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Economia

Em Portugal, crise aumenta risco de pobreza na 3ª idade

Sugerido por Tamára Baranov

Do Yahoo

Crise em Portugal aumenta risco de pobreza na terceira idade

Susana Irles

Lisboa, 3 ago (EFE) - A crise econômica e os consequentes cortes às ajudas sociais, reduções de pensões e alta de aluguéis pode colocar em risco de pobreza a enorme população portuguesa que já atingiu a terceira idade, e a maioria vive com menos de 500 euros.

Em um país de 10,5 milhões de habitantes, 20% está em idade de aposentadoria (a partir de 65 anos) e, para a maioria, chegar ao fim do mês é uma questão de contar o dinheiro euro a euro.

Em 2011, 85% dos aposentados da Seguridade Social receberam menos de 500 euros mensais. Este grupo cresceu até 1,4 milhão de pessoas, quase 4% a mais que em 2010, e uma parte deles deve recorrer a uma ajuda extraordinária de 100 euros para chegar a um mínimo de 400 euros.

O número de pessoas elegíveis aumentou de maneira consistente desde o início a crise em 2010 e alcançou 230.000 em 2011. Leia mais »

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O perfil da nova classe média

Coluna Econômica

Divulgado ontem, caderno 4 da série “Vozes da Nova Classe Média” aborda a questão do emprego assalariado. Trata-se de estudo encomendado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, com participação do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), CNI (Confederação Nacional da Indústria) e Instituto Data Popular.

***

A primeira conclusão do estudo é que a ascensão da nova classe média se deu basicamente em função do trabalho, não das transferências de renda e a transição demográfica.

De 2001 a 2011, houve um aumento de 33% na renda per capital; de 8% na proporção de adultos na População Economicamente Ativa; de 28% na renda não derivada de trabalho adulto; de 22% na renda do trabalho por adulto.

Do aumento de renda no período, 14% se explica pelo aumento da proporção de adultos trabalhando; 26% na renda não derivada do trabalho por adulto; e de 59% na renda do trabalho por adulto.

Ou seja, foi a formalização do emprego e a melhoria salarial que explicam a ascensão da nova classe média. Em 2011, para o conjunto das famílias a renda do trabalho por adulto era de 20% maior que em 2001; para a classe média, de 40%.

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Famílias do Grande ABC têm renda média de R$ 3.724,46

Sugerido por ramalhino

Publicado em segunda-feira, 5 de agosto de 2013 às 07:04

Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

Os moradores do Grande ABC estão mais endinheirados. O rendimento médio familiar atingiu a marca de R$ 3.724,46. Significa que os pagamentos, sejam eles quais forem e de onde se originam, geraram ganho real de 4%. Ou seja, houve expansão maior do que o aumento médio dos preços dos produtos e serviços. Isso porque em 2012, o valor era de R$ 3.582,83, descontada a inflação.

Boa parte desse incremento se deve à estrutura econômica da região. Madura e sólida, sofreu menor impacto da crise internacional em 2012. E, como resultado, garantiu o emprego para a maioria dos moradores empregados no Grande ABC. No fim de dezembro, por exemplo, a taxa de desemprego nas sete cidades era de apenas 9,3%. O percentual consta da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego) feita pela Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

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Famílias do Grande ABC têm renda média de R$ 3.724,46

Sugerido por ramalhino

Publicado em segunda-feira, 5 de agosto de 2013 às 07:04

Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

Os moradores do Grande ABC estão mais endinheirados. O rendimento médio familiar atingiu a marca de R$ 3.724,46. Significa que os pagamentos, sejam eles quais forem e de onde se originam, geraram ganho real de 4%. Ou seja, houve expansão maior do que o aumento médio dos preços dos produtos e serviços. Isso porque em 2012, o valor era de R$ 3.582,83, descontada a inflação.

Boa parte desse incremento se deve à estrutura econômica da região. Madura e sólida, sofreu menor impacto da crise internacional em 2012. E, como resultado, garantiu o emprego para a maioria dos moradores empregados no Grande ABC. No fim de dezembro, por exemplo, a taxa de desemprego nas sete cidades era de apenas 9,3%. O percentual consta da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego) feita pela Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

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Desdobramentos do Leilão de Libra

Sugerido por Sérgio T.

