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Publicidade Infantil

Idec apoia campanha da OAB contra publicidade infantil

 
do Idec
 
Idec apoia campanha da OAB contra publicidade infantil
 
Criado pela Comissão de Defesa do Consumidor, projeto apresenta impactos negativos da propaganda direcionada a crianças
 
Em reunião ocorrida dia 27 de junho, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) aprovou por unanimidade uma proposta de campanha contra a publicidade infantil. A iniciativa Por uma Infância livre da Publicidade Comercial visa sensibilizar a sociedade e apresentar os impactos negativos do direcionamento de publicidade ao público infantil.
 
O Idec e outras 19 organizações ligadas à defesa dos direitos dos consumidores apoiaram a campanha por meio de um manifesto enviado à Comissão da OAB. De acordo com o advogado Igor Britto, representante do Idec na reunião, a campanha aprovada tem um valor simbólico muito grande. 

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Empresas de chocolate são denunciadas por propaganda abusiva

Jornal GGN – Após notificações vindas de diversos estados brasileiros, o projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, enviou oito representações ao Procon-SP informando o desrespeito das empresas Arcor, Brasil Cacau e Kopenhagen (Grupo CRM), Cacau Show, Ferrero, Garoto, Lacta (Mondelez), Nestlé e TopCau à Resolução 163 do Conanda, por dirigirem ações comerciais ao público infantil, nas campanhas de páscoa 2016.

As denúncias revelam que as empresas envolvidas desenvolveram estratégias de comunicação mercadológica com elementos atraentes à criançada, como: venda casada de produtos junto com brinquedos, embalagens coloridas para chamar atenção, uso de personagens, ações dirigidas às crianças nos pontos de vendas, entre outras.

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A defesa ou o fim da publicidade infantil?

 
Jornal GGN - A proibição de publicidade para crianças foi assunto de audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados, nesta quinta-feira (21). O Projeto de Lei 5921, texto do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) e sob relatoria de Arthur Oliveira Maia (SD-BA), deve ser votado nas próximas semanas.
 
“A publicidade brasileira vem cuidando dos consumidores com responsabilidade. A propaganda brasileira está submetida a regras mais rigorosas que a maioria dos países desenvolvidos”, destacou Presidente do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), Gilberto Leifert, enfatizando os avanços na área. Lembrou, ainda, que o CONAR desed 1977 analisa todas as denúncias e atua com eficácia.
 
Por outro lado, uma consumidora, Mariana Sá, mãe e representante do Movimento Infância Livre de Consumismo (MILC), disse que tentou recorrer ao CONAR, mas não conseguiu. “A gente fez uma denúncia ao CONAR, que demorou três meses para ser analisada. Isso não é rápido o suficiente”, afirmou. Ela pediu que os deputados levassem em consideração o apelo de grande parte da sociedade, "que não são atendidos em suas demandas pelo modelo de autorregulação que existe hoje".
 
O desenhista Ziraldo também compôs a mesa de debate e defendeu que o Brasil não precisa de mais leis sobre a publicidade infantil, e que a responsabilidade deve partir dos pais. “O Brasil é de longe o que mais aprova regulações, autorregulamentações e leis nesse sentido, por isso essa lei é inútil. Deixa a sociedade, deixa o pai decidir. Filho não exige nada do pai que tem consciência de como educar seu filho”, argumentou Ziraldo.
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Para Conar, regular até mesmo a publicidade infantil é censura

Por Bia Barbosa

No Blog Intervozes, na CartaCapital

O mundo todo celebrou esta semana, no dia 3 de maio, o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. A data, como todos os anos, foi marcada pelo lançamento de relatórios que revelam os desafios do jornalismo nas sociedades contemporâneas. Entre eles, a violência que segue acometendo profissionais e comunicadores populares nas mais diferentes regiões do planeta. Para quem quiser conferir como anda a situação no Brasil, fica a sugestão de leitura da publicação lançada pela Artigo19, que relata 15 homicídios, 11 tentativas de assassinatos e 28 ameaças de morte no País motivadas pelo exercício da liberdade de expressão.

