Em 2009, quando foi alvo de um ataque midiático, a Petrobras montou um grupo estratégico de acompanhamento da crise e lançou o seu Blog, no qual passou a responder rapidamente a todas as denúncias.
O grupo estratégico era composto por diretores, técnicos e analistas políticos e midiáticos. A presença dos analistas justificava-se porque sabia-se que a guerra era política e a resposta deveria ser política.
Por resposta política, não se entenda escamotear os fatos, fugir à verdade, mas analisar as formas de responder às questões para evitar as pegadinhas do adversário.

A presidente Graça Foster decidiu abrir mão dessa estratégia e repetir Dilma Rousseff logo que assumiu a presidência.
No início de seu governo, houve um festival de denúncias e Dilma acatou todas, as fundamentadas e as improcedentes. Sacrificou ministros, auxiliares, permitiu algumas injustiças flagrantes - como a armação de que foi vítima o então Ministro dos Esportes Orlando Silva. Mas, em um primeiro momento, conseguiu desarmar a campanha contra si própria. A mídia - meio que a contragosto - passou a trata-la temporariamente como a anti-Lula, a governante com vida própria.
O custo foi alto. Devolveu à velha mídia a influência que tinha perdido após a campanha de 2010. Cada vítima abatida - pouco importa se com denúncias fundamentadas ou não - aumentava a gana por sangue.
Com a avalanche de denuncias, houve a paralisia de áreas importantes do governo, especialmente na infraestrutura com o desmonte do DNIT - cujo titular foi alvo de uma armação da organização criminosa Carlinhos Cachoeira-Veja. Nem se julgue que havia santos no DNIT. Mas poderia ter havido uma transição menos rumorosa, sem interrupção dos trabalhos, caso o governo não fosse atrás do ritmo alucinante de denuncismo da mídia.
Esse mesmo estilo repete-se no caso Pasadena.
Desde o ano passado correm inquéritos no TCU (Tribunal de Contas da União) e do MPF (Ministério Público Federal). O próprio Ministro José Jorge, do TCU, o mais ferrenho opositor do governo, já tinha declarado que a análise era exclusivamente administrativa, avaliando se a Petrobras cometeu erros de estratégia ou não.
Não se vislumbrava nenhuma irregularidade. Ao contrário do caso Paulo Roberto da Costa, o ex-diretor de exploração, envolvido em um esquema pesado de quadrilha.
A declaração de Dilma Rousseff - de que foram sonegadas informações que teriam levado o Conselho de Administração a rejeitar a compra - jogou a Pasadena no meio da lama de Paulo Roberto e surpreendeu o próprio José Jorge.
Por dias, dias e dias a imprensa martelou o suposto escândalo, sem nenhuma resposta satisfatória da Petrobras. Pouco importa se haverá ou não a CPI: a Petrobras já caiu na boca do povo. Em qualquer esquina, a maioria absoluta das pessoas não tem a menor noção sobre o que se discute, mas repete que a Petrobras virou um antro de negociatas. Ou seja, independentemente das análises técnicas que se façam, foi uma luta política da qual a oposição já se saiu amplamente vitoriosa. E as estripulias de Paulo Roberto da Costa mal começaram a ser divulgadas.
Do lado da presidência da empresa, não foi montada nenhuma estratégia de comunicação, não se criou um grupo de crise, não de ouviram analistas políticos.
A primeira iniciativa de Graça foi uma entrevista a O Globo, tipo “nada tenho a esconder” (http://is.gd/KFguMA). Julgou que bastaria apresentar argumentos técnicos e racionais – e ela o fez com segurança – para todo mal ser exorcizado.
Inicialmente colocou de maneira clara as implicações da ausência das cláusulas put (pela qual um dos sócios poderia vender sua parte para o outro) e Marlim (que assegurava rentabilidade mínima sobre os novos investimentos), desdramatizando sua ausência.
E isso seria normal (a não apresentação das cláusulas no resumo executivo apresentado ao Conselho de Administração)?
Aí, depende do diretor que está elaborando o resumo e de quão relevante é. A cláusula Marlim é relevante, mas não teve a revamp (modernização) da refinaria. E, por isso, não teve efeito. A put option é absolutamente comum, mas distinta para cada ativo. Ela não é igual. É específica. E isso não fez parte do resumo executivo.
Na sequência, falou na existência de um comitê de proprietários da Pasadena, cujo representante da Petrobras era Paulo Roberto da Costa. Ressalvou que a mera presença de Paulo Roberto não significava que o comitê tivesse cometido qualquer ilegalidade. Mas admitiu que não sabia da existência desse comitê.
A entrevista bem conduzida vai extraindo dúvidas de Graça:
Como a senhora se sentiu ao descobrir esse comitê?
Eu não posso saber disso dois anos depois de estar na presidência da Petrobras. Eu não posso ser surpreendida com informações que me dão o desconforto necessário para que eu busque uma comissão para apuração.
Como se diz em jornalismo, “deu o lead”, ou seja, a frase que seria o tema dali para diante: havia informações que foram escondidas da presidente da companhia, é o que importa, mesmo que se constate que a participação do comitê tenha sido anódina.
De pouco valeu, no restante da entrevista, Graça salientar que a compra da Pasadena, na época, era bom negócio; que ficou mau negócio com a mudança da economia global; que era impossível prever essa virada da economia; que até as declarações de Dilma, o assunto vinha sendo conduzido administrativamente (tanto na Petrobras quanto no TCU).
Até o momento nada indica irregularidades em Pasadena?
Nada. Mas eu não posso não saber de alguma coisa nesse momento em relação a Pasadena. Eu não aceito, e daí vem minha indignação.
Ontem, no Senado foi a mesma coisa.
Em sua apresentação, Graça expôs todos os dados que justificavam, na época, a compra da Pasadena, assim como as mudanças posteriores de cenário. Tecnicamente, deixou algumas dúvidas no ar, mas que não foram exploradas por senadores que estavam mais interessados no “lead" que no conteúdo. Como a questão dos valores investidos na compra da tal trading da Astra. Segundo ela, foram duas compras, da refinaria e da trading, com seus contratos. Nem nos comunicados ao mercado se informava dessa distinção.
Indagada sobre a claúsula put, mudou um pouco a versão original. O problema não era a cláusula em si (comum em contratos desse tipo) mas a “put price”, ou seja, as regras de cálculo do valor em caso de oferta de venda por um dos sócios. Disse que se a cláusula tivesse sido apresentada, a compra teria sido vetada pelo Conselho.
Duvido! Se o Conselho Administrativo e a Diretoria Executiva acreditavam na manutenção do cenário petrolífero da época - e, como ela mesmo disse, mesmo em Davos todos os grandes executivos do mundo não previram a crise que explodiu pouco depois - no máximo teriam solicitado alguma negociação a mais, jamais impedido o negócio.
Ontem conversei com um repórter que acompanhou todo o depoimento no próprio Senado. A impressão geral era a de que Graça tinha se saído bem, com segurança, as respostas tinham sido satisfatórias, embora – para todos – ela passasse a impressão de querer se colocar como a “justiceira” de tempos ruins.
