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Luis Nassif Online

O que está faltando à área econômica é encontrar o pacote de medidas que opere como um divisor de águas; por Luis Nassif
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"É uma operação feita para desmoralizar politicamente. Vão tocar o inquérito, sabendo da inocência do réu", diz jurista
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Em Hard choices, Hillary Rodham Clinton expõe sua gestão à frente dos negócios exteriores dos EUA; de Daniel A. da Silva
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Ações de bancos europeus sofrem desvalorização pior que 2008

Jornal GGN - As ações de grandes bancos europeus estão sofrendo uma queda pior do que a registrada durante a crise internacional de 2008. Desde o início do ano, as instituições perde quase 25% de seu valor, o equivalente a US$ 240 bilhões.

Os mercados europeus estão sendo afetados pelas preocupações dos investidores, motivadas pela queda nos preços do petróleo, custos crescentes com tecnologia, desaceleração da China e volatilidade dos mercados globais.

Enviado por Henrique O

Do G1

 
Instituições desvalorizaram quase 25% desde o início do ano. Preocupações econômicas podem desfazer 8 anos de cortes de custos.
 
Ações de grandes bancos europeus, afetadas por uma lista sem fim de preocupações de investidores, estão passando por uma onda de vendas mais brutal que a registrada durante a crise financeira internacional de 2008.
 
Instituições financeiras da Europa perderam quase um quarto de seu valor, mais de US$ 240 bilhões, desde o início do ano, diante de preocupações econômicas que podem desfazer oito anos de planos de cortes de custos, reequilíbrio de balanços e estratégias de aversão a risco.
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Estado, liberdade e a “Grande Mentira”, por Everton S. Tibiriçá Rosa

A maior estratégia de subordinação de um povo é incutir o mito de que nada de positivo é possível pelo Estado. Na ausência do poder do Estado, exercido de forma democrática, quem irá controlar e inibir os excessos dos mais poderosos?

do Brasil Debate

Estado, liberdade e a “Grande Mentira”

por Everton Sotto Tibiriçá Rosa

“A liberdade da democracia não está segura se as pessoas tolerarem o crescimento do poder privado ao ponto em que ele se torna mais forte do que o próprio estado democrático. Isso, em sua essência, é fascismo – a propriedade do governo por um indivíduo, por um grupo ou por qualquer poder de controle privado”

[Franklin Delano Roosevelt, 1938  (1)]

Não é só no fascismo que o Estado democrático é capturado por um indivíduo, grupo ou poder de controle privado. O Estado neoliberal, baseado na ideia de Estado Mínimo (para o povo) e Máximo (para os mais afluentes, grandes empresas e sistema financeiro), típico desde os anos 1980 e do fenômeno da globalização (produtiva, mas sobretudo financeira), representa, em sua essência, a mesma característica do fascismo, ou seja, utilizar o instrumento de poder a favor de interesses particulares e não da sociedade ampla.

Não surpreendem, portanto, pacotes de socorro para os grandes grupos e desemprego para a população; remuneração financeira elevada para quem tem dinheiro e endividamento das pessoas, empresas e do Estado; desigualdade em níveis do início do século 20.

É a sociedade onde a individualidade humana é medida apenas na compra de um produto, e não pela dignidade e oportunidade para a busca do desenvolvimento da capacidade do indivíduo.

Tal como no fascismo, a população é subordinada às vontades particulares impostas pelo Estado totalitário. Nas últimas décadas, sob o discurso da “liberdade” e do “mercado” grupos controlam o Estado para impor as suas vontades.

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Em Israel, empresa oferece empregadas com preço por etnia

Do Brasil 247

Empresa israelense oferece empregadas com valor tabelado por etnia

Plínio Zunica

O trabalho doméstico é, por si, um absurdo. Em Israel, porém, o absurdo ganha sempre novos limites, principalmente quando envolve a exploração de minorias étnicas, e com o trabalho doméstico não poderia ser diferente. Agora, na "única democracia do oriente médio", o valor da exploração do trabalho doméstico de uma mulher é tabelado por origem étnica.

"Precisa de uma empregada? Está cansado de ser multado por contratar imigrantes ilegais? Não quer contratar uma faxineira árabe por questões de segurança? Está cansado de seguir a lei e depois ser processado por empregados temporários?"

