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Ciência

Nos EUA, espécie de Puma é considerada oficialmente extinta

Do Climatologia Geográfica

O animal foi visto pela última vez há quase 77 anos, o Puma Cougar *Puma concolor* oriental era vítima incessante de caçadores e foi completamente eliminado, de acordo com o US Fish and Wildlife Service. Após uma revisão de 4 anos, o Wildlife Service vai remover o animal no mês que vem da sua lista de espécies ameaçadas, já que ele estava nos últimos 43 anos. Com a medida, o felino, que já habitou a América do Norte, do Canadá à Carolina do Sul, nos EUA, não mais será considerado uma espécie em perigo. Junto com suas primas panteras, o puma concolor já foi um dos mamíferos terrestres melhor distribuídos no ocidente, mas, de acordo com biólogos, acabou restrito a um terço do território que já ocupou por conta das invasões humanas e desmatamentos.

 

O último registro confirmado de um puma cougar do Leste foi em 1938, o animal em questão estava morto. Antes, um deles foi visto em Nova Brunswick, no Canadá, em 1932. O animal foi exterminado por imigrantes europeus, que o eliminavam sob a alegação de autoproteção. Além disso, seu desaparecimento tem a ver com o desflorestamento ocorrido na região, que também levou a sua principal presa, o veado-de-cauda-branca, à extinção.

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Telescópio capta destruição de um sistema solar

Enviado por Vânia

Da BBC Brasil

Desintegração de planeta perto de estrela morta sugere como será fim da Terra

A destruição de um sistema solar, captada pela primeira vez pelo telescópio Kepler, da Nasa, pode dar uma resposta para uma questão que muita gente se pergunta: o que vai acontecer com a Terra quando o Sol apagar?

Por ora, não é algo com o qual devamos nos preocupar - ainda faltam cerca de 5 bilhões de anos.

Mas pesquisadores descobriram os restos de um mundo rochoso em vias de decomposição girando em torno de uma anã branca (o núcleo ardente que permanece de uma estrela quando ela já consumiu todo seu combustível nuclear), que pode fornecer pistas interessantes sobre o possível cenário do "fim do mundo".

A estrela moribunda, do mesmo tipo que nosso Sol e batizada de WD1145+017, fica na constelação de Virgo, a 570 anos-luz da Terra.

Segundo um estudo publicado esta semana pela revista Nature, a diminuição regular da intensidade de seu brilho - uma queda de 40% que se repete a cada 4,5 horas - indica que há vários pedaços de rocha de um planeta em decomposição orbitando em espiral a seu redor.

"Isso é algo que nenhum ser humano tinha visto antes", afirmou Andrew Vanderburg, pesquisador do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian e principal autor do estudo.

"Estamos vendo a destruição de um sistema solar."

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Estrela dupla em processo de fusão é descoberta por astrônomos

Da Agência USP

 
Por Antonio Carlos Quinto

Grupo de cientistas que incluem brasileiros do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, acaba de descobrir um sistema considerado “super raro” que é composto de duas estrelas ligadas pela força gravitacional, com massas bem superiores à do nosso Sol. O sistema denominado VFTS 352 foi localizado a aproximadamente 160 mil anos luz – cerca de 10 bilhões de vezes a distância entre a Terra e o Sol, numa galáxia vizinha à nossa Via Láctea conhecida como a Grande Nuvem de Magalhães. O artigo acaba de ser publicado no The Astrophysical Journal (Volume 812 issue 2 article 102).

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Diminuição da luz de uma estrela intriga cientistas

Enviado por Paulo F.

Do Diário de Notícias de Lisboa

Investigadores não têm explicação para uma estranha diminuição da luz de uma estrela

A estrela chama-se KIC 8462852 e pode até não ser fácil de memorizar, mas a verdade é que já se tornou no mais recente mistério no espaço e que muito está a dar que falar entre astrónomos e, claro, na internet. Uma estranha diminuição na intensidade da sua luz - muito maior do que o normalmente verificado - está a deixar o mundo científico curioso. Há falta de explicações que se podem considerar mais lógicas, há já quem fale na possibilidade de uma megaestrutura extraterrestre estar na origem deste mistério.

A KIC 8462852 está a 1500 anos-luz da Terra e foi monitorizada 1600 dias pelo telescópio Kepler, da NASA. A missão, que começou em 2009, tem como objetivo encontrar novos planetas (e tem tido sucesso) procurando por diferenças na luz das estrelas, pois quando um planeta passa à frente delas, a luz escurece, normalmente entre um a dois por cento. Mas o que aconteceu com a KIC 8462852 foi bem diferente.

