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Ciência

Brasil exportará urânio enriquecido para Argentina

Pela primeira vez país firma acordo de exportação do material produzido pelas Indústrias Nucleares do Brasil (INB)

 
Jornal GGN - O Brasil exportará urânio enriquecido para a Argentina alimentar um reator nuclear na cidade de Lima. O acordo firmado prevê a venda inicial de quatro toneladas de pó de dióxido de urânio produzida pelas Indústrias Nucleares do Brasil (INB) num contrato de US$ 4,5 milhões. 
 
Será a primeira vez que, oficialmente, o Brasil exportará urânio enriquecido. Apesar do acordo ter sido assinado em junho a entrega começará a ser feita apenas no final deste ano, pois o produto precisará passar pela autorização da Coordenação-Geral de Bens Sensíveis do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, do qual a INB está vinculada, e também da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). 
 
O Brasil é um dos poucos países no mundo que tem tecnologia para o enriquecimento de urânio, ao todo são 12 nações no mundo inteiro, incluindo França, Irã e Estados Unidos. A tecnologia utilizada pela usina da INB, localizada em Resende (RJ) é totalmente nacional, desenvolvida pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo em parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nuclear do Cnen. O contrato com a Argentina não envolve a concessão da tecnologia brasileira, mas há um outro acordo envolvendo os dois países no desenvolvimento do Reator Multipropósito Brasileiro. Brasil e Argentina possuem acordos na área nuclear desde a década de 1960.   
 
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Ciência para combater o fanatismo, por Neil deGrasse Tyson

Enviado por Antonio Ateu

Do El País

Por Nuño Domínguez

 
Neil deGrasse Tyson diz que a educação e a ciência são as melhores armas contra o fanatismo


NEIL DEGRASSE TYSON / ASTROFÍSICO

De Arona (Espanha)  

Neil deGrasse Tyson (Bronx, EUA, 1958) é um dos divulgadores científicos mais reconhecidos do mundo. Este astrofísico assumiu o lugar de Carl Sagan à frente da nova versão da série Cosmos, programa de sucesso que despertou vocações científicas no mundo inteiro. Tyson estudou no Instituto de Ciência do Bronx (Nova York), um centro público de ensino médio muito seletivo e especializado em matemática e ciência. Ao final do curso, o próprio Carl Sagan o chamou para que fosse visitá-lo, com a intenção de contratá-lo para sua universidade, Cornell. Tyson preferiu Harvard, mas diz que descobriu em Sagan “o tipo de pessoa em que queria me transformar”.

O cientista comparece pela primeira vez ao festival Starmus, realizado até sábado em Tenerife (ilhas Canárias), na Espanha, onde concedeu esta entrevista ao EL PAÍS.

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Marte já teve altas concentrações de oxigênio, informa a Nasa

Jornal GGN – O jipe Curiosity, controlado remotamente pela Nasa na superfície de Marte encontrou evidências químicas de que o planeta vermelho já teve altas concentrações de oxigêncio molecular em sua atmosfera. A descoberta foi anunciada pela agência espacial e publicada no periódico científico “Geophysical Research Letters”.

Usando instrumentos de coleta e análise embarcados no jipe, a equipe do Laboratório Nacional de Los Alamos, no Novo México, detectou a presença de óxidos de manganês em algumas fissuras de rochas. O fato surpreendeu os cientistas porque essa composição mineral só seria esperada em um ambiente com presença abundante de água e alguma substância altamente oxidante. O mais provável é que essa substância seja de fato o oxigênio molecular.

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Cientistas descobrem planeta bebê

Jornal GGN – Uma equipe de astrônomos franceses descobriu um novo planeta, o mais jovem já observado até hoje. Ele orbita uma estrela situada a 430 anos-luz de distância da Terra. A estrela é muito jovem e o planeta não pode ser mais velho do que ela. Cientistas estimam que ele não deve ter mais que 2 milhões de anos de idade.

“Nossa descoberta demonstra pela primeira vez que esses corpos podem ser gerados em estágios bastante iniciais da formação planetária e provavelmente têm um papel central no controle da arquitetura de sistemas planetários”, declarou o líder da equipe, Jean-François Donati.

Quase todos os 3,4 mil planetas que já foram descobertos fora do nosso Sistema Solar orbitam estrelas maduras, com alguns bilhões de anos de idade, como é o caso do nosso Sol. Um sistema  formado por uma estrela de dois milhões de anos é considerado um bebê.

