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Luis Nassif Online

Sem fio condutor da boa política econômica, o resultado é o afloramento dos ressentimentos e do ódio; por Luis Nassif
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Equilibrista, o presidente da Câmara sonha com a possibilidade de ganhar blindagem, caso seu nome surja na Lava Jato
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Como as energias renováveis podem ajudar a equilibrar o sistema elétrico brasileiro?
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Padre Antônio Vieira e a delação premiada

Enviado por Alfredo Maria

DELAÇÃO PREMIADA, prisão preventiva, delatores, delatados e inquisidores, segundo o Padre Antônio Vieira, in De Profecia e Inquisição, p. 175 e ss:

5.º Disse -- réus -- e não disse bem, porque nem todos os réus são presos, nem todos os presos são réus; porém como em todo o tempo que corre entre a prisão e a sentença, todos são tratados igualmente com a mesma severidade e opressão, é força coligir que desde o instante da prisão os têm os inquisidores por condenados na sua idéia; porém enfim se descobre seu abuso, porque a primeira sentença imaginária dos mesmos inquisidores, que os maltratam no cárcere, como réus, é derrogada pela segunda, que os qualifica e trata como inocentes, restituindo-lhes honra, liberdade e fazenda.

6.º Vedes aqui as ações da inquisição diametralmente opostas; porque, antes de lhe constar da culpa do preso, trata-o como réu, contra toda a razão, contra toda a justiça, e contra toda a humanidade, e depois de cerrado o processo o declara livre por inocente.

7.º Responderão que onde há indícios de delito se podem ou devem tratar os presos como réus, assegurando-os em o cárcere: não impugno isto, porém seja cárcere que os segure como pessoas indiciadas, não que as atormente como convencidas, condenadas e contumazes, como fazem, enterrando indiferentemente a uns e outros em calabouços subterrâneos, obscuros, e asquerosos por si, e pela muita imundícia que os faz infeccionados, sem que os alimpem senão uma vez cada quinze dias, ou três semanas.

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Show em homenagem ao Rio de Janeiro

Seleção especial feita pelo maestro Luciano Hortencio

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Os grupos por trás dos movimentos de massa, por André B.

Os grupos por trás dos movimentos de massa

Por André B.

Toda análise política que insiste na pura 'espontaneidade' para explicar movimentos persistentes de massa é falha. Movimentos de massa não persistem e não crescem sem a vontade de algum(uns) grupo(s), sem organização que lhe forneça recursos políticos, ideológicos e materiais e sem lideranças que se dediquem a essa organização.

Pode se estar na pior das situações mas sem um grupo ou grupos que organizem a insatisfação da massa o resultado pode ser simplesmente a apatia, a indiferença, movimentos fragmentados e sem continuidade e a busca por saídas individuais.

O puro espontaneismo é o mito reverso da teoria abrangente da conspiração. Nada é totalmente planejado, mas nada que persista e cresça é totalmente espontâneo. Mesmo que as lideranças e a organização tenham surgido inicialmente de forma espontânea só se sustentam no longo prazo se contarem com algum tipo de apoio.

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Alckmin reduz investimentos em infraestrutura e mobilidade

Jornal GGN – O governador Geraldo Alckmin reduziu, nos últimos tempos, o ritmo de algumas das principais obras de mobilidade de sua gestão. E parou outras. Em janeiro, Alckmin anunciou o contingenciamento de R$ 6,6 bilhões gastos, mas disse que o corte afetaria apenas o custeio de fundações e de funções comissionadas e que não chegaria aos investimentos. Agora, os relatos são de demissões em massa nos canteiros de obras.

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Mercedita – Marcelo Loureiro

Enviado por José Robson

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Patricia Caldas canta “Meu Rio”

Enviado por Romério Rômulo

Patricia Caldas canta “Meu Rio”

produção: Adelzon Alves

direção, arranjos, violão: Hélio Delmiro

sopros: Zé da Velha e Silvério Pontes

piano: Leandro Braga.

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Isis e História: a Idade do Giz

Enviado por Adir Tavares

Isis e História: a Idade do Giz

Do Informação Incorrecta

Sábado, dia da Cultura!

Então, já viram o vídeo? Eis como o pseudo-Califado trata a Cultura:

Os fanáticos do Isis atacaram o museu de Mosul e destruíram achados de valor inestimável, arte com 9.000 anos de idade. Desta vez não com facas mas com martelos, apesar do resultado ser o mesmo: há sempre uma vítima e desta vez é a Cultura.

Estas imagens deram volta ao Mundo, semeando o horror: já não há palavras.

Devem ser travados? Do meu ponto de vista não.

Até quando estes "radicais islâmicos" destruírem este tipo de Arte, acho não haver problema.

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Rivotril, 20/15mg, por Romério Rômulo

Rivotril, 20/15mg

Por Romério Rômulo

Considerando o sábado apocalíptico aqui:

 

o poema, moça bela, é uma bala

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Cidade Maravilhosa

Enviado por Luciano Hortêncio

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Bach entre o Hammond e o Mellotron

Enviado por Morallis

Se havia John Lord, Keith Emerson,Rick Wackeman entre outros havia "Pierre Van der linden" e tantos outros de primeira.