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Livro analisa polêmicas sobre o trabalho de Einstein

Enviado por Adir Tavares

Do Observatório da Imprensa

Livro discute obra de Albert Einstein

Por Pollyanna Duarte de Lima - Observatório da Imprensa
 
O ano de 2015 é um ano sui generis para a física. Fazem exatamente 10 anos da morte de César Lattes, físico brasileiro, co-descobridor do méson pi, partícula fundamental para se entender-se a coesão do núcleo do átomo, professor da Unicamp e um dos maiores físicos da história. Também fazem exatos 60 anos que Albert Einstein, que dispensa apresentações, faleceu. O que têm a ver essas duas datas? É que os dois físicos eram inimigos. Não necessariamente inimigos pessoais, já que nunca se encontraram, mas intelectuais.
 
Lattes foi um dos principais defensores da ideia que a Teoria da Relatividade não era fruto do gênio de Einstein, mas uma cópia indevida, um plágio que Einstein fez com outras descobertas. No passado a imprensa brasileira e internacional, seja ao comentar a morte de Lattes, seja ao celebrar os cem anos da relatividade, não deu um pio sobre esta controvérsia, de conhecimento público desde os anos 50.

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Uma estrela que desafia a imaginação, por Helio Rocha-Pinto

Às vezes uma observação astronômica rende algo mais interessante e inesperado do que o objetivo inicial que a motivou. A lista de importantes descobertas acidentais é longa e data de, pelo menos, o século XVII, quando Galileu descortinou o sistema de satélites de Júpiter, as fases de Vênus, as montanhas da Lua e as manchas solares.

Uma descoberta anunciada nesta semana candidata-se a ser a mais recente adição a essa notável lista: uma estrela que teria, em sua órbita, objetos diversos cuja natureza ainda não foi possível precisar. E justamente por isso deu azo a diversas hipóteses que incluem até mesmo esferas de Dyson, uma espécie de artefato coletor de luz que se especula ser factível de construção por civilizações que dominem tecnologia extremamente superior à nossa.

A estrela em questão se chama KIC 8462852 e é uma das 150 mil estrelas monitoradas pelo telescópio espacial Kepler ao longo dos últimos 4 anos.

O telescópio Kepler foi lançado com equipamentos desenvolvidos para medir pequenas variações de brilho na luz das estrelas. A maioria dessas variações se deve a fenômenos físicos internos das estrelas, como os chamados estelemotos, os sismos estelares, análogos aos sismos terrestres. Outras variações se devem à presença de manchas estelares, fruto da atividade magnética da estrela, tais como as manchas solares. Contudo, as variações de brilho estelar mais empolgantes, tanto para cientistas, quanto para o público leigo, são aquelas produzidas pelos trânsitos planetários, quando um corpo em órbita da estrela bloqueia a luz de parte desta. Em termos mais populares, um trânsito é um eclipse -- com a diferença de que apenas parte muito pequena da luz estelar é bloqueada, devido á diferença de tamanho entre estrela e corpo orbitante.
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Cinco evidências de que vivemos em uma simulação, por Wilson Ferreira

 

Desde que o filósofo e matemático Nick Bostron sugeriu em 2003 que o universo poderia ser uma simulação produzida algum supercomputador quântico alienígena, físicos, matemáticos e astrofísicos vem procurando evidências  dessa hipótese. O “Cinegnose” vai resumir as atuais cinco principais evidências: O Princípio Antrópico e o Paradoxo de Fermi, Mecânica Quântica e Modelagem da Simulação, Universo Pixelado, Falhas na Matrix, Raios Cósmicos e a Grade da Simulação. Uma discussão à primeira vista delirante, mas que envolve lógica e números. E, claro, a inspiração do imaginário cinematográfico dos filmes gnósticos. Uma discussão que pode resultar em profundas consequências espirituais e religiosas nas nossas vidas.

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Estudo sobre consumo, pobreza e bem-estar vence Nobel de Economia

Jornal GGN - Angus Deaton, britânico de 69 anos, foi o vencedor do prêmio Nobel de Economia de 2015, por seu trabalho que aborda consumo, pobreza e bem-estar. Ao anunciar o prêmio, o comitê da Academia Real das Ciencias da Suécia afirmou que "para formular uma política econômica que promova o bem-estar e reduza a pobreza, devemos, primeiro, entender as escolhas individuais de consumo".

Deaton - que leciona em Pricenton, nos EUA, e nasceu em Edimburgo, na Escócia - responde a três questões centrais em seu trabalho: como os consumidores distribuem seus gastos entre diferentes bens; qual porcetal da renda da soecidade é gasto e qual é poupado; e qual a melhor forma de medir e analisar o bem-estar e a pobreza.

