Revista GGN

Assine

Justiça

Lava Jato: Fachin adia depoimento de Maia à PF

Foto Nexo Jornal

Jornal GGN – Rodrigo Maia (DEM-RJ) deveria prestar depoimento à Polícia Federal no dia 8 de agosto. Na pauta o depoimento de delação premiada de executivos da Odebrecht, incluindo Marcelo e Emílio Odebrecht de que o deputado, que teria o codinome ‘Botafogo’, teria recebido a quanti de R$ 1 milhão. O que Maia nega.

O relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, acatou o pedido de Maia para que o depoimento seja adiado.

Leia mais »

Média: 1 (1 voto)

Deltan Dellagnol, Sérgio Moro e a paleontologia facebookiana

Antes de qualquer coisa você deve assistir um vídeo divulgado no Facebook:
https://www.facebook.com/anonews.co/videos/1735268209818064/?hc_ref=ARQxFSvIeo_i98KGDFfK82LCAFUbcDgbmB6xUHbTMoLwpgDuUjoUNyQNT01koCvvf8k

A ciência exige basicamente quatro requisitos: prova fática, rigor analítico, explicitação do método e revisão dos resultados. A estupidez é capaz de fingir os três primeiros requisitos de maneira a evitar o ultimo. As pessoas serão então obrigadas a escolher como se a estupidez pudesse ser objeto de escolha e o resultado é uma verdadeira degeneração da ciência e da civilização. Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Excesso de proteção muitas vezes desprotege, diz Luis Roberto Barroso

Ministro do STF Luís Roberto BarrosoValter Campanato/Agência Brasil

do Jota

“Excesso de proteção muitas vezes desprotege”

Para Barroso, lógica de que o empregado tem sempre razão estimula comportamento incorreto

por Kalleo Coura

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso considera que a espinha dorsal da reforma trabalhista é a tese de que o Estado tem o dever de proteger o hipossuficiente, mas não de incentivar que ele seja incorreto e que “o excesso de proteção muitas vezes desprotege”.

A análise foi feita no segundo dia do Seminário Reforma Trabalhista: Impactos nas Relações de Trabalho, organizado pelo Espaço Intelectual e pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Belo Horizonte.

Leia mais »

Média: 1.3 (12 votos)

Caso Rafael Braga escancara seletividade e racismo do Judiciário no Brasil

Políticos e jovens de classe média envolvidos em corrupção e tráfico respondem em liberdade. / Foto: Daniel Arroyo/Ponte Jornalismo

do Brasil de Fato

Caso Rafael Braga escancara seletividade e racismo do Judiciário no Brasil

Rapaz negro e pobre é mantido preso mesmo com suspeita de flagrante forjado pela PM

Pedro Rafael

Brasil de Fato | Brasília (DF)

No mesmo dia em que deputados, muitos deles processados na Justiça, negociavam abertamente bilhões de reais em emendas parlamentares em troca de votos para barrar a denúncia contra o presidente Michel Temer – acusado de corrupção passiva pela Procuradoria Geral da República (PGR) –, desembargadores do Rio de Janeiro decidiam manter preso o jovem Rafael Braga. O julgamento de seu habeas corpus no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro foi adiada depois do pedido de vista (mais tempo para analisar) de um dos desembargadores, mas dois magistrados já haviam votado pela continuidade da prisão.

Leia mais »
Média: 5 (6 votos)

Em carta a deputado, Juiz explica didaticamente a importância de regime semiaberto

Carta sobre regime semiaberto que juiz enviou ao deputado. Foto: reprodução do perfil pessoal de Luís Carlos Valois no Facebook

do Justificando

Em carta a deputado, Juiz explica didaticamente a importância de regime semiaberto

Ao apresentar o relatório do Projeto de Lei 3174/2015, que propõe o fim do regime de cumprimento de pena semiaberto, o deputado Giovani Cherini (PR-RS) citou uma passagem do Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Amazonas Luís Carlos Valois para fundamentar sua drástica posição, como se o magistrado fosse favorável ao projeto.

Ao tomar ciência do uso de trechos descontextualizados de sua dissertação de mestrado para que Cherini defendesse sua posição, o juiz enviou ao deputado uma didática resposta sobre a importância do regime semiaberto. 

