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Ciência

Cientistas descobrem, no cérebro, onde ocorre a ressaca

Jornal GGN – Cientistas da Universidade de Utah descobriram a área do cérebro responsável pela sensação de ressaca. De acordo com o estudo, o local é vital para evitar os exageros com bebidas alcoólicas. É exatamente essa região, segundo explica o pesquisador Sharif Taha, o que diferencia um bebedor social de um alcoólatra.

A região-chave dessa divisão é conhecida como habenula lateral. A região é ativada por experiências ruins. Tendo base experiências com ratos, os pesquisadores descobriram que, quando a área é cronicamente inativa, existe uma tendência ao consumo de bebidas em excesso, ao mesmo tempo em que há menor capacidade de aprendizado com os acontecimentos.

Para o estudo, os pesquisadores permitiram que os ratos consumissem uma bebida alcoólica forte ao longo de várias semanas. Nos roedores com a habenula lateral desativada, houve maior consumo do que em relação aos demais. Para os pesquisadores, trata-se de um mecanismo similar a da intoxicação alimentar. Assim, os efeitos da infecção seriam uma forma do corpo criar uma experiência ruim para que você nunca a repita. Leia mais »

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O Ciência Sem Fronteiras e os direitos dos cientistas pós-doc

Por Suzana Herculano-Houzel, via facebook

Atenção interessados no CsF: Vejam este relato do que acontece quando o governo brasileiro exporta nossos jovens cientistas como "pós-docs" sem direitos, digo, temporary affiliates - e esses jovens descobrem que, lá fora, eles TEM, sim, que ter direitos - como um pagamento maior, condizente com o estipulado pelo sindicato dos pós-docs (sim, isso existe), plano de saúde e férias.

Recomendo fortemente que leiam até o fim o relato abaixo, que reproduzo na íntegra a pedidos do autor, Cherre Sade. Trata-se de um choque de realidades que, infelizmente, não é surpresa alguma, sabendo como pós-docs são tratados pelo governo aqui, em contraste aos trabalhadores profissionais que são lá fora - ao menos nos EUA, no caso em questão.

É FUNDAMENTAL que nossos jovens cientistas conheçam seus direitos. Se no país isso (ainda) não serve pra nada, ao menos saibam que, indo para o exterior como bolsistas, vocês são mão-de-obra mais do que barata: gratuita (para eles) e sem direitos - MAS a legislação lá dá amparo aos cientistas trabalhadores, e chega a processar a universidade estrangeira que aceitou a mão-de-obra imigrante em condições ilegais (não tem outra palavra). O que deixa o governo brasileiro passado, é claro, pois pega muito mal e "coloca em risco o CsF". Bom, eu diria que era só eles fazerem a coisa direito que não haveria risco para ninguém...

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O projeto Palácio Lunar 1 da China

Enviado por Cyro

Do Space.com

'Palácio Lunar 1' da China para pesquisas espaciais é testado na Terra

Por Leonard David,

China's Lunar Palace 1 Layout

Desenho do Palácio Lunar 1, da China, um Laboratório de pesquisa de suporte à vida para ambiente extraterrestre. PALACE é abreviação de Permanent Astrobase Life-Support Artificial Closed Ecosystem (Ecossistema Fechado Artificial de Suporte à Vida em Astrobase Permanente).

Três voluntários deixaram o Palácio Lunar 1 da China no mês passado depois de uma missão de 105 dias, não na Lua, mas na Terra.

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Expressões faciais podem revelar problemas genéticos

Enviado por antonio francisco

Da BBC

Fotos de expressões faciais podem revelar problemas genéticos, diz estudo

Pesquisadores da Grã-Bretanha criaram um programa de computador que reconhece expressões e traços faciais e também detecta problemas genéticos a partir das estruturas do rosto do paciente.

O diagnóstico pode ser feito em apenas algumas horas com a ajuda de uma simples foto de família.

O programa, desenvolvido por pesquisadores das Universidades de Edimburgo, na Escócia, e Oxford, analisa fotos comuns do rosto dos pacientes usando tecnologia de reconhecimento facial semelhante à usada pelo Facebook, por exemplo.

Além de reconhecer rostos em fotos comuns, o programa também analisa variações de luz, qualidade da imagem, o cenário de fundo, postura, expressão facial e identidade.

