin Tollestrup Award (Prêmio Alvin Tollestrup) de Melhor Pesquisa de Pós-doutorado deste ano por suas contribuições para a pesquisa de energia escura, que vão desde a construção de instrumentos e comissionamento a análise física de alto nível.

The Universities Research Association (associação de 86 universidades orientadas à pesquisa cientifica situadas principalmente nos EUA) premia todos os anos o trabalho excepcional realizado por um pesquisador de pós-doutorado no Fermilab (laboratório especializado em física de partículas de alta energia dos EUA) ou em colaboração com cientistas do Fermilab.

Soares-Santos chegou ao Fermilab como uma estudante de doutorado da Universidade de São Paulo (Brasil), em 2010. Durante a construção do Câmera de Energia Escura do Fermilab e sua instalação no Observatório Interamericano de Cerro Tololo, no Chile, seu papel foi o de testar instrumentos através de simulações.

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Imagens

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A polêmica saga do exoesqueleto que apareceu invisível

De Ciência na Mídia
 
 
Por Tatiana Nahas
 
O tapete colorido que forrou o gramado durante a cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2014 foi enrolado fatia a fatia. Os jogadores entraram em campo para o aquecimento. Urros para os brasileiros, vaias para os croatas. Locutores se esgoelando em estatísticas, escalações, comparações e superstições. E eu ansiosa esperando falarem do exoesqueleto. O pontapé inicial da copa, que seria dado por um paraplégico equipado com uma veste robótica comandada por seu cérebro, estava prestes a acontecer e nada de comentarem o que seria isso, de explicarem como funcionaria. A ciência estava prestes a participar do show da copa, mas estava claro que divulgação científica não entraria em campo.
 
Às 16h47 o pontapé cientifico foi narrado retroativamente na SportTV. Um vídeo ridiculamente rápido foi mostrado. O exoesqueleto estava no canto do canto do canto do gramado. Deu um toque pífio numa bola colocada junto a seu pé. E foi tudo. Nem dava para saber em que momento da abertura o tal pontapé ocorreu. Soube depois que na transmissão da Globo o episódio tinha aparecido em tela dividida, com Galvão Bueno falando da chegada do ônibus da seleção brasileira (veja vídeo da própria emissora). No final desse vídeo dá para ver que o tal pontapé ocorreu ainda durante a cerimônia de abertura:
 
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Cientistas divulgam carta aberta contra uso de transgênicos no mundo

Jornal GGN – Mais de 800 cientistas de 82 países assinaram, em conjunto, uma carta aberta onde expõe sua preocupação com o cultivo de alimentos transgênicos. Além de se opor ao cultivo, os pesquisadores pedem a proibição desse tipo de alimento, que para o grupo, intensifica o monopólio corporativo, aumentam desigualdades e ajudam a frear iniciativas sustentáveis na agricultura.

Eles querem a proibição do uso de patentes de formas de vida e processos vivos “que ameaçam a segurança alimentar e violam os direitos humanos básicos e a dignidade”. No total, a carta aberta dos cientistas possui 29 itens onde explicam as razões pelas quais pedem a suspensão e proibição dos transgênicos no mundo.

Veja a carta, na íntegra (tradução de André Langer):

Nós, cientistas abaixo-assinados, pedimos a suspensão imediata de todas as licenças ambientais para cultivos transgênicos e produtos derivados dos mesmos, tanto comercialmente como em testes em campo aberto, durante ao menos cinco anos; as patentes dos organismos vivos, dos processos, das sementes, das linhas de células e genes devem ser revogadas e proibidas; e exige-se uma pesquisa pública exaustiva sobre o futuro da agricultura e a segurança alimentar para todos.

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Nicolelis reclama de pouco tempo para mostrar exoesqueleto

Do G1

 
Paraplégico chutou bola com ajuda de robô comandado pelo cérebro. Transmissão da Fifa mostrou experimento por poucos segundos.
 
O neurocientista Miguel Nicolelis reclamou do pouco tempo reservado ao "chute simbólico" com o exoesqueleto na transmissão da abertura da Copa do Mundo, nesta quinta-feira (12). O chute em uma bola de futebol foi dado por um paraplégico que usava o equipamento, um robô comandado pelo cérebro.
 
Na transmissão oficial, exibida por emissoras em todo o mundo, a cena durou sete segundos. Integrantes do projeto "Andar de Novo" apareceram com o voluntário paraplégico, que estava em pé e já vestia o exoesqueleto. Ele deu um passo com a perna direita e movimentou a bola, recolhida por um menino caracterizado de árbitro de futebol. O momento vinha sendo preparado há anos por Nicolelis e sua equipe.
 
“A Fifa nos informou que nós teríamos 29 segundos para realizar um experimento dificílimo. Nunca ninguém fez uma demonstração em 29 segundos de robótica. Isso não existe em lugar nenhum do mundo. Foi um esforço dramático de todas essas pessoas que estão aqui. E nós realizamos em 16”, disse Nicolelis. “Pelo visto, a Fifa não estava preparada para filmar um experimento que vai ser histórico”, completou.
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