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Bolsas do Ciências sem Fronteiras são interrompidas pelo governo

Jornal GGN - No Ciência sem Fronteiras, programa federal de intercâmbio, estudantes de doutorado pleno no exterior enfrentam dificuldades na renovação da concessão de suas bolsas, fazendo com que alguns dos participantes do programa fiquem sem dinheiro ou até mesmo em situação ilegal nos países em que estudam. 

Segundo reportagem assinada por Sabine Righetti na Folha de S. Paulo, quatro doutorandos que estudam no Reino Unido, Holanda e Itália tiveram a bolsa mensal interrompida por prazo indefinido após parecer negativo da Capes, que é a agência federal que participa do programa através do Ministério da Educação.

O estudante de doutorado tem um contrato de quatro anos com o governo e tem o dever de enviar relatório de desempenho anuais para renovar sua bolsa. No caso deste alunos, a Capes considerou insuficiente o relatório. Um dos doutorandos diz que sua bolsa foi indeferida com um parecer de três linhas, que dizia que seu relatório estava redundante. Ele diz que enviou diversos  documentos para a Capes pedindo a reconsideração do parecer, incluindo uma carta do seu orientador europeu, mas não obteve resposta.

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Pesquisa científica nacional está distante dos problemas do país, por Victor Suarez

Por Victor Suarez

Comentário ao post "A economia solidária, como o novo Bolsa Familia"

Excelente artigo, de fato a pesquisa nacional é de natureza imitadora, é cara, burocrática, corporativista, mantém uma distância segura das empresas e é completamente ineficiente.

A ciência nacional vive distante dos problemas nacionais, enquanto mendiga atenção na periferia dos grandes centros mundiais.

No Brasil, as universidades querem fazer tudo (abocanhar todo o recurso financeiro) : formação, criação, desenvolvimento, inovação, start-ups etc etc etc.  Ao final, quando consegue algo, esse algo vai para o exterior sem agregar nenhum valor no Brasil.

Esse filão das compras públicas o empresariado nacional conhece muito bem.

O modelo atual de universidade no Brasil faliu.  O modelo de pesquisa brasileira faliu.  Temos um sistema viciado.  O bom pesquisador é aquele que compra muito material caro do exterior para produzir artigos para as revistas internacionais, que geram 0 impacto na nossa economia.  

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John Desmond Bernal: O cientista vermelho

Jornal GGN – Em artigo para o Blog da Boitempo, o professor emérito da UFRJ, José Paulo Netto, relembra a trajetória do cientista irlandês John Desmond Bernal, “cientista vermelho”, pai da sociologia marxista na ciência. Pelo conjunto de sua obra, seu magistério, seus estudos sobre a história da ciência, seus ensaios filosóficos, ele era conhecido por outros notáveis (Haldane, Joliot-Curie, Langevin, Picasso, Neruda, Nazim Hikmet) como “Sábio”. Aos 25 anos, Bernal desvendou a estrutura molecular do grafite.

Ele ingressou no Partido Comunista em 1923 e teve intensa militância até 1933. Depois disso, se desvinculou da organização. Mas continuou comunista e marxista assumido até o final dos seus dias, o que leva estudiosos de sua vida a especular que ele deixou o partido por orientação do secretário-geral Harry Pollitt, que acreditava que seu vínculo formal prejudicaria o alcance político de sua intervenção cívica.

Em 1939, Bernal publicou A função social da ciência, livro pioneiro nas medições de investimentos públicos em pesquisa e desenvolvimento, primeiro também a apresentar a ideia de redirecionar os recursos do setor bélico-militar para a superação da miséria e instauração do bem-estar social. A obra apresenta as bases para uma sociologia marxista da ciência.

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Em encontro com Kassab, cientistas pedem volta do Ministério da Ciência

Jornal GGN - Durante encontro com Gilberto Kassab,  ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) na Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência (SBPC), cientistas criticaram a fusão dos ministérios pelo governo do presidente interino Michel Temer (PMDB) e prometeram intensificar os atos contra a medida e pela volta do MCTI.

No encontro, Kassab afirmou que o objetivo da fusão não é só economizar recursos, mas também unir setores estratégicos e afins. "A pasta ganha em empoderamento político e otimização de gestão e atende a anseios da sociedade, que quer a redução do número de ministérios", afirmou.

O físico Ildeu de Castro Moreira rebateu a argumentação do ministro e reclamou sobre a falta de diálogo. "Esses argumentos são frágeis. Ciência tem interface com todas as demais áreas, não só Comunicações. Ninguém foi ouvido a respeito e até agora o governo não respondeu com clareza nossos questionamentos", disse o professor do Departamento de Física Teórica da UFRJ.

