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Debate

Ao vivo: Debate de lançamento do número temático Saúde, Trabalho e Ambiente

do CEE-Fiocruz

A relação da saúde com o mundo do trabalho e os processos produtivos tais como se apresentam hoje, bem como com o desequilíbrio e a poluição ambiental, que têm contribuído para a mudança climática, a crise hídrica e o consequente aumento e reincidência de doenças, será analisada no evento de lançamento do número temático Saúde, Trabalho e Ambiente da Revista Saúde em Debate, dia 24/7/2017, às 10h, no Salão Internacional da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). O evento busca divulgar a produção do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Ensp/Fiocruz relativa a essa temática, por meio da revista, editada pelo Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes). A realização do debate resulta de parceria entre o Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Ensp/Fiocruz, o Cebes e o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz), que fará a transmissão online pelo blog cee.fiocruz.br. Leia mais »

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Nassif participará de Seminário no Rio que discutirá o Renascimento das Utopias

Jornal GGN - O jornalista Luís Nassif, editor do Jornal GGN, participará como palestrante do evento Renascimento das Utopias, promovido pelo Centro de Estudos Avançados em Cosmologia e pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas.

 

O evento será de 13 a 15 de setembro.

 

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Saúde, trabalho e ambiente em contexto de precarização

do CEE-Fiocruz

Saúde, trabalho e ambiente em contexto de precarização

A relação da saúde com o mundo do trabalho e os processos produtivos tais como se apresentam hoje, bem como com o desequilíbrio e a poluição ambiental, que têm contribuído para a mudança climática, a crise hídrica e o consequente aumento e reincidência de doenças, será analisada no evento de lançamento do número temático Saúde, Trabalho e Ambiente da Revista Saúde em Debate, dia 24/7/2017, às 10h, no Salão Internacional da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). O evento busca divulgar a produção do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Ensp/Fiocruz relativa a essa temática, por meio da revista, editada pelo Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes). A realização do debate resulta de parceria entre o Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Ensp/Fiocruz, o Cebes e o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz), que fará a transmissão online pelo blog cee.fiocruz.br.

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Paulo Amarante: Medicalizar problemas cotidianos faz mais mal à saúde do que a depressão

do CEE-Fiocruz
 
Paulo Amarante: ‘Medicalizar problemas cotidianos faz mais mal à saúde do que a depressão’
 

Não se pode medir depressão como se mede glicemia, anemia ou hipertensão. Por se tratar de problema para o qual não há um índice padrão de detecção, a depressão tornou-se um conceito maleável, posto a serviço dos interesses da indústria farmacêutica, para incrementar a venda de medicamentos. “Elegeu-se a depressão como doença a ser cada vez mais alargada, para abarcar situações da vida, como conflitos, desgosto, desemprego, separação, luto, e formatar como doença”, analisa nesta entrevista ao blog do CEE-Fiocruz o sanitarista Paulo Amarante, vice-presidente da Abrasco, pesquisador do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Laps/Ensp/Fiocruz) e presidente honoris causa da Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme).

Paulo alerta quanto aos malefícios das drogas prescritas, em especial os antidepressivos, que podem ser mais prejudiciais do que aquilo que buscam combater. “Começou-se a observar que esses medicamentos geram dependência e que sua suspensão e retirada é tão difícil quanto a de uma droga ilícita ou do álcool. E praticamente não há serviço especializado no mundo nesse tipo de desintoxicação”, aponta.

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Cresce apoio a ideias progressistas e à esquerda, diz levantamento

 
Jornal GGN - Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (03) pelo Instituto Datafolha mostra que o brasileiro retomou o equilíbrio entre posições políticas, com 40% da população dizendo ser de centro-esquerda e esquerda, diante de 41% de centro-direita e direita.
 
O levantamento foi feito três anos após o último que buscou traçar como pensa os eleitores brasileiros e suas inclinações ideológicas e políticas. Em setembro de 2014, 45% se alinhava à direita frente 35% que se posicionavam como esquerda.
 
