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Luis Nassif Online

Eis o penúltimo ato preparatório para a futura tentativa de Gilmar para conseguir impeachment de Dilma; por Luis Nassif
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Quem é de fora de São Paulo arrume a trouxa, quem for de Sampa reserve a agenda. O sarau deste ano é no Magnólia
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O Brasil traz na bagagem inúmeras conquistas, mas não consegue organizar um modelo eficiente e profissional do esporte

Antonio ‘Brincante’ Nobrega: Instinto Civilizacional da Cultura Popular

Caros geonautas,

Da colonização portuguesa-europeia, indígena, africana, oriental (Gôa, Mouros e Macau), à Inconfidência Mineira, ao “Instinto de Nacionalidade” (Machado de Assis, 1873), ao ‘Instinto Civilizacional’ da Cultura Popular:

Roda Viva | Antonio Nóbrega | 24/11/2014

https://www.youtube.com/watch?v=vhxDSRcmJf0

Do Blog Engenho Network

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Roda Viva | Antonio Nóbrega | 24/11/2014
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Alckmin amplia Conselho da Sabesp para acomodar aliado acusado de improbidade

Jornal GGN - O governador Geraldo Alckmin (PSDB) ampliou o Conselho de Administração da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado) em uma vaga, só para acomodar um aliado, o ex-prefeito de Franca, Sidnei Franco da Rocha.

O ex-mandatário foi acusado de improbidade administrativa várias vezes durante seus dois mandatos na cidade interiorana. A Sabesp não deu maiores explicações sobre a nomeação, mas informou que a ampliação da vaga é sustentada pelo estatuto da companhia. A reportagem do Último Segundo mostra o histórico das ações contra Franco no TCE. Ele chegou a ser multado por erros em contratos milionários.

Alckmin escolhe acusado de improbidade para Conselho de Administração da Sabesp

Do Último Segundo

Acusado de explorar eleitoralmente a Sabesp, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) ampliou o Conselho de Administração da empresa para acomodar um correligionário. O escolhido para o órgão máximo da companhia é Sidnei Franco da Rocha, um ex-prefeito de Franca, no interior de São Paulo, que responde a quatro ações de improbidade administrativa por fraudes em licitações ocorridas durante sua gestão e foi multado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) dois meses antes de ser nomeado para o novo cargo.

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Malhães, o homem da ditadura brasileira em cooperação com os argentinos

Jornal GGN - Antes de ser assassinado, Paulo Malhães, um tenente-coronel responsável pela Operação Gringo, falou bastante. Em seu depoimento, Malhães contou da parceria entre ditaduras brasileira e argentina, com este nome, para permitir a captura de militantes de esquerda tanto lá quanto aqui no Brasil. Malhães descreveu sua participação, que teria permitido aos argentinos o aprendizado malfadado da tortura e do sumiço de desafetos. Leia a matéria de O Globo, parte de uma série de reportagens sobre os tempos da ditadura.

de O Globo

Operação Gringo: coronel Malhães combateu montoneros argentinos em viagens secretas

Foram 14 missões sigilosas no Sul do país entre os anos de 1976 e 1980

POR CHICO OTAVIO E RAPHAEL KAPA

Montoneros representavam uma das alas mais radicais da esquerda peronista na Argentina - 20-6-1973 / "La Nación"/GDA

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Delação ampla, geral e irrestrita, por Percival Maricato

Rápidas considerações sobre a delação e corrupção na história da humanidade

Por Percival Maricato

A delação premiada, tanto como a corrupção, existe desde o início dos tempos.

Premiar o criminoso  delator, deveria ser considerado crime hediondo. O sujeito comete uma das mais torpes modalidades de crime e ainda é premiado? No entanto, na vida, na realidade, em certas circunstâncias, temos que ser práticos, ter respostas mais ágeis. Sem delação é difícil chegar aos cúmplices, aos inimigos todos.

Sumérios, egípcios, babilônios, chineses, persas, gregos, devem tê-la usado. Os romanos, com certeza, sendo Judas o maior exemplo. Esse porém, parece ter se arrependido. Prisioneiros de guerra de César na Gália e depois na guerra civil contra Pompeu, eram torturados até virar picadinho, aldeias inteiras de gauleses eram dizimadas pela ponta da espada. Na maioria das vezes não para seus habitantes revelarem informações, mas para aterrorizar aos demais exércitos e povos que pensavam em resistir. Nisso os Assírios foram mestres, tanto como Átila e Gengis Khan. E a corrupção? Já se escreveu que não era tanta, pois havia uma hierarquia rígida, que ia até o chefe e não havia Judiciário, direito de defesa e etc. Os de cima tinham que controlar os de baixo ou seriam privados de suas cabeças, inclusive o primeiro ministro ou quem quer que ocupasse cargos de confiança do chefe supremo. Este, se queria algum bem, o tomava, não precisava corromper ninguém. Cesar, tanto como Alexandre e outros “heróis” da História, simplesmente tomavam os bens dos semelhantes vencidos, Aliás, tomavam até seus corpos e familiares, transformados em escravos, quando deles necessitavam. Os impérios formados por esses “heróis” se tornavam cada vez mais corruptos, á medida que o tempo passava, todos. Por que César e Alexandre são considerados heróis e Átila e Gengis Kahn delinquentes e bárbaros, nem Freud explica. Marx muito mal.

