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Luis Nassif Online

Os jornalões estão incorrendo em um ridículo intencional ao estimar a corrupção em R$ 88 bilhões; por Luis Nassif
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Imprensa ignorou dados que poderiam exercitar - com consistência - a missão de criticar informando; por Luis Nassif
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Em 2011, a AGU entendeu que a concentração de grupos de comunicação só precisa da Constituição para ser impedida
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Falta articulação de Alckmin com cidades que afetam a bacia do Alto Tietê

Jornal GGN - Na iminência de entrar em colapso assim como o Cantareira, a bacia do Alto Tietê é mais um exemplo de falta de pulso firme e vontade política por parte do governo estadual. Investir na despoluição do Tietê (projeto que já consumiu milhões de reais e não demonstrou muitos resultados, diga-se de passagem) sequer é a principal questão, pois ainda falta uma grande articulação política com as 39 cidades que afetam os mananciais. Na avaliação de especialista ouvido pela RBA, enquanto a região metropolitana não se unir para combater os fatores que deterioram a qualidade das águas do Alto Tietê, de nada adiantará investir na despoluição do rio.


Da Rede Brasil Atual

Aos 22 anos e longe de solução final, despoluição do Tietê já consumiu US$ 3,6 bi

Os projetos de despoluição e desassoreamento do rio Tietê não terão resultados satisfatórios e definitivos se as principais causas da deterioração de suas águas, no passado e no presente, não forem combatidas. O primeiro fator é a falta de saneamento básico universalizado, e o outro o assoreamento, ambos causados pela “ação humana”, adverte o geólogo Álvaro Rodrigues dos Santos, ex-diretor do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) do Estado de São Paulo e autor de vários livros sobre o tema. “A qualidade das águas responde diretamente à qualidade do sistema de saneamento básico, competência da Sabesp com irresponsabilidades do DAEE”, diz.

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Quitéria lutou pelo Exército, mas só 120 anos depois mulheres foram admitidas

Do Ministério da Defesa

A História da Mulher no Exército

A primeira participação de uma mulher em combate ocorreu em 1823. Maria Quitéria de Jesus lutou pela manutenção da independência do Brasil, sendo considerada a primeira mulher a assentar praça em uma Unidade Militar.

Entretanto, somente em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, as mulheres oficialmente ingressaram no Exército Brasileiro.

Foram enviadas 73 enfermeiras, 67 delas enfermeiras hospitalares e 6 especialistas em transporte aéreo. Elas serviram em quatro diferentes hospitais do exército norte-americano, todas se voluntariaram para a missão e foram as primeiras mulheres a ingressar no serviço ativo das forças armadas brasileiras.

Após a Guerra, assim como o restante da FEB, as enfermeiras, em sua maioria foram condecoradas, ganharam a patente de oficial e licenciadas do serviço ativo militar.

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O solucionador de problemas de Alckmin

Por Trapalhão Safo

Fluxograma "Tira o rabo da reta"

Há décadas, quando trabalhava com sistemas, circulava (ainda em papel, pelo malote interno, pois não havia e-mail),  um fluxograma entitulado "Solucionador de Problemas", que na verdade era uma instrução para os que fazem merda se safarem na boa.

Com a míRdia que temos, quanto mais Haddad e Dilma se envolverem (e não digo que não devem), mais eles serão tornados culpados e responsáveis pela crise, e mais Alckmin será vítima inocente.

Como não soube colar a imagem, vai um dos links que achei na Internet (Se alguém souber colar aqui, vale a pena, pois certamente é um dos diagramas mais TUCANOS que conheço).

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Billings, a solução de Alckmin para a crise ao sabor do improviso

Represa foi protejada nos anos 30 para abastecer uma usina de energia. Depois, teve seu uso como receptáculo de esgoto intensificado. Hoje, ao sabor do improviso, é a menina dos olhos do governador

Jornal GGN - Nesta terça-feira (27), o engenheiro Paulo Massato, diretor da Sabesp, veio a público com um plano de rodízio drástico. A população da Grande São Paulo, em função do colapso dos sistemas Cantareira e Alto Tietê, corre o risco de ficar até cinco dias por semana sem água.

Segundo o executivo, o racionamento será implementado em três hipóteses.

1- Se as chuvas nos principais mananciais seguirem abaixo da média - e tem tudo para acontecer, visto que já estão aquém do esperado há pelo menos nove meses.
2- Se as obras que aumentarão a produção de água não ficarem prontas a tempo. Só não se sabe se a seca vai aguardar até 2016 ou 2018, primeiras previsões.
3- Se o plano de usar o que há de despoluído na Billings, intenção confirmada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) na última semana, não for viável. Mas que plano?

