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Luis Nassif Online

Nenhum Ministro falante, Barroso e Gilmar, reagiu à fala do general. Coube a Marco Aurélio a defesa da Constituição
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A não punição do general que comentou sobre intervenção militar inaugura uma nova etapa na crise política
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O encontro ocorreu em Curitiba nos dias 30 e 31 de julho. O advogado Kakai chegou no jatinho do BTG
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Há cinco anos, ato alertava crimes de Cabral, por Helena Borges

RIO DE JANEIRO, RJ, BRASIL, 29-07-2013: Manifestantes acampam em frente ao prédio done mora o goverandor do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, no bairro do Leblon  no Rio de Janeiro (RJ). (Foto: Bruno Poppe/Frame/Folhapress)
Foto: Bruno Poppe/Frame

Por Helena Borges

No fim das contas, o "Ocupa Cabral" tinha razão

Do The Intercept

QUASE CINCO ANOS separam o primeiro “Ocupa Cabral” da decisão que condenou “o grande fiador da corrupção” a 45 anos de prisão nesta quinta (21). O Ocupa Cabral foi uma das maiores ocupações realizadas na cidade, antecipando os movimentos de junho de 2013.

A segunda condenação do ex-governador teve tom de redenção para o grupo de jovens que, entre o final de 2012 e o meio de 2013, acampou em frente ao prédio do ex-governador no Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro. Cabral foi condenado por organizar um esquema de cartel, fraude de licitações e desvio de recursos federais usados na construção e reforma de infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014. Na primeira condenação, expedida pelo juiz Sérgio Moro, em junho, a pena foi de 14 anos e dois meses, por corrupção passiva e por receber propina na construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

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O que paulistano pensa sobre as condições dos ônibus?

Por Idec

Pesquisa do Idec aponta que paulistano está insatisfeito com limpeza e manutenção dos ônibus

Na semana da Mobilidade, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) apresenta os resultados para o modal ônibus da cidade de São Paulo, avaliados pelo aplicativo MoveCidade, que em dez meses recebeu 1700 análises de usuários, das quais 972 do serviço de ônibus municipal.

A utilização do aplicativo MoveCidade permite avaliar questões importantes do sistema de transporte: pontualidade, segurança, conforto, estado de conservação para ônibus. O aplicativo também avalia as condições do metrô, trens e ciclovias, permitindo que todos os modais de transporte urbano sejam conferidos.

Pelo aplicativo, numa escala de 1 a 5 estrelas, os usuários deram média 2,95 pelo serviço de ônibus na cidade de S.Paulo. A maior reclamação é a má qualidade da limpeza e manutenção dos ônibus. O conforto com a lotação, a fluidez no trânsito e a segurança têm notas mais altas.

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Gebran diz que defesa abusa de recurso e nega anular sentença do triplex

Foto: Folhapress

Jornal GGN - O desembargador João Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), negou uma liminar em impetrado pela defesa do ex-presidente do Instituto Lula, Paulo Tarciso Okamotto, que queria anular a sentença do caso triplex.

Paulo Okamotto argumentou que sua defesa não teve acesso a uma série de provas usadas pelos procuradores de Curitiba, mas Gebran entendeu que "a discussão a respeito de quaisquer vícios materiais e formais da prova ou a ocorrência de cerceamento deve ocorrer no curso da própria ação penal ou mesmo em sede recursal."

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Mônica Iozzi revela que sofreu assédio de "senador candidato a presidente"

Foto: Reprodução

Jornal GGN - Ex-repórter do programa CQC, Mônica Iozzi revelou em vídeo que já sofre assédio por parte de um senador que já foi candidato a presidente, mas acabou sendo derrotado nas urnas. Iozzi não quis citar o nome do político, mas afirmou que recebeu flores, vinho e jóias. Além disso, o ex-presidenciável tentou desmoralizar sua vida profissional cobrando reação aos "agrados" na frente de outros jornalistas.
 
A revelação foi feita por Iozzi durante um debate promovido pela revista TPM sobre feminismo. Ela disse que os anos de CQC foram um desafio e momento em que ela se identificou como feminista, principalmente porque foi forçada a se posicionar firmemente em meio a um ambiente tradicionalmente machista, como o Congresso.
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O masoquismo renitente de (só uma) parte dos militares, por Fernando Brito

O masoquismo renitente de (só uma) parte dos militares

Por Fernando Brito

Do Tijolaço

As Forças Armadas – e suas escolas – produziram algumas das melhores inteligências deste país.

