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Luis Nassif Online

Desde o ano passado sabia-se que a inflação cederia no 2º trimestre, com expurgo das altas das tarifas; por Luis Nassif
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A partir do Plano Real convencionou-se no Brasil que só quem é do mercado financeiro pode dirigir a política econômica
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Desde fins do ano passado se sabia que a inflação começaria a cair a partir do segundo trimestre; por Luis Nassif
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Deputadas se rebelam contra manipulação de Cunha em votação de Comissão

Jornal GGN - Ontem, dia 27 de abril, as deputadas federais dos partidos de esquerda se revoltaram contra tentativa de manobra de Eduardo Cunha que, novamente,  atentam contra as conquistas femininas na Casa. A deputada federal Luiza Erundina ocupou a cadeira do presidente da Câmara. E quando ele quis de volta seu posto, ouviu os gritos de guerra: "Fica, Erundina!". As mulheres de esquerda rebelaram-se contra os desmandos de Cunha.

A foto é a reação. Mas a reação foi motivada por uma ação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que é do PMDB, juntamente com líderes partidários. Cunha, de novo, usou seu poder de presidente da Casa em interesse próprio.

O episódio da vez é a sua inteção em criar uma Comissão da Mulher, do Idoso, da Criança e do Adolescente, da Juventude e Minorias, sem dicutir com as mulheres o teor da proposta. E, no caso, a proposta apresentada para a criação da Comissão Permanente, compromete conquistas históricas da bancada feminina e das mulheres brasileiras.

Cunha perdeu a votação em um requerimento de retirada de pauta. E ele não aceitou o resultado e quis atropelar a votação. Os partidos, a grande maioria, encaminhou pela retirada desse projeto de votação, mas Eduardo Cunha, ao anunciar o resultado, disse que a proposta seria mantida e haveria votação. As mulheres protestaram e ocuparam as tribunas do plenário, não deixando que a sessão prosseguisse, exigindo que se faça a votação sem manobras e de forma democrática e transparente.

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Estudantes na rua contra cortes na educação feitos por Alckmin

Por Mídia Ninja

ACONTECE AGORA

Aos gritos de "Governador, a culpa é sua, hoje a aula é na rua" e "Estudante, organizado, é o medo do estado" manifestantes contra os cortes da Educação tomam as ruas de SP.

Video: Eduardo Figueiredo / Midia NINJA

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GGN pergunta: Senador Eduardo Braga (PMDB-AM) é contra o impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. O senador Eduardo Braga (PMDB-AM) encontra-se em período de licença médica por motivos de saúde e, por essa razão, não poderá comparecer à primeira votação sobre a admissibilidade do impedimento contra Dilma. A primeira licença de 30 dias estende-se até o dia 21 de maio. Por outro lado, a comunicação do senador reafirmou a posição de Eduardo Braga, que foi ministro de Minas e Energia da presidente, contrária ao impeachment. Ainda assim, diante do cenário delicado de saúde do parlamentar, "a licença médica se impõe sobre qualquer coisa".

Leia o posicionamento do senador Eduardo Braga (PMDB-AM), manifestado por meio de sua assessoria de imprensa:

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Não estará presente, por justificativa de licença médica. Mas adianta que o cenário não é favorável: em coletiva de imprensa, a própria presidente Dilma Rousseff já admitiu que tinha perdido nessa primeira fase de votação sobre a admissibilidade.

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
Caso esteja presente, considerando o cenário atual de afastamento por saúde, já se manifestou que contra o impeachment de Dilma.
 
 
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GGN pergunta: Roberto Rocha (PSB-MA) não declara voto final de impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. O senador não declarou o seu voto final, mas afirmou que irá aceitar a admissibilidade do processo. Levou em consideração que o papel dos senadores é distinto do papel do deputados. No Senado, "cabe-lhes [aos parlamentares] agir como juízes", ressaltou.

Leia o posicionamento do senador Roberto Rocha (PSB-MA):

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Sim.

