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Ciência

Fundações de amparo à pesquisa celebram Marco Legal

Jornal GGN – Na última terça-feira (12), a presidente Dilma sancionou o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, com a promessa de diminuir a burocracia nas relações entre os agentes públicos e privados.

Criticado por algumas entidades de classe, que enxergam no projeto uma ameaça de privatização da pesquisa pública, o texto tem o respaldo e a aprovação de outras, que veem nele uma possibilidade de destravar a produção científica nacional.

Jacob Palis, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC) pertence ao segundo grupo. Para ele, o Marco Legal tem uma visão mais realista do que é inovação e de quais são as condições para que ela ocorra. “A ideia é estimular os talentos científicos e tecnológicos no Brasil, para que eles marchem com rapidez, sem obstáculos desnecessários”.

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Dilma sanciona marco legal da ciência e tecnologia

Da Agência Brasil

Dilma sanciona Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação

Por Ana Cristina Campos

A presidenta Dilma Rousseff sancionou hoje (11) o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação em cerimônia no Palácio do Planalto. O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 77/2015, que promove uma série de ações para o incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico, foi aprovado pelo plenário do Senado Federal no dia 9 de dezembro.

A ideia é aproximar as universidades das empresas, tornando mais dinâmicos a pesquisa, o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação no país, além de diminuir a burocracia nos investimentos para a área.

Segundo Dilma, o novo marco regulatório promove uma reforma na legislação que regula a integração entre agentes públicos e privados que compõem o sistema de ciência, tecnologia e inovação. “Estamos dando transparência, simplicidade e segurança jurídica a uma cooperação fundamental para o crescimento econômico, a geração de renda e emprego e que promova o desenvolvimento de forma sustentável”.

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Para inovar, é preciso ligar produção de conhecimento com as empresas, por Fernando Peregrino

Por Fernando Peregrino

Comentário ao post "No apagar das luzes do ano legislativo, o maior saque à ciência brasileira"

Falar de inovação sem promover a ligação entre quem produz conhecimento (no Brasil a maioria são institutos e universidades públicos) e quem os desenvolve e os transforma em bens e serviços,( empresas públicas e privadas)  é manter o atraso em que se encontra o Brasil.
 
Somos o oitavo PIB e estamos no septuagésimo lugar em inovação no Mundo. É necessário esclarecer: 1) o que é público não obrigatoriamente é Estatal, já que a Constituição autoriza a prestação de serviços públicos através de entes privados, sobre regras, claro; 2) essa ligação não se faz sem incentivo e vontade política de aplicar os conhecimento em favor do cidadão, sob a forma de novos medicamentos, métodos de controle de acidentes, novos materiais de construção menos intensivos em consumo de energia, formas de energias limpas, etc; 3) portanto, para alcançar um elevado patamar de inovação no mundo globalizado requer forte cooperação entre o público e privado. Fora disso, continuaremos como um país exportador de bens primários e importador de bens de alta tecnologia. 

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No Amazonas, pesquisadores desenvolvem telha sustentável

Da Agência Brasil

Pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) estão desenvolvendo o protótipo de uma telha sustentável. Ela é feita, principalmente, com fibras naturais da Amazônia, como a malva e a juta, e com uma argamassa que inclui areia, resíduos de cerâmica e pouco cimento.

Essa composição, segundo o subcoordenador da pesquisa, o doutor em engenharia João de Almeida Melo Filho, dá mais resistência ao material e pode melhorar a sensação térmica nas residências localizadas nas regiões mais quentes do país. “Além de ter menos cimento em sua constituição, ela tem também areia, que se torna um material mais barato, além das fibras naturais. A matriz que utiliza o cimento é muito frágil e as fibras naturais é que vão dar a verdadeira resistência a esse material. O conjunto que a gente chama de "material compósito" vai produzir um material com maior resistência mecânica. E a gente já verificou que tem maior desempenho térmico devido ao uso de resíduos cerâmicos”, garantiu.

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No apagar das luzes do ano legislativo, o maior saque à ciência brasileira

na Carta Campinas

Mais de 100 entidades pedem veto a Projeto que ‘saqueia’ recursos de pesquisa

A ADunicamp (Associação dos Docentes da Unicamp) e mais de uma centena de associações representativas de entidades ligadas a universidades, instituições públicas de pesquisa e organizações sociais protocolaram no final do ano, no escritório da Presidência da República em São Paulo, uma carta dirigida à presidenta Dilma Roussef pedindo o veto total ao PLC (Projeto de Lei da Câmara) 77/2015, que propõe um conjunto de mudanças significativas no “Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação” e em outras legislações que regulamentam a pesquisa pública no Brasil.