Todos os anos, também a Imprensa Editorial, responsável pelo Portal Imprensa, organiza na mesma data o Fórum Liberdade de Imprensa & Democracia. O evento tem sido marcado pela reunião de “eminentes nomes do jornalismo brasileiro" que, invariavelmente, compreendem que qualquer regulação dos meios de comunicação é prática de censura. Este ano, o apresentador do Jornal Nacional, Heraldo Pereira, soltou a pérola: “Ainda bem que temos o PMDB, que já disse que é contrário à Lei da Censura que o PT quer aprovar. Não adianta falar que é regulação, por que não é”.

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Sem votos

Quanto valem as crianças? Por Lais Fontenelle

Do Outras Palavras

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Por que certos interesses reagem, com fúria mercantilizante, à lei que defende infância contra violência simbólica da publicidade.

Por Lais Fontenelle

As crianças estão sendo precificadas por um mercado que quer lucrar com sua vulnerabilidade. Em reação à resolução do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), que condena a publicidade infantil, a Mauricio de Souza Produções encomendou pesquisa sobre os impactos, pretensamente catastróficos, dessa proibição na economia do país.

Segundo ela, o fim da publicidade dirigida à criança custaria ao mercado R$ 33,3 bilhões, 728 mil empregos e R$ 6,4 bilhões em salários, além de uma queda de R$ 2,2 bilhões na arrecadação de impostos. Uma conta rápida revela que, considerando-se o universo de 40 milhões de crianças com até 12 anos, cada uma delas custaria cerca de R$ 825 – e que é de fato lucrativo explorar a vulnerabilidade infantil.

O que a pesquisa não leva em consideração é que a saúde física e emocional das crianças não pode ser precificada. Os custos de qualquer tipo de exploração da infância são sempre muito mais altos para a sociedade do que qualquer conta. A infância é o prefácio de um mundo mais “lucrativo” em termos sociais, ambientais e também econômicos – e se realmente acreditarmos nisso, devemos protegê-las com absoluta prioridade.

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A nova derrota da publicidade infantil

De Outras Palavras

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Ao virarem tema da redação do Enem, práticas que estimulam consumismo tornam-se vulneráveis ao que fatalmente as derrota: crítica e consciência.  

Por Laís Fontenelle

Crise Hídrica. Eleições. 50 anos do Golpe Militar. Copa do Mundo e Olimpíadas. Quem pensou nesses temas para a prova nacional do ensino médio errou. Publicidade Infantil em questão no Brasil – esse foi o bem escolhido tema da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que aconteceu dia 9 de novembro, levando mais de 8 milhões de jovens de nosso vasto país a refletir, ao mesmo tempo, sobre esse tema urgente e importante.

O fato veio coroar uma longa caminhada de pais, acadêmicos, ativistas, educadores e organizações como o Instituto Alana, Movimento Infância Livre de Consumismo (MILC)  e a mais recente Rebrinc (Rede Brasileira Infância e Consumo), que lutam pela defesa dos direitos das crianças frente aos apelos, abusivos, de consumo do mercado. Mas, vale lembrar que essa não foi a única data a se comemorar no mês de novembro, pois no dia 20 a Convenção dos Direitos das Crianças e Adolescentes da ONU completou 25 anos, marcando a conquista de uma doutrina de proteção integral às crianças, em 1989.

E já que estamos falando de datas, quero relembrar o 12 de Outubro de 2007, data convencionalmente tida como das crianças, quando tive meu primeiro artigo sobre publicidade infantil, intitulado “Que infância estamos construindo?”, publicado no Caderno Opinião da Folha de S.Paulo começando a pautar o tema, ainda não tão polêmico e conhecido, na agenda do país. No texto relembrei jingles publicitários como“Não esqueça minha Caloi”, “Compre batom”, “Danoninho vale mais do que um bifinho”para levar a sociedade civil a refletir sobre os impactos da publicidade na formação subjetiva das crianças, seres em peculiar estágio de desenvolvimento emocional e cognitivo e, portanto, mais vulneráveis que nós adultos aos apelos mercadológicos.

