Revista GGN

Assine

Seu Negócio

Mediação para empresas familiares: um indicador de boa governança corporativa, por Caio E. de Aguirre

Mediação para empresas familiares: um indicador de boa governança corporativa

por Caio Eduardo de Aguirre

EMPRESAS FAMILIARES E OS CONFLITOS

Empresas familiares são aquelas cujo poder de controle está nas mãos de uma ou mais famílias. Representam, no Brasil, o expressivo percentual de 90% das empresas. Pelo mundo afora também são imensa maioria, com participação significativa no PIB mundial.

Aquelas que já passaram por processo de profissionalização são extremamente competitivas e até mais rentáveis do que as empresas não familiares. Todavia, a vida da maioria das empresas familiares não costuma ser longa. Estima-se que apenas 5% delas cheguem à terceira geração, sendo que 65% encerram suas atividades por conta de conflitos entre os sócios parentes. Esse último dado é extremamente relevante e faz do conflito um protagonista importante e merecedor de cuidados especiais.

O conflito entre sócios parentes costuma, na maioria das vezes, ser foco de atenção somente após sua eclosão, quando então será tratado da forma tradicional: ou solucionado, dentro do ambiente corporativo, por imposição do hierarquicamente superior ou submetido a processo judicial, se o caso.  

Leia mais »

Média: 4 (2 votos)

Os riscos de ser sócio em uma empresa, por Percival Maricato

O que as revistas apresentam como fácil, exige capital, trabalho, conhecimento e assim mesmo apresenta muitos riscos de se perder não só o investimento, mas todo o patrimônio da família e ainda ficar devendo. Os que são sócios minoritários podem correr tantos riscos como o majoritário. Não custa nada se informar

Direitos

Os riscos de ser sócio em uma empresa

por Percival Maricato

Praticamente metade dos brasileiros querem ser sócios em uma firma, empresários. Recente pesquisa da Fundação Perseu Abramo mostra a disseminação dessa pretensão, evidentemente no mundo das micro e pequenas empresas, pelo menos inicialmente. Muitos se tornam sócios minoritários, na esperança deenriquecer. Há os que aceitam deixar de ser empregados após muitos anos e aceitam como pagamento quotas da empresa onde trabalham. Não poucos acabem sendo sócios involuntariamente, apenas para ajudar um amigo, um parente, pois para formar certas sociedades é preciso dois sócios. E então estas pessoas inocentemente aceitam ter 1% das quotas ou até menos ainda, assinam o contrato social e depois esquecem, acordando quando seu patrimônio está sendo penhorado.

Leia mais »

Média: 4.5 (8 votos)

Aplicativos ajudam no controle das contas

Foto: Correio Otaciliense

Jornal GGN – Segundo dados de pesquisas realizadas pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em 2016 o número de brasileiros inadimplentes aumentou em todas as regiões do país. E os dados apontam para um maior endividamento de microempresas. Entre os principais motivos que declaram o aumento de devedores está a falta de educação financeira. Um ranking global de educação financeira, publicado pela Revista Exame, mostra o Brasil em 74º lugar, entre 144 países.

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Microcrédito do BNDES chega a R$ 1 bi em desembolsos

Jornal GGN - Em nota para a imprensa, o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou que chegou a marca de R$ 1 bilhão destinado para o microcrédito produtivo no mês de outubro.

Segundo o BNDES, o efeito multiplicador, na ponta, deste tipo de crédito chega a R$ 4,5 bilhões. O banco afirma que foram realizadas 1,3 milhão de operações desde 2005, no valor de até R$ 20 mil, com juros de até 4% ao mês.

Leia mais »

Sem votos

Permuta, um escambo moderno

A crise pede soluções que ajudem a alavancar os negócios. Com isto em mente, a permuta vem de encontro a uma necessidade atual. Para manter clientes e conquistar novos, por vezes é necessário inovar em ações que focam na pareceria e no bom relacionamento.