Do Infopetro

Atratividade e desdobramentos do Leilão de Libra: análise apoiada em Modelagem Econômico-Fiscal dos desafios e oportunidades do Pré-sal 

Por Thales Viegas

thales072013
O campo de Libra, localizado na camada Pré-sal brasileira, é a maior descoberta de petróleo convencional do século XXI[i]. Estimativas recentes da ANP indicam que os volumes recuperáveis podem variar entre 8 e 12 bilhões de barris. Em outubro de 2013 a Agência deverá realizar o leilão da referida área. O edital do processo e a minuta do contrato já se encontram em fase de consulta pública. Diante deste contexto, o presente artigo discute os contornos do leilão e do desenvolvimento do campo de Libra. Foi utilizado o nosso modelo de fluxo de caixa descontado, para o regime de Partilha, desenvolvido em 2010 e atualizado recentemente, como subsídio quantitativo das nossas análises, embora apresentar o modelo não constitua o foco desse artigo. Leia mais »

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O problema de governança do FMI

Por Andre Araujo

Do Brasilianas.org

O PROBLEMA DA GOVERNANÇA NO FMI - Os estatutos do FMI vem de sua fundação logo após o fim da Segunda Guerra e pouco foram alterados. O Conselho de Administração (Executive Board) é baseado nas QUOTAS de capital que cada pais naquela ocasião subscreveu. Nos ultimos 65 anos as proporções relativas das economias mudaram significativamente mas isso praticamente não foi refletido no FMI, mantendo os paises hoje quotas DESPROPORCIONAIS à importancia de suas economias.

O Brasil tem hoje 1,72% das cotas do Fundo, com um PIB em 2012 de US$2,394 bilhões, a Italia tem quase o dobro de quotas, 3,10% com um PIB bem menor que o Brasil, US$1,863 bilhões.

Outra discrepancia pior, a Veneuzela tem uma economia com um PIB  nominal de US$382 bilhões, o real é bem menor por causa da taxa de cambio oficial artificial. Mesmo considerando o PIB nominal, o Brasil tem um PIB SEIS VEZES maior que o da Venezuela mas a quota desse Pais no FMI  é de 1,08% contra 1,72% do Brasil, quer dizer a participação da Venezeula é  dois terços da do Brasil mas o PIB do Brasil é 6 vezes maior. Leia mais »

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IPC no município de SP teve deflação de 0,13%

Sugestão de Sérgio T.

Do Valor Econômico

IPC-Fipe termina julho com deflação de 0,13% 

SÃO PAULO  -  O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) no município de São Paulo teve deflação de 0,13% na quarta quadrissemana de julho, depois de cair 0,16% na terceira prévia do mês, de acordo com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Em junho, o indicador fechou com alta de 0,32%.

Na passagem da terceira medição de julho para a quarta, o grupo Alimentação foi de um recuo de 0,62% para queda de 0,40% e Saúde passou de uma alta de 0,26% para 0,33%. Despesas pessoais foram de aumento de 0,34% para 0,45%. Leia mais »

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Conheça o 'Turismo catástrofe'

Sugestão de Tamára Baranov

Do UOL Viagens

'Turismo catástrofe' é atividade lucrativa do Japão a Nova Orleans

Rikuzentakata (Japão) - Rikuzentakata era uma cidade famosa por sua praia e por seus pinheiros majestosos no Pacífico japonês. Mas desde o tsunami de 2011 se converteu em um polo de "turismo catástrofe", uma atividade lucrativa em muitos pontos do planeta.

A atração para alguns é puramente mórbida - vontade de contemplar as desgraças alheias - mas também há os que buscam compartilhar a dor e encarar o impensável. "A pessoa não consegue se dar conta da monstruosidade do tsunami sem vir aqui para vê-lo com seus próprios olhos", afirmou Akira Shindo, um japonês de 15 anos que mora em Nova York.

