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Ciência

Cientista mineira descobre tipo de fotografia quântica

Do Núcleo de Pesquisa de Ciências
 
 
 
Tudo o que enxergamos é o reflexo da luz sobre os corpos. Quando você tira uma fotografia, o que a lente da sua câmera capta é esse mesmo reflexo. Assim, pelos princípios básicos da óptica – parte da física que trata da luz e dos fenômenos da visão –, se não há luz, não há imagem. Mas a descoberta de uma pesquisadora mineira veio para virar esse conceito de cabeça para baixo.
 
Gabriela Barreto Lemos, 32, pós-doutoranda do Instituto de Óptica Quântica e Informação Quântica de Viena, na Áustria, conseguiu fazer uma foto não a partir da iluminação de um corpo, mas de um tipo de “telepatia” entre fótons – partículas minúsculas e elementares que formam a luz. Assim como a matéria é formada pelos átomos, um feixe de luz é formado por fótons.
 
Nessa técnica de fotografia quântica, a cientista e sua equipe dispararam um feixe de laser verde para um cristal, que aniquila um fóton verde do laser e, no lugar dele, cria dois fótons gêmeos, um vermelho e outro infravermelho. “É como se fosse um gêmeo gordo e um magro”, explica ela. O fóton infravermelho é enviado em uma trajetória e atravessa uma placa de silício com a imagem de um gato. Já o fóton vermelho segue um caminho diferente: é refletido em um espelho e enviado para uma câmera fotográfica.
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Ciência tenta desvendar o fenômeno da premonição

 
Jornal GGN - Estudos revelam que as premonições estão, frequentemente, ligadas a um lado de sentimento para o mundo. Pessoas que sofreram esse fenômeno previram acontecimentos consigo ou com parentes e amigos próximos. As pesquisas revelam um padrão de conexão profunda das pessoas com seus semelhantes. O tema vai além, propondo a importância de se discutir a ligação de cada um com o resto do mundo e seus problemas. 
 
"Em estudos de “pressentimento”, por exemplo, tais como os realizados por Dean Radin no Instituto de Ciências Noéticas, tem sido observado que o sistema autônomo do corpo responde de forma mais enérgica a uma imagem de violência ou de sexo do que a uma imagem calma, serena, mesmo antes de a imagem ter sido selecionada aleatoriamente e mostrada por computador. Até 2009, vários investigadores fizeram cerca de 20 dessas experiências de pressentimento. Leia mais »
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O Colossal Dinossauro da Patagônia

Enviado por Jns

Do CLARIN

O Colossal Dinossauro da Patagônia

Os resultado das escavações, coordenadas por uma equipe de cientistas argentinos e americanos, publicada hoje na revista Scientific Reports, estima ter recuperado 45% dos ossos do titanossaurio, que representam 70% de seu esqueleto.

Reconstrucción artística del "Dreadnoughtus schrani" (el que no le teme a nada).

Os pesquisadores batizaram o fóssil gigantesco de Dreadnoughtus Schrani, que significa "não tem medo de nada".

Quando viva na Argentina, o Dreadnoughtus tinha 25 metros de altura e pesava cerca de 65 toneladas.

Foto de 2007 mostra palentólogo Kenneth J. Lacovara ao lado de osso de dinossauro Dreadnoughtus (Foto:  AFP Photo/Handout/Kennetg Lacovara)

Kenneth Lacovara com a tíbia direita do Dreadnoughtus Schrani | Foto: Kenneth Lacovara | The Guardian

O paleontólogo Kenneth Lacovara, que liderou a equipe científica, disse que o seu peso era equivalente a uma dúzia de elefantes africanos ou sete Tyrannosaurus Rex, o mais famoso dinossauro carnívoro.

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Brasil é reconhecido como centro de excelência da matemática avançada

Sugerido por Alfeu

da Agência Brasil

Brasil é centro de excelência na pesquisa da matemática avançada

Akemi Nitahara

Com a confirmação de sediar a Olimpíada Internacional de Matemática (IMO) em 2017 e o Congresso Internacional de Matemáticos (ICM) em 2018, o Brasil já é considerado um centro de excelência na pesquisa matemática mundial.

Para o diretor-geral do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), César Camacho, a escolha do país para sediar esses eventos, assim como a medalha Fields concedida a Artur Ávila este mês, no ICM em Seul, são um reconhecimento da importância que o Brasil alcançou como produtor de matemática.

César Camacho, diretor-geral do IMPA.

