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Luis Nassif Online

Haverá mudanças expressivas no mercado publicitário com análises socioeconômicas de audiência; por Luis Nassif
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Prêmio República 2015, promovido pela ANPR, mostrou um pouco do trabalho extra-criminal do MPF; por Luis Nassif
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Do lado do moralismo religioso, do pastor Malafaia aos blogueiros da Veja partem ataques diários; por Luis Nassif
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A ilusão da volta do crescimento após uma recessão curta

A confiança que a presidente Dilma Rousseff deposita no plano Joaquim Levy segue a seguinte lógica:

1.    Implementa-se um ajuste fiscal rigorosa, recuperando a confiança do mercado.

2.    Há uma queda na atividade econômica. Segundo o peixe que venderam para Dilma, "o pior já passou".

3.    Convive-se por um tempo com um desaquecimento da economia, sem afetar o mercado de trabalho, "porque a maioria dos trabalhadores está no setor terciário".

4.    Depois, voltam os investimentos privados, especialmente na área de infraestrutura, com as concessões, trazendo de volta o crescimento.

***

Assim como a distribuição ampla e irrestrita de subsídios não trouxe o crescimento, não se pense que bastará o ajuste das contas públicas para se obter a redenção.

Desde o ano passado, a economia vivia um pré-ensaio de ajuste fiscal, com o contingenciamento de praticamente todas as liberações orçamentárias. Não escapou nenhum setor, do mercado de livros didáticos à cadeia do petróleo e gás.

O aprofundamento dos cortes, no entanto, traz uma realidade nova para a economia.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Brasileiros fazem piada com recurso que informa sobre segurança no Nepal

Jornal GGN - O Humaniza Redes, página oficial do governo federal que denuncia incitação à violência e defende o direito das minorias nas redes sociais, recolheu algumas denúncias sobre brasileiros que fazem piadas com um recurso criado pelo Facebook para registrar o status de quem está no Nepal. Depois do terremoto que matou mais de 4 mil pessoas e deixou outras 7 mil feriadas, o Facebook agora dispõe de uma ferramenta para que amigos e familiares possam saber se seus conhecidos estão em segurança. O Humaniza repudiou a conduta dos "engraçadinhos". 

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O terceirizado que jogou o Ministério Público no show bizz

A Lava Jato marca uma inflexão na imagem do Ministério Público Federal. Não pela extensão do caso, em si, mas pelo fato de ter consolidado uma imagem institucional de um poder atrás de holofotes.

Nos anos 90 houve participações individuais de procuradores atrás de manchetes.

Na gestão Rodrigo Janot tornou-se prática institucionalizada, mais adequada a um candidato político, com necessidade de aparecer diariamente nos jornais. A maneira de criar fatos, factoides, de vazar qualquer nome que apareça nos depoimentos, independentemente da apuração dos fatos, a disputa de protagonismo midiático com a Polícia Federal é um comportamento indigno, ainda mais para um órgão com as responsabilidades institucionais do Ministério Público Federal.

A criação do hotsite foi uma boa iniciativa. A prática de entrevistas coletivas diárias, um desastre institucional de responsabilidade do secretário de comunicação da Procuradoria Geral da República, Raul Pilatti. E o viés dado à divulgação e ao vazamento de fatos, algo que contaminou a imagem de isenção que deveria ser a marca do MPF.

Tive um contato com Pilatti, quando obtive informações sobre algumas atividades do MPF, mas recorrendo a um procurador. Pilatti enviou as informações para um email que constava no site do GGN, não se preocupou em saber se havia chegado.  Depois, telefonou para alertar que "não participa de discussões desinformadas" e que só prestara esclarecimentos porque solicitado pelo procurador".

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Brasilianas abordará governo eletrônico e cidadania

Hoje o programa Brasilianas.org avalia o combate à burocracia a partir do uso de ferramentas de TI 
 
Colabore com o debate e envie a sua pergunta, que poderá ser selecionada ao vivo. Clique aqui. 
 
 
Para discutir o desafio de melhorar a interatividade e divulgação de dados do poder público Luis Nassif recebe hoje (04), a partir das 20h00, no programa Brasilianas.org (TV Brasil), o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Cristiano Heckert, o diretor executivo da Open Knowledge Brasil, Everton Zanella Alvarenga e a diretora do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS), organização que estuda o impacto social, jurídico, cultural e político das tecnologias de informação e comunicação, Juliana Nolasco. Não perca!
 