O jovem se inscreveu em um tour pelo litoral nordeste do arquipélago, onde uma onda gigantesca arrasou no dia 11 de março de 2011 tudo o que encontrou pela frente. Leia mais »

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O aumento das relações comerciais entre China e Alemanha

Por Andre Borges Lopes

EXPRESSO DO ORIENTE

Chegou nessa semana ao porto alemão de Hamburgo o primeiro trem de carga proveniente diretamente da China, num esforço logístico para incrementar as relações comerciais entre os dois países. O trem, que saiu de Zhengzhou, cobriu a rota de 10.214 quilômetros através da China, Cazaquistão, Rússia, Belarus e Polônia rumo à Alemanha em um tempo recorde de apenas quinze dias.

Só como comparação, aqui no Brasil o "Trem Expresso" da CVRD/FCA demora cerca de cinco dias para levar uma carga do porto seco de Uberlândia-MG até o porto de Santos (aproximadamente 850 km de via férrea). Leia mais »

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Após cinco dias de alta, dólar cai para R$ 2,28

Da Agência Brasil

Após cinco altas consecutivas, dólar cai e fecha o dia em R$ 2,28

02/08/2013 - 18h27

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O dólar encerrou a semana em queda após cinco altas consecutivas. A moeda norte-americana fechou em R$ 2,288 hoje (2), com recuo de 0,61% em relação ao encerramento ontem (1°). Nessa quinta-feira, a moeda havia ultrapassado R$ 2,30 pela primeira vez desde 31 de março de 2009, fechando cotada em R$ 2,302.

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Após cinco dias de alta, dólar cai para R$ 2,28

Da Agência Brasil

Após cinco altas consecutivas, dólar cai e fecha o dia em R$ 2,28

02/08/2013 - 18h27

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O dólar encerrou a semana em queda após cinco altas consecutivas. A moeda norte-americana fechou em R$ 2,288 hoje (2), com recuo de 0,61% em relação ao encerramento ontem (1°). Nessa quinta-feira, a moeda havia ultrapassado R$ 2,30 pela primeira vez desde 31 de março de 2009, fechando cotada em R$ 2,302.

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O baixo perfil acadêmico dos economistas brasileiros

Do blog do Bruno de Pierro

O baixo perfil acadêmico dos economistas brasileiros

O prestígio internacional de economistas junto à comunidade leiga é significativamente superior ao dos cientistas e acadêmicos de outras áreas do conhecimento. No caso dos economistas brasileiros, isso não é diferente. Os economistas de maior prestígio internacional são aqueles que aparecem frequentemente na mídia leiga e que, surpreendentemente, também gozam de grande fama no ambiente acadêmico. Essas são algumas das conclusões da pesquisa The low academic profile of Brazilian economists, de autoria de Rogério Meneghini, coordenador da Scientific Electronic Library Online (SciELO), e publicada em março nos Anais da Academia Brasileira de Ciências.

Meneghini mediu o prestígio dos economistas brasileiros junto aos leigos por meio da presença na mídia e por consultas à opinião pública. Já o prestígio acadêmico foi avaliado através de bases de dados de indicadores de publicações e citações de artigos acadêmicos, entre eles o índice-h, que mede simultaneamente publicações e citações. Para saber mais sobre o índice-h, recomendo a leitura da reportagem "Os limites do índice-h", publicada em maio na revista Pesquisa FAPESP. Leia mais »

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A atuação de Paulo Nogueira como representante no FMI

O diretor executivo do FMI representando o Brasil e mais um grupo de pequenos paises, o maior dos quais o Equador, causou graves prejuizo ao Brasil por suas atitudes personalistas e fora do contexto de representação como delegado e não como protagonismo a titulo pessoal. O Brasil individualmente tem 1,72% dos votos do Fundo, o bloco brasileiro tem 2,61%, já teve mais antes de PNB.