A partir daí, o programa constrói uma descrição da estrutura da face identificando as extremidades dos olhos, nariz, boca e outros traços e compara estes dados com que aprendeu a partir de outras fotografias já colocadas em seu sistema.

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Brasil investe mais em pesquisa científica do que na Copa do Mundo

Jornal GGN – O investimento do Brasil em ciência pode não ser considerado “padrão Fifa”, como diz o chavão repetido por muitos que foram contra a Copa do Mundo, mas é maior, em números, do que foi de fato investido no mundial de futebol. Um estudo feito pela revista Nature mostrou que, ao menos na América do Sul, o Brasil é o único que investe mais de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) no campo científico.

A publicação calculou que o Brasil investe aproximadamente R$ 59,4 bilhões por ano – valor que corresponde ao dobro do que foi feito para sediar a Copa do Mundo de 2014: R$ 25,6 bilhões. A Nature destaca a importância do papel da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

“Em 2013, a instituição investiu mais do que qualquer outra nação do continente. Ao todo, foram $ 512 milhões em fundo de ciência”, diz trecho da reportagem. Além disso, o Brasil também se mostra na liderança em número de publicações científicas na América do Sul. Ano passado foram 40.306 publicações, número superior aos 9.337 artigos publicados pela Argentina, segunda colocada. Leia mais »

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Agência dos EUA autoriza venda de exoesqueleto para paraplégicos

Enviado por MiriamL

Do Só Notícia Boa

EUA autorizam venda do exoesqueleto da Copa

Lembra do exoesqueleto que deu o chute inicial da copa do mundo?

Nos Estados Unidos já é possível comprar o equipamento, que permite aos paraplégicos andar novamente.

O FDA, Agência que reguladora produtos e medicamentos nos Estados Unidos, autorizou a a venda do primeiro exoesqueleto.

O ReWalk, como é chamado, é um aparelho motorizado colocado nas pernas e no torso - conjunto constituído pelos ombro, tórax e pela parte superior do abdomen.

Com a ajuda de um controle remoto, instalado no pulso, ele possibilita que uma pessoa com lesão de medula espinhal fique sentada, de pé, e caminhe com a ajuda de muletas - como mostramos aqui no SoNotíciaBoa.

"Os dispositivos inovadores como o ReWalk permitem percorrer um longo caminho com a ajuda de muletas para que as pessoas com lesões de medula espinhal ganhem mobilidade", assegurou Christy Foreman, diretor do Escritório de Avaliação de Dispositivos da FDA.

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ESA testa protótipo de diagnóstico de saúde que usa uma gota de sangue



Jornal GGN
– A Agência Espacial Europeia (ESA) está construindo, para os astronautas abordo da Estação Espacial Internacional (ISS), um protótipo de equipamento capaz de fazer check-ups de saúde e mostrar diagnósticos utilizando apenas uma gota de sangue. A ideia é que o dispositivo tenha os resultados dentro de poucos minutos, oferecendo exames de saúde rápidos e resultados para a pesquisa científica.

A pequena amostra de sangue é colocada sobre um dispositivo portátil construído em torno de um disco, similar a um mini-DVD. O disco é fixado em um aparelho de centrifugação para separar a amostra entre plasma e soro, enquanto realiza uma série de testes simultaneamente. Já existem modelos, no solo, que possuem inúmeras aplicações, como unidades de laboratório automatizadas que cobrem doenças cardíacas, câncer de próstata, diabetes e doenças hepáticas.
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Queda de salinidade do mar causou era do gelo, 2,6 milhões de anos atrás

Jornal GGN – O filme “O dia depois de amanhã” (The Day After Tomorrow), de Roland Emerich, mostra um cenário catastrófico em que o planeta Terra vive uma nova era do gelo causada, entre outros fatores, pela queda da salinidade do Atlântico Norte.

Uma nova pesquisa publicada nesta sexta-feira (27) na revista Nature Scientific Reports mostra que foi exatamente esse fator que levou ao resfriamento do planeta 2,6 milhões de anos atrás, causando o que os cientistas chamam de era ou idade do gelo que cobria grande parte do Hemisfério Norte.