Para as entidades, o projeto vai destruir institutos públicos de pesquisa, já que Organizações Sociais (OSs) poderão pegar recursos públicos, usar toda a estrutura pública, e gerar lucro privado, sem qualquer benefício para a população.

Uma das propostas do PLC 77 é a da criação dos chamados ICTs (Institutos Científico-Tecnológicos) que atuariam no desenvolvimento das atividades de pesquisa no país. Com o estatuto jurídico de OS (Organizações Sociais), os ICTs poderão receber recursos públicos de todos os entes federados e de fundações “de apoio” para a cobertura de todas as suas despesas, além de utilizar pesquisadores pagos com recursos públicos e a infraestrutura das universidades e institutos de pesquisa.

As entidades afirmam que as novas regras propostas no PLC 77 aumentarão a “sangria do fundo público para empresas privadas”, com a substituição de instituições públicas de pesquisa por OS. E que isso levará professores e pesquisadores financiados com recursos públicos a atuar dentro de empresas privadas. Leia mais »

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Tabela periódica terá quatro novos elementos

Da Agência Brasil

A tabela períodica ganhou quatro novos elementos químicos, conforme anunciado pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC). Por enquanto, os elementos são identificados por nomes temporários e pelos números atômicos 113, 115, 117 e 118, mas deverão ganhar nomes e símbolos permanentes. A IUPAC convidou os descobridores dos elementos do Japão, Rússia e Estados Unidos para apresentarem sugestões.

A tabela periódica é uma forma de organizar todos os elementos químicos conhecidos de acordo com suas propriedades e de mostrar algumas informações sobre eles. Com a tabela, é possível prever as características e propriedades desses elementos.

Os nomes e símbolos propostos serão verificados pela Divisão de Química Inorgânica da IUPAC quanto a coerência, possibilidade de tradução para outras línguas e possibilidade de uso prévio em outros casos. Os novos elementos podem ser batizados, por exemplo, em referência a conceitos mitológicos, minerais, lugares ou países e até mesmo em homenagem a algum cientista.

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Madame Wu e o experimento de fim de ano que mudou a Física

Do Gizmodo

Madame Wu e o experimento de fim de ano que mudou a Física para sempre

Por: Jennifer Ouellette
 
A maioria de nós recebe o ano novo com a família e os amigos. A ciência, entretanto, não tira férias – nem os cientistas responsáveis ​​por grandes experimentos em curso. Um dos mais famosos exemplos históricos disso é o caso da física Chien-Shiung Wu — muitas vezes chamada de “Madame Wu” — que desistiu de passar a virada com seu marido na década de 1950 para provar que a natureza é ligeiramente canhota.

Por muito tempo, os físicos pensaram que, quando se trata das leis da Física, a natureza não tem preferência de direita ou esquerda. Isso significa que o nosso mundo deveria ser praticamente idêntico a sua imagem espelhada. É uma forma de simetria. Matematicamente, ela é conhecida como paridade, e deveria ser conservada em todos os processos subatômicos. E é, de fato, pelo menos para o eletromagnetismo e para a força nuclear forte. Vários experimentos mostram que as coisas eram exatamente desse jeito.

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Manipulação genética e freios, por Gustavo Gollo

Por Gustavo Gollo

A revista Science concedeu o prêmio de maior avanço científico de 2015 à molécula capaz de editar DNA, uma temeridade.

O invento parece facilitar tremendamente a manipulação genética, banalizando algo que vinha sendo conseguido vagarosamente. Duas razões, ambas drásticas, incitam minha apreensão decorrente do alarde relativo a tal premiação, endereçada a avanço tecnológico de monta, ao desenvolvimento de uma ferramenta poderosíssima, quase comparável ao microscópio e aos instrumentos mais úteis para o desenvolvimento científico, papel que certamente terá no futuro.

Manipulações do DNA humano devem ser apresentadas em breve, junto com uma profusão de seres transgênicos. Ambas as promessas são assustadoras.

