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O contrato da Globo com Marcos Valério para pagamento dos BV

http://www.megacidadania.com.br/o-contrato-sigiloso-da-rede-globo-com-ma...

 

O contrato sigiloso confirma que a Globo pagava à DNA de Marcos Valério o “BV”, o Bônus de Volume, que nunca poderia ser considerado dinheiro público e muito menos ter sido desviado, pois se trata de uma relação particular entre duas empresas privadas, a Rede Globo e a DNA. No entanto o STF condenou Pizzolato por este “crime”.

CONTRATO SIGILOSO ENTRE A REDE GLOBO E A DNA DE MARCOS VALÉRIO

Pag 1
Os valores pactuados pertenciam EXCLUSIVAMENTE à DNA e era VEDADO repassar qualquer quantia oriunda deste contrato ao Banco do Brasil.

Pag 2
Pag 3
No item "GESTÃO" (ao final da página) está bem definido que foi a própria Rede Globo quem instituiu o PROGRAMA (= bônus de volume).

Pag 4
A íntegra deste contrato está na AP 470 no STF conforme os carimbos nas imagens comprovam. Fica óbvio que se trata de relação estritamente PRIVADA entre a Rede Globo e a DNA, como de resto qualquer valor que PARTICULARES do segmento publicitário - por extensão - pactuem como BV, o bônus de volume, por exemplo agendas, brindes e etc.



Nota fiscal da Rede Globo com o carimbo de conferência da DNA.

Nota Fiscal

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A lógica do fatiamento

Tudo foi fatiado nesse processo, Barbosa criou processos paralelos para onde jogou as provas da inocencia dos réus e em seguida decretou segredo de justiça, de forma que ninguém tivesse noção do todo do processo. Agora Barbosa quer fatiar os corpos dos petistas e jogar os pedaços nas ruas, e pensa assim estar matando dois coelhos com uma cajadada só: Ganhando popularidade e dando à elite a chance de se vingar do PT

No dia da proclamação da república da globo no JN a emissora deu em destaque que Barbosa teria determinado que não se cometessem abusos contra os réus mas isso era so uma peça de marketing. Não consigo acreditar q o Brasil tem um ministro da suprema corte com esse perfil. Para soltar Daniel Dantas duas vezes em 24 horas, o Gilmar Mendes, presidente do STF, ficou de plantão. Como Genonoino não eh um bilionario DD, o Barbosa, presidente do STF, deixa-o morrendo e some para o PA e, ainda vai posar de bonzinho e preocupado com questões humanitárias ao conceder a prisão domiciliar para Genonino. Triste Brasil.

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...spin

 

 

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NNN

Grita besta

Faz tempo que eu não via tanta bobagem neste espaço.

"Bananas = laranjas" não costumava ser uma fórmula comum por aqui.

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Diogo S.

Ué, isso aí já tava publicado

Ué, isso aí já tava publicado desde 2005...

http://noticias.terra.com.br/brasil/crisenogoverno/interna/0,,OI607106-E...

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Quem planta chuva...

Sou da paz e acho que o melhor caminho para resolver os conflitos sociais sempre será o diálogo, o respeito às leis e o bom exemplo.

Ocorre que o que assistimos desde o início do julgamento do tal mensalão vai em sentido contrário ao que emana das leis e ao que a sociedade deseja:  justiça com serenidade, sem açodamento, sem linchamento e onde o contraditório e a legítima defesa  sejam respeitados no decorrer de um processo legal.

Entretanto, é notório no âmbito da sociedade, ou pelo menos em boa parte dela, os efeitos deletérios do poderio dos donos da Globo para que o resultado do julgamento do mensalão satisfizesse os interesses dos Marinho.

Nesse ambiente brutalizado e do vale tudo onde apenas interesses particulares de mentes doentias fazem sentido, costumam surgir os voluntaristas, os justiceiros, os indignados solitários que não aceitam injustiças.

