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A Operação Banqueiro e como se uniram as duas maiores fábricas de dossiês da República

O livro “Operação Banqueiro”, do jornalista Rubens Valente, caminha para se tornar um clássico na devassa das relações Estado-lobbies privados, especialmente o capítulo “As ameaças do grande credor”, que descreve a correspondência do super-lobista Roberto Amaral com Daniel Dantas, o banqueiro do Opportunity, reportando e-mails e conversas que manteve em 2002 com o então presidente Fernando Henrique Cardoso e o candidato José Serra.

As mensagens constam de dez CDs remetidos à Procuradoria Geral da República em Brasília – e que permaneceram na gaveta do PGR Roberto Gurgel, que não tomou providência em relação ao seu conteúdo.

Nas mensagens a FHCe Serra, Amaral insiste para que se impeça a justiça de Cayman de entregar a relação de contas de brasileiros nos fundos do Opportunity. Amaral acenava com os riscos de se abrir os precedentes e, depois, o Ministério Público Federal investir sobre as contas do Banco Matrix – de propriedade de André Lara Rezende e Luiz Carlos Mendonça de Barros, figuras ativas no processo de privatização. E, principalmente, sobre as contas de Ricardo Sérgio, colocado por Serra na vice-presidência internacional do Banco do Brasil.

Parte das mensagens havia sido divulgada em 2011 pela revista Época (http://tinyurl.com/l3crc72).

São relevantes para demonstrar que o Opportunity tornou-se uma questão de Estado, com envolvimento direto de FHC (tratado como "pessoa" nos emails entre Amaral e Dantas), José Serra (alcunhado de "Niger") e Andréa Matarazzo (tratado como "Conde"). Dantas era alcunhado de "grande credor".

Mostra também como Gilmar Mendes, então na AGU (Advocacia Geral da União), foi acionado em questões que interessavam ao Opportunity junto à ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações).

Não apenas por isso, mas pelo levantamento minucioso de decisões do STF (Supremo Tribunal Federal), das pressões sobre procuradores e policiais, da atividade pró-Dantas de advogados ligados ao PT, trata-se de obra definitiva para se entender os meandros da estratégia que resultou na anulação da Operação Satiagraha.

Em entrevista a Sérgio Lyrio, da Carta Capital, Valente afirma que “sem Mendes na presidência do Supremo, nem todo o prestígio de Dantas teria sido capaz de reverter o jogo de forma tão espetacular”.

É mais do que isso. Nem Mendes nem Dantas individualmente teriam o poder de influenciar os quatro grandes grupos de mídia. O único personagem com capacidade de unir todas as pontas em torno de uma bandeira maior - a conquista da presidência da República - era José Serra. É a partir dele que deve ser puxado o fio da meada.

Satiagraha foi a Primeira Guerra Mundial da mídia, um ensaio para as guerras seguintes, nas eleições de 2010 em diante.

As fábricas de dossiês

Valente não aborda o papel da mídia e a maneira como eram construídos os dossiês. Os dados abaixo são de levantamentos antigos do Blog, aos quais se somam algumas revelações adicionais do livro.

Na série "O caso de Veja" havia mostrado a maneira como Dantas e a Veja se valiam de dossiês para fuzilar não apenas adversários políticos, mas magistrados e jornalistas  que ousassem investir contra os interesses do banqueiro. É a mesma tecnologia - de dossiês e assassinatos de reputação, com ampla repercussão midiática -  reproduzida no modo Cachoeira-Veja de atuar e, antes, no modo Serra exemplificado no caso Lunus.

Dois capítulos da série merecem atenção especial:

O caso Edson Vidigal(): Desembargador do STJ, Vidigal confirmou uma sentença contra Dantas. Veja fuzilou-o em uma matéria com acusações dúbias. A matéria informava que as acusações mereceram uma representação contra ele no CNJ. Vai-se conferir a representação, e ela tomava como base a própria reportagem da Veja. Ou seja, a revista noticiou a representação mesmo antes da denúncia que serviu de base para ela ser públicada.

O caso Márcia Cunha - uma juíza séria, do Rio, foi fuzilada pela Folha por contrariar interesses de Dantas e ter recusado proposta de suborno. Tempos depois, constatou-se sua inocência e comprovou-se a tentativa de suborno.

O livro de Valente passa ao largo da atuação da mídia, mas permite colocar as últimas pedras do quebra cabeça para entender as sementes do modelo de manipulação visando resultados políticos e jurídicos, e que se torna padrão na atuação de Dantas, de Serra (com o ápice do caso da "bolinha de papel") e de Cachoeira.

O infográfico abaixo mostra os principais atores desse período de uso intensivo de factoides, que se inicia com o caso Lunus, em 2002, e se encerra (pelo menos nesta fase) com dois episódios simultâneos: a CPI de Carlinhos Cachoeira e o julgamento da AP 470.

Todos os personagens citados estiveram envolvidos na indústria de dossiês.

Ao longo do artigo, essas ligações serão melhor esmiuçadas. Não fazem parte do livro, que fornece apenas algumas peças do quebra-cabeças, como o fato de até 2002 Serra considerar Dantas homem de ACM. Embora desde alguns anos antes Dantas já tivesse se tornado sócio de Verônica Serra.

Sobre a tecnologia de manipulação da Justiça

Na Satiagraha foi colocada em prática a tecnologia midiática que tornou-se padrão nos anos seguintes, até o ápice no julgamento da AP 470.

Consistia nas seguintes etapas:

ETAPA 1 - O Ministro Gilmar Mendes criava um fato político, verdadeiro ou falso, visando provocar comoção no STF e na opinião pública. Em geral eram fatos baseados exclusivamente nas afirmações dele, sem nenhuma testemunha que os corroborasse.

ETAPA 2 - Veja transformava o fato em reportagem de capa, valendo-se do padrão que consagrou nas parcerias com Carlinhos Cachoeira.

ETAPA 3 - No momento seguinte, o fato era repercutido pelo Jornal Nacional e demais grupos integrantes do cartel jornalístico.

ETAPA 4 - com base na repercussão, parlamentares ou autoridades judiciais aliadas da revista solicitavam providências que acabavam se completando devido ao clamor da mídia.

