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Temer adquiriu seus últimos imóveis de empreendimentos de Yunes, acusado de receptação de propinas da Odebrecht
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País vive nova ordem institucional, com raízes mais recentes do Plano Real, avalia André Araújo em entrevista no Sala
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José Yunes e filhos montaram uma rede de holdings que atraiu alguns dos maiores bilionários do país
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Livro "A Outra Face de Sérgio Moro" é lançado no Rio de Janeiro

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Jornal GGN - Na semana passada, foi lançado no Rio de Janeiro o livro “A Outra Face de Sérgio Moro”, de Emanuel Cancella, coordenador da Secretaria Geral do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).
 
O autor, que está sendo processado pelo juiz federal, defende a tese de que a Operação Lava Jato está a serviço de empresas petrolíferas norte-americanas e que tem o objetivo de “destruir a Petrobras e o patrimônio brasileiro”.
 
O livro reúne crônicas escritas por Cancella entre 2014 e 2016. Leia mais »
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Roberto Azevêdo é reeleito diretor-geral da OMC

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Jornal GGN - O diplomata brasileiro Roberto Azevêdo foi reeleito diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) nesta terça-feira (28), para um novo mandato de quatro anos. 
 
Após ser escolhido pelos 164 países-membros da organização, Azevêdo disse que seu objetivo será “garantir que as negociações comerciais sejam mais inclusivas para que os benefícios sejam amplamente compartilhados”.
 
Em dezembro, o diplomata afirmou para o jornal A Folha de S. Paulo que se preocupava com o crescimento do movimento antiglobalização, muitas vezes associado à xenofobia e intolerância. 

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Mistura do Parlamentarismo com o Presidencialismo, por Fernando Nogueira da Costa

Mistura do Parlamentarismo com o Presidencialismo

por Fernando Nogueira da Costa

Os analistas ainda são dúbios quanto à análise do papel de Getúlio Vargas na história do Brasil. Uns acham que o Getúlio II, isto é, o do segundo mandato (1951-54), era um líder popular autêntico que defendia uma “democracia trabalhista” e se redimira do passado de ditador do Estado Novo (1937-45). Este era caracterizado pela centralização do poder, nacionalismo, anticomunismo e por seu autoritarismo. Outros acham-no apenas um demagogo populista que demonstrou oportunismo para se reapresentar como líder político, adotando bandeiras de luta historicamente associadas ao nacional-desenvolvimentismo e contra os liberais entreguistas.

No dia 3 de outubro de 1950, exatos vinte anos depois do início da Revolução de 1930, a votação para a Presidência da República apontou Getúlio com vencedor da eleição com 48,73% dos votos válidos. Foram 3.849.040 votos – recorde histórico até então no país – contra 2.342.384 votos conferidos ao brigadeiro Eduardo Gomes, candidato da UDN. Apesar dessa nítida vitória, a UDN entrou na Justiça Eleitoral com um pedido de embargo da posse de Getúlio sob o pretexto de que o vencedor da eleição (em turno único) não obtivera a maioria absoluta.

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Petrobras cede direitos nas concessões de campos para a Total

 
Jornal GGN - A Petrobras anunciou a assinatura de contratos com a francesa Total, que envolve a cessão de direitos de 22,5% na área de concessão de Iara, no bloco BM-S-11, assim como a cessão de direitos de 35%, na área de concessão de Lapa, no bloco BM-S-9.
 
No caso de Iara, a estatal afirma que continuará como operadora e com a maior participação, com 42,5%. Também fazem parte desta concessão a  BG E&P Brasil – subsidiária da Shell - com 25%, e a Petrogal Brasil, com 10%. 
 
Em relação ao campo de Lapa, a Petrobras fica com 10%, com a Total como operadora. A BG E&P Brasil detém 30% e a RepsolSinopec Brasil tem 25% neste consórcio. O campo de Lapa está em fase de produção, disse a estatal. 

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Cronograma da guerra mundial, por Gustavo Gollo


Cronograma da guerra mundial

por Gustavo Gollo

28 de fevereiro de 2017,

Ontem o presidente americano anunciou sua proposta de aumento histórico de 9%, ou 54 bilhões de dólares, no orçamento bélico de seu país. Hoje o anúncio recebeu chamada em todos os jornais, onde foi tratado como questão meramente econômica. A realocação de 54 bilhões de dólares despertou enorme atenção, tornando-se manchete em todos eles. O destaque ubíquo, no entanto, enfatiza apenas o gigantesco montante monetário em questão, como se a relevância do fato fosse de ordem econômica. Vivemos em um estranho mundo econômico no qual a quantia imensa desperta o mesmo enorme interesse que causaria qualquer outra movimentação de tão vultosa soma.

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A questão das marchinhas, por Gunter Zibell

A questão das marchinhas

por Gunter Zibell

Todo ano esse assunto aparece. Se há quem escreve artigos defendendo a continuidade do uso de algumas marchinhas em bailes de Carnaval é porque em algum momento anterior houve o contrário, quem criticasse. Então essa discussão é uma tendência recente, pois há 30 ou 40 anos ninguém falava disso.