Mas o que os senadores e a mídia queriam era o “lead”. E ela deu.
É evidente que a compra da Pasadena se tornou um mau negócio, caso contrário a Petrobras não a teria lançado a prejuízo.
A casca de banana estava na pergunta:
- Foi um mau negócio?
E na resposta:
- Foi um mau negócio.
Se tivesse se preparado politicamente para a discussão, Graça teria exposto sinteticamente o que explicou tecnicamente durante toda a sabatina:
- Na época, foi um bom negócio. Tornou-se um mau negócio depois que a crise internacional atrapalhou a rentabilidade de todas as refinarias dos Estados Unidos. Mas está voltando a ser bom negócio este ano, já que lucramos US$ 53 milhões por mês nos dois primeiros meses do ano.
Simples assim. Ao admitir a seco que foi um mau negócio, Graça deu o “lead".
Hoje, todos os jornais usaram na manchete essa resposta.
Por trás desse desastre político, questões pessoais mal resolvidas, essa disputa autofágica com José Sérgio Gabrielli.
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Comentários
A oposição ganhou foi um cala boca
sex, 18/04/2014 - 22:49
Bom agora que o a CPI da Petrobrás não colou, qual será o próximo plano infálivel do Cascão e Cebolinha pra derrotar a Monica, quer dizer, qual será o proximo plano infalivel do Aécio e do Dudu pra derrotar a Dilma? Tá ficando dificil decolar nas pesquisas, né opositores??? Essa oposição não tá no gibi mesmo!!!
Discordo inteiramente do
qui, 17/04/2014 - 15:14
Discordo inteiramente do título. A presidente da Petrobrás disse a verdade e esta verdade calou a boca da oposição quando corroborada pelo o que veio depois. Não houve contadição. O público entedeu muito bem que foi um bom negócio na época. Toda a empresa tem altos e baixos mas o saldo deve ser positivo e isto ficou bem claro, sem necessidade criar "baracos", discussões infundadas e levianas, levadas por trancos e barrancos.
Você queria que ela fosse igual a oposição e ou a midia e dissesse qualquer coisa só para agradar um dos lados. Nós sabemos quando estão mentindo. Este sentimento não ficou com o depoimento da presidente da Petrobrás e isto ganhou o jogo.
Hoje dia 17 a oposição está frustada. Eles não tem mais onde se apegar.
Está na hora de fazer jornalismo com a verdade e não com bate bocas inúteis e que pareçam agressivos.
Ganhou o governo para decepção de muitos.
Nassif, assisti todo o debate
qui, 17/04/2014 - 10:30
Nassif,
assisti todo o debate e tenho uma posição diferente do resultado, que virá !
Bem, a falta de traquejo político (malandragem ?), acabou com os argumentos
da oposição, colocando Graça e o governo ,no devido lugar de investigador,
de não conivente com maus feitos, tomando da oposição o comando das ações.
Passadena deve sair das manchetes nos próximos dias e o enfoque será no
diretor , doleiro, deputado, fazendo uma confusão para desinformar.
Destaco, a expressão de Graça, quando abordada por alvaro butox, sobre ética,
maus feitos,etc, assistam e reparem o seu olhar, kkkk, me matou e vcs viram
a cara do catão? Susto, medo, chilique, foi demais.
obs: Não se esqueçam que a Graça é mineira!
Regulação da mídia
qui, 17/04/2014 - 07:31
RAGULAÇÃO DA MÍDIA,MANDATO DE 08 ANOS PARA JUIZ EO MINISTERIO PUBLICO TRABALHAR SEM PARTIDARISMO.
Daqui a pouco
qui, 17/04/2014 - 01:03
O AliançaLiberal vai dizer que a melhor coisa que aconteceu pra Petrobraz foi o naufrágio da plataforma P53
Claro que foi assim a
qui, 17/04/2014 - 14:08
Claro que foi assim teve que se construir outra e com isso houve aumento do PIB, de emprego e renda.
Eu uso a falácia da janela quebrada e você Reductio ad absurdum.
E o debate não avança com a polarização que é o seu intuito.
O problema não é a polarização
qui, 17/04/2014 - 14:09
o problema é que tem um pólo muito mais carregado.. qualquer deslize, suspeitas superficiais, indícios tênue, e demais ilações são tratados com extremado rigor e falta dessa meditação mais profunda sobre a ecônomia.
É preciso meditar, além do mais um mau (bom) negócio no passado pode se converter, por razões imprevisíveis em (bom (mau) negócio na atualidade. Outra coisa, bom ou mau depende muito de quem fez o negócio..
Como lutar contra toda mídia
qua, 16/04/2014 - 23:49
Como lutar contra toda mídia (raras são as execeções)? Ela não caiu em esparrela nenhuma! O problema é que a mídia que tem o objetivo único de apoiar, incondicionalmente, a oposição, pinçou do que ela disse somente a parte negativa da mensagem. Ela disse que foi um bom negócio à época e que as mudanças no mercado de petróleo fez com que até 2012 a refinaria operasse no vermelho, mas que já vinha se recuperando e este ano já opera com lucro. Isso foi o que ela disse. O PIG (o nome está corretíssimo, pois é um verdadeiro partido de oposição) é que pinçou somente a parte onde ela disse que foi um mau negócio. Por isso é necessário, com urgência, a regulação da mídia para evitar que ela tenha esse poder todo de mentir e ficar tudo por isso mesmo!
Desde quando existe bom ou
qua, 16/04/2014 - 23:35
Desde quando existe bom ou mau negócio a posteriori.
Bom negócio é jogar na mega sena depois do sorteiro, hehehehehe.
Será que pode?
Nassif, você só acertou que a questão é política. O resto...
qua, 16/04/2014 - 21:58
Pasadena custou à Petrobrás 0,35% do lucro acumulado da Petrobrás nos últimos 12 anos.
Pasadena - parece que as pessoas esquecem - é uma REFINARIA!!
Refinaria, parece que as pessoas esquecem, não se constrói da noite para o dia - quanto custa para construir uma Pasadena em um ponto estratégico como aquele?
Com o pre-sal, nosso gargalo está na ponta. Petróleo cru só serve para sujar as mãos para tirarmos fotos. Se não separá-lo em gás, diesel, gasolina, educação, etc, não vale nada!!!
Graça não poderia ter ido ao ninho dos tucanos como uma gestora de governança! Que ridículo. Aquele discurso, qualquer aluno de MBA está apto a fazê-lo.
Deveria ter assistido 5 horas diretas de discursos do Brizola ou do Getúlio. E assistido à última entrevista do Lula.
E defender com unhas e dentes Pasadena.
Afinal, Pasadena refina 100mil barris / dia no coração dos EUA.
Às favas com os balanços, com os débitos/créditos, com resultado do exercício e os escambaus.
Não interessa se dá lucro ou prejuízo ontem ou hoje.
Pasadena é importante para a Petrobras e para o Brasil. Importância bem maior que míseros 1 bilhão.
