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Luis Nassif Online

São Paulo chegou ao nível mais baixo de enfraquecimento das instituições públicas e sociedade civil; por Luis Nassif
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Faria melhor dar uma freada de arrumação e indicar pessoas capacitadas para a área econômica; por Luis Nassif
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Há dois fantasmas assombrando o mercado: contas fiscais eimpulsividade da presidente. Medidas heroicas não resolvem
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Em dia de decisões de juros, bolsa fecha operações em queda de 2,45%

Jornal GGN - Em um dia de intensa volatilidade, o mercado brasileiro fechou as operações em queda, em um dia marcado pela expectativa em torno das decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos e as especulações em torno da formação da nova equipe econômica de Dilma Rousseff.

O Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) terminou as operações de quarta-feira em queda de 2,45%, aos 51.049 pontos e com um volume negociado de R$ 8,413 bilhões. Com isso, o índice acumula perda de 5,67% no mês, -0,89% no ano e -6,40% em 12 meses. No índice, os setores com piores desempenhos foram bancos, petróleo/petroquímico, siderurgia/mineração; e serviços financeiros.

"O Ibovespa, em dia de decisão do Copom e do Fed, iniciou e permaneceu com pequena baixa até por volta das 14h. A partir daí, como o Dow Jones entrou em campo negativo, o índice brasileiro acentuou suas realizações e fechou na mínima do dia", diz o BB Investimentos, em relatório. A bolsa perdeu força com mais intensidade na parte da tarde, após a oficialização do término do programa de compra de títulos pelo Federal Reserve (o Banco Central dos Estados Unidos). Além de anunciar a manutenção da taxa básica de juros entre zero e 0,25%, patamar mantido desde 2008, a autoridade monetária norte-americana fechou seu programa de compra de títulos e sinalizou que a recuperação econômica do país permanecerá nos trilhos apesar de sinais de desaceleração em muitas partes da economia global.

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Os desafios de mudar a política monetária

Os jogos no mercado sempre são na véspera. Especula-se no boato e se assenta no fato.

Durante meses o mercado especulou em torno das eleições. Se as pesquisas apontavam Dilma na frente, vendiam-se ações e compravam-se dólares. Se Aécio (ou Marina) na frente, compravam-se ações e vendiam-se dólares.

Qual a fundamentação desses movimentos? Nenhuma. Fosse quem fosse o eleito, a política econômica seria muito semelhante, em função das restrições econômicas, fiscais e políticas.

Eleita Dilma, no primeiro dia a Bolsa caiu, independentemente de seu discurso de vitória; no segundo dia a Bolsa subiu, independentemente das suas declarações sobre o próximo governo.

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Esse mesmo movimento se manifestou em torno da decisão do FED (o Banco Central norte-americano) de injetar liquidez na economia, através do resgate dos títulos públicos no vencimento. Durante longo período, a cada rodada do FED o mercado especulava sobre o dia em que acabariam os resgates, haveria um aumento dos juros internos nos EUA atraindo dólares do mundo inteiro e provocando terremotos nos países mais vulneráveis – como o Brasil.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Sessão das Dez: Santiago, por João Moreira Salles

Santiago é um documentário que leva o nome e explora a história de um mordomo que trabalho durante 30 anos para a família do diretor João Moreira Salles. O filme começou a ser rodado ainda na década de 1990, mas só foi concluído em meados de 2007.

Moreira Salles recebeu diversos prêmios com a obra que é, no mínimo, um show de fotografia. Entre as condecorações estão o primeiro lugar na categoria melhor documentário do Festival de Cinema Latinoamericano de Lima, em 2007, e o grande prêmio do Festival de Cinema Real de Paris, no mesmo ano.

 

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Senado ameaça apoiar derrubada dos conselhos populares pela Câmara

Jornal GGN - O presidente do Senado Renan Calheiros, do PMDB de Alagoas, disse que a maioria dos companheiros de Casa deve apoiar a medida aprovada pela Câmara Federal nesta terça (28), que susta o decreto 8243/14, que cria a Política Nacional de Participação Social.

Nesta quarta, Calheiros comentou que o assunto é "polêmico" e enfrentará resistência dos senadores a qualquer momento em que for votado. Assinado por Dilma Rousseff (PT) no primeiro semestre, o decreto regulamenta a criação de conselhos populares que poderão atuar mais ativamente na construção e discussão de políticas públicas. Desde que a ação foi notabilizada, os congressistas passaram a criticar a iniciativa da presidente, sustentando que os conselhos desidrata a importância do Legislativo.