Alckmin não detalhou o que a Sabesp pretende com a Billings. Até agora, o que se sabe é que o uso imediato dessa represa é improvável. Isso porque metade da água que consta no reservatório artificial que é a Billings é fruto de esgoto e problemas com assoreamento. A parte relativamente limpa da bacia (os braços Taquacetuba e Rio Grande) já abastece um pedaço de São Paulo, do ABC Paulista e da Baixada Santista, e está no limite.

Não exatamente por falta de água, segundo explicou ao GGN o secretário de Gestão Ambiental de São Bernardo do Campo, João Ricardo Guimarães, em entrevista realizada em maio de 2014 (época em que Alckmin revelou pela primeira vez a intenção de usar a Billings). Mas sim porque, nos últimos anos, nenhuma estação de tratamento de água foi construída com o intuito de aproveitar o potencial da represa. Esperaram a crise chegar para enxergá-la como solução?

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"Travem a batalha da comunicação", é a ordem de Dilma aos ministros

Na primeira reunião ministerial, a presidente defendeu os ajustes fiscais e "aperfeiçoamento" das políticas sociais
 
 
Jornal GGN - "Devemos enfrentar o desconhecimento, a desinformação sempre e permanentemente. Sem tréguas. Não permitam que a falsa versão se crie. Reajam aos boatos, travem a batalha da comunicação", disse a presidente Dilma Rousseff aos ministros, rompendo o silêncio na sua primeira manifestação pública desde a posse. 
 
O aviso foi claro. Dilma declarou guerra à manipulação da imprensa, esboçando sequência ao possível foco de seu segundo mandato: a comunicação. Pediu à sua equipe ministerial que falem mais, reajam mais, comuniquem-se claramente. 
 
A pauta da regulação da mídia, com encaminhamento garantido por Dilma, e um dos temores dos grandes veículos, já recaiu sobre a cobertura, que neste primeiro mês de novo mandato, foi marcado por bombardeio exaustivo sobre todas e quaisquer declarações dos ministros, com especial enfoque para a equipe econômica. 
 
Por outro lado, o pedido de comunicação da presidente é visto como contraditório, considerando o hiato de um mês de silêncio, momento em que a população aguardava manifestações sobre as diretrizes que serão adotadas por Dilma para a gestão que segue.
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A tarefa impossível de calcular as perdas da Petrobras

A Petrobras foi submetida a um desafio impossível: estimar as perdas com a corrupção para dar baixa no balanço.

Os vazamentos indiscriminados ventilaram a suspeita de que os desvios poderiam ter ascendido a R$ 20 bilhões. Mas a única coisa de concreto que se tem é a comissão de 3% sobre cada contrato fechado. E quem pagava era o fornecedor, não a Petrobras.

Compare-se a propina com, digamos, uma comissão de vendas.

Do ponto de vista penal, a distinção é total: propina é crime e tem que levar a cadeia quem pagou e quem recebeu.

Do ponto de vista contábil (e do ponto de vista de proporção do contrato) ambas equivalem. Ou seja, o custo de uma propina é similar ao de uma comissão por intermediação comercial.

Mas não é só isso.

A intermediação justifica-se no caso de contratos sem licitação. Aí, valem os contatos e a lábia do vendedor. No caso de contratos licitados, o custo da intermediação (ou seja, da propina) é embutido no preço do contrato. Teoricamente, então, o primeiro cálculo para estimar as perdas da. Petrobras seria o sobrepreço pago para compensar a propina. Para isso, a Lava Jato precisa ter o quadro completo de propinas pagas e repassá-lo à Petrobras.

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Mídia & Governo: A guerra da comunicação, por Luciano Martins Costa

do Observatório da Imprensa

MÍDIA & GOVERNO

A guerra da comunicação

Por Luciano Martins Costa

Os jornais destacam nas edições de quarta-feira (28/1), mas não esclarecem, a frase da presidente da República na qual ela conclama seus ministros à “batalha da comunicação”. Nos textos sobre a reunião ministerial, no entanto, esse tema fica em plano secundário, e as reportagens se concentram em outras pautas. O Estado de S.Paulo e a Folha de S. Paulo escolheram o foco na questão econômica e o Globo preferiu destacar o escândalo da Petrobras entre os assuntos tratados.