Diretor-geral do IMPA, César Camacho               

Tânia Rêgo/Agência Brasil

“Esse prêmio é coerente com a maturidade que adquiriu a matemática brasileira, em particular aqui no Impa. Junto com o Artur Ávila estavam participando (no ICM em Seul) como conferencistas convidados quatro matemáticos brasileiros, os quatro do Impa. Um convite para fazer uma palestra num congresso desses é uma distinção muito grande e nunca aconteceu antes, é a primeira vez. É uma distinção também que dá uma ideia do desempenho que a instituição tem alcançado.”

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A mariposa que vem do bicho-da-seda

Do Blog de Antonio Francisco

http://en.wikipedia.org/wiki/Bombyx_mori

Schlüpfender Seidenspinner Maulbeerspinner   Bombyx mori   Domestic Silkmoth

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O Protocolo de Nagoya e a repartição de benefícios do uso de recursos genéticos

Enviado por Alfeu

do Instituto Humanitas Unisinos

O Protocolo de Nagoya e a divisão equitativa dos recursos genéticos mundiais. Entrevista especial com Bráulio Dias

Por Patricia Fachin, IHU On-Line

“A ratificação do Protocolo de Nagoya é um processo que continua em aberto e que qualquer país, a qualquer momento, pode vir a ratificar, caso tenha assinado o compromisso de adesão”, esclarece o secretário executivo do Secretariado da Convenção da Diversidade Biológica.

O Protocolo de Nagoya, que entrará em vigor internacionalmente em outubro deste ano, estabelece as regras para a repartição de benefícios do uso de recursos genéticos de forma justa e equitativa entre os países membros. Resultado da Convenção da Diversidade Biológica – CDB, que tem 193 países membros, mais a União Europeia, o Protocolo já foi ratificado por 50 países, e a expectativa do secretariado da CDB é de que até a data da primeira conferência das partes do Protocolo, que ocorrerá em outubro deste ano na Coreia, “vários outros países já tenham protocolado o seu documento de ratificação”, diz Bráulio Dias à IHU On-Line.

Na entrevista a seguir, concedida por telefone de seu escritório em Montreal, no Canadá, Dias explica que o Protocolo surge como demanda dos países em desenvolvimento, para os quais é “necessário ter uma definição maior de regras internacionais para proteger os seus interesses nacionais”. Nesse sentido, esclarece, “o Protocolo de Nagoya prevê que os países usuários de recursos genéticos de outros países têm de designar agências que funcionem como agências verificadoras. Isso para ver se de fato o recurso genético e o conhecimento tradicional que está entrando no seu país e está em uso na pesquisa de desenvolvimento tecnológico e, eventualmente, em uso comercial tem procedência legal, se foi obtido com essas permissões legalmente previstas no país de origem ou se é um objeto de biopirataria”.

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Inpa inicia construção de estação de monitoramento maior que torre Eiffel

Lançamento da pedra fundamental da torre ATTO.

Jornal GGN – O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) deu início à construção de uma estação de monitoramento climático na região amazônica de 325 metros de altura, sendo maior que a famosa torre Eiffel, em Paris. A torre ATTO (sigla para Amazon Tall Tower Observatory) faz parte de cooperação entre o Inpa e Instituto Max Planck, da Alemanha, que mantém laboratórios na sede do instituto federal, em Manaus.

A torre será responsável principalmente por ajudar os cientistas a monitorar os efeitos das mudanças climáticas globais na floresta amazônica, mas também deve servir para outras pesquisas na região. O pesquisador Antonio Manzi, do Inpa, será o responsável pela parte administrativa do Brasil na parceria. Ele explica que a ideia inicial de construir a torre veio do Instituto Max Planck, que já fez um projeto similar na região da Sibéria, na Rússia, com 300 metros.

Logo o projeto siberiano passou a contemplar áreas de pesquisas de ponta em química da atmosfera (para medir trocas gasosas e reações químicas), física de nuvens (formação de chuvas), e em processos de transporte de energia e matéria (entre a floresta e a atmosfera).

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A vida e o trabalho de Artur Avila, o primeiro brasileiro a receber a Medalha Fields

Do Conexão Paris

Artur Avila, gênio moderno

Artur Avila

Por Fernanda Hinke. Fotos de Alfredo Brant

Ontem, Artur Avila estava em todas as grandes mídias nacionais e internacionais: O Globo, Folha de S.Paulo, Revista Piauí, Le Monde, Le Figaro, The New York Times. Artur foi o primeiro brasileiro e latino-americano a receber a medalha Fields.

