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Ciência

Coppe/UFRJ lança nesta segunda laboratório mais avançado do país

Núcleo de Microscopia Eletrônica foi desenvolvido com financiamento da Finep, BNDES, CNPq, Cenpes/Petrobras, Vallourec do Brasil e Faperj
 
 
Jornal GGN - Nessa segunda-feira (14) a Coppe/UFRJ inaugura o laboratório mais avançado do país, chamado Núcleo de Microscopia Eletrônica, onde serão estudados materiais de engenharia e bioengenharia. Dentre os equipamentos de última geração reunidos no espaço estão microscópios eletrônicos de transmissão e de varredura, com resolução atômica, capazes de realizar imagens tridimensionais possibilitando, ainda, estudar objetos em escala nanométrica (1 milímetro dividido por 1 milhão). Desse modo, os ensaios realizados no laboratório irão contribuir para o avanço da ciência nacional em diversas áreas.
 
A mídia institucional, Planeta Coppe, adiantou que já estão programados testes para a criação de materiais ligados à fabricação de ligas mais resistentes e com melhor desempenho para o refino de petróleo, os equipamentos ajudarão ainda na produção de novos polímeros e catalizadores para o setor de petróleo e gás natural. 
 
O modelo de gestão do Núcleo de Microscopia Eletrônica será multiusuário, em parceria com o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes/Petrobras), o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB/UFRJ), Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel). Porém, 30% do tempo do Núcleo poderá ser utilizado exclusivamente por clientes externos à Universidade.
 
O espaço foi construído e equipado com financiamento da Finep, BNDES, CNPq, Cenpes/Petrobras, Vallourec do Brasil e Faperj, além de recursos da própria Coppe, via emenda parlamentar apresentada pelo deputado federal Miro Teixeira e de projetos coordenados por professores e pesquisadores que representam a instituição no Comitê Gestor do Núcleo. 
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Guia mapeia museus itinerantes de ciência no país

Da Revista Pesquisa Fapesp

 
Guia mapeia 32 museus científicos itinerantes no Brasil
 
Bruno de Pierro

A carga transportada pelo motorista Daniel Batista da Silva é diferente de tudo o que ele já carregou em 25 anos de profissão. “Eu levo um museu de ciência”, disse, apontando para a carreta estacionada numa grande área a céu aberto. Sobre as rodas do caminhão funciona a Caravana da Ciência, um museu itinerante criado em 2007 pela Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj), que entre os dias 12 e 18 de julho foi uma das atrações da 67ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada no campus da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). A iniciativa é um dos 32 museus científicos móveis em atividade no país, que promovem atividades em comunidades e municípios distantes dos grandes centros urbanos. Eles estão listados no recém-lançado guia de Centros e museus de ciência do Brasil 2015, publicado pela Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC), pela Casa da Ciência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pelo Museu da Vida da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A edição anterior do guia, divulgada em 2009, havia registrado apenas 20 projetos desse tipo no país. “Os museus itinerantes têm a capacidade de irradiar acervos e exposições científicas, principalmente para populações geográfica ou socialmente sem acesso a equipamentos científicos, como moradores de pequenos e médios municípios e periferias das grandes cidades”, explica José Ribamar Ferreira, presidente da ABCMC.

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Pesquisas traçam panorama da relação do brasileiro com a ciência

Da Revista Pesquisa Fapesp

 
Duas pesquisas divulgadas durante a 67ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada em julho no campus da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), trouxeram um panorama atualizado sobre a relação dos brasileiros com a ciência e a tecnologia.
 
Uma delas entrevistou 2.002 pessoas de 15 a 40 anos em nove regiões metropolitanas do país e mostrou que só 5% delas poderiam ser consideradas cientificamente letradas. Isso significa que apenas essa parcela foi capaz de compreender vocabulários e conceitos básicos da ciência, usados no cotidiano, como biodegradável ou megawatt, e refletir de maneira crítica sobre o impacto da ciência na sociedade.

