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Luis Nassif Online

Modelo de desenvolvimento que priorizou a indústria automotiva e a construção civil condenou as cidades; por Luis Nassif
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Maria da Conceição Tavares acredita que dificilmente será repetido um momento de crescimento acelerado; por Luis Nassif
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Inspirado numa afronta ao governo Barack Obama, relatório excede análise econômica e discute atitudes do PT
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Distribuidoras de energia receberão empréstimos de R$ 6,5 bi

Jornal GGN - O governo federal vai cobrir o déficit das distribuidoras de energia que tiveram gastos extras com compra de eletricidade no mercado de curto prazo. Depois de um aporte de R$ 11,2 bilhões, em abril, a previsão é que os novos empréstimos somem R$ 6,5 bilhões.

Como as distribuidoras estão pagando valores mais altos às geradoras devido ao término de contratos e ao custo maior da energia das termelétricas, o governo decidiu cobrir integralmente os prejuízos.

Os bancos a disponibilizarem os empréstimos serão os mesmos da rodada de abril. Além disso, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) também deve aderir.

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Tucanos se incomodam com campanha de Alckmin para Campos

Jornal GGN - Segundo a coluna Painel, da Folha de São Paulo, o PSDB nacional está incomodado com o apoio de Geraldo Alckmin a Eduardo Campos, presidenciável do PSB. O comitê de Aécio Neves teria se irritado com a decisão de Alckmin de subir no palanque com Campos, e se preocupam com os votos no maior colégio eleitoral do país. Já os aliados do tucano paulista acreditam que o sucesso de Campos é essencial para que a eleição presidencial vá para o segundo turno.

Enviado por Assis Ribeiro

Da Folha

Divisão no palanque

Bernardo Mello Franco

A decisão do tucano Geraldo Alckmin de subir no palanque de Eduardo Campos (PSB) causou irritação no comitê de Aécio Neves (PSDB). A campanha foi surpreendida com a declaração do governador de que terá "muita alegria" em pedir votos ao lado do pernambucano. "Nós não estávamos contando com isso. Obviamente não é um fato positivo", diz um aliado próximo a Aécio. Sem uma vitória expressiva em São Paulo, o mineiro considera impossível chegar à Presidência.

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O papel de Mercadante no período pré-eleitoral

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Jornal GGN - Matéria da Istoé mostra o papel do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, no período pré-eleitoral, assumindo a coordenação entre os ministérios e a interlocução entre o governo federal e os governos estaduais. Mercadante também teve participação da organização da Copa do Mundo e foi encarregado de elaborar um plano para melhorar a execução orçamentária do PAC. A matéria também mostra que o ministro está confiante na reeleição de Dilma Rousseff.  “Participei de todas as coordenações de campanha desde 1989. Com essa experiência, reafirmo: Dilma não perde a eleição”.

Enviado por Assis Ribeiro

Da Istoé

O poderoso Mercadante

Com prestígio em alta, o ministro da Casa Civil acumula responsabilidades administrativas, coordena os demais ministérios e ajuda a fazer a ponte entre o Congresso e governos regionais, no momento em que Dilma precisa de tempo para se dedicar à reeleição

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Janot arquiva investigação sobre Pasadena

Enviado por Assis Ribeiro

Da Agência Brasil

Janot arquiva representação contra compra da Refinaria de Pasadena

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, arquivou hoje (23) um pedido de investigação protocolado por um grupo de senadores contra o Conselho de Administração da Petrobras e a presidenta Dilma Rousseff para apurar  supostas irregularidades na compra da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, em 2006. Na época, Dilma presidia o conselho.
 
Na decisão, Janot reconhece que a operação pode ter provocado prejuízos financeiros, mas ressalta que a decisão do Conselho de Administração que aprovou a compra, por unanimidade, estava alinhada com o planejamento da Petrobras e seguiu as regras do estatuto da empresa.

