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Luis Nassif Online

Chico Lopes tornou-se o bode expiatório de uma aventura cambial que liquidou com o governo de FHC
É sintomática a maneira como alguns jornalistas endossam um atentado evidente à liberdade de expressão; por Luis Nassif
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Ex-governador conta também que, desde governo Collor, já alertava para as manobras ilegais de Eduardo Cunha no Congresso
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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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FHC e a maxidesvalorização de 1999

Comprei, mas não li ainda o terceiro volume das memórias de Fernando Henrique Cardoso na presidência. Fala da maxidesvalorização de janeiro de 1999.

Acompanhei de perto esse episódio, como colunista da Folha e comentarista da Bandeirantes.

No segundo semestre de 1998 já estava nítido que não haveria como manter o congelamento do câmbio.  Gustavo Franco era presidente do Banco Central e se apegava ao congelamento como se fosse um filho dileto, do qual não queria se afastar.

Como narrei no livro "Os Cabeças de Planilha", antes do lançamento do Real, banqueiros estrangeiros foram procurados pelo economista Winston Fritsch com a informação de que o governo pretendia derrubar o preço do dólar e convocando-os a ajudar os economistas do Real que atuavam no mercado a apostar na queda do dólar nos mercados futuros.

Em poucos meses, a apreciação do real comprovou-se desastrosa, destruindo rapidamente o superávit comercial brasileiro. Leia mais »

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O pintor José Antonio da Silva na Galeria Almeida & Dale, por Walnice Galvão

Por Walnice Nogueira Galvão

José Antonio da Silva surgiu na voga da descoberta dos artistas naïfs ou primitivos. Sua exposição em São Paulo, em 1948, realizou-se na Galeria Domus, alcançando extraordinário sucesso. Inaugurada um ano antes, a Domus foi a primeira galeria de arte moderna no Brasil, computando 90 exposições entre 1947 e 1951, o que é um número fantástico para tão curto intervalo de tempo.

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Pezão corta salários de professores na semana em que R$ 300 mi são devolvidos ao RJ

Jornal GGN - Circula nas redes uma mensagem de professores da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) que pede ajuda para "esclarecer" a crise instaurada na instituição e que não encontra nenhuma saída no final do túnel em função do desinteresse do governo Pezão.

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A esquerda, a carne e o pragmatismo masoquista, por Igor Fuser

Enviado por Marcelo Soares Souza

Por Igor Fuser

No blog Outras Palavras

Na campanha eleitoral de 2014, a Friboi fez um donativo de 200 mil reais, declarados, em favor de Jair Bolsonaro, candidato a deputado federal no Rio de Janeiro. O mesmo frigorífico foi um dos maiores anunciantes da mídia burguesa durante todo o período em que os principais veículos de imprensa, rádio e TV do país levaram adiante a campanha golpista.

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Lava Carne & Jato Fraco, por Marcelo Auler

Por Marcelo Auler

Não faltou aviso. Em 2015, quando da indicação de um novo presidente para o IPL 0136/2015-4 – SR/PF/PR – que gerou a Operação Carne Fraca -, o diretor -geral do Departamento de Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra, foi alertado para não permitir que o delegado Mauricio Moscardi Grillo assumisse o caso. Isto, segundo fontes de Curitiba informaram ao Blog, lhe foi encaminhado por escrito, por meio de ofício. Mas ele fez ouvidos moucos e não se intrometeu. Dois outros delegados passaram pelo caso até que o IPL caísse nas mãos de Moscardi, responsável por deflagrar a Operação, hoje considerada desastrosa.

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DOI-CODI 2017: A polícia política da Lava Jato, por Sergio Saraiva

Por Sergio Saraiva

“Se pensas que burlas as normas penais, insuflas, agitas e gritas demais, a lei logo vai te abraçar, infrator com seus braços de estivador”.

A reportagem do caderno Poder da Folha de S. Paulo de 24 de março de 2017 descreve o método de perseguição ao blogueiro Eduardo Guimarães e às suas fontes jornalísticas. Traz também dados do inquérito da Polícia Federal que levou à detenção de Eduardo, acusado por ter antecipado – em um furo de reportagem – a condução coercitiva do presidente Lula.