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Aumento do nível dos oceanos pode acelerar, diz Nasa

Do Diário de Notícias

Subida do nível dos oceanos pode acelerar, alerta a NASA

Dados de satélites mostram subida do mar no planeta. Por cá, o problema associa-se ao da erosão costeira, por falta de reposição de sedimentos na costa a sul do Douro, a exigir maior proteção do litoral

Duas décadas de registos feitos por satélites de observação da Terra sobre os oceanos mostram que, desde 1993, houve uma subida global do nível do mar de 7,62 cm, com algumas regiões do Atlântico, Índico, Pacífico e mar Austral a registarem valores ainda maiores, da ordem dos 22,8 cm - há zonas, poucas, na costa oeste dos Estados Unidos, onde a tendência foi contrária . São dados divulgados pela NASA que mostram também que o problema tem tendência para sofrer uma aceleração nas próximas décadas.

Na região costeira da Península Ibérica, a subida média do nível do mar é da ordem dos 5 a 7 cm, como se pode ver no mapa da NASA, o que coincide, aliás, com os resultados dos estudos realizados na costa portuguesa.

O novo retrato da subida dos oceanos prevê um efeito de aceleração a curto e médio prazo, se a tendência para o degelo no Ártico, Gronelândia ou dos glaciares do Alasca se mantiver ao mesmo ritmo das décadas recentes.

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Anticorpo poderá ser usado no tratamento contra o câncer

Da Revista Pesquisa Fapesp

 
Empresa brasileira licencia molécula com potencial para gerar tratamentos contra câncer
 
BRUNO DE PIERRO

A empresa brasileira Recepta Biopharma, de São Paulo, firmou um acordo com a norte-americana Mersana Therapeutics para licenciar um anticorpo monoclonal que poderá ser usado em tratamentos contra câncer. Segundo os termos da parceria, a Recepta cederá à Mersana os direitos fora do Brasil sobre o anticorpo, que será usado pela companhia norte-americana para desenvolver um composto imunoconjugado contra diversos alvos tumorais. No Brasil, os direitos permanecerão com a Recepta. A Mersana detém uma tecnologia, conhecida como Fleximer, para criar o chamado ADC (antibody-drug conjugate). “Eles usam um ligante para unir o anticorpo a uma toxina. Esse imunoconjugado entrega de maneira muito específica a toxina às células tumorais”, diz o físico José Fernando Perez, presidente da Recepta. “Estamos animados com o desenvolvimento de um novo imunoconjugado para responder a necessidades ainda não atendidas dos pacientes com câncer”, afirmou, em um comunicado divulgado à imprensa, Anna Protopapas, presidente da Mersana.

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A morte do escritor e neurocientista Oliver Sacks

Jornal GGN - Morreu, aos 82 anos, o neurocientista e escritor britânico Oliver Sacks, vítima de um câncer. Sacks foi autor de bestsellers e usava experiências pessoas e clínicas para escrever sobre a mente humana.

Ele alcançou grande popularidade, notadamente nos Estados Unidos, onde vendeu mais de um milhão de livros. Em seus livros, tratava doenças neurólogicas com humor, como no "O homem que confundiu sua mulher com um chapéu", uma coleção de 24 estudos de caso.

Enviado por Maria Carvalho

Da Deutsche Welle

 
por Jan Bruck 
 
O neurocientista e escritor britânico morreu aos 82 anos em Nova York, vítima de um câncer. Autor de bestsellers, Sacks usava experiências pessoais e clínicas para escrever de forma humorada sobre a mente humana.
 
Se neurologista escritor ou escritor pesquisador, Oliver Sacks não permite uma definição precisa de si mesmo: nos dois campos ele brilhou.
 
Sacks escrevia sobre os caminhos tortuosos do cérebro humano e explorava em estudos de caso histórias engraçadas da natureza humana. O cientista britânico morreu neste domingo (30/08), aos 82 anos, em sua casa em Nova York, informou o jornal New York Times. Ele lutava contra um câncer.

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Do rumor de racismo à ciência de hotel, por Cilene Victor

As mídias sociais, que a cada dia aprimoram suas técnicas para fomentar a polarização de temas polêmicos, ficaram enlouquecidas com o rumor de que o neurocientista norte-americano Carl Hart havia sofrido racismo no Hotel Tivoli Moffarrej.

Para quem não se preocupa muito com o significado das palavras, vale lembrar que rumor não é uma mentira, mas também não é uma verdade. Trata-se de uma informação que precisa ser verificada – tarefa elementar do jornalismo.

