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Luis Nassif Online

De como a crítica à futebobras esconde a defensa malandra da CBF, por Luís Nassif
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Partidos adversários do PT na disputa eleitoral reconhecem, no TSE, os avanços com o Bolsa Família. Mas sugerem mudanças
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A falta de compreensão sobre o que é Internet acaba equiparando conteúdos antigos à publicidade atual.
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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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O deputado ligado ao PCC, a mídia e a ameaça a Padilha em São Paulo

Jornal GGN - Desagrada o ninho petista, principalmente o núcleo da campanha de Alexandre Padilha ao governo de São Paulo, o modo como a grande mídia vem cobrindo temas que respingam na candidatura do ex-ministro. Essa seria uma sentença banal, não fossem as malhações diárias e mal explicadas, como no caso Labogen. Quando a pauta deixou de gerar manchetes negativas para o postulante petista, nenhuma linha foi publicada ou, se foi, definitivamente não ganhou destaque proporcional aos estragos de primeira página.

Agora, é uma decisão provisória do Tribunal de Justiça de São Paulo a favor do deputado estadual Luiz Moura que coloca em xeque o futuro de Padilha e de todas as figuras que tiveram a candidatura homologada na convenção estadual do PT, no dia 15 de junho, segundo crava a imprensa.

Mas a liminar do TJ-SP, segundo os dirigentes do PT, ainda não suspendeu a convenção estadual. "A imprensa tem trabalhado na construção de uma não-candidatura de Padilha quando lança mão de manchetes equivocadas", disse um dos membros do núcleo duro da campanha, em off.

A liminar tem funcionado, sim, como uma arma nas mãos de Luiz Moura. O deputado só vai retirar a ação e enterrar a disputa judicial se tiver legenda para disputar a reeleição.

O IMBRÓGLIO

Após ter a participação numa reunião com membros da facção criminosa PCC revelada em maio, Luiz Moura ganhou os holofotes dos principais jornais do País. O parlamentar declarou que, diante do caso, foi tratado pela direção estadual do PT como os réus do mensalão foram tratados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa: “Sem direito à defesa”.

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Saudades do bom futebol e do bom jornalismo, por Ricardo Amaral

Sou de uma geração privilegiada. Tínhamos o melhor futebol do mundo, e jornais que buscavam sintonia com a alma do país, na vitória e na derrota. Hoje não temos uma coisa nem outra. Basta comparar como os jornais brasileiros se comportaram em dois momentos de dor nacional: as derrotas da Seleção na Copa de 1982 e na de 2014.

Jornalismo e sensibilidade na capa  do Jornal da Tarde em 82. Escárnio e grosseria nas capas de ontem:

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Anatel não vê problemas com entrega de SMS gratuita pelo ICQ



Jornal GGN
– A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não vê nenhum problema em uma das funcionalidades do novo ICQ, que permite que usuários possam mandar mensagens, via SMS, a outros usuários que não aderiram ao aplicativo.

O Jornal GGN procurou a agência para esclarecer informações veiculadas em portais especializados no mercado de telecomunicações de que o serviço usaria um broker não homologado, o que caracterizaria “SMS pirata”.

Em nota, a assessoria de imprensa da Anatel disse que são as próprias operadoras de telefonia celular que fazem a homologação de seus brokers e que, por conta disso, não há nenhuma ilegalidade na funcionalidade do ICQ – que, assim como outros mensageiros, acaba competindo diretamente com as operadoras de telefonia móvel. Leia mais »

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União não quer proteção das Forças Nacionais a indígenas do MS

Jornal GGN - A União recorreu contra decisão de manter policiais da Força Nacional de Segurança para proteger indígenas na Fazenda Santa Helena, em Caarapó, a 270 km ao sul de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O pedido do Ministério Público de policiamento preventivo foi acatado pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3).

Segundo o MPF, “é notório o embate existente nesta região de Dourados entre a polícia local (civil e militar) e indígenas”, e que tornava necessárias as forças federais. Do outro lado, a União alegou que a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança não têm essa atribuição.

Mato Grosso do Sul é o estado que tem a segunda maior população indígena do país: cerca de 70 mil pessoas. Em contrapartida, apenas 0,2% das terras são indígenas. O estado que tem economia de base agropecuária, acumula 1,1 milhão de hectares de lavouras de soja e 425 mil de cana – correspondendo a, respectivamente, 10 e 30 vezes mais que a soma de todas as áreas ocupadas por índios. É lá que também existem os maiores índices de suicídio e violência contra essa população.

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Kicillof está fora da reunião com mediadores americanos

Jornal GGN - O ministro da Economia da Argentina, Axel Kicillof, não acompanhará a delegação do país que se reunirá na sexta-feira (11), pela segunda vez nesta semana, com um mediador judicial norte-americano para discutir disputa com detentores de bônus que deixou o país à beira de um default.