Não seria surpresa, portanto, que algum “maluco” nascido desse ambiente doentio tentasse fazer justiça com as próprias mãos.

Quem planta chuva costuma colher tempestades.

Os filhos do Roberto Marinho deveriam estar muito preocupados com esses fantasmas. Porque esses fantasmas existem. 

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wmj

DARF

Nao vi a parte do DARF

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Vai que é tua Batman

247  -  ROMÁRIO PÕE JULGAMENTO DA AP 470 NA MARCA DO PÊNALTIEdição/247 Fotos: Folhapress | Shutterstock | STF:

Deputado federal Romário (PSB-RJ), que preside o diretório estadual do partido, convidou, nesta terça-feira, Joaquim Barbosa para se filiar ao partido e concorrer ao governo do Rio de Janeiro; caso aceite, o presidente do STF desmoralizará de vez o julgamento da Ação Penal 470, comprovando que ações demagógicas, como a transferência dos presos para Brasília, podem ter sido um gesto político e midiático; Brasil está a um chute de se transformar num circo

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Alexandre Augusto Godinho de Oliveira

Bola dividida

Romário, sua inexpeiência na política permite que você cometa este tipo de deslize. rRconsidere este convite e mande Joaquim Barbosa para o inferno, pois é lá que ele deve habitar, de preferência com o PIG.

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Paulo Figueira

Romário calado é um

Romário calado é um poeta.
Continua como nos tempos da grande área extremamente oportunista.

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André Sousa

Ódio visceral contra o PT

Gostaria de saber de onde vem tanto ódio da mídia e sua elite contra o PT, mas sabemos há um motivo e o motivo não se deve a supostos erros do PT e sim aos acertos. Mas esses escravocratas não passarão, terão o troco nas urnas mais uma vez.

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A lógica do fatiamento

O Batman fatiou tudo, inclusive o processo, cirando outros processos paralelos em segredo de jusitça para onde jogava as provas da inocência dos réus. Tais provas entraram numa espécie de buraco negro, sumira, uma vez que ficaram num processo paralelo em segredo de justiça. Flagrante abuso de poder, prevaricação, enfim um crime atrás do outro, esse louco tem que passar por um processo de impeachment, faz-se necessária a instalação de uma Comissão da Verdade STF, pois não é justo que o povo brasileiro continue sendo enganado por uma mídia bandida, cuja vontade mesmo é a de fatiar os corpos dos petistas, salgar e jogar em praça pública.

vvv

Com o fatiamento o Batman conseguiu impedir que os juizes do STF e nós também tivessemos acesso ao processo como um todo, esta é a lógica de qualquer fatiamento: Pinçar o que interessa ser mostrado. O fatiamento do processo foi pra esconder essas coisas

 

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...spin

 

 

Parece que a comunidade

Parece que a comunidade jurídica esperou os réus serem condenados e presos, ilegalmente para acordar:

 

MANIFESTO DE REPÚDIO ÀS PRISÕES ILEGAIS

A decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal de mandar prender os réus da Ação Penal 470 no dia da proclamação da República expõe claro açodamento e ilegalidade. Mais uma vez, prevaleceu o objetivo de fazer do julgamento o exemplo no combate à corrupção.

Sem qualquer razão meramente defensável, organizou-se um desfile aéreo, custeado com dinheiro público e com forte apelo midiático, para levar todos os réus a Brasília. Não faz sentido transferir para o regime fechado, no presídio da Papuda, réus que deveriam iniciar o cumprimento das penas já no semiaberto em seus estados de origem. Só o desejo pelo espetáculo justifica.

Tal medida, tomada monocraticamente pelo ministro relator Joaquim Barbosa, nos causa profunda preocupação e constitui mais um lamentável capítulo de exceção em um julgamento marcado por sérias violações de garantias constitucionais.

A imprecisão e a fragilidade jurídica dos mandados expedidos em pleno feriado da República, sem definição do regime prisional a que cada réu teria direito, não condizem com a envergadura da Suprema Corte brasileira.