Nestes tempos de mídias sociais, a propagação de rumores ganha velocidade e intensidade inimagináveis.

Curtidas, comentários e compartilhamentos em minutos ou horas após a divulgação das informações fazem o rumor se impor como verdade.

Poucos discutem o que está por trás de sua propagação. No caso de Hart, fica evidente que um grupo estava mais propenso a acreditar na versão de racismo, principalmente porque o Brasil desenvolveu formas mais perversas de praticar esse crime, entre elas a de fazê-lo parecer algo pontual, relacionado à resistência da sociedade diante de qualquer possibilidade de ascensão profissional e intelectual dos negros. Ontem foi Maju, hoje Hart, mas todos os dias esse crime é  cometido contra aqueles que não têm voz na imprensa. Por isso, o apelo à espetacularização é o pior recurso – causa impacto, mas imensamente efêmero.  

Outra explicação para a aceitação de um rumor é o clima maniqueísta adotado pela imprensa e pelas mídias sociais na abordagem dessas temáticas. Em uma sociedade dividida em dois grandes grupos, cegos pelo cólera e pelo revanchismo, histórias de discriminação, envolvendo um hotel de luxo e um grupo privilegiado de cientistas, palestrantes e uma plateia branca, são rapidamente aceitas, sem questionamento.

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Traumas podem afetar genes de filhos de vítimas

Jornal GGN - Uma equipe de pesquisa do hospital Mount Sinai, de Nova York, concluiu que mudanças genéticas decorridas de traumas podem ser transmitidas para os filhos das vítimas. Até agora, este é o sinal mais claro de que as experiências de vida de uma pessoas podem afetar as gerações seguintes.

A pesquisa liderada por Rachel Yehuda fez um estudo genético com 32 homens e mulheres que foram prisioneiros de campos de concentração nazistas, testemunharam ou sofreram torturas, ou foram obrigados a se esconder durante a Segunda Guerra Mundial. Os cientistas também estudaram os genes dos filhos dos participantes, sabidamente mais propensos a distúrbios de estresse, e compararam com os de famílias judias que não moravam na Europa durante a guerra.

Da Folha

Traumas afetam genes até de filhos das vítimas

HELEN THOMPSON, DO "GUARDIAN"

Mudanças genéticas derivadas de traumas sofridos por sobreviventes do Holocausto podem ser transmitidas aos filhos destes, no mais claro sinal até o momento de que as experiências de vida de uma pessoa podem afetar as gerações subsequentes.

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Hoje na História: Em 1977, Nasa lança foguete com mensagem da Terra para extraterrestres

Enviado por Alfeu

Do Opera Mundi

Por Max Altman

Espécie de "cápsula do tempo sonora" incluía saudações em 60 idiomas, informações sobre a raça humana, faixas musicais e um recado de Jimmy Carter

Em 20 de agosto de 1977, a Nasa (National Aeronautics and Space Administration) enviou ao espaço sideral um foguete não tripulado carregando uma mensagem, cujo conteúdo era um registro fonográfoco de informações sobre a Terra. O objetivo da empreitada era estabelecer comunicações com extraterrestres.

O aeronave de 850 quilos, batizada de Voyager II, foi lançada pela Nasa do Cabo Canaveral, na Flórida. Era a primeira de duas naves espaciais lançadas naquele ano, como, segundo a imprensa reportou à época, um “Grande Tour” a planetas distantes, organizado para coincidir com um raro alinhamento de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
Conheça seis fatos sobre o piquenique que, 25 anos atrás, ajudou a derrubar o Muro de Berlim

A bordo do Voyager II seguia um fonógrafo de cobre de 30 centímetros chamado de “Sons da Terra”. Com a intenção de ser uma espécie introdutória de ‘cápsula do tempo’, a gravação incluía saudações em 60 idiomas e informações científicas acerca da Terra e da raça humana, assim como música clássica, jazz e rock and roll, sons da natureza como o trovão e as ondas do mar, além de mensagens gravadas do presidente Jimmy Carter e outros líderes mundiais.

