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Luis Nassif Online

Ministérios são acertos políticos. Sem minimizar a competência técnica, é onde se montam as alianças; por Luis Nassif
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Quem é de fora de São Paulo arrume a trouxa, quem for de Sampa reserve a agenda. O sarau deste ano é no Magnólia
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Ao estender para 2014 a quebra de sigilo das empresas de Yousseff, juiz quer encontrar sinais da Lava Jato na campanha
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Político e piloto de F1: marca do patrocinador na roupa

Por WK

Uma solução para a “democracia do talão de cheques”

está aqui:

Trata-se de obrigar todos os políticos, que recebem "doações" para as "futuras reciprocidades" em colocar em suas roupas as logomarcas dos "patrocinadores", tal como na fórmula 1!

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Cerco a Dilma lembra Getúlio, por Ricardo Kotscho

Enviado por IV Avatar

60 anos depois, cerco a Dilma lembra Getúlio

Por Ricardo Kotscho

Do Balaio do Kotscho

Se a presidente Dilma Rousseff já terminou de ler o último volume da trilogia de Lira Neto sobre Getúlio Vargas, editado pela Companhia das Letras, deve ter bons motivos para ficar preocupada nesta entressafra entre o seu primeiro e o segundo governo.

Talvez isso explique a indecisão dela para anunciar os integrantes da nova equipe econômica, como demonstrou a dança de nomes cogitados para o Ministério da Fazenda nesta semana que chega ao fim, mantendo o suspense no ar.

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Se Levy tocar, Dilma dança

Ministérios são locais de acertos políticos. Sem minimizar a competência técnica, é onde se montam as alianças com partidos e grupos de interesse - dos setores econômicos aos sociais.

Não se governa isolando-se em uma frente única - seja de esquerda ou de direita.

Mas há uma área crucial que é a econômica. É por aí que se define o ritmo do governo. De certo modo, é o gestor econômico que seleciona as prioridades, não apenas nos limites orçamentários, mas nos critérios de cortes.

Aparentemente, DIlma Rousseff desistiu de ser a solista da economia. Faz bem. Mas não pode abrir a mão da regência. E deve conter sua principal característica: a dos gestos heróicos.

Quando assumiu, pretendeu dar um choque na inflação. Derrubou a atividade econômica.

Depois, decidiu dar um choque nos juros. Trouxe a taxa Selic para razoabilíssimos 7,5% ao ano. Ao primeiro sinal de inflação (provocada por choques internacionais em preços de alimentos), piscou e resolveu dar novo choque na inflação.

Quando o PIB arriou novamente, resolveu dar um choque de crescimento. E arrebentou com as contas públicas.

A próxima etapa da presidente dependerá de quem colocar na Fazenda - que é o MInistério que comanda de fato os instrumentos macroeconômicos.

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O meio-irmão alemão de Chico Buarque

Jornal GGN – Chico Buarque acaba de lançar um novo livro, que conta a história de um filho alemão que Sérgio Buarque teve antes de se casar no Brasil. Apesar de a existência dele ser conhecida pela família, a última notícia que se tinha dele datava da Segunda Guerra Mundial, mas o próprio Chico, junto com um historiador brasileiro, conseguiram descobrir o paradeiro do meio-irmão perdido. A Detsche Welle entrevistou o historiador João Klug.

Enviado por Webster Franklin

Historiador revela detalhes sobre "irmão alemão" de Chico Buarque

Da Deutsche Welle

Em seu novo livro, o músico e autor brasileiro se refere ao irmão alemão descoberto em 2013. O historiador João Klug, que localizou o parente perdido de Chico, conta em entrevista à DW Brasil como foi a busca em Berlim.

João Klug fazia pós-doutorado em Berlim ao ser contratado para a busca

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Baruch Spinoza, por Fernando Nogueira da Costa

Enviado por Pedro Penido dos Anjos

Baruch Spinoza (1632-1677): Inserção do Logos Moderno em Ordem Mítica

Por 

Spinoza

Baruch de Espinoza (24 de novembro de 1632, Amsterdã — 21 de fevereiro de 1677, Haia) foi um dos grandes racionalistas do século XVII dentro da chamada Filosofia Moderna, juntamente com René Descartes e Gottfried Leibniz. Nasceu em Amsterdã, nos Países Baixos, no seio de uma família judaica portuguesa e é considerado o fundador do criticismo bíblico moderno.