O clamor da mídia, a criação da figura do inimigo externo, o macartismo colocado em prática forneciam a blindagem para as ações de outros personagens, como os ex-Procuradores Gerais da República Antonio Fernando de Souza e Roberto Gurgel, além de Ministros do STF.

O piloto desse tipo de operação foi o caso Lunus, que inviabilizou a candidatura de Roseana Sarney à presidência da República. E a continuação foi a campanha de 2010, com a fabricação infindável de dossiês falsos repercutidos pela velha mídia.

 A montagem da central de dossiês

É na operação Lunus que estão as pistas para se chegar ao início do nosso modelo. Ele nasce com a nomeação de José Serra para Ministro da Saúde. Através da CEME (Central de Medicamentos), Serra monta o embrião da sua indústria de dossiês, contratando três especialistas em trabalhos de inteligência: o subprocurador da República José Roberto Santoro, o policial federal Marcelo Itagiba e o ex-militar Enio Fonteles, dono da Fence Consultoria Empresarial, especializada em arapongagem.

A primeira grande ação do grupo foi a Operação Lunus. Usou-se o poder de Estado para tal.

Do lado do Ministério Público, Santoro imiscuiu-se em um inquérito que não era dele e coordenou a ação cujo titular era o procurador Mário Lúcio Avellar. Policiais federais montaram campana, identificaram o dia e a hora em que a Lunus – de Jorge Murad – receberia contribuições e montaram um flagrante acompanhado de uma equipe do Jornal Nacional. Para melhorar a cena, arrumou-se o dinheiro em pacotes de grande visibilidade, facilitando o impacto televisivo.

Essa mesma jogada – de empilhar o dinheiro para dar impacto televisivo - foi repetida no caso dos “aloprados”, em 2006, entre um delegado da Polícia Federal e o Jornal Nacional.

A cena da Lunus (esquerda) e dos aloprados (direita)

Houve indícios de envolvimento direto da presidência da República com a operação Lunus. Da própria empresa foi enviado um telex para o Palácio do Planalto dando conta do sucesso da operação.

A mídia ainda não estava fechada com Serra e a cobertura da época desvendou rapidamente a jogada.

A Fence recebia por varredura efetuada. Segundo reportagem da revista Veja, de 20.03.2002, de primeiro de janeiro a 28 de fevereiro de 2002, período que antecedeu a Operação Lunus, a Fence recebeu do Ministério R$ 210 mil. Para tanto, necessitaria ter realizado 840 varreduras em menos de 60 dias, ou quase 14 varreduras por dia (http://glurl.co/dti).

É evidente que o pagamento não se devia a varreduras internas no Ministério.

Depois que tomou posse como governador, Serra contratou a Fence para monitorar todos os telefonemas do estado que passavam pela Prodesp (empresa de processamento de dados do estado) e “outras de seu interesse”.

Reportagem da Folha, de 17 de março de 2002, dizia o seguinte sobre Santoro e Itagiba (http://tinyurl.com/q27uasd): “O presidenciável tucano, senador José Serra (SP), conseguiu reunir sob as asas de aliados as duas principais investigações em curso que podem prejudicar sua candidatura ou implodir a campanha de seus adversários. São eles o subprocurador da República José Roberto Santoro e o delegado de Polícia Federal Marcelo Itagiba”.

A reportagem mostrava como Santoro coordenou informalmente o pedido de busca e apreensão de documentos na Lunus. E como Itagiba se valeu do cargo de superintendente regional da PF para afastar um delegado que investigava doações de campanha a Serra.

Segundo a matéria, era antiga a parceria de Santoro e Itagiba:

“José Roberto Santoro e Marcelo Itagiba fazem parte da tropa de choque de Serra no aparato policial e de investigação. Os dois já estiveram juntos antes. Em 2000, enquanto Santoro promovia ações judiciais de interesse do então ministro José Serra na área da saúde, Itagiba coordenava uma equipe instalada na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para investigar laboratórios”.

A aproximação com Cachoeira

O esquema Serra gerou dossiês contra competidores internos no PSDB - Paulo Renato de Souza, Tasso Jereissatti e Aécio Neves.

Já no governo Lula, o passo seguinte do grupo  foi na operação Valdomiro Diniz, primeiro petardo contra o então Ministro-Chefe da Casa Civil José Dirceu.

Foi divulgado vídeo de 2002, no qual Valdomiro, servindo no governo Benedita da Silva, pedia propina a Carlinhos Cachoeira.  Quando o vídeo vazou, Valdomiro trabalhava como assessor da Casa Civil. A bomba acabou explodindo no colo de Dirceu, que pagou o preço de não ter ouvido assessores sobre o passado de Valdomiro.

Assim que o caso explodiu, Santoro – e o procurador Marcelo Serra Azul – reuniram-se com Cachoeira de madrugada, no próprio prédio do Ministério Público Federal, em Brasília, para obter a íntegra da fita em troca de proteção jurídica. Santoro já era subprocurador geral, sem nenhuma relação com o episódio.

A conversa  foi parar no Jornal Nacional, que precedeu a divulgação com um enorme editorial para justificar porque não abriu mão do furo.

No grampo, Santoro pede pressa a Carlinhos Cachoeira porque já amanhecia e o PGR Cláudio Fonteles poderia chegar e acusa-lo de estar armando para prejudicar o Chefe da Casa Civil José Dirceu.

A maneira como Santoro prevê o que seria a fala de Fonteles – caso os flagrasse na reunião noturna – revela nitidamente suas intenções políticas.

Hoje em dia, Santoro é advogado contratado pelo PSDB para atuar no caso do cartel dos trens.

Carlinhos Cachoeira e Jairo

A partir dessa primeira abordagem de Santoro sobre Cachoeira, muda o comportamento da mídia. De bicheiro suspeito, passa não apenas a ser blindado como torna-se íntimo colaborador da revista Veja em uma infinidade de escândalos com objetivos políticos. É como se a operação Lunus estivesse sendo reproduzida em uma linha de montagem.

A de maior impacto foi o do grampo no funcionário dos Correios Maurício Marinho, que resultou por linhas tortas no escândalo do “mensalão”. No capítulo da série de Veja, “O araponga e o repórter” (http://tinyurl.com/leps4ox) conto em detalhes essa armação.