Para fidelizar clientes e até mesmo funcionários, os presentes de final de ano são fundamentais para sedimentar o relacionamento. Se é uma microempresa, esse desembolso precisa ser facilitado. Além disso, ao sedimentar um relacionamento novos horizontes podem se descortinar, como a conquista de novos clientes ou mesmo novos negócios.

Para atender esta demanda em tempos em que identificamos crise, a permuta, uma espécie de escambo moderno, vem com força total. Não importa o tamanho do seu negócio, mas a vontade de abrir novas possibilidades de crescimento sustentável, já que é possível realizar negócios via permuta multilateral, onde empreendedores disponibilizam na empresa de permuta os produtos ou serviços ociosos, trocando-os pela moeda da empresa de permuta e, com o crédito, poder escolher itens ou serviços oferecidos na rede de participantes.

Chegando agora o período de Natal, por exemplo, o empresário toma posse dos créditos e poderá escolher o que está disponibilizado na rede, como brindes e serviço de entrega, sem precisar mexer no caixa da empresa. A empresa de permutas funcionará como um facilitador para que possa fazer os agrados que aproximem funcionários e clientes de sua marca ou serviço.

Como empresa de permuta, a TROKZ faz esta intermediação, administrando e gerenciando esta forma diferenciada de fazer negócios. Neste ambiente de troca, empresas e profissionais liberais permutam produtos e serviços entre si, quase sem a circulação de dinheiro.

Leia mais »

Sem votos

"Crise, e aí?", por Matê da Luz

Coloquei o título entre aspas por ser o mesmo do encontro que presencei há duas semanas. Organizado pela Kind, uma empresa de consultoria e experiências especializada no universo feminino, o provocativo convite para dialogar era aberto e destinado a quem se interessasse sobre o tema e vislumbrava discutir a situação do mercado. 

Vamos, ora essa, além de achar as moças que conduzem a Kind de uma gentileza e educação raras, um evento como este acontecendo gratuitamente é para ser aproveitado. Networking dos bons, além de termômetro para abrandar o coração aflito em momento de crises diversas. A abordada no evento, só pra ser específica, era a crise financeira. 

Classe média sofre? 

Chegando lá, mulheres arumadas, mulheres bonitas, mulheres simples, mulheres comuns compunham um variado apanhado de tipos, lembrando que estamos em São Paulo, no Itaim e que o mailing da empresa de consultoria feminina há de ser composto por pessoas de determinado círculo pois, (e isso não é uma crítica de forma alguma), os cursos pagos vão de R$300,00 a R$5.000,00. Dá pra ter uma base, então, de que estamos falando de um público que, pra dizer o mínimo, é classe média. Leia mais »

Média: 4 (4 votos)

Microempreendedor que não pagar dívidas atrasadas pode perder o registro

O profissional que trabalha por conta própria legalizado como MEI (Microempreendedor Individual) possui algumas facilidades e, não à toa, o governo federal já computa 5 milhões de MEIs espalhados pelo País. A modalidade é atrativa principalmente porque estabelece apenas duas obrigações: o pagamento dos tributos mensais e a realização da DASN, a declaração anual de faturamento. Mas isso não significa que ser MEI é tão simples quanto parece. Segundo dados do Sebrae, uma boa parte da categoria cai na inadimplência por não saber como efetuar os recolhimentos. Só em São Paulo, 50% dos MEIs vivem essa situação.

Agora, o acúmulo de dívidas precisa ser sanado com urgência pelo MEI. Isso porque, a partir de agosto, o empreendedor que estiver há 12 meses na inadimplência estará sujeito a perder o registro automaticamente, incluindo o cancelamento do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas). A única forma de regularizar a situação é quitando o que estiver em atraso. Quem não conseguir liquidar o montante devido de uma vez pode emitir e pagar os boletos gradualmente até zerar a dívida, segundo o Sebra-SP. 

A medida é importante não só pela possibilidade de perda de registro. O MEI deve lembrar que a inadimplência também leva à suspensão de outras garantias, como o recebimento de benefícios previdenciários (auxílio-doença, salário-maternidade e aposentadoria). O acerto de contas, aliás, não garante a retomada imediata desses direitos, pois há um período de carência, a ser definido pela Previdência Social, para que a cobertura seja restabelecida.