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Quatro anos de azar para Didi!

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Fórum discute gestão do esporte e legados da Copa e Olimpíadas

Não perca, 02 de dezembro, em São Paulo!

O Brasil traz na bagagem inúmeras conquistas em diversas modalidades, mas não consegue organizar um modelo eficiente e profissional do esporte. Para compreendermos os erros e acertos na gestão de empreendimentos no setor esportivo, o Brasilianas.org realizará dia 02 de dezembro, em São Paulo, o Fórum “O país do esporte”. Como o Brasil se prepara para aproveitar o legado social das estruturas que construiu na Copa do Mundo de 2014 e das estruturas que vão receber os Jogos Olímpicos de 2016? Como incentivar outras modalidades esportivas, além do futebol? 
 
Essas são algumas das questões que o evento pretende avaliar com a participação confirmada do diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento do Esporte, Gustavo Maia; do diretor-executivo do Bom Senso F.C., Ricardo Borges Martins e do sociólogo alemão do Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre Esporte e Sociedade da Universidade Federal Fluminense, que acompanhou a seleção da Alemanha durante toda a Copa, Martin Curi
 
O evento também terá um painel para discutir o destaque histórico do país nos esportes paralímpicos, com a participação do diretor técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro, Edilson Alves da Rocha. Não perca! Se inscreva através do 0800 169966 (ramal 23 e 24) ou mandando um e-mail com seu nome completo para eventos@advivo.com.br. 
 
Veja a programação:
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SEC, dos Estados Unidos, notifica Petrobras e pede documentos para investigação

Jornal GGN - A Securities and Exchange Commission (SEC), órgão que regula o mercado de capitais nos Estados Unidos, solicitou no último dia 21 uma série de documentos à Petrobras relativos a uma investigação sobre as denúncias de corrupção na estatal.

A empresa brasileira não detalhou quais documentos serão enviados à SEC, mas adiantou que a demanda passará, antes, pelo "trabalho conjunto [da Petrobras] com o escritório nacional Trench, Rossi e Watanabe Advogados e com o norte-americano Gibson, Dunn & Crutcher, já contratados pela Petrobras para fazer uma investigação interna independente".

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A música soul que desafiou o racismo

Enviado por Jair Fonseca

Booker T & The MG's, sensacional grupo da música soul do sul dos EUA que desafiou o racismo. Aqui ao vivo em 1967, com um belo público dançante, na França. E há quem não conheça um tal de Steve Cropper, quando Eric Clapton e Pete Towshend respondem sobre quem são seus guitarristas preferidos... 

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Respeitosas saudações, ministro Márcio

da Folha

Luiz Armando Badin, Marcelo Behar, Pedro Abramovay e Pierpaolo Bottini

TENDÊNCIAS/DEBATES

Respeitosas saudações, ministro Márcio

Essas linhas buscam prestar homenagem a Márcio Thomaz Bastos, o homem público que detestava os rapapés e as formalidades

De 2003 a 2007, Márcio Thomaz Bastos interrompeu uma brilhante carreira de advogado para servir ao Brasil. Durante esse período ele nos deu a honra de, ainda muito jovens, participar de sua gestão.

Muitos tiveram a oportunidade de conviver com o advogado que lutou pelos direitos humanos, derrubou a tese da "legítima" defesa da honra, auxiliou a organização da sociedade civil durante as Diretas-Já e na Constituinte como presidente da OAB e que defendeu com brilho milhares de pessoas durante mais de 50 anos.

Essas linhas, no entanto, buscam prestar homenagem ao ministro Márcio. Homem público que detestava os rapapés e formalidades da chamada "autoridade". Republicano por princípio, por convicção e por anos de prática de embates frequentes com a arrogância de muitos investidos na função pública, o ministro sempre tratou toda a gente da mesma forma.

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A Imprensa e o dever da verdade, por Rui Barbosa

Enviado por Edivaldo Dias Oliveira

A Imprensa e o dever da verdade, por Rui Barbosa

Ref. ao post O apoio de Rui Barbosa à regulação da mídia

Como prometido, aqui o outro texto do Rui sobre a mídia. 

A Imprensa e o dever da verdade

Bahia, 1924 – Pag. 15 

1920 – A imprensa é a vista da nação. Por ela é que a nação acompanha o que  lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alvejam, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa e se acautela do que a ameaça.

