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Ciência

O tratamento da depressão por meio de estímulos elétricos

Sugerido por macedo

Da Revista Fapesp

Energia para os neurônios

Estimulação com corrente elétrica de baixa intensidade amadurece como técnica promissora no tratamento contra depressão

CARLOS FIORAVANTI

Em um final de tarde de janeiro, o psiquiatra Leandro Valiengo abriu um dos armários do já quase deserto quarto andar do Hospital Universitário (HU) da Universidade de São Paulo (USP), retirou uma mala preta, colocou-a sobre o colchonete azul de uma maca e apresentou o equipamento que está sendo visto como uma nova forma de tratamento contra depressão e outros distúrbios neuropsiquiátricos: é um aparelho de estimulação transcraniana de corrente contínua (ETCC). “É muito simples”, ele diz. O aparelho é uma caixa de tamanho aproximado ao de um laptop, com um teclado para se registrar o código de cada paciente em tratamento e alguns botões para regular o fornecimento de energia. De uma das laterais saem dois fios em cujas pontas há dois eletrodos – um positivo e um negativo – que são fixados nas têmporas por meio de uma bandana. Os eletrodos geram uma corrente elétrica de baixa intensidade que atravessa o córtex, a região mais superficial do cérebro, durante 20 a 30 minutos seguidos, e desse modo ajuda a restabelecer o funcionamento normal dos neurônios.

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Na Dinamarca, zoológico abate girafa saudável e causa indignação

Sugerido por alfeu

Do Esquerda.net

 
A girafa tinha dois anos e estava de boa saúde, mas o zoo decidiu executá-la por razões de aperfeiçoamento genético, apesar da crescente polémica pública, os protestos das ONG's e a disponibilidade de outros jardins zoológicos para acolher o animal.
 
O jardim zoológico de Copenhaga matou uma girafa de apenas dois anos de idade, alegando que tinha que evitar problemas futuros de consanguinidade, pese embora a intensa campanha pública que existiu na Internet e as diversas propostas alternativas para salvar a vida do animal.
 
A direção entendeu que Marius, a jovem girafa, devia ser abatida porque o objetivo deste zoo dinamarquês é assegurar que apenas se reproduzam os melhores genes, a fim de salvaguardar o futuro da espécie neste cativeiro. Este critério leva a que em média sejam abatidos entre 20 a 30 animais anualmente, explicaram os responsáveis.

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Stephen Hawking e as teorias sobre os buracos negros

Sugerido por Lucio Vieira

Da Folha

Buraco negro não existe, diz Hawking

POR SALVADOR NOGUEIRA

O físico Stephen Hawking ficou famoso por dedicar uma vida estudando os mistérios dos objetos conhecidos como buracos negros. E agora ele afirma que provavelmente eles não existem.

Controverso? Bota controverso nisso. Nem tanto pela sugestão, que já foi feita antes e passa por uma certa efervescência em tempos recentes. Já abordei o assunto numa reportagem em 2003 e mais recentemente o Mensageiro Sideral falou sobre isso, apresentando outra teoria a respeito. (Aliás, se você quiser saber mais sobre buracos negros, sugiro a leitura desse último link.)

A grande controvérsia é que Hawking, dadas as suas limitações, apresenta um trabalho sem nenhuma fundamentação matemática que apoie suas conclusões. É evidente que as dificuldades impostas por sua doença (o físico sofre de esclerose lateral amiotrófica, e é atualmente o recordista de sobrevivência a essa condição degenerativa que causa a crescente paralisia do corpo) inviabilizam longos e detalhados trabalhos.

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Pesquisa brasileira investiga efeitos de agrotóxicos em abelhas

Enviado por alfeu

Do CicloVivo

Um terço de tudo que se come no mundo depende da polinização realizada pelas abelhas. É o que mostram dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO/ONU), que aponta as abelhas como agentes fundamentais na promoção da segurança alimentar e, de outro lado, destaca a preocupação com as evidências da diminuição da população desses polinizadores. Uma das causas dessa diminuição é o uso de pesticidas nas plantações.

A professora Roberta Nocelli, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Campus Araras, pesquisa a influência dos defensivos agrícolas sobre as abelhas e o consequente impacto na produção de alimentos. Um dos objetivos do trabalho é o mapeamento dos apiários em todo o território brasileiro visando compreender a interação entre apicultores e agricultores e promover o cultivo saudável de abelhas e alimentos.

O Brasil é o país com a maior diversidade de abelhas, com mais de duas mil espécies nativas já descritas. É, portanto, um importante espaço para pesquisar o impacto dos agrotóxicos nas abelhas e os consequentes efeitos nos serviços que elas prestam. Nocelli explica que a contaminação das abelhas pelos defensivos agrícolas ocorre basicamente de duas formas: pelo contato direto, enquanto as abelhas voam entre as partículas de defensivos; e pela ingestão de pólen e néctar das flores contaminadas. A segunda forma é a mais nociva para os insetos, pois as moléculas são levadas para dentro das colônias, contaminando todas as abelhas. Leia mais »

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A nova teoria para a construção das pirâmides

Sugerido por Gão

Se não for real, pelo menos é a é a mais criativa

Do History Channel
 
Uma nova e revolucionária teoria sobre a construção das pirâmides do Egito assegura que, ao contrário do que pensam os arqueólogos, as pirâmides foram construídas sobre uma base pequena, a qual posteriormente foi acrescentada uma série de blocos gigantes pela parte de fora. Ou seja, antigos egípcios criaram pirâmides por meio da acumulação de entulhos, que foram aumentando de dentro para fora e depois foram anexados tijolos de revestimento, o que deu o aspecto final dos monumentos.
 