Acredito que inovações extremamente ameaçadoras como essa, potencialmente destruidoras de toda a humanidade, mereçam uma longa análise antes que possam vir a ser usadas. Creio que 50, ou, mais cautelosamente, 100 anos deveriam ser necessários para pensarmos sobre o assunto, analisarmos suas possíveis consequências e aprovar o uso de tecnologias tão temerárias.

A louvação da revista estimula nossa benevolência para com o monstro; quando nos arrependermos, já não haverá retorno; teremos aberto a caixa de Pandora. A molécula em pauta, por outro lado, vale trilhões de dinheiros, quantia muito superior ao preço usual das opiniões.

Os alimentos da humanidade, hoje, encontram-se sob a ameaça dos transgênicos. Os detentores desses flagelos deveriam ser acusados de disseminá-los, enquanto, sendo poderosíssimos, vão se apossando de toda a comida que comemos. Logo não conseguiremos sementes livres da contaminação introduzida irresponsavelmente, em nossa comida, por vilões sedentos por lucros, que buscam se apossar dela toda. Tais criaturas também têm disseminado, irresponsavelmente, pragas transgênicas que invadirão todo o planeta. A avidez desses seres poderosíssimos ameaça e agride a totalidade da vida no planeta, nos deixará à mercê de suas vontades; comida apenas em troca de subserviência e dinheiro. Já lhes somos reféns. Leia mais »

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Fenômenos quânticos revelam universos paralelos em colisão, por Wilson Ferreira

Por Wilson Ferreira

A hipótese do “multiverso” (a ideia de que nosso Universo seria apenas um em um número infinito) não é uma novidade na Física e na Filosofia. Recentemente essa hipótese se associou à busca por físicos de uma “assinatura cósmica” que comprovasse que o Universo seria uma simulação computacional finita, aproximando ainda mais à Física da antiga mitologia gnóstica. Agora, um trio de físicos da Austrália e EUA publicou um artigo científico onde explora a possibilidade de universos paralelos estarem  colidindo entre si. E os estranhos comportamentos das partículas subatômicas revelado pela mecânica quântica nada mais seriam do que os interstícios desses mundos se encontrando. As implicação filosófica da pluralidade de mundos é evidentemente gnóstica. Mas, os físicos apontam para uma surpreendente aplicação dessa hipótese: o estudo da dinâmica molecular das reações químicas de drogas.

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Colômbia aprova uso medicinal da maconha

Sugerido por Lair Amaro

Colômbia aprova decreto que legaliza uso medicinal da maconha

 
 
 
O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, assinou nesta terça-feira um decreto que legaliza o uso médico da maconha, uma medida que segundo ele não enfraquece a luta do governo contra plantações ilícitas e tráfico de drogas. O decreto permite o uso terapêutico da maconha, afirmou Santos.
 
"Permitir o uso da maconha não vai contra os nossos compromissos internacionais para controlar as drogas ou contra a nossa política de lutar contra o tráfico”, afirmou Santos à imprensa após assinar o decreto.
 
Cultivar, distribuir e vender maconha continua ilegal. O país sul-americano suspendeu a pulverização de plantios ilícitos neste ano, citando preocupações com câncer por causa do herbicida.
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Na Alemanha, começa a funcionar reator de fusão nuclear "bizarro"

Em vez de um torus circular, o anel do Wendelstein 7-X é totalmente retorcido. [Imagem: IPP] 

Enviado por Djijo

Do Inovação Tecnológica

Alemanha liga reator de fusão nuclear bizarro

Reator estelarator

Depois de quase 10 anos de construção, engenheiros alemães ligaram pela primeira vez o estranho reator de fusão Wendelstein 7-X. Leia mais »

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Aprovado no Senado, projeto legaliza parcerias público-privadas na pesquisa científica

Enviado por Leo V

Do Andes

Projeto que privatiza produção científica e tecnológica é aprovado no Senado

O PLC77/2015 foi votado na íntegra e, como não sofreu alterações, segue para sanção da Presidência

Por unanimidade, o Senado aprovou nesta quarta-feira (9) o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 77/2015, que cria o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, legalizando as parcerias público-privadas na pesquisa científica brasileira. O projeto será encaminhado agora à Presidência da República, para sanção.

A proposta, do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), regulamenta a Emenda Constitucional 85 e é um dos itens da Agenda Brasil, conjunto de medidas apresentadas pelo Senado para retirar direitos sociais e manter o superávit primário, favorecendo o uso de recursos públicos na iniciativa privada, e vice-versa. O senador Walter Pinheiro (PT-BA) retirou as 12 emendas apresentadas por ele para que o projeto não voltasse para a Câmara dos Deputados e pudesse ser sancionado sem vetos.