Em extraordinario contraste, o bloco representado por Jose Rojas, diretor representando a Venezuela, tem no seu grupo pesos pesados como Colombia, Mexico e Espanha e conta com 4,90% dos votos no Fundo. Veja-se bem, a Venezuela REPRESENTANDO a Colombia, o Mexico e a Espanha, o que demonstra o prestigio de Jose Rojas, que foi vice-presidente executivo da PDVSA, um economista de altissimo nivel e fino faro politico, consegue representar paises inimigos do chavismo sendo ele mesmo um chavista independente.

Paulo Nogueira Batista é um notorio criador de casos, brigou com a delegada da Colombia, que era representada pelo Brasil e com isso perdeu esse Pais no bloco, o que enfraqueceu notavelmente nossa posição, briga pessoal quando PNB teve a deselegancia de dizer que a colombiana não era qualificada para estar no FMI, sendo ela escolhida por outro Pais, não cabia a ele fazer esse julgamento, não está lá para fazer juizo sobre delegados de outros paises. Leia mais »

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Cidades perdem R$ 10 mi com bloqueio da Telexfree no MT

Do 24 Horas News

Cidades de MT ‘perdem’ mais de R$ 10 milhões com bloqueio da TelexFree e muita gente amarga o 'sonho'

Luiz Bacanello | de Nova Bandeirantes

A Telexfree causou verdadeiros estragos em Mato Grosso. As cidades de Paranaíta, Apiacás, Nova Monte Verde e Carlinda que junto com Alta Floresta e Nova Bandeirantes, que compõem o chamado Vale do Tapajos, também sofrem com a falta do dinheiro bloqueado pela Justiça do Acre.. Fontes revelam que em cada uma das cidades, provavelmente mais de R$ 1 milhão deixaram de circular com o bloqueio e refletem na queda das economias local. Calcula-se que R$ 10 milhões deixaram de circular.

“Se essa TelexFree não voltar estou lascado. Primeiro eu investi R$ 600,00 e por ultimo investi R$ 3.000,00. Ainda bem que está chegando a safra da manga se não estaria lascado mais ainda. Ficam com Deus meus amigos, e vamos esquecer de uma vez por todas essa TelexFree. Nunca mais” – desabafou Ilson Souza, morador da cidade de Nova Bandeirantes, no Norte de Mato Grosso, em mensagem também à empresa.

As palavras de quem confiou que sua vida sofreria uma mudança radical refletem a realidade de bilhões de reais bloqueados pela Justiça, que acusa a empresa de constituir-se em pirâmide financeira. O sócio e diretor de marketing da TelexFree, Carlos Costa nega. Leia mais »

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O cenário para o segundo semestre

Coluna Econômica

Os analistas estratégicos costumam montar seus cenários futuros através da combinação de três cenários distintos em campos diferentes. Definido o modelo e as combinações, confere-se uma probabilidade a cada cenário para se chegar ao resultado final.

Por exemplo, o que esperar do país no segundo semestre e nas eleições de 2014 dependerá dos seguintes fatores:

Cenário Econômico

Otimista - PIB acima de 2,5%, inflação sob controle, emprego e renda estáveis e déficit externo financiável.

Médio - PIB abaixo de 2%, queda moderada do desemprego e da renda, inflação pressionando mais, mas sob controle, e real se desvalorizando em função da fuga de recursos externos.

Pessimista - PIB na faixa de 1%, desemprego disparando, renda caindo, inflação subindo e contas externas depauperados, levando a desvalorização drásticas do real e fuga de dólares.

***

Esses cenários não podem ser analisados isoladamente. Dependem, em parte, do cenário externo. E aí, há que se definir três novos cenários.

Cenário Externo

Otimista - China fazendo pouso suave, ajudada pela recuperação moderada da economia norte-americana e de algum dinamismo do comércio mundial. FED (Banco Central dos EUA) reduzindo os estímulos monetários em um movimento sob controle. Cotações internacionais de commodities mantendo-se nos níveis atuais.

Médio - crescimento chinês caindo para a faixa de 5%, economia norte-americana demorando mais para recuperar, economia da União Europeia mantendo-se estagnada, queda nas cotações de commodities e fuga de recursos externos para títulos norte-americanos.