Recentemente, o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Tribunal de Contas da União (TCU) se reuniram para organizar o fórum internacional "Brasil 100% Digital", com o objetivo de trocar informações sobre experiências na área de governo eletrônico (e-governo), tendo em vista a oportunidade que a sociedade e o governo possuem hoje de melhorar a transparência e o fornecimento de dados públicos através da internet. O evento resultou em um acordo entre Brasil e Coréia do Sul para a troca de tecnologias e-governo. 
 
O Brasil deu um importante passo, em 2011, ao sancionar a Lei nº 12.527, de acesso à informação. A medida obriga todos os órgãos públicos de governo, incluindo empresas privadas que tem contratos com órgãos públicos, a manter transparentes dados e informações de seus contratos, gastos e investimentos. A regulamentação levou a Presidenta Dilma Rousseff a ganhar o prêmio “Woodrow Wilson”, da Organização das Nações Unidas (ONU), na categoria Serviço Público. Em 2014, o país foi novamente reconhecido vencendo o prêmio United Nations Public Service Awards (UNPSA), também da ONU, pela iniciativa “Fórum Interconselhos”, desenvolvido pelo Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão em parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República, que garante participação popular nos Planos Plurianuais.  
 
Apesar de todas essas notícias positivas, o país gatinha na aplicação efetiva da Lei de Acesso à Informação. Segundo a consultoria internacional Word Justice Project (WJP), o Brasil é o 38º país no Ranking de Governo Aberto. As nações melhor avaliadas nesse levantamento foram, pela ordem, Suécia, Nova Zelândia, Noruega, Dinamarca, Holanda e Finlândia. Em outra avaliação, dessa vez feita pela ONU, as nações mais avançados em governo digital são Coreia do Sul, Austrália, Cingapura e França. O Brasil não aparece nem nas dez primeiras colocações. 
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Em campanha eleitoral, Beto Richa prometeu educação como prioridade

Amanhã (05), milhares de manifestantes marcaram "Ato Nacional" contra a violência aos professores
 
 
Jornal GGN - Em campanha de reeleição de Beto Richa (PSDB) ao Governo do Paraná, o governador prometeu, contraditoriamente, uma série de investimentos na educação. Em vídeo que está viralizando na internet, um internauta inseriu o trecho da propaganda eleitoral em que Richa afirma que a "educação é a nossa prioridade". Assista:
 
 

Se é verdade? É sim senhor. Quem me contou foi um pescador...

Posted by Lucas Buscaratti on Sábado, 2 de maio de 2015

 
Na campanha que o elegeu, Beto Richa afirmou que "um terço de todo o investimento" do seu governo "é na educação, melhorando salários, transporte, merenda, hora-atividade e fizemos 2 mil obras". "Agora, vamos em frente, para melhorar a qualidade do ensino. Vamos implantar a internet de alta velocidade em todas as escolas, beneficiando 1 milhão e 500 mil alunos. É um trabalho que queremos continuar. Porque educação é a nossa prioridade", concluiu na mensagem televisiva.
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A violência contra os negros nos EUA

Enviado por Adir Tavares

Os “esquadrões da morte” uniformizados dos Estados des-Unidos

Por Wayne Madsen, do Strategic Culture Foundation

Traduzido pela equipe do Resistir.info

Políticos e sabichões dos media classificam como um "alerta" a violência que estalou em Baltimore após a morte do afro-americano Freddie Gray devido à ruptura da sua coluna vertebral. Contudo, estes auto-designados "peritos" quanto ao colapso social dos pobres – principalmente trabalhadores afro-americanos de bairros de todos os Estados Unidos – evitam falar acerca das razões reais porque cidades de todo o país estão a explodir em protestos e a recorrer a motins toda a vez que um jovem afro-americano é assassinado pela polícia. Os EUA, tal como as ditaduras fascistas na América Latina durante as décadas de 1960, 1970 e 1980, estão agora infestados com "esquadrões da morte" policiais. Responsáveis uniformizados da aplicação da lei agora actuam como juízes, júris e carrascos, administrando sentenças de morte nas ruas de Fergunson, Missouri, subúrbio de St. Louis; New York City; North Charleston, South Carolina; Baltimore e outras cidades de todos os Estados des-Unidos. 