O estudo, feito pelo Departamento de Geografia da Royal Holloway, da Universidade de Londres, descobriu o até então desconhecido fator de dessalinização, que foi causado pela “união” dos grandes blocos continentais do Norte e da América do Sul por meio da região do Panamá. O evento mudou a salinidade do Oceano Pacífico e possibilitou a formação de uma grande placa de gelo que cresceu e tomou conta de todo o Hemisfério Norte.
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As descobertas sobre a dieta do homem de Neandertal

Enviado por Cyro

Da AFP

Cocô de Neandertal revela que homem das cavernas não comia só carne

O mais antigo cocô conhecido de um Neandertal revelou que os homens da caverna não comiam só carne, mas também gostavam de comer verduras também, revelou um estudo publicado nesta quarta-feira.

A descoberta foi feita no sítio arqueológico de El Salt, onde cientistas descobriram sinais de que os neandertais viveram entre 45.000 e 60.000 anos atrás.

O estudo, publicado no periódico PLOS ONE, é o primeiro a analisar fezes na tentativa de conhecer precisamente o tipo de alimentação do nosso parente distante.

Cientistas escavaram em sedimentos e no solo as amostras de um pó para análise em um sofisticado laboratório do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Eles descobriram biomarcadores no cocô que demonstravam a presença de coprostanol, um lipídio que se forma quando o estômago metaboliza o colesterol, particularmente após a ingestão de carne.

Eles também descobriram o 5B-stigmastanol, uma substância que se forma quando plantas se quebram no processo digestivo.

Isso significa que os neandertais comiam sobretudo carne, como os especialistas afirmam há algum tempo, mas eles também encontraram evidências de uma considerável quantidade de plantas em sua dieta, inclusive tubérculos, nozes e 'berries'.

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Pesquisadores brasileiros criam cola biológica a partir de veneno de cascavel

Jornal GGN – Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (UNESP), em Botucatu, no interior de São Paulo, desenvolveram um tipo de cola biológica a partir do veneno da cobra cascavel (Crotalus durissus terrificus) que pode ser usado em procedimentos clínicos e estudos avançados de terapia celular. A cola, chamada de selante de fibrina, terá uso também em pesquisas de células-tronco.

O material foi desenvolvido a partir da mistura de uma enzima extraída do veneno da cascavel com fibrinogênio de sangue de grandes animais. O fibrinogênio é uma proteína envolvida na coagulação do sangue. Ela atua, no caso da pesquisa, como matéria-prima para que o organismo produza a fibrina necessária para estancar a perda sanguínea em ferimentos.
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A inversão dos polos magnéticos da Terra

Por Paulo Gurgel Carlos da Silva, no Portal LN

Não é uma exceção, é a regra. A cada 200 ou 300 mil anos, em média, a Terra inverte os polos magnéticos.

O campo magnético da Terra — que ajuda a proteger os seres vivos da radiação solar — origina-se do núcleo do planeta onde placas sólidas e um oceano de metais derretidos, e que criam correntes elétricas muito fortes, são a base do eletromagnetismo terrestre. Quanto a este, muda a sua orientação conforme as placas vão mudando de posição no interior da Terra.

Atualmente, o polo norte magnético "viaja" a 64 quilômetros por ano. Sendo a explicação de por que se encontra a 1.100 quilômetros do ponto em que foi localizado pela primeira vez, no século 19.

Atrasos acontecem: já faz 800 mil anos desde que ocorreu a última mudança.

Mas, acalmai-vos, irmãos.

A inversão dos polos magnéticos da Terra não causará nenhum Apocalipse. Será a oportunidade de bons negócios para os fabricantes de bússolas.

Blog EntreMentes

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Brasil lança primeiro nanossatélite com apoio da Rússia

Jornal GGN – O Brasil conseguiu lançar, na última semana, o seu primeiro nanossatélite ao espaço, com apoio da Rússia. O NanosatC-Br1foi lançado da base de Yasny, no país do leste europeu.

O sucesso da missão representa uma importante vitória do programa espacial brasileiro, que já havia trabalhado nesse tipo de projeto há 11 anos, mas a iniciativa falhou após o acidente da base de Alĉantara, que destruiu o nanossatélite e vitimou cientistas.