Artur Avila, gênio da matemática, se divide entre o eixo Rio de Janeiro/Paris. Artur é carioca, hoje naturalizado francês. Morando em Paris há 14 anos, ele trabalha sobre sistemas dinâmicos para a academia brasileira (Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada, IMPA) e a francesa (Centre National de la Recherche Scientifique, CNRS).

PhD aos 21 anos e com mais de 50 artigos publicados ao longo da carreira, Artur vem acumulando prêmios importantes, entre eles a melhalha Fields, a mais prestigiosa recompensa pelo reconhecimento de trabalhos em matemática.

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A glândula pineal e a mediunidade

Enviado por Assis Ribeiro

O Dr. Sérgio Felipe de Oliveira é clínico geral, psiquiatra, mestre em Ciências pela USP (Universidade de São Paulo), Neurocientista e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica. A sua pesquisa reúne conceitos de Psicologia, Física, Biologia e Espiritismo.
Desenvolve estudos avançados sobre a glândula pineal, estabelecendo relações com atividades psíquicas e recepção de sinais do mundo espiritual por meio de ondas eletromagnéticas.

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Brasil conquista medalha inédita em olimpíada internacional de astronomia

Enviado por Assis Ribeiro

Da Agência Brasil

Brasil conquista medalha inédita em olimpíada internacional de astronomia

Na mesma semana em que Artur Ávila Cordeiro de Melo, matemático brasileiro, conquistou a Medalha Fields, o Brasil teve outra conquista na área de ciências exatas, protagonizada por alunos do ensino médio. Cinco estudantes conquistaram a medalha de prata em prova por equipe na 8ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, conquista inédita no país. O evento, que terminou no último domingo (10), ocorreu na cidade de Suceava, na Romênia. O grupo brasileiro também obteve, nas provas individuais, duas medalhas de bronze e três menções honrosas.

A equipe desembarcou hoje (14) no Brasil, após viagem de 30 horas. “Essa competição tem nível muito elevado, e os alunos brasileiros se destacaram”, diz o coordenador de Educação em Ciências do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), no Rio de Janeiro, Eugênio Reis, que acompanhou os estudantes. Segundo ele, “esses jovens que voltam com a medalha mostram para os demais que isso é uma coisa possível; que basta se dedicar, que se tem chance”.

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Brasileiro recebe Medalha Fields, o 'Nobel' da matemática

Jornal GGN - Artur Avila, carioca de 35 anos, é o primeiro brasileiro a receber a Medalha Fields, concedido pela União Internacional de Matemática. Seu prêmio foi anunciado durante o Congresso Internacional de Matemáticos, evento que acontece em Seul, na Coreia do Sul. “Artur Avila fez notáveis contribuições no campo dos sistemas dinâmicos, análise e outras áreas, em muitos casos provando resultados decisivos que resolveram problemas há muito tempo em aberto", diz a justificativa do comitê para o prêmio. Avila é também o primeiro matemático da América Latina a receber a medalha. Atualmente, ele trabalho como pesquisador extraordinário no Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e também como diretor de pesquisa do Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França, em Paris.

Do O Globo

 
Carioca de 35 anos, Artur Avila é premiado com Medalha Fields, maior prêmio da sua área no mundo
 
POR CESAR BAIMA
 
SEUL, Coreia do Sul - Um carioca de 35 anos se tornou o primeiro brasileiro a receber a prestigiada Medalha Fields, considerada o prêmio Nobel da matemática. Artur Avila foi anunciado como merecedor da láurea máxima da União Internacional de Matemática (IMU, na sigla em inglês), durante o Congresso Internacional de Matemáticos, nesta terça-feira, quarta de manhã em Seul, na Coreia do Sul, onde o evento acontece. A medalha é entregue a cada quatro anos, a no mínimo dois e no máximo quatro profissionais com menos de 40 anos cujos trabalhos um comitê secreto julga terem sido fundamentais para o avanço da matemática. Junto com Avila, este ano a Fields foi entregue também ao canadense Manjul Bhargava, ao austríaco Martin Hairer e à iraniana Maryam Mirzakhani.
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Estudo aponta que 64% dos brasileiros entendem pouco de ciência

Jornal GGN – Uma pesquisa inédita realizada pelo Instituto Abramundo mostrou que pelo menos 64% dos brasileiros possuem pouco letramento científico, o que compromete o dia a dia dessas pessoas. A pesquisa, chamada de Indicador de Letramento Científico Abramundo (ILC), foi feita em parceria com o Instituto Paulo Montenegro, responsável pela ação social do Grupo IBOPE, e a ONG Ação Educativa.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas de 15 a 40 anos, residentes no Distrito Federal e em 9 regiões metropolitanas brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Fortaleza, Salvador, Curitiba e Belém. Foram ouvidos apenas aqueles que tenham completado quatro anos de estudo formal – o que corresponde, proporcionalmente, ao corte geográfico e populacional representativo de cerca de 23 milhões de pessoas.