Leia mais »

Média: 2 (2 votos)

A importância da legalidade empresarial, por Matê da Luz

Ok, havemos de concordar que a taxa tributária no País é altíssima e, por fim, é um dos fatores que determina a informalidade em grande parte dos serviços prestados. Vide a carteira de trabalho de um número considerável de pessoas que, trabalhando rotineiramente com mesa, cadeira, horário estipulado e email próprio, por vezes recebendo inclusive benefícios de contratado, se vêem necessitados de abrir empresa - ou, pior, comprar nota - para emitir para o contratante. Para o empresário é mais barato manter um funcionário PJ - pelo menos até que os tribunais sejam acionados.

Neste ano dei força a um antigo sonho de estruturar uma empresa própria. Por diversos motivos, especialmente por um chamado cria, sempre houve em mim a vontade de determinar meu tempo, meu retorno financeiro e minha própria linha de conduta ética e de posicionamento, e estes são fatores que me são essenciais e difíceis de encontrar compatíveis no mercado. Sim, sou uma daquelas com temperamento em evolução, entre o ácido e o doce e finalmente entendi que pra gente como eu ser empresário de si mesmo é uma escolha bastante assertiva.

Mas tem a burocracia - ah, se tudo fosse criatividade! E lá fui eu entender que raios de burocracia envolve ter um CNPJ pra chamar de meu. Conversei com um advogado da família e o que ouvi foi deveras desanimador: "jura? não dá pra manter informal?". Que dá, dá. Mas quero crescer, vender pro exterior, contratar pessoas em breve. Ainda insisto que a melhor opção é começar formalizando o que é possível. "Abrir empresa é barato, caro é fechar - tem certeza de que quer fazer isso?". Sim, neste momento tenho certeza. Daqui alguns anos espero ainda ter o desejo e, claro, a viabilidade financeira e motivacional para manter a empresa funcionando.

Leia mais »

Média: 3 (3 votos)

MBA em baixa

 Enviado por Edsonmarcon

Nassif,  que vc acha dessa afirmação?

Do iG

 
Empresário, cantor e historiador, Bruce Dickinson critica modelo de educação e afirma que empreendedorismo só se aprende na prática
 
Quem está acostumado a ver o rockstar Bruce Dickinson com o pé nas caixas de som levando multidões à loucura com os clássicos do Iron Maiden certamente estranharia sua versão executiva.
 
De camisa social azul e cabelos cuidadosamente penteados, o vocalista e frontman de uma maiores bandas de heavy metal da história esteve nesta terça-feira (28) na Campus Party, evento de tecnologia realizado em São Paulo, para compartilhar sua experiência como investidor-anjo e empreendedor à frente da Cardiff, empresa prestadora de serviços em aviação.
A carreira como músico aconteceu por acaso. "Eu não sabia exatamente se queria ser ator ou astronauta aos 16 anos", conta. Mas, como empreendedor, os primeiros passos vieram de casa. "Meu pai era empreendedor. Então desde os cinco anos eu já estava fazendo algumas idiotices como negócios", brinca.
 
Para o músico, a chave do sucesso é ter atividades diversas. Com isso, bastará uma grande ideia para que ela se transforme em um negócio.

Leia mais »

Média: 5 (4 votos)

Funcionários no tatame para sacudir a empresa

Jornal GGN - As pequenas e médias empresas têm que ser pensadas como um barco: tem boa navegação mas precisa saber de onde sai e para onde vai, com toda a equipe sabendo seu papel. Quem explica isso é Thiago Dantas, sócio da Clarear Pessoas e Propósitos, que tem por norte montar vivências que tiram os funcionários da zona de conforto, ajustando o navegar de empresas. “Trabalhamos com desenvolvimento de pessoas e ajustes comportamentais”, explica Thiago.

