newsletter

Luis Nassif Online

Em três anos, foram 1,5 milhão no PRONATEC, 750 mil cisternas instaladas e 22 milhões saíram da extrema pobreza
6 comentários
Vamos tentar armar uma rodada em Santos, se houver tempo para localizar os músicos, sambistas, chorões e agregados
22 comentários
O personagem principal não foi nem um atleta e nem um político, mas a figura do revoltoso cashmere, por Sergio Saraiva
21 comentários

Com vistas a 2018, Alckmin ressuscita o inacreditável Roberto Freire

As análises dos grupos de mídia sobre o ministério de Dilma obedecem ao seguinte manual:

1.     Se for um Ministério eminentemente técnico, critique pelo fato de Dilma enfraquecer a base de apoio. E não elogie pelo fato de ser um Ministério técnico.

2.     Se for um Ministério eminentemente político, critique o fato de Dilma não montar um Ministério técnico. E não reconheça que o Ministério fortaleceu a base de apoio.

3.     Se o Ministério contentar o grupo majoritário de um partido da base, dê a palavra ao grupo minoritário, preferencialmente em off, e coloque as reclamações debaixo de um genérico: “Ministério descontentou partido da base”. Não explique que descontentou apenas o lado minoritário, caso contrário enfraquece a crítica.

Não aplique os mesmos critérios na análise do Secretariado de Alckmin. Na Folha de hoje, diz-se que Alckmin está escolhendo um secretariado com vistas às eleições de 2018. Leia mais »

Média: 4.3 (19 votos)

‘Se eu tivesse um cérebro...’, por Luciano Martins Costa

Por Luciano Martins Costa

Nestes dias entre feriados, os principais jornais de circulação nacional chegam esquálidos aos seus leitores, recheados apenas com a minguada cota de textos e imagens suficientes para completar os cadernos regulamentares. Há poucos anúncios, alguns dos principais colunistas aproveitam para tirar férias e as corriqueiras tempestades de verão, que costumam apanhar milhares de turistas nas estradas, preenchem o espaço das páginas de papel e o tempo dos meios eletrônicos.

No noticiário político, a falta de acontecimentos interessantes faz aumentar ainda mais a já elevada taxa de declarações, mas neste início de verão nem mesmo a troca de ministros é capaz de produzir animação. A imprensa apenas encaminha especulações ou registra nomes cogitados ou confirmados, sem avançar em análises sobre o perfil do futuro governo.

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

soneto da partida, por romério rômulo

 

soneto da partida
 
quando todos partirem
eu vou ficar sem rumo
e o silêncio dos cachorros
vai desabar sobre mim
 
penso nas ladainhas a rezar
nos bancos que serão meus assentos
e na ausência das aves

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Equipe de Pimentel critica transição de governo em Minas

Do Brasil 247

A equipe do governador eleito em Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), tem criticado a transição de governo, que é comandado atualmente por Alberto Pinto Coelho, do PP.

Coelho era vice de Antonio Anastasia (PSDB) e assumiu o cargo em abril desse ano quando o tucano deixou o governo para se dedicar à campanha presidencial do senador Aécio Neves (PSDB).

A avaliação da equipe que entra, segundo nota da coluna Painel, da jornalista Vera Magalhães, é a de que a passagem de bastão "deixou a desejar".

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

O Capim Limão de Raul Misturada & Bruno Moritz

Ganhei do amigo Manuel Jimenz esse CAPIM LIMÃO, fruto do esforço conjunto dos artistas pernambucano Raul Misturada e do catarinense Bruno Moritz. Desse excelente disco fiz uma saborosa limonada e, como não poderia deixar de ser, um reconfortante chá de capim limão que divido com todo mundo. Divido-o, porém, em doses homeopáticas, a fim de que todos tenham a curiosidade de ouvi-lo por inteiro e comprem o disco. Afinal, esse foi lançado em 2012, é de excelente qualidade e os artistas são jovens e merecem ser prestigiados.

