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Eleições

Candidato Eduardo Campos morre em acidente aéreo em São Paulo

Foto: O Globo

Jornal GGN - O candidato Eduardo Campos morreu, na manhã desta terça (13), em um acidente aéreo em São Paulo. A aeronave que o levava a uma agenda no litoral paulista caiu em uma rua da cidade de Santos, por volta das 10h. Segundo a Aeronáutica, outros seis passageiros, incluindo os dois pilotos, não sobreviveram. O motivo do acidente ainda é investigado. O Corpo de Bombeiros afirma ter dificuldade para encontrar os restos mortais, espalhados pelo impacto da queda. 

Consta na lista de vítimas divulgada pela Infraero Alexandre Gomes e Silva, Carlos Augusto Leal Filho, Geraldo da Cunha (piloto), Marcelo Lyra (fotógrafo), Marcelo Matos (piloto) e o ex-deputado Pedro Valadares Neto.

A candidata a vice-presidente, Marina Silva (Rede), não acompanhava Campos na aeronave. Seguno o PSB, a família de Campos encontrava-se em Recife no momento do acidente. A mãe do candidato, Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas da União, ficou sabendo da tragédia em Brasília, e partiu para Pernambuco logo em seguida.

Poucas horas depois do acidente, o Corpo de Bombeiros informou que sete pessoas ficaram feridas e pelo menos três casas foram atingidas no acidente. As vítimas estão em atendimento em um hospital próximo.

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Reforma política deve tentar volta de doações por empresas


Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - A reforma política será posta em pauta pelo Congresso logo na volta dos trabalhos legislativos, em agosto, quando os parlamentares necessitam com urgência definir como as campanhas eleitorais de 2018 serão financiadas. Além da Proposta de Emenda à Constituição para criar um fundo eleitoral que use recursos públicos das Casas Legislativas para alimentar os pleitos, deputados e senadores estudam retomar o modelo de doações por empresas privadas.
 
Os cálculos já estão sendo feitos e desde que o modelo de financiamento a partir de doações de empresas foi proibido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2015, com o ápice das investigações da Operação Lava Jato e o jogo de influências deflagrado entre empresários e políticos com a compra de interesses, os parlamentares analisam como sustentar as campanhas.
 
Para isso, necessitam correr contra o tempo. A urgência para o cenário de imprevisibilidade da Lava Jato e de até que ponto a impopularidade de Michel Temer pode segurar a fúria da população faz com que os congressistas agilizem a proposta, unindo diversas partidos, da base e da oposição, para iniciar as votações da medida que estipula o remanejamento de R$ 3,5 bilhões do Congresso para este fim.
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Haddad nega candidatura a presidente: "PT não trabalha com essa possibilidade"

Foto: Reprodução

Jornal GGN - O ex-prefeito Fernando Haddad compartilhou em sua página pessoal no Facebook a entrevista cedida a Mário Sergio Conti, da GloboNews, na quinta (21), ocasião em que foi apresentado como potencial candidato a presidente da República em 2018. A projeção foi feita por Lula, numa entrevista em que o ex-presidente abordou a dificuldade do PT em criar novas lideranças.

"Sinceramente, o PT não trabalha com essa possibilidade [de Lula não ser o candidato]. O PT trabalha com a tese de que vai reverter a decisão de primeira instância, contrária ao ex-presidente, e ele vai ter condição de disputar, o que acho a estratégia correta. (...) O que vi depois da sentença foi verdadeira mobilização de dezenas de juristas que querem escrever uma opinião técnica, balizada, sobre a decisão tomada, dizendo que não havia base para a condenação [no caso triplex", comentou Haddad. 

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Ao vivo: Lula faz mea culpa em entrevista com Trajano, Kfouri e Antero Greco

Jornal GGN - O ex-presidente Lula concede, nesta quinta (20), entrevista aos jornalistas José Trajano, Juca Kfouri e Antero Greco, transmitida pela página Ultrajano. Durante o programa "Na Sala do Zé", Lula fez um mea culpa e disse que o PT errou, afirmou que nenhum político aguentaria a pressão que ele sofre diariamente da grande mídia, disse que é difícil criar novas lideranças políticas e defendeu a eleição de Dilma Rousseff, apesar de ter reconhecido que ela não era uma "liderança" com apoio de base.

Lula disse que figuras como Fernando Haddad, Fernando Pimentel e outros governadores do PT teriam condições de disputar a presidência, mas o atual cenário pede uma "liderança" já consolidada. "Eles sabem que se eu disputar a eleição, eu posso ganhar", acrescentou ao comentar sobre as investidas da mídia em coluio com a Lava Jato.