A pressa de Joaquim Barbosa levou ainda a um inaceitável descompasso de informação entre a Vara de Execução Penal do Distrito Federal e a Polícia Federal, responsável pelo cumprimento dos mandados.

O presidente do STF fez os pedidos de prisão, mas só expediu as cartas de sentença, que deveriam orientar o juiz responsável pelo cumprimento das penas, 48 horas depois que todos estavam presos. Um flagrante desrespeito à Lei de Execuções Penais que lança dúvidas sobre o preparo ou a boa fé de Joaquim Barbosa na condução do processo.

Um erro inadmissível que compromete a imagem e reputação do Supremo Tribunal Federal e já provoca reações da sociedade e meio jurídico. O STF precisa reagir para não se tornar refém de seu presidente.

A verdade inegável é que todos foram presos em regime fechado antes do “trânsito em julgado” para todos os crimes a que respondem perante o tribunal. Mesmo os réus que deveriam cumprir pena em regime semiaberto foram encarcerados, com plena restrição de liberdade, sem que o STF justifique a incoerência entre a decisão de fatiar o cumprimento das penas e a situação em que os réus hoje se encontram.

Mais que uma violação de garantia, o caso do ex-presidente do PT José Genoino é dramático diante de seu grave estado de saúde. Traduz quanto o apelo por uma solução midiática pode se sobrepor ao bom senso da Justiça e ao respeito à integridade humana.

Tais desdobramentos maculam qualquer propósito de fazer da execução penal do julgamento do mensalão o exemplo maior do combate à corrupção. Tornam também temerária a decisão majoritária dos ministros da Corte de fatiar o cumprimento das penas, mandando prender agora mesmo aqueles réus que ainda têm direito a embargos infringentes.

Querem encerrar a AP 470 a todo custo, sacrificando o devido processo legal. O julgamento que começou negando aos réus o direito ao duplo grau de jurisdição conheceu neste feriado da República mais um capítulo sombrio.

Sugerimos aos ministros da Suprema Corte, que na semana passada permitiram o fatiamento das prisões, que atentem para a gravidade dos fatos dos últimos dias.

Não escrevemos em nome dos réus, mas de uma significativa parcela da sociedade que está perplexa com a exploração midiática das prisões e temem não só pelo destino dos réus, mas também pelo futuro do Estado Democrático de Direito no Brasil.
19 de Novembro de 2013

Juristas e advogados

- Celso Bandeira de Mello – jurista, professor emérito da PUC-SP
- Dalmo de Abreu Dallari – jurista, professor emérito do USP
- Pedro Serrano – advogado, membro da comissão de estudos constitucionais do CFOAB
- Pierpaolo Bottini – advogado
- Marco Aurélio de Carvalho – jurista, professor universitário e secretário do setorial jurídico do PT.
- Antonio Fabrício – presidente da Associação Brasileira dos Advogados Trabalhistas e Diretor Financeiro da OAB/MG
- Bruno Bugareli – advogado e presidente da comissão de estudos constitucionais da OAB-MG
- Felipe Olegário – advogado e professor universitário
- Gabriela Araújo – advogada
- Gabriel Ciríaco Lira – advogado
- Gabriel Ivo – advogado, professor universitário e procurador do Estado. 
- Jarbas Vasconcelos – presidente da OAB/PA
- Luiz Guilherme Conci – jurista, professor universitário e presidente coordenação do Sistema Internacional de Proteção dos Direitos Humanos do CFOAB
- Marcos Meira – advogado
- Rafael Valim – advogado e professor universitário
- Weida Zancaner- jurista e advogada