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A questão do daltonismo nas obras de Van Gogh

Enviado por MiriamL

Do Sul 21

As verdadeiras cores de Van Gogh

   

A Vinha Encarnada, único quadro que Van Gogh conseguiu vender em vida

Milton Ribeiro, daltônico (*)

No dia 27 de julho de 1890, depois de meses de intensa atividade criativa — nesta época pintava, em média, um quadro por dia –, Vincent Van Gogh (1853-1890) saiu para uma caminhada durante a qual disparou um tiro em seu próprio peito. Arrastou-se de volta à pensão onde estava instalado e morreu dois dias depois, nos braços de seu irmão Theo. Suas últimas palavras teriam sido: “La tristesse durera toujours” (em francês, “A tristeza durará para sempre”). Onze anos depois, em 1901, era inaugurada a hoje célebre exposição Van Gogh em Paris. Era uma mostra de um artista absolutamente obscuro. Nela, havia 71 quadros do pintor que vendera uma única tela em vida – A Vinha Encarnada – , por cerca de R$ 800,00, em valores de hoje.

Cem anos após sua morte, em 1990, um de seus trabalhos, O Retrato do Dr. Gachet, foi vendido por US$ 82,5 milhões. Van Gogh não é um caso único. Por exemplo, Johann Sebastian Bach era considerado apenas um bom músico e um compositor antiquado no século XVIII;  Franz Kafka era tímido e problemático demais para apresentar seus trabalhos – tendo pouco publicado em vida e feito seu amigo Max Brod prometer que destruiria o restante, promessa não cumprida. Porém, talvez Van Gogh seja o caso de maior contraste entre uma vida secreta e uma unânime consagração póstuma.

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Demora com racionamento poderá agravar crise da água

TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO


Volume útil  do Sistema Cantareira chegou a zero há três semanas (Thiago Queiroz)

Jornal GGN - Com o agravamento da crise hídrica, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) propõe  retirar uma segunda cota do volume morto do Sistema Cantareira. A empresa A concessionária busca aval dos órgãos gestores para captar mais 116 bilhões de litros da reserva profunda, além dos dos 182,5 bilhões que começaram a ser captados em junho e que devem acabar entre outubro e novembro. Antonio Carlos Zuffo, diretor do departamento de hidrologia da Unicamp, compara a situação com um empréstimo bancário no cheque especial. “Essa fatura ficará mais cara em 2015, porque vamos começar o ano no negativo. A crise será ainda pior”.

Do Estadão

 
FABIO LEITE - O ESTADO DE S. PAULO
 
Concessionária busca aval dos órgãos gestores para captar mais 116 bilhões de litros do volume morto dos reservatórios

SÃO PAULO - A proposta da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para retirar uma segunda cota do volume morto do Sistema Cantareira, sem reduzir a vazão captada, pode deixar o nível do principal manancial paulista no vermelho em até 30% para o início de 2015.

A concessionária busca aval dos órgãos gestores para captar mais 116 bilhões de litros da reserva profunda dos reservatórios, além dos 182,5 bilhões que começaram a ser sugados em junho e devem acabar entre outubro e novembro.

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A recomposição da memória através da divulgação de documentos sobre a ditadura

Enviado por lucascosta

Do Le Monde Diplomatique

Quem está com a verdade, quem está com a mentira?

por Belisário dos Santos Jr. , Inês Virginia Prado Soares

O golpe civil-militar de 1964 tem lacunas que começam a ser preenchidas por acervos guardados com particulares − por exemplo, na casa do recém-falecido coronel Malhães − ou mesmo em órgãos públicos, como a Escola Superior de Guerra. Os noticiários divulgaram nos últimos meses informações sobre papéis que comprovam os crimes (inclusive o assassinato de Rubens Paiva) e a cooperação de empresários com o regime autoritário.

O exercício da memória, com novas revelações de testemunhas presenciais, a divulgação de documentos mantidos sob sigilo, aqui e no exterior, e iniciativas como o Brasil Nunca Mais, o Dossiê de Mortos e Desaparecidos Políticos e os acervos reunidos no Memórias Reveladas ajudam nessa recomposição da verdade.

