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Luis Nassif Online

Na época, o cavalo do BF passou duas vezes encilhado para o então presidente, e ele deixou de montar; por Luis Nassif
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Seis argumentos errados de Aecio Neves para explicar o aeroporto da família
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Submetendo a indicação do Quinto Constitucional a eleições diretas, OAB-RJ poderá moralizar o instituto.
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Terras contaminadas da USP Leste eram de Templo de Salomão

Jornal GGN - Um inquérito do Ministério Público Estadual revelou que o depósito ilegal de terras na USP campus Leste foram retiradas do "Templo do Rei Salomão", da Igreja Universal do Reino de Deus, no bairro do Brás.

A obra faraônica que custou R$ 680 milhões foi inaugurada ontem (31) e ocupa uma quadra inteira na região do Brás, em São Paulo. O Templo de Salomão é quase o dobro de altura do Cristo Redentor.

O envio de terras contaminadas foi feito em mais de 6 mil viagens de caminhão, no período compreendido entre outubro de 2010 e outubro de 2011. Os depoimentos colhidos pela Promotoria do Meio Ambiente mostram que o então diretor da EACH, Jorge Boueri Filho, autorizou todas as operações do aterro ilegal.

Relembre o caso, na reportagem de março deste ano, e leia a denúncia do MPSP, em anexo.

Da Adusp (Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo)

Inquérito do MPE traz revelações estarrecedoras

O inquérito civil 14.482.58/2005, instaurado pelo Ministério Público Estadual (MPE) para apurar irregularidades e crimes cometidos na EACH (e que resultou na ação civil pública que tramita na 2ª Vara da Fazenda Pública), traz revelações chocantes, como a de que o prazo de 90 dias concedido à comissão ad hoc nomeada em 7/11/2013 pelo então reitor J.G. Rodas com a finalidade de processar o então diretor da EACH, Jorge Boueri Filho, expirou sem que seu relatório final tenha sido apresentado.

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Saiba onde encontrar e porque consumir orgânicos

Alimentos naturais, cultivados sem o uso de agrotóxicos e sem organismos geneticamente modificados (transgênicos) estão mais perto de você do que você imagina

O Brasil é o maior produtor de agrotóxicos do mundo, representando ⅕ do consumo mundial. Eles estão presentes, irregularmente, em 30% dos nossos alimentos, e não estão apenas na salada, mas também nos grãos, frutas, carnes e até em alimentos industrializados.

Contudo, segundo o MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário), muitos dos alimentos que chegam ao nosso prato (cerca de 70%) vem da agricultura familiar, e cada vez mais esses produtores estão vendo a agricultura orgânica como mais saudável para eles e para os consumidores.

Alimentos orgânicos são aqueles cultivados sem agrotóxicos e fertilizantes químicos. Existe o mito de que os alimentos orgânicos são caros demais, mas na verdade o que acontece é que eles parecem mais caros porque os supermercados onde costuma-se comprar cobram até quatro vezes mais do que as feiras.

Nas feiras orgânicas, muitas vezes, os consumidores compram direto dos produtores, o que significa preços mais baixos e a experiência de troca entre o consumidor e o produtor.

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Lush, a nova cara da indústria de beleza

Jornal GGN - No mês de junho, a empresa britânica de cosméticos Lush inaugurou sua primeira loja no Brasil. A unidade é a maior do mundo, com 430 m², e é a única da América Latina a oferecer serviço de spa. A inauguração é apenas o primeiro passo da rede por aqui. Com 944 lojas, em 52 países, a Lush está investindo forte no país.

Localizado na esquina da Oscar Freire com a Consolação – um dos pontos comerciais mais disputados da cidade – o empreendimento foi projetado para ser totalmente sustentável. De acordo com a gerente geral da Lush, Renata Pagliarussi, o projeto custou o dobro de uma obra normal e demorou o dobro do tempo para ficar pronto, mas a loja representa no país a cultura da Lush no mundo. “Foram 100 dias de obra, com uma construtora especializada em sustentabilidade e uma consultoria ambiental acompanhando cada detalhe”, diz.

Agora, a Lush enfrenta as barreiras burocráticas para inaugurar sua primeira fábrica no Brasil que, além de sustentar o crescimento da rede no país, vai exportar para países vizinhos, como o Chile, que já possui 11 pontos comerciais. “Apenas duas linhas serão importadas, 95% do que será vendido no Brasil vai ser produzido aqui mesmo”, afirma Renata.

