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Luis Nassif Online

A presidente passa recibo em qualquer futrica, fazendo o jogo da mídia e a cada passo enfraquecendo seu governo
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Na política, raposas podem ser aliadas contra a ameaça de lobos. Este é o dilema da estratégia de Dilma; por Luis Nassif
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Reforma política não resolve corrupção, diz Wanderley Guilherme dos Santos

Jornal GGN - Wanderley Guilherme dos Santos, o intelectual que antecipou o golpe militar de 1964, rompeu o silêncio que fazia há alguns meses e defendeu, em entrevista publicada pelo Valor nesta segunda-feira (30), que a esquerda brasileira está perdendo a capacidade de cooptar novos simpatizantes na massa situada ao centro do pensamento político.

Para ele, desde o fim do governo Lula, o PT, que é o maior partido do segmento à esquerda, está errando nos diagnósticos e resoluções das crises que eclodiram com mais força desde junho de 2013. O principal erro atual é considerar que as manifestações anti-Dilma do dia 15 de março são oriundas apenas de classes abastadas.

Para Wanderley Guilherme dos Santos, outros erro do PT é a pregação de que apenas uma reforma política resolveria os problemas de corrupção na esfera pública. O intelectual acredita que roubo aos cofres públicos é roubo do mesmo jeito, e não adianta políticos envolvidos em esquemas criminosos empurrar para o sistema eleitoral a culpa.

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Campanha nas redes sociais para escolher titular da SECADI

 

Jornal GGN – Em artigo no Facebook, a procuradora regional da República, Eugenia Gonzaga, denunciou a falta de nomeação para a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI).

Agora, começa uma campanha nas redes sociais em favor da nomeação de Martinha Claret , que está no Ministério da Educação há quase dez anos e é bastante familiarizada com a estrutura da Secretaria.

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Supremas Cortes do BRICS propõem cooperação internacional

Enviado por Sorano

do site do Supremo Tribunal Federal

Supremas Cortes do BRICS propõem cooperação internacional para enfrentar desafios

Os presidentes das Supremas Cortes dos países integrantes do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) assinaram neste sábado (28) em Sanya, na China, documento no qual afirmam posições consensuais sobre temas relacionados ao funcionamento da Justiça, com ênfase na cooperação judiciária entre os países e a troca de experiências em matéria de reformas judiciais e melhorias do sistema judicial, levando em conta a necessidade de fazer frente aos desafios do mundo atual. O documento foi assinado pelos presidentes do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski; da Suprema Corte Popular da China, Zhou Qiang; da Suprema Corte da Federação Russa, Vyacheslav Lebedev; e pelos ministros da Suprema Corte da Índia, Jagdish Singh Khedar, e da República da África do Sul, Frederik Daniel Jacobus Brand.

A carta foi elaborada a partir das discussões do Fórum de Justiça do BRICs para o intercâmbio de informações sobre tópicos como os recentes avanços dos sistemas judiciais dos países membros do bloco e proteção ambiental por meio do processo judicial. “Com o aumento da multipolarização, da globalização econômica e da interdependência, a humanidade passa por mudanças profundas e complexas”, afirma o documento. “Em face dos desafios globais do crescimento econômico, da segurança energética, da proteção ambiental e das ameaças de terrorismo, as Supremas Cortes dos países do BRICS têm construído um consenso visando a uma governança global mais representativa e justa e um crescimento mais inclusivo”.

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Um pouco de Doris Monteiro

Esse trabalho de 1976 trouxe gratas surpresas sonoras

e uma capa inspirada! Musa Doris Monteiro!

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Crise de abastecimento de água derrubou pela metade os lucros da Sabesp

Jornal GGN - O secretário de Recursos Hídricos de São Paulo Benedito Braga admitiu que a crise de abastecimento de água derrubou pela metade os lucros da Sabesp (Companhia de Saneamento do Estado), mas afirmou que esse prejuízo não será repassado ao consumidor final.

Leia mais: Sabesp distribuiu até 60% dos lucros aos acionistas durante governo Alckmin

Em entrevista publicada pela Folha de S. Paulo nesta segunda-feira (30), Braga sustentou que a Sabesp e o governo do Estado, seu acionista majoritário, já aguardavam esse resultado negativo. "O que houve foi uma queda no lucro [que passou de R$ 1,9 bilhão, em 2013, para R$ 903 milhões, em 2014]. A redução do lucro era esperada, em função da redução do consumo e da concessão de bônus [aos consumidores que reduzem o consumo durante a crise]."