Parte da razão para o surgimento de esquadrões da morte oficialmente admitidos nas fileiras da polícia dos EUA é a constante militarização do estado americano, das cidades, dos municípios e de forças policiais de pequenas cidades desde o ataque do 11/Set. De acordo com o chamado " programa 1033 " , o Pentágono forneceu à polícia toda espécie de excedentes de guerra, desde veículos blindados para pessoal (conhecidos como veículos Mine-Resistant Ambush-Protected ou "MRAPS") até rifles M-16 de qualidade militar e blindados Humvees. Alguns destes equipamentos estavam à plena vista em Ferguson, Missouri, durante os protestos quanto à morte a tiro do adolescente afro-americano Michael Brown por um polícia branco. 

Porque Baltimore, ao contrário de St. Louis e North Charleston, é considerada como fazendo parte da área da capital nacional de Washington, DC, os media corporativos dos EUA e responsáveis do governo reagiram ao grupo tumultuoso de estudantes afro-americanos do ensino secundário que acompanhou o funeral de Gray com a espécie de alarme existencial habitualmente destinado a nações-estado "ameaçadoras" como o Irão, Venezuela e Coreia do Norte. Os media exprimiram mais simpatia para com a farmácia da cadeia CVS saqueada durante a disputa do que para com a família de Gray, a qual estava a pedir calma e paz. 

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A pirataria do século XVI e a divisão das terras do Novo Mundo

Jornal GGN – O capitão francês René Duguay-Trouin era um obcecado pelas riquezas do Brasil. Durante três anos seguidos ele atacou a costa brasileira, passando por cima das defesas portuguesas e saqueando tudo que fosse possível. Ousado, organizado, ele se aproveitava da surpresa dos defensores e da absoluta incompetência de suas defesas. Essa história está narrada nos diários de viagem deDuguay-Trouin e no excelente vídeo da Agência Fapesp.

Enviado por José C. Lima

Pirataria no século XVI contestava divisão das terras do Novo Mundo entre Espanha e Portugal

Da Agência Fapesp

Pirataria no século XVI contestava divisão das terras do Novo Mundo entre Espanha e Portugal.

Posted by Pesquisa Fapesp on Quinta, 2 de abril de 2015

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Chefe de Inteligência do governo Uribe é condenada na Colômbia

Jornal GGN – A ex-chefe de Inteligência colombiana, María del Pilar Hurtado, foi condenada pela Suprema Corte do país a 14 anos de prisão. Ela foi acusada de espionar ilegalmente defensores dos direitos humanos, jornalistas, políticos e magistrados durante o governo de Álvaro Uribe. O processo judicial demorou quatro anos.

Enviado por Pedro Penido dos Anjos

Condenada a 14 anos a ex-chefe de inteligência de Uribe, na Colômbia

Por Sally Palomino

Do El País

Maria del Pilar Hurtado, ex-chefe da Inteligência colombiana. / FERNANDO VERGARA (AP)

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O jornalismo claudicante, por Luciano Martins Costa

do Observatório da Imprensa

O jornalismo claudicante, por Luciano Martins Costa

A imprensa brasileira parece ter entrado em rota de ziguezague no fim de semana prolongado. Na falta de equipes adequadas à cobertura dos principais acontecimentos do período, que incluiu o feriado do Dia do Trabalho, a solução para preencher o tempo e o espaço foi fazer uma seleção de declarações, explorar factoides e requentar acusações já exploradas em outros carnavais. É como se a redação fosse um corpo com uma perna mais curta que a outra.

No balanço desses dias, registre-se também o esforço que fez a revista Época para apagar a boa impressão criada inicialmente por sua nova direção. A reportagem de capa na qual “acusa” o ex-presidente Lula da Silva de haver atuado como embaixador abrindo mercados para empresas brasileiras no exterior é um primor de manipulação. O “crime” enxergado pela fonte da revista: “Tráfico de influência em transação comercial internacional”. Na lista de negócios obtidos ou incentivados por Lula, o foco são contratos feitos pela empreiteira Odebrecht, principalmente na África e na América Latina, com apoio do BNDES.

Como tem sido praxe no jornalismo brasileiro, há uma escolha seletiva de tempo e acontecimentos e se ignora o contexto em que o assunto deve ser colocado: a Odebrecht já fazia grandes obras na maioria desses países durante o governo do PSDB, e o aval do governo petista foi importante para evitar que algumas mudanças ocorridas nas políticas locais afetassem esses contratos.