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Ato na UFMG protesta contra fusão do Ministério da Ciência com pasta das Comunicações

Jornal GGN - Na tarde desta quarta-feira (8), cerca de 300 pessoas participaram de ato no campus Pampulha, da Universidade Federal de Minas Gerais, em protesto contra a fusão do a fusão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação com o Ministério das Comunicações, e pedindo uma pasta exclusiva e política de Estado para a ciência no país. Participaram do ato servidores, pesquisadores e estudantes da universidade. 

Na abertura da manifestação, foi lida uma nota divulada pelo Conselho Universitário da UFMG que classifica como um "grave retrocesso" a fusão dos ministérios, promovida pelo governo interino de Michel Temer. O reitor Jaime Ramírez disse que a comunidade precisa deixar clara sua indignação com uma decisão "inaceitável". "Precisamos estar preparados para indicar nossa contrariedade com relação a essa nova configuração e resistir, seja como for”, afirmou.

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Cientistas fazem novas descobertas sobre as propriedades dos buracos negros

Jornal GGN – Cientistas avançaram nas descobertas sobre as propriedades dos buracos negros. Um estudo publicado recentemente dá força à teoria de 1990 do físico norte-americano Leonard Susskind.

Ele provou matematicamente que o universo não precisa de mais do que duas dimensões para que as leis da física e a gravidade funcionem. Sua teoria diz que ao invés de massivos gigantes tridimensionais, os buracos negros podem ser pares de superfícies 2D projetas em 3D como um holograma.

Um estudo da equipe do Instituto de Física Teórica Max Planck, na Alemanha, liderado por Daniele Pranzetti, avançou nessa hipótese. “Nós conseguimos usar um modelo mais completo e rico comparado com o que tem sido feito no passado… e obter um resultado muito mais realístico e robusto”, disse. “Isto nos permitiu resolver várias ambiguidades que afetam os cálculos anteriores”.

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Especialistas debatem Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação

Jornal GGN – Os efeitos do Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação serão debatidos na próxima terça-feira (14), em evento realizado na Associação de Docentes da Unicamp. O jornalista Luis Nassif e os professores Epitácio Macário Moura e Renato Dagnino darão o tom da discussão.

O objetivo é ampliar a discussão sobre a Lei 13.243/16, sancionada em janeiro deste ano pela presidente Dilma Rousseff, que afeta diretamente as atividades de pesquisa em universidades e institutos públicos e as relações público-privadas. O debate tem como tema “Ciência e Tecnologia pública: caminho para uma sociedade igualitária”.

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Burocracia deixa Brasil atrás do Vietnã e países da África na ciência

Em 2015 o Brasil ficou em 75ª lugar no ranking do Relatório Global de Competitividade, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial
 
Jornal GGN - Um trabalho realizado pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2010 e repetido em 2014 com 165 cientistas de 35 instituições de pesquisa de 13 Estados apontou a alfândega como um ponto estratégico para a dificuldade de se desenvolver ciência e tecnologia no país. Praticamente todos os entrevistados (99%) declararam que precisam de matérias primas importantes para pesquisas sendo que 76% já perderam encomendas por causa do longo tempo de espera em que os produtos importados ficaram retidos - 98% afirmaram que já deixaram de realizar alguma pesquisa por conta deste problema. 
 
A matéria à seguir, do jornal O Tempo, traz mais dados preocupantes da pesquisa, como por exemplo a forma como os impostos atrasam o desempenho da ciência no país. Por conta dessa barreira, o valor final de um produto desenvolvido no Brasil pode chegar a três vezes mais do que é investido por cientistas nos Estados Unidos. Em 2015 o Brasil ficou na 75ª posição do ranking do Relatório Global de Competitividade, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial. Foi a pior marca já alcançada pelo país que, segundo levantamento da Thomson Reuters, está na 13ª posição entre as nações com maior produção científica.  
 
