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Ciência

Cinco evidências de que vivemos em uma simulação, por Wilson Ferreira

 

Desde que o filósofo e matemático Nick Bostron sugeriu em 2003 que o universo poderia ser uma simulação produzida algum supercomputador quântico alienígena, físicos, matemáticos e astrofísicos vem procurando evidências  dessa hipótese. O “Cinegnose” vai resumir as atuais cinco principais evidências: O Princípio Antrópico e o Paradoxo de Fermi, Mecânica Quântica e Modelagem da Simulação, Universo Pixelado, Falhas na Matrix, Raios Cósmicos e a Grade da Simulação. Uma discussão à primeira vista delirante, mas que envolve lógica e números. E, claro, a inspiração do imaginário cinematográfico dos filmes gnósticos. Uma discussão que pode resultar em profundas consequências espirituais e religiosas nas nossas vidas.

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Estudo sobre consumo, pobreza e bem-estar vence Nobel de Economia

Jornal GGN - Angus Deaton, britânico de 69 anos, foi o vencedor do prêmio Nobel de Economia de 2015, por seu trabalho que aborda consumo, pobreza e bem-estar. Ao anunciar o prêmio, o comitê da Academia Real das Ciencias da Suécia afirmou que "para formular uma política econômica que promova o bem-estar e reduza a pobreza, devemos, primeiro, entender as escolhas individuais de consumo".

Deaton - que leciona em Pricenton, nos EUA, e nasceu em Edimburgo, na Escócia - responde a três questões centrais em seu trabalho: como os consumidores distribuem seus gastos entre diferentes bens; qual porcetal da renda da soecidade é gasto e qual é poupado; e qual a melhor forma de medir e analisar o bem-estar e a pobreza.

Do Estadão

Britânico ganha o Nobel de Economia 2015 por estudo sobre consumo, pobreza e bem-estar

Angus Deaton, que leciona em Princeton, analisou escolhas individuais de consumo para medir e analisar pobreza e bem-estar 

O britânico Angus Deaton, de 69 anos, foi o ganhador do prêmio Nobel de Economia 2015 por seu trabalho sobre consumo, pobreza e bem-estar."Para formular uma política econômica que promova o bem-estar e reduza a pobreza, devemos, primeiro, entender as escolhas individuais de consumo", afirmou o comitê da Academia Real das Ciências da Suécia ao anunciar o prêmio no valor de quase US$ 1 milhão. "Mais do que ninguém, Angus Deaton aprimorou essa compreensão." 

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Pesquisa de reparação de DNA vence Nobel de Química

Da Agência Brasil

A Real Academia Sueca das Ciências concedeu hoje (7) o Prêmio Nobel de Química aos pesquisadores Thomas Lindalh, da Suécia, Paul Modrich, dos Estados Unidos, e Aziz Sancar, da Turquia, pelo estudo de mecanismos que permitem a reparação de DNA.

Lindalh, de 77 anos, é ligado ao Instituto Francis Crick e ao Laboratório Clare Hall, ambos no Reino Unido; Modrich, de 69 anos, à Escola de Medicina da Universidade de Duke (EUA), e Sancar, também de 69 anos, da Universidade da Carolina do Norte (EUA). Leia mais »

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Os encantos e fascínios da Teoria da Relatividade

Enviado por Almeida

do Instituto Humanitas Unisinos

Entrevistas do IHU

A encantadora (e complexa) realidade. Entrevista especial com Aba Cohen Persiano

Por Ricardo Machado

"Mesmo que um grande número de pessoas não saiba, e o Ano Internacional da Luz tem em seus objetivos tornar presente a realidade que nos foi apresentada no início do século passado por Einstein e, como partícipes dessa realidade, temos obrigação de saber, pois ela incorpora nossas vidas no presente", frisa o físico.

Os encantos e fascínios da Teoria da Relatividade vêm de sua própria simplicidade. É uma espécie de fórmula perfeita que não pretende ser insuperável. “A realidade é descrita de modo tão encantador que nos leva a inferir clara e evidentemente o mecanismo da gravidade (que Newton aspirava conhecer); este quinto elemento, a gravidade, deixa de ser uma força mútua entre dois corpos para se transformar numa distorção espaço-temporal que brota ‘mágica e espontaneamente’, como consequência necessária, uma espécie de sinônimo físico, dessa pluri-fusão de grandezas da Natureza”, explica o professor e pesquisador Aba Cohen Persiano, em entrevista por e-mail à IHU On-Line.