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Bolsonaro compara Hamas ao comunismo em pedido de desculpa a Israel

Jornal GGN - O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) enviou uma nota à Embaixada de Israel no Brasil pedindo desculpas pelo posicionamento do Itamaraty na semana passada, que condenou o uso "desproporcional" da força israelense em Gaza, resultando na morte de centenas de pessoas. O ex-militar se repara pela "destrambelhada, inoportuna, hipócrita e covarde manifestação do governo brasileiro".

Endereçada ao embaixado Rafael Eldad, a carta diz que o Brasil tem na presidência da República uma "senhora" que tem parte da vida engavetada nas dependências do Superior Tribunal Militar, sob sigilo, mas afirma que é de "conhecimento público" que desde cedo Dilma Rousseff (PT) militou em "grupos terroristas". 

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A lei de contratos com ONGs, a Santa Casa e as Organizações Sociais

Jornal GGN - A parceria público-privada sempre foi mira de polêmicas e debates. Nesta semana, três fatos que envolvem as Organizações Sociais tomaram conta dos noticiários: foi sancionada a lei do marco regulatório de parcerias federativas com as ONGs; levantou-se o problema de gestão da Santa Casa de São Paulo, e o advogado Rubens Naves realizou o lançamento do seu livro sobre as OSs.

Marco regulatório de ONGs

O projeto de lei sancionado pela presidente Dilma Rousseff, nesta quinta-feira (31), estabelece normas para as parcerias voluntárias da União, estados e municípios com as ONGs (Organizações Não Governamentais). Um dos objetivos do texto é evitar o favorecimento de entidades e a escolha sem critérios determinados.

Com a lei, as Organizações serão selecionadas por chamadas públicas, com a inscrição dos projetos, e a entidade precisará existir há pelo menos três anos, ter experiência prévia no objeto do convênio, e ter capacidade técnica e operacional para o cumprimento das propostas, além de exigir ficha limpa para as ONGs e seus dirigentes.

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OMC não fecha acordo para implementar Tratado de Bali

FABRICE COFFRINI/AFP

Jornal GGN - A Organização Mundial do Comércio anunciou, em Genebra, que não conseguiu fechar um acordo para a implementação de Bali. Sete meses atrás, o entendimento foi comemorado como o primeiro acordo comercial em duas décadas. O acordo previa ações para facilitar o comércio entre países, como a redução de processes aduaneiros. A Índia se recusou a implementar o tratado e foi apoiada por Venezuela e Cuba. O país asiático exigia avanços no capítulo da agricultura, visando garantias para proteger seus pequenos agricultores, mantendo certas barreiras comerciais no setor agrícola.

Do Estadão

 
Brasileiro Roberto Azevêdo, que dirige a OMC, herda a partir de agora uma entidade fracassada

GENEBRA - A Organização Mundial do Comércio mergulha em uma nova crise. A entidade acaba de anunciar em Genebra que não conseguiu fechar um acordo para a implementação do Tratado de Bali, sete meses depois de o entendimento ser comemorado como o primeiro acordo comercial em 20 anos. O fracasso joga a Rodada Doha em uma crise sem precedentes, como o Estado revelou com exclusividade nesta quinta-feira

Terminava hoje o prazo para que o tratado assinado e comemorado em Bali em dezembro fosse implementado. Mas o colapso das negociações confirma a percepção de que o acordo não passou de uma medida de relações públicas e que, no momento da adoção do pacote, ele seria vetado. O brasileiro Roberto Azevêdo, que dirige a OMC, herda a partir de agora uma entidade fracassada e que não consegue, nem mesmo com um acordo de baixo do braço, implementar suas próprias decisões. 

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A importância de Zé Menezes, por Fábio Zanon

A série sobre o Violão Brasileiro, que o violonista Fabio Zanon apresentava na rádio Cultura provavelmente é o mais importante documento sobre a música brasileira. Não há paralelo com qualquer obra obra, seja de Vasco Mariz ou de outros menos votados.

Aproveitando a era digital, Zanon selecionou uma enorme quantidade de grandes instrumentistas. E soube descrever, de maneira inigualável, não apenas aspectos técnicos, como históricos, geográficos e culturais de cada um.

Infelizmente a série foi descontinuada na gestão desastrosa de Paulo Markun à frente da Fundação Padre Anchieta.

Aqui, um dos programas, sobre o grande Zé Menezes, falecido ontem, e sobre Francisco Soares - outro dos grandes violonistas desconhecidos.