Segundo ele, os colaboradores em geral não sabem como se ajustar ao projeto, o que gera desmotivação, angústia e, é claro, queda na produtividade. Funcionários fazendo um trabalho mecânico e sem saber o porquê de realizar tal ou tal tarefa. Desta forma a empresa fica estagnada, deixa de ganhar. “Empresa e colaboradores não se tocam disso”, diz Thiago, “colaborador quer ser incluído, fazer parte de um motor”. O problema pode crescer, fazendo  com que haja perda de produtividade, por não ter foco nas pessoas, não ter uma ligação entre o divulgado e o praticado. Leia mais »

Sem votos

Licores de frutas amazônicas já atraem atenção estrangeira



Manaus (AM)
– Frutas típicas da região amazônica, como cupuaçu e açaí, estão sendo usadas como matéria-prima para a fabricação artesanal de licores e cachaças por um farmacêutico aposentado. As bebidas produzidas por José Cabral, ex-pesquisador do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) com doutorado em farmacognosia, já estão despertando a atenção de comerciantes estrangeiros, que consideram os produtos de grande apelo comercial pela forma como são fabricados e pelas frutas usadas.
Leia mais »

Sem votos

Como as empresas devem se preparar para o fim do ano?

Um breve olhar ao redor o fará perceber que a época de trocar presentes se aproxima, apesar de ainda estarmos em outubro. Panetones nas prateleiras dos supermercados, produtos natalinos a venda no comércio de rua, tapumes e árvores de natal em construção nos shoppings são alguns dos indicadores. Em algumas semanas, papais noéis se juntarão a milhões de consumidores atrás de quinquilharias, lembranças e alguns bons presentes, consequência do endividamento da classe média nos últimos tempos.

Apesar da excitação que antecede o período, um planejamento ruim por parte da oferta pode significar desde a perda de clientes até o comprometimento do fluxo de caixa, em razão do baixo giro dos estoques. Isto se amplifica com a sazonalidade ou concentração das vendas em um determinado período. Imagine um importador de brinquedos, cuja receita se concentra no último trimestre, com mercadorias paradas no porto, ou ainda um supermercado com milhares de panetones em janeiro. Vejamos algumas dicas que poderão ser úteis para este período. Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

PagCom cria sistema para vendas com cartão via celular

 

Jornal GGN - Cartões de crédito ou débito são os meios de pagamento que mais crescem atualmente, com 75% dos brasileiros firmes na utilização do plástico, segundo dados da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços). Com chances de ainda crescer mais, vendedores autônomos e prestadores de serviços precisam encontrar meios para utilização de cartões por parte de seus clientes. É uma forma de não perder negócios e mesmo alavancar o crescimento.

Gabriel Abdalla, sócio da PagCom, empresa que trabalha no desenvolvimento de soluções para pagamentos móveis, explica o produto, e como o autônomo pode se beneficiar. Em primeiro lugar, a empresa oferece três tipos de serviços. O primeiro é apenas o aplicativo, em que se paga uma taxa fixa mensal de R$ 9,90 após credenciamento, então recebe código de ativação e baixa no celular ou smartphone. Na hora da cobrança é só digitar os dados e enviar. Esta solução vale para cartão de crédito. Leia mais »

Sem votos

Um pequeno grande passo para vencer em mercado crescente

 

Querer é poder, mas desde que não se perca de vista a essência do que é um bom negócio. Se a empresa quer alavancar suas vendas montando um canal de vendas por internet, seja varejo, indústria ou serviços, a internet é um ótimo canal, mas é preciso se estruturar em um passo a passo importante.

A revista Exame PME ofereceu ao público o 4º Curso Exame PME,  no início de abril, orientando micro, pequeno e médio empresários nas diversas áreas que permeiam um negócio. O Jornal GGN traz ao leitor a exposição feita por Vinicius Pessin, co-founder e CEO da e-smart, que tem no comércio eletrônico seu ramo de atuação. Pessin abordou as diferenças entre comércio físico e virtual, o que vem a ser um conhecimento importante para o empresário que queira se aventurar no setor. Leia mais »

Sem votos