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
Prefiro não declarar
 
3) Por quê?
Entendo que o papel dos senadores é o de juiz do processo, ao contrário dos deputados. A estes cabe o equivalente à função de promotores. Já aos senadores, cabe-lhes agir como juízes. Nesse sentido acho impróprio antecipar qualquer juízo quanto ao mérito, antes de ouvir as razões da defesa.
 
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O medo de que Dilma falasse em golpe na ONU, por Luis Fernando Verissimo

Jornal GGN – Em sua coluna em O Globo, Luis Fernando Verissimo comentou as ações que ministros do STF e políticos da oposição tomaram com receio de que a presidente Dilma Rousseff falasse em golpe no seu discurso na conferência sobre o clima das Nações Unidas, em Nova Iorque.

“Não importava a inconfidência espontânea dos magistrados, importava a negação do que a Dilma diria. Antes que ela dissesse”, provocou Verissimo.

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GGN pergunta: Senadora Ana Amélia (PP-RS) é a favor do impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. A senadora Ana Amélia (PP-RS) votará a favor do impedimento, porque, em sua visão, há provas de crime de responsabilidade.

Leia o posicionamento da senadora Ana Amélia (PP-RS):

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Sim.

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
A favor.
 
3) Por quê?
Pois está configurado e tipificado o cometimento de crime de responsabilidade fiscal pela Presidente da República.
 
 

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GGN pergunta: Senador Laiser Martins (PDT-RS) é a favor do impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. O senador Laiser Martins (PDT-RS) acredita que "além dos fundamentos jurídicos, há também uma dúzia de fundamentos políticos e contra a ética". Citou como exemplo o caso da compra da refinaria de Pasadena, quando Dilma era chefe do Conselho de Administração da Petrobras, e acusou a presidente de "tentar obstruir ação da Justiça" com a nomeação de Luiz Inácio Lula da Silva para a Casa Civil.

Leia o posicionamento do senador Laiser Martins (PDT-RS)

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Sim.
 
2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
A favor.
 
3) Por quê?
Porque cometeu crime de responsabilidade e à Lei Orçamentária. Mas além dos fundamentos jurídicos, há também uma dúzia de fundamentos políticos e contra a ética. A presidente foi conivente com a ruína da Petrobras, avalizou uma compra altamente prejudicial ao Brasil, que foi a da refinaria de Pasadena; cometeu estelionato eleitoral ao esconder a realidade da economia nas eleições; tentou obstruir ação da Justiça ao tentar nomear o ex-presidente Lula em um Ministério, etc, etc...
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GGN pergunta: Senador Dário Berger (PMDB-SC) é a favor do impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. O senador disse que a sua "tendência" é votar a favor do processo, "para que o Brasil saia desta estagnação econômica e institucional". O parlamentar acredita que ajudará o país a "voltar a caminhar para frente", sem o "atual governo" que, na sua visão, "não tem mais forças para conduzir nosso país".

Leia o posicionamento do senador Dário Berger (PMDB-SC):

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Eu já havia me pronunciado antes a favor da admissibilidade. Acredito que a votação na Câmara Federal, do processo de impeachment da presidente Dilma Roussef, deixou transparecer toda a insatisfação da sociedade brasileira com os rumos que foram tomados por esse Governo. Tanto no plenário, quanto nas ruas, ficou claro esse sentimento de mudança da nossa população e os parlamentares só representaram esse sentimento, através do seu voto e fazendo com que a responsabilidade possa seguir aqui no Senado Federal, onde está sendo analisado e será julgado de acordo com os trâmites legais e jurídicos desta Casa Legislativa.
 