Até mesmo geopoliticamente. Afinal, não sabemos o futuro.
Por fim, Nassif, você erra redondamente quando diz que em qualquer esquina, as pessoas repetem que Petrobras virou antro de negociatas.
Vejo as esquinas bem diferente de você.
O povo tem orgulho da Petrobras.
Atacá-la é suicídio eleitoral.
Graça: está demitida. Patrus Ananias, assuma o posto.
Ou melhor: volte para a diretoria financeira. Obrigado pelos serviçõs prestados.
"Refinaria, parece que as
qui, 17/04/2014 - 11:20
"Refinaria, parece que as pessoas esquecem, não se constrói da noite para o dia - quanto custa para construir uma Pasadena em um ponto estratégico como aquele? "
100,000 BARRIS REFINADOS POR DIA. No mínimo uns DEZ BILHÕES DE DÓLARES.
O governo da Presidenta está impedindo o aumento da gasolina
qua, 16/04/2014 - 21:39
Creio que em um ambiente de disputa eleitoral, afirmar que o Governo da Presidenta está impedindo os aumentos do preço da gasolina, para controlar a inflação, não seria uma acusação e sim , um elogio, pelo menos para a maioria esmagadora, do eleitorado.
Este tem sido o maior erro da oposição PSDB nesta discussão.
2014---distribuição de renda
Governo se pautua pela imprensa
qua, 16/04/2014 - 20:42
O problema - e grande problema - é que o governo tem se pautado pela imprensa, às vezes sem refletir. A impressão é a de que não há quem enenda de comunicação no governo. Aliás, provavelmente, não há quem entenda de comunicação, haja vista a presença de Paulo Bernardo....
Que entenda de comunicação e
qua, 16/04/2014 - 21:29
Que entenda de comunicação e , principalmente, política.
Há algo estranho em dona
qua, 16/04/2014 - 20:28
Há algo estranho em dona graça, algo inquietante...Olho sua face e não vejo o BRASIL. Será que é por conta do foster que tem no sobrenome?
Apenas mais erro da oposição PSDB
qua, 16/04/2014 - 19:41
Creio que não, foi mais um erro a oposição levantar a questão da Petrobras novamente em uma disputa eleitoral, para grande maioria dos eleitores ficará a questão da privatização ou não da Petrobras, do mesmo modo que em 2006 e 2010.
A ilusão ocorre em função do amplo espaço da oposição tem na maior parte da grande mídia, mas com o início do espaço eleitoral a Presidenta Dilma terá um espaço enorme para reverter a situação.
Além da questão da privatização ou não, a questão da Petrobras hoje também coloca em pauta a discussão do preço da gasolina, em que a oposição acusa o Governo da Presidenta Dilma de impedir os aumentos do preço da gasolina, para controlar a inflação, o que para grande maioria do eleitores é benéfico.
Ou no mínimo ficará a grande impressão de que caso a oposição vença as eleições, a primeira coisa que vai ocorrer é um grande aumento dos preços da gasolina e do óleo diesel, o que vai resultar em aumento expressivo de votos para a Presidenta Dilma.
Resumindo, um tiro no pé.
2014---distribuição de renda
CONCORDO PLENAMENTE. e,
qui, 17/04/2014 - 09:14
CONCORDO PLENAMENTE. e, ainda,
A manutenção do preço do combustível - não colaborando para a ciranda inflacionária - cumpre a função social da Petrobrás.
De outra parte, é INSOFISMÁVELl que a compra da Refinaria de Passadena foi um NEGÓCIO MUITO BOM para a Petrobrás NA ÉPOCA DE SUA REALIZAÇÃO.
Só o progresso e desenvolvimento tecnológico posterior da Petrobrás (descoberta/exploração do Pré-Sal e diversidades de refino óleo leve/pesado) o tornaram "desinteressante" sob o ponto de vista contábil: retorno rápido de investimento.
A Refinaria está em pleno funcionamento e gerando lucros.
Nessa direção, as declarações colhidas na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal:
O preço total da compra – 1a. parte e 2a. – foi inferior (e não pouco) ao de duas (2) outras Refinarias de mesmo porte de Passadena-EUA vendidas no Canadá. Deve se somar a isso, outrossim, que a localização de Passadena tem mais valores agregados(centro petrolífero norte-americano, com maior comercialização e movimentação).
Esse o ponto de batida e não a pauta da velha e grande mídia comercial
Disse isso bem l abaixo mas
qua, 16/04/2014 - 19:57
Disse isso bem l abaixo mas sua visão foi bem mais ampliada.
bingo!
Aliança liberal: tua
qua, 16/04/2014 - 19:41
Aliança liberal: tua ignorância é tanta que dá vergonha alheia. Gente, o partido do aliberal foi corrido aqui da terrinha por roubo da merenda escolar. Até agora o aliberal não aceitou ver seu partido saindo pela porta dos fundos. O partido do aliberal, psdb, com helicoptero e tudo, não consegue nada a não ser entregar o nosso país na bandeja para ser devorado pelo patrão deles:usa. O psdb, nunca trabalhou para o Brasil e jamasi trabalhará, só entregará. Para isso, não necessitamos ter governo, é tão fácil destruir, apagar, sucatear. E, eles, psdb continuam se achando. FHC, o cachorrinho do clintos, é defenestrado pelo povo e eles, psdbistas, teimam em querer bancar os gestores. Não são de nada, apenas querem o que não lhes pertence: O BRASIL..
Quem çê ele ou seja lá quem
qui, 17/04/2014 - 00:50
Quem lê o que ele escreve, seja lá quem for escrevendo, não sabe que tem 22 partidos na prefeitura,, os mesmos que deram vitória ao PSDB, são os mesmos que mandam hoje na prefeitura.
Lindo de ver é o orçamento PTparticipativo não vai ninguém do "povo", só funcionário da prefeitura e parente. Um bairro com 87 mil pessoas junta 300 para fazer o show para a imprensa.
0,0001 % da população para decidir sobre 0,00001% do orçamento e ainda não fazem a obra que foi escolhida por eles mesmos.
O negócio foi ótimo na época
qua, 16/04/2014 - 19:10
O negócio foi ótimo na época em que foi celebrado, isso já está bastante claro. O erro não foi ai, acho que há uma grande cortina de fumaça, e isso talvez explique o porque de a Petrobrás não haver esclarecido toda a operação desde o início: o erro foi a a avaliação totalmente equivocada de partir para a briga judicial, que encareceu absurdamente a operação. Agora está sendo argumentado que o resultado do julgamento não poderia ser previsto. Não é por ai, afinal quando se entra numa disputa dessas, com as cláusulas estabelecidas, sempre há o risco de se perder, portanto, se houve erro, foi nessa decisão e não a compra da refinaria.
Graça Foster, como engenheira
qua, 16/04/2014 - 19:07
Graça Foster, como engenheira quimica, simplesmente não precisava fazer juizo de valor para uma questão técnica restrita à perítos internacionais daquela época; limitando-se a responder se o negócio da compra da refinaria foi criminoso.