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Projeto Pixinguinha: uma criação de Hermínio Bello de Carvalho


Projeto Pixinguinha: no centro Hermínio Bello de Carvalho

HERMÍNIO FALA SOBRE O PROJETO PIXINGUINHA

"E, por acreditar que nenhuma manifestação deve ser feita sem registro que a documente para a posteridade, o Projeto, de comum acordo com o Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte, será todo ele gravado, destinando-se cópia para o Museu da Imagem e do Som". 

Foi assim que o produtor e poeta Herminio Bello de Carvalho definiu uma das bases do Projeto Pixinguinha – que começava a circular pelo país naquele ano de 1977, com espetáculos de música brasileira acessíveis às camadas populares. Proposta pela Sombrás (Sociedade Musical Brasileira), da qual Herminio era vice-presidente e encampada pela então recém-criada Funarte, a iniciativa nasceu inspirada na série de shows Seis e Meia, promovidos por Albino Pinheiro, que desde o ano anterior lotava o Teatro João Caetano, no Centro do Rio de Janeiro, com espetáculos às 18h30 e ingressos a preços populares.
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Setor elétrico brasileiro: enfim a conta chegou

Enviado por Ronaldo Bicalho

Setor Elétrico Brasileiro: enfim a conta chegou

Por Diogo Lisbona Romeiro

Do Blog Infopetro

O início do ano de 2015 foi marcado pela retomada do “realismo tarifário” no setor elétrico brasileiro. Os desavisados consumidores cativos surpreenderam-se com o novo valor da conta de luz e estão espantados com o custo efetivo da geração elétrica.

A política de realismo tarifário do segundo Governo Dilma contrasta-se com as medidas adotadas no primeiro mandato, que buscavam reduzir e postergar ao máximo o repasse aos consumidores cativos das elevadas despesas incorridas pelas distribuidoras – decorrentes da custosa geração térmica em operação e da liquidação no curto prazo dos montantes involuntariamente descontratados.[1]

O Governo optou por não repassar o custo efetivo da energia em véspera eleitoral, cobrindo o fluxo de caixa deficitário das distribuidoras com recursos do Tesouro (R$ 20,3 bilhões), via aportes na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), e com empréstimos tomados pela CCEE (R$ 17,8 bilhões), contabilizados na Conta ACR. Ainda é esperado mais um empréstimo de R$ 3,1 bilhões para cobrir as despesas de novembro e dezembro de 2014 das distribuidoras.[2] Os aportes do Tesouro não serão reembolsados, mas os empréstimos serão pagos pelos consumidores cativos entre novembro de 2015 e outubro de 2017. Em estimativa conservadora, a desestruturação financeira de todo o setor já ultrapassa R$ 60 bilhões.[3]

O ajuste fiscal em curso, comandado pelo Ministério da Fazenda, vetou qualquer possibilidade de novos aportes do Tesouro ao setor elétrico, reorientando-o rumo a sua desejável sustentabilidade econômico-financeiro. Se no curto prazo o realismo implicará em elevação tarifária exorbitante, no médio e longo prazo induzirá importantes ajustes no setor.

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A Cidade pelos Movimentos Sociais: A Carta de Natal

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Nesse último sábado, dia 28 de março, diversas entidades dos movimentos sociais organizados de Natal se reuniram no Ginásio Arena do Morro, em Mãe Luiza, para a discussão de uma proposta de Cidade pelos Movimentos Sociais. O evento foi organizado por diversas entidades a convite do Centro Sócio-Pastoral Nossa Senhora da Conceição. O texto que segue é um relato das discussões ocorridas nos grupos de trabalho e que nortearão a Carta de Natal a ser confeccionada em abril.

O bairro de Mãe Luiza é um dos mais pobres da cidade, enfrenta além da pobreza toda uma série de dificuldades ligadas à violência e à extrema precariedade dos serviços públicos disponibilizados. O Ginásio Arena do Morro , situado no mesmo bairro, é a Obra Desportiva do Ano de 2015, segundo a Archdaily, um dos mais importantes prêmios de arquitetura do mundo. O Seminário trabalhou com a ideia de que o Ginásio Arena do Morro aponta para um novo modelo de presença pública nas comunidades que rompe a lógica excludente do modelo atual.

Esse seminário está fundamentado na ideia de que a presença do poder público nas comunidades periféricas do Brasil se limita à garantia precária da sobrevivência da população com os seguintes equipamentos sociais: a escola (normalmente precária), a unidade de saúde (frequentemente insuficiente), as creches e a polícia, cuja presença muitas vezes amedronta mais do que traz segurança.