Invenção do astrônomo Carl Sagan, o disco foi enviado com o Voyager II e sua nave gêmea a Voyager I — lançada duas semanas mais tarde — na vaga esperança que pudesse um dia ser descobertas por seres extraterrestres. O disco foi lacrado num estojo de alumínio, que poderia mantê-lo intacto por um bilhão de anos, junto com instruções de como fazê-lo funcionar.

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Impotência severa e seu tratamento

Alguns pacientes com disfunção erétil de origem orgânica (física) e que não se adaptaram, ou não apresentaram resultados satisfatórios, com os métodos de tratamentos clínicos (medicamentos e ou aplicações cavernosas),  devem considerar  a opção do implante de prótese peniana (maleável, ou inflável). Essa opção pode ser considerada definitiva, segura e com alto índice de satisfação do casal.

O implante da prótese peniana é feito internamente, ou seja, não há nada para ser visto externamente. Além disso - é importante ressaltar - não há alteração do homem em relação à libido, ao desejo, à ejaculação e ao orgasmo. A função da prótese peniana é apenas provocar rigidez peniana adequada para a da atividade sexual regular.

Tipos de Próteses Penianas

O implante das prótese penianas é um procedimento cirúrgico seguro e eficiente, com alto índice de satisfação do casal, no qual são colocadas estruturas cilíndricas biocompatíveis no interior dos corpos cavernosos do pênis de forma a proporcionar um estado de rigidez peniana adequado para a atividade sexual.

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Conexões, por Gustavo Gollo

Se colocarmos a mão no fogo nos queimaremos; certas conexões causais são bastante óbvias. Outras não são óbvias.

O enigmático “efeito borboleta” pode ser compreendido assim. Usualmente, quando alteramos uma causa, alteramos, proporcionalmente, sua consequência. Eventualmente, no entanto, pequenas alterações na causa podem ser amplificadas, ocasionando consequências inesperadas, muito maiores que a original. Vejamos.

Imaginemos uma formiga buscando alimento quando um galho de árvore cai interceptando seu caminho. Consideremos que ela tenha duas alternativas equivalentes; seguir por um lado, ou por outro. Se ela segue por um lado, nada especial acontece, e a queda do galho se dissipa sem que faça qualquer diferença, no futuro, que o galho tenha caído, ou não; tudo acabará ocorrendo do mesmo modo. A maioria dos fenômenos é desse tipo, acabando por desvanecer com o tempo, sendo irrelevante ter acontecido. Se a formiga segue pelo outro lado, no entanto, ela será interceptada por uma criancinha e a picará. A picada causará o choro da criança apressando, por isso, o fim do piquenique e o retorno da mãe para casa, chegando lá intempestivamente e se deparando com situação incômoda que altera toda a sua vida e o futuro de seus filhos. Uma das crianças, tendo crescido em outra cidade, acaba conhecendo um grande professor que a encaminha para determinada área de estudo, na qual acaba por fazer uma grande descoberta tecnológica que afeta todo o planeta.

A sucessão de fatos acima não é implausível, e sempre que retrocedermos de algum evento desse tipo, uma ação humana com consequências drásticas, encontraremos inúmeros detalhes aparentemente irrelevantes, como a opção da formiga, que, caso houvessem sido alterados, teriam ocasionado alterações drásticas no futuro.

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Game educativo sobre física de partículas

Enviado por Edson Marcon

Do Ciência Hoje

Caçadores de partículas

Jogo brasileiro permite explorar o universo subatômico dentro e fora de sala de aula

Caçadores de partículas

Quarks, léptons, fótons... Os últimos anos viram evoluir de forma impressionante a física das partículas subatômicas. Com o apoio de diversos equipamentos, como os aceleradores de partículas, estamos aprofundando cada vez mais nossos conhecimentos sobre o interior da matéria. Entretanto, esse vasto e complexo universo ainda é pouco explorado nas salas de aula. Torná-lo acessível a um público mais amplo é a proposta do jogo Sprace Game 2.0, desenvolvido pelo Centro de Análise e Pesquisa de São Paulo (Sprace, na sigla em inglês) da Universidade Estadual Paulista (Unesp). O game está disponível para computadores com sistemas Windows, Linux e Macintosh e pode ser acessado gratuitamente.