Depois de tanto tempo, fazer essa correlação do negócio pelo valor de mercado é o fim da picada.
O que não se deve excluir é o poder político, sob a responsabilidade da autoridade estatal, se afetado pela associação de forças exteriores visando o dolo da má fé para se beneficiar de algo.
Uma ideia ou intuição dita de modo próprio pode servir de via de acesso em direção a percepção metafísica do ser e o quanto no universo ele é capaz de constituir por si mesmo para tal transcendência existencial.
"Depois de tanto tempo, fazer
qui, 17/04/2014 - 11:26
"Depois de tanto tempo, fazer essa correlação do negócio pelo valor de mercado é o fim da picada."
Eu diria que foi u cúmulo da BURRICE. Quando ela respondeu a pergunta "Foi um mau negócio?", respondeu EXATAMENTE aquilo que a mídia oposicionista queria ouvir.
Deveria ter respondido: Compramos uma refinaria que se fosse construída hoje custaria no mínimo DEZ BILHÕES DE DÓLARES por UM BILHÃO E DUZENTOS E CINQUENTA MIL DÓLARES E QUE ESTÁ DANDO 53 MILHÕES DE DÓLARES DE LUCRO POR MÊS.
Melhor é já ir pensando em
qua, 16/04/2014 - 18:49
Melhor é já ir pensando em outra crise pré eleitoral, a de pasadena tá passando
e a oposição "gagona" que doi hein..que medo é esse? Independentemente das
"cassandras " das horas de crise, o fogo amigo e o tiros no pé é ,meio complicado
de se votar em Aécio ou Campos, já o Serra....a salvação dos sem petróleo quem sabe??!
SENTENÇA HIPOTÉTICA EM
qua, 16/04/2014 - 18:47
SENTENÇA HIPOTÉTICA EM HIPOTÉTICO PORCESSO, PROFERIDA POR ANTIGO JUIZ DO INTERIOR, APOSENTADO E ACOSTUMADO À LIDES E EMBATES
VISTOS, ETC.
A OPOSIÇÃO AO GOVERNO CENTRAL, com base em notícias de irregularidades que pudessem tisnar e macular a compra da REFINARIA DE PASSADENA-EUA PELA PETROBRÁS, feita no ano de 2006, face à enorme diferença dos valores de compra (2005) e venda (2006) ocorridos e que, assim, teria ocasionado grande prejuízo à cia. brasileira adquirente, propuzeram a presente ação inominada e preparatória de ação ordinária principal de responsabilidades.
A Sra. Graças Foster, presidente da Petrobrás, foi convocada e ouvida em sessão pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal.
Nessa sessão especial, respondendo aos Srs. Senadores, afirmou em resumo que:
"NAQUELE MOMENTO, PASADENA FOI UM BOM NEGÓCIO QUE, COM O PASSAR DO TEMPO, SE TRANSFORMOU EM UM MAU NEGÓCIO" (explicou que mudanças no mercado internacional de petróleo afetaram o valor de ativos em todo o mundo).
"QUANDO A PETROBRAS COMPROU PASADENA POR US$ 1,25 BILHÃO, OUTRAS REFINARIAS FORAM VENDIDAS NO CANADÁ POR US$ 1,6 BILHÃO E US$ 2,8 BILHÃO"
“ESTUDOS TÉCNICOS ELABORADOS POR CONSULTORIAS INTERNACIONAIS SOBRE PASADENA, NA ÉPOCA DA AQUISIÇÃO, APONTAVAM PARA A PERSPECTIVA DE UM BOM INVESTIMENTO”
"HOJE, olhando o negócio, não foi um bom negócio".
"Não há negócio nesse setor que seja cem por cento seguro"
"UMA EMPRESA QUE TEM 50 BILHÕES DE REAIS NO CAIXA HOJE, UMA REPOSIÇÃO DE RESERVAS INTENSA
"A ASTRA PAGOU US$ 360 MILHÕES PELA METADE DA REFINARIA",
"Nós queremos que tudo seja esclarecido", reafirmou a presidente da estatal, que começou seu depoimento às 10h50.
Graças admitiu que perdas da estatal com a refinaria foram de US$ 530 milhões.
"NO MESMO PERÍODO, DUAS REFINARIAS NO CANADÁ, DE PORTES SEMELHANTES, CUSTARAM US$ 1,6 BILHÃO E US$ 2,8 BILHÕES.
Não há incidentes ou preliminaries a serem enfrentadas.
É O BREVE RELATÓRIO
DECIDO
A ação (queixa) é improcedente.
O âmago – o cerne – da questão se concentra em se saber se À ÉPOCA da aquisição pela Petrobrás teriam ocorrido irregularidades e irresponabilidades que pudessem macular a operação de compra.
A questão é de fácil solução e não envolve altas indagações.
Pouco importa – ao deslinde da questão - o valor anterior da compra da Refinaria pela empresa belga ASTRA, se foi por 42 milhões de dólares ou 1 (um) real apenas.
O que importa e dá sustentação de correção ao procedimento de compra é a circunstância, o fato, de que NA MESMA ÉPOCA duas (2) outras Refinarias do MESMO PORTE foram vendidas no Canadá por preço bem acima (1,6 bilhões de dólares e 2,8 bilhões de dólares) do pago pela Petrobrás. Não se passa, ainda, desapercebia a importância e valor da localização das Refinaria então negociadas (EUA e Canadá).
Na mesma direção e sentido, foram as declarações anteriores do presidente da Petrobrás, Sr. José Sérgio Gabrielli, no periodo da aquisção.
Não há, portanto, diante desses dados possibilidades de se afirmar – nem ao longe - pela irregularidade na aquisição/compra da Refinaria de Passadena pela Petrobrás.
Conquanto, bastassem esses simples e importantes dados (acima examinados) para a solução do caso ora em exame, apenas para enriquecimento das argumentações de validade e revanche da compra da Refinaria de Passadena-EUA pela Petrobrás, temos:
Não existem negócios sem riscos
A própria evolução técnica da Petrobrás (Pré-Sal) e do refino de óleo leve/pesado, alteraram as condições e correlações anteriores e de hoje, o que retira o aspecto queixoso da Oposição.
A evolução tecnológica, portanto, da Petrobrás anulou as vantagens da compra.
É necessário deixar claro que apenas, eventualmente, e sob o aspecto estritamente contábil, se poderia imaginar tenha ocorrido um “mau negócio” e, ainda, não se levando em conta a localização estratégica da Refinaria (centro petrolífero dos EUA) e facilidades de comércio e remanejamento (pela existência de equipamentos que favorecem a movimentação dos produtos).
Analogias: (1) se construo uma fábrica de dirigíveis e logo depois os aviões são inventados e fabricados, foi um bom negócio que se tornou ruim... ; (2) Se invisto na construção de uma índústria de valor promissor e, depois, ocorre um “tsunami”, era um bom negócio que se tornou mau…; (3) se compro um apartamente de veraneio por bom preço e, depois, surgirem outras oportunidades melhores de recreação que tornaram aquele supérfuo, fiz um bom negócio inicial mas que se tornou mau negócio...