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O Santander e a lobotomia de uma Nação, por Saul Leblon

Enviado por emerson57

Da Carta Maior Leia mais »

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Razões do risco à reeleição de Dilma, por Aldo Fornazieri

As últimas rodadas de pesquisa mostram que Dilma ainda lidera, mas que há um risco importante à sua caminhada à reeleição. Ela entrou favorita na campanha, mas com alta rejeição, com queda na avaliação positiva do governo, com crescimento da avaliação negativa, com sério risco das curvas da avaliação positiva e negativa se cruzarem e com viés de baixa nas intenções de voto. É bem verdade que os candidatos de oposição não se moveram significativamente. Mas nas simulações de segundo turno, Dilma tem seu favoritismo cada vez mais ameaçado.

O fato é que, neste momento, existe uma indefinição do eleitorado e o quadro poderá mudar, tanto no sentido de favorecer a reeleição de Dilma, quanto para decretar-lhe a derrota. Tudo depende de como o jogo político será jogado, pois se existem razões que fazem com que o eleitor queria a mudança de governo, também existem razões para que se queira a continuidade do atual governo. É nesse cenário de ambiguidades e paradoxos conjunturais que as estratégias eleitorais terão que navegar e os candidatos terão que se bater. Dada a instabilidade da conjuntura, um erro de avaliação ou de enfoque estratégico poderá colocar tudo a perder.

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Brasil 2015: o sistema de inovação descontinuado

Um dos grandes ativos do governo Dilma Rousseff foi ter montado programas nacionais em parceria com as grandes confederações empresariais - da Indústria, Agricultura, Serviços e Transportes.

Aproveitou a capilaridade das organizações, seu acesso óbvio ao meio empresarial representado. Montado no âmbito da CNI (Confederação Nacional da Indústria), por exemplo, o MEI (Movimento Empresarial pela Inovação) tem mobilizado grandes grupos para levar inovação a pequenas e micro empresas, por exemplo.

Mas não se vá exagerar a ponto das Confederações levarem os freios à boca.

É o caso das Plataformas do Conhecimento - projeto em andamento, sob coordenação da CNI - que na prática significará um enorme retrocesso em relação ao sistema nacional de inovação.

A lógica do sistema

O conceito de sistema tem que permear todas as políticas públicas.  A definição mais simples de sistema é "combinação de partes que, coordenadas, concorrem para certo fim".

Definido um objetivo, a montagem do sistema consiste em identificar todos os setores envolvidos, a contribuição que cada um pode trazer para o resultado final e a definição clara das atribuições individuais dentro do esforço coletivo.

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O Estatuto das Guardas Municipais e a municipalização do policiamento

Enviado por Jorge Lima

Há alguns anos escrevi um texto, publicado aqui, defendendo a municipalização do policiamento ostensivo. O Congresso deu um importante passo nesse sentido com a aprovação do Estatuto das Guardas Municipais. Para que se avance mais na modernização do modelo atual, é preciso acabar com o Inquérito Policial, estabelecer Juizados de Instrução e instituir a carreira única nas polícias estaduais.

Do Conjur

 
Por Vladimir Passos de Freitas

Escrevo Polícia mesmo sabendo que o nome é Guarda Municipal, porque, na realidade, é de Polícia mesmo que se trata. O rótulo não altera o conteúdo. O Senado aprovou no dia 16 passado o PL 39/2014 que cria o Estatuto Geral das Guardas Municipais, cujo texto ainda não foi disponibilizado na internet. Face ao interesse que o assunto desperta, escrevo valendo-me do Projeto de Lei 1.332 que desde 2003 tramitava na Câmara dos Deputados e que foi aprovado naquela casa em 23 de abril passado.

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A falta de regulamentação das propagandas de cerveja

Enviado por Felis

Da Carta Capital

Propagandas de cerveja: a ressaca da Copa

Uma vez mais, convidamos o Instituto Alana, parceiro do Intervozes, pra tratar de um tema fundamental no debate sobre o setor midiático no país e que, não coincidentemente, segue silenciado: o excesso das propagandas de cerveja nos meios de comunicação de massa.