Vou pôr ao final deste post os artigos que apareceram este ano a respeito. (Aparecem o artigo de Daniel Martins de Barros e a entrevista com Lira Neto, por exemplo. Eu não concordo com os argumentos deles, parecem-me defesas inconvincentes de "politicamente incorreto", mas também não acho que vale a pena usar textão para desconstruir.)

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O Atlas das emoções do Dalai Lama, por Matê da Luz

O Atlas das emoções do Dalai Lama

por Matê da Luz

Era uma vez um ditado que dá conta de que se queremos mudar o mundo o primeiro passo é mudar a nós mesmos. Tudo bem, é uma música do Michael Jackson, mas vale como um ditado - e daqueles que devem ser levados ao pé da letra. 

Era uma mesma vez, só que em outra análise, um estudo que diz que o prazer recebido pelo cérebro quando nosso eleitorado curte e compartilha o que postamos nas redes sociais é semelhante ao de drogas pesadas, como a cocaína, por exemplo - e o poder de vício dessa substância é comparado ao do crack. (veja o vídeo aqui)

Somadas as duas histórias, o nível de ansiedade generalizada e insatisfação com a realidade (a realidade mesmo, não essa coisa que a gente vive postando e achando que compartilha), e o resultado é a cara da sociedade atual, sejam em termos de oferta, seja em termos de procura.

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Cooperando com os EUA, destruindo o Brasil, por Lindbergh Farias e Marcelo Zero

Cooperando com os EUA, destruindo o Brasil

por Lindbergh Farias e Marcelo Zero

Em geral, cooperar faz bem para todas as partes envolvidas. Num mundo cada vez mais globalizado, a cooperação permite que os países troquem informações e recursos para atingir objetivos comuns, sejam eles melhorar a educação, combater a criminalidade, reconhecer diplomas, promover o turismo, incentivar a investigação científica, etc.

Mas há casos em que, por acordos mal negociados e pela assimetria entre as partes, a cooperação pode se transformar em instrumento de dominação de um país sobre outro. Nesses casos, atende-se aos interesses do país hegemônico, em detrimento dos interesses do outro país.

Esse parece ser o caso da cooperação que hoje se desenvolve entre o Brasil e os EUA, no plano do combate a ilícitos transnacionais.

Tal cooperação está baseada, essencialmente, no “Acordo de Assistência Judiciária em Matéria Penal entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América”, firmado em 1997.

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Brasileiro é jurado de morte por grupo remanescente da Operação Condor, por Joaquim de Carvalho

 

O brasileiro Jair Krischke

do Diário do Centro do Mundo

Exclusivo: brasileiro é jurado de morte por grupo remanescente da Operação Condor. Por Joaquim de Carvalho

por Joaquim de Carvalho

O fiscal da Corte do Uruguai, Jorge Díaz, que tem funções equivalentes às do procurador Rodrigo Janot no Brasil, encontrou em sua caixa de e-mails uma mensagem com ameaça de morte a ele e a mais 12 pessoas que lutam para que a violação aos direitos humanos que ocorreu durante as ditaduras militares na América do Sul sejam investigadas e os acusados, processados.

Na lista das pessoas ameaçadas de morte, está o nome de um brasileiro, Jair Krischke.

A notícia foi divulgada no dia 17 de fevereiro pelo site de notícias e análises políticas uruguaio Brecha, veículo que, no passado, quando era um semanário impresso, teve o escritor Eduardo Galeano como editor-chefe.

No Uruguai, a notícia repercutiu até em programas de rádio, com um debate sobre as atividades de grupos remanescentes da ditadura.

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o amor de camões, 1, por romério rômulo

o amor de camões, 1

por romério rômulo

 

vou te entregar o meu amor sedento

e vou saber do teu amor avaro

todo tão triste sobre meu lamento

todo tão dor sobre teu corpo raro.

 

de tanto amor eu sempre me acrescento.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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É Carnaval: Frevo!

Enviado por Almeida
 

É na ponta do pé e no calcanhar...
Pisando em brasas!

Companhia de Danças Giselly Andrade
 
 
 
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Delegado que recebeu propina para blindar empresário tinha ligações com Youssef

 
Jornal GGN - O delegado da Polícia Federal de Londrina, no Paraná, Sandro Roberto Viana, foi preso em flagrante na tarde do último sábado (25), dividindo R$ 35 mil em propina com um ajudante no esquema de extorsão de dinheiro de empresário da cidade. Em 2003, o mesmo delegado, então diretor da divisão da PF em Londrina, mantinha relações com o doleiro Alberto Youssef e levantava suspeitas de possível interferência em investigação contra ele.
 
Alvos da Operação Corrumpere, deflagrada no sábado, Sandro Roberto Viana foi preso em flagrante repassando uma parte da propina a Cloadoaldo Pereira dos Santos. Os dois são acusados de exigir dinheiro de um empresário da cidade em troca de não investigá-lo em inquérito policial de 2015, já concluído neste ano.
 
Sandro Viana teria exigido um total de R$ 35 mil, sendo que R$ 20 mil ficaria com ele e outros R$ 15 seria de Cloadoaldo. Como delegado da PF, ele foi levado à Polícia Federal em Brasília e irá responder a processo administrativo e criminal, podendo ser demitido do cargo público.
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