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Ela tira lições do período para ser cautelosa na política econômica e não dar álibi à radicalização; por Luis Nassif
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São dois desafios: a recomposição da segurança fiscal e a composição de um Ministério plural; por Luis Nassif
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"É preciso dialogar a respeito das pretensões dela. Não concordo que ela tem sido preterida", afirmou o presidente do PT
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A libertação do futebol mineiro, por Castellar Modesto Guimarães Neto

da Folha

Castellar Modesto Guimarães Neto

TENDÊNCIAS/DEBATES

A libertação do futebol mineiro

A receita para o sucesso de Atlético e Cruzeiro é sabida por todos: organização e profissionalismo dentro e fora das quatro linhas

Na bandeira de Minas Gerais, contornando um triângulo de lados iguais e vermelho --cor símbolo das revoluções--, tem-se a expressão "libertas quæ sera tamen" que, para a maioria, é traduzida como "liberdade ainda que tardia".

Desacorrentados de um passado em que o "eixo Rio-São Paulo" dava as cartas no futebol, os clubes mineiros ocupam posição de destaque no futebol nacional e internacional. De 2013 para cá, vencemos quase tudo o que disputamos: Recopa, Libertadores da América, Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil.

A receita é sabida por todos: organização e profissionalismo dentro e fora das quatro linhas. Atlético e Cruzeiro, geridos por homens sérios e abnegados, possuem os melhores centros de treinamento do país, jogam em arenas modernas e contam com atraente programa de fidelização de torcedores.

As categorias de base dos dois clubes, com amplo investimento, são campeãs dos mais importantes torneios mundo afora.

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Dilma sanciona lei que alivia dívidas de Estados e municípios

Jornal GGN - A presidente sancionou lei que muda o índice de correção das dívidas de Estados e municípios com a União. Isso vai aliviar os cofres das dívidas passadas, permitindo que contraiam novos empréstimos e ampliem investimentos. Existia um temor, segundo Mônica Bergamo, da Folha, de que Dilma vetasse este dispositivo, pois que provoca perdas aos cofres federais. Mas não ocorreu. Leia a matéria da Folha.

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As apostas em torno de Joaquim Levy e da pauta fiscal

No Seminário “O Papel dos Bancos Públicos” – organizado pelo Jornal GGN -, os economistas convidados trouxeram ângulos relevantes para analisar a função de Joaquim Levy no Ministério da Fazenda do governo Dilma.

Economista da Unicamp, ex-diretor da Caixa Econômica Federal, Fernando Nogueira da Costa conviveu com Levy, quando este presidia o Conselho da CEF. Descreve-o como o funcionário público exemplar, dono de uma capacidade de trabalho inesgotável.

Colega de Levy no Bradesco, Otávio de Barros – economista-chefe do banco – garantiu que ele não é um ortodoxo radical e que tem ideias muito claras sobre a importância de se reduzir as taxas de juros no país. E que certamente definirá um plano de ajuste fiscal gradativo, sem medidas heroicas.

O economista Antônio Correa de Lacerda esposa tese semelhante.

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Itararé, palco da Revolução de 1930, embolada de Jararaca

Trago hoje a embolada ITARARÉ, de José Luis Rodrigues Calazans, o popular Jararaca, um dos membros da dupla Jararaca e Ratinho. Nessa gravação Jararaca ainda não estava em dupla com Ratinho e é sua a composição em que mostra, de modo simples e em linguagem coloquial e nordestina, a sua versão dos fatos ocorridos em Itararé.

Quando vim de minha terra

Vim brigado com a muié

Invêis di vim a cavalo 

Eu vim mesmo de a pé

Sou fio do Rio Grande

Da cidade de Bagé

Fiz uma marcha forçada

 Vim parar em Itararé

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Imagens

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STF negou pedido do PT para abertura de inquérito contra a Veja

Jornal GGN - Teori Zavascki, ministro do STF, negou pedido do PT para que fosse aberto inquérito contra a revista Veja. O pedido, feito por ocasião da matéria da revista com afirmações sobre o depoimento de Yousseff e acusando a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula de estarem cientes, era para que se apurasse o vazamento na delação premiada do doleiro bem como cópia dos depoimentos. O ministro entendeu que não cabe ao STF determinar a instauração de inquérito e que, no caso do pedido de acesso à delação, o ministro entendeu que a lei  que trata de organizações criminosas só "permite publicaidade ao depoimento dos colaboradores após a denúncia ser aceita pela Justiça". Leia a matéria da Folha.