Ao colocar a gravidade como um dos elementos centrais para pensar o tempo e o espaço, Einstein abriu caminho para observações mais sofisticadas sobre o universo, que, por sua, vez demonstraram a maneira pela qual o universo segue em expansão. “A expansão do Universo se dá de maneira acelerada, ou seja, no início a rapidez da fuga (na realidade a velocidade de expansão do espaço) era menor do que a observada mais recentemente”, esclarece o professor. Tais estudos permitiram à humanidade pensar sobre o seu espaço (insignificante) na cosmologia universal. “Vivemos numa cultura em que há constante aperfeiçoamento de nosso entendimento do Universo. Cada vez mais nos convencemos de que somos habitantes de um ínfimo planeta perdido no espaço de um Universo que se desintegrará no infinito. Essa percepção nos obriga a pensar de modo humilde em relação à existência e à natureza e a cuidar melhor desse pontinho azul em que vivemos”, propõe Aba Cohen.

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Sem humanos, animais reconquistam Chernobyl

Jornal GGN - Com a zona de exclusão existente desde 1986, quando ocorreu o pior acidente nuclear da história, os animais começaram a ocupar a cidade vazia deixada por 116 mil pessoas em Chernobyl. Graças ao desaparecimento dos seres humanos existem mais grandes mamíferos na região do que antes do acidente na usina.

Um grupo de biólogos tem estudado na área, sobrevoando a zona de exclusão e fazendo contagem de animais para determinar como a radiação afetou essas populações. Ao contrário do que se imaginava, os animais se desenvolveram por toda a reserva e também estão em um número maior comparado com outras regiões. "Apesar dos possíveis efeitos da radiação em animais individuais, não se pode detectar um efeito sobre as populações de mamíferos’, afirma Jim Smith, líder do estudo.

Do El País

 
Ausência de seres humanos na zona de exclusão multiplica a população de animais
 
Muito antes de os soviéticos erguerem a central de Chernobyl na década de 1970, os lobos, alces e javalis já percorriam os bosques e pradarias do que hoje é a zona de exclusão, onde não vivem pessoas desde que em 1986 se produziu o pior acidente nuclear da história. Três décadas depois daquilo, os animais ocuparam o vazio deixado pelas 116.000 pessoas removidas para sempre de um território de 4.200 quilômetros quadrados. Hoje, graças ao desaparecimento do ser humano, há mais grandes mamíferos na zona do que antes da tragédia atômica.

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Pesquisas tentam aumentar eficiência da irrigação agrícola

Da Revista Pesquisa Fapesp

 
Novos equipamentos possibilitam aumento na eficiência do uso da água no campo em mais de 30%

A preocupação com o alto consumo de água para irrigação no Brasil – cálculos da Agência Nacional de Águas (ANA) apontam que essa técnica, muito utilizada na agricultura, responde por 72% do gasto total – tem incentivado pesquisadores a procurar alternativas para reduzir o desperdício. Grupos de pesquisa de diferentes instituições desenvolveram tecnologias que podem diminuir o consumo atual em mais de 30%. Em diferentes fases de desenvolvimento, alguns projetos já resultaram em depósitos de patentes e caminham para se tornar diferentes tipos de produtos comerciais.

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Um ministro "compatível"com o status da ciência e tecnologia no Brasil

Por Roberto Bitencourt da Silva

Sobre o novo ministro da Ciência e Tecnologia, sr. Celso Pancera, classificado como o "pau mandado do Cunha", pelo noticário da grande imprensa, convenhamos, não há muita surpresa em sua indicação. Nem me refiro às eventuais e controversas experiências na seara política do novo ministro peemedebista. Basta lembrar o seguinte: a economia brasileira entrou há cerca de duas décadas em um processo acentuado de desnacionalização e desindustrialização.

A indústria corresponde a algo em torno de 10% do PIB nacional. Quase 50% dela é de propriedade forânea, sobretudo nos ramos portadores de maior dominio técnico-científico e de capital. Isso quer dizer que grossa parte dos empregos gerados no país são de baixa densidade educacional e precários, do ponto de vista da seguridade social e trabalhista.

O novo ministro, aqui no Rio, foi durante um par de tempo, até o ano passado, presidente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro - Faetec. Notabilizou-se por privilegiar a oferta de cursos de curta duração, com a alegada intenção de dar suporte ao mercado de trabalho, à qualificação dos trabalhadores.