O questionário feito com 2.771 pessoas, entre os dias 21 e 23 de junho, também mostrou que o crecimento da esquerda está relacionado ao aumento do apoio a ideias de viés mais progressistas, em contrapartida às denominadas conservadoras.
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Nesta quarta, segundo dia do seminário ‘Saúde sem dívida e sem mercado’

Nesta quarta, segundo dia do seminário da CEE-Fiocruz e do Ceensp: ‘Saúde sem dívida e sem mercado’

O seminário Saúde sem dívida e sem mercado, parceria do CEE-Fiocruz e o Ceensp/Ensp/Fiocruz, aberto na quarta-feira, 21/6, prossegue na próxima quarta, às 13h30, no Salão Internacional da Ensp. O evento terá transmissão pela internet, com chat, para envio de perguntas aos palestrantes em tempo real. Basta conectar-se pelo blog do CEE-Fiocruz (cee.fiocruz.br) ou pelo facebook.

Desta vez, estarão reunidos na mesa Correlação de forças e o SUS sem dívida e sem mercado o analista político Wladimir Pomar, a pesquisadora Eleonor Conill, da UFSC e do Observatório Ibero-Americano de Políticas e Sistemas de Saúde, e o economista Francisco Funcia, assessor do Conselho Nacional de Saúde para orçamento do SUS, consultor da FGV e professor da USCS. Estarão em pauta:

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Ao Vivo: Luis Nassif palestra nesta edição de “Ciclo Brasil e suas perspectivas”

O jornalista Luis Nassif será o palestrante da segunda edição do “Ciclo Brasil e suas perspectivas”, dia 23 de junho, às 14 horas. Promovido pela Coppe/UFRJ, o Ciclo é aberto ao público e tem como objetivo promover debates sobre a crise do país e maneiras de superá-la. O evento será realizado no auditório da Coppe, na rua Moniz Aragão, 360, Centro de Tecnologia 2, bloco 1, Cidade Universitária. O evento terá tradução simultânea para Libras.

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Ao vivo: Seminário 'Saúde sem dívida e sem mercado', com Maria Lucia Fatorelli, Áquilas Mendes e Carlos Ocké-Reis

 

Quais as possibilidades de se contar com um orçamento generoso para o setor Saúde, de modo que o SUS cumpra seus objetivos constitucionais? Que fontes alternativas de financiamento de políticas públicas podem ser utilizadas?  Que estratégias podem ser adotadas para que esses recursos se viabilizem? E que cara deveria ter esse SUS mais bem financiado? Leia mais »

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Saúde Sem Dívida e Sem Mercado: seminário discute alternativas e estratégias para o setor

do CEE-Fiocruz

‘Saúde Sem Dívida e Sem Mercado’: seminário discute alternativas e estratégias para o financiamento do setor

Quais as possibilidades de se contar com um orçamento generoso para o setor Saúde, de modo que o SUS cumpra seus objetivos constitucionais? Que fontes alternativas de financiamento de políticas públicas podem ser utilizadas?  Que estratégias podem ser adotadas para que esses recursos se viabilizem? E que cara deveria ter esse SUS mais bem financiado?

Essas perguntas, nem sempre trazidas à tona, estarão em debate no seminário Saúde Sem Dívida e Sem Mercado, que o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz e o Centro de Estudos da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ceensp/Ensp/Fiocruz), realizam nos dias 21 e 28 de junho de 2017, às 13h30, no Salão Internacional da Ensp.

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S.A.L. Fernando Horta

S.A.L. Fernando Horta

O S.A.L Fernando Horta (Serviço de Atenção ao Leitor) usa este espaço para informar o que se segue:

Acima serão encontrados dois textos. O primeiro, com título "A culpa é das estrelas" deve ser lido pelas pessoas que têm certeza de que os EUA são o principal agente nos fatos que assolam o Brasil desde 2013. O segundo texto, com título "O velho senhor do pijama listrado" deve ser lido por aqueles que têm dúvida.

Informamos que a leitura do texto não direcionado para o seu caso pode provocar vertigens, um certo desconforto e ira. Estes sentimentos podem vir a se tornar mais e mais fortes terminando com palavras ríspidas ou mesmo ódio latente pelo autor. O autor, desde já, informa que entende e que perdoa os nobres leitores. Já pede desculpas antecipadas pelos eventuais sentimentos em caso de descumprimento das indicações acima.

Grato.

