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A Escola é Nosso espelho

A polêmica atual neste mundo cada vez mais louco em que vivemos situa-se, entre os teóricos, no desencanto da modernidade e o radicalismo da pós-modernidade. E a educação, neste contexto, seria a estimuladora proativa desta nova consciência. Muito pouco, porém, paramos para pensar na escola como uma decorrência da sociedade em que vivemos: as suas práticas e os seus conteúdos são determinados pelos valores e ideologias vigentes fora dos muros escolares. Os professores são gente. Os pais são gente. Os alunos são gente. Os comunicadores, empresários e políticos são gente (embora muitas vezes duvidemos disso). E todos eles, queiram ou não, são responsáveis pelo que ocorre no âmbito escolar: o que se ensina, as relações interpessoais praticadas, os valores sedimentados. E esta realidade escolar, como a realidade do entorno, é de pós-modernidade: individualismo exacerbado, exercício socialmente irresponsável do poder pessoal, excessos de demanda de uma cidadania distorcida (onde existem apenas os direitos). E a escola, assim, tornou-se a reprodutora da pós-moral da pós-modernidade, com suas poucas qualidades (a liberdade individual, por exemplo) e suas imensas mazelas. Neste cenário, o libelo que repasso abaixo é altamente crítico e um gesto desesperado de revolta diante disso tudo que presenciamos hoje.

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