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Trans-humanidades e neuronização, por Gustavo Gollo

Por Gustavo Gollo

Algumas crenças estão tão profundamente arraigadas em nós que temos dificuldade em compreender que possam ser meras crenças, e que possam ser postas em dúvida.

Acreditamos, por exemplo, existir algo que chamamos de “eu”. Poucos de nós considerarão que isso seja passível de dúvida. Também acreditamos, sem conseguir duvidar, que esse eu seja uno, um só, e nos acompanhe durante toda a nossa vida, embora concedamos que o eu se modifique ao longo do tempo, especialmente na infância.

Os que estudam o assunto não têm tantas certezas, aliás, costumam negar tais pressupostos que nos parecem completamente impositivos. Costumam supor uns eus múltiplos e complexos, como inúmeras linhas emaranhadas, bem diferentes da linha única que acreditamos conduzir o nosso eu pela vida inteira.

Pressupomos que nossas ações sejam sempre determinadas por nosso eu, ou seja, por nós mesmos. Supomos fazer o que fazemos por decisão nossa.

Certas evidências contrariam esse pressuposto. Indivíduos sob hipnose podem ter a ilusão de estar agindo sob desígnio próprio quando cumprem determinações do hipnotizador.

Podemos, de fato, ser controlados, em certo grau, até por seres unicelulares que nos parasitem, induzindo-nos a comportamentos eventualmente injustificáveis.

Meu próprio modelo para o eu consiste em um robô habitado por uma profusão de “euzinhos” competindo para assumir o controle geral da máquina. Trata-se de modelo ingênuo mas ilustrativo, um conjunto de eus facetados competindo e se revezando no controle da máquina e da consciência. Leia mais »

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Maior torre de pesquisa climática do mundo deve operar em 2016 na Amazônia

Enviado por Adir Tavares

Do Portal Brasil

Maior torre de pesquisa climática do mundo deve operar na Amazônia em 2016

Estrutura de 325 metros de altura será usada para medir poluentes causadores do aquecimento global

Os ventos que sopram a 325 metros acima do solo da Amazônia não têm a mesma carga de partículas e poluição dos que circulam mais próximos à floresta tropical brasileira.

Será para medir esses poluentes e seu impacto nas mudanças climáticas que o Brasil instala o Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, na sigla em inglês), a maior estrutura do mundo dedicada a entender a interação entre a biosfera e a atmosfera.

A estrutura física da torre já foi concluída e, agora, em parceria científica com a Alemanha, o Brasil começa a instalar os equipamentos necessários para compreender melhor o aquecimento global.

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Equipe de cientistas decifra o genoma do barbeiro, transmissor da doença de Chagas

 Divulgação/Fiocruz/Ben Beard

Jornal GGN - Um grupo internacional de cientistas sequenciou e analisou, pela primeira vez, o genoma do inseto Rhodnius prolixus, popularmente conhecido como barbeiro e considerado um dos principais vetores da Doença de Chagas. De acordo com os estudos, estes insetos têm características únicas, o que pode ajudar a desnvolver novas estratégias de prevenção da transmissão da doença, que afeta cerca de sete milhões de pessoas no mundo.

Um dos dados que chamou a atenção dos cientistas foi a relação relação “silenciosa” entre o sistema imunológico do barbeiro e o protozoário causador da doença, o que tem o potencial de auxiliar no combate ao Chagas.

Enviado por Carioca

Do O Globo

Cientistas decifram o genoma do barbeiro

Análises sobre o inseto podem ajudar no combate à Doença de Chagas

RIO - Uma equipe internacional de cientistas, com a participação de pesquisadores de diversas instituições brasileiras, sequenciou e analisou pela primeira vez o genoma do inseto Rhodnius prolixus, uma das espécies dos popularmente conhecidos como barbeiros e apontados como principais vetores da Doença de Chagas. Segundo os cientistas, os dados apontam características únicas deste grupo da subfamília dos Triatomíneos e podem ajudar no desenvolvimento de novas estratégias de prevenção da transmissão do mal provocado pelo parasita Trypanosoma cruzi, que afeta cerca de sete milhões de pessoas no mundo, a maioria na América Latina.

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