Serra contrata Santoro; Santoro se aproxima de Cachoeira; logo depois Cachoeira fecha seu pacto com a Veja e a CPI de Cachoeira revela os dois principais braços do bicheiro: o araponga Jairo  Martins e o então senador Demóstenes Torres.

Foi a fase de maior poder de Cachoeira. Veja transformou Demóstenes em baluarte contra a corrupção. A mando de Cachoeira, Jairo levantava dossiês, Demóstenes fazia as denúncias e Veja repercutia. Com o poder conquistado, Demóstenes fazia lobby para Cachoeira junto ao governo.

E aí vão se fechando os elos da corrente, e entra em cena Gilmar Mendes.

Com Demóstenes Gilmar estreitou uma relação pessoal já antiga (http://glurl.co/dtj). Jairo, o araponga preferencial de Cachoeira, o especialista em dossiês para a Veja foi contratado como assessor especial de Gilmar. Ou seja, o principal operador de Cachoeira, o homem que abastecia Veja com grampos passou a ter acesso ao sistema de telefonia do STF, na condição de assessor especial de Gilmar. Expôs todos os Ministros aos grampos de Jairo.

Fechados os elos da corrente, começam a brotar dossiês por todos os poros da mídia.

No início da operação, Gilmar foi ajudado por um sem-número de boatos infundados contra ele, alimentados por seus adversários e por abusos da PF em algumas operações espetaculosas.

Os factoides contra a Satiagraha

Quando surgiram os primeiros boatos sobre o cerco a Dantas, a primeira investida foi uma capa de Veja, “Medo no Supremo”, de 22 de agosto de 2007, em que cozinhava um conjunto de informações velhas, para dar a impressão de que o STF estava ameaçada pelo grampo. Mereceu um dos capítulos da minha série “O caso de Veja” (http://tinyurl.com/p4geurw).

Aparentemente, era uma matéria bombástica:

“É a primeira vez que, sob um regime democrático, os integrantes do Supremo Tribunal Federal se insurgem contra suspeitas de práticas típicas de regimes autoritários: as escutas telefônicas clandestinas. Sim, beira o inacreditável, mas os integrantes da mais alta corte judiciária do país suspeitam que seus telefones sejam monitorados ilegalmente”.

A matéria não passava de um amplo “cozidão” de notícias velhas. Vários ministros citados desmentiram a matéria, de Sepúlveda Pertence a Marco Aurélio de Mello. O único que sustentou o que disse foi Gilmar. E o que disse ele?

A Polícia Federal se transformou num braço de coação e tornou-se um poder político que passou a afrontar os outros poderes", afirma o ministro Gilmar Mendes, numa acusação dura e inequívoca”.

Quando estourou a Satiagraha, repetiu-se o estratagema em diversos episódios:

1. Os dois habeas corpus em favor de Daniel Dantas.

Gilmar tratou o caso como se o estado de direito estivesse ameaçado. Sucessivas invasões de escritórios de advocacia pela Polícia Federal forneceram-lhe o álibi necessário. Mas avançou muito além do habeas corpus, com discursos bombásticos que, repercutidos pela mídia, criaram o clima de resistência à Satiagraha. No livro, Valente esmiuça todas as decisões controvertidas de Gilmar para anular a operação.

No vídeo abaixo, Gilmar denuncia supostos grampos de que teria sido alvo. Faz um discurso eficiente. Ainda não tinha em sua ficha os episódios seguintes, que não o qualificariam mais como testemunha confiável.

2. O grampo sem áudio.

O tal grampo de conversa entre Gilmar Mendes e Demóstenes Torres - principal parceiro de Veja na conexão Carlinhos Cachoeira.

Jamais apareceu o áudio. Investigações divulgadas na época mostravam ser impossível grampear telefones do Senado. Sequer se conferiu se, na tal hora do suposto grampo, houve de fato ligações telefônicas entre Gilmar e Demóstenes, ou ao Senado.

Era um grampo consagrador para Demóstenes, onde os dois colegas lembravam as grandes ações cívicas do senador.

Com base em um factoide, Gilmar cobrou explicações do próprio presidente da República. A ameaça de crise entre instituições levou ao afastamento do diretor da Abin Paulo Lacerda e deu início à anulação da Satigraha.

Segundo o Blog de Noblat, a Abin identificou o araponga que gravou a conversa. Foi o mesmo que passou a transcrição para a revista Veja (http://tinyurl.com/myq2kdw) (http://tinyurl.com/myq2kdw). Se o grampo existisse de fato, Veja não teria a menor dificuldade - ou escrúpulo - em divulgá-lo, ou entregar a fonte.

Aqui no Blog desmontamos a farsa (http://tinyurl.com/mo4o4w6).

É significativo o fato dos dois personagens da história - Gilmar e Demóstenes - terem histórico de criação de factoides sem provas. 

Em 2004 Demóstenes já se mostrara exímio fabricante de factoides para gerar mídia e desgaste nos adversários. Como o suposto atentado de que teria sido vítima em 2004 (http://tinyurl.com/kql2jza) que rendeu muita manchete sem nunca ter sido devidamente apurado.

3. O grampo no Supremo Tribunal Federal.

Um assessor de segurança do STF passou para a revista Veja a informação de que havia detectado grampo em uma das salas do Supremo. Mereceu capa e, com base no alarido, foi criada a CPI do Grampo (http://tinyurl.com/p2hmlsy).

Quando o relatório da segurança do STF foi entregue à CPI, constatou-se que haviam sido captado sinais de fora para dentro do órgão. Logo, jamais poderia ser interpretado como grampo. Coube a leitores do Blog derrubar essa armação.

Na CPI ficou-se sabendo que o relatório com as conclusões falsas saíram do próprio gabinete da presidência do STF.

Foi tão grande a falta de reação dos demais ministros, ante a manipulação do suposto grampo, que chegou-se a aventar a fantasia de que Gilmar teria mandado grampeá-los para mantê-los sob controle.

Nesse período, Jairo Martins, o araponga que armou o grampo dos Correios, assessorava Gilmar.

4. A reunião com Nelson Jobim e Lula.

Mesmo depois da Satiagraha, manteve-se o mesmo modo de operação no julgamento da AP 470. Há um encontro entre Gilmar e Lula no escritório de Nelson Jobim. Passa um mês, sem que nada ocorra. De repente, alguém se dá conta do potencial de escândalo que poderia ser criado. Gilmar concede então uma entrevista bombástica, indignada, dizendo ter sido pressionado por Lula.