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Proibição de publicidade de bebidas é boa para crianças

Jornal GGN - O Instituto Alana, organização sem fins lucrativos que atua em prol da infância, está comemorando a decisão da Justiça que limita a publicidade de cerveja e vinho. O assunto é bandeira da instituição há alguns anos, desde que foi aprovada a primeira versão da lei – que restringia a publicidade apenas para as bebidas com teor acima de 13 graus.

Para o Instituto, a Justiça finalmente corrigiu a “aberração” que deixava cervejas e vinhos de fora desta regra. “Finalmente cerveja e vinho são considerados bebidas alcoólicas do ponto de vista de publicidade. A decisão é excelente e é mais uma passo em direção à proteção aos direitos das crianças e dos adolescentes”, afirma Ekaterine Karageorgiadis, advogada do Instituto Alana.

Ao longo dos últimos anos, o Alana aderiu a diversas campanhas sobre o assunto, como a “Cerveja também é álcool”, encabeçada pelo Ministério Público de São Paulo, que listou os problemas ligados à veiculação de publicidade aberta de bebidas alcoólicas. Entre eles a imagem de diversão e sucesso relacionada ao álcool, que seduz crianças e adolescentes.

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Anunciantes levam debate sobre publicidade infantil aos bastidores políticos

Veto a publicidade infantil gera crise

Da Folha de São Paulo

Para anunciantes, resolução de conselho ligado à Presidência não é lei; ministérios e Procons armam fiscalização

Restrição completa dois meses ainda sem consequência para o consumidor, mas coloca fogo no disputa política

 

"[Essa resolução de restrição à publicidade infantil] É um absurdo por dois aspectos. O Conanda é um órgão consultivo, não pode legislar. Depois, as regras são tão radicais que talvez só em Cuba e na Coreia do Norte a lei seja assim”

Rafael Sampaio, vice-presidente da Associação Brasileira dos Anunciantes

"A resolução está respaldada pela Constituição, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente e pelo Código de Defesa do Consumidor. Cumpre determinação legal ao regulamentar o que é abusivo” Leia mais »

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O mercado bilionário explorado pelo marketing infantil, em documentário

Jornal GGN - "Consumo de crianças -  a comercialização da infância" é um documentário que mostra que os marketeiros têm interesse nas crianças por conta de seu poder de compra. Logo nos primeiros anos, o grupo de consumidores mirins pode injetar mais de 40 bilhões de dólares por ano na economia, tudo gasto com música, roupas, brinquedos e inúmeros outros itens.

Porém, é na influência que as crianças exercem no dinheiro empregado por adultos que está a mina de ouro da publicidade infantil. São aproximadamente 700 bilhões de dólares por ano, o equivalente à soma das economias dos 115 países mais pobres do mundo.

A produção foi feita em 2008 com apoio do Media Education Foundation. 

 

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Maurício de Sousa se retrata após usar criança para defender publicidade infantil

Do G1

Após polêmica sobre publicidade infantil, Mauricio de Sousa se retrata

Após gerar polêmica em torno da publicidade dirigida em sua conta no Instagram, o cartunista Maurício de Sousa voltou a utilizar as redes sociais neste sábado (12) para se retratar com seu público.

Na última sexta-feira (11), o criador da Mônica compartilhou uma imagem em que uma menina, identificada como Verônica, segurava um cartaz com os dizeres: “Eu tenho direito de assistir publicidade infantil. A televisão, não é só para os adultos. Alguém sabe quais produtos infantis lançaram por esses dias?”.

Após ser criticado por internautas, o cartunista apagou a imagem e compartilhou uma nova mensagem explicando que agiu “por impulso”, o que gerou “interpretações errôneas”.
Leia abaixo, na íntegra, a nota do cartunista.

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Resolução do Conanda define abusos da publicidade infantil

Mãe de três filhos, a assessora parlamentar Andréa de Oliveira tem que abusar do poder de dizer não. Criar os filhos em tempos de consumismo, como define, não é fácil. "Eles veem coisa nova e querem. Pode ser um brinquedo, um smartphone, um computador", diz. Os meios de comunicação não ajudam. As propagandas coloridas, com uso de desenho animado, atraem a atenção e despertam o desejo. Para proteger as crianças, o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República publicou, no Diário Oficial da União, a Resolução nº 163/14 que considera abusiva a publicidade voltada a crianças e adolescentes.