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Maldições sincromísticas em cinco filmes, por Wilson Ferreira

O “Clube do 27” (formado por Amy Winehouse, Heath Ledger, Kurt Cobain etc.) e as “maldições” em filmes como “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “O Exorcista” e “Superman”. Estranhas mortes prematuras de atores e celebridades e as lendas sobre filmes “amaldiçoados” seriam a camada narrativa mais superficial do lucrativo negócio da indústria do entretenimento que explora o inconsciente coletivo (arquétipos e formas-pensamento) e que muitas vezes o resultado é imprevisível, com mortes acidentais ou eventos que se transformam em verdadeiros rituais públicos de sacrifícios. Para pesquisadores sincromísticos, Hollywood atualmente é um centro de recrutamento e treinamento de atores (“médiuns” com personalidades divididas) para incorporação de formas-pensamento que ganham vida em escala global. Uma lista de cinco filmes onde a análise sincromística tenta revelar o que está por trás de narrativas feitas para o entretenimento.   Leia mais »

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A fraudulenta superioridade dos economistas, por Moisés Naim

No El País

A fraudulenta superioridade dos economistas

Não foram capazes de prevenir a crise, nem há acordo sobre suas causas

por Moisés Naím

“A arrogância dos economistas foi rigorosamente confirmada por uma pesquisa publicada em uma de suas revistas especializadas. The Journal of Economic Perspectives revela que 77% dos alunos de doutorado em economia das mais prestigiosas universidades dos Estados Unidos pensa que ‘a economia é a ciência social mais científica’. Entretanto, tão somente 9% dos entrevistados afirmam que há consenso a respeito de como responder perguntas básicas da ciência econômica”.

Escrevi isso em um artigo publicado há dez anos. Naquele texto também dei exemplos da surpreendente brecha que havia entre o pouco que sabiam e o muito superiores que se sentiam os economistas em relação a outros cientistas sociais, como cientistas políticos ou sociólogos. E em vista de sua vasta ignorância sobre temas básicos da ciência econômica, sugeri que “seria conveniente que os economistas trocassem a arrogância intelectual por uma atitude mais humilde e ver o que podem aprender com os outros”. Isso não aconteceu. E não por que a ciência econômica tenha preenchido os vazios de conhecimento que a infestavam uma década atrás.

A mesma revista em cujos dados baseei minha coluna há dez anos acaba de publicar um artigo intitulado (ironicamente) A superioridade dos economistas. Nele se demonstra que uma década depois, e apesar da catastrófica crise mundial que não foram capazes de prever e cujas razões e soluções ainda debatem ferozmente, os economistas continuam acreditando que sua ciência é superior a todas as demais. Embora existam incipientes tentativas de recorrer a outras disciplinas para enriquecer suas teorias, a realidade é que os economistas estudam — e citam — predominantemente seus colegas.

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Hoje, Brasilianas.org discute o pacote anticorrupção do MPF

Órgão defende uso de provas ilícitas, sem consentimento prévio de um juiz

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O Ministério Público Federal entregou ao Congresso dez medidas anticorrupção, na forma de anteprojetos de lei. Um dos pontos do documento, que chamou muito a atenção de juristas, é a alteração do Código do Processo Penal para que provas ilícitas sejam aceitas em processos judiciais. Essa medida se contrapõe à Constituição Federal que, em seu artigo 5ª, não admite provas obtidas por meios ilícitos. Grupos favoráveis ao posicionamento do MPF lembram que diversas operações da Polícia Federal já foram derrubadas na justiça por terem lançado mão de provas obtidas sem o consentimento prévio de um órgão jurídico, como a Satiagraha e a Castelo de Areia. Já grupos contrários ao pacote anticorrupção do Ministério afirmam que a mudança poderá abrir margem a casos de abusos para se conseguir provas a todo o custo.

Para discutir a proposta do MPF, bem como outras medidas pensadas pela sociedade civil de combate à corrupção, o apresentador Luis Nassif recebe hoje (30), a partir das 20h00, na TV Brasil, o secretário-geral da OAB Federal, Claudio Souza e o professor da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (DIREITO SP), Luciano de Souza Godoy.

Não perca! Saiba onde sintonizar a TV Brasil, em canal aberto, parabólica ou TVs por assinatura: clique aqui.

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A passagem do General Maurice Gamelin por São Paulo, por Motta Araújo

O GENERAL GAMELIN EM SÃO PAULO - Um dos mais importantes generais da Segunda Guerra, o General Maurice Gamelin, depois Marechal , Comandante em Chefe das Forças Armadas francesas na invasão alemã de 1940, na qual foi derrotado, feito prisioneiro porque recusou-se a colaborar com o governo de Vichy, preso na França e depois na Alemanha, um intelectual e respeitado pelos generais alemães, sobreviveu à guerra e morreu em 1958 com 85 anos.