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Texto 2 - O velho senhor do pijama listrado, por Fernando Horta

Texto 2 - O velho senhor do pijama listrado, por Fernando Horta

Em 2008, o prejuízo mensurado pela crise financeira foi de US$ 22 trilhões apenas nos EUA. Quando o mundo tentava sair da imensa crise, em 2010 houve a crise da dívida da zona do Euro. O comércio mundial teve um refluxo de quase 40% em valor.  O preço médio da gasolina no varejo norte-americano no período, que estava a US$ a 4,12 em junho, chegou a US$1,61 em novembro de 2008, para se estabilizar em US$2,86 até 2010. O desemprego nos EUA que estava na ordem de 5 a 6% em 2007, atinge 10% em 2008 e se mantem no patamar acima de 8% até 2012. Para piorar a crise econômica norte-americana, a dívida interna fez com que entre setembro e outubro de 2013 ocorresse o “shutdown” da máquina pública. Por 16 dias o governo dos EUA deixou de pagar salários e pensões a todos os funcionários públicos, em todo o país e no exterior. A situação só é contornada com a votação do aumento do teto da dívida pelo congresso no final de outubro.

A maioria dos analistas internacionais e historiadores concordam que a hegemonia política e econômica mundial exercida pelos EUA está em declínio. Não apenas pela percepção de que “nenhum império é eterno”, mas também pelo fato de que, nos últimos anos, uma série de escolhas mal pensadas colocou os EUA em situação delicada. Desde o atentado ao World Trade Center, em 2001, os norte-americanos vêm ignorando organismos internacionais, tornando as suas ações cada vez mais custosas no cenário mundial. As coligações contra o Iraque, contra o Afeganistão, Líbia e Síria promoveram não apenas um desgaste político, mas também um monumental aumento nos déficits internos. Até 2014 estimativas davam conta de que os EUA teriam gasto quase 4 trilhões de dólares com as campanhas militares, com um custo diário de mais de US$ 200 milhões de dólares.

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Imagens

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O testemunho como chave ética, por Marcio Seligmann-Silva

do Psicanalistas pela Democracia

Relações humanas no mundo contemporâneo: o testemunho como chave ética

por Marcio Seligmann-Silva

Publicado em abril/2017 no Café Filosófico.

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Nassif, bandolim e Lava Jato

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Gleisi: 'Braço para a aplicação do golpe foi a grande mídia'

Gleisi: "Leis não regulam a mídia pelo interesse público, e sim pelo privado. É flagrante delito contra a democracia" (Divulgação)

da Rede Brasil Atual

OLIGOPÓLIO X DEMOCRACIA

Gleisi: 'Braço para a aplicação do golpe foi a grande mídia'

Senadora Gleisi Hoffmann esteve ao lado da deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), da jornalista Maria Inês Nassif e do presidente do Barão de Itararé, Altamiro Borges, para discutir liberdade de imprensa

por Redação RBA

São Paulo – "Vemos que o braço para a aplicação do golpe foi a grande mídia, a concentração, o monopólio econômico da imprensa", afirmou a senadora e presidenta do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, durante o 3º Encontro Estadual de [email protected] e Ativistas Digitais de São Paulo. "A estrutura de telecomunicações do Brasil vem do tempo da ditadura (1964-1965)", disse Gleisi. O debate se realizou na sede do Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé, no centro de São Paulo, na noite desta sexta-feira (9).

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Saúde sem dívida e sem mercado: seminário discute viabilidade e estratégias de financiamento para o setor

 
 
Saúde sem dívida e sem mercado: seminário discute viabilidade e estratégias de financiamento para o setor
 
Quais as possibilidades de se contar com um orçamento generoso para o setor Saúde, de modo que o SUS, hoje subfinanciado, cumpra seus objetivos constitucionais? Que fontes alternativas de financiamento de políticas públicas podem ser utilizadas, em curto, médio e longo prazos? Que estratégias podem ser adotadas para que essa utilização se viabilize? E que cara deveria ter esse SUS com melhor financiamento? Essas perguntas, entre outras relacionadas à questão orçamentária e à mercantilização das políticas sociais e à Saúde, nem sempre trazidas à tona, estarão em debate no seminário Saúde sem dívida e sem mercado, que o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz) e o Centro de Estudos da Escola Nacional de Saúde Pública (Ceensp/Ensp/Fiocruz) realizam nos dias 21 e 28 de junho de 2017, às 13h30, no Salão Internacional da Ensp.
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