“Se tu falas muitas palavras sutis E gostas de senhas, sussurros, ardis, a lei tem ouvidos pra te delatar nas pedras do teu próprio lar”.

Interessante é percebermos que a Policia Federal parece, nesse caso, atuar como polícia política. Não parece que o vazamento em si seja mais do que um mote para o constrangimento de adversários do “regime imaginário de poder” que a Lava-Jato passou a representar.

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Temer pede separação das contas de Dilma em alegações finais ao TSE

 
Jornal GGN - A defesa de Michel Temer entregou ao Tribunal Superior Eleitoral as alegações finais referentes ao processo movido pelo PSDB que pede a cassação da chapa eleita em 2014. A peça, com 55 páginas, pede, entre outras coisas, a separação das contas de Temer e Dilma.
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Governo Temer corta 61% da verba para atendimento de mulheres violentadas

Jornal GGN - O governo Michel Temer cortou 61% da verba destinada ao atendimento de mulheres em situação de violência doméstica. Segundo reportagem do portal Poder 360, o Planalto também reduziu em 54% o orçamento voltado para políticas de incentivo da autonomia da mulher - uma maneira de estimular o rompimento de vínculos que possam ser responsáveis pela manutenção da violência. Procurada, a secretaria responsável não quis se manifestar.

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Sindicatos dizem que apoio a Temer em troca de recursos é mentira de jornal

Jornal GGN - A Central dos Sindicatos Brasileiros emitiu uma nota à imprensa refutando reportagem da Folha de S. Paulo, publicada nesta sábado (25), a respeito de negociação com o governo Temer em troca de "mais recursos". A CSB nega que esteja disposta a apoiar as reformas impopulares encampadas por Temer em troca de repasses. A instituição ainda aponta que, ao contrário disso, as reformas de Temer tendem a enfraquecer os sindicatos. Caso da reforma trabalhista e da terceirização aprovada nesta semana pela Câmara.

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Ismália, de Alphonsus de Guimaraens, por Inezita Barroso

 

 

Inezita Barroso, "Ismália"

poema de Alphonsus de Guimaraens

música de Capiba

do filme "Inezita Barroso a Voz e a Viola", 1969


Ismália

Alphonsus de Guimaraens

 

Quando Ismália enlouqueceu, Leia mais »

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Ministro permitiu mais de 18h de acusações à Dilma e apenas 1h27 de defesa

Jornal GGN - O advogado da ex-presidente Dilma Rousseff, Flávio Caetano, apontou que o relator da ação de cassação da chapa eleita em 2014 no Tribunal Superior Eleitoral, ministro Herman Benjamim, não concedeu tratamento igual para as partes durante o processo, privilegiando as acusações contra a petista com mais de 18 horas de depoimentos, ante apenas 1h27 de explicações das testemunhas de defesa. 

Na peça, com mais de 300 páginas, Caetano ainda pediu que o PSDB seja investigado por ter feito uso de caixa 2 eleitoral, conforme denunciado por delatores da Odebrecht. Segundo a defesa de Dilma, Aécio Neves não pode alegar que perdeu a disputa eleitoral de 2014 por desvantagem financeira, já que teria arrecadado dinheiro por fora do sistema legal. O tucano sustenta abuso de poder econômico na campanha de Dilma.

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Nem imprensa, nem Polícia Federal podem tratar investigado como culpado

 
Jornal GGN - Não é raro, aliás, na verdade já se tornou habitual a imprensa noticiar com estardalhaço uma nova operação da Polícia Federal e as informações reveladas levarem a opinião pública a emitir juízo de valor antecipado sobre os investigados. Isso não deveria ocorrer porque, em tese, a operação da PF é só uma fase da investigação, que ainda será levada ao Ministério Público e, depois, passará pelo crivo de um juiz. Só, então, o investigado transforma-se em réu, acusado de um crime oficialmente. Antes disso, portanto, não cabe à imprensa, muito menos à PF, tratar investigados como culpados. É o que aponta, em artigo no Estadão, o procurador Helio Telho Corrêa Filho, sobre como funciona as operações da PF.
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