Leia mais »

Vídeos

Veja o vídeo
Veja o vídeo
Média: 5 (1 voto)

O choro contagiante do “Só Alegria”, por Aquiles Rique Reis

Na coluna da semana passada, numa tentativa de prolongar os bons momentos vividos em Jericoacoara, durante a sexta edição do Festival Choro Jazz, eu comentei o CD do Duo Taufic. Seguindo nesta tentativa, para que as lembranças não se apaguem inteiramente, rememorarei o show do quarteto Só Alegria, que tocou músicas do seu primeiro CD, cujo título traz o nome do grupo estampado na capa: Só Alegria (independente).

Os seus integrantes Celsinho Silva (pandeiro e percussão) – ele que é filho de Jorginho do Pandeiro, um exemplo de pandeirista/percussionista –, Eduardo Neves (flauta, pícollo, saxofones tenor e soprano),  Luis Barcelos (bandolim de dez cordas e violão tenor) e Rogério Caetano (violão de sete cordas de aço), selecionaram para sua apresentação na pracinha de Jeri, todas as onze faixas do álbum recém-lançado, e outras duas “Bole, Bole” (Jacob do Bandolim) e “Caminhando” (Nelson Cavaquinho). Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Eles escolheram a barbárie, por rdmaestri

Qualquer ministro de relações exteriores dos países europeus ou dos Estados Unidos do século XIX para os dias de hoje, sabia perfeitamente que para dominar os recursos naturais de um país periférico qualquer havia um protocolo que era repetido a exaustão.

Existia um governo neste país periférico que por diversos motivos não estava muito disposto a exportar seus recursos naturais, os motivos podiam ser desde fechamento natural da economia do país, causas religiosas ou até pretensões nacionalistas.

Existia um país ou um grupo de países que desejava tomar posse direta ou indiretamente desses recursos naturais.

O segundo grupo, promovia uma guerra entre países vizinhos, ou um golpe, ou mesmo uma revolução que derrubava o governo do país que relutava em abrir o seu mercado, para culminar na regra de ouro, a colocação de um governo qualquer, corrupto ou não, que abriria os seus recursos aos países interessados.

Em resumo, antes do começo da revolução ou golpe, os futuros governantes que seriam apoiados pelos países mais desenvolvidos já estavam comprometidos com a manutenção do suprimento da matéria prima até a exaustão da mesma. Leia mais »

Média: 4.9 (7 votos)

A escolha de ministros e a impossibilidade da solução perfeita

Por Anna Dutra

 

Duas coisas me chamam a atenção sempre que o Ministério é o assunto: primeiro, uma visão um tanto ingênua de que é possível formá-lo somente com base no que se deseja. Há uma série de variáveis sequer imaginadas por quem está distante do processo de escolha. Gostamos dos nomes? Não; em várias das escolhas identificamos quer uma guinada para atender aos adversários, quer um distanciamento do tema, quer uma suposta irrelevancia do ministro/ministeriavel.

E tudo isto incomoda também a mim, mas a prerrogativa e a responsabilidade da escolha está nas mãos da Presidenta e seus conselheiros diretos. Um segundo ponto, é este exercício de futurologia: se o Ministro fosse A, B ou C, todos de nosso gosto, teríamos um céu de brigadeiro à frente pelos próximos 4 anos até a chegada de Lula. Sabemos todos, adultos que somos, que não está ao nosso alcance saber o que se daria. E que não haverá céu de brigadeiro em nenhuma hipótese, quaisquer que sejam os escolhidos.

Leia mais »

Média: 3.3 (7 votos)

Brasil Sem Miséria, um programa que antecipou todas as metas

Jornal GGN - O Plano Brasil Sem Miséria foi lançado em junho de 2011. O resultado foi 22 milhões de pessoas que saíram da miséria extrema. "O que não é notícia é o programa que dá certo. Nós lançamos no dia 2 de junho um conjunto de metas, o que a presidenta disse: eu vou garantir 1 milhão de vagas de curso de qualificação profissional, eu vou dar acesso ao microempreendedorismo individual, e eu vou construir 750 mil cisternas, ações que compõem o Brasil Sem Miséria, com prazo até 31 de dezembro de 2014. Todas as metas nós cumprimos antes", disse a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, em exclusiva ao Jornal GGN.