A nova teoria foi anunciada por Peter James, um engenheiro galês da empresa Cintec Internacional, que há 20 anos trabalha na manutenção das pirâmides do Egito. Depois de participar de inúmeras obras de restauração e escoramento, o especialista chegou à conclusão de que as teorias aceitas até hoje sobre o possível método utilizado na elaboração das pirâmides não seriam verdadeiras. Atualmente, acredita-se que as pirâmides foram construídas com blocos gigantes, colocados a partir de enormes rampas de acesso.

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Em São Paulo, Institutos de Pesquisa perdem metade de seus funcionários

Sugerido por Zarastro

Boa reportagem do Estadão sobre a perda de funcionários dos institutos de pesquisa de SP. Sem histerismos, mostra a realidade de alguns IPs do estado, que enfrentam antes de tudo falta de funcionários.
 
Do Estadão
 
 
Muitas áreas de pesquisa estão sendo prejudicadas pela falta de cientistas. Sem funcionários de apoio, pesquisadores têm de varrer o chão e limpar banheiros.

Herton Escobar / O Estado de S. Paulo

Aos 61 anos de idade, 37 deles dedicados à pesquisa científica, Yara Aiko Tabata já poderia estar aposentada desde 2010. Não se aposenta porque não quer ver sua pesquisa morrer. Ela é a única pesquisadora em atividade na Estação Experimental de Salmonicultura do Estado de São Paulo, responsável por um tradicional programa de pesquisa e reprodução de trutas em Campos do Jordão, nas montanhas do Vale do Paraíba. O único cientista que atuava ao lado dela – seu marido – morreu em junho de 2012.

“Já passou meu tempo de aposentadoria, mas não tem nenhum outro pesquisador aqui e não há perspectiva de reposição. É muito preocupante”, afirma Yara, médica veterinária desde 1975 e pesquisadora concursada do Estado desde 1976. “Não me aposento porque gosto muito do meu trabalho; fazemos das tripas coração aqui para que tudo funcione.”

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As traças de roupas

Enviado por jns

Normalmente chamamos de traça aqueles casulos prateados, às vezes brancos, parecidos com semente de abóbora e que costumamos encontrar grudados por uma das extremidades em tetos, paredes ou armários.

É sobre eles que colocamos a culpa pelo aparecimento de roupas roídas em uma associação que está certa apenas parcialmente.

Estes casulos são as pupas da traça, que darão origem à traça adulta que apresenta asas e é uma mariposinha de cor clara e com tufos de pêlos avermelhados em sua cabeça.

Só que, tanto a traça adulta quanto a sua pupa não se alimentam, quem faz estragos nas nossas roupas são apenas as larvas das traças.

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O legado científico nos 80 anos da USP

Do Estadão

 
Contribuições vão dos primeiros transplantes realizados no País ao projeto Genoma
 
Giovana Girardi e Mônica Manir
 
A USP nasceu de um sonho e de uma necessidade. O sonho: fundar a primeira universidade de São Paulo. A necessidade: promover uma reforma profunda no ensino superior, diagnóstico feito já em 1925 pelo jornalista Julio de Mesquita Filho, então diretor de O Estado de S. Paulo.

Quase dez anos após, em 25 de janeiro de 1934, a Universidade de São Paulo tornava-se realidade, com a criação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras e a junção a outras já existentes. Jovens professores foram trazidos da Europa, especialmente da França. Claude Lévi-Strauss, Fernand Braudel e Roger Bastide, entre outros, deram o tom do que seria a USP: uma universidade de vanguarda. Seu lema, Scientia Vinces (pela ciência vencerás), estampado no brasão, norteou o caminho percorrido até aqui. O legado científico espalha-se por diversas áreas, do primeiro computador desenvolvido no País ao projeto Genoma.

Hoje, 80 anos depois, a USP é a melhor universidade da América Latina, além de figurar entre as 200 principais do mundo. Enfrenta desafios, como a necessidade de voltar-se para o mundo e a urgência em manter relevantes as pesquisas desenvolvidas. Desafios que exigem a frequente renovação dos ideais de sua fundação.

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Estudantes flagram a Supernova mais próxima do nosso sistema solar



Jornal GGN
– Estudantes da Universidade College London, no Reino Unido, conseguiram registrar a última etapa da vida de uma estrela, quando o corpo celeste entra em colapso depois de consumir todo o seu combustível nuclear. O evento, chamado de Supernova, foi visto na constelação de Ursa Maior, mais precisamente na galáxia M82, conhecida entre os cientistas como galáxia charuto.