Sem vista mal se vive. Vida sem vista é vida no escuro, vida na soledade, vida no medo , morte em vida: receia de tudo, dependência de todos; rumo à mercê do acaso; a cada passo acidentes, perigos, despenhadeiros. Tal condição do país, onde a publicidade se avariou, e, em vez de ser os olhos, por onde se lhe exerce a visão, ou o cristal que lha a clareia, é a obscuridade, onde se perde,a ruim lente, que lha turva ou a droga maligna, que lha perverte obstando-lhe a noticia da realidade, ou não lha deixando senão adulterada, invertida, enganosa

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De hoje em diante, por Janio de Freitas

da Folha

Janio de Freitas

De hoje em diante

O sentimento de haver sido traído pelas escolhas de Dilma incide com força sobre integrantes influentes do PT

É menos por disciplina do que por perplexidade que a ala do PT chocada com as escolhas de Dilma Rousseff, para a Fazenda e a Agricultura, não exterioriza sua indignação. Mas as sugestões que acarreta são capazes de fazer ouvir, dito por voz de alta hierarquia, o desejo até de oposição frontal e total à política econômica do futuro governo.

Nem por isso é o caso de esperar reação extremada do PT, tanto mais que a tendência prevista de Lula é a de apaziguamento. Mas também há outra tendência, esta para mais adiante. É que o sentimento de haver sido traído incide com força, não sobre a militância petista em geral, voltada para questões cotidianas. Recai em integrantes influentes no partido e, para efeito maior dos ressentimentos, nas bancadas petistas da Câmara e do Senado. Nessas circunstâncias, a boa vontade e o espírito de luta enfraquecem. Ou se esvaem mesmo.

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A Diletto e a consumidora implicante

Jornal GGN - A Diletto e a Do Bem estão sendo investigadas pelo Conar por publicidades que não correspondem à verdade. A denúncia foi feita por uma consumidora que não estaria contente com os produtos. Leia a matéria da Folha.

da Folha

Conar investiga Diletto e suco Do Bem por histórias inventadas

Segundo queixa, empresas de sorvete e suco foram antiéticas sobre histórico de marcas

DE SÃO PAULO

O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) abriu dois processos éticos para julgar se as empresas Diletto (sorvetes) e Do Bem (sucos) infringiram o código que regulamenta a publicidade no Brasil.

As representações foram abertas no início deste mês a partir da queixa de uma consumidora cujo nome não foi revelado alegando que as informações nas embalagens e em peças publicitárias "não correspondem à verdade".

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A ligação entre a Lava Jato e o Banestado

Enviado por Webster Franklin

O caso Banestado, a Petrobras e o feitiço do tempo

Por Iriny Lopes

Da Rede Brasil Atual

A deputada federal Iriny Lopes (PT-ES) mostra que a Operação Lava Jato tem ligação com o Caso Banestado mais do que se possa imaginar. Se no caso Banestado se tivesse ido até as últimas consequências, provavelmente estaríamos hoje em outro patamar

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Encontro marcado com a história, por Ilimar Franco

do blog de Superperplexo

de O Globo

Encontro marcado com a história, por Ilimar Franco

Teria sido mais prudente se o principal partido de oposição, o PSDB,

fizesse discurso diferenciando o que é roubo do que são contribuições eleitorais... Foi nesse contexto que o proprietário da UTC, Ricardo Pessoa, revelou em depoimento, para a Polícia Federal, que tinha feito doações para as campanhas do PT, da presidente Dilma, e do PSDB, do senador Aécio Neves. Pessoa tratou de doações com o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que já está crucificado e criminalizado; e, com Sérgio da Silva Freitas, arrecadador do PSDB, e que tenta ser tratado como inocente alegando que não pegou nenhum dinheiro na própria mão. O réu Fernando Baiano faz negócios escusos desde "2001" e Pedro Barusco desde "1996". 

Quando eclodiu a Operação Lava-Jato, no calor do desfecho das eleições presidenciais, os políticos da oposição caíram matando. E ajudaram a difundir a ideia de que as empreiteiras flagradas cometendo crimes destinaram dinheiro mal havido, e fruto de corrupção, para financiar os partidos do governo, o PT e o PMDB. Tomados pela frustração da derrota criminalizaram as doações eleitorais para os partidos governistas.

Teria sido mais prudente se o principal partido de oposição, o PSDB, fizesse discurso diferenciando o que é roubo do que são contribuições eleitorais. Mas não fizeram isso. Preferiram surfar na denúncia. Não ficaram atentos ao fato de que as empresas de construção civil estão entre as principais financiadoras eleitorais. E que as doações são ecumênicas e se destinam a todos os partidos. Afinal, elas executam obras em todos os estados da Federação.

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Zavascki questiona Sérgio Moro sobre políticos citados na Lava Jato

Jornal GGN - Relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, o Teori Zavascki encaminhou ao juiz Sergio Moro alguns questionamentos sobre a menção de congressistas que supostamente receberam dinheiro desviado da Petrobras no esquema investigado pela Polícia Federal.

O advogado Fabio Tofic Simantob, que defende Gerson Almada, vice-presidente da Engevix, disse à Corte que a Polícia Federal tem conhecimento de que parlamentares mantinham relações com o doleiro Alberto Youssef desde setembro do ano passado. Sérgio Moro, entretanto, só reconheceu o fato após a operação ter sido deflagrada, em 17 de março deste ano.

Na visão de Simantob, a iniciativa de Moro visa impedir que o caso seja remetido ao Supremo – onde os deputados federais devem ser investigados, já que possuem foro privilegiado – e, assim, fuja do controle do juiz.

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