No trecho em que a presidente se refere às relações do governo com a mídia, foi dito o seguinte:

“Nós devemos enfrentar o desconhecimento e a desinformação, sempre e permanentemente. Vou repetir: sempre e permanentemente. Nós não devemos permitir que a falsa versão se crie e se alastre. Reajam ao boato, travem a batalha da comunicação, levem a posição do governo à opinião pública (...). Sejam claros, precisos, se façam entender. Nós não podemos deixar dúvidas”.

Em seguida, ela deu alguns exemplos de temas que reclamam mais clareza nas manifestações do Poder Executivo: a tese de que algumas das medidas anunciadas eliminam direitos dos trabalhadores, queixas sobre mobilidade urbana e a crise de abastecimento de água. Segundo a presidente, os integrantes do governo devem “falar mais”, comunicar sobre desafios, iniciativas e acertos.

Ao analisar o discurso presidencial, o observador deve levar em conta que as estruturas de comunicação de instituições públicas costumam ser muito lentas ao reagir a circunstâncias negativas no ambiente midiático. Mesmo quando o gabinete de crise está em operação permanente, como nos períodos de campanha eleitoral, demora muito para chegar a um ponto comum na análise de cada evento, criar uma proposta e só então levá-la para aprovação da autoridade principal.

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Noite e Neblina, de Alain Resnais

Este é um dos mais importantes documentários da história do cinema, uma obra-prima de Alain Resnais, sobre os campos de concentração Nazistas. Foi lançado em 1955, para comemorar os dez anos de libertação dos campos. Muito oportuno para esta data, quando se comemora 70 anos da libertação de Auschwitz pelo Exército Vermelho, do final da Segunda Guerra Mundial e da derrocada do nazifascismo. Muito atual para esta época, em que vemos o ressurgimento neofascista na Europa, o expansionismo da aliança militarista da OTAN para o leste, a trágica experiência colonial sionista e as guerras imperiais por recursos de energia na África e no Oriente Médio.

O texto, narrado pelo ator Michel Bouquet, é do poeta Jean Cayrol, um ex-prisioneiro do campo de Orianemburgo, e a música é de Hanns Eilser. A realização de Resnais surgiu de um convite do Comitê da História da Segunda Guerra Mundial, ele filmou imagens a cores dos campos abandonados e mesclou com filmes e imagens de arquivo em preto e branco. Leia mais »

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Petrobras divulga o balanço do terceiro trimestre

Jornal GGN - Ontem, quarta-feira (27), a Petrobras finalmente divulgou o resultado contábil do terceiro trimestre de 2014, não revisado pelos auditores independentes. A estatal deixa claro, já na abertura do relatório, que o objetivo da divulgação é atender às obrigações em contratos de dívida, mas que ainda será necessário realizar ajustes para corrigir valores de ativos imobilizados, impactados pelos ilícitos de fornecedores, políticos e funcionários, trazidos à tona pela Operação Lava-Jato.

A empresa informa, também, que não encontrou uma metodologia adequada para “quantificar de forma correta, completa e definitiva tais valores”. O relatório corrigiu esses números usando o percentual médio de pagamentos indevidos, citados em depoimento, e avaliando “a valor justo” os ativos constituídos por contratos firmados com empresas citadas na investigação. “Essas alternativas se mostraram inapropriadas para substituir a impraticável determinação do sobrepreço relacionado a esses pagamentos indevidos”, afirma a Petrobras.

O lucro líquido consolidado (atribuível aos acionistas) caiu no período. De R$ 4.959 milhões no segundo trimestre de 2014, e de R$ 3.395 milhões no terceiro trimestre de 2013, para R$ 3.087 milhões nesse terceiro trimestre de 2014. O lucro operacional caiu ainda mais (48%). De R$ 8,8 bilhões no segundo trimestre para R$ 4,6 bilhões, no terceiro.

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Vulnerabilidade externa: o Brasil melhor do que no passado

 

Artigo do Brasil Debate

Por André Biancarelli e Rodrigo Vergnhanini

No último dia 16 de dezembro, o dólar comercial atingiu R$ 2,74 – o maior patamar dos últimos nove anos. Fechou 2014 em R$ 2,66, em desvalorização no ano de 13% e nada menos do que 60% ao longo de todo o primeiro mandato de Dilma.

A tendência recente de valorização do dólar frente a moedas periféricas, incluindo o Real, tem motivos que fogem do escopo dessa nota. É possível argumentar, no entanto, que independentemente dos fatores internos às economias, a saída de capitais dos países de moeda inconversível está, ao menos em parte, relacionada à divulgação de dados econômicos sobre recuperação dos Estados Unidos.