Pessimista - queda drástica dos preços das commodities e movimento descontrolado dos juros internacionais promovendo efeito manada dos investimentos externos, com disparada do dólar.

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As origens ideológicas do Plano Real

Sugerido por Assis Ribeiro

A globalização em sua forma perversa. No neoliberalismo os mercados substituem os Estados, trazendo estagnação da economia, concentração de renda, miséria e exclusão social.

Da Editora Alfa-Omega

A escola do Rio - Fundamentos políticos da nova economia brasileira

A Ideologia do Plano Real exposta em novo lançamento da Editora Alfa Omega

André Araújo

Entrevista com o Autor

Pergunta: Qual é a tese central de seu novo livro sobre os mercados e a globalização?

André Araújo: Tento mostrar como o processo de substituição dos Estados pelos mercados levou os países em desenvolvimento a um impasse no crescimento, criando uma inédita estagnação da economia, concentração de renda, miséria e exclusão social. 

Pergunta: Na sua visão, por que isso ocorreu e quando começou o processo? 

André Araújo: Os vastos territórios fora do Grupo dos Sete compreendem 90% da população mundial. É da expansão do mercado financeiro para essas regiões que vêm o dinamismo e o bem estar das economias maduras, através das elevadas taxas de risco e da alta rentabilidade proporcionada pela manipulação das economias fragilizadas e carentes de liquidez. O processo iniciou-se, historicamente, a partir do Governo Thatcher, na Inglaterra (1979), influenciando o Governo Reagan, nos Estados Unidos, o qual absorveu o neoliberalismo vindo da Inglaterra e consolidado no fim dos anos 80 com a queda da União Soviética e a conseqüente eliminação do risco político do capitalismo financeiro. Leia mais »

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Procura de imóveis em Miami por brasileiros aumenta 36%

Sugerido por Tamára Baranov

Do InfoMoney

Procura de brasileiros por imóveis em Miami cresce 36% no 1º trimestre do ano

InfoMoney

SÃO PAULO - A procura de brasileiros por imóveis para comprar em Miami e Orlando cresceu 36% no primeiro trimestre de 2013, na comparação com o último trimestre do ano anterior, segundo revelam dados da Lello – empresa especializada em administração imobiliária.

De acordo com o levantamento, considerando todo o ano de 2012, houve aumento de 8% na compra de imóveis por brasileiros em Miami, sendo que, para este ano, a expectativa é que as vendas cresçam em torno de 11%.

“Este mercado está tão aquecido que muitos lançamentos em Miami já estão focados no público e no gosto dos brasileiros, a exemplo das varandas-gourmet”, analisa a diretora comercial da Lello Imóveis, Roseli Hernandes. Leia mais »

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A proposta de acordo de Eike e executivos da LLX com a CVM

Do G1

Eike e executivos da LLX apresentam proposta de acordo à CVM

Termo de compromisso busca encerrar processo administrativo. CVM apura possíveis irregularidades em da divulgação das informações.

O empresário Eike Batista e três executivos da LLX apresentaram à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) proposta de celebração de termo de compromisso para encerrar um processo administrativo que apura eventuais irregularidades na divulgação de informações pela companhia, nesta quarta-feira (31).

O processo administrativo sancionador foi aberto pela autarquia em março deste ano e apura as responsabilidades de Eike, Otavio Lazcano, Eugenio Leite de Figueiredo e Claudio Lampert por descumprimento do artigo 6 da Instrução 358. Leia mais »

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As relações dos negócios com o Estado

Sugerido por macedo

Da Carta Capital

Hipocrisias mercadistas

O Estado garantiu o capital paciente e capaz de encarar o risco das inovações, e ainda ajudou a coordenar as relações entre a grande empresa e seus fornecedores

por Luiz Gonzaga Belluzzo

Leio na imprensa brasileira artigos instigantes, alguns intrigantes, a respeito de políticas industriais, de comércio exterior e de competitividade, sobretudo as que envolvem uma forte presença coordenadora do Estado. O leitor deCartaCapital, sempre empenhado em fugir das banalidades e baboseiras ideológicas divulgadas pela mídia nativa, terá certamente interesse em enfrentar as páginas de dois estudos sobre o tema  das relações entre os negócios e o Estado na era da economia global.