Dos três presentes ao encontro, dois - Jobim e Lula - negam peremptoriamente qualquer conversa mais aprofundada sobre o mensalão.

Foi em vão. A versão de Gilmar é veiculada de forma escandalosa pela revista Veja, criando o clima propício ao julgamento "fora da curva" da AP 470. O mesmo Gilmar do grampo sem áudio e da falsa comunicação de grampo no STF.

São quatro episódios escândalos inéditos na história do Supremo, todos os quatro tendo como origem Gilmar Mendes.

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174 comentários

Comentários

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Joao Maria

Parabens.

Parabens.

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Marcos B

Sem Palavras,Apenas que o

Sem Palavras,Apenas que o Golpe já está em andamento.Lamentável!

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O Mar da Silvao

Não vi o PT fazer muita coisa

Não vi o PT fazer muita coisa para expor tudo isso ao povo brasileiro. Pelo contrário, o atual ministro da justiça viajou para Europa para defender interesses do Daniel Dantas, um dos beneficiados por esse esquema montado entre o PSDB, a Veja, o JN e o Gilmar Mendes.

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Pedro Coaraci

Poxa Nassif, Parabéns! Se não

Poxa Nassif, Parabéns! Se não fosse a Internet, a mesma que conecta o pessoal do "rolezinho", não seria possivel conhecer de maneira didática toda a bandalheira que você trouxe à tona. Essa imprensa que vive reclamando do governo, alegando riscos para a liberdade de imprensa, jamais traz assuntos como esses que você de maneira destemida abordou. Assinei a Veja por 17 anos até que quando estorou o dito mensalão do PT, consegui finalmente perceber que a dita revista não defendia os meus interesses de cidadão, mas sim, tinha como principal objetivo derrubar o governo que, apesar de tudo, trazia algum alento para os menos favorecidos ( não é o meu caso).

A Carta Capital bateu muito no caso Dantas (o "orelhudo"), todavia, o que ouvi de jornalista do Estadão é que a tal revista é chapa branca. Aí fica o dito pelo não dito e ponto. O Supremo Tribunal Federal está fazendo história e, da pior qualidade.

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Ugo

decoro no judiciário

No parlamento um deputado ou senador pode ser cassado por "falta de decoro", no judiciário não existe esta falta de decoro?

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MThereza

Nassif, parabéns pelo texto e

Nassif, parabéns pelo texto e sua coragem. Mas, tome muito cuidado, pois segundo o outro ministro, GM tem capangas lá nas terras dele. E ele é assustador pelo cinismo, ousadia e destemor de que sofra qq punição

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jossimar

O que não consigo entender é

O que não consigo entender é como pessoas como este Gilmar Mentes Dantas continua no STF. Um sujeiro que já deu todas as demonstrações possíveis de não ser digno do cargo e não aparece ninguém para pedir seu impeachment no senado. Para que serve o senado? Será um asilo de políticos velhos e cansados?

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E classe  média manipulada

E classe  média manipulada ainda pensa que corruptos são Genoino e Dirceu, este "esquema grandioso" é "máfia poderosa" um "monstro" com "braços" na justiça, mídia e política, estes poderosos corruptos  dificilmente serão julgados e presos.

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Para citar Daniel Dantas foi

Para citar

Daniel Dantas foi blindado na CPI do mensalão. Era a partir do seu indiciamento que se chegaria ao verdadeiro porão.

A CPMI do Cachoeira chegou tão perto desse esquema que para não abrí-lo se entregou a cabeça do mais ilustre parlamentar, senador representante da Veja e um dos testas da organização.

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Dorlei

O mais poderoso

Este senhor, Gilmar Mendes, é a pessoa mais poderosa do país. Por tudo que fez e está fazendo. Suas ações tem enorme influência, mexem com o destino de todos.  Só o que resolveu fazer (decidir) neste ano, pode mudar o resultado das eleições, no mínimo. Imagina. 

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Pois é...

... mas o pig se locupleta com tudo isso, como por exemplo pondo o pistoleiro do STF para anular decisão do TSE em que ele, mesmo participou como colegiado, ai a sós anulo o que o colegiado do qual ele participou, decidiu. Banditismo incrustado no Judiciário. Reforma já prá acabar com essa bandidagem.

http://jornalggn.com.br/noticia/gilmar-reafirma-sua-parceria-com-veja-e-suspende-direito-de-resposta

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...spin

 

 

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taturanous

Seu Nassif que maravilha

Que tal no formato de dvd,cd,livro de cabeceira,de bolso,cartilha,pasquim,jornal,jornaloes,cartilha ou

fasciculos  Parabens por sua coragem

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Sensacional Nassif e

Sensacional Nassif e extremamente didático!!! Compartilhado com meio mundo.

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Combatendo a hipocrisia nacional que alimenta o fascismo.

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MAAR

POR UMA JUSTIÇA VERDADEIRA E DEMOCRÁTICA

Congratulações e agradecimentos aos autores, do valioso livro citado e do excelente artigo em tela, pela admirável coragem de trazerem à luz as evidências do modus operandi desta máfia que usa a produção e manipulação de factóides, a promoção da indústria de dossiês e de chantagens políticas, e a usurpação do poder das instituições públicas com o intuito abjeto de perpetuar o enriquecimento ilícito e a impunidade dos poderosos desprovidos de escrúpulos. Conforme ilustrou algum pensador filósofo, ‘a luz do sol é o melhor desinfetante’. Portanto, a divulgação plena dos meandros das falcatruas que espoliam e degradam a nação brasileira haverá de constituir o caminho para a urgente e indispensável construção de uma Justiça verdadeiramente democrática.

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Parabéns Nassif

Orgulho de ser mineira como o "Seo" Nassif e viver na mesma cidade dele. Eta Cabra de peste! como diriam os nordestinos.

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lenita

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altamiro souza

post histórico, para

post histórico,

para arquivar, guardar para sempre

e relembrar essa tiste e trágica história que

teve desdobramentos até hoje

e parece interminável.

uma tragicomédia que consorcia

descaradamente

a veja

e parte da dita grande mídia golpísta

e um membro do stf, além de possíveis burocratas arapongantes.

 a gíria popular chamaria isso de quadrilha,

os teóricos chamam de hegemoneização do poder político real.