Apoios da sociedade civil

- Rioco Kayano
- Miruna Genoino
- Ronan Genoino
- Mariana Genoino
- Altamiro Borges – jornalista
- Andrea do Rocio Caldas – diretora do setor de educação/UFPR
- Emir Sader – sociólogo e professor universitário/UERJ
- Eric Nepomuceno – escritor
- Fernando Morais – escritor
- Fernando Nogueira da Costa – economista e professor universitário
- Galeno Amorim – escritor e gestor cultural
- Glauber Piva – sociólogo e ex-diretor da Ancine
- Gegê – vice-presidente nacional da CMP (Central de Movimentos Populares)
- Giuseppe Cocco – professor universitário/UFRJ
- Henrique Cairus – professor universitário/UFRJ
- Ivana Bentes – professora universitária/UFRJ
- Izaías Almada – filósofo
- João Sicsú – economista e professor universitário/UFRJ
- José do Nascimento Júnior – antropólogo e gestor cultural
- Laurindo Lalo Leal Filho – jornalista e professor universitário
- Luiz Carlos Barreto – cineasta
- Lucy Barreto – produtora cultural
- Maria Victória de Mesquita Benevides – socióloga e professora universitária/USP
- Marilena Chauí – filósofa e professora universitária/USP
- Tatiana Ribeiro – professora universitária/UFRJ
- Venício de Lima – jornalista e professor universitário/UNB
- Xico Chaves – artista plástico
- Wanderley Guilherme dos Santos – professor titular de teoria política (aposentado da UFRJ).

 

 

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Dudu Cartucho

Se o stf mandar prender os

Se o stf mandar prender os filhos do Roberto Marinho por envolvimento com a DNA, BV, Valério, também o avião dos prisioneiros precisará fazer escala em BH?

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A fatura deve ser referente a

A fatura deve ser referente a um contrato anteriolr, pois foi emitida em agosto de 2003 e a vigência do contrato é de 01 de abril de 2004 a 31 de março de 2005.

Deve haver pelo menos outro contrato com vigência entre 01 de abril de 2003 e 31 de março de 2004.

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O que muda? JB tem que

O que muda?

JB tem que punir..punir..para onde correr?

 

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não adianta procurar lógica nesse caso

o que interessa é que a fatura está paga e o serviço executado!!!

 

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Esse documento em que a perícia da PF constatou ter sido feita uma rasura, o senhor sabe quem o rasurou?

A vida é curta demais para se beber cerveja barata!!

A folha é contra a corrupção no pt, no psdb não!!!

 Frede69

imagem de emerson57
emerson57

globobo

vai dai que a globobo ]é mensaleira.

e tinha domínio dos fatos.

e do dinheiro.

e está d-o-c-u-m-e-n-t-a-d-o !

plim plim 

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imagem de Joel Miranda
Joel Miranda

Brasil   Nosso Supremo não

Brasil
 
Nosso Supremo não foi capaz de interpretar estes documentos, mas como não conseguiu, condenou o PT!
 
Precisou Pizzolato usar seu direito de nacional italiano, pra escancarar o absurdo!

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Eu acho que vem mais " papel"

Eu acho que vem mais " papel" aí...  Agora veja como nossa comunidade jurídica é vira-latas; só a ameaça do mico internacional, fez a galera pular e saindo produzindo manifestos.... E a OAB, não fosse o Wadih Damous, quietinha estava, quietinha ficava.... vê se tem plantão no portão da Papuda?

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Ebrantino Martins Correa

O contrato de Globo com \ a DNA...

Talvez Hitler ou Stalin, nos seus processos, tenham chegado aos exegeros a  que se chegouno Brasil, em pleno STF, na ação 470. Será que o Joaquim e o Fux, precisavam lagar essa memória aois seus netos? Ebrantino.

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O dinheiro obtido por meios

O dinheiro obtido por meios criminosos na fonte (como diz o STF ao condenar os mensaleiros) não se torna legal no destino. A rigor quem o recebe comete o mesmo crime e deve responder como co-autor. A exclusão do co-autor na denuncia torna o processo criminal nulo. É o que diz a jurisprudência ignorada pelo STF.

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