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Ciência

Madame Wu e o experimento de fim de ano que mudou a Física

Do Gizmodo

Madame Wu e o experimento de fim de ano que mudou a Física para sempre

Por: Jennifer Ouellette
 
A maioria de nós recebe o ano novo com a família e os amigos. A ciência, entretanto, não tira férias – nem os cientistas responsáveis ​​por grandes experimentos em curso. Um dos mais famosos exemplos históricos disso é o caso da física Chien-Shiung Wu — muitas vezes chamada de “Madame Wu” — que desistiu de passar a virada com seu marido na década de 1950 para provar que a natureza é ligeiramente canhota.

Por muito tempo, os físicos pensaram que, quando se trata das leis da Física, a natureza não tem preferência de direita ou esquerda. Isso significa que o nosso mundo deveria ser praticamente idêntico a sua imagem espelhada. É uma forma de simetria. Matematicamente, ela é conhecida como paridade, e deveria ser conservada em todos os processos subatômicos. E é, de fato, pelo menos para o eletromagnetismo e para a força nuclear forte. Vários experimentos mostram que as coisas eram exatamente desse jeito.

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Manipulação genética e freios, por Gustavo Gollo

Por Gustavo Gollo

A revista Science concedeu o prêmio de maior avanço científico de 2015 à molécula capaz de editar DNA, uma temeridade.

O invento parece facilitar tremendamente a manipulação genética, banalizando algo que vinha sendo conseguido vagarosamente. Duas razões, ambas drásticas, incitam minha apreensão decorrente do alarde relativo a tal premiação, endereçada a avanço tecnológico de monta, ao desenvolvimento de uma ferramenta poderosíssima, quase comparável ao microscópio e aos instrumentos mais úteis para o desenvolvimento científico, papel que certamente terá no futuro.

Manipulações do DNA humano devem ser apresentadas em breve, junto com uma profusão de seres transgênicos. Ambas as promessas são assustadoras.

Acredito que inovações extremamente ameaçadoras como essa, potencialmente destruidoras de toda a humanidade, mereçam uma longa análise antes que possam vir a ser usadas. Creio que 50, ou, mais cautelosamente, 100 anos deveriam ser necessários para pensarmos sobre o assunto, analisarmos suas possíveis consequências e aprovar o uso de tecnologias tão temerárias.

A louvação da revista estimula nossa benevolência para com o monstro; quando nos arrependermos, já não haverá retorno; teremos aberto a caixa de Pandora. A molécula em pauta, por outro lado, vale trilhões de dinheiros, quantia muito superior ao preço usual das opiniões.

Os alimentos da humanidade, hoje, encontram-se sob a ameaça dos transgênicos. Os detentores desses flagelos deveriam ser acusados de disseminá-los, enquanto, sendo poderosíssimos, vão se apossando de toda a comida que comemos. Logo não conseguiremos sementes livres da contaminação introduzida irresponsavelmente, em nossa comida, por vilões sedentos por lucros, que buscam se apossar dela toda. Tais criaturas também têm disseminado, irresponsavelmente, pragas transgênicas que invadirão todo o planeta. A avidez desses seres poderosíssimos ameaça e agride a totalidade da vida no planeta, nos deixará à mercê de suas vontades; comida apenas em troca de subserviência e dinheiro. Já lhes somos reféns. Leia mais »

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Fenômenos quânticos revelam universos paralelos em colisão, por Wilson Ferreira

Por Wilson Ferreira

A hipótese do “multiverso” (a ideia de que nosso Universo seria apenas um em um número infinito) não é uma novidade na Física e na Filosofia. Recentemente essa hipótese se associou à busca por físicos de uma “assinatura cósmica” que comprovasse que o Universo seria uma simulação computacional finita, aproximando ainda mais à Física da antiga mitologia gnóstica. Agora, um trio de físicos da Austrália e EUA publicou um artigo científico onde explora a possibilidade de universos paralelos estarem  colidindo entre si. E os estranhos comportamentos das partículas subatômicas revelado pela mecânica quântica nada mais seriam do que os interstícios desses mundos se encontrando. As implicação filosófica da pluralidade de mundos é evidentemente gnóstica. Mas, os físicos apontam para uma surpreendente aplicação dessa hipótese: o estudo da dinâmica molecular das reações químicas de drogas.

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Colômbia aprova uso medicinal da maconha

Sugerido por Lair Amaro

Colômbia aprova decreto que legaliza uso medicinal da maconha

 
 
 
O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, assinou nesta terça-feira um decreto que legaliza o uso médico da maconha, uma medida que segundo ele não enfraquece a luta do governo contra plantações ilícitas e tráfico de drogas. O decreto permite o uso terapêutico da maconha, afirmou Santos.
 