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Remuneração das mulheres continua mais baixa que a dos homens

 

Nota do Brasil Debate

Nos últimos anos, assistiu-se à redução da desigualdade de renda (como pode ser visto AQUI e AQUI) atrelada sobretudo à melhora nos indicadores do mercado de trabalho. Mas diversas análises mostraram a persistência de desigualdades de rendimentos quanto ao gênero no mercado de trabalho brasileiro.

Nota Técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra, ao analisar o mercado de trabalho formal no Brasil a partir de dados da Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho e Emprego (Rais – MTE), que é persistente a desigualdade de remuneração média por sexo: em 2013, as mulheres tiveram rendimentos em média 17,7% menores que os dos homens, patamar semelhante ao dos anos anteriores.

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Cerca de 50 mil pessoas foram resgatadas do trabalho escravo em 20 anos

Disminuye el número de trabajadores eslavos

Em 1995, o Brasil reconheceu a existência e a gravidade do trabalho análogo à escravidão e implantou medidas estruturais de combate ao problemaPortal/MTe

Em duas décadas, fiscais resgataram do trabalho escravo quase 50 mil pessoas

As operações de fiscalização para combater o trabalho escravo ou análogo à escravidão resgataram, em duas décadas, mais de 47 mil trabalhadores submetidos a condições degradantes e a jornadas exaustivas em propriedade rurais e em empresas localizadas nos centros urbanos.

De acordo com dados da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo, obtidos pela Agência Brasil com exclusividade, desde 1995, quando o país reformulou seu sistema de combate ao trabalho escravo contemporâneo, foram realizadas 1.724 operações em 3.995 propriedades e aplicadas multas indenizatórias cujo valor supera os R$ 92 milhões.

Em 1995, o Brasil reconheceu a existência e a gravidade do trabalho análogo à escravidão e implantou medidas estruturais de combate ao problema, como a criação do Grupo de Fiscalização Móvel e a adoção de punições administrativas e criminais a empresas e proprietários de terra flagrados cometendo esse crime. A política também criou restrições econômicas a cadeias produtivas que desrespeitam o direito de ir e vir e submetem trabalhadores a condições de trabalho desumanas.

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Bradesco passa informação errada ao Coaf sobre saque de Cerveró

 
Jornal GGN - O Banco Bradesco reconheceu ter cometido um grave erro ao enviar informações sobre transações do ex-diretor da área Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), em 2011. O relatório indicava que Cerveró teria sacado R$ 200 mil em espécie da conta de uma usina de etanol em Paracatu, interior de Minas Gerais. 
 
A funcionária do banco, encarregada dos lançamentos, teria confundido uma movimentação financeira comum, de duas empresas clientes do Bradesco, com um suposto crime envolvendo o nome do ex-diretor, investigado na Operação Lava Jato.
 
Uma petição foi juntada na última sexta-feira (23) a um dos processos que tramitam na Justiça Federal do Paraná, sob responsabilidade do juiz Sergio Moro. O documento caracteriza o ocorrido simplesmente como "típico erro humano".
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EUA seguem motoristas monitorando placas de carros

no Olhar Digital

Relatório diz que EUA espionam milhões de carros

Relatório divulgado hoje no Wall Street Journal pode colocar os EUA no centro de mais uma crise relacionada à privacidade: documentos mostram que o governo rastreia a movimentação de carros e motoristas através da leitura das placas dos automóveis nas rodovias do país.

O sistema criado pela DEA (Drug Enforcement Administration) utiliza um programa implementado nas câmeras de segurança das estradas para registrar a movimentação dos automóveis. A ideia inicial era apreender carros que estavam a serviço do cartel de drogas mexicano. Entretanto, os documentos revelados mostram que o governo trabalhou para expandir o serviço de leitura em todo os Estados Unidos.

A coleta de informações dos cidadãos norte-americanos já deflagrou algumas crises no governo dos EUA, como a revelação sobre a monitoração de chamadas telefônicas no país e o acesso da agência nacional de segurança norte-americana a e-mails, serviços de bate-papo, vídeos, fotos, downloads, senhas e dados armazenados dos usuários de nove conhecidas empresas da internet. 

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Da série "Gigantes do Baixo"

Seleção feita por Antonio Carlos Silva - RJ

What's Going On - Marvin Gaye com o mitológico baixista James Jamerson

Word's Prettiest - Jackson Five e James Jamerson

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