Nem, também, se justifica a queixa apresentada pela Oposição ao Governo, a “falha administrativa” ocorrida no não exame específico das cláusulas “Marlim” e “Put Option”, comuns em contratos desse vulto e que não comprometem ou comprometeram o negócio.
A cláusula “Marlim” (garante ao sócio Astra, não produtor, não refinador, um lucro certo para cobertura de eventual paralização ou diminuição da produção pela Petrobrás), aliás, no caso, nem foi acionada (utilizada) por não ocorrida a circunstânca.
Já a “Put Option” deu causa a aquisição total da Refinaria. Bom ou mal negócio?
Depende do ponto de vista subjetivo. Contábil? Talves. Estratégico? Não.
Essa opção permitiu que a Petrobrás se tornasse a única proprietária da Refinaria. Ora, petróleo é um bem material de elevado valor estratégico para qualquer país. Não ter sócio é bom e, melhor ainda, para o país, não tê-lo se esse sócio for estrangeiro.
A compra exigiu investimentos (foram feitos) e a Refinaria está lá encrustada, em plena operação, dando lucro.
Nada há, destarte, o que se reclamar.
ANTE O EXPOSTO, e do mais que consta, JULGO IMPROCEDENTE a presenta ação inominada e preparatória de ação principal de responsabilidades e determino, transitada em julgada a sentença, o arquivamento do feito.
Sem verbas de honorário,
Custas na forma da lei.
DO INTERIOR, 16 de abril de 2014
JUIZ DE DIREITO
Observações do Juiz:
Há um velho adágio;
“EM POLÍTICA, O FATO NÃO INTERESSA. O QUE INTERESSA É A VERSÃO DADA AO FATO”
DILMA é uma mulher séria, correta, responsável e honesta. Não tenho dúvidas quanto a isso.
Não obstante, salvo engano, faltam-lhe traquejos políticos.
A sua posição republicana de não intervir – em princípio - junto aos parlamentares aliados, ministros e membros do governo, sob o aspecto politico-administrativo é falha.
Republicano é defender o governo republicano.
Republicano, nesse sentido, é orientar quem quer que seja chamado a responder por políticas e atos de seu governo.
A Sra. Graças foi colocada no covil dos leões - hábeis, treinados e vorazes na arte de arguir – sem qualquer preparo anterior.
O que se viu foi um depoimento que durou mais de 5 horas onde, enredada, Graças não soube se defender e bem esclarecer o fatos através de informações e respostas concisas, curtas, claras, secas e de dfícil edição ou manipulação.
A continuar dessa forma, DILMA terminará cometendo um suicídio político levando com ele a esperança e um sonho de um país mais justo, mais igual, mais social.
Outro dia eu disse aqui que
qua, 16/04/2014 - 18:31
Outro dia eu disse aqui que "as acusações contra a Petrobrás são simples e fáceis de entender como " pagou 1 bi por algo que valia 40 milhões", "diretor da empresa está preso" etc. Já as defesas, que a gente só vê aqui e em poucos blogs são cheias de tecnicalidades, chato de ler, difícil de entender e mais ainda de explicar", ao que alguém da claque quis discutir se basta acusação de uma linha para derrubar uma empresa ( e um governo).
Taí o Nassif confirmando : basta.
O maior problema do PT é que, sob seu desgoverno, a educação caiu em qualidade, fazendo com que a maioria dos beneficiários das políticas demagógicas não consiga compreender senão o que explica o Jornal Nacional.
Prá noís, que vamos derrubar o desgoverno nas urnas, é festa!...
Ulderico
zumbi das irmãs Cajazeiras (PSDB, PPS e Dem)
qui, 17/04/2014 - 00:41
Ressuscitaram o Ulderico Paragussú?
É nois ...Aécio na
qua, 16/04/2014 - 18:41
É nois ...Aécio na cabeça!
(sonho que se sonha só....)
O que é (des)importante sobre Pasadena, a Petrobrás e o País
qua, 16/04/2014 - 18:06
A única coisa "importante" nesta prosopopéia Pasadeniano é exatamente a eleitoreira.
Politicamente, o interesse é desconstruir a Petrobrás (e oportunamente vendoá-la), mas isso vem desde 1954...
São 60 anos de (contra)"luta" dos companheiros neoliberais da zelite cheeirosa exogenamente cooptada.
Concordo que batalhas estão sendo vencidas. Mas suspeito que esta operação "Barbarossa" não esteja "já" vitoriosa não.
As condições de mediocridade em que a oposição consegue suas futriquentas vitórias em batalhas vis e cada vez mais afundadas na lama de seu próprio rastro de destruição ainda terão seus revezes.
De resto, discutir o "negócio" Pasadena é razoavelmente desimportante pela seguinte lista não exaustiva:
1) A Petrobrás deu LUCRO LIQUIDO de 2006 a 14 de (~): 26, 22,33, 29, 35, 33, 21, 23 =192 ou 24 BILHÕES anuais médios.
2) Supondo (idiotamente) que Pasadena fosse um prejuízo de 1,2 como insinua a mídia, isto representa(RIA) 0,6% do lucro da empresa em todo o período. Menos do que reles margens de erro comumente utilizadas por aí.
3) Há muita ignorância, incompetência e má fé na discussão do assunto (na oposição, na mídia e até aqui), exibindo na melhor das hipóteses, não saberem o que é uma empresa, principalmente gigante.
4) Qualquer empresa faz "maus negócios": GM, Microsoft, Globo, Vale, Abril, Shell, Disney, Exxon, Ford, Apple, GE, Google, etc. Faz parte. O importante é a resultante final, dos lucros e do desenvolvimento.
5) Grotescamente, confunde-se, aqui e acolá, mau negócio com prejuízo. Pelas informações dadas, pode-se concluir que, se já não o é, o "mau negócio" Pasadena estará logo positivo. Usando-se os 58 milhões de lucro conservadoramente como bimensais, teríamos um lucro de ~1,4 bilhões em 2 anos. Se forem mensais, em apenas 12 meses (ou seja, cobre 1,25 bilhões em 10 meses, conforme Graça). Sem contar eventuais lucros/prejuízos passados.
6) Portanto, um bom negócio pode ficar ruim e se tornar novamente bom e ... Óbvio que sempre um mau negócio pode ser pior e um bom negócio pode ser melhor. Pasadena certamente poderia dar um retorno mais rápido. Mas certamente dará, apesar da crise e das mudanças conjunturais e do cenário (pré-sal) posterior ao seu fechamento. E ninguém ganha jogo previamente sem "combinar com os russos". Tem sempre um time jogando na outra metade do campo.
7) Há que se observar que negócios tem aspectos estatégicos, táticos e operacionais. E assim como planos de vôo ou navegação mudam conforme as condições, as estratégias e táticas também.
...7.1) Pasadena foi estrategicamente um bom negócio à época. Táticamente e operacionalmente mal fechado por ...alguém(s). Isto resultou num atraso do retorno de investimento. Que virá, sem "prejuizo".