"Permitir o uso da maconha não vai contra os nossos compromissos internacionais para controlar as drogas ou contra a nossa política de lutar contra o tráfico”, afirmou Santos à imprensa após assinar o decreto.
 
Cultivar, distribuir e vender maconha continua ilegal. O país sul-americano suspendeu a pulverização de plantios ilícitos neste ano, citando preocupações com câncer por causa do herbicida.
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Na Alemanha, começa a funcionar reator de fusão nuclear "bizarro"

Em vez de um torus circular, o anel do Wendelstein 7-X é totalmente retorcido. [Imagem: IPP] 

Enviado por Djijo

Do Inovação Tecnológica

Alemanha liga reator de fusão nuclear bizarro

Reator estelarator

Depois de quase 10 anos de construção, engenheiros alemães ligaram pela primeira vez o estranho reator de fusão Wendelstein 7-X. Leia mais »

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Aprovado no Senado, projeto legaliza parcerias público-privadas na pesquisa científica

Enviado por Leo V

Do Andes

Projeto que privatiza produção científica e tecnológica é aprovado no Senado

O PLC77/2015 foi votado na íntegra e, como não sofreu alterações, segue para sanção da Presidência

Por unanimidade, o Senado aprovou nesta quarta-feira (9) o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 77/2015, que cria o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, legalizando as parcerias público-privadas na pesquisa científica brasileira. O projeto será encaminhado agora à Presidência da República, para sanção.

A proposta, do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), regulamenta a Emenda Constitucional 85 e é um dos itens da Agenda Brasil, conjunto de medidas apresentadas pelo Senado para retirar direitos sociais e manter o superávit primário, favorecendo o uso de recursos públicos na iniciativa privada, e vice-versa. O senador Walter Pinheiro (PT-BA) retirou as 12 emendas apresentadas por ele para que o projeto não voltasse para a Câmara dos Deputados e pudesse ser sancionado sem vetos.

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Trans-humanidades e neuronização, por Gustavo Gollo

Por Gustavo Gollo

Algumas crenças estão tão profundamente arraigadas em nós que temos dificuldade em compreender que possam ser meras crenças, e que possam ser postas em dúvida.

Acreditamos, por exemplo, existir algo que chamamos de “eu”. Poucos de nós considerarão que isso seja passível de dúvida. Também acreditamos, sem conseguir duvidar, que esse eu seja uno, um só, e nos acompanhe durante toda a nossa vida, embora concedamos que o eu se modifique ao longo do tempo, especialmente na infância.

Os que estudam o assunto não têm tantas certezas, aliás, costumam negar tais pressupostos que nos parecem completamente impositivos. Costumam supor uns eus múltiplos e complexos, como inúmeras linhas emaranhadas, bem diferentes da linha única que acreditamos conduzir o nosso eu pela vida inteira.

Pressupomos que nossas ações sejam sempre determinadas por nosso eu, ou seja, por nós mesmos. Supomos fazer o que fazemos por decisão nossa.

Certas evidências contrariam esse pressuposto. Indivíduos sob hipnose podem ter a ilusão de estar agindo sob desígnio próprio quando cumprem determinações do hipnotizador.

Podemos, de fato, ser controlados, em certo grau, até por seres unicelulares que nos parasitem, induzindo-nos a comportamentos eventualmente injustificáveis.

Meu próprio modelo para o eu consiste em um robô habitado por uma profusão de “euzinhos” competindo para assumir o controle geral da máquina. Trata-se de modelo ingênuo mas ilustrativo, um conjunto de eus facetados competindo e se revezando no controle da máquina e da consciência. Leia mais »

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Maior torre de pesquisa climática do mundo deve operar em 2016 na Amazônia

Enviado por Adir Tavares

Do Portal Brasil

Maior torre de pesquisa climática do mundo deve operar na Amazônia em 2016

Estrutura de 325 metros de altura será usada para medir poluentes causadores do aquecimento global

Os ventos que sopram a 325 metros acima do solo da Amazônia não têm a mesma carga de partículas e poluição dos que circulam mais próximos à floresta tropical brasileira.

Será para medir esses poluentes e seu impacto nas mudanças climáticas que o Brasil instala o Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, na sigla em inglês), a maior estrutura do mundo dedicada a entender a interação entre a biosfera e a atmosfera.

A estrutura física da torre já foi concluída e, agora, em parceria científica com a Alemanha, o Brasil começa a instalar os equipamentos necessários para compreender melhor o aquecimento global.