2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
Como disse antes, a minha tendência é votar a favor do processo, para que o Brasil saia desta estagnação econômica e institucional.
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Bolsonaro diz que não elogiou nenhum torturador

Jornal GGN – Depois de ter a cassação do seu mandato de deputado federal solicitada pela OAB, Jair Messias Bolsonaro se pronunciou e disse que não elogiou nenhum torturador. De acordo com ele, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, a quem se referiu na sessão de votação pelo início do processo de impeachment como “o pavor de Dilma”, era “um homem que esteve ao lado da democracia e ao lado da liberdade, lutando contra aqueles que queriam impor o comunismo em nosso país”.

De fato, o coronel foi um dos beneficiários da lei de anistia e nunca respondeu por seus crimes contra a humanidade, de modo que é verdade o que Bolsonaro diz, que “não existe qualquer sentença condenatória transitada em julgado contra este coronel”, afirmou.

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Aécio se desmancha com aproximação ao PMDB, por João Paulo Cunha

Enviado por Henrique O

Do Brasil de Fato

Tchau, Aécio

por João Paulo Cunha

Aécio Neves não é um cara esperto, mas acha que é. Como é próprio do tipo, personalidades como a dele se nutrem mais da autoimagem que da realidade. Uma vez que a vida não lhes proporcionou a saudável experiência do arrependimento nem a construtiva vivência da frustração, acreditam que o real é consequência natural de seus desejos. Não compreendem a derrota, não divisam o outro em seu horizonte, não são capazes do compartilhamento.

Essa infantilidade de caráter se configura, na vida política do senador mineiro, como um misto de arrogância e ressentimento. Quando vence uma disputa, apenas consagra a distinção que julga merecer de nascença. Quando é derrotado, insiste em questionar o resultado e, na efetivação da perda, recolhe a bola ou tenta virar o tabuleiro e espalhar as peças. Completa o diagnóstico mirim dos “espertos-só-que-não” uma peculiar relação com a lei.

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Turner e Globo disputam direitos de transmissão de jogos

Jornal GGN – A multinacional de entretenimento Turner, controladora da emissora Esporte Interativo, enviou um ofício ao Cade e ao Grupo Globo informando que já tem contratos assinados para a transmissão dos jogos do Santa Cruz e do Figueirense.  Recentemente, sites de notícias de esportes disseram que a Globo estaria prestes a formalizar contratos com as duas agremiações.

“Caso V.Sas. resolvam fazer propostas a tais clubes relacionadas a direitos já contratados com o Esporte Interativo, V. Sas. não poderão alegar desconhecimento da existência dos instrumentos assinados, tampouco invocar a condição de terceiro de boa-fé. Nesta hipótese, ficará caracterizada a deliberada intenção de V.Sas. em interferir em contratos em vigor”, avisa o ofício.

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Impopularidade não é suficiente para impeachment, diz Dilma na CNN

Jornal GGN - Em entrevista para o programa de Christiane Amanpour, da CNN, a presidente Dilma Rousseff irá falar sobre sua situação política e o processo de impeachment, o momento econômico do país e as Olimpíadas do Rio.

Dilma, ao ser questionada sobre sua baixa popularidade, explica que isto não é um fator suficiente para tirar um presidente da República. “ninguém pode ser levado a um processo de impeachment por impopularidade porque impopularidade é cíclica. Todos os presidentes ou primeiros-ministros da Europa que tiveram taxas de desemprego de 20% teriam que sofrer processo de impeachment porque também tiveram profundas quedas na popularidade”, afirmou.

A entrevista vai ar hoje, às 15h no horário de Brasília, na CNN International. Assiste a um trecho abaixo:

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Câmara aprova urgência para projeto de reajuste do Judiciário

Jornal GGN - A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta (28), o regime de urgência para a tramitação do projeto de lei de reajuste dos salários dos servidores do Judiciário Federal. Agora, o projeto, que aumenta em até 41% os vencimentos, não precisa passar por comissões permanentes e terá prioridade para ser votado.

