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Apresentação

Os trabalhos apenas começaram. Enquanto isso, descubra o que essa tarefa significará para o registro histórico da ditadura brasileira.

O Jornal GGN acompanhou ao longo dos anos de 2014 e 2015 o Grupo de Trabalho Perus, uma equipe formada por arqueólogos, antropólogos, historiadores, geneticistas, médicos legistas, e outros profissionais, na difícil tarefa de identificar os mortos e desaparecidos políticos abandonados na vala clandestina, na zona norte de São Paulo.

Conversamos com os representantes das equipes de especialistas, com o secretário de Direitos Humanos e Cidadania da prefeitura de São Paulo, Rogério Sottili, com a reitora da Unifesp, Soraya Smaili, com a presidente da Comissão Especial Sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, Eugênia Gonzaga, a ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina, a ex-ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, e outros atores. Juntos, os diversos orgãos se uniram para formar um dos maiores projetos de antropologia forense já construídos no Brasil. 

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