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Equipe de cientistas decifra o genoma do barbeiro, transmissor da doença de Chagas

 Divulgação/Fiocruz/Ben Beard

Jornal GGN - Um grupo internacional de cientistas sequenciou e analisou, pela primeira vez, o genoma do inseto Rhodnius prolixus, popularmente conhecido como barbeiro e considerado um dos principais vetores da Doença de Chagas. De acordo com os estudos, estes insetos têm características únicas, o que pode ajudar a desnvolver novas estratégias de prevenção da transmissão da doença, que afeta cerca de sete milhões de pessoas no mundo.

Um dos dados que chamou a atenção dos cientistas foi a relação relação “silenciosa” entre o sistema imunológico do barbeiro e o protozoário causador da doença, o que tem o potencial de auxiliar no combate ao Chagas.

Enviado por Carioca

Do O Globo

Cientistas decifram o genoma do barbeiro

Análises sobre o inseto podem ajudar no combate à Doença de Chagas

RIO - Uma equipe internacional de cientistas, com a participação de pesquisadores de diversas instituições brasileiras, sequenciou e analisou pela primeira vez o genoma do inseto Rhodnius prolixus, uma das espécies dos popularmente conhecidos como barbeiros e apontados como principais vetores da Doença de Chagas. Segundo os cientistas, os dados apontam características únicas deste grupo da subfamília dos Triatomíneos e podem ajudar no desenvolvimento de novas estratégias de prevenção da transmissão do mal provocado pelo parasita Trypanosoma cruzi, que afeta cerca de sete milhões de pessoas no mundo, a maioria na América Latina.

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Mapas e gráficos revelam segregação racial no Rio de Janeiro

Jornal GGN - Desenvolvidos por Hugo Nicolau Barbosa de Gusmão, estudante de Geografia da Universidade de São Paulo (USP), mapas e gráficos ilustram a segregação social e racial na cidade do Rio de Janeiro. 

Os pontos coloridos representam a quantidade de brancos, negros e pardos que moram no Rio, utilizando dados do Censo de 2010, do IBGE. Hugo conta que sua primeira experiência foi mapeandos os distritos do Morumbi e de Vila Andrade, em São Paulo, mas decidiu mudar o foco para a capital carioca após os bloqueios de ônibus feitos pela PM para evitar que 'jovens suspeitos' chegassem às praias da Zona Sul do Rio. "Os softwares para elaborar mapa são muito usados na geografia, mas minha ideia é usá-los para denunciar a desigualdade", afirma o estudante.

Enviado por Vânia

Da BBC Brasil

5 mapas e 4 gráficos que ilustram segregação racial no Rio de Janeiro

Um estudante de Geografia da USP tem chamado a atenção de internautas, jornalistas estrangeiros e professores de universidades brasileiras pelos mapas que criou mostrando a distribuição racial da população de capitais brasileiras - e que, no caso do Rio de Janeiro, por exemplo, ilustram o quadro de segregação social da cidade.

Os pontos coloridos no mapa acima representam a quantidade de brancos (pontos azuis), negros (pontos vermelhos) e pardos (pontos verdes) que habitam todo o Rio de Janeiro, segundo dados do Censo de 2010, realizado pelo IBGE.

O trabalho detalhado foi feito pelo estudante de geografia Hugo Nicolau Barbosa de Gusmão, de 29 anos, morador da zona Leste de São Paulo. Mas a ideia não surgiu durante pesquisas sobre o Brasil, e, sim, sobre os Estados Unidos, para um trabalho da USP.

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Cientistas estudam larva que se alimenta de plástico

Jornal GGN - Na Universidade de Stanford, nos EUA, um grupo de cientistas apresentou um estudo sobre uma pequena larva de besouro, que consegue se alimentar de isopor. Os pesquisadores descobriram que estes insetos transformam o isopor que consomem em dióxido de carbono e em excremento como fragmentos decompostos. Também descobriram que o consumo de plástico não afeta a saúde das larvas.

A descoberta transforma esses insetos em um potencial instrumento para a reciclagem de resíduos plásticos. A cada ano, centenas de toneladas de plástico são descartadas em todo o planeta, e alguns países desenvolvidos, como os EUA, reciclam apenas 10% do plástico utilizado anualmente.

Enviado por Adir Tavares

Da BBC Brasil

A larva que come plástico e pode ter papel-chave em reciclagem

Todo ano, centenas de toneladas de plástico são descartadas em todo o mundo, pondo em riscos inúmeros ecossistemas de nosso planeta.

Nos Estados Unidos, por exemplo, apenas 10% do plástico que se utiliza anualmente é reciclado.

Agora, uma equipe de cientistas da Universidade de Stanford, na Califórnia, acaba de apresentar um estudo que sugere uma solução, em um futuro próximo, para o grande problema da contaminação por plástico, substância que pode levar centenas de anos para se decompor.

A chave está em uma pequena larva de besouro conhecida como bicho-da-farinha (Tenebrio molitor). Os pesquisadores descobriram que ela consegue se alimentar de isopor, ou poliestireno expandido, um plástico não biodegradável.