 

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Tudo conspira contra o investimento, por Pedro Luiz Passos

Jornal GGN - Em coluna no jornal Folha de São Paulo, o empresário Pedro Luiz Passos, conselheiro da Natura e presidente do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), comenta o estudo do Instituto que coloca o Brasil como um dos países mais caros para se investir. Os desembolsos exigidos pela economia brasileira são maiores do que nos outros países do Brics, assim como de outros emergentes. Para o presidente do IEDI, algumas das consequências destes altos custos são a baixa taxa de investimento no Brasil (em torno de 18% do PIB), o direcionamento dos recursos para setores com maior expectativa, com menor investimento industrial, prejudicando, também, investimentos arriscados ou de longo prazo, como em projetos de alta tecnologia.

Da Folha

 
O alto custo de investir é obstáculo para o Brasil crescer mais e se inserir nas cadeias globais de produção
 
Estudo recém-concluído pelo Iedi e que em breve será divulgado merece a atenção dos formuladores de nossa política econômica. Sua principal conclusão é preocupante: se quase três décadas atrás o Brasil era um dos países mais baratos em que investir, hoje é um dos mais caros, distanciando-se, em consequência, das outras economias emergentes e mesmo das desenvolvidas.
 
O levantamento mensurou os custos relativos em 50 países para a construção e a aquisição de máquinas e equipamentos necessários em projetos de investimento.
 
Quanto mais próximo do topo da lista, maior a conta a ser paga. As últimas colocações significam condições melhores para a atração de capital produtivo. No ano inicial do estudo, 1985, ocupávamos a 44ª posição e ficávamos entre os países com menor custo para investir.

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Sou um privilegiado, por Aquiles Rique Reis

Vivo de buscar o que me tira do sério; do que me comove; do que me arrebata da pasmaceira; do que me faz pensar; do que me arrepia e atiça. E atualmente, nada me agrada mais do descobrir belezas no trabalho alheio e ser por ele impulsionado à frente.

Na quietude do escritório onde escrevo, tenho por princípio ouvir música com a certeza primeira de que ela tem valor. Ponto. Afinal, alguém a concebeu, dela fazendo espelho de seu anseio mais íntimo.

E é assim, com a alma curiosa e os ouvidos atentos e alertas, que eu me ponho a ouvir discos de pessoas sobre as quais, na maioria das vezes, não faço a menor ideia do que são capazes musicalmente.

Procuro dar ao trabalho de alguém ainda desconhecido por mim a mesma atenção que dedico a outro, já veterano, de quem reconheço a obra e o talento. Talvez, pensando bem, os independentes e os novatos recebam ainda mais atenção, já que sei que para eles tudo é mais difícil. Para eles as portas costumam estar trancadas, quase inexpugnáveis. Para eles, a grande mídia não costuma dar a devida importância.

Seja uma harmonia elaborada ou ingênua, a melodia que a ela se sobrepõe é parte intrínseca de um todo que chamamos música. Seja um verso romântico ou um refrão jocoso, tudo que ouço deriva da inspiração de quem ousou expressar seus sentimentos – criação mágica que expressa o prazer de, enfim, ser autor, de poder se regozijar: “Agora sim, sou compositor!”.

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Pesquisadores afirmam: Harry Potter ensina tolerância

Por Julia Dietrich, do Centro de Referências em Educação Integral

Um garoto com um raio na testa, um menino com uma família que enfrenta dificuldades financeiras e uma garota esperta que não sente que pertence inteiramente à sua sociedade. E, claro, todos os três são bruxos. O enredo da série de livros infantojuvenis Harry Potter, segundo estudo de psicólogos de diferentes universidades europeias, além de instigar a imaginação dos leitores, estimula que jovens apresentem mais tolerância e qualifiquem suas percepções sobre grupos estigmatizados, como homossexuais, imigrantes e refugiados.

 

Leia +:  Especialistas apontam que a literatura é a base para o desenvolvimento integral das pessoas

Para tanto, o grupo de pesquisa, que reuniu cientistas das Universidades de Modena e Régio Emília, Padova e Verona, na Itália, e Greenwich, na Inglaterra, conduziu o estudo em três etapas. Na primeira delas, foi realizada pesquisa com 34 estudantes do que equivaleria ao 5º ano do ensino fundamental, que participaram de um curso de seis semanas estudando e discutindo os livros da série.

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Constrangimento com filha de Fux poderá moralizar o Quinto Constitucional

Está nas mãos da OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil, seccional do Rio de Janeiro) a oportunidade de fazer história, moralizando de vez o Quinto Constitucional.