Na mesma época em que excomungaram Juan del Prado (leia post anterior) pela primeira vez, Karen Armstrong conta, em seu livro Em nome de Deus: o fundamentalismo no judaísmo, no cristianismo e no islamismo (Tradução: Hildegard Feist. São Paulo; Companhia das Letras; 2001), que os rabinos se voltaram contra Baruch Spinoza, que tinha então 23 anos de idade. Ao contrário de Prado, Spinoza nasceu em Amsterdam. Seus pais eram marranos judaizantes em Portugal e, quando se instalaram em Amsterdam, conseguiram fazer a transição para o judaísmo ortodoxo. Portanto, Spinoza não sofreu perseguição enquanto não se tornou um incômodo.

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Adoniran Barbosa e seus Maloqueiros só no "Aqui Gerarda!"

Há algum tempo o amigo Clayton Moreira me fez a solicitação de postar a marcha carnavalesca AQUI GERARDA, do próprio Adoniran (Charutinho), Moreno e Joça. Saliente-se que a música foi censurada à época, 1960/1961.

Dei uma busca em regra na internet e quase perco todos os meus arquivos pois fui bater em um site oportunista que invadiu meu notebook e quase me causa grande prejuizo. Agora, graças ao amigo Gilberto Inácio Gonçalves, pesquisador e colecionador, AQUI GERARDA foi disponibilizada através do Grupo Arquivo do Chiado e Minhateca. Trago-a, aqui, para que todos possamos ouvi-la e dizer galhofeiramente: AQUI GERARDA!

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As mulheres abortam, por Karina Buhr

Enviado por Mara L. Baraúna

As mulheres abortam

Por Karina Buhr

Da Carta Capital

Uma coisa curiosa nas discussões sobre aborto é o fato de muitos homens maravilhosos e que estão junto, somando forças, querendo a descriminalização e lutando por ela e pelos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres usando variantes da frase “para todas as mulheres o aborto é um procedimento traumático, doloroso, difícil…”.
Não, nem sempre! Não, não mesmo!

Se feito do jeito seguro, no tempo certo, por vontade própria, pode sim não ser nem traumático, nem doloroso, nem difícil.
Esse trauma todo é justamente pela maneira como ele é tratado e incutido na cabeça de todo mundo.

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A imagem do Cruzeiro resplandece

A imagem do Cruzeiro resplandece

Por JNS

Ai, ai, ai ai, ai ai ai

Está chegando a hora

 

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Folha se mantem a reboque da revista Veja e repercute factoide

Jornal GGN – De acordo com matéria da revista Veja, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, enviou, em 2009, um email à então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, avisando sobre duas obras que teriam sido utilizadas para desvio de recursos e pagamento de propinas. Ontem, o Jornal Nacional não repercutiu o factoide da revista, mas matéria do Estadão sobre alertas do TCU. A Folha continua o único veículo grande a reboque da Veja,

Delator avisou Dilma sobre obras, diz revista

Da Folha de S. Paulo

Paulo Roberto enviou e-mail para petista

Um dos delatores do esquema de corrupção na Petrobras, o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa enviou um e-mail, em 2009, à presidente Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil, tratando de duas obras que teriam sido utilizadas como fonte para desvio de recursos e pagamento de propina. O envio da mensagem foi revelado neste sábado (22) pela revista Veja.

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O primeiro passo, por Janio de Freitas

O primeiro passo

Por Janio de Freitas

Da Folha de S. Paulo

A escolha de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda, vista de fora, é uma decisão política, não econômica. Faz supor uma escolha de Dilma Rousseff por temor da voracidade com que os conservadores ambicionam a retomada do Poder perdido. Presenteia-os, parece, na suposição de aplacá-los.

De fora, ainda não há como saber –e muito menos crer– de algum entendimento prévio sobre linha de política econômica que possa tornar a escolha mais inteligível. Seja como for, coerente com o sentido da campanha de Dilma, não é.

A escolha não tem coerência nem com o momento em que é feita. Na manhã mesma em que fez uma reunião para definir a escolha, liberada não oficialmente à tarde, o caderno "mercado2" da Folha apresentava como manchete: "Desemprego recua em outubro e atinge 4,7%; renda bate recorde". A seção "Economia" do "Globo", com uma nota na primeira página, também dava como manchete: "Emprego em alta, renda recorde".

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Operação abafa, por Antonio Lassance

Operação abafa está varrendo petrolão tucano para debaixo do tapete

Por Antonio Lassance

Da Carta Maior

As investigações da operação Lava Jato são só para petistas e, no máximo, para os peemedebistas. Para tucanos, impera a Operação Abafa.