Esse é o texto no cabeçalho de um folheto publicitário que vem sendo distribuído nas vias mais movimentadas do norte de Tel Aviv, a cidade "mais progressista" de Israel. No dia 05 de fevereiro, a blogueira israelense Tal Schneider recebeu este panfleto e denunciou a empresa, que oferece serviços de diaristas e empregadas domésticas com valores diferenciados de acordo com a sua etnia.

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A manobra de Moro para quebrar o sigilo no caso do sítio

Jornal GGN - No pedido da Polícia Federal para a abertura de um inquérito exclusivo ao caso do sítio de Atibaia, onde Lula seria visitante frequente, os delegados informaram que as investigações necessitariam um sigilo elevado. Em resposta, o juiz Sergio Moro aparentou acatar a sugestão e determinou que, a partir daquele momento, toda a investigação corresse em segredo de justiça, incluindo a sua própria decisão.

Antes de vazar a informação para a imprensa, Moro aparentava aceitar o sigilo e ainda enfatizou que seria "aconselhável a anexação de documentos com sigilo elevado em procedimento que tramita sem segredo de justiça". A decisão é datada do dia 4 de fevereiro.

 
Reprodução - Pedido da PF
 
Reprodução - Despacho Moro
 
Logo, ao divulgar a autorização da abertura de um novo inquérito, Moro quebrou a regra de sigilo. Para não quebrar a aura de legalidade que cerca a Lava Jato, na manhã da quarta-feira (10), disse que o despacho foi "lançado automática e inadvertidamente" no sistema que permite ao público consultar os processos que tramitam na Justiça Federal, sem os devidos cuidados para manter o segredo sobre a investigação.
 
Com a ampla publicidade do caso nos jornais por todo o Brasil, Sergio Moro decidiu, no segundo despacho publicado seis dias depois, nesta quarta, que "prejudicado o sigilo" da decisão de desmembrar o inquérito, já "não faz sentido mantê-lo [o sigilo]". 

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Gigantes do petróleo tiveram queda de 98% em seu lucro líquido

Jornal GGN - O lucro líquido das principais petrolíferas do mundo teve um recuo de 98% em 2015 na comparação com o ano anterior, devido principalmente ao forte declínio dos preços do petróleo e dos custos ainda elevados de exploração e produção.

Com a queda, Royal Dutch Shell, Exxon Mobil, Chevron, BP, Statoil e Pemex, maiores petrolíferas do mundo em exploração, deverão reduzir seus investimentos em operações como a manutenção dos campos já em atividade. 

Do Valor

Lucro líquido das gigantes recuou 98% no ano passado

Com a forte queda dos preços do petróleo e os custos ainda altos de exploração e produção, o lucro das principais petrolíferas do mundo foi praticamente a zero no ano passado. O Valor levantou os balanços de Royal Dutch Shell, Exxon Mobil, Chevron, BP, Statoil e Pemex e constatou que o resultado líquido das seis empresas ficou em US$ 1,6 bilhão durante 2015, recuo significativo de 98% perante 2014.

BP, Pemex e Statoil registraram perdas na última linha do balanço anual de 2015. Já para Exxon, Shell e Chevron, o ano foi de queda no lucro líquido.

As seis petrolíferas são as maiores do mundo em produção que já apresentaram as demonstrações financeiras de 2015 até agora. A Petrobras ainda não revelou seus dados, mas tem potencial para reduzir ainda mais os números. De janeiro a setembro, a estatal obteve lucro líquido de US$ 971 milhões, 58,8% a menos do que no mesmo período de 2014, e a maioria dos bancos espera prejuízo para a companhia no acumulado de 2015. A Petrobras ainda não marcou data para divulgar seus resultados.

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Moro e PF passam recibo de que Lula não é dono do sítio

Jornal GGN - O novo inquérito exclusivo ao caso do sítio de Atibaia, onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria visitante frequente, foi aberto para apurar a hipótese do crime de peculato. Por peculato, entende-se um crime de desvio de dinheiro público, que envolve funcionários públicos, mas não necessariamente todos os condenados nesse crime estão na carreira de servidor. Independentemente do resultado das investigações da Polícia Federal, o objetivo da nova frente é dar publicidade à hipótese de que Lula estaria envolvido no esquema.