Pautado em três principais eixos que garantissem o aumento de oportunidades e a melhoria da renda e bem-estar, o Plano visava: a garantia de renda, a inclusão produtiva urbana e rural e o acesso a serviços. 

Para a garantia de renda, o Bolsa Família tirou 22 milhões de pessoas da extrema pobreza, com benefício médio mensal que aumentou 84% acima da inflação e mais de 1,37 milhão de famílias foram localizadas e incluídas no Cadastro Único com a Busca Ativa.

Leia mais »

Média: 4.7 (13 votos)

A maravilhosa Maya Plisetskaya, em 1974

Enviado por Almeida

Como a Rosa Desfolhada, por Ezequiel Moreira & Jacques Klein



Esse vídeo da RadioSantos, tirado do balé "Anna Karenina", me lembrou outro, de 1960, a mesma Maya Plisetskaya, no papel de Laurencia, em câmara lenta, ao som de Chopin executado por Arthur Rubinstein.

 

Média: 3 (6 votos)

Um dia suave com a gaita de Robert Bonfiglio

Enviado por Almeida

Canção do Marinheiro, Heitor Villa-Lobos

Com a New York Chamber Orchestra, conduzida por Gerard Schwarz.

Ilustrações: obras de João Batista Castagneto (1851- 1900) e Eduardo de Martino (1838- 1912).


Leia mais »

Média: 3.7 (3 votos)

Spruille Braden, o Embaixador do Imperialismo

Por Motta Araújo
 

Ontem falei aqui de Adolf Berle Jr., Embaixador americano no Brasil em 1945, que deu apoio à queda do então ditador Getulio Vargas. Hoje o personagem é um Embaixador bem mais grosso, Spruille Braden, que foi chefe da missão americana na Colombia (1939-1942), depois Cuba e em 1945 na Argentina, portanto contemporaneo de Berle.

Braden era um engenheiro de minas, sua familia tinha no Chile uma grande mineradora de cobre, a Braden Mining Company. Foi um grande articulador dos interesses dos EUA contra a enorme influencia alemã na Colombia, sua fama veio da chefia da Embaixada na Argentina quando entrou em conflito com Peron, que o expulsou do Pais, um rompimento que deixou cicatrizes até hoje. Os peronistas encheram as ruas de Buenos Aires com cartazes ""Braden o Peron"", manifestações de rua exibidas em todos os jornais do mundo. Saindo de Buenos Aires Braden, já no governo Truman, tornou-se Secretario Assistente de Estado para a America Latina, o mesmo cargo ocupado antes por Adolf Berle.

Em 1954, grande acionista da United Fruit, foi o articulador do golpe que derrubou o Presidente esquerdista da Guatemala, Jacobo Arbenz.

Leia mais »
Média: 3 (4 votos)

A importância de existir, ou a felicidade não se compra

Por Jota A. Botelho



A Saideira do Natal com "A Felicidade Não Se Compra"

A FELICIDADE NÃO SE COMPRA

Valorizar a vida é um ato de bravura. Covardia é negá-la. Morrer é tão fácil, basta querer se matar. Mas viver, viver mesmo, ah, isso aí é outra história. Embora, viver é perigoso, já dizia Guimarães Rosa. Mas entre a bravura e a covardia existe uma tênue distancia, e o que nos parecem fracos ou fortes diante da vida nos remetem a julgamentos pelos quais nem sempre estamos preparados a dar-lhes uma sentença definita. Afinal, mesmo se estamos em permanente julgamento, o ato de estar vivo jamais pode ser visto como se vivêssemos n’algum tribunal. Se somos de fato o somatório de todos os nossos dias, bons e ruins, também somos a herança daquilo que já existia antes de nós. E mais, a soma de todos os nossos atos. Como bom heraclitiano que sou, peço emprestado um de seus ensinamentos. Algo que li em algum canto e volta e meia me vem à mente, de memória: "Podemos percorrer todos os caminhos, da ciência, da cultura ou do amor, mas jamais entenderemos o ser humano de forma absoluta, pois tão profundo é o seu logos". 'Logos' aqui pode ser entendido como razão.