"Já havia um quadro de insatisfação com relação à aprovação dessa matéria. Ela ser derrubada na Câmara não surpreendeu. Da mesma forma que não surpreenderá se ela for, e será, derrubada no Senado Federal", disse Renan, de acordo com a Folha.

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Obama não precisa de Congresso para se relacionar com Cuba, diz chanceler

Jornal GGN - O apelo do chanceler cubano Bruno Rodríguez em nome de seus conterrâneos foi, pelo 23º ano consecutivo, ignorado pelos Estados Unidos e países aliados à potencial ocidental, que rompeu suas relações bilaterais com a Ilha há meio século e insiste em manter os embargos. Rodríguez, na resolução apresentada à ONU, argumentou que o presidente estadunidense Barack Obama tem competências constitucionais para melhorar o relacionamento com Cuba sem necessidade de passar por aprovações do Congresso. A maioria dos países signatários da ONU apoiam o fim dos embargos impostos ao país de Fidel.

Maioria esmagadora vota na ONU contra embargo dos EUA a Cuba

Da Exame

A Assembleia Geral da ONU voltou a aprovar nesta terça-feira, pelo 23º ano consecutivo e com imensa maioria dos votos, uma resolução pelo fim do embargo comercial imposto a Cuba pelos Estados Unidos há quase meio século.

A resolução foi apoiada por 188 países, enquanto Estados Unidos e Israel votaram contra, e outros três se abstiveram. Este foi o mesmo resultado registrado no ano passado.

O embargo foi estabelecido em 1962 pelo então presidente americano, John F. Kennedy, para forçar a queda do regime comunista da ilha.

Desde 1982, a Assembleia Geral da ONU pede o fim da restrição por meio de resoluções apresentadas por Cuba.

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Um balanço da regulamentação da mídia na Argentina

Em vigência ‘plena’ há um ano, Lei de Meios argentina ainda não é inteiramente aplicada

Do Opera Mundi

Há pouco mais de meia década, o Congresso argentino aprovou a LSCA (Lei de Serviços de Comunicação Audiovisual), que ficou conhecida como Lei de Meios. Durante quatro anos, quatro artigos da norma - os que tinham relação com a concentração da propriedade dos meios de comunicação - foram questionados judicialmente pelo Grupo Clarín. Em 29 de outubro de 2013, dois dias depois de eleições legislativas, a Corte Suprema decidiu que a lei deveria ser integralmente aplicada.

A partir daquela manhã, o governo já não poderia adiar os processos de adequação à norma dos grupos de comunicação concentrados, o que havia feito até então com o argumento de que o Grupo Clarín estaria em vantagem enquanto estivesse protegido do mesmo destino por uma medida cautelar. Entre apoiadores da LSCA, houve esperança de que, com o fim da judicialização, começasse uma aplicação efetiva de todos os outros artigos - o que ainda não aconteceu.

No entanto, após o anúncio, no último dia 8 de outubro, de que o Clarín deveria se desfazer compulsoriamente de licenças que excedessem o limite da lei (sob a justificativa de que os novos concessionários eram sócios em empresas no exterior), a disputa legal corre o risco de ser reaberta e pode adiar ainda mais a efetiva aplicação da lei.

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Haddad questiona agência reguladora de água durante crise estadual

Jornal GGN - Em entrevista ao jornalista Paulo Henrique Amorim, do blog Conversa Afiada, o prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) questinou a atuação da Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo), que deveria ter fiscalizado melhor o trabalho da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico de São Paulo) durante a crise de água anunciada após o colapso do Sistema Cantareira.

Na entrevista realizada nesta terça-feira (28), Haddad também fala sobre o papel da grande mídia na publicação de fatos relacionados à crise de água. Na visão do petista, a população não foi bem informada sobre o que se passa na gestão hídrica conduzida por Geraldo Alckmin (PSDB).

Haddad também comenta a vitória da presidente Dilma Rousseff (PT) no último domingo (26), e sugere que a reportagem da revista Veja sobre o caso Petrobras ajudou a impulsionar o desempenho do adversário Aécio Neves (PSDB) entre os paulistas.