Do Estadão

Britânico ganha o Nobel de Economia 2015 por estudo sobre consumo, pobreza e bem-estar

Angus Deaton, que leciona em Princeton, analisou escolhas individuais de consumo para medir e analisar pobreza e bem-estar 

O britânico Angus Deaton, de 69 anos, foi o ganhador do prêmio Nobel de Economia 2015 por seu trabalho sobre consumo, pobreza e bem-estar."Para formular uma política econômica que promova o bem-estar e reduza a pobreza, devemos, primeiro, entender as escolhas individuais de consumo", afirmou o comitê da Academia Real das Ciências da Suécia ao anunciar o prêmio no valor de quase US$ 1 milhão. "Mais do que ninguém, Angus Deaton aprimorou essa compreensão." 

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Pesquisa de reparação de DNA vence Nobel de Química

Da Agência Brasil

A Real Academia Sueca das Ciências concedeu hoje (7) o Prêmio Nobel de Química aos pesquisadores Thomas Lindalh, da Suécia, Paul Modrich, dos Estados Unidos, e Aziz Sancar, da Turquia, pelo estudo de mecanismos que permitem a reparação de DNA.

Lindalh, de 77 anos, é ligado ao Instituto Francis Crick e ao Laboratório Clare Hall, ambos no Reino Unido; Modrich, de 69 anos, à Escola de Medicina da Universidade de Duke (EUA), e Sancar, também de 69 anos, da Universidade da Carolina do Norte (EUA). Leia mais »

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Os encantos e fascínios da Teoria da Relatividade

Enviado por Almeida

do Instituto Humanitas Unisinos

Entrevistas do IHU

A encantadora (e complexa) realidade. Entrevista especial com Aba Cohen Persiano

Por Ricardo Machado

"Mesmo que um grande número de pessoas não saiba, e o Ano Internacional da Luz tem em seus objetivos tornar presente a realidade que nos foi apresentada no início do século passado por Einstein e, como partícipes dessa realidade, temos obrigação de saber, pois ela incorpora nossas vidas no presente", frisa o físico.

Os encantos e fascínios da Teoria da Relatividade vêm de sua própria simplicidade. É uma espécie de fórmula perfeita que não pretende ser insuperável. “A realidade é descrita de modo tão encantador que nos leva a inferir clara e evidentemente o mecanismo da gravidade (que Newton aspirava conhecer); este quinto elemento, a gravidade, deixa de ser uma força mútua entre dois corpos para se transformar numa distorção espaço-temporal que brota ‘mágica e espontaneamente’, como consequência necessária, uma espécie de sinônimo físico, dessa pluri-fusão de grandezas da Natureza”, explica o professor e pesquisador Aba Cohen Persiano, em entrevista por e-mail à IHU On-Line.

Ao colocar a gravidade como um dos elementos centrais para pensar o tempo e o espaço, Einstein abriu caminho para observações mais sofisticadas sobre o universo, que, por sua, vez demonstraram a maneira pela qual o universo segue em expansão. “A expansão do Universo se dá de maneira acelerada, ou seja, no início a rapidez da fuga (na realidade a velocidade de expansão do espaço) era menor do que a observada mais recentemente”, esclarece o professor. Tais estudos permitiram à humanidade pensar sobre o seu espaço (insignificante) na cosmologia universal. “Vivemos numa cultura em que há constante aperfeiçoamento de nosso entendimento do Universo. Cada vez mais nos convencemos de que somos habitantes de um ínfimo planeta perdido no espaço de um Universo que se desintegrará no infinito. Essa percepção nos obriga a pensar de modo humilde em relação à existência e à natureza e a cuidar melhor desse pontinho azul em que vivemos”, propõe Aba Cohen.

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Sem humanos, animais reconquistam Chernobyl

Jornal GGN - Com a zona de exclusão existente desde 1986, quando ocorreu o pior acidente nuclear da história, os animais começaram a ocupar a cidade vazia deixada por 116 mil pessoas em Chernobyl. Graças ao desaparecimento dos seres humanos existem mais grandes mamíferos na região do que antes do acidente na usina.

Um grupo de biólogos tem estudado na área, sobrevoando a zona de exclusão e fazendo contagem de animais para determinar como a radiação afetou essas populações. Ao contrário do que se imaginava, os animais se desenvolveram por toda a reserva e também estão em um número maior comparado com outras regiões. "Apesar dos possíveis efeitos da radiação em animais individuais, não se pode detectar um efeito sobre as populações de mamíferos’, afirma Jim Smith, líder do estudo.