O leitor Eduardo Pereira da Silva, em comentário ao post "O xadrez da Lava Jato e a incógnita Janot", levantou uma via juridicamente possível para justificar um inquérito contra o ex-presidente. Na hipótese, seriam considerados que Lula enquadraria-se como posseiro do sítio em Atibaia. Há, ainda, a possibilidade de as autoridades alegarem o registro em nome de suposto "laranja" para abafar o real proprietário Luiz Inácio Lula da Silva. A comprovação de ambas hipóteses, contudo, é praticamente impossível, de acordo com juristas consultados pelo Jornal GGN. Até o avanço das investigações, contudo, já seriam gerados materiais suficientes para irromper a imagem do ex-presidente. 

 
Por Eduardo Pereira da Silva
 
 
Foi um erro primário, mas no afã de condenação a qualquer custo, o Juiz Moro e a PF passam recibo de que Lula não é o proprietário do sítio de Atibaia.
 
No despacho que autorizou abertura de inquérito em relação ao sitio de Atibaia, o Juiz Moro fundou seu embasamento legal pela suposta prática de CRIME DE PECULATO - art. 312 do CP.

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Beto Richa retoma ideia de privatizar Copel e Sanepar, por Esmael Moraes

Do blog do Esmael Moraes

“Pacote de Maldades 4” de Beto Richa prevê privatização da Copel e Sanepar

O governador Beto Richa (PSDB) deverá encaminhar novo pacote de maldades à Assembleia Legislativa do Paraná na volta do feriado de Carnaval. O tucano vai retomar a ideia de privatizar a Companhia Paranaense de Energia, a nossa Copel, e a Companhia de Saneamento do Paraná, a nossa Sanepar.

O “Pacote de Maldades 4” retoma projeto que revoga um inciso da Lei Estadual 15.608/2007, o que desobrigaria o executivo de precisar de autorização dos deputados estaduais para vender ações de empresas públicas e de economia mista, como as companhias de água e energia. No segundo semestre do ano passado, essa mensagem do Palácio Iguaçu foi gongada pelos parlamentares.

O sonho do governador do PSDB em privatizar as duas empresas símbolo do estado é antigo. Foi verbalizada pela primeira vez no começo do ano passado, quando o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, numa entrevista à imprensa “especializada” em economia, cantou com todas a letras os passos seguintes de Richa: desfazer das ações da Sanepar e Copel.

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MP do Distrito Federal erra em favor do DEM

 
Jornal GGN - Considerado o mais partidarizado dos Ministérios Públicos Federais, o Ministério Público do Distrito Federal cometeu um erro que comprometeu parte da operação que visava levantar o chamado mensalão do DEM - pelo qual o ex-governador José Roberto Arruda cooptou os deputados distritais.
 
O procurador imputou ao recebimento de dinheiro dois crimes diferentes: corrupção e lavagem de dinheiro. O Tribunal entendeu que a denúncia era inepta.
 
Na ponta corruptora havia empresas de informática que, na gestão de José Serra na prefeitura de São Paulo, venceram inúmeras licitações na cidade.
 
O Tribunal trancou a denúncia de lavagem de dinheiro, mas manteve a de corrupção e formação de quadrilha.
 
Do Conjur
 

 

Por 

O Ministério Público do Distrito Federal errou ao considerar que o pagamento de vantagem indevida a ocupante de cargo público é ao mesmo tempo corrupção e lavagem de dinheiro, no chamado mensalão do DEM. Por isso, a 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça trancou todas as denúncias de lavagem de dinheiro oferecidas no processo da operação apelidada de caixa de pandora.

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Entre nós, os economistas II, por Nildo Ouriques

Seleção de Roberto Bitencourt da Silva

A ideologia da crise fiscal, por Nildo Ouriques

Ideologia sempre é arma perigosa. De minha parte, rechaço qualquer ideologia pois somente quando os trabalhadores estão armados com o pensamento crítico é quando, de fato, se apresentam como o inimigo real para as classes dominantes.

