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Comércio e Serviços

Caixa volta a suspender financiamento de imóveis da linha Pró-Cotista

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Foto: Bruno Peres/Ministério das Cidades
 
Jornal GGN - A Caixa Econômica Federal voltou a suspender as novas operações da linha de crédito Pró-Cotista, que utiliza recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), pouco mais de um mês depois da liberação de R$ 2,5 bilhões adicionais para esta linha de financiamento.
 
A Caixa justificou a medida afirmando que a suspensão foi adotada  “em razão do comprometimento total do orçamento disponibilizado pelo Conselho Curador do FGTS para o exercício de 2017”. O financiamento já havia sido suspenso em maio, também por falta de recursos, mas retomado após a liberação do Ministério das Cidades.
 
A linha Pró-Cotista é a mais barata depois do Minha Casa, Minha Vida, com juros de 7,85% a 8,85% ao ano. 

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Fim da desoneração da folha passa a valer no dia 1º de julho


Dyogo Oliveira e Henrique Meirelles - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A Medida Provisória que acabou com a desoneração da folha de pagamento para grande parte dos setores da economia começa a valer a partir do próximo dia 1º de julho. Considerada uma das principais políticas do governo de Dilma Rousseff para estimular a economia, a desoneração voltará para diversas empresas.
 
Setores de tecnologia da informação, teleatendimento, hoteleiro, comércio varejista e alguns segmentos industriais, como automóveis e vestuário, terão que contribuir com a alíquota de 20% a partir do próximo mês.
 
A desoneração instituída pelo governo Dilma substituía a contribuição sobre a folha de pagamento por uma contribuição sobre a receita bruta, destinada ao financiamento da Seguridade Social. Mas o governo de Michel Temer acabou com a política e buscou recuperar parte do déficit primário de R$ 139 bilhões do país com a retomada da arrecadação.
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Movimento no comércio tem queda de 1% em abril

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Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
 
Jornal GGN - De acordo com dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), o movimento do comércio cai 1% no mês de abril. No acumulado de 12 meses, entre maio do ano passado e abril de 2017, a redução foi de 3,4% na comparação com o período anterior. Em relação a abril do ano passado, o recuo foi de 5,2%. 
 
Na avaliação da Boa Vista, o indicador do varejo está em uma recuperação gradual desde novembro de 2016, mesmo que em ritmo menor do que o esperado. A expectativa é que os próximos meses tenham resultados melhores, influenciada pela redução na taxa de juros, entre outros fatores. 

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Apesar de queda, número de inadimplentes ainda representa 39% da população

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens
 
Jornal GGN - Divulgados divulgados nesta quarta-feira (10) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que, apesar da queda, o número de consumidores inadimplentes ainda representa 39,19% da população com idade entre 18 e 95 anos, com uma estimativa de 59 milhões de pessoas físicas negativadas no Brasil. 
 
O indicador teve redução de 1,6% na comparação com abril do ano passado. Entre março a abril deste ano, a inadimplência teve queda de 0,35%. No ano passado, o indicador teve recuos mensais depois da alta entre o fim de 2015 e o começo de 2016. 

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Lotéricas sofrem com repasses defasados, enquanto governo prepara privatização de apostas

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Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - O governo do presidente Michel Temer pretende privatizar as loterias na expectativa de duplicar o valor arrecadado com impostos sobre as apostas. O objetivo da equipe econômica é atrair investidores para o mercado brasileiro, acreditando que as receitas de tributos sobre as loterias pode aumentar de R$ 6 bilhões para ao menos R$ 12 bilhões. 
 
Atualmente, o setor é um monopólio da Caixa Econômica Federal, e o governo dividiu o conjunto de loterias em duas empresas que irão à leilão: a Lotex, das loterias instantâneas, como a raspadinha, e a “SportingBet”, de apostas esportivas.

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Rotativo do cartão de crédito bate novo recorde em janeiro

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Jornal GGN  - No mês de janeiro, a taxa de juros do rotativo do cartão de crédito aumentou e bateu novo recorde. Segundo o Banco Central, a tarifa subiu 2,2% na comparação com dezembro, atingindo 486,8% ao ano e chegando ao maior nível da série histórica iniciada em 2011. 
 
A taxa do crédito parcelado também teve aumento, ficando em 161,9% ao ano em janeiro, com alta de 8,1% em relação ao mês anterior. O BC registrou uma pequena redução na taxa de juros do cheque especial, que chegou a 328,2% ao ano, caindo 0,3% na comparação com dezembro. 
 
Segundo a pesquisa do Banco Central, a taxa média de juros para as famílias subiu 1% em janeiro, ficando em 72,7% ao ano. A inadimplência do crédito, que leva em consideração os atrasos com mais de 90 dias, se manteve estável em 6%. 

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Setor de serviços recua 5% em 2016, pior resultado desde 2012

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Jornal GGN - Em 2016, o setor de serviços teve queda de 5%, influenciado pelas fortes perdas na atividade de transporte. O resultado é o pior da série história iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
 
Dados divulgados nesta quarta-feira (15) mostram que o setor teve crescimento de 0,6% em dezembro do ano passado, na comparação com o mês anterior, e recuou de 5,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. 