The Enterpreneurial State: Debunking Public vs Private Myths, de Mariana Mazzucato, Subsidies to Chinese Industry: Capitalism, Business Strategy and Trade Policy, de Usha Haley e George Haley, tratam das relações entre as empresas e as políticas governamentais. Recorrem a uma exaustiva investigação empírica, sem apelar para o blá-blá-blá ideológico, não raro hipócrita, da falsa oposição entre Estado e mercado no capitalismo contemporâneo.

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Dieese e Seade: taxa de desemprego fica em 10,9% em junho

Da Agência Brasil

Taxa de desemprego recua em junho e fica em 10,9%, apontam Dieese e Seade

31/07/2013 - 10h11

Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil

São Paulo - A taxa de desemprego recuou em junho, passando de 11,2% em maio para 10,9% da População Economicamente Ativa (PEA) no conjunto das sete regiões metropolitanas pesquisadas pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada hoje (31), estima o contingente de desempregados em 2,4 milhões de pessoas.

Houve diminuição em Belo Horizonte, com taxa atingindo 6,7% em junho ante 7,4% no mês anterior. Também foi registrado decréscimo em Salvador (de 19,7% para 19,1%) e no Recife (12,9% para 12,5%). Já nas demais regiões, Distrito Federal, Fortaleza, Porto Alegre e São Paulo houve estabilidade.

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Fiesp reduz estimativa de crescimento do PIB para 1,9%

Do site da Fiesp

Atividade industrial cresce 2,6% em junho; Fiesp reduz projeção do PIB para 1,9% em 2013


Diretor de Economia da Fiesp fala em “mudança para pior” do cenário econômico do país este ano

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista registrou avanço de 2,6% em junho sobre maio, considerando os efeitos sazonais. O dado positivo, no entanto, não é resultado de uma atividade melhor este ano, mas deriva de uma comparação com um quadro extremamente negativo no primeiro semestre do ano passado, explicou o diretor de Economia do Centro e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp e Fiesp), Paulo Francini.  As entidades ainda revisaram para baixo as projeções de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) e outros setores da atividade econômica. Leia mais »

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Fiesp reduz estimativa de crescimento do PIB para 1,9%

Do site da Fiesp

Atividade industrial cresce 2,6% em junho; Fiesp reduz projeção do PIB para 1,9% em 2013


Diretor de Economia da Fiesp fala em “mudança para pior” do cenário econômico do país este ano

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista registrou avanço de 2,6% em junho sobre maio, considerando os efeitos sazonais. O dado positivo, no entanto, não é resultado de uma atividade melhor este ano, mas deriva de uma comparação com um quadro extremamente negativo no primeiro semestre do ano passado, explicou o diretor de Economia do Centro e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp e Fiesp), Paulo Francini.  As entidades ainda revisaram para baixo as projeções de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) e outros setores da atividade econômica. Leia mais »

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A história dos ciclos dos executivos

Comentário ao post "O negociador comedor de fígado"

O ciclo do ""homem do terno cinza", o executivo que ficava 30 anos na empresa começando como office boy e chegando a presidente acabou nos anos 50. Novos ciclos surgiram com as primeiras ondas de fusões nos anos 60 que acabaram com o executivo "estavel", os anos 70 conheceram a Era dos Conglomerados, simbolizados pela ITT que em dois anos comprou 400 empresas, desde os hoteis Sheraton à locadora Avis, sendo originalmente uma empresa de telefones e telegrafos. A partir do criador dessa Era, Horold Geneen, CEO da ITT, um bom executivo pode dirigir qualquer empresa de qualquer ramo, uma falacia mas que virou um dogma dessa Era, nenhum executivo estava mais seguro no cargo, era continuamente avaliado, as lealdades e camaradagens desapareceram.

As avaliações eram por trimestre, dois semestres abaixo da meta significavam a porta da rua.