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Macroeconomia e estratégia, por José Luís Fiori

do Valor

Macroeconomia e estratégia

Por José Luís Fiori

Durante o século XX, a esquerda socialista que optou pela reforma progressiva e democrática do capitalismo nunca teve ideias próprias ou originais sobre política econômica. Mais do que isso, sempre que governou ou participou de governos de coalizão, depois da Primeira Guerra Mundial, apoiou, direta ou indiretamente, a política conservadora e a ortodoxia monetarista para enfrentar as crises econômicas que se sucederam depois da guerra. Como no caso de Rudolf Hilferding, que foi ministro da Fazenda da Alemanha, em 1928, e promoveu uma política monetarista rigorosa que acabou piorando a recessão e aumentando o desemprego e a própria crise que culminou com a ascensão do nazismo e de sua "economia de guerra".

E o mesmo aconteceu com o partido trabalhista inglês, em 1929, e com a Frente Popular francesa, em 1936, que também adotaram a cartilha ortodoxa para enfrentar a "crise dos 30", mas fracassaram. A grande exceção, nesse período, foi a socialdemocracia sueca, que enfrentou a mesma crise com uma política de acordo social e promoção ativa do crescimento e do pleno emprego. A despeito de seu sucesso ser inseparável do dinamismo regional produzido pela "economia de guerra" nazista. Depois da Segunda Guerra Mundial, a esquerda democrática, socialista e europeia só aderiu à teoria e às políticas de corte keynesiano no final da década de 50.

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A doença do chapeleiro maluco, por Paulo Gurgel

da Comunidade do Blog Luis Nassif

Post do Acta Pulmonale, de Paulo Gurgel

A expressão "louco como um chapeleiro" é provavelmente uma referência ao envenenamento por mercúrio.
E a chamada "doença do chapeleiro maluco" já foi também comum entre os modistas. É que, nos séculos 18 e 19, estes profissionais inalavam fumos de compostos à base de mercúrio, durante a fabricação de chapéus de feltro, e adoeciam devido à toxicidade mercurial.
The Mad Hatter, personagem de "Alice no País das Maravilhas", foi, presume-se, inspirado em um excêntrico comerciante de móveis chamado Theophilus Carter. Mas Carter não foi vítima da "doença do chapeleiro maluco".
Embora Lewis Carroll, o consagrado autor de "Alice...", ao que tudo indica, estivesse familiarizado com a alta prevalência da demência entre os chapeleiros.

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Caçadores de renda, por Antonio Delfim Netto

da Folha

Antonio Delfim Netto

Caçadores de renda

Em qualquer regime político a natureza das instituições determina o comportamento dos seus membros. Sem algum mecanismo de "voto distrital", por exemplo, é muito difícil corrigir distorções acumuladas ao longo do tempo por categorias bem organizadas. O governo em algum momento as acariciou com benesses transferindo-lhes renda.

A sociedade tem grande dificuldade de ligar os custos difusos à apropriação de renda por um grupo bem definido. Um exemplo bem claro desse processo é dado pela resistência à racionalização do trabalho nos portos, que é importante determinante da produtividade geral da economia.

No caso do porto de Santos, é natural e legítimo que os seus representantes legislativos (ligados ao eleitorado santista) defendam com unhas e dentes os direitos "conquistados" ao longo do tempo pelos trabalhadores portuários, ainda que isso reduza a sua eficiência, torne menos competitivas a nossa exportação e a nossa importação, em prejuízo de toda a sociedade.