Por Renato Godoy*

As marcas de cerveja contracenaram com os protagonistas do maior evento esportivo do mundo sob o olhar atento de crianças e jovens. Lojas da Budweiser, abertas a todas as idades, ostentavam um amplo telão nos aeroportos das cidades-sede da Copa do Mundo da Fifa. O solo da Granja Comary, centro de treinamento da seleção brasileira, também foi utilizado para plantar cevada de uma edição especial da Brahma, anunciada pelo então popular Luiz Felipe Scolari.

O estádio com a maior média de gols da Copa foi o da Arena Itaipava, em Salvador. A cervejaria carioca também dá nome ao estádio que recebeu os jogos em Recife. A cada seleção em campo, diferentes marcas de cerveja despontavam nas placas ao redor do gramado. Quilmes para os argentinos, Beck’s para os alemães, Brahma para os brasileiros, Jupiler para belgas e holandeses e Budweiser para as demais praças. Todas pertencentes ao grupo AB Inbev, maior conglomerado do setor de bebidas do mundo, que controla 14% do mercado global de cerveja.

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Paulo André e o projeto de renegociação das dívidas dos clubes de futebol

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Enviado por Lucio Vieira

Alguém que realmente esteja pensando no esporte. Veja a duro do Paulo André em carta para o Bom Senso, reproduzida no blog do Juca Kfouri. Ele tem argumentos e seriedade.
 
Do Blog do Juca
 

POR PAULO ANDRÉ, do Bom Senso FC

Vou explicar porque sou CONTRA o projeto de lei de responsabilidade fiscal do esporte que propõe parcelar a dívida dos clubes. Do jeito que está, ele exige apenas a apresentação da CND (Certidão Negativa de Débito), uma vez por ano, como garantia “inquestionável” de uma gestão transparente no futebol nacional. Isso é uma vergonha e justifica o desespero dos dirigentes e a pressão da “bancada da bola” para aprová-lo urgentemente, como ficou claro na última sexta feira, quando os presidentes de clubes se encontraram com a Presidente Dilma.

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Para FHC, tempo de TV perdeu importância para mídias sociais

Jornal GGN - Em entrevista ao Estadão, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou que a propaganda eleitoral na TV aberta terá um peso menor nestas eleições em razão do crescimento das mídias sociais. "Eu não sei se a campanha vai ser decidida na televisão", diz, ao mesmo tempo que considera importante fazer um bom programa eleitoral na televisão: "É preciso que o candidato desempenhe (...) não é só o que você fala, é como você fala, qual é o seu jeitão. (...) Eu acho que o Aécio tem um bom jeitão". Para FHC, a rejeição será um fator decisivo no segundo turno.

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Aos 83 anos, Hilda Furacão vive em um asilo em Buenos Aires

Do Estado de Minas

 
Aos 83 anos, ela relembra seu relacionamento com o marido, o jogador de futebol Paulo Valentim
 
Ivan Drummond
 


Buenos Aires – “A Hilda Furacão, onde ela estiver…”. Essa é a última das muitas dedicatórias que Roberto Drummond (1939-2002) faz no livro Hilda Furacão (1991, Geração Editorial). Pois a verdadeira personagem, viúva do jogador de futebol Paulo Valentim, ídolo do Atlético, Botafogo, Boca Juniors – jogou ainda no Atlante (México) –, batizada Hilda Maia Valentim, está viva, com 83 anos. Solitária, mora em um asilo, o Hogar Guillermo Rawson, no Bairro Jujuy, em Buenos Aires. Quem paga as despesas é o município portenho. Não há mais o glamour e o luxo dos tempos dourados na capital argentina, nem resquícios da vida na zona boêmia de Belo Horizonte, que a tornou famosa nos anos 1950. A realidade da mulher, que na obra de ficção de um dos maiores escritores mineiros se chamava Hilda Gualtieri von Echveger, é outra, completamente diferente da personagem da literatura. Ela, aliás, nunca frequentou o Minas Tênis Clube. Nem sequer sabe onde fica.

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