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Decisão do STF pode ajudar a protelar o julgamento de Azeredo no mensalão tucano

Jornal GGN - Movimento do Supremo Tribunal Federal pode ajudar a protelar ainda mais a sentença de Eduardo Azeredo (PSDB) no julgamento do mensalão mineiro. O tucano é acusado de ter sido beneficiado em um esquema de caixa 2 que garantiu sua vitória no governo de Minas Gerais, em 1998. O caso está sendo apreciado pela Justiça comum, pois os envolvidos abriram mão dos mandatos e, consequemente, do foro privilegiado - na contra-mão do que aconteceu com parte dos réus do mensalão do PT no plano federal.

O promotor que cuida do caso de Azeredo já havia alertado que a estratégia da defesa dele é justamente ficar trocando o processo de Vara criminal para ganhar mais tempo. O STF determinou que o processo de Clésio Andrade seja transferido de uma Vara para outra, e isso pode afetar o julgamento de Azeredo.

Recurso adia sentença de Azeredo no mensalão mineiro

Do Estadão

Um despacho do Supremo Tribunal Federal em recurso do ex-senador Clésio Andrade (PMDB-MG), relativo ao processo do mensalão mineiro, deve adiar a decisão da Justiça no caso do ex-deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG).

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A musicalidade de Verônica Ferriani e Giana Viscardi

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Os plutocratas contra a democracia

Enviado por Fabio Fonseca

Os plutocratas contra a democracia

Por Paul Krugman

Do El País

A direita, mesmo indo às urnas, sempre se sentiu incomodada com a democracia

O republicano Mitt Romney. / BILL PUGLIANO (AFP)

Sempre é bom que os governantes digam a verdade, especialmente se não era essa a intenção. Por isso temos de agradecer que Leung Chun-ying, chefe do executivo de Hong Kong respaldado por Pequim, tenha deixado escapar a verdadeira razão pela qual os manifestantes pró-democracia não podem conseguir o que querem: em eleições abertas, “estaríamos dirigindo-nos a essa metade da população de Hong Kong que ganha menos de 1.800 dólares por mês. E acabaríamos tendo esse tipo de políticos e de medidas políticas” (certas políticas, supomos, que fariam com que os ricos fossem menos ricos e proporcionariam mais ajuda a quem tem menos renda).

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Dilma derrota Aécio em áreas ricas de MG

Jornal GGN – A ideia generalista de que Dilma é a candidata dos pobres e Aécio o dos ricos continua a ser descontruída com o surgimento de dados mais refinados sobre os resultados do último domingo. Em Minas Gerais, Aécio venceu em Belo Horizonte no Sul do Estado, mas foi derrotado no Triângulo Mineiro e Juiz de Fora e também na região mais carente, do Vale do Jequitinhonha.

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PT quer Berzoini nas Comunicações para regular a mídia, diz jornal

Jornal GGN - É destaque na Folha que o PT quer Ricardo Berzoini, atual ministro de Relações Institucionais, na pasta de Comunicações. A ideia do partido é acelerar a discussão sobre a regulamentação dos meios de comunicação - por meio do corte da propriedade cruzada, entre outras medidas de cunho econômico - durante o segundo mandato de Dilma Rousseff (PT). De acordo com o jornal, se Berzoini deixar a Pasta que articula a relação com o Congresso, Jaques Wagner pode substituí-lo. 

A Folha ainda cita em sua matéria o atrito entre a campanha presidencial petista e a revista Veja - que cravou, sem provas e a dois dias da eleição, que Dilma e Lula tinham conhecimento dos esquemas de corrupção na Petrobras.

Corporativista, o periódico defendeu, em reportagem publicada nesta terça (28), que Dilma agora tenta "fazer as pazes" com a grande mídia. Folha também comprou a informação manipulada de Veja no que tange o direito de resposta cedido à Dilma contra a revista.

No domingo, Veja publicou que o Tribunal Superior Eleitoral só concedeu direito de resposta sobre o factoide da última semana à petista porque o ministro que deferiu o pedido era indicado por Dilma para o cargo. Como o GGN informou antes, Admar Gonzaga foi aprovado pelo Supremo Tribunal Federal e encabeçou a lista tríplice da OAB para o posto.  

PT quer Berzoini em pasta para tocar regulação da mídia

Da Folha

De olho no projeto de regulação da mídia, o PT quer influir na formação do novo governo e atuará para deslocar Ricardo Berzoini para o Ministério das Comunicações. Ele é hoje titular das Relações Institucionais, pasta responsável pela ponte política do Planalto com o Congresso.

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