Foi precedido e sucedido pelo General Maxime Weygand, este sim colaboracionista e um dos por-homens de Vichy.

Gamelin teve uma passagem pouco conhecida pelo Brasil, morou em São Paulo de 1919 a 1924 para aqui comandar a Missão Francesa de Instrução da Força Pública de São Paulo, hoje Polícia Militar do Estado.

Gamelin tinha sido um general importante na Primeira Guerra e aceitou a chefia dessa importante Missão que teve grande papel na modernização da Força Publica, que era um verdadeiro exército com artilharia e aviação.

Na excelente Academia da Policia Militar do Barro Branco, onde se formam os oficiais da Polícia Militar, há um pequeno museu sobre a Missão Militar Francesa.

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Fórum discute desafios e perspectivas do pré-sal

Evento será realizado dia 31 de março, em São Paulo. Inscreva-se!   
 
 
Em oito anos, o Brasil atingiu a marca de 500 mil barris diários de petróleo produzidos na área do pré-sal, confirmando o potencial geológico das reservas encontradas na costa brasileira. Essa produção poderá ser ainda maior nas próximas décadas já que especialistas sugerem que o pré-sal tem potencial de reservas de 28 bilhões de barris de óleo equivalente. O que importa, em relação a esse dado, são as externalidades positivas da exploração do petróleo e gás natural em águas profundas, sobretudo a complexa cadeia de indústrias que podem se consolidar no país em volta desse setor. 
 
Para abordar de forma profunda esse tema, bem como os desafios e perspectivas que se desenham à frente, o 57º Fórum Brasilianas.org reunirá especialistas dentre eles o PhD e consultor legislativo da Câmara dos Deputados, na área de gás e petróleo, Paulo César Ribeiro Lima, o diretor de Petróleo, Gás Natural, Bioenergia e Petroquímica da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), Alberto Machado Neto, o gerente de desenvolvimento de mercado da área de Materiais Petrobras, Ronaldo Mascarenhas Lima Martins, o diretor presidente da Associação Brasileira de P&D em Petróleo e Gás (ABPG), Sérgio Bordalo e o vice-presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval e Offshore (SINAVAL), Sérgio Bacci, entre outros nomes.  
 
Consulte a programação abaixo e inscreva-se, ligando para 0800 169966 (ramal 23 e 24) ou mandando um e-mail para eventos@advivo.com.br
 
Programação

57º Fórum de Debates Brasilianas - O pré-sal e seu impacto sobre o crescimento do país: desafios e perspectivas palpáveis.  
 

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Reforma política, sim. Mas qual?, por Paulo Savaget

Artigo do Brasil Debate

por Paulo Savaget

Pessoas com as mais distintas orientações ideológicas estão enfatizando a importância da reforma política. Contudo, existem muitas possibilidades de reformas políticas, cujas pautas atendem aos mais diversos interesses.

No Congresso, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) e o deputado Cândido Vaccarezza (PT/SP) estão entre os defensores de uma PEC para uma reforma política que anda no sentido oposto à dos manifestantes que saíram às ruas desde 2013.

A começar, ela legalizaria o financiamento privado de campanha. Empresas não doam por identidade ideológica. Inclusive, na maioria das vezes, elas doam para todos os candidatos competitivos simultaneamente (partidos de coligações rivais), certificando-se de que, independentemente dos resultados das eleições, receberão de volta valores exponencialmente mais altos.

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Há luz no fim do ajuste?, por Laura Carvalho

 

Artigo do Brasil Debate

por Laura Carvalho

Desde a explosão da dívida pública que se seguiu à crise de 2008 em diversos países avançados, muitos economistas se concentraram em medir o efeito de um ajuste fiscal – realizado a partir de cortes de gastos ou de aumentos de impostos – sobre o crescimento econômico.

Vários desses trabalhos indicaram que os ajustes, por terem efeito negativo sobre o próprio crescimento (especialmente se implementados durante uma recessão), podem levar a uma espiral em que a queda no nível de atividade prejudica a arrecadação tributária subsequente, elevando ainda mais o déficit e a dívida pública em relação ao PIB.

Uma espiral desse tipo já é velha conhecida dos gregos, que desde o início da crise, apesar dos esforços de ajuste, viram sua dívida subir de cerca de 100 para 175% do PIB nos últimos sete anos.

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