Esta pequena introdução se deve a obra-prima que iremos tratar aqui e que se tornou um cult natalino. Uma história tão atemporal que é reimaginada sempre que chega esta data. E a sua mensagem de Natal nem precisa recorrer ao capitalismo predatório e consumista de presentes ou ao misticismo das renas do pólo norte e do bom velhinho para funcionar.  Também é engraçado observar como o drama não operaria sem a presença do dinheiro. Tudo na realidade ocorre devido a existência de uma pequena 'Factoring' que emprestava dinheiro para a compra da casa própria e outros investimentos, mas estava sendo sufocada por um grande banco voraz e inescrupuloso, o que faz com que permaneça tão atual o contexto da crise econômica mundial e, especialmente, a crise imobiliária que ocorrera nos Estados Unidos recentemente. Desta forma, a imagem de um corvo de estimação sobre a maquete, mostrada no filme, é um símbolo mais que oportuno. Ele representa o Sr. Potter (Lionel Barrymore), um homem frio e calculista, cujo único objetivo é acumular riquezas sobre a miséria dos demais habitantes da cidade de Bedford Falls. A ameaça provocada por esse corvo é paralelamente igual à de muitos norte-americanos despejados por não cumprir o pagamento da hipoteca e obrigados a morar em casebres subumanos cujo aluguel é quase tão maior quanto o que pagavam anteriormente.

Leia mais »

Média: 5 (5 votos)

Ode aos medíocres

Por Sergio Saraiva

Ou, jingle bells, jingle bells, meu Papai Noel é cruel.

Malditos sejam os medíocres.

Permito-me, por vezes, a fantasia. Da mesma sorte de um mundo em paz, a ilusão de um mundo sem medíocres. Fora dos devaneios, abomino o medíocre ainda que o creia tão inevitável quanto as bactérias que povoam o meu redor.

Apenas que nenhuma bactéria é medíocre, mas os medíocres são bacterianos – patológicos oportunistas.

Medito, no entanto, sobre tal condição humana – a mediocridade. Medito sobre os medíocres que, por humano, sou um deles.

Medito, então, não sobre o que temos de pequenos, pois que há pequenos grandes, mas sobre o que temos de apequenados. Não sobre como são comuns os medíocres, cotidianos, mas sobre como somos vulgares, quando não grosseiros.

Não ególatras, já que mesmo para tanto faz se necessária a noção de grandeza. Egoístas. Os medíocres não desejam, não anseiam, se recolhem no seu conformismo invejoso. Nem humildes, nem orgulhosos, nem iguais – subalternos mesquinhos.

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Pearl Jam com "Yellow Ledbetter" no Madison Square Garden em 2003

Por Alessandre de Argolo

Recentemente, por ocasião das comemorações do aniversário de 50 anos de Eddie Vedder, vocalista da banda americana Pearl Jam, o site Loudwire publicou uma lista com as assim por ele consideradas 10 melhores cançoes da banda. Em 2º lugar ficou a bela canção "Yellow Ledbetter", que foi lançada originalmente como "lado B" do single de "Jeremy", um dos grandes sucessos da banda, canção do primeiro álbum, Ten (1991).

Em 1994, "Yellow Ledbetter" se tornou um grande sucesso nas rádios americanas, com os seus riffs que lembravam muito Jimmy Hendrix e uma bela melodia. A canção foi relançada no álbum Lost Dogs, de 2003, que contém uma compilação de canções não lançadas nos álbuns anteriores do Pearl Jam.

Segue vídeo do Pearl Jam desempenhando ao vivo, no Madison Square Garden, Nova Iorque, "Yellow Ledbetter", 08 de julho de 2003:

Leia mais »

Média: 3 (8 votos)