O lançamento do NanosatC-Br1 foi realizado a bordo de um foguete DNEPR, que levava outros 36 nanossatélites. O feito também representou um um recorde do rocket, antes usado como míssil nuclear.

A missão tem como objetivos realizar o estudo de distúrbios na magnetosfera, principalmente na região da Anomalia Magnética do Atlântico Sul, e do setor brasileiro do Eletrojato Equatorial Ionosférico.

Veja também: Japão inicia era dos "nanossatélites"

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Luvas eletrônicas podem ensinar Braille, mesmo que o usuário não preste atenção

Jornal GGN – Depois de criar, anos atrás, uma luva eletrônica que poderia ensinar o usuário a tocar melodias de piano em apenas 45 minutos, pesquisadores do Georgia Institute of Technology criaram uma nova versão do projeto, mas desta vez com a capacidade de ensinar pessoas a ler e escrever em Braille.

A diferença, desta vez, é que as pessoas que usam a luva nem precisam prestar atenção. Segundo os pesquisadores, é possível aprender mesmo fazendo outra atividade.

“O processo é baseado na aprendizagem tátil passiva (PHL)”, explica Thad Starner, professor da Georgia Tech e pioneiro da computação vestível. “Aprendemos que as pessoas podem adquirir as habilidades motoras através de vibrações sem dedicar atenção ativa em suas mãos”, diz. Em seu novo estudo, Starner e o estudante Caitlyn Seim analisaram o quão bem estas luvas trabalham para ensinar Braille.

Cada participante do estudo usava um par de luvas com motores de vibração minúsculos costurados nos nós dos dedos. Os motores vibravam em uma sequência que correspondia com o padrão de digitação de uma frase pré-determinada, em Braille. Sinais de áudio informavam os usuários que cartas em Braille eram produzidas digitando essa sequência. Depois, todos tentaram digitar a frase uma vez, sem os sinais ou vibrações, em um teclado. Leia mais »

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Morre, aos 90 anos, a química Stephanie Kwolek, inventora do Kevlar



Jornal GGN
– As utilidades são muitas: desde servir de proteção para cabos de fibra ótica até capacetes e armaduras de policiais. Assim é o Kevlar, um material cinco vezes mais forte que o aço e muito mais leve. O material é citado até mesmo na ficção: trata-se do material do qual é feito o traje do Batman, o homem-morcego. O que muito gente desconhecia era o responsável pela criação do material: a química Stephanie L. Kwolek, que morreu este final de semana, aos 90 anos.

Tudo começou em 1965, quando Kwolek criou uma solução de polímero líquido turvo, que parecia ser uma decepção no início, já que aparentemente não teria muita utilidade. Mas isso mudou quando o material era colocado em forma de fibra: tornava-se um material incrivelmente forte e leve, sendo cinco vezes mais forte que o aço, que é uma combinação de metais muito usada na indústria em geral. Além disso, o Kevlar é resistente ao fogo. A química levou mais 15 anos e investiu meio milhão de dólares para aperfeiçoar o produto e criar aplicações práticas ao produto. Leia mais »

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As novas descobertas sobre o Bóson de Higgs

Enviado por antonio francisco

Do Yahoo

Experimentos dão forma à "partícula de Deus"

Físicos anunciaram neste domingo ter aprendido mais sobre o bóson de Higgs, partícula subatômica que torna a existência de massa possível e por esta razão é apelidada de 'partícula de Deus', cuja descoberta revolucionária foi anunciada quase dois anos atrás.

Experimentos feitos no Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) - o acelerador de partículas situado na fronteira franco-suíça, onde a descoberta foi feita - responderam a antigas questões sobre como o Higgs se comporta, afirmaram.

A teoria sobre a existência do bóson de Higgs foi levantada nos anos 1960. Ele seria a partícula subatômica que dá massa a outras partículas. Sem ele, não haveria massa.

Décadas de trabalho se seguiram para explorar a ideia até que, em 4 de julho de 2012, duas equipes concorrentes no LHC anunciaram ter descoberto de forma independente uma partícula consistente com o bóson de Higgs.

Mas outras pesquisas foram necessárias para dar corpo a esta descoberta e ver como ela se encaixava no Modelo Padrão, o quadro conceitual utilizado para explicar a matéria visível no universo.

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