Leia mais »

Média: 3.7 (6 votos)

PF apreende dois vinhos do ex-presidente do BB

Jornal GGN - A Polícia Federal, em diligência, apreendeu duas garrafas de vinho na residência em São Paulo de Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil e que está preso desde semana passada. A prisão se deu em Operação ligada à Lava Jato. A notícia foi veiculada no portal Migalhas.

Ato contínuo, o delegado da Polícia Federal Filipe Hille Pacce, de Curitiba, proferiu um despacho apreendendo as duas garrafas de vinho encontradas e pediu à defesa de Bendine que comprove o modo de aquisição das garrafas, "uma vez que podem ter sido adquiridas com produto dos crimes investigados".

Leia mais »

Média: 3.7 (9 votos)

Ajude "João Dólar" a indenizar João Doria

Jornal GGN - A página de humor no Facebook "João Dólar" durou pouco. Muito pouco. Mas o então candidato João Doria não tem nenhum senso de humor e muito menos aguenta críticas. Críticas bem humoradas ou não. O fato é que na campanha para a eleição passada um grupo de jovens resolveu usar do humor para se expressar, e João Doria usou de advogados para reprimir. Resultado: retirada da página do ar após algumas poucas postagens ou curtidas e uma multa pesada.

João Doria não gostou, mas seu pai usou o Dólar como ajuda em eleição. Até registrou-se como tal no Tribunal Regional Eleitoral ao se candidatar. Votos ao Dólar iriam para ele. Mas o Doria atual pretende dar outros passos, maiores, imensos, e reprimiu duramente críticas ao seu projeto de cidade. Uma pena.

Leia mais »

Média: 4 (4 votos)

“Delatora” pede a Moro anulação da Lava Jato, por Marcelo Auler

pedido de anulação da sentença

do Blog de Marcelo Auler

“Delatora” pede a Moro anulação da Lava Jato

por Marcelo Auler

O previsível aconteceu. Desde 17 de abril passado encontra-se  nas mãos do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, um pedido de anulação de toda a Operação Lava Jato que ele deflagrou e comanda nos últimos três anos.

O inusitado é que a solicitação não partiu de nenhum dos políticos, empresários ou agente público acusados, processados ou já condenados por corrupção, desvio de verbas públicas, lavagem de dinheiro ou quaisquer outros crimes conexos. A iniciativa surgiu da “primeira colaboradora” da investigação, como alega seu advogado, Conrado Almeida Corrêa Gontijo na contestação à denúncia

Leia mais »

Média: 3.3 (4 votos)

Denúncia: 0s telefonemas da quadrilha

Sugestão de Antonio Ateu

do BuzzFeed News

Vai dar merda com o Michel”, diz Cunha em mensagem de celular sobre acerto com Joesley.

A PF apreendeu o celular do ex-deputado e descobriu uma conversa cifrada sobre “três convites” de Joesley Batista que iriam para São Paulo e Rio Grande do Norte na campanha de 2012, mas Cunha disse que Michel Temer queria todos. PF suspeita que o diálogo seja sobre propina.

por Felipe Coutinho

O nome do presidente Michel Temer (PMDB) aparece em uma troca de mensagens de celular entre os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) sobre um acerto que seria feito com o dono da JBS, Joesley Batista, numa conversa que, para a Polícia Federal (PF), tem indícios de negociação de propina.

Leia mais »
Média: 5 (3 votos)

4 vezes em que Moro deu um tiro no pé após condenar Lula

 
Jornal GGN - Desde que condenou o ex-presidente Lula a 9 anos e meio de prisão e pagamento de multa superior a R$ 13 milhões, Sergio Moro assinou alguns despachos que devem ser usados pela defesa do petista para anular a sentença do caso triplex. Foram, pelo menos, quatro vezes em que o magistrado deu azo às crenças de que o processo não sobrevive ao rigor da segunda instância.
 