Surgiram os head hunters, um troca troca de executivos aliciados no concorrente ou no mercado a peso de ouro, no sistema de técnicos de futebol no Brasil, uma porta giratoria onde sobreviviam os mais espertos e melhor enganadores, a industria dos ""curriculos enfeitados" que até hoje existe. Leia mais »

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McDonald's faz cartilha para empregado gerir salário baixo

Sugerido por alfeu

Do Repórter Brasil

McDonald’s lança cartilha que ensina empregados a gerir baixos salários

Objetivo da empresa é mostrar “melhor maneira de gastar dinheiro”; guia propõe gastos ínfimos com saúde e segundo emprego aos funcionários da franquia

Por Repórter Brasil 

O McDonald’s criou, em conjunto com a Visa, uma página na internet – Practical Money Skills – para orientar seus funcionários a serem “bem-sucedidos financeiramente” com os ganhos recebidos na empresa, um ambiente de trabalho “gratificante e compensador”. A campanha, realizada pelas sedes das duas companhias nos Estados Unidos, procura guiar os empregados da rede de fast foods a gerirem sua remuneração salarial.

O salário de um empregado do restaurante é, em média, de US$ 8,25 por hora nos EUA. No site, há uma cartilha que ensina, passo a passo, a “melhor maneira de gastar seu dinheiro”. Entre as recomendações o guia propõe um orçamento mensal de US$ 20 para despesas com saúde. No país, porém, não há sistema público de saúde, e toda e qualquer necessidade médica deve passar por hospitais ou clínicas particulares. Leia mais »

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As críticas ao modelo concentrador da economia na internet

Sugerido por Gilberto Cruvinel

Da Folha

Contra a internet

Álvaro Pereira Junior

No auge, a Kodak empregava mais de 140 mil pessoas e valia cerca de R$ 50 bilhões. Quando o Instagram foi vendido por R$ 2 bilhões ao Facebook, ano passado, tinha só 13 funcionários.

Para Jaron Lanier, um "insider" do Vale do Silício, esse exemplo resume tudo o que há de errado com a economia da rede. Sob a fachada de escolhas infinitas e liberdade total, esconde-se um modelo concentrador. "A internet destruiu mais empregos do que criou", fulmina.

A tese está exposta no livro mais recente de Lanier, "Who Owns the Future?" (a quem pertence o futuro?), lançado em maio nos EUA e ainda inédito no Brasil. Não é pouco o barulho que causou.

Com seus longos dreadlocks e gosto por música da Antiguidade, Lanier passaria facilmente por mais um freak californiano adepto de ideias exóticas.

Na verdade, ele é um dos maiores expoentes da internet. Também foi um dos criadores da realidade virtual. Leia mais »

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Um paralelo entre o tráfico de drogas e o mundo dos negócios

Por Giovani Blumenau SC

Comentário ao post "O negociador comedor de fígado"

Prezados

Este post me remeteu como analogia ao fenômeno que ocorre nas favelas, especialmente do Rio de Janeiro antes das UPP's começarem a modificar mesmo ainda no início a realidade.

Lembro de reportagens e filmes que se referiam a substituição (traição, prisão, etc...) cada vez mais precoce dos chefes das bocas de fumo do tráfico, estes, traficantes mais experientes, que evitavam polemizar com a população do entorno e não agrediam gratuitamente instituições como polícia e poder constituído por subalternos cada vez mais jovens e mais ainda violentos, que passaram a querer aumentar territórios estabelecidos por "pactos de não agressão, conveniência" e foram tão longe por falta de uma "sabedoria" que acelerou o processo civilizatório nestes locais e de lambuja comprometeu o negócio. 

Fica a lição, estes dirigentes que querem ir com sede demais ao pote correm o risco de encontrá-lo seco pela ganância e inexperiência, as favelas do Rio de Janeiro tem muito a ensiná-los. Leia mais »

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Queda de 7,36% na venda de livros em 2012

Sugerido por Marcia

Da Agência EFE

Venda de livros caiu 7,36% em 2012, diz Sindicato Nacional de Editores

Rio de Janeiro, 30 jul (EFE).- A venda de livros no Brasil caiu 7,36% em 2012, mas o faturamento cresceu 3,04% no mesmo ano, informou nesta terça-feira o Sindicato Nacional de Editores de Livros (SNEL).