Avaliada por astrônomos, a Supernova foi classificada como a primeira a ser descrita como sendo feita de “velas padrão”. A expressão se referencia ao brilho uniforme o suficiente para permitir a medição de distâncias em todo o Universo. Em alguns casos, as supernovas começam como anãs-brancas, atraindo material em torno delas até que atinjam uma massa crítica, chegando à explosão. Outras vezes, elas são o resultado do choque de um conjunto binário de estrelas.
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Dados climáticos de 2013 confirmam o aquecimento global, segundo a Nasa

Sugerido por mpaiva

Do MSN Notícias

Dados climáticos de 2013 confirmam o aquecimento global, segundo a Nasa

EFE

Washington, 21 jan (EFE).- Os dados climáticos de 2013 em todo o planeta, o sétimo ano mais quente desde que começaram os registros, confirmam a tendência de aquecimento global em longo prazo, segundo um estudo da Nasa divulgado nesta terça-feira.

O trabalho, realizado no Instituto Goddard de Estudos Espaciais da agência espacial americana, mostra que a temperatura média global do ano passado foi de 14,6 graus Celsius, 0,6 graus acima da média do século 20.

Além disso, há 38 anos, em nenhum deles a temperatura média se situou abaixo dessa média de 14,6 graus. Leia mais »

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Cientistas usam detector câncer de pele para analisar obras de arte

Jornal GGN – Uma equipe formada por químicos universitários, ambientalistas e pesquisadores de arte, em parceria com a National Gallery of Art, em Washington DC, descobriu uma nova maneira de revelar detalhes tridimensionais de pinturas sem causar danos à obra. Em artigo publicado na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências, o grupo descreve como eles aplicaram uma técnica a laser, normalmente usada para detectar câncer de pele, em pinturas e como ela permitiu visualizar sua natureza 3D, sem comprometer a pintura.
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Assim como humanos, ratos também possuem “memória de trabalho”

Jornal GGN – Milhares de vezes por dia, o cérebro armazena as informações sensoriais para períodos muito curtos de tempo em uma memória de trabalho, para ser capaz de usá-las mais tarde. Um estudo realizado com a colaboração da Escola Internacional de Estudos Avançados (SISSA), da Itália, mostrou, pela primeira vez, que esta função também existe no cérebro de roedores, uma descoberta que lança luz sobre as origens evolutivas desse mecanismo cognitivo.

Nos computadores, tal mecanismo é chamado de “RAM”, mas é conceitualmente similar ao que os cientistas chamam de “memória de trabalho” no cérebro de humanos e primatas: quando interagimos com o meio ambiente, nossos sentidos reúnem informações que um sistema de memória temporária mantém fresco e prontamente acessível por alguns minutos, para que o corpo possa realizar operações (por exemplo, uma ação).

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Efeito "jet lag" interrompe ritmos de genes em humanos

Jornal GGN – Um novo estudo da Universidade de Surrey, no Reino Unido, descobriu que os ritmos diários de nossos genes são interrompidos quando os períodos de sono são modificados. O resultado da pesquisa foi publicado na edição desta terça-feira (21) da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências.

Pesquisadores colocaram 22 participantes em um ambiente controlado durante 28 horas, sem um ciclo de luz-escuridão natural. Como resultado, o chamado ciclo de sono-vigília foi adiado por quatro horas a cada dia, levando o sono a vir com 12 horas de atraso em relação ao relógio biológico normal do cérebro e do que seria o “dia normal”. A equipe, então, coletou amostras de sangue para medir os ritmos de expressão gênica dos participantes.
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Estudiosos dizem que ontem foi o dia mais triste do ano

Sugerido por jns

Do O Povo

Hoje é o dia mais triste do ano, segundo estudo

OPOVO Online | 20/01/2014
 
De acordo com a pesquisa realizado pelo psicólogo Cliff Arnall, fatores como as dívidas realizadas no Natal e a meteorologia são essenciais para que a terceira segunda-feira do ano seja o dia mais triste dos 365.
 
Após analisar uma equação matemática que levava em consideração a meteorologia, as dívidas realizadas no Natal, a queda da motivação e uma crescente cobrança para realizar coisas, o psicólogo Cliff Arnall, da Universidade de Cardiff, no País de Gales, concluiu que a terceira segunda-feira de janeiro é o dia do ano em que as pessoas se sentem mais tristes.
 
Na Grã-Bretanha, o dia de hoje é chamado de"Blue Monday". 
 
A pesquisa foi levada tão a sério que já foi comprovado até mesmo um aumento do número de faltas nos trabalho.
 
A ONG Mental Health UK, que tem foco na saúde mental dos britânicos, oferece, por telefone, conselhos de como superar a segunda-feira mais triste do ano.
 
Na maioria dos casos, eles sugerem que as pessoas usem roupas com cores brilhantes, façam exercícios físicos, comam bem e procurem ser sociáveis.

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A história do Universo em 10 Minutos

Sugerido por ANTONIO ATEU

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