"Trace" banda holandesa de renome.

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O pássaro expiatório e o Dia da Danação. Para Joanas e Mirunas

Por Sergio Saraiva

E chegou aos Seus ouvidos que ao pássaro expiatório era dedicado amor.

Encolerizou-se o Senhor.

O pássaro expiatório, por óbvio e função, não existe para ser amado.

Não trata-se do cordeiro de Deus, cujo sangue em sacrifício retira os pecados do mundo.

Não. O pássaro expiatório deve ser e permanecer o símbolo do pecado do mundo. Deve ser, aos olhos do homem, a mácula indelével que o lembre, a cada dia, dos seus próprios pecados e da punição consequente.

O amor redime e o pássaro expiatório não pode ser redimido.

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Mercosul aprova placas unificadas para os veículos do bloco

Enviado por Nilva de Souza

Mercosul aprova modelo de placas unificadas para veículos do bloco

Do Blog do Planalto

Foi aprovado neste sábado (28) o modelo da placa unificada para veículos dos cinco países que fazem parte do Mercosul – Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Em reunião nesta tarde no Uruguai, a presidenta Dilma Rousseff disse que a placa unificada é o início da integração entre o bloco em termos de movimentação de pessoas.

Dilma Rousseff e José Mujica apresentam novo modelo de placa unificado para veículos dos países do Mercosul. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

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O preconceito exclui pessoas com deficiência, por Vivian Alt

Enviado por Nilva de Souza

Como o preconceito exclui pessoas com deficiência

Por Vivian Alt

Da Politike.cartacapital

Ausência de políticas públicas e rejeição familiar violam direitos humanos

Em fevereiro de 2015, o mundo conheceu a história de Leo, o recém-nascido portador de Síndrome de Down na Armênia que foi rejeitado pela mãe após o parto.  O pai se recusou a abandona-lo e a mãe pediu o divórcio. A história foi divulgada no Brasil pelo senador Romário Faria, um dos principais ativistas pela inclusão de pessoas com deficiência no País. Em novembro de 2014, um episódio ainda mais dramático chegou aos noticiários mundiais: crianças em uma instituição pública para pessoas com deficiência naGrécia eram mantidas trancafiadas em jaulas. Jaulas, como se fossem animais! Essa sequência de acontecimentos em países europeus colocou em pauta uma questão de enorme importância que, contudo, é frequentemente esquecida: a proteção de direitos humanos de pessoas com deficiência.

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El Rey Tito Puente

Enviado por JNS

El Rey Tito Puente

Puente, o líder de banda e percussionista que ajudou a popularizar a música latina de dança na América, criou uma das  mais importantes do hibridações do Jazz. 

TropiJazz All Stars , Manhattan Center Studios , New York City , 2010

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Modernidades: Fotografia Brasileira (1940-1964)

Enviado por Alfeu

Modernidades: Fotografia Brasileira (1940-1964)

Do Gulbenkian Próximo Futuro

Uma exposição da Coleção do Instituto Moreira Salles coproduzida com o Staatliche Museen zu Berlin, o Programa Gulbenkian Próximo Futuro e a Delegação em França, com fotografias de José Medeiros, Thomaz Farkas, Marcel Gautherot e Hans Gunter Flieg.

© José Medeiros. A pedra da Gávea, o morro dos Dois Irmãos e as praias de Ipanema e do Leblon, Rio de Janeiro, 1952

 

Nesta mostra significativa, na Fundação Calouste Gulbenkian, quatro fotógrafos exemplarmente escolhidos captam o caminho do Brasil rumo ao modernismo. Três deles eram emigrantes europeus: Thomaz Farkas era húngaro, Marcel Gautherot veio de França, e Hans Gunter Flieg nasceu na Alemanha. As suas raízes estrangeiras apenas sublinham a atração internacional do Brasil nos anos que se seguiram à Segunda Guerra até ao início da ditadura militar brasileira em 1964.

José Medeiros é lembrado como o clássico fotojornalista do país nos anos 40 e 50. As suas reportagens fotográficas para a importante revista ilustrada O Cruzeiro capturaram a vida no Rio de Janeiro, as praias e o Carnaval, bem como os acontecimentos sociais e os rituais da classe alta. Em contraste, produziu imagens que retratavam o interior. Estas mostram a introdução da tecnologia no mundo dos índios e o culto mágico do Candomblé.

Desde cedo familiarizado com o estilo do europeu da “Nova Visão” ou Neues Sehen, Thomas Farkas aplicou o estilo austero aos seus estudos das formas quando ainda era um adolescente, nas suas representações do Estádio de Pacaembu, ou de outros edifícios emblemáticos dos anos 1940 em São Paulo. Membro destacado do Foto Cine Clube Bandeirante, o conjunto do seu trabalho representa a procura incessante de novas linguagens visuais. Nos seus últimos anos, abandonou o estilo fotográfico centrado nas formas, passando para uma abordagem mais marcadamente fotojornalística, patente, por exemplo, nas suas imagens panorâmicas da construção da nova capital, Brasília. Estas fotografias foram recentemente descobertas, na preparação desta exposição.

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