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A necessidade do Estado administrar o conflito distributivo, por Flavio Lyra

do Portal Luis Nassif

A necessidade do Estado administrar o conflito distributivo

Por Flavio Lyra

O controle do processo inflacionário, a abertura do comércio exterior e da conta de capitais do balanço de pagamentos, o processo de privatização de empresas estatais nos governos de FHC e a política social dos governos do PT têm sido, através dos conflito distributivos da renda entre a classe trabalhadora e o capital e, entre as diferentes frações que compõem este último,  determinantes para os rumos do processo de desenvolvimento do país.

Os desequilíbrios, que agora estão produzindo estagnação do crescimento, ameaça da perda de controle do processo inflacionário, crescentes déficit fiscal e das transações correntes do balanço de pagamentos, estão intimamente associados à exacerbação desses conflitos distributivos que têm marcado a vida econômica do país nas últimas duas décadas.

A principal vítima desses conflitos tem sido nitidamente a indústria de transformação, que tem perdido renda tanto pelo lado de suas vendas, quanto de seus custos, comprimindo suas margens de lucro e acarretando a queda acentuada de sua participação na propriedade e na renda do país ao longo dos últimos vinte, numa proporção muito superior a que seria de esperar-se como decorrência normal do crescimento econômico,  caracterizando um processo precoce de desindustrialização.

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Caminhos para garantir o acesso à educação de pessoas com deficiência

Da Redação do Portal Aprendiz

O que diz a lei brasileira sobre inclusão de pessoas com deficiência na educação pública? E na particular? A escola pode dizer que não há vagas ou que não está preparada? O que você, como mãe ou pai, pode fazer para assegurar que seu filho ou filha tenha acesso garantido à educação?

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As altas tarifas de telefonia celular e o baixo retorno das operadoras, por Sérgio Torggler

Muito se fala sobre os custos das ligações telefônicas de celular no Brasil. Eu mesmo acho isso. Mas antes de descer a lenha em quem é o culpado ou não, vamos analisar alguns números das demonstrações contábeis da VIVO S.A. nos primeiros nove meses de 2014. (http://telefonica.mediagroup.com.br/pt/Default.aspx).

Uma demonstração interessante para se analisar é a Demonstração do Valor Adicionado, ela mostra a margem capturada pela entidade na exploração do negócio de telefonia. Pois bem, da receita total foi de 33,3bi, o valor adicionado a distribuir foi de 18,2bi. A diferença foi consumida nos custos dos serviços prestados, sem os salários, com a depreciação, com o custo da energia, etc.

Deste valor a distribuir, 1,7bi ficaram com os funcionários (salários, previdência, alimentação, saúde, transporte, FGTS), 3,0bi foi consumido para remunerar o capital de terceiros (juros/alugueis), 9,2bi foram para os Governos (União, Estados e Municípios) e aos sócios restaram apenas 3,7bi.  

Nesse ponto podemos dizer que os impostos são sim um dos vilões do custo do serviço prestado. Os governos ficam com a maior fatia da riqueza captura pelo negócio, ficam com 50% do valor adicionado pela atividade.

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quando todos souberem da poesia, por romério rômulo

quando todos souberem da poesia

1.
maria me disse: vou!
maria -eu lhe disse- vem!
só restaram nossos ecos
nossos amores além

sem maria, eu nunca sou
sem mim, maria é ninguém.

2.
de camões arranquei a musa amada
em cabral decidi o verso duro
os amores refiz, de quase nada

quando todos souberem da poesia
que bebi pelas noites destas ruas
ao rever tua carne que eu comia
saberão que morri das carnes tuas.

romério rômulo

 

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As receitas de Marcos Lisboa para a economia

Ex-Secretário de Política Econômica na gestão de Antônio Palloci no Ministério da Fazenda, Marcos Lisboa tornou-se um dos principais porta-vozes da ortodoxia econômica, com uma abertura louvável para o debate econômico.

Na Fazenda, conduziu um programa de micro reformas econômicas, relevantes para destravar alguns setores da economia.

No Seminário sobre Caminhos dos Bancos Públicos - promovido pelo Jornal GGN - Lisboa apresentou um conjunto de princípios sobre o “como fazer” - que valem para toda política econômica, independentemente do que fazer.

***

1.    Accountability.

É um termo em inglês que define a obrigação de um órgão público ou privado de prestar contas a seus controladores (acionistas ou contribuintes).

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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