Do El País

 
Ausência de seres humanos na zona de exclusão multiplica a população de animais
 
Muito antes de os soviéticos erguerem a central de Chernobyl na década de 1970, os lobos, alces e javalis já percorriam os bosques e pradarias do que hoje é a zona de exclusão, onde não vivem pessoas desde que em 1986 se produziu o pior acidente nuclear da história. Três décadas depois daquilo, os animais ocuparam o vazio deixado pelas 116.000 pessoas removidas para sempre de um território de 4.200 quilômetros quadrados. Hoje, graças ao desaparecimento do ser humano, há mais grandes mamíferos na zona do que antes da tragédia atômica.

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Pesquisas tentam aumentar eficiência da irrigação agrícola

Da Revista Pesquisa Fapesp

 
Novos equipamentos possibilitam aumento na eficiência do uso da água no campo em mais de 30%

A preocupação com o alto consumo de água para irrigação no Brasil – cálculos da Agência Nacional de Águas (ANA) apontam que essa técnica, muito utilizada na agricultura, responde por 72% do gasto total – tem incentivado pesquisadores a procurar alternativas para reduzir o desperdício. Grupos de pesquisa de diferentes instituições desenvolveram tecnologias que podem diminuir o consumo atual em mais de 30%. Em diferentes fases de desenvolvimento, alguns projetos já resultaram em depósitos de patentes e caminham para se tornar diferentes tipos de produtos comerciais.

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Um ministro "compatível"com o status da ciência e tecnologia no Brasil

Por Roberto Bitencourt da Silva

Sobre o novo ministro da Ciência e Tecnologia, sr. Celso Pancera, classificado como o "pau mandado do Cunha", pelo noticário da grande imprensa, convenhamos, não há muita surpresa em sua indicação. Nem me refiro às eventuais e controversas experiências na seara política do novo ministro peemedebista. Basta lembrar o seguinte: a economia brasileira entrou há cerca de duas décadas em um processo acentuado de desnacionalização e desindustrialização.

A indústria corresponde a algo em torno de 10% do PIB nacional. Quase 50% dela é de propriedade forânea, sobretudo nos ramos portadores de maior dominio técnico-científico e de capital. Isso quer dizer que grossa parte dos empregos gerados no país são de baixa densidade educacional e precários, do ponto de vista da seguridade social e trabalhista.

O novo ministro, aqui no Rio, foi durante um par de tempo, até o ano passado, presidente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro - Faetec. Notabilizou-se por privilegiar a oferta de cursos de curta duração, com a alegada intenção de dar suporte ao mercado de trabalho, à qualificação dos trabalhadores.

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Orçamento do MCTI não é satisfatório, diz Aldo Rebelo

Jornal GGN -  Aldo Rebelo, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, afirmou que o orçamento da pasta não é satisfatório, mas que uma das prioridades é aumentar o orçamento não só do Ministério, mas também do Sistema Nacional de Pesquisa e Ciência, que inclui, além do ministério, as secretarias e fundações de amparo à pesquisa dos Estados e municípios, as empresas que investem em P&D (pesquisa e desenvolvimento), utilizando empréstimos como o feito com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e parceiras com outros países, como Alemanha, China e França. 

Em entrevista ao jornalista Bruno de Pierro, Rebelo disse que o MCTI será afetado pelo ajuste fiscal assim como todas as áreas, e que é natural que o ministério dê a sua contribuição para que o ajuste tenha sucesso". Ele também ressalta que o ajuste não é objetivo, e sim uma preparação para a "retomada do crescimento da economia". Veja a entrevista completa, dividida em quatro partes, abaixo:

Do blog do Bruno de Pierro

 

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Anúncio de descoberta de água em Marte anima especialistas

Da Agência Brasil

O anúncio feito hoje (28) pela agência espacial norte-americana (Nasa) da descoberta de água salgada e corrente na superfície de Marte animou especialistas no Brasil. Para eles, esse é mais um passo para desvendar os muitos mistérios sobre um planeta tão próximo de nós.

“Essa descoberta coloca no horizonte a possibilidade de levar astronautas para Marte. Para a exploração espacial é uma informação importante”, disse o professor do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Alan Alves Brito.

Ele lembra que a existência de água em Marte já era conhecida, mas não da forma descoberta agora. “Essa é a novidade, uma água salina, e que existe água lá nesse presente momento. Água, para nós em astronomia, significa a possibilidade de vida [no planeta]”.

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