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naldo

Eu quando era mais novo

Eu quando era mais novo acreditava em um monte de coisas e uma delas era que a imprensa era um dos baluartes da democracia, como era ingenuo naqueles anos 80; hoje cheguei a conclusaõ que tudo o que o Brasil tem de errado, capenga e mal explicado é por que a nossa elite quer, e usufrui das mutretas, quando choram pela reforma tributaria dou risadam, naõ fazem por que não querem e por que se beneficiam desse sistema capenga, educação? quem quer filho de pobre estudando em boas universidades e competindo com seus filhos bem nascidos? saude? E os planos de saude deixam? Tudo o que tem de errado e de torto no país existe por que interessa a uns poucos.

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Schell

A AP470 não foi um

A AP470 não foi um julgamento, foi "arrastão"; por séculos alguns daqueles ministros - ou quase todos - não dormirão em paz em razão dos "votos" proferidos. O restante, todos sabemos, deriva (a) de não termos ministro da justiça que se imponha junto aos de sempre e (b) não termos senado federal: tivéssemos e algumas dessas figuras estariam distribuídas pelas penitenciárias federais de segurança máxima.

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O "mensalão" não existiu

Lula jamais comprou sequer 1 deputado para votar em seus projetos, todos sabem disso, sabem que foi caixa 2 de campanha, não houve compra de deputados eleitos, os projetos foram votados por todos os partidos, inclusive por PSDB, PFL, engraçado que nenhum senador foi "comprado". Esse julgamento tem que ser anulado, pois os motivos pelos os quais os réus foram condenados são mentirosos.

http://lexometro.blogspot.com.br/2014/04/coletanea-mensalao.html

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...spin

 

 

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nilo walter

    Estou lendo o livro

 

 

Estou lendo o livro .

Confesso que não sei se chegarei até ao final .

Dá nojo de tantas falcatruas .

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nilo

Recomendo a leitura do livro

Recomendo a leitura do livro "O cimitério de Praga" de Humberto Ecco considerado o mais importnte ilelectual da atualidade.

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Branca Teresinha

Mafiosos

Na Itália a máfia que agia em nome da direita exatamente como aqui está fazendo foi obstaculizada em seu rumo por um grupo de juízes audaciosos, inclusive, com o  assassinato de um deles. Aqui, não existe este grupo de juízes, salvo raríssimas exceções, todos subjugados às benesses que a máfia sabe distribuir. É triste constatar que os dados estão na mesa, são divulgados, são acachapantes sobre responsabilidades. Este artigo é mais um que toca de forma irretocável e brilhante no tema. Mas quem vai conseguir bloquear os mafiosos e seus serviçais? Onde estão advogados capazes, entidades jurídicas com força para boquear isso tudo, congressistas audaciosos?

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Rosana Maria Laurindo

As ligações é que possibilitam o entendimento!

Os vínculos destes "ilustres cidadãos"  é que nos dão o panorama completo do mapa da mina que ao menos nos ultimos 20 anos continuam  a fazer chover conforme suas conveniências.

Esta blindagem é infame, pois a conquista da democracia supõe que a lei de fato alcance a todos e não apenas a base da pirâmide.

Como brasileira, me sinto de fato envergonhada, dos ditos "poderes constituídos", sobretudo e específicamente o Ministério Público e o  Judiciário por permitir a cristalização do regime de "castas" em pleno século XXI.

Com a benção e o coveniente silêncio da grande mídia em relação as revelações e devidas repercussões que de fato poderiam fazer a diferença entre uma sociedade verdadeiramente civilizada ou de atendendendo a conveniência de seus interesses excusos.

 

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mauricio p coutinho

Anos FHC

Anos FHC

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Severino Fernandes

Nassif acerta na mosca... É

Nassif acerta na mosca... É Gilmar Mendes (o homem de confiança de FHC e do PSDB no STF), e não o capitão-do-mato Joaquim Barbosai, o principal responsável pelo resultado do julgamento do "mentirão". Barbosa, com seu desequilibrio emocional já conhecido, foi apenas um dos instrumentos (o inocente útil) de uma sofisticada manobra (orquestrada em conluio com a mídia direitista e reacionária) para a condenação (sem provas) de José Dirceu e José Genoino (já que o objetivo maior, o impeachment do presidente Lula, fracassara retumbantemente...). O outro Supremo que se prestou a esse papel vergonhoso e indecente, de maneira visível, foi o ex-presidente do Supremo, Ayres Brito, que ficou conhecido por Big Ben de Propriá (sua terra natal em Sergipe), por cumprir todo o calendário da sordidez, minuto a minuto, para condenar (sem provas) Dirceu e Genoino e ajudar a desmoralizar o PT (para agradar a mídia direitista e para o deleite das elites reaças e endinheiradas que nunca engoliram o sucesso do que eles chamam de "lulo-petismo" - um dos períodos de maior prosperidade social e transferência de renda da história do país).
Só que as "ligações perigosas" (e indecentes) de Gilmar com o submundo empresarial mais fétido (que potencializou a corrupção mais despudorada na esfera pública, ao longo dos governos do PSDB e dos tempos da privataria tucana...) estão começando a ficar a mostra com esse livro bombástico... É pouco provável que Gilmar Mendes escape imune a essas denúncias tão fortes e consistentes... O seu destino se não conseguir justificar o injustificável, será o impeachment ou a desonrosa aposentadoria compulsória...
E puxando-se todo esse fio da meada, que vai do corrupto processo da privataria e da compra de votos para a reeleição de FHC (que não foram incomodados pela mídia corporativa e seletiva, pelo MP e pela justiça) até o julgamento de exceção da AP 470, logo se verá que não só o julgamento do "mentirão" foi a farsa que foi, como que faltou se ir a fundo em certos desvios institucionais regados a esquemas de caixa-2 - aos quais infelizmente o PT capitulou e copiou o PSDB - pra que fizéssemos a necessária faxina política, que precisa ser feita através de uma profunda, radical e necessária reforma política-eleitoral, que ajude a reduzir a pó a influência do poder econômico no processo eleitoral e no aparelho de Estado.