...7.2) Hoje, pelo que se divulga, Pasadena deixou de ser estrategicamente interessante (pré-sal). Mas ainda é tatica e ...operacionalmente interessante (lucrativa, logisticamente privilegiada, etc.).
8) Independentemente de todas estas contas (baseadas nas informações existentes, repito: todo o negócio Pasadena é menor que uma margem de erro nos lucros da Petrobrás. Então porque todo este barulho? R: começa com "político" e termina com eleitoral (de baixo nível, como é típico desta oposição e míRdia).
9) Se houve incompetência ou mal feito, temos desde auditorias internas e independentes, até tribunais de contas, passando por MP e PF. Por que então, num negócio proporcionalmente irrelevante em termos do tamanho da Petrobrás, o Congresso, que custa uma fortuna para (não) votar leis, tem que parar tudo e investigar (o que outros fazem com mais competência, isenção e propriedade) um negócio que vale, na PIOR DAS HIPÓTESES, uma fração centesimal do lucro que a empresa oferece consistentemente aos seus acionistas?
10) Quanto nos custa esta redundância e infuncionalidade (inutilidade?) institucional legislativa que:
...10.1) Dissemina a desinformação, ignorância, deseducação e posicionamento equivocado da população?
...10.2) Traz prejuízos de imagem, de valor de mercado e atrapalha as operações de uma empresa que muitas vezes ...precisa de sigilo e confidencialidade em suas operações estratégicas e táticas? Além de tranquilidade operacional.
...10.3) Não serve ao interesse público mas apenas a facções políticas que usam o palco do congresso, remunerados por ...nós, para apenas se manterem como corretores da riqueza pública, sem trazer, sequer 24 bilhões anuais de volta...
Enfim, olho vivo neste pessoal que está se lixando para a (des)importância de Pasaden, da Petrobrás e do país (e sua população)
Apesar dos 11 anos da atual linha de governo, me envergonho em dizer que esta midiocre oposição pluotligárquica pentacentenária ainda detém o poder neste país (empresas, bancos, MP, PF, STF, ministérios, a maior parte do Congresso, míRdia, agências de P,I e RP, etc. etc.).
Mas perderam duas coisas:
A chave (dos cofres)
A caneta (que assina)
Farão de tudo (e mais) para recuperar estes "pequeninos" objetos.
Mais uma prova de que Graça disse bobagem
qua, 16/04/2014 - 18:05
Um Banco como o Citigroup não chancelaria a compra da refinaria se ela fosse estranha, diz CerveróPostado em 16 de abril de 2014 às 3:01 pmContrariando o que disse a presidenta da Petrobras, Graça Foster, o ex-diretor internacional Nestor Cerveró afirmou nesta quarta-feira que a compra da refinaria em Pasadena não foi mau negócio.
Durante audiência na Câmara dos Deputados, Cerveró saiu em defesa da compra e disse que é errado se referir à aquisição como a “malfadada operação de Pasadena”.
O os governos do PT tem se
qua, 16/04/2014 - 17:57
O os governos do PT tem se excedido nos erros de cálculos políticos. E, será seu maior erro, e isso digo com propriedade, pois convivo com eleitores comuns que manisfestam simpatia por LULA e rejeição a DILMA, insistir na candidatura da atual presidenta. DILMA, tem sido inclusive sido rejeitada, talvez, sem fundamento, por setores de centro direita que admitem votar em LULA caso ele candidate-se. O PT precisa reforçar sua bancada no Congresso Nacional e tem uma oportunidade real de eleger seus candidatos em tradicionais redutos tucanos, portanto, necessita de uma candidatura que pontecialize essas chances.
Se os projetos de DILMA e LULA transcendem a questão da personalidade, deverão reconhecer o cenário desfavorável, apesar das pesquisas, para candidatura DILMA. Esta poderia, tendo passado pela presidência, prestar relevantes serviços, num possível governo LULA.
Engano imaginar que Graça
qua, 16/04/2014 - 17:49
Engano imaginar que Graça Foster apenas cometeu um ato falho no Senado! Ela é parte do lobby para enfraquecer a Petrobrás! É, assim como Dilma, que a colocou no posto de presidente da empresa, do lobby das grandes empresas de energia que se associaram ao governo FHC no loteamento do setor energético do Brasil! Lembrem-se: Graça Foster era (ou ainda é?) mulher do homem que montou o esquema de apropriação do gás boliviano para sua venda ao Brasil, com ou sem demanda, por meio de termoelétricas apressadas e sem planejamento! Ou ninguém mais se lembra do boon do gás para automóveis?
Graça Foster e "A Escolha de Dilma"
qua, 16/04/2014 - 17:56
"A Escolha de Dilma" é o título da matéria publicada na edição nº 54, de março de 2004, da revista Reportagem, em que o então diretor de gás e energia da Petrobrás, Ildo Sauer, explica tim-tim por tim-tim o que afirmei acima.
Pena que edição está esgotada, mas quem quiser ver a capa, está aqui:
REV_RPT54 - Revista Reportagem nº 54 Março 2004 Talvez a editora da revista possa providenciar cópias da matéria a quem estiver interessado.
Para a oposição, Pasadena é que devia ter comprado a Petrobrás.
qua, 16/04/2014 - 17:38
QUAIS SÃO OS VERDADEIROS OBJETIVOS DA OPOSIÇÃO NEOLIBERAL?
1- Pasadena representa um acréscimo no patrimônio da Petrobrás, no coração do mercado mundial de petróleo e refino. Adquirir patrimônio ao invés de vendê-lo na bacia das almas, este é o problema da oposição em relação à Petrobrás de Lula e Dilma.
2- Pasadena foi um bom negócio na época e em função das mudanças no setor petrolífero e de refino nos EUA, do Crash de 2008 e da posterior descoberta do pré-sal, tornou-se um negócio com baixa rentabilidade.
3- Pasadena está em plena operação, refinando 100.000 barris diários de petróleo. É um ativo da Petrobrás como qualquer outra refinaria de propriedade da empresa.
4- Desastre de fato e de direito foi a alienação de patrimônio público (CSN, VALE, etc) feita pelos neoliberais no Brasil. Adquirir patrimônio não é um desastre, muito antes pelo contrário.
5- A Petrobrás vale hoje 98 bilhões de dólares, valia em 2002 apenas 15 bilhões de dólares.
6- A Petrobrás fez a maior capitalização da história do capitalismo mundial em 2010 (70 bilhões de dólares) e lucrou aproximadamente 150 bilhões de reais nos últimos 06 anos.
7- A disputa de fundo em torno da Petrobrás é a questão do petróleo do pré-sal. A oposição fracassada não admite e jamais admitirá que a empresa tenha construído o regime de partilha para a exploração do pré-sal. Queriam manter a concessão tucana e entregar tudo de mão beijada para as multinacionais.