O chefe do gabinete, Jorge Capitanich, explicou que somente representantes legais e técnicos farão parte da comitiva que se encontrará em Nova York com o mediador designado pelo juiz norte-americano Thomas Griesa. Ele exige que o país compense com ao menos 1,3 bilhão de dólares os detentores de bônus que deixou de pagar em seu default de 2002.
 
Kicillof esteve à frente da primeira reunião na segunda-feira (7), despertando expectativas nos mercados de que a Argentina finalmente alcançaria um acordo com os investidores conhecidos como "holdouts", que se negaram a participar das reestruturações de dívida que o país realizou.
 
A comitiva, ainda de acordo com Capitanich, que encontrará Daniel Pollack nos Estados Unidos, será formada por uma equipe jurídica e financeira do Ministério da Economia e outras áreas do governo.

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Vocalistas Tropicais revisitado, em homenagem a Danúbio

Jornal GGN - Há cerca de um ano, Luciano Hortencio fez esta homenagem a Danúbio Barbosa Lima, cantor e percussionista dos Vocalistas Tropicais. A lembrança se dava na comemoração dos 92 anos de Danúbio. Luciano foi visitá-lo e nos brindou com este post. Ontem, perto dos 93 anos, Danúbio faleceu em Fortaleza, e com ele se vai o último integrante dos Vocalistas Tropicais.

Face ao ocorrido, republicamos o post de Luciano Hortencio, em que tão bela homenagem ao cantor e percussionista é feita. Eis o post de 18 de agosto de 2013:

Por Luciano Hortencio

Danúbio Barbosa Lima - Cantor e Percussionista dos VOCALISTAS TROPICAIS

Ontem à tarde fui visitar o Danúbio, o único integrante vivo do célebre conjunto cearense VOCALISTAS TROPICAIS, que alcançou enorme sucesso nas décadas de 1940 a 1960.

Danúbio completou domingo passado, dia 11 de agosto de 2013, noventa e dois anos de idade. A data foi festejada duplamente, tendo em vista ser também Dia dos Pais. Logo após, talvez pela emoção ou mesmo por sua provecta idade, Danúbio Barbosa Lima teve que submeter-se a internamento hospitalar para curar-se de problemas respiratórios. Está lúcido e centrado, recebendo todos os cuidados e o carinho de sua esposa, a Funcionária Pública Federal Iraci Leite Barbosa Lima.

Falei que estaria fazendo aqui uma homenagem a ele e ao conjunto VOCALISTAS TROPICAIS, dando ênfase sobretudo na apresentação de vídeos, tendo em vista que muita gente conheceu e lembra do Grupo, conhece suas interpretações, porém, como há pouquíssimos vídeos dos Vocalistas Tropicais no youtube, as pessoas não têm acesso ao excelente trabalho desenvolvido por eles.

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Brasil está pronto para deixar de ser o país só do futebol

Por Cesar Monatti

Comentário ao post "As lições do desastre do Mineirão"

Há muitas décadas o futebol vem se transformando em um grande negócio que tem um esporte popular como suporte. E há quase tanto tempo também o Brasil deixou de ser o país do futebol, embora insistamos em não aceitar essa realidade e continuemos a designá-lo assim.
 
Não foi apenas aqui que a popularidade do futebol perdeu a espontaneidade de sua prática. Outros centros como Uruguai e Argentina também foram atingidos pela ultra-profissionalização do esporte. Há anos ouvi de um uruguaio que, no seu país, as famílias de meninos com oito ou nove anos de idade, cuja aptidão para jogar bola fosse identificada nas ruas, eram imediatamente procuradas por “agentes” a fim de assinarem contratos desde a infância.
 
A derrota vexatória na semi-final da copa do mundo de 2014 para a seleção da Alemanha, talvez possa ser considerada uma bela metáfora para ajudar a entender que assim como o mundo das finanças se unificou para garantir altas rentabilidades da moeda, no mundo do futebol perderam um pouco o sentido as seleções dos melhores de um país e passaram a ter muito maior importância os clubes-empresa que, mutatis mutandis, equivalem às grandes corporações globais que têm, em muitos casos, poder maior que os governos de estados-nação.

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Fitch mantém classificação do Brasil, mesmo com perspectivas negativas

Jornal GGN - A agência de classificação de risco Fitch afirmou nesta quinta-feira (10) por meio de comunicado que o rating do Brasil permanece "BBB", com perspectiva "estável", citando a diversidade da economia, instituições relativamente desenvolvidas e forte capacidade de absorção de choques.
 
No entanto, a agência ressaltou que esses fatores positivos são contrabalançados pela fraqueza estrutural nas contas públicas, pelo alto endividamento do governo e pelo baixo investimento.
 
A ação conclui a revisão anual da classificação de risco do Brasil pela Fitch, como prometido por uma analista em março. Temia-se que a recente deterioração nos fundamentos econômicos do país poderia levar a agência a atribuir uma perspectiva "negativa" ao rating, ao fim do processo.
 