Comentando a sentença do triplex, Lula disse que não ficou surpreso pois teria cantado a bola em audiência com Sergio Moro, avisando que ele estava refém da mídia e não tinha como absolvê-lo.   Leia mais »

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3 ministros novos no TSE podem impedir Lula de ser candidato

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - É destaque na coluna de Lauro Jardim, em O Globo desta quinta (20), que a chegada de três ministros do Supremo Tribunal Federal ao Tribunal Superior Eleitoral em 2018 pode dificultar a candidatura de Lula após uma eventual condenação na segunda instância.
 
Segundo Guilherme Amado, no ano que vem, a Corte eleitoral terá três ministros "pouco afeitos a saídas políticas" para crises que envolvem o Judiciário. São eles: Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e Edson Fachin.
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Ciro critica insistência de Lula em ser candidato a presidente

Foto: Reprodução
 
 
Jornal GGN - O ex-ministro Ciro Gomes decidiu subir o tom das críticas a Lula e afirmou que é culpa do ex-presidente, ainda que "remotamente", a crise instaurada desde o impeachment de Dilma Rousseff.
 
"O grande responsável remotamente, e não imediatamente, é o Lula, desde que resolveu usar imprudentemente a popularidade maravilhosa, extraordinária que o povo deu a ele para brincar de Deus e nomear para presidente da República uma pessoa sem experiência, que nunca tinha disputado uma eleição."
 
Além de Dilma ter aversão à política, de quebra, Lula deixou Michel Temer na linha de sucessão presidencial, destacou Ciro.
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Dória precisa de muito Nescau para tirar Alckmin da eleição de 2018, por Helena Chagas

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - A jornalista Helena Chagas publicou em Os Divergentes, nesta terça (18), artigo mostrando que a preocupação de Geraldo Alckmin com o afilhado político João Doria Junior por conta da eleição de 2018 reduziu ao nível mínimo. Isso porque Doria não tem demonstrado o bom senso inerente a um presidenciável. O prefeito não sabe quando falar nem quando calar. Morre pela boca, na maioria das vezes. Desse jeito, vai precisar de muito Nescau para tirar Alckmin do páreo.

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Lula viaja ao Nordeste de ônibus e defesa está "entusiasmada" com decisão do STJ

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - O PT planeja um tour de Lula por capitais e cidades do sertão nordestina ao longo de 20 dias, a partir de 16 de agosto, como o lançamento da pré-candidatura do petista ao Palácio do Planalto em 2018. Segundo informações do Painel da Folha desta terça (18), o "roadshow deve começar em Salvador e seguir para Sergipe."
 
"Lula percorrerá poucas capitais. Dará mais atenção a cidades do sertão. A caravana marcará a estreia de sua agenda como pré-candidato ao Planalto e será seu primeiro grande ato após a condenação pelo juiz Sergio Moro", acrescentou a coluna.
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Guru de Marina defende chapa com Joaquim Barbosa e eleição sem Lula

Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

Jornal GGN - De olho no eleitorado de Lula, Marina Silva já começou a mexer os pauzinhos em torno da eleição de 2018 tão logo saiu a sentença do caso triplex e o País passou a se questionar se a candidatura do petista será viável.
 
Em entrevista à Folha, publicada no domingo (16), o economista Eduardo Gianetti, um dos gurus de Marina, defendeu um cenário sem Lula em 2018 como se fosse a melhor opção para o País sair da crise política.
 
"É muito mais arejada para o país [a disputa ocorrer sem Lula]. Neste caso, haverá uma grande pulverização de candidaturas. Isso seria bom para o eleitorado, nos daria oportunidade de fugir de uma discussão burra e debater temas importantes. E muita gente iria se animar a concorrer", disse.
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A Veja solta enquete, e Lula é aclamado

A votação na manhã desta sexta, dia 14

Jornal GGN – Nesta quinta-feira, dia 13, a Veja soltou uma enquete para sondar o público: Lula será preso ou voltará à presidência em 2018? As redes sociais se alvoroçaram, blogs e sites de esquerda deitaram e rolaram, e o motivo é hilário: a Veja comprovou a popularidade de Lula e a fragilidade da Lava Jato.

No final da tarde e início da noite, Lula presidente liderava com 86%, enquanto Lula preso ficava na casa dos 14%. No início desta manhã de sexta, dia 14, o quadro mudara um pouco, mas não tanto que não pintasse o mesmo quadro. Lula presidente com 75% e Lula preso com 25%.