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Livro reúne artigos sobre direito antidiscriminatório

Jornal GGN - Será lançado na quinta-feira, 28 de maio, às 18h30, na Livraria Martins Fontes (Avenida Paulista, 509 - térreo - SP) o livro "Direto à Diversidade", coordenado por Carolina Valença Ferraz e Glauber Salomão Leite, mas que conta com a colaboração de mais de 30 autores focados na defesa do respeito às diferenças.

O livro é o conjunto sistematizado de 35 artigos sobre direito à diversidade, de autoria de juristas, professores e operadores do direito de todo o país. Os textos versam, na primeira parte, sobre os aspectos conceituais e estruturantes da matéria. Na segunda parte tratam da análise da tutela jurídica conferida aos grupos populacionais vulneráveis, que são aqueles em que os indivíduos, por diferentes razões, apresentam atributos que os distanciam dos paradigmas sociais e culturais vigentes, a saber: “pessoas com deficiência”, “mulheres”, “homossexuais”, “transgêneros”, integrantes de “grupos étnico-raciais”, “crianças e adolescentes”, “idosos”, “estrangeiros” e “minorias religiosas”.

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Perfil do MPF no Facebook divulga comentários políticos preconceituosos

Ao clicar na reportagem do Ministério Público, outra mudança nas divulgações do órgão é notada
 
 
Jornal GGN - Enquanto procuradores da República, membros da Força Tarefa para as investigações da Lava Jato, utilizam das redes sociais como palco aberto para seus posicionamentos pessoais - como fez Deltan Dallagnol, que recebeu críticas de ativistas e internautas -, a própria página do MPF no Facebook dá abertura para manifestações preconceituosas e partidárias radicais.
 
É o que pode ser comprovado em única publicação. No dia 30 de abril, a rede social compartilhava uma imagem com a mensagem "Lava Jato: Operador financeiro é denunciado por atrapalhar investigação", com o link de uma reportagem do MPF.
 
Os comentários traziam conteúdos agressivos e de acusações ao PT. "Tomara que vocês consigam colocar todos os ladrões na cadeia!!!", disse uma internauta, completando: "Essa de soltar os empresários foi muito dura de engolir. Só podia ser coisa mesmo do PT protegendo seus colaboradores!!!".
 
"O maior câncer do Brasil eh, a forma de Governar o Brasil... sou adepto à INTERVENÇÃO MILITAR, destituição da presidente e todos os seus ministérios, do congresso nacional, e do STF por ser indicado politicamente... e o fazimento de NOVAS ELEIÇÕES com ZERO de candidatos ficha suja, NOVA CONSTITUIÇÃO ORIGINÁRIA com tópicos que são anseios da população, e renovação do CONGRESSO e do STF. Implantação da cominação penal do crime de corrupção para 20 anos inicial sem progressão de regime. CREIO QUE ISSO DIMINUIRIA a corrupção no BRASIL. Sobraria mais dinheiro público para gastar com a população via investimentos, e até suspender alguns impostos", publicou outro internauta.
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Chips veiculares precisam ser instalados até 30 de junho

Jornal GGN – Os Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) já pediram o adiamento, mas por enquanto está mantida em 30 de junho a data limite para que todos os veículos automotores brasileiros – carros, motos, caminhões, reboques e até máquinas agrícolas – possuam chips de identificação eletrônica.

O sistema funciona como uma espécie de placa eletrônica que envia todas as informações de registro dos veículos para as companhias de trânsito, por meio de antenas instaladas nas ruas e avenidas.

A expectativa do governo federal é que isso permita maior controle da frota e melhor fiscalização e gestão do trânsito.

A viabilidade do sistema é discutida desde 2006. Em 2012 se decidiu que os veículos deveriam estar equipados até 1º de janeiro de 2013. No entanto, o prazo foi adiado para 30 de junho. Se for mantido, a partir de 1º julho já serão aplicadas multas para quem descumprir.

Ainda assim, até agora o único estado que adquiriu os equipamentos foi Roraima.

Atualmente, mesmo que o proprietário queira, não vai conseguir fazer a instalação do chip. Na última quinta-feira (29), representantes de dez ministérios se reuniram na sede Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para discutir a medida. Só que nenhuma nova alteração foi divulgada até o momento.

O que está causando dificuldades é a indefinição de quem vai pagar a conta. A resolução 412 do Contran não determina o centro de custos da instalação dos chips e dos demais equipamentos do sistema.

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