Este projeto foi negociado entre o Ministério do Planejamento e o Supremo Tribunal Federal no ano passado, para ser uma alternativa ao reajuste de até 78%, vetado pela presidente Dilma. A nova proposta prev~e aumentos individuais entre 16,5% e 41,47%, com o maior percentual destinado para os servidores que ingressaram os últimos anos na carreira, não possuem incorporações e recebem salários menores. Na última terça, o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, se encontrou com deputados para discutir a votação do projeto. Leia mais abaixo:

Do Estadão

 
Proposta agora não precisa mais passar por comissões e terá prioridade para ser votada; líderes não querem decidir antes de votação do impeachment da presidente Dilma no Senado
 
BRASÍLIA - Após acordo entre a maioria dos líderes partidários com a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), a Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 28, a urgência do projeto de lei que reajusta em até 41% os salários dos servidores do Judiciário Federal. A urgência foi aprovada por 277 votos a 4. Houve ainda duas abstenções. A partir de agora, o projeto não precisa mais passar por comissões permanentes da Casa e terá prioridade para ser votado pelos deputados em plenário, embora não haja prazo para essa votação.
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Recessão alimenta a criação de monstros da intolerância, por Laura Carvalho

Jornal GGN - Laura Carvalho, professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, comenta a recente fala de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, que disse que períodos de recessão econômica não são tempos revolucionários, e sim "tempos que criam monstros". A professora cita uma pesquisa dos economistas Hans  Grüner e Markus Brückner, que aponta uma relação entre a queda do crescimento econômico e o aumento na participação de partidos de extrema direita no total de votos.

O Brasil não foge à regra quando as pesquisas de intenção de voto mostram o crescimento de "um candidato que faz apologia pública à tortura", diz ela. Para a professora, a opção por implementar políticas recessivas pode levar não só ao agravamento da recessão, mas também para o aumento da intolerância e do enfraquecimento da democracia.

Da Folha

 
Laura Carvalho

Quando indagado sobre o espaço aberto por crises econômicas para o fortalecimento do campo progressista, Yanis Varoufakis, em palestra proferida na segunda-feira (25) na New School, em Nova York, foi categórico: "Tempos de grave recessão não são tempos revolucionários, são tempos que criam monstros".

A resposta pode à primeira vista parecer contraditória com a sua própria experiência recente enquanto ministro da Fazenda da Grécia por um partido de esquerda que deve boa parte de sua existência –e certamente de sua vitória nas urnas– à grave crise que assola o país. Quiçá o fracasso de Varoufakis nas negociações com a "troica" formada por União Europeia, Banco Central Europeu e FMI tenha lhe tirado o que lhe restava de otimismo.

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O Complexo de Medeia às avessas na República (a gota d'água)

Por Daniel Fernandes

Em uma conversa de boteco, criei (pelo menos achei que tivesse criado) uma teoria, à moda freudiana, baseada na tragédia Medeia de Eurípedes: o Complexo de Medeia. Depois, em estado de sobriedade etílica, vi que não tinha criado nada, há psicanalistas que já tinham se apropriado desse mito para explicar fenômenos similares das relações humanas. Pois bem!

Medeia foi heroína, feiticeira, estrangeira e esposa repudiada pelo marido, o herói argonauta Jasão, que a traiu com a filha do rei Creonte. Para resumir, e aqui vai o que se costuma chamar hoje de spoilers, Medeia matou os filhos com o fim de vingar-se do cônjuge desleal. Esse filicídio é o auge da trama grega e revela o desejo de uma mulher ferida por vingança.

Voltando àquela mesa de bar, falava aos meus interlocutores ébrios, tomando como régua experiências pessoais e vivências de outros conhecidos, que há uma espécie de configuração psíquica pós-rompimento marital que chamo de Complexo de Medeia. Em outros termos, algumas mulheres (alguns homens também, obviamente) lançam mão do poder sobre os filhos para atingir o ex-cônjuge. Não chegam necessariamente a matá-los (pelo menos, ainda não vi um caso assim no mundo real!). Enfim, no campo de estudos jurídico e psicológico contemporâneos, chamam isso de “alienação parental”.

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