Primeiro, foi o mensalão. Agora, é o "petrolão". Em ambos os casos, o esquema de desvio de dinheiro público foi inventado desde o governo tucano de FHC - pelo menos -, mas só descoberto quando vieram os petistas.

Estamos aguardando Aécio Neves, que além de Senador é agora comentarista político do Jornal Nacional, aparecer no estúdio para confessar que continua com a ideia fixa de que tudo o que o PT fez e ampliou começou com FHC.

Há gente muito otimista quanto ao desfecho do atual escândalo, na linha de que não sobrará pedra sobre pedra e que todos serão tratados igualmente pela Polícia Federal do Paraná, pelo Ministério Público e pela Justiça. Leia mais »

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As decisões de guerra da Conferência do Cairo, por Motta Araujo

As decisões de guerra da Conferência do Cairo

Por Motta Araujo

A CONFERÊNCIA DO CAIRO EM 1943 - Uma das doze conferências estratégicas da Segunda Guerra, teve como objetivo principal traçar as decisões sobre a guerra no Pacifico. Compareceram Churchill, Roosevelt, De Gaulle e Chiang Kai Shek, o Generalíssimo que presidia a Republica da China, um terço ocupada pelo Japão.

Stalin, um dos Aliados, não compareceu por dois motivos: Stalin não saia de território inteiramente controlado por suas tropas, temia que se saísse de seus domínios seria deposto em Moscou meia hora depois mas havia outro motivo diplomático importante, a URSS não estava em guerra com o Japão e a Conferência do Cairo tinha a presença da China, contra quem o Japão estava em guerra. Na Conferência do Cairo foi decidido que na derrota do Japão os Aliados só aceitaria os termos de ""Rendição Incondicional"", como foi decidido em Casablanca sobre a Alemanha.

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A crise financeira e o excesso de testosterona

Jornal GGN – A diretora do FMI, Christine Lagarde, concedeu uma entrevista à edição francesa da revista Vanity Fair e afirmou que a crise financeira teve origem em um excesso de testosterona e garantiu que a situação teria sido diferente se houvessem mais mulheres tomadoras de decisão.

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O mapa da conspiração no Brasil segundo o padrão da CIA, por J. Carlos de Assis

Temos em curso no Brasil uma conspiração destinada a desestabilizar o Governo Dilma sob o pretexto da luta contra a corrupção. É da mesma natureza das iniciativas para promover mudanças de regime na chamada Primavera Árabe, com a diferença de que, nesses casos, os regimes eram ditaduras estabilizadas , enquanto no nosso caso somos uma democracia vulnerável. Como não é possível estimular um golpe em favor de democracia que já existe, a desculpa é o combate à corrupção que se pretende vincular aos presidentes Lula e Dilma.

Pessoas de boa fé pensam que tal conclusão é precipitada. Eu próprio costumo rejeitar teorias conspiratórias, porém só até o ponto em que as evidências começam a falar mais alto. Vou tentar mostrar a evidência de uma conspiração em curso no Brasil usando como principal referência a principal revista de política externa dos Estados Unidos, a “Foreign Affairs”, insuspeita de antiamericanismo. Tomo como referência ensaios da edição de setembro/outubro sobre a crise na Ucrânia e sobre o golpe contra Allende no Chile há 40 anos.

Relativamente à Ucrânia, a revista diz abertamente que a crise é culpa sobretudo do ocidente, ou seja, dos Estados Unidos. Resulta da ambição da OTAN, sob liderança americana, de empurrar suas fronteiras para o Leste incorporando sucessivamente quase todos os estados da órbita da antiga União Soviética. Assim, em 1999, foram incorporadas a República Checa, a Hungria e a Polônia. Sempre sob protestos russos, em 2004 foram anexadas Bulgária, Estônia, Latvia, Lituânia, Romênia, Eslováquia e Eslovênia. Em 2009, foi a vez de Albânia e Croácia.

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Playing for Change

Playing for Change

Por Mara L. Baraúna

Inspirar, conectar e levar paz para o mundo através da música. 

É esta a missão que move o Playing for Change, um movimento cultural mundial que usa a música para transformar realidades. A música tem o poder universal de unir as pessoas como uma raça única. Ela ultrapassa fronteiras, conectando e transformando as pessoas. Playing for Change é um projeto multimídia criado em 2004 pelos produtores e engenheiros de som Mark Johnson e Enzo Buono com o objetivo de reunir músicos de rua a nomes consagrados, de diferentes lugares do planeta. 

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