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Orçamento do MCTI não é satisfatório, diz Aldo Rebelo

Jornal GGN -  Aldo Rebelo, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, afirmou que o orçamento da pasta não é satisfatório, mas que uma das prioridades é aumentar o orçamento não só do Ministério, mas também do Sistema Nacional de Pesquisa e Ciência, que inclui, além do ministério, as secretarias e fundações de amparo à pesquisa dos Estados e municípios, as empresas que investem em P&D (pesquisa e desenvolvimento), utilizando empréstimos como o feito com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e parceiras com outros países, como Alemanha, China e França. 

Em entrevista ao jornalista Bruno de Pierro, Rebelo disse que o MCTI será afetado pelo ajuste fiscal assim como todas as áreas, e que é natural que o ministério dê a sua contribuição para que o ajuste tenha sucesso". Ele também ressalta que o ajuste não é objetivo, e sim uma preparação para a "retomada do crescimento da economia". Veja a entrevista completa, dividida em quatro partes, abaixo:

Do blog do Bruno de Pierro

 

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Anúncio de descoberta de água em Marte anima especialistas

Da Agência Brasil

O anúncio feito hoje (28) pela agência espacial norte-americana (Nasa) da descoberta de água salgada e corrente na superfície de Marte animou especialistas no Brasil. Para eles, esse é mais um passo para desvendar os muitos mistérios sobre um planeta tão próximo de nós.

“Essa descoberta coloca no horizonte a possibilidade de levar astronautas para Marte. Para a exploração espacial é uma informação importante”, disse o professor do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Alan Alves Brito.

Ele lembra que a existência de água em Marte já era conhecida, mas não da forma descoberta agora. “Essa é a novidade, uma água salina, e que existe água lá nesse presente momento. Água, para nós em astronomia, significa a possibilidade de vida [no planeta]”.

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Brasileiros puderam presenciar eclipse da superlua

Da Agência Brasil

Observar a lua mais de perto e, na mesma noite, vê-la sumir momentaneamente. Este é o fenônemo que os brasileiros puderam presenciar hoje (27) à noite, durante a eclipse lunar total não apenas da lua, mas de uma superlua. O satélite natural do planeta em que habitamos estará mais próximo de nós durante toda a noite, fazendo com que tenha um tamanho maior. 

Durante  boa parte desse período, foi possível perceber a sombra da Terra impedindo a iluminação da lua.

Coincidência que só ocorre uma vez a cada 30 anos, a superlua e o eclipse lunar total foram vistos no céu de alguns países nesta noite. O eclipse pôde ser apreciado no Brasil porque a lua entrou na sombra da Terra quando já era noite no país. 

Já a superlua ocorre porque a órbita da lua, isto é, o caminho que a lua faz ao redor da Terra, não é circular. Com isso, o satélite se aproxima mais da Terra uma vez por ano, ocasionando o fenômeno.

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Cientista que se deixou picar por abelhas vence Ig Nobel

Jornal GGN - Distribuído em uma cerimônia na Universidade de Harvard, o prêmio Ig Nobel homenageia estudos com abordagens e teses diferentes, curiosas e pouco usuais. Um dos vencedores deste ano, na categoria de Fisiologia, foi  Michael Smith, cientista que se deixou picar por abelhas em todo o seu corpo, incluindo no pênis. Outro premiado foi o trabalho de Nick Enfield, da Austrália, que descobriu que o termo "huh" está presente em todas as línguas humanas.

A premiação existe desde 1991 e homenageou 12 trabalhos em dez categorias diferentes. Os vencedores ganham um nota de dez trilhões de dólaroes do Zimbábue, moeda que foi extina neste ano e tinha a conta de 250 trilhões de dólares zimbabuanos por US$1.

Do O Globo Leia mais »

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Coppe/UFRJ lança nesta segunda laboratório mais avançado do país

Núcleo de Microscopia Eletrônica foi desenvolvido com financiamento da Finep, BNDES, CNPq, Cenpes/Petrobras, Vallourec do Brasil e Faperj
 
 
Jornal GGN - Nessa segunda-feira (14) a Coppe/UFRJ inaugura o laboratório mais avançado do país, chamado Núcleo de Microscopia Eletrônica, onde serão estudados materiais de engenharia e bioengenharia. Dentre os equipamentos de última geração reunidos no espaço estão microscópios eletrônicos de transmissão e de varredura, com resolução atômica, capazes de realizar imagens tridimensionais possibilitando, ainda, estudar objetos em escala nanométrica (1 milímetro dividido por 1 milhão). Desse modo, os ensaios realizados no laboratório irão contribuir para o avanço da ciência nacional em diversas áreas.
 