Os pesquisadores descobriram que esses insetos transformam metade do isopor que consomem em dióxido de carbono e a outra metade em excremento como fragmentos decompostos.

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Terra não irá passar seis dias na escuridão

Do Diário de Notícias

Acredite, a Terra NÃO vai passar seis dias na escuridão

O rumor de que vem aí um período de seis dias de escuridão, que tem circulado nas redes sociais, não tem qualquer ligação com a realidade. As explosões solares, apontadas como a causa, não podem causar escuridão diurna.

Uma notícia falsa num website satírico tem sido partilhada repetidamente nas redes sociais. O artigo do Huzlers.comafirma: "A NASA confirmou que a Terra vai passar 6 dias de escuridão quase completa". A história convenceu muitos, que usaram o Twitter e o Facebook para expressar a sua preocupação, mas não é verdadeira.

A notícia diz que a escuridão seria causada por tempestades solares de maior intensidade entre os dias 16 e 22 de dezembro. Algo que simplesmente não é possível. É um facto que as tempestades solares não podem causar escuridão diurna. Aliás, a NASA não fez qualquer anúncio, muito embora a "notícia" que se tornou viral cite supostos altos responsáveis da Agência Espacial Norte-Americana.

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Nos EUA, espécie de Puma é considerada oficialmente extinta

Do Climatologia Geográfica

O animal foi visto pela última vez há quase 77 anos, o Puma Cougar *Puma concolor* oriental era vítima incessante de caçadores e foi completamente eliminado, de acordo com o US Fish and Wildlife Service. Após uma revisão de 4 anos, o Wildlife Service vai remover o animal no mês que vem da sua lista de espécies ameaçadas, já que ele estava nos últimos 43 anos. Com a medida, o felino, que já habitou a América do Norte, do Canadá à Carolina do Sul, nos EUA, não mais será considerado uma espécie em perigo. Junto com suas primas panteras, o puma concolor já foi um dos mamíferos terrestres melhor distribuídos no ocidente, mas, de acordo com biólogos, acabou restrito a um terço do território que já ocupou por conta das invasões humanas e desmatamentos.

 

O último registro confirmado de um puma cougar do Leste foi em 1938, o animal em questão estava morto. Antes, um deles foi visto em Nova Brunswick, no Canadá, em 1932. O animal foi exterminado por imigrantes europeus, que o eliminavam sob a alegação de autoproteção. Além disso, seu desaparecimento tem a ver com o desflorestamento ocorrido na região, que também levou a sua principal presa, o veado-de-cauda-branca, à extinção.

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Telescópio capta destruição de um sistema solar

Enviado por Vânia

Da BBC Brasil

Desintegração de planeta perto de estrela morta sugere como será fim da Terra

A destruição de um sistema solar, captada pela primeira vez pelo telescópio Kepler, da Nasa, pode dar uma resposta para uma questão que muita gente se pergunta: o que vai acontecer com a Terra quando o Sol apagar?

Por ora, não é algo com o qual devamos nos preocupar - ainda faltam cerca de 5 bilhões de anos.

Mas pesquisadores descobriram os restos de um mundo rochoso em vias de decomposição girando em torno de uma anã branca (o núcleo ardente que permanece de uma estrela quando ela já consumiu todo seu combustível nuclear), que pode fornecer pistas interessantes sobre o possível cenário do "fim do mundo".

A estrela moribunda, do mesmo tipo que nosso Sol e batizada de WD1145+017, fica na constelação de Virgo, a 570 anos-luz da Terra.

Segundo um estudo publicado esta semana pela revista Nature, a diminuição regular da intensidade de seu brilho - uma queda de 40% que se repete a cada 4,5 horas - indica que há vários pedaços de rocha de um planeta em decomposição orbitando em espiral a seu redor.

"Isso é algo que nenhum ser humano tinha visto antes", afirmou Andrew Vanderburg, pesquisador do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian e principal autor do estudo.

"Estamos vendo a destruição de um sistema solar."

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Estrela dupla em processo de fusão é descoberta por astrônomos

Da Agência USP

 
Por Antonio Carlos Quinto

Grupo de cientistas que incluem brasileiros do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, acaba de descobrir um sistema considerado “super raro” que é composto de duas estrelas ligadas pela força gravitacional, com massas bem superiores à do nosso Sol. O sistema denominado VFTS 352 foi localizado a aproximadamente 160 mil anos luz – cerca de 10 bilhões de vezes a distância entre a Terra e o Sol, numa galáxia vizinha à nossa Via Láctea conhecida como a Grande Nuvem de Magalhães. O artigo acaba de ser publicado no The Astrophysical Journal (Volume 812 issue 2 article 102).

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