O balanço feito pelo sindicato indica que em 2012 foram vendidos 434 milhões de livros e que o faturamento total foi de quase R$ 5 bilhões.

No balanço deste ano, o SNEL citou pela primeira vez o número de livros exportados, que chegou a 3 milhões de exemplares e faturou R$ 56,9 milhões. Leia mais »

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A fortuna dos super-ricos brasileiros em paraísos fiscais

Sugerido por Henrique

Da BBC Brasil

Ricos brasileiros têm quarta maior fortuna do mundo em paraísos fiscais

Rodrigo Pinto

Os super-ricos brasileiros detêm o equivalente a um terço do Produto Interno Bruto, a soma de todas as riquezas produzidas do país em um ano, em contas em paraísos fiscais, livres de tributação. Trata-se da quarta maior quantia do mundo depositada nesta modalidade de conta bancária.

A informação foi revelada este domingo por um estudo inédito, que pela primeira vez chegou a valores depositados nas chamadas contas offshore, sobre as quais as autoridades tributárias dos países não têm como cobrar impostos. 

O documento The Price of Offshore Revisited, escrito por James Henry, ex-economista-chefe da consultoria McKinsey, e encomendado pela Tax Justice Network, mostra que os super-ricos brasileiros somaram até 2010 cerca de US$ 520 bilhões (ou mais de R$ 1 trilhão) em paraísos fiscais.

O estudo cruzou dados do Banco de Compensações Internacionais, do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial e de governos nacionais para chegar a valores considerados pelo autor. Leia mais »

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31 empresas são investigadas por suspeitas de pirâmide

Do iG

Pirâmides: líderes de redes suspeitas serão investigados por força-tarefa

Ao todo, 31 empresas estão sob investigação e podem ser bloqueadas, afirma promotor

Vitor Sorano 

Além dos donos das empresas que mascaram pirâmides financeiras, as pessoas responsáveis por angariar investidores para essas fraudes, e que lucram expressivamente com elas, também deverão ser punidas, diz o presidente da Associação do Ministério Público do Consumidor (MPCon), Murilo Moraes e Miranda.

"Nós estamos investigando todos, inclusive a possibilidade de haver ações civis e criminais contra esses principais líderes regionais", diz o promotor, em entrevista ao iG.

'Interface' entre as empresas

Hoje, em todo o País, 31 empresas são alvos de investigação por suspeita de serem pirâmides financeiras. No início do mês, eram 18 . 

As apurações têm mostrado que, embora possa não haver relação entre os donos delas, muitas vezes os responsáveis por arregimentar vítimas para esses negócios são os mesmos, segundo Miranda. Ou seja, os líderes é que seriam responsáveis por fazer a interface entre um esquema fraudulento e outro, permitindo assim a perenidade desse tipo de crime mesmo com o fim das empresas. Leia mais »

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Globalização, liberalismo e a instabilidade mundial

Globalização e liberalismo

A instabilidade mundial é fruto da globalização e do liberalismo. Começa com as grandes invasões, que os livros de história preferiram chamar de grandes descobertas, e com a revolução industrial (mesmo com raízes anteriores). As promessas de um mundo melhor, mais justo, equilibrado e democrático não foram alcançadas pelo modelo e as populações começam a se rebelar.

No Brasil 

Desde que fomos invadidos pelos portugueses nossas riquezas são remetidas para o exterior, como brilhantemente expõe o escritor Eduardo Galeano no belíssimo livro "As Veias Abertas da América Latina".

Para suprir necessidade, cada vez maior, de se extrair com trabalho árduo as nossas riquezas naturais e frustradas as tentativas de submeter os nossos índios,importamos um enorme leva de escravos.

Assim, se solidifica a famosa "casa grande e senzala", criando uma pequena e poderosíssima elite e uma enorme população de escravos, uma estratificação sólida e que de certa forma se mantém até os dias atuais, dificultando avanços democráticos.  Leia mais »

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