8- O regime de partilha do Lula, empreendido por Dilma, garante participação mínima da Petrobrás em TODOS os poços de petróleo do pré-sal, através da PPSA (empresa 100% estatal). A PPSA é a OPERADORA ÚNICA de todos os poços de petróleo do pré-sal, além de ter poder de veto e voto de minerva em TODAS as decisões relativas à exploração e à comercialização dos barris do pré-sal. A oposição quer destruir o regime de partilha.
9- Há uma enorme pressão por parte dos acionistas privados da Petrobrás, que lutam por mais lucros e dividendos. Para tanto, forçam o discurso falso e fictício do "endividamento" da empresa, bem como clamam todo o santo dia por um reajuste, de preferência brutal, no preço dos combustíveis.
10- A batalha crucial que estamos assistindo nada tem a ver com Pasadena, mas sim com o futuro da Petrobrás enquanto alavanca do desenvolvimento nacional. Ou será que o PSDB e a mídia venal, que apoiaram entusiásticamente a quebra do monopólio estatal da empresa, de uma hora para outra estão preocupados com a mesma? Mais fácil acreditar em duendes e fadas...
Diogo Costa
"QUAIS SÃO OS VERDADEIROS
qua, 16/04/2014 - 23:34
"QUAIS SÃO OS VERDADEIROS OBJETIVOS DA OPOSIÇÃO NEOLIBERAL?"
Não sei qual é a oposição neoliberal, mas a oposição quer tirar do poder o PT para bem da petrobrás e do país mais 4 anos de enrolação e subdesenvolvimento ninguém aguenta.
Só vai restar o bolsa familia para salvar o PT.
Pelo bem da Petrobrás:
qui, 17/04/2014 - 00:24
(Sem título)
qui, 17/04/2014 - 13:37
Petrobrás
qua, 16/04/2014 - 17:22
Estamos com uma incompetência êndemica no governo. O atual governo federal é incapaz, gerido por pessoas incapazes e apresenta resultados pífios. A Petrobrás já começou a naufragrar com o Lula e a gerentona administradora de loja de R$ 1,99, está sendo assessorada por gente tão inútil quanto ela. O maior patrinonio nacional está sendo dilapidado pelo empreguismo e aparelhamento. O que estamos vendo é apenas a ponta do iceberg. Quem não acredita que veja os dois links abaixo relativos ao descalabro energético que o país caminha. Um verdadeiro abismo:
Brasil paga R$ 285 milhões por energia eólica que não é produzida:
http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2014/02/brasil-paga-r-285-mil...
Sem gás natual, térmicas de Cuiabá e Uruguaiana deixam de gerar energia:
http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=3&cid=195039
A oposição ganhou
qua, 16/04/2014 - 16:59
A oposição ganhou absolutamente nada com as declarações de Graça Foster. Tudo que foi dito, aqui mesmo no blog e em tantos outros, já tinha sido noticiado. Quem ganhou com isso foi a verdade sendo dita por alguém que conhece profundamente tudo que acontece dentro e fora da Petrobrás. Pelo que entendi, Pasadena foi uma boa compra feita dentro de informações precisas à época do negócio, depois pela crise mundial houve problemas de lucratividade, e agora voltou a dar lucro. Só isso. O preço já foi dito e não foi o 1 bilhão propagado, sendo bem menos. Para falar a verdade quem ganhou com isso foi o governo por mostrar que não tem nada para esconder de ninguém. Agora quero acompanhar bem de perto o inicio dessa CPI abrangente(PETROBRAS, ASTOM, METRO, ETC) que já estou duvidando que vai sair. Mas ao que tudo indica o governo, os petistas estão querendo que saia, e isso é de se dá parabéns.
Nassif, vamos falar em Português
qua, 16/04/2014 - 16:23
Quem tem que explicar mau negócio é o FHC com a venda-doação da Vale!
A Vale foi vendida por menos de 10% do valor menos otimista, uns 3bi Se não me engano, um ou dois anos depois, a Vale comprou uma mineradora canadense por uns 14 bi.. Então péra lá...
Quem tem que explicar é a tucanada.. A Passadena não foi tão mau negócio assim pra toda essa tempestade... Se não me falha a memoria uns 10 bi o sr FH deu pra banco quebrado num tal famigerado proer...
A vale não foi "vendida" por
qua, 16/04/2014 - 17:16
A vale não foi "vendida" por 3 bilhões, foi uma % dela que deu a possibilidade de um grupo privado deter a gerência dela, o suficiênte para melhorar a sua condução.,
Na composição acionária da Vale o governo tem gerência em grande parte dela.
Depois reclamam quando a oposição não faz um bom jogo politico.
Melhorar para quem, cara pálida?
qua, 16/04/2014 - 20:46
Ora, colega, as ações de controle são as mais valiosas, o resto está diluido na bolsa.
E vc confunde "fundos de pensão" com governo (ou pior, União).
E acredita que "gestão privada é melhor" ... depende para quem!
Supondo sua tese de "má gestão", pergunto-lhe:
SE vc tivesse uma empresa "mal administrada" que lhe desse lucro consistente de 100 garantidos, vc a venderia (financiado com moedas podres) por uma mixaria (uns 300) para que o novo dono arrancasse 1500 anuais dela? Aí vc ficaria feliz, né? Quanta "esperteza"!
Supondo que os 2,8 bi (moedas podres e financiamentos menos os 800 MI em dinheiro liquido e certo em caixa, para uso e fruto imediato), o valor total considerado seria de uns 7 BI. Continuaria uma mixaria fracionária do valor de um estoque em minério de ferro disponível de dupla pureza (80% x <40% no resto do mundo), em valor de mercado da época, de 1,5 TRILHÃO de dólares.
Sem falar dos outros minérios preciosos e estratégicos, imenso patrimônio e know-how.
O valor do minério subiu depois quase 16 vezes no mercado internacional de commodities (aí daria mais de 20 TRILHÕES). Esta foi a grande "melhoria de gestão"...
De resto, a empresa sempre foi lucrativa (blue chip na bolsa). Por que vendê-la? E por que barato! E porque com moedas podres? E por que deixar 800 milhões em caixa? E por que...
Além de perder o controle da empresa (estratégico), o % que o governo vendeu por 2,8 (em moedas podres, etc) deixou de lhe render desde a privatização, só dos lucros acumulados de 200 bi, sua parte que seria de uns 60 bilhões.
Ou seja, vendeu sua parte por 2,8 em moedas podres e deixou de ganhar, por sua parte, 60 bilhões.
Mas mau negócio mesmo é Pasadena, né?
A Vale tinha ações na bolsa e
qui, 17/04/2014 - 00:02
A Vale tinha ações na bolsa e seu valor de venda foi superior.
A Rio Tinto na época valia em torno de 15 Bilhões de dólares, a Vale 10 bilhões não lembro os numeros.
A Vale do Rio Doce nunca pagou dividendos para a o governo, hoje a coletividade "lucra" muito mais com a Vale por meio de impostos e o triplo de empregos.
O patrimônio nacional aumentou com a direção privada da vale.