Confira abaixo:
 
1- Denúncia inventada e sem conexão com a Petrobras
 
Na primeira manifestação polêmica após a sentença, Moro respondeu aos embargos de declaração da defesa de Lula admitindo que não há provas da conexão entre o triplex e os 3 contratos que a OAS firmou com a Petrobras e que foram indicados pelos procuradores como o motivo para Lula receber vantagens indevidas.
Média: 5 (30 votos)

Temer evita ser incluído em inquérito mãe da Lava Jato no STF

Ao mesmo tempo que tenta não ser investigado diretamente pelo Supremo em ação envolvendo outros caciques do PMDB, o presidente travaria denúncia exclusiva da JBS por obstrução
 

Foto: Antonio Cruz/ABr
 
Jornal GGN - O advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, que faz a defesa de Michel Temer, pediu que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negue incluir o presidente na lista de um dos principais inquéritos da Operação Lava Jato: o que mira os caciques do PMDB.
 
A inclusão de Temer no desdobramento do inquérito-mãe da Lava Jato no Supremo foi solicitada pela Polícia Federal (PF), por considerar nos autos da investigação contra Temer a relação com o caso envolvendo os ilícitos cometidos por peemedebistas na Câmara dos Deputados, incluindo Eduardo Cunha (RJ) e Henrique Eduardo Alves (RN).
 
Segundo o delegado Marlon Oliveira Cajado, "novos relatos" que surgiram nas investigações apontam para o "suposto envolvimento de outras pessoas com foro originário no STF" no esquema de corrupção de membros do PMDB na Câmara dos Deputados, como o próprio presidente Temer, e também seus ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência).
Média: 1.8 (4 votos)

Marta Suplicy e mais 4 não serão investigados porque têm mais de 70 anos

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Jornal GGN - Marta Suplicy (PMDB) e mais quatro parlamentares não serão investigados a reboque das delações da Odebrecht porque têm mais de 70 anos e, por causa disso, o prazo para investigação cai pela metade, informou a Agência Brasil.

Segundo o portal, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu pedir o arquivamento das cinco investigação ao Supremo Tribunal Federal, mas somente após o relator da Lava Jato na Corte, Edson Fachin, apontar a possível prescrição dos crimes.
 
Foram beneficados pela decisão, além de Marta, os deputados Jarbas Vasconcelos (PMDB), Roberto Freite (PPS), Garibaldi Alves (PMDB) e José Agripino (DEM). O PGR pediu inquérito contra os 5 políticos quando divulgou a chamada "lista de Janot 2.0", que incluia um total de 84 pedidos de investigação por causa da delação da Odebrecht.
Média: 1.4 (8 votos)

Moro abastece ações contra Lula com dados da Odebrecht vazados para O Globo

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - O juiz Sergio Moro abasteceu inquéritos que tramitam em Curitiba contra Lula com informações da delação da Odebrecht, informa o jornal O Globo desta sexta (4). Segundo o periódico, Moro já abriu cinco inve cstigações por causa das colaborações da empresa, a pedido do Ministério Público. Dados pinçados sobre o sítio de Atibaia e favores a Lula foram anexados por iniciativa do juiz em ações penais já em andamento.

Leia mais »

Média: 1 (8 votos)

Hoje meu coração sangrou de novo lembrando como a vida é injusta, diz filha de Genoíno

Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo

Por Miruna Kayano

No Facebook

Há quase 4 anos essa foto foi tirada. 15 de novembro de 2013, meu pai na Polícia Federal. De lá para cá, morando em São Paulo, obviamente vi a sede da PF várias vezes, mas nunca tinha ido para lá de novo... hoje tive que ir. Eu estava mentalizando isso há tempos, desde que não consegui outro lugar para agendar o passaporte, mas mesmo assim, foi muito, muito duro. Eu cheguei lá, com a Paulinha na mão, e na hora que olhei para aquela escada eu só pensava no meu pai, nessa imagem, nele do lado de lá da grade e eu do lado de fora, na calçada. Eu fiquei muito angustiada achando que não ia conseguir nem andar, parecia que eu não podia nem respirar. Mas e a minha filha?

Leia mais »

Média: 4.7 (35 votos)

Moro toma triplex da massa falida da OAS para entregar à Petrobras como se fosse de Lula

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O juiz Sergio Moro fez mais uma movimentação processual no caso triplex, nesta quinta (3), que compromete a versão de que o apartamento no Guarujá foi entregue a Lula como pagamento de propina da OAS.
 
Segundo informações de Época, Moro teve de comunicar à 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo o confisco do imóvel no Guarujá e solicitou "que o bem não sirva mais como garantia em processos cíveis."
Média: 4.5 (16 votos)