O Exército, desde cedo, solidificou a ideia da unidade nacional, mesmo num tempo em que o país, politicamente, era pouco mais que um amontoado de oligarquias provincianas e  um banco de inutilidades cortesãs. Agora, vê-se reduzido a um secretário de Segurança dizer onde deve colocar seus soldados como guarda da esquina.

A Marinha, nos últimos 40 ou 50 anos, foi o núcleo de nossa ciência nuclear, com um contingente de militares-cientistas dos quais o Almirante Othon da Silva, 77 anos, agora encarcerado por 43 anos (!), era um símbolo. Agora, vai ter os laboratórios de Aramar “invadido” por inspetores tradicionais, colocando plásticos pretos sobre os equipamentos que desenvolveu, enquanto junta moedas num esforço desesperado de manter o Pro-Sub, ainda na esperança de ter um submarino de propulsão nuclear, que pode ficar sem vir à tona por longos períodos, sem o que de nada serve num planeta coberto de satélites.

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Advogado do BTG Pactual conversa com advogado de Palocci

Jornal GGN - O ex-Ministro Antônio Palocci negocia sua delação premiada com a Lava Jato. Ofereceu a primeira parte solicitada: tentativa de incriminar o ex-presidente Lula. Faltou a segunda: seus negócios com o sistema financeiro.

No dia 30 de julho, o jato do banco BTG-Pactual, Global 6000, pousou em Curitiba pela manhã. Do jato desceu o Antônio Carlos Kakai que conversou durante 15 minutos com Adriano Bretas, advogado de Palocci.

Na segunda à noite, o jato retornou a Curitiba, pousou por volta das 19 horas, mais uma vez trazendo Kakai. Do hangar, ele rumou para o hotel Noma. Na manhã seguinte, tomou café com Bretas.

Decolou de volta às 9:30.

Não há informações sobre o assunto tratado.

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Lula propõe que militância financie o PT nas eleições

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O ex-presidente Lula propôs nesta sexta (22) que a militância financie do próprio bolso os gastos do PT em eleições. Segundo Lula, a ideia evitaria a busca por financiamento empresarial numa época em que a iniciativa é vista como "negociata" imoral pela opinião pública.
 
"Quem tem que financiar as nossas armas somos nós mesmos. Nós precisamos voltar a ter, junto com a campanha de filiação, uma campanha de convencimento de que uma pequena contribuição de cada companheiro pode ajudar o PT a não precisar de dinheiro empresarial e não ficar fazendo negociata atrás de um fundo que a sociedade compreenda que possa ser imoral para o partido", disse Lula, segundo relatos da Folha.
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Intervenção militar já!, por Leo Villanova

por Leo Villanova

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Com IDP já patrocinado pela JBS, Gilmar vai julgar HC de Joesley Batista

 
Jornal GGN - O sistema eletrônico de sorteio do Supremo Tribunal Federal acabou escolhendo o ministro Gilmar Mendes para ser o relator de um recurso de Joesley Batista, preso preventivamente a pedido da Procuradoria Geral da República.
 
Gilmar é um crítico declarado do acordo de delação da JBS e já chegou a admitir que pode ter sido alvo de um dos grampos de Joesley Batista.
 
Porém, a universidade do ministro, o IDP, já recebeu milhões em patrocínios da JBS para eventos jurídicos, lembrou a Folha de S. Paulo desta sexta (22).
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A Globo, os militares e a psicologia reversa, por Fernando Horta

A Globo, os militares e a psicologia reversa

por Fernando Horta

É preciso sempre atentar para os contextos. As palavras, os sentidos dependem totalmente dos contextos e é um erro muito comum tomarmos os discursos fora do seu tempo, dos seus agentes ou sem compreendermos completamente os momentos em que foram proferidos. Há uma semana o Brasil voltou a ter pesadelos, deitado em seu berço esplêndido. Como o trauma da noite de 21 anos não fora propriamente tratado, os assombros continuam. Ocorre que a causa do medo não está sendo corretamente detectada.