“Em geral, todo o avanço ocorrido no século que vai desde o experimento de Rutherford em 1911 até a descoberta do Higgs, em 2012, simplesmente não é transmitido aos estudantes”, explica Sérgio Ferraz Novaes, coordenador do Sprace e pesquisador do Instituto de Física Teórica da Unesp. Ou seja, a maioria dos alunos ainda aprende que o átomo é formado por nêutrons, prótons e elétrons, enquanto menções às partículas subatômicas são raras. “Vejo também que os professores se sentem pouco à vontade em passar esse conteúdo porque, na maioria das vezes, eles também não tiveram acesso a essa informação”, acrescenta o especialista.

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Estudantes brasileiros são premiados em Olimpíada de Astronomia

Da Agência Brasil

Quatro estudantes brasileiros do ensino médio ganharam menções honrosas pelo alto desempenho individual na 9ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, na cidade de Magelang, na Indonésia.
 
Os premiados foram Carolina Guimarães, única representante feminina e de escola pública, de Vitória, Felipe Barscevicius, do município paulista de Sorocaba, João Paulo Paiva, de Curitiba, e Yassin Khalil, de Primavera do Leste, em Mato Grosso – os três de escolas particulares.
 
Os alunos foram avaliados individualmente, em provas de teoria, observação e análise de dados, e em grupo, para a escolha da melhor equipe. A competição ocorreu entre os dias 26 de julho e 4 de agosto com a participação de 45 equipes de 41 países.
 
“Foi uma experiência incrível, sempre foi um sonho participar de uma olimpíada internacional. Participo da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica desde os oito anos”, conta Carolina, logo após o desembarque em São Paulo, na noite dessa quarta-feira (5). Ela tem 18 anos e estuda no Instituto Federal do Espírito Santo. Carolina disse que sempre gostou e leu sobre o tema, mas intensificou os estudos no ano passado, depois de ser selecionada para a Olimpíada Latino-Americana de Astronomia.

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Túnel de animais extintos é descoberto em Rondônia

 
 
A primeira toca de preguiças gigantes da região amazônica, extintas há milhares de anos na América do Sul, foi descoberta no último mês por pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil. A caverna já era conhecida por moradores da região de Ponta do Abunã, em Rondônia, mas não havia sido classificada de paleotoca, ou seja, cavada por animais extintos.
 
De acordo com o geólogo Amilcar Adamy, responsável pela descoberta, a paleotoca existe há pelo menos 10 mil anos e tem no mínimo 100 metros de extensão. A toca tem marcas de garra que indicam que foi escavada por espécies de grande porte. “Não temos na fauna atual da região nenhum animal capaz desse tipo de escavação”, explica.

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Energia nuclear e o desenvolvimento de tecnologias de uso dual

Por Mariano S Silva

Desenvolvimento de Tecnologias de Uso Dual
 
Desenvolvimento de tecnologia é sempre um processo sigiloso, seja por parte de entidades do estado, seja por empresas privadas. A produção da ciência é bem mais (com exceções) de caráter público. Seus resultados são divulgados, embora sem muitos detalhes, para que outros atores possam acompanhar o feito realizado e inclusive poder criticá-lo. A divulgação de um resultado técnico ou produto novos é feita, em muitos casos, com certa teatralidade de “marketing” já visando a comercialização do bem. A título desta, menos detalhes ainda, são divulgados. Portanto, segredo é sempre parte do processo de divulgação científica e tecnológica. Que dizer então da ciência e tecnologia de uso dual: militar e civil?
 
RD Maestri, em um comentário, me fez recordar de algumas experiências de vida, que passo a relatar.
 
A primeira que me vem em mente deve-se a algumas conversas que tive, nos anos setenta com o saudoso Prof. Sérgio Porto. Este, filho de um pescador da Praça XV no Rio de Janeiro, era além de físico talentoso egresso do famoso Bell Labs ( origem de vários prêmios Nobel), uma pessoa simples e de fácil trato. Pessoas relatavam à época suas partidas de futebol com os funcionários mais simples da UNICAMP. Desconfiei, então, que ele estava tentando o enriquecimento isotópico de U (urânio) através de lasers. Este era um trabalho de ponta que estava sendo feito por alguns laboratórios norte-americanos.

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