Decisão judicial possibilita
qua, 16/04/2014 - 18:11
Decisão judicial possibilita reabertura de processo contra a venda da Vale e privatização da maior produtora de minério de ferro do mundo pode ser revertida
Maíra Kubík Mano, da Rede Democrática
Se você tivesse um cacho de bananas que valesse R$9,00, você o colocaria à venda por R$0,30? Óbvio que não. Mas foi isso que o governo federal fez na venda de 41% das ações da Companhia Vale do Rio Doce para investidores do setor privado, em 1997. Eles pagaram R$3,3 bilhões por uma empresa que vale perto de R$100 bilhões. Dez anos depois que ações populares foram abertas para questionar o processo, a privatização da maior exportadora e produtora de ferro do mundo pode ser revertida.
Em 2012, ato público realizado no Rio de Janeiro pedia a anulação
da privatização da Vale do Rio Doce (Foto: Brasil de Fato)
Em 16 de dezembro do ano passado, a juíza Selene Maria de Almeida, do Tribunal Regional Federal (TRF) de Brasília, anulou a decisão judicial anterior e reabriu o caso, possibilitando a revisão do processo. “A verdade histórica é que as privatizações ocorreram, em regra, a preços baixos e os compradores foram financiados com dinheiro público”, afirma Selene. Sua posição foi referendada pelos juízes Vallisney de Souza Oliveira e Marcelo Albernaz, que compõem com ela a 5ª turma do TRF.
Entre os réus estão a União, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Eles são acusados de subvalorizar a companhia na época de sua venda. Segundo as denúncias, em maio de 1995 a Vale informou à Securities and Exchange Comission, entidade que fiscaliza o mercado acionário dos Estados Unidos, que suas reversas de minério de ferro em Minas Gerais eram de 7.918 bilhões de toneladas. No edital de privatização, apenas dois anos depois, a companhia disse ter somente 1,4 bilhão de toneladas. O mesmo ocorre com as minas de ferro no Pará, que em 1995 somavam 4,97 bilhões de toneladas e foram apresentadas no edital como sendo apenas 1,8 bilhão de toneladas.
Outro ponto polêmico é o envolvimento da corretora Merrill Lynch, contratada para avaliar o patrimônio da empresa e calcular o preço de venda. Acusada de repassar informações estratégicas aos compradores meses antes do leilão, ela também participou indiretamente da concorrência por meio do grupo Anglo American. De acordo com o TRF, isso comprometeu a imparcialidade da venda.
http://www.revistaforum.com.br/blog/2013/06/justica-reconhece-fraude-na-privatizacao-da-vale-do-rio-doce/
Se você tem uma empresa de
qua, 16/04/2014 - 23:21
Se você tem uma empresa de pescado pode incluir na venda todos os peixes do oceano?
Bom mesmo é quando a Vale era
qua, 16/04/2014 - 22:46
Bom mesmo é quando a Vale era obrigada pelo governo a vender minério pros guseiros amigos.
Mesmo sem receber.
A Vale só virou o que é hoje porque ao ser privatizada começou uma politica extraordinária de aquisições. Comprou a Samitri,Comprou Ferteco, MBR e comprou antes do minério explodir seu valor. Depois realizou um grande plano de crescimento com investimentos.
Se a Vale tivesse sido dada a iniciativa privada a população brasileira já estaria ganhando muito. Só de impostos a Vale paga uma enormidade e livrou-se das garras dos politicos amigos.
Carlos Batista
Quando a Graça Perde a graça
qua, 16/04/2014 - 16:17
Nassif: o mundo da política tem dessas rasteiras. Lembra quando Jânio Quadros, na disputa pela Prefeitura de São Paulo, contra Fernando Henrique Cardoso, o pôs na berlinda, ganhando o pleito? Ele conta outra história, n’A Arte da Política, mais acredito na versão mais comum, onde ele admite ser ateu e de ter dado umas baforadas na erva. Foi uma escorregada feia, assim como esta da dona Graça, que não só perdeu toda graça, como complicou em muito o próprio governo e a Petrobras, que continua em “desGraça” por uma oposição que não tem rumos concretos ou objetivos para o Pais e, simplesmente, se limita a pedir socorro no seu congênere, o SCP (sigla em inglês do “Partido do Supremo Tribunal”), associado ao midiático PiG (esta, todos conhecem), que formaram uma “frente ampla”, tipo “blocão”, não para tomada do poder, de que já demonstraram não ter capacidade de administrar, mas para atrapalhar a condução das políticas econômicas e sociais, procurando castigar os do Povo, que votaram e referendaram a atual administração. Alias, Thais Herédia, ontem propôs, em nome de seus patrões (Globo), que a “moeda” Petrobras tivesse duas faces, mas que ambas só representassem o lucro, porque a empresa não podia se prestar à “filantropia” (entenda-se, “política social”). Ela dá a exata dimensão da crise e onde querem chegar àqueles que, incapazes de saber conduzir uma política publica que não seja na maracutaia e na corrupção (Carlinhos Cachoeira, Veja, Demóstenes etc.) buscam atrapalhar o andamento da pauta do Congresso, trancando-o o quanto puderem, como estratégia de ano eleitoral. E ainda se negam a prestar contas do “trensalão” paulistano e do pernambucano “Porto de Suape”, impedindo que sejam incluídos no mesmo saco investigativo. Concordo quando você diz que foi um ato falho da dona Graça, grande administradora, uma atitude apolítica e técnica, sem qualquer malícia, mas com enorme prejuízo a todos que não os vendilhões da coisa pública, os sem caráter que se intitulam paladinos da moral, da ética e da justiça, coisas que nunca tiveram ou creram.
O discurso dos que defendem
qua, 16/04/2014 - 16:30
Não poderia ser diferente, os culpados que são incriminados pela Graça tentam jogar lama no seu nome e na sua atuação. Estão no papel deles, defender os que os patrocinam ou lhes são favoráveis.
Dilma e Graça, continuem na sua campanha de mostrar porque uma nação rica como o Brasil e com um povo trabalhador e ordeiro fica nas mãos destes sangue sugas.
Já tentaram por todos os lados desviar o foco do contrato ruinoso e lançar novos alvos fáceis , os espantalhos, não vai funcionar, pois quem ficou com a grana está identificado.
Follow the money, follow the power.
Não esmoreçam
qua, 16/04/2014 - 16:17
Cara presidenta Dilma e cara presidenta Graça, não esmoreçam na caça aos culpados por quebrarem o Brasil, o povo e a nação, pelo menos uma vez, merecem satisfação.
Estamos assistindo, pela primeira vêz, o "modus operandi" no trato do dinheiro do povo. Que se cheguem aos culpados do prejuízo e que DEVOLVAM A GRANA DO POVO.
Follow the money, follow the power.
"Na época, foi um bom
qua, 16/04/2014 - 16:03
"Na época, foi um bom negócio."
Prá quem ainda achar Gabrielli bom gestor, pode pensar assim. Mas o que identifica um "bom negócio" é exatamente o que acontece quando o mar vira, e se executa as cláusulas constantes do contrato. Se prejudicam, então não foi um bom negócio. Bom negócio não é quando tudo dá certo.
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