A resolução, publicada na sexta-feira (4), considera abusivo o direcionamento de publicidade e de comunicação mercadológica à criança, "com a intenção de persuadi-la para o consumo de qualquer produto ou serviço". São abusivos os anúncios que contêm linguagem infantil, trilhas sonoras de músicas infantis, desenho animado, promoção de distribuição de prêmios ou brindes colecionáveis com apelo ao público infantil, entre outros aspectos.

"A resolução põe fim a uma série de abusos gerados pela publicidade dirigida ao público infantil, utilizando as vulnerabilidades da faixa etária", diz o advogado do Instituto Alana, de São Paulo, e conselheiro do Conanda, Pedro Hartung. Ele explica que tais preceitos constam no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Código de Defesa do Consumidor, além da Convenção Sobre os Direitos da Criança, ratificada pelo Brasil em 1990. "Mas nenhuma abordava, de forma específica, a publicidade para o público infantil", explica.

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As novas regras para a publicidade infantil

Da Folha

 
Monica Bergamo
 
O Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), ligado à Presidência da República, aprovou resolução que, na prática, proíbe propaganda voltada para menores de idade no Brasil. O texto, que o órgão considera ter força de lei, torna abusivo o direcionamento de publicidade a esse público, com a intenção de persuadi-lo "para o consumo de qualquer produto ou serviço".
 
REGRA 2
Para o conselho, a publicidade infantil contraria a Constituição e o Estatuto da Criança e do Adolescente. O documento está na assessoria jurídica da Secretaria de Direitos Humanos e deve ser publicado nos próximos dias no "Diário Oficial". Segundo a secretaria, passa a valer imediatamente. Deve servir de base para ações contra anunciantes e agências publicitárias. A resolução só libera campanhas de utilidade pública sobre alimentação, educação e saúde.
 
NOVA FRENTE
O Conanda sabe que mexe num vespeiro. Associações de anunciantes e empresas travam há anos batalha para impedir a aprovação de leis dessa natureza. A crença é a de que agora devem recorrer à Justiça para impedir que a decisão do conselho seja cumprida.

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Kit de volta às aulas faz marketing infantil nocivo

Jornal GGN - Um kit de volta às aulas com diversos produtos é colocado em armários de alunos, instalados em escolas paulistas. A ideia parece atraente, do ponto de vista de quem “ganha” os vouchers e guloseimas que vêm dentro do kit. Mas, o que se esconde dentro dessa iniciativa são a agressividade e ilegalidade do uso impróprio de Marketing à audiência infantil.

Foi com esse motivo que o Instituto Alana se mobilizou para denunciar as empresas Global Box, Bauducco, Colgate-Palmolive, Starpoint, Daquiprafora e Hershey´s, que fazem parte da estratégia.

O objetivo era que, no primeiro dia letivo, mais de 15 mil alunos dos ensinos Fundamental II e Médio de 220 escolas de São Paulo encontrassem kits com produtos como cookies e wafer cookies’n cream da Bauducco, Hershey’s Cocada Candy Bar, entre outros.

Assim, o Alana enviou notificação a todas as empresas, solicitando que cessem a ação e deixem de desrespeitar os direitos das crianças.

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Os anúncios controversos de natais passados

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Socialista Morena

Papai Noel velho batuta: os anúncios mais canalhas do “bom” velhinho

O velho capitalista que roubou o Natal de Jesus já vendeu coisas do arco-da-velha… Na verdade, só recentemente ele ficou politicamente correto e passou a anunciar apenas brinquedos e coisas “inofensivas”, como aqueles refrigerantes que estão deixando a criançada obesa. Confira de que produtos o “bom” velhinho já foi garoto propaganda.

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Publicidade infantil: se não houvessem leis? O que fariam?

Autor: 

Courofino é acionada por propaganda que mostra criança em pose eróticaResponsáveis pedem para que imagem não seja partilhada; caso gerou avalanche de críticas

iG São Paulo - | 

 

16/10/2013 13:23:15

 - Atualizada às 

 

16/10/2013 13:33:50

 

Reprodução

 

Foto da campanha de Dia das Crianças da marca Courofino, que foi processada pelo Conar

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