Em março, a rival Standard & Poor rebaixou o Brasil para "BBB-", apenas um nível acima do grau especulativo, interrompendo uma série de melhoras, que levaram o Brasil ao grau de investimento há seis anos.
 
Com a perspectiva estável, a Fitch está dando margem para o próximo presidente, que será eleito em outubro, implementar os ajustes necessários para restaurar a responsabilidade fiscal do Brasil e a confiança dos investidores. Entre as questões mais importantes e urgentes, a Fitch citou "atraso no ajuste de preços administrados, credibilidade reduzida e falta de uma agenda de reformas abrangente".

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Debatendo a participação do Estado no futebol

Comentários ao post "As lições do desastre do Mineirão"

Por Luiza W.G.

O esporte é patrimonio nacional de uma naçao, e como tal, tem que ser, sim, tratado como política pública e ser regulado pelo Estado. Que se danem os que acham que isso écomunizaçao do esporte e que o ESTADO nao tem que se meter. Tem e Deve!  Quem nao quer é porque se beneficia do esquema.   

Se nao houver a intervençao do ESTADO no esporte nao haverá mudança no status atual de qualquer modalidade esportiva praticada no Brasil, nao só a do futebol, porque o o modelo(estrutura) adotado para TODOS os esportes, passando pelas Federacoes e Confederaçoes, campeonatos, está todo ele corrompido por esquemas de corrupao de toda sorte. Denúncias é que nao faltam. É o poder público que tem que promover as mudanças necessárias, nao há saída.

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China e EUA fecham acordo para reduzir intervenções no câmbio

Jornal GGN - Líderes norte-americanos e chineses fecharam nesta quinta-feira (10) um acordo que reduzirá as intervenções da segunda maior economia do planeta nos mercados de câmbio, quando as condições forem apropriadas.
 
O presidente do banco central da China, Zhou Xiaochuan, disse durante discussão anual entre os dois países que a China reduzirá "significativamente" as intervenções no iuan quando alguns pré-requisitos forem alcançados, mas não se aprofundou nos detalhes. Ele afirmou ainda que espera que a taxa de câmbio possa ser mantida estável, num nível razoável e equilibrado, por meio de reformas. Ao mesmo tempo, o país permitirá que a oferta e demanda dos mercados desempenhe um papel maior em determinar a taxa de câmbio, expandir a banda de oscilação do câmbio e aumentar a flexibilidade de sua taxa.
 
Zhou disse ainda que, à medida que as metas forem atingidas e quando as condições estiverem prontas, o Banco Central deve reduzir suas intervenções, conforme previsto e acertado em reunião. A discussão girou em torno do quanto o valor do iuan tem prejudicado as relações comerciais entre China e EUA. No mês passado, por exemplo, o Fundo Monetário Internacional (FMI) julgou que a divisa está "moderadamente subapreciada".

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Saúde financeira do maior banco de Portugal preocupa a Europa

Jornal GGN - O maior banco português está em crise profunda. O Banco Espírito Santo e sua saúde financeira andam tirando o sono do bloco do euro. E não é para menos: suas ações desabaram mais de 15% nesta quinta-feira (10). Foi o menor nível em um ano.

E tudo isso sem contar os problemas enfrentados também pelas empresas holdings da família fundadora - como a Rioforte, por exemplo, envolvida em negociações com a Portugal Telecom e a Oi e sob fortes boatos de um calote junto às duas companhias do setor de telefonia - o que poderá impactar diretamente a instituição financeira.
 
Como se não fosse mais possível um dia péssimo para os administradores, a queda acelerou após o Espírito Santo Financial Group (ESFG), que detém 25% da fatia da família no BES, suspender as negociações das ações e bônus, citando problemas em uma de suas empresas. Horas mais tarde, a Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), órgão regulador do mercado de capitais de Portugal, suspendeu a negociação das ações do Banco Espírito Santo (BES), aguardando que seja prestada informação relevante ao mercado.

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Governo retoma diálogo com a indústria

Jornal GGN - O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) vai discutir, juntamente com o Ministério da Fazenda e entidades empresariais, novas medidas para estimular a indústria nacional.

As negociações começaram no dia 18 de junho, quando o ministro Guido Mantega anunciou um pacote que incluía a desoneração da folha salarial e a retomada permanente do programa de incentivo à exportação Reintegra.

Entre as reivindicações, destaque-se o pleito da indústria de materiais de construção, que pede fiscalização mais rigorosa da Receita e do Ministério do Trabalho, devido ao aumento da informalidade entre as empresas, que prejudicam a competitividade das que pagam corretamente os tributos.

Outros setores, como o de construção civil, negociam a permanência de projetos governamentais, como o Minha Casa Minha Vida. Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff já confirmou que o governo vai adotar uma terceira fase do programa, com o objetivo de construir 3 milhões de moradias de 2015 a 2018. Leia mais »

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