Ao contrário do método de avaliações comuns, como o Pisa ou o ENEM, o indicador optou pelo foco na utilização de referências do mundo científico no cotidiano e na vida produtiva dos brasileiros. Além disso, foi usada a mesma metodologia do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) para criar um indicador que permitisse aferir e acompanhar no tempo os níveis de alfabetismo científico no Brasil.

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Anãs-vermelhas podem ser os melhores lugares para descobrir vida alienígena

Jornal GGN – As anãs-vermelhas são o tipo mais comum de estrela no Universo, e quase que cada uma delas pode ter um planeta localizado na zona habitável, onde a vida tem a melhor chance de existi. A sugestão é de um novo estudo que aponta o aumento de chances de que vida poderia existir em outros lugares no Cosmo. Os detalhes da pesquisa foram publicados na revista International Journal of Astrobiology.

As anãs-vermelhas, também conhecidas como estrelas anãs M, são até 50 vezes mais fracas do que o nosso Sol e tem apenas de 10 a 20% de sua massa. Elas representam cerca de 70% das estrelas no universo, segundo os pesquisadores. O fato de que estas estrelas sejam tão comuns levou os cientistas a se perguntar se elas poderiam ser os melhores lugares para descobrir vida alienígena. Leia mais »

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Altos níveis de educação não afastam pessoas da religião

Jornal GGN – Durante décadas, acreditou-se que altos níveis de formação educacional afastavam as pessoas da religião. Há uma série de pesquisas que relacionavam, por exemplo, ensino superior ao declínio religioso nos Estados Unidos. Mas um novo estudo da Universidade de Nebraska-Lincoln sugere que há uma mudança de geração acontecendo na forma sobre como o ensino superior está afetando a filiação religiosa.

“Há uma grande quantidade de artigos e livros, a partir dos anos 50, 60 e 70, que falam sobre como são mais propensos à desfiliação ou abandono da religião aqueles com maior formação educacional”, afirma o sociólogo Philip Schwadel, que comandou a pesquisa. “Sem dúvida, pesquisas mais antigas mostraram que as pessoas altamente educadas eram mais propensas a abandonar a religião”.

O estudo de Schwadel, no entanto, mostra que, em gerações mais jovens e mais bem preparadas, isso não é mais verdade. O estudo, que usou dados de 38.251 pessoas, demonstrou ter ocorrido uma troca para os nascidos depois de 1940, com a mudança mais pronunciada entre os americanos nascidos depois de 1960.

“Na década de 1960, para as pessoas nascidas naquela década, não há efeito da educação sobre desfiliação religiosa”, diz Schwadel. Nos segmentos mais jovens pesquisados, as tendências do efeito da educação sobre a secularização está completamente invertida.

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Sistema de baixo custo com bactérias pode detectar poluição em água

Jornal GGN – Cientistas do Departamento de Engenharia Química da Universidade de Bristol, em colaboração com Laboratório de Robótica da Universidade do Oeste da Inglaterra, desenvolveram um dispositivo de baixo custo capaz de monitorar a qualidade da água potável em tempo real. O sistema, que utiliza bactérias que geram correntes elétricas, seria ideal para países em desenvolvimento.

Os métodos atuais de detecção de poluentes na água são caros, demorados e exigem conhecimento técnico especializado. No entanto, o sensor criado pelos pesquisadores é de baixo custo, usa tecnologia de impressão 3D, pode ser usado diretamente em rios e lagos para o monitoramento contínuo da qualidade da água.

O sensor contém ainda bactérias que produzem uma pequena corrente elétrica mensurável à medida em que se alimentam e crescem. Os pesquisadores descobriram que quando as bactérias são perturbadas por entrar em contato com toxinas na água, a corrente elétrica é interrompida, alertando para a presença de poluentes.

“Quando as bactérias se alimentam, elas convertem energia química em energia elétrica, que podemos medir. Descobrimos que, quando injetado um poluente na água, houve uma queda imediata na corrente elétrica que produziram. A queda foi proporcional à quantidade de toxina presente e ela é recuperada quando os níveis de toxinas caíram”, explica Mirella Di Lorenzo, professora de engenharia química.

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