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Ministro de Temer foi "estrela" em convenção da Assembleia de Deus

Foto: Marcos Santos/Diário do Pará
 
 
Jornal GGN - O ministro da Fazenda Henrique Meirelles foi "estrela" da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil na última segunda-feira (3), segundo a colunista Mônica Bergamo. O evento, que reuniu 4 mil pastores, ressalta a aproximação de Meirelles com a igreja que tem 20 milhões de seguidores e nenhuma resistência às reformas de Michel Temer.
 
Segundo Bergamo, a aproximação de Meirelles e da igreja está sendo "monitorada por dirigentes partidários". Eles "desconfiam" que o ministro está de olho em uma candidatura ao Palácio do Planalto em 2018.
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O "Fora Temer" tem data marcada para acontecer, por Jeferson Miola

O "Fora Temer" tem data marcada para acontecer

por Jeferson Miola

A denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal contra Michel Temer pelo crime de corrupção contém uma contundência e gravidade tais que limita as possibilidades de sobrevivência do presidente usurpador e da sua quadrilha.

Dessa maneira, a primeira das quatro denúncias do Temer ao STF – além de 1.corrupção, em seguida ele será denunciado por 2.organização criminosa, por 3.obstrução de justiça e por 4.prevaricação – é um fator que contribui para a abreviatura desta tragédia que ele representa na história do Brasil.

Já na primeira denúncia Temer fica emparedado entre três alternativas: ou renuncia, ou se suicida, ou é convertido em réu pela Câmara dos Deputados. Poderá ocorrer, obviamente, a ocorrência simultânea de duas entre as três alternativas.

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Lula lidera no 1º turno com Bolsonaro crescendo. No 2º, tem disputa com Moro

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
 
 
Jornal GGN - Apesar das investidas da Lava Jato, o ex-presidente Lula segue liderando a pesquisa de opinião feita pelo Datafolha de olho na eleição de 2018. Nas simulações de primeiro turno, o petista desponta diante de todos os concorrentes e, no segundo turno, Lula só enfrenta disputa acirrada com Marina Silva e o juiz Sergio Moro. Em meio à crise de Aécio Neves, ex-presidenciável do PSDB, Jair Bolsonaro (PSC) cresce e chega em segundo lugar. No segundo turno, a disputa é acirrada com Sergio Moro e Marina.
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O porquê das eleições diretas já, por Leonardo Boff

Leonardo Boff - Divulgação
 
 
 
 
Todos reconhecem que estamos mergulhados numa profunda crise, das mais graves de nossa história, porque recobre todos os âmbitos da vida social e particular. O fato da crise signfica que perdemos as estrelas-guia e nos encontramos num voo cego, sem saber para onde vamos. Ninguém hoje pode dizer o que será o Brasil nos próximos meses. Por isso não é verdadeira a afirmação de que as instituições estão funcionando. Se funcionassem não haveria crise. Elas funcionam para alguns e para outros são completamente disfuncionais, especialmente, para a grande maioria do povo, vítima de reformas sociais que vão contra seus anelos mais profundos e, pior, que implicam a retirada de direitos e de conquistas históricas, como previstas  nas reformas trabalhista e previdenciária.
 
O fato é agravado pela ilegitimidade do Presidente, cuja legalidade  é discutida e para muitos, consequência de um golpe parlamentar por trás do qual se ocultam, como em  outras ocasiões, as oligarquias econômicas e os endinheirados rentistas que controlam grande parte da economia nacional e que veem ameaçada a  sua acumulação perversa.
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Eleições legislativas na França: Macron garante maioria

Primeiro turno aponta vitória ampla dos parlamentares que apoiam novo presidente, mas também abstenção recorde de eleitores

Eleições legislativas na França

Jornal GGN - Neste domingo acontece na França as eleições para a escolha dos políticos que vão compor o poder legislativo. Dados preliminares de boca de urna divulgados às 20h locais (às 15h em Brasília) apontam que o novo presidente, Emmanuel Macron, teve vitória ampla na recomposição do parlamento, porém com abstenção recorde de eleitores.

A frente política de Macro é representada pelo movimento centrista República em Frente! que tem apenas um ano e deverá receber de 390 a 430 vagas entre as 577 disponíveis na Assembleia Nacional segundo indicação deste primeiro turno, que acontece para eliminar todos os candidatos com menos de 12,5% dos votos.

Certeza mesmo, Macron só terá após o segundo turno que acontecerá no próximo domingo (18). Mas já é possível falar que o presidente terá a maioria absoluta de legisladores na Casa, com base suficiente para aprovar as propostas de campanha, como reformas políticas e nas leis do trabalho.
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