A mídia institucional, Planeta Coppe, adiantou que já estão programados testes para a criação de materiais ligados à fabricação de ligas mais resistentes e com melhor desempenho para o refino de petróleo, os equipamentos ajudarão ainda na produção de novos polímeros e catalizadores para o setor de petróleo e gás natural. 
 
O modelo de gestão do Núcleo de Microscopia Eletrônica será multiusuário, em parceria com o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes/Petrobras), o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB/UFRJ), Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel). Porém, 30% do tempo do Núcleo poderá ser utilizado exclusivamente por clientes externos à Universidade.
 
O espaço foi construído e equipado com financiamento da Finep, BNDES, CNPq, Cenpes/Petrobras, Vallourec do Brasil e Faperj, além de recursos da própria Coppe, via emenda parlamentar apresentada pelo deputado federal Miro Teixeira e de projetos coordenados por professores e pesquisadores que representam a instituição no Comitê Gestor do Núcleo. 
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Guia mapeia museus itinerantes de ciência no país

Da Revista Pesquisa Fapesp

 
Guia mapeia 32 museus científicos itinerantes no Brasil
 
Bruno de Pierro

A carga transportada pelo motorista Daniel Batista da Silva é diferente de tudo o que ele já carregou em 25 anos de profissão. “Eu levo um museu de ciência”, disse, apontando para a carreta estacionada numa grande área a céu aberto. Sobre as rodas do caminhão funciona a Caravana da Ciência, um museu itinerante criado em 2007 pela Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj), que entre os dias 12 e 18 de julho foi uma das atrações da 67ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada no campus da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). A iniciativa é um dos 32 museus científicos móveis em atividade no país, que promovem atividades em comunidades e municípios distantes dos grandes centros urbanos. Eles estão listados no recém-lançado guia de Centros e museus de ciência do Brasil 2015, publicado pela Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC), pela Casa da Ciência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pelo Museu da Vida da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A edição anterior do guia, divulgada em 2009, havia registrado apenas 20 projetos desse tipo no país. “Os museus itinerantes têm a capacidade de irradiar acervos e exposições científicas, principalmente para populações geográfica ou socialmente sem acesso a equipamentos científicos, como moradores de pequenos e médios municípios e periferias das grandes cidades”, explica José Ribamar Ferreira, presidente da ABCMC.

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Pesquisas traçam panorama da relação do brasileiro com a ciência

Da Revista Pesquisa Fapesp

 
Duas pesquisas divulgadas durante a 67ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada em julho no campus da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), trouxeram um panorama atualizado sobre a relação dos brasileiros com a ciência e a tecnologia.
 
Uma delas entrevistou 2.002 pessoas de 15 a 40 anos em nove regiões metropolitanas do país e mostrou que só 5% delas poderiam ser consideradas cientificamente letradas. Isso significa que apenas essa parcela foi capaz de compreender vocabulários e conceitos básicos da ciência, usados no cotidiano, como biodegradável ou megawatt, e refletir de maneira crítica sobre o impacto da ciência na sociedade.

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Aumento do nível dos oceanos pode acelerar, diz Nasa

Do Diário de Notícias

Subida do nível dos oceanos pode acelerar, alerta a NASA

Dados de satélites mostram subida do mar no planeta. Por cá, o problema associa-se ao da erosão costeira, por falta de reposição de sedimentos na costa a sul do Douro, a exigir maior proteção do litoral

Duas décadas de registos feitos por satélites de observação da Terra sobre os oceanos mostram que, desde 1993, houve uma subida global do nível do mar de 7,62 cm, com algumas regiões do Atlântico, Índico, Pacífico e mar Austral a registarem valores ainda maiores, da ordem dos 22,8 cm - há zonas, poucas, na costa oeste dos Estados Unidos, onde a tendência foi contrária . São dados divulgados pela NASA que mostram também que o problema tem tendência para sofrer uma aceleração nas próximas décadas.

Na região costeira da Península Ibérica, a subida média do nível do mar é da ordem dos 5 a 7 cm, como se pode ver no mapa da NASA, o que coincide, aliás, com os resultados dos estudos realizados na costa portuguesa.

O novo retrato da subida dos oceanos prevê um efeito de aceleração a curto e médio prazo, se a tendência para o degelo no Ártico, Gronelândia ou dos glaciares do Alasca se mantiver ao mesmo ritmo das décadas recentes.

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