A burguesia criou a ideologia de que o estado brasileiro vive severa crise fiscal. Todos os dias de manhã, a tarde e a noite, fomenta a ideologia da crise fiscal do estado brasileiro; no rádio, jornal e TV repete a ladainha; o resultado pode ser visto na declaração do líder sindical bocó, do cretinismo parlamentar e do jornalista cínico, todos indicando que é preciso fazer um "ajuste fiscal" para recolocar o Brasil na "rota do crescimento". É farsa completa, mas é o alimento cotidiano de milhões, resultado necessário da manufaturação do consenso que funciona com perfeição tal como no Brasil indiciou Lima Barreto no início do século passado no insuperável romance Recordações do Escrivão Isaías Caminha (1909) e, antes dele, John Hobson, no também indispensável Estudios sobre el imperialismo, 1902). George Seldes, Lippmann (o reaça), Orwell e Chomsky ainda não existiam.

Abismo que criaste com teus pés

Pois bem, hoje um jornal paulista (FSP) indica que no coração burguês do país, "o grau de endividamento pulou de 148% de sua receita corrente líquida em 2014 para 168%".  Ora, o estado de São Paulo é administrado por tucanos há quase duas décadas. No parlamento, a bancada tucana defende com unhas e dentes a ideologia que, como diz Cartola num samba genial, agora também pode ser vista no "abismo que cavaste com os teus pés". O petismo cala sobre o essencial, evita a crítica como se o rombo fiscal tucano não existisse porque, há tempos, também adotou a ideologia da "austeridade fiscal" que marcava os governos neoliberais. Enfim, tucanos primeiros e petistas mais tarde, adotaram a mesma ideologia. Dilma no Planalto e Alckmin em São Paulo dão de ombros. Ambos endividam o estado, apoiam a política de austeridade e justificam tudo em nome da responsabilidade fiscal.  Mas para nossa sorte, a realidade é tenaz e não se curva às ideologias!

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Ruim para Lula, quebra de sigilo aliviou para Aécio, por Paulo Moreira Leite

Do Brasil 247

Ruim para Lula, quebra de sigilo aliviou para Aécio

Paulo Moreira Leite

Sérgio Moro fez bem em explicar que a divulgação de uma apuração que corria em segredo de Justiça -- quando o investigado é justamente Luiz Inácio Lula da Silva -- ocorreu "inadvertidamente."

Mas não custa lembrar que além de seus inaceitáveis efeitos jurídicos, a quebra de sigilo teve consequências políticas nefastas, gerando mais um impulso que ajudou a construir uma mudança na agenda política do país.

Antes da divulgação de um segredo bombástico, que coloca Lula dentro da Lava Jato, de onde poucos acusados saíram com vida útil, o mundo político discutia a delação premiada do empresário Fernando Moura contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), a quem acusou de receber um terço das propinas de Furnas, através de um diretor manda-chuva, Dimas Toledo. Depois do equívoco, discute-se o que irá acontecer no dia 17 de fevereiro, quando Lula será ouvido sobre obras e melhorias num sítio que não lhe pertence.

O país aguarda, também, pela definição de responsabilidades por um equívoco que, mesmo involuntário, acidental, trouxe prejuízos inegáveis ao bom andamento da Justiça.

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Pô, só o Brasil de Janot e Moro? E o planeta? Por Rui Daher

Por Rui Daher

Há quantos anos, talvez uma década inteira, temos ouvido alertas de que as formulações econômicas escolhidas por diversos países possuem fatores de autodestruição?

Não foi o filósofo brasileiro Paulo Arantes a dizer que o capitalismo se arrisca a morrer de overdose, como Jimi Hendrix, Janis Joplin e Jim Morrison, muito mais geniais e não únicos?

Ou não é a isso que estamos assistindo em todo o planeta? Os Estados, cada vez menos soberanos, se recolhem aos ralos como baratas tontas. De lá saem acreditando que, do sufrágio universal, surgirá um senhor ou senhora com colete salva-vidas marca “New Deal”. A efervescência de fusões e aquisições pensa parodiar máxima secular: quanto mais alto o pedestal “menor” o tombo. Será?

Muito se falou no declínio do império americano (Denys Arcand, Canadá, 1986). Pensou-se um EUA desigual e sobrou para todo o planeta, em todos os sentidos, modos e compulsões.

Somente agora, depois de tantos estudos e pesquisas comprobatórios, luminares que opinam, e bem, começam a alertar que pobreza é uma doença que pega e cria metástases, não importam os órgãos atingidos. Mas, no Brasil, não. Encontra-se um culpado e se o demoniza, por ódio e preconceito.