O General Mourão deve ter seus méritos para ter chegado ao generalato. O sobrenome inspira cuidados, mas o comandante o chamou de “bom soldado” e “gauchão”. Para quem não conhece os meandros do Exército as falas do general Villas Boas na entrevista para a Globo podem ser mal interpretadas. Chamar um general de “soldado” é um imenso elogio. Um elogio que remonta às lendas espartanas, quando comandantes se ombreavam aos soldados nos campos de batalha, diferindo destes pela sua maior técnica. O próprio patrono do Exército, o Duque de Caxias, se dizia sempre, “um soldado, apenas”. É uma espécie de humildade verde-oliva. É claro que o general continua comendo com os oficiais (onde a comida é muito melhor) e os soldados na cantina dos soldados. Mas Villas Boas ao chamar Mourão de “bom soldado” diz, com todas as letras, que ele tem algum apoio da tropa.

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Mariz renuncia à defesa de Temer por ter advogado para delator

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O criminalista Antonio Claudio Mariz de Oliveira deixou a defesa de Michel Temer. Isso porque Mariz já atuou como advogado de Lúcio Funaro na Lava Jato. A delação do operador do PMDB foi usada pela Procuradoria Geral da República para apresentar a segunda denúncia contra o presidente.
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Alckmin e Doria seguem na rixa para a disputa à Presidência 2018

 Foto: Alexandre Carvalho / A2img
Foto: Alexandre Carvalho/A2/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - O prefeito de São Paulo, João Doria, e o governador Geraldo Alckmin seguem nos conflitos de posições para a disputa à Presidência em 2018. Considerando-se nome mais consolidado dentro do PSDB, Alckmin quer que a sigla toma a decisão o mais rápido possível, enquanto Doria espera angariar mais apoios até o próximo ano, conseguindo mais espaço em pesquisas eleitorais, acima inclusive de seu padrinho político.
 
Nesta quarta-feira (20), Alckmin já havia criticado a articulação de Doria para o PSDB adiar a escolha do nome que irá disputar as eleições no próximo ano. "Se deixar lá para o meio do ano, quem for candidato, independente de quem seja, acaba saindo de forma improvisada", disse o governador.
 
Em crítica quase direta à Doria, o tucano defendeu a investida conservadora, associando novidades à "improvisação", o que a seu ver é negativo: "Tudo que é improvisado é malfeito. Aliás, no Brasil, precisamos parar com improvisação, inclusive na política", afirmou.
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E a conta sobe, por Ronaldo Bicalho

do Instituto Ilumina

E a conta sobe

por Ronaldo Bicalho

Operador Nacional do Sistema (ONS) já conta com o acionamento da bandeira vermelha nas contas de luz em outubro e novembro, devido ao agravamento da recessão climática em todo País. A medida visa a alertar o consumidor de que a falta de chuvas é um problema no Brasil inteiro – e não mais apenas no Nordeste – e que pode se prolongar.

Análise do ILUMINA: Não há surpresas. O sistema de reserva energética definha desde 2012, como pode ser visto no gráfico abaixo, onde a linha pontilhada é a média de 12 meses. O eixo vertical é o número de meses da carga. Hoje, temos de reserva o equivalente a 1,5 meses de consumo.

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O Febeapá está mais vivo do que nunca, por Carlos Motta

O Febeapá está mais vivo do que nunca

por Carlos Motta

Baratas infestam o Palácio do Planalto.

Ministro da Saúde acha que o Brasil tem hospitais demais.

Governo discute o fim do horário de verão.

General ameaça com intervenção militar - e "juristas" debatem se ela é constitucional.

Deputado que obrigar rádios a executar músicas "religiosas".

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Espiritismo e outras religiões podem levar ao céu ou ao inferno, por Marcos Villas-Bôas

Espiritismo e outras religiões podem levar ao céu ou ao inferno

por Marcos Villas-Bôas

O Espiritismo e outras religiões podem levar, a depender do seu uso, as pessoas ao céu ou ao inferno. Tudo dependerá de como elas irão vibrar após estudar e / ou praticar essas religiões.

Primeiro, desmitifique-se a existência de um céu ou de um inferno, tal qual “vendido” pelas religiões. Há farta literatura e diálogos com os Espíritos gravados em vídeo que demonstram haver diferentes dimensões de realidade e graus de consciência, como, aliás, já propõem há décadas os estudiosos da Transdisciplinaridade com base em substanciais argumentos científicos, sobretudo da Física.

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