O Quinto é a possibilidade das OABs, nacional e estaduais, indicarem um quinto dos integrantes em cargos vitalícios dos tribunais superiores. Em geral, é uma ação entre amigos. Em cada indicação, colocam-se quatro candidatos fantasmas e o candidato preferido da cúpula. E aí entram as influências dos grandes escritórios de advocacia.

Nas últimas indicações, a OAB do Rio procurou recuperar a tradição do Quinto, indicando advogados com obras reconhecidas. No caso da Justiça do Trabalho, indicou a advogada Sayonara Grillo Coutinho, com obra respeitável. Para o Tribunal de Justiça do Estado indicou o Defensor Público Alexandre Câmara, um dos maiores especialistas em direito de propriedade do solo. Leia mais »

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Folha diz que liderança em SP deixa Dilma em dificuldade

Jornal GGN - A edição da Folha de S. Paulo desta sexta-feira, 1º de agosto, traz um leitura curiosa sobre os resultados da pesquisa Ibope, contratada pela Rede Globo e divulgada na quinta (31). No levantamento, a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, aparece com vantagem em dois dos três principais colégios eleitorais do país. Mas a Folha afirma que ela tem "dificuldade" em São Paulo, onde é a favorita de 30% eleitorado, ante 25% de Aécio Neves (PSDB) e 6% de Eduardo Campos (PSB).

Já o Estado de S. Paulo fez o seguinte recorte: "Tradicional reduto tucano, São Paulo ainda é um desafio para Aécio Neves. No Estado, o candidato do PSDB à Presidência ainda não conseguiu ultrapassar a petista Dilma Rousseff e tem cerca de 20 pontos porcentuais a menos que a taxa de intenção de votos ostentadaa, na mesma época do ano, por Geraldo Alckmin em 2006 (que tinha 46%) e José Serra em 2010 (44%)."

O Estadão ainda frisa que Aécio tem maior potencial de crescimento entre os paulistas que Dilma, pois a gestão da presidente é mal avaliada por 44% dos eleitores. Um quarto do eleitorado considera a administração petista no plano federal ótima ou boa.

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Pressões territoriais forçam índios isolados a estabelecer contato

Enviado por alfeu

Da Agência Fapesp

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Os Brasinhas em: Ensinando a Pescar

Por Rogerio Faria

Fernando não dá o peixe! Ele ensina Luizinho a pescar!
Clique na imagem para mais tirinhas!

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A questão do câmbio e o problema da política fiscal

Por Rafael Bianchini

Comentário ao post "Parem o avião, que Tombini sumiu"

Nassif,

Em geral, o mandato dos Bancos Centrais envolve dois objetivos centrais: estabilidade de preços e estabilidade financeira. Em países emergentes, há duas formas de se atingir o objetivo relativo a preços: âncora cambial (sudeste asiático emergente) ou regime de metas de inflação (Países desenvolvidos, leste europeu, América Latina e alguns países da África). A adoção de âncora cambial depende de equilíbrio orçamentário e equilíbrio ou superávit em transações correntes. Em países cronicamente deficitários, como o Brasil, a âncora cambial é impossível de se manter. Resta-nos adotar o regime de metas ou nada. O problema é que os países que não adotam nem câmbio administrado, nem metas de inflação (p. ex. Argentina, Venezuela e Índia) possuem taxas de inflação de dois dígitos. Então, do ponto de vista pragmático entendo que não existe alternativa para o Brasil: 1. Por sermos um país de orçamento cronicamente deficitário, não é possível fixar o câmbio; 2. Politicamente é inviável convivermos com inflação de dois dígitos. Logo, não há como o país fugir do regime de metas.

Obviamente que, dentro do regime de metas, há nuances. Do ponto de vista da inflação, há os países de inflação baixa (leste europeu, Coreia do Sul, Peru, Colômbia e Chile) e países de inflação mais elevada (Brasil, África do Sul, Turquia, Indonésia, Costa Rica, Uruguai e Rússia). Entendo que a diferença entre os países não está nos bancos centrais, mas nas políticas fiscais e nos arranjos institucionais que dão suporte à indexação. O regime de metas explica porque a inflação brasileira não é de dois dígitos, mas, irmos dos 6,5%-7% para 3-4%, o país tem duas alternativas: choque dos juros, com recessão, desemprego e apreciação excessiva do câmbio, ou equilíbrio orçamentário e reformas legislativas que eliminem a indexação. Como o Banco Central não se dispôs a adotar a primeira alternativa a Fazenda não encampou a segunda, estamos nesta situação de inflação alta, mas controlada e juros reais altos, mas historicamente baixos para o nosso padrão.

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