 
 
Papelada, morosidade e impostos atrasam pesquisas que melhorariam a vida da população, e Brasil fica atrás de países como África e Vietnã na ciência
 
Por Litza Mattos
 
Um cientista, uma ideia, uma pesquisa e muita burocracia pelo caminho. Ano após ano, os exemplos de dificuldades operacionais se multiplicam nos laboratórios científicos pelo Brasil, impedindo que pesquisadores promovam avanços que poderiam alçar o país à vanguarda da inovação. Esses obstáculos desestimulam novos e veteranos estudiosos, que acabam optando pelo êxodo científico, gerando atrasos significativos no desenvolvimento nacional. Com a posse de Michel Temer na Presidência, o Ministério da Ciência se fundiu com a pasta das Comunicações, levando pelo menos 13 associações científicas a publicar uma carta de repúdio à medida, reclamando de rebaixamento. O TEMPO trará, nas próximas semanas, uma série de reportagens abordando um tema negligenciado a preço alto: a burocracia na prática da ciência no Brasil.
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Governo de São Paulo prossegue no desmantelamento da pesquisa

Jornal GGN - Dando continuidade ao desmantelamento da pesquisa no Estado de São Paulo, a gestão estadual de Geraldo Alckmin pretende vender pelo menos 13 fazendas voltadas para pesquisas de agricultura e pecuária, no intuito de aumentar as receitas estaduais. A venda faz parte de um pacote de alienação de 79 imóveis que tentar levantar R$ 1,43 bilhão e que tramita em caráter de urgênca no Legislativo paulista. Criticada por pesquisadores, a venda das fazendas devem representar em torno de 90% do total.

Em carta para a Assembleia Legislativa, Saulo de Castro, ex-secretário de Segurança Pública e atual secretário, justificou o pacote de alienação de imóveis colocando a culpa na "crise macroeconômica que atinge o país" e que resultou na queda de arrecadação de impostos. 

Vinculada à Secretaria da Agricultura, a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios tem mapeado suas 42 propriedades para estabelecer as áreas prioritárias para pesquisa. Segundo a agência, algumas dessas propriedades perderam a funcionalidade para pesquisas. Em um primeiro momento, serão disponibilizadas ao mercado unidades nas regiões de Araçatuba, Jundiaí, Piracicaba, Campinas e Ribeirão Preto. 

Do Valor

Governo paulista pretende vender 13 fazendas de pesquisas agropecuárias

O governo paulista pretende colocar à venda ao menos 13 fazendas de pesquisa científica voltadas à agricultura e pecuária, na tentativa de elevar as receitas do Estado. A venda, que tem provocado críticas de pesquisadores, faz parte de um pacote de alienação de 79 imóveis que tramita em caráter de urgência na Assembleia Legislativa e prevê levantar R$ 1,43 bilhão. Somente as fazendas vinculadas à Secretaria de Agricultura deverão representar cerca de 90% desse total.

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Instituto Liberal pede desculpas por enquadrar física quântica como instrumento marxista

Jornal GGN - Em nota publicada hoje (1), o Instituto Liberal pede desculpas pelo artigo "A complicação como método ideológico", que denunciava a física quântica como instrumento de dominação marxista. A nota afirma que o texto causou repercurssão negativa, ofendendo os cientistas do ramo por "fazer críticas e questionamentos a diferentes áreas do conhecimento sem o devido embasamento". 

No artigo, que foi retirado do ar, o autor dizia que a física quântica, "através de extrapolações indevidas de descobertas de cientistas como Einstein, Heisenberg, Schrödinger, Planck e outros, ganhou a fama de ser o ramo científico onde “tudo pode”. Estar em dois lugares ao mesmo tempo, ser e não ser, teletransporte, telepatia, o mundo como um sonho, o nada que é tudo, enfim, uma espécie de “liberou geral” da ciência". Ainda afirmava que há um interesse da esquerda neste ramo da ciência "porque “harmoniza” com o uso de drogas, com a ideia de que o indivíduo é uma ilusão, criando uma justificativa racional para a irresponsabilidade e o ateísmo". Leia a nota do Instituto Liberal abaixo:

Leia mais: Instituto Liberal denuncia a física quântica como instrumento marxista

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Cérebros humanos podem ser ressuscitados no projeto pós-humano "ReAnima"

Por Wilson Ferreira

Longe de Frankenstein e mais próximo de filmes pós-humanistas e tecnognósticos como “A Ilha”, “Ex-Machina” ou “The Machine”. A realidade está cada vez mais próxima da ficção. Estamos falando sobre o Projeto ReAnima da empresa norte-americana Bioquark que pretende ressuscitar cérebros de pacientes dados como clinicamente mortos e ainda mantidos vivos por meio de equipamentos. A ideia é encontrar na mente o botão de “reiniciar” e encarar o cérebro como um HD que poderia ser reformatado. Sem as memórias, de quem seria essa mente ressuscitada? Ou a questão mais sombria: para quê? Guerra, mercado e a imortalidade de uma elite poderiam estar por trás dessa agenda tecnocientífica.

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Experimentos soviéticos em ressuscitação de organismos - 1940
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