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Desde começo da reestruturação, Banco do Brasil já fechou 217 agências

 
Jornal GGN - 217 agências bancárias do Banco do Brasil foram fechadas desde o anúncio da reestruturação da instituição, que pretende encerrar as atividades de 402 unidades até março.
 
O plano de reestruturação foi anunciado em novembro do ano passado e também prevê a transformação de 379 agências em postos de atendimento, além da extinção de 31 superintendências regionais. 
 
O objetivo do banco é economizar em torno de R$ 750 milhões, que deverão ser investidos no atendimento digital, já que, segundo o BB, cada vez mais correntistas usam computadores e celulares para realizar suas operações bancárias. Também é planejado a abertura de 255 escritórios e agências de atendimento digital. 

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Vendas no varejo caíram 6,2% em 2016, pior resultado da série histórica do IBGE

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Jornal GGN - Em 2016, as vendas no varejo caíram 6,2% na comparação com 2015, quando a queda foi de 4,3%. O resultado é o pior da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2001. 
 
O varejo brasileiro tem sido fortemente afetado pelo aumento do desemprego, sendo que, em dezembro, o recuo foi de 2,1% na comparação com novembro, o pior resultado mensal desde janeiro.
 
Para Isabella Nunes, economista do IBGE, acredita em uma leve melhora no cenário em razão da desaceleração da inflação e da queda dos juros, mas ressalta que o mercado de trabalho continua fragilizado. 

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Em 2016, comércio cortou mais de 180 mil vagas

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Jornal GGN - No ano passado, o comércio varejista brasileiro fechou 108,7 mil lojas com a demissão de 182 mil trabalhadores, descontando as admissões no período, segundo estudo da Confederação Nacional do Comércio, baseado nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
 
2016 teve resultados piores que o ano anterior na quantidade de lojas desativadas e em vagas fechadas, e, em dois anos, houve a redução em mais de 200 mil lojas e quase 360 mil empregos diretos. 
 
Fabio Bentes, responsável pelo estudo, destaca que a qeuda até novembro (último dado disponível do IBGE) foi de 8,8% no ano e 9,1% no acumulado de 12 meses no comércio ampliado, que inclui também materiais de construção e veículos. 

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Governo quer que bancos reduzam juros do cheque especial

 
Jornal GGN - Após pressionar pela redução dos juros no cartão de crédito, agora o governo federal pretende exigir mudanças das taxas de cheque especial, que hoje está em 328,6% ao ano.
 
A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) criou um grupo de trabalho para analisar propostas para reduzir o cheque especial, que tem a segunda taxa mais cara do mercado financeiro. Ela fica atrás somente do rotativo, atualmente em 484,6% ao ano. 
 
Segundo a Folha de S. Paulo, a Febraban procura,  de maneira sigilosa,  alternativas que não impactem a rentabilidade de seus associados. 

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Rotativo do cartão cresceu em 2016, mesmo com queda da inadimplência

 
Jornal GGN - Os juros do rotativo do cartão de crédito tiveram aumento de 53,2% em 2016, mesmo com a redução da inadimplência nesta modalidade. 
 
Em dezembro, a taxa voltou a crescer e chegou a 484,6% ao ano, o maior nível da história de acordo com os dados do Banco Central (BC). Em novembro do ano passado, a taxa estava em 482,2% ao ano, e, em dezembro de 2015, a 431,4% ao ano. 

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Movimento do comércio caiu 4,1% em 2016

Jornal GGN - O movimento do comércio em 2016 teve queda de 4,1%, com variação negativa de 2,3% em dezembro na comparação com novembro, segundo dados do varejo coletados pela Boa Vista SCPC.

Na comparação de dezembro de 2016 com o mesmo mês do ano anterior, o recuo foi de 0,8%. Para a Boa Vista, os juros elevados, a inflação, o desemprego provocaram uma queda no consumo das famílias que contribuiu diretamente para a queda das vendas no varejo ao longo do ano passado.

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Após redução da Selic, bancos anunciam diminuição de juros de linhas de crédito

 
Jornal GGN - Após o anúncio do Banco Central que taxa Selic seria reduzida em 0,75 ponto percentual, saindo de 13,75% para 13% ao ano, o Banco do Brasil e o Bradesco divulgaram redução em suas taxas de juros em linhas de crédito para pessoas física e jurídica. 
 
O Bradesco diminuiu os juros da linha de Crédito Pessoal, voltada para pessoa física, com redução da taxa mínima de 2,84% para 2,78% ao mês e da taxa máxima de 7,78% para 7,72% ao mês. No cheque especial, a taxa saiu de 13,55% para 13,49% ao mês. 

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Governo Temer quer estimular vinda de bancos estrangeiros

 
Jornal GGN - O governo do presidente Michel Temer discute maneiras para estimular a vinda de bancos estrangeiros para o Brasil. Auxiliares presidenciais estudam maneiras de tirar barreiras legais para aumentar a participação de tais empresas no Sistema Financeiro Nacional. 
 
O objetivo da iniciativa, de acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, é aumentar a concorrência entre bancos para diminuir as taxas de juros cobradas pelas instituições. 
 
O governo quer que o bancos tenham uma participação mais ativa na retomada do crescimento econômico, tendo em vista a queda da taxa Selic. O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, se reúne nesta semana para definir a taxa básica de juros. 

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