Pensavam o quê? Farra eterna? Feudalismo sem volta? Já sei, a salvação virá em 28 de fevereiro, quando assistiremos ao Oscar e as ilusões voltarão. Um dia, seremos todos como eles. Chiques, bonitos, bem vestidos, famosos, ricos. Nos estenderão um tapete vermelho para desfilarmos o “Bloco Meritocracia”.

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Fala, Mangueira! Por Luiz Fernando Vianna

Enviado por Mara L. Baraúna

da Rádio Batuta

Fala, Mangueira

Por Luiz Fernando Vianna

Diz o famoso verso de Hermínio Bello de Carvalho: "A Mangueira é tão grande que nem cabe explicação". São dezenas e dezenas as canções feitas nas últimas nove décadas para reverenciar a Estação Primeira. Selecionamos algumas para saudar a vitória da escola no carnaval do Rio em 2016. É o primeiro título em 14 anos, ainda mais especial por ter como enredo uma das maiores cantoras brasileras, Maria Bethânia. 

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O Universo foi criado por alguém que não nos ama em "Christmas On Mars"

Por Wilson Ferreira

Um filme estranho, trash e psicodélico que confirma que o rock é um gênero musical que sempre retirou suas energias da mitologia gnóstica contemporânea: Detetives, Viajantes e Estrangeiros sempre vagando em nowhere – o Espaço, o Deserto, o Lugar Nehum como símbolos da condição humana, assim como o Major Tom de músicas de David Bowie. Dessa vez no filme “Christmas On Mars” (2008, escrito e performado pela banda de rock indie “Flaming Lips”) vemos Major Syrtis tentando superar uma crise de niilismo, psicose e paranoia que se abateu sobre a tripulação de uma base marciana através da organização de uma festa natalina. Mas terá que superar a confrontação com a “realidade cósmica” – que o Universo foi criado por alguém que não nos ama.

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"Christmas On Mars" (Flaming Lips, 2008) - trailer
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Para Noam Chomsky, humanidade passa pelo seu momento mais crítico

Enviado por José Carlos Lima

Do Esquerda.net

Chomsky: Este é o momento mais crítico na história da humanidade

Numa longa conversa, Chomsky analisa as principais tendências do cenário internacional, critica a escalada militarista do seu país e afirma que as alterações climáticas é o pior problema que a humanidade já enfrentou. Por Agustín Fernández Gabard e Raúl Zibechi

“Os Estados Unidos foram sempre uma sociedade colonizadora. Ainda antes de se constituir como Estado estava a eliminar a população indígena, o que significou a destruição de muitas nações originais”, sintetiza o linguista e ativista norte-americano Noam Chomsky quando se lhe pede que descreva a situação política mundial. Crítico acérrimo da política externa do seu país, argumenta que desde 1898 se virou para o cenário internacional com o controle de Cuba, “que converteu essencialmente em colónia”, para depois invadir as Filipinas, “assassinando um par de centenas de milhares de pessoas”.

Continua a alinhavar uma espécie de contra-história do império: “Depois roubou o Hawai à sua população original, 50 anos antes de incorporá-la como mais um estado”. Imediatamente depois da segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos converteram-se em potência internacional, “com um poder sem precedente na história, um incomparável sistema de segurança, controlava o hemisfério ocidental e os dois oceanos, e naturalmente traçou planos para tentar organizar o mundo de acordo com os seus desejos”.

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Trumbo relata perseguição contra roteirista no macartismo de Hollywood

Por BetoPettinato

Comentário ao post "O xadrez da Lava Jato e a incógnita Janot"

Sempre haverá o álibi de um dispositivo legal para justificar e ocultar a perseguição.

Ontem assisti o excelente filme Trumbo (2015), escritor e roteiristas perseguido, preso e incluido na lista negra na época macartista de Hollywod. Excelente filme!

Foi condenado a prisão, junto a outros 9 colegas de profissão numa atitude totalmente arbitrária do Congresso e da Justiça americanos, no auge da campanha macartista, insuflada pela mídia e por setores conservadoes da sociedade.
 
PS: John Wayne e Gegory Peck fascistas, quem diria...

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