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Preciso do seu e-mail jornalista

informações sobre opportunity

preciso de um e-mail seguro seu , abs.

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O simbolico e Altruismo do

O simbolico e Altruismo do bonner sobre jornalismo e verdade, que poderiam derrubar um governo do PT, é comovente...

Esse menino quando for para o ceu será recebido por são pedro!

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"As notícias do PIG são cheias de: vírus, malwares, worms e spywares - você tem que ter muito cuidado para NÃO SER CONTAMINADO!"

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

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Jose Saguy Tenorio

Rolezinho na Paulista

Pessoal, não é só a Geração Editorial que está sendo ameaçada, não. Eu também, pois repassei esse link para um porrada gente e muitos estão furiosos. Querem até me processar... tem um advogado que prometeu entrar na primeira vara. Que coisa erótica!

Seria eles irem dea um rolezinho na Paulista e protestarem com esse Blog sujo. kkkk

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aliancaliberal

Versões de um mesmo fato.

  

Musa da direita do SBT é “fantasma”?

 

 

Por Altamiro Borges

A direita nativa está meio órfã. A sua representação partidária está em crise. Os tucanos não têm propostas, não se bicam e não conseguem fazer decolar a candidatura do mineiro Aécio Neves, o cambaleante presidenciável do PSDB. Já o DEM tende a sumir do mapa eleitoral em outubro, com os demos rumando para o inferno – se o diabo deixar! Quanto ao PPS, do servil Roberto Freire, nem vale gastar saliva. Diante deste quadro dramático, a única salvação da direita na atualidade é a mídia, que hoje cumpre o verdadeiro papel do partido da reação. Neste campo, ela conta com antigos e novos heróis. Rachel Sheherazade, apresentadora do telejornal do SBT, é uma destas novas musas dos direitistas nativos.

Em entrevista concedida a Mônica Bergamo, na Folha deste domingo (12), ela explicitou a sua visão reacionária. Até a jornalista da Folha realçou as “ideias polêmicas” de Rachel Sheherazade, “que há quase três anos é paga para falar o que pensa no ‘SBT Brasil’, o jornal das 19h45”. Para a moça de 40 anos, o Uruguai virou “sócio de traficantes” ao regulamentar o comércio da maconha e o direito da mulher ao aborto é um crime. Ela também afirma que já votou em Lula, mas que mudou radicalmente de posição. “Com a minha maturidade, passei a ter posicionamentos mais de direita do que de esquerda”. Para justificar a sua conversão, ela cita “o direito à vida e à propriedade como exemplos”.

Durante a “polêmica” conversa, a nova musa midiática da direita elogia Reinaldo Azevedo, pitbull da Veja e rottweiller da Folha. “Ele é um fofo”, afirma. Ela ainda defende o pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal. "Ele sofre perseguição religiosa". Mas o mais curioso da entrevista surge quando ela revela que “passou em concurso para ser escrivã” no Tribunal da Justiça da Paraíba e que está licenciada do cargo. “Vou pedir desligamento”, afirma. Mônica Bergamo parece estranhar a informação. “Passaram-se mais de mil dias até a certeza de que poderia abdicar da estabilidade do funcionalismo público”, comenta.

Diante desta revelação, pintou uma dúvida atroz nas redes sociais: Rachel Sheherazade é funcionária fantasma? Ela ganha sem trabalhar num cargo público? No SBT, o seu salário é de R$ 150 mil, o que permitiu que ela resida “numa casa em Alphaville, complexo de condomínios de luxo a 23 km de São Paulo”. E do cargo licenciado na Paraíba? A nova musa da direita até agora não esclareceu a cruel dúvida dos internautas.

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/01/musa-da-direita-do-sbt-e-fantasma.html

 

O papelão inacreditável do Brasil247: acusa Rachel Sheherazade de ser funcionária fantasma e depois tenta disfarçar a difamação BY 

Eu fico imaginando como deve ser a “redação” do Brasil247. Deve ser algo recheado de reuniões com as seguintes perguntas: “O que vamos inventar agora? Qual inversão de valores descabida faremos para ajudar o governo? Qual manipulação da realidade vamos tentar?”.

Antes que eu prossiga, vejam o texto “Confissão de Sheherazade: três anos sem ir ao emprego público” (originalmente intitulado “Confissão de Shererazade: é funcionária fantasma”), publicado ontem:

Um trecho da entrevista de Rachel Sherazade à jornalista Mônica Bergamo, em que a apresentadora do SBT afirmou, entre outras coisas, que “Reinaldo Azevedo é um fofo” (leia aqui), vale quase como uma confissão. A jornalista, que vem ganhando terreno na arena neoconservadora, admitiu ser funcionária pública do governo da Paraíba, há três anos, mas ainda não se desligou do Estado, a despeito dos rendimentos mensais de R$ 150 mil. Confira abaixo:

Três dias depois, em pleno reinado de Momo, recebeu uma ligação de Leon Abravanel, sobrinho de Silvio Santos e diretor de produção do SBT. “Achei que fosse trote.” O contato era um convite para vir a SP conhecer a rede. “Vim desconfiando que seria um convite. Nunca quis sair da minha cidade, não preciso sair da minha região para me realizar.” Mas topou.

Até então fazia dupla jornada. Passou em um concurso para ser escrivã em um tribunal para ajudar a fechar as contas, porque o jornalismo na Paraíba “não bastava”. Está licenciada e termina nos próximos dias o período máximo de afastamento. “Vou pedir desligamento.”

Passaram-se mais de mil dias até a certeza de que poderia abdicar da estabilidade do funcionalismo público. Ela não fala em dinheiro, mas o salário de apresentadora, em torno de R$ 150 mil, permitiu que seu marido, Rodrigo, deixasse o emprego na Paraíba para acompanhá-la.

Só que, como já vimos, a notícia original tinha como título “Confissão de Sherazade: Apresentadora do SBT é funcionária fantasma do Governo da Paraíba”. A baixaria foi tamanha (e notada até pelos leitores deles), que os redatores deram uma remendada no título da matéria, mas ainda assim tentando induzir o leitor a pensar que Rachel Sheherazade fosse funcionária fantasma, principalmente quando disseram que ela está há “três anos sem ir trabalhar”.

O detalhe é que a notícia é mais falsa que a frase “Se você não comprar, eu compro pra mim” dos vendedores. Simplesmente a declaração de Rachel não bate com a manchete, nem com a atual, nem com a original. O termo “sem ir trabalhar” é atribuído a pessoas que deveriam comparecer ao serviço, mas não compareceram. Experimente ligar para um funcionário e dizer que “ele não foi trabalhar”, quando está de férias ou de licença. Prepare-se automaticamente para um processo de assédio moral. Funcionários de licença ou de férias não vão trabalhar por que NÃO PODEM trabalhar durante suas férias ou licenças. Isso é simplesmente a lei.

Os fatos nos mostram que Rachel está oficialmente licenciada, e de forma não-remunerada, o que inclusive lhe permite exercer outra profissão. O detalhe é que essa licença tem tempo de validade (três anos), tempo limite para ela decidir se desiste ou não do cargo público. Aliás, ela vai desistir.

Em suma, não há irregularidade alguma na licença tirada por Rachel, e nenhum motivo sequer para manchete. A baixaria foi tanta que até os leitores do site ultra-esquerdista ficaram incomodados. Veja algumas manifestações:

  • “Realmente subestimam a nossa inteligência! O jornalista que escreveu o texto precisa se inteirar melhor dos fatos ele não sabe diferenciar Servidor licenciado de funcionário fantasma! Ou o objetivo é só gerar ódio! Ódio a toda a imprensa livre exceto ao 247″
  • “Ei, pessoal IMPARCIAL do 247, por favor, voltem com o TÍTULO ORIGINAL DA MATÉRIA. ‘Confissão de Sherazade: é funcionária fantasma’http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/126824/Confiss%C3%A3o-de-Sherazade-%C3%A9-funcion%C3%A1ria-fantasma.htm O link ainda continua o original, volta aí volta.”
  • “O problema é que as pessoas leem e entendem o que querem. Ela como servidora pública, tem todo o direito de se licenciar sem remuneração que é o caso dela, portanto não existe ilegalidade nisso. Ilegalidade é de quem quer convencer o povo que ela esta fazendo algo ilegal para tentar desacreditar o que ela fala e assim denegrir a imagem. Isso é normal na estratégia do PT para fazer denuncismo contra seus inimigos e assim tentar acusa-los como fazem chamando tudo de PIG e os que discordam de coxinhas. Que tal lerem o livro Assassinato de Reputações do Tuma Junior, que explica um pouco como fazem e porque fazem.”
  • “Gente como a maioria aqui ler, mas não entende ou pelo menos entende da maneira que lhe interessa. Ela estava de licença do emprego na PB, licença que tem direito e que acaba agora, por isso ela teria que optar por voltar ou abdicar do emprego que passou em concurso público. a reportagem também é manipuladora e não publicou toda a íntegra da entrevista.”
  • “Tenho ASCO da Sheherazade e suas opiniões, mas isso aqui é um ABSURDO. Ou esse site é de jornalismo fake e não sei? Ela está licenciada, portanto sem remuneração. Esse é o normal, o esperado. Se há dúvidas é preciso apurar, pelo menos fazer uma ligação, consultar a transparência do Tribunal, para achar algum tipo de irregularidade. Cabe um processo.”
  • “Quanta criatividade! Somente sendo analfabeto funcional para cair nessa! Aliás é por isso que o governo prefere investir na esgotosfera às custas da educação básica.”
  • “O PT é uma lacraia. Para que me fazer de advogado do diabo? Não gosto de Azevedo, nem Sheherazade. Mas não posso compactuar com difamação gratuita. Vamos lá, chupins vermelhos: a jornalista PASSOU em concurso público e tem direito CONSTITUCIONAL de pedir licença para trabalhar em outro lugar. Antes de difamar, lacraias, estudem e mudem a ética: pois o que mais tem nesse governinho é mamador de dinheiro público em cargo comissionado que nem trabalha.”
  • “Isso é que é jornalismo podre. A manchete já emite uma opinião tendenciosa. O texto tenta induzir a uma interpretação errônea. Se não tivesse lido a integra num veiculo de maior ética e não tivesse um minimo de inteligência, poderia condenar a moça. Como eu faço pra tirar essa porcaria do meu celular?”
  • “Vocês, esquerdopatas são mentirosos crônicos mesmo! Só que tropeçam nas palavras…”

E olhem que isso está na seção de comentários deles!

Mas eis a grande ironia da coisa: Rachel Sheherazade não está sendo remunerada em seu cargo público pois está de licença. Mas blogs como o Brasil247 dependem de verbas de estatais para praticar difamação contra os críticos do governo.

Em qualquer país sério, o financiamento governista (e desproporcional, em comparação com outros meios) a blogs como Brasil247 e outros da BLOSTA (Blogosfera Estatal) resultaria no mínimo em uma CPI. Talvez até em um processo de um impeachment.

Em suma, Rachel não cometeu nada de errado em relação à máquina estatal. Por isso, ela está em posição diametralmente oposta à dos blogueiros do Brasil247, estes sim aqueles que vivem de mamar nas tetas do governo.

Vemos aqui, então, mais uma instância da máxima esquerdista: “Acuse-os do que fazemos”.

 

Que feio, que feio…

http://lucianoayan.com/2014/01/15/o-papelao-inacreditavel-do-brasil247-acusam-rachel-sheherazade-de-ser-funcionaria-fantasma-se-envergonha-e-depois-tenta-disfarcar-a-difamacao/

A difamação foi replicada em varios sites:

Confissão de Sherazade: é funcionária fantasma

 

 

Apresentadora do SBT, que se tornou um dos ícones do neoconservadorismo, muitas vezes sem consistência, admitiu, em entrevista à jornalista Mônica Bergamo, que é também servidora do governo da Paraíba, como escrivã, a despeito do salário de R$ 150 mil mensais

 

247 - Um trecho da entrevista de Rachel Sherazade à jornalista Mônica Bergamo, em que a apresentadora do SBT afirmou, entre outras coisas, que "Reinaldo Azevedo é um fofo" (leia aqui), vale como uma confissão. A jornalista, que vem ganhando terreno na arena neoconservadora, admitiu ser funcionária-fantasma do governo da Paraíba, a despeito dos rendimentos mensais de R$ 150 mil. Confira abaixo:

 

Três dias depois, em pleno reinado de Momo, recebeu uma ligação de Leon Abravanel, sobrinho de Silvio Santos e diretor de produção do SBT. "Achei que fosse trote." O contato era um convite para vir a SP conhecer a rede. "Vim desconfiando que seria um convite. Nunca quis sair da minha cidade, não preciso sair da minha região para me realizar." Mas topou.

 

Até então fazia dupla jornada. Passou em um concurso para ser escrivã em um tribunal para ajudar a fechar as contas, porque o jornalismo na Paraíba "não bastava". Está licenciada e termina nos próximos dias o período máximo de afastamento. "Vou pedir desligamento."

 

Passaram-se mais de mil dias até a certeza de que poderia abdicar da estabilidade do funcionalismo público. Ela não fala em dinheiro, mas o salário de apresentadora, em torno de R$ 150 mil, permitiu que seu marido, Rodrigo, deixasse o emprego na Paraíba para acompanhá-la.

http://valdecybeserra.blogspot.com.br/2014/01/confissao-de-sherazade-e-funcionaria.html

 

 

 

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Álvaro Noites

Risível

E as atrocidades do PIG nada, né?

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aliancaliberal

O governo petista gasta 900

O governo petista gasta 900 milhões de reais para dar a sua versão da realidade, tem poder para contrapor e comprar toda a imprensa chapa branca.

 

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Álvaro Noites

Quem são os "chapa branca",

Quem são os "chapa branca", cara pálida?


Por que não dá nome aos bois ao invés de dar uma de Merval?

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Daniel Dantas ameaça Geração Editorial

Da Carta Maior

 

15/01/2014 - Copyleft

Daniel Dantas ameaça a Geração Editorial pelo livro "Operação Banqueiro" e quer impedir divulgação de dados de inquéritos e processos judiciais.

 

Luiz Fernando Emediato (*)

Arquivo

 


 
O banqueiro Daniel Dantas fez a primeira ameaça oficial à Geração Editorial, que no último dia 10 lançou a obra "Operação Banqueiro", do jornalista Rubens Valente, com revelações e provas inéditas sobre as atividades do banqueiro e do Banco Opportunity. A primeira edição da obra esgotou nas livrarias em poucos dias, e a Geração trabalha para colocar a segunda edição nas livrarias de todo o país.

Em notificação extra-judicial datada do último dia 9 de janeiro, subscrita pelos seus advogados, Daniel Dantas ataca a citação, na obra, de dados obtidos pelo jornalista em inúmeros processos judiciais e inquéritos policiais e administrativos de interesse público. O banqueiro afirma que "pode-se concluir que a publicação extrapola -em muito- os limites do exercício da liberdade de expressão, sujeitando V. Sas. [Geração Editorial], na qualidade de editores e distribuidores, à responsabilização pela divulgação dos dados sigilosos e pelos danos causados ao notificante [Dantas] e ao Opportunity".

O banqueiro alega que há dados sob sigilo e, por isso, "o conteúdo divulgado no livro intitulado 'Operação Banqueiro' é ilícito".

A notificação extra-judicial é datada de 9 de janeiro, um dia antes da chegada da obra às livrarias do país. A peça assinada pelos advogados do banqueiro reconhece que houve portanto uma "leitura superficial". Segundo o banqueiro, "a leitura superficial da obra publicada permite constatar a divulgação indevida, ainda que não se reconheça o seu teor, de informações sigilosas constantes de processos judiciais e administrativos, como por exemplo o conteúdo de interceptações telefônicas, a transcrição de e-mails; a reprodução de documentos e relatórios da Polícia Federal".

A Geração Editorial e o autor reafirmam que jamais utilizaram material "ilícito" e que a divulgação de dados do gênero é reconhecida em várias esferas judiciais e oficiais que defendem o direito à liberdade de informação e de expressão no Brasil. Caso prosperasse a tese desenvolvida pelo banqueiro e contida na peça ameaçadora de seus advogados, todos os jornais e revistas do país, todas as emissoras de televisão e todas as editoras estariam impedidas de divulgar quaisquer investigações desenvolvidas, por exemplo, pela Polícia Federal.

Os brasileiros já estão acostumados a abrir todos os dias os jornais e revistas ou ligar a televisão no noticiário para ter acesso a gravações telefônicas e e-mails interceptados por ordem judicial no decorrer de processos e inquéritos da Polícia Federal e das várias polícias nos Estados. Estaria o "Jornal Nacional" e os jornais televisivos da Rede Record, da Rede Bandeirantes e do SBT, dentre tantas outras emissoras, fazendo uso de "conteúdo ilícito" em seu noticiário? Estariam a revista "Veja", "Época" , "IstoÉ" e “Carta Capital”, semanalmente, e os jornais "Folha de S. Paulo", "O Estado de S. Paulo" e "O Globo", diariamente, apenas para citar alguns mais conhecidos no país, usando material "ilícito" em suas páginas? Estariam todos esses veículos “extrapolando –em muito - os limites do exercício da liberdade de expressão”?

A resposta a todas essas perguntas é obviamente não, pois editores e jornalistas apenas cumprem o seu papel e o seu dever de bem informar a população sobre temas de interesse público. Caso a tese levantada pelo banqueiro fosse verdadeira e acolhida pelo Judiciário, seria instituído no país um verdadeiro sistema autoritário de censura e de controle da liberdade de expressão e de informação, no qual jornalistas e editores seriam perseguidos e punidos apenas porque levaram ao público determinadas informações, principalmente as que incomodam forças poderosas no país.

A Geração Editorial e o autor reafirmam o respeito à lei e à Justiça brasileiras e o compromisso com a transparência de seus atos e com o direito do leitor de ter acesso a informações de interesse da sociedade.


(*) Publisher da Geração Editorial

 

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webster franklin

Quantas armações, quantas falcatruas.

El Capone e seu bando eram principiantes perto dessa turma, tanto que o El Capone vacilou na contabilidade e rodou.

Meus Deus ! será que um dia alguém vai ter coragem de enfrentar essa turma ?

Seria ótimo para o bem do nosso páis.

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Consagre os seus sonhos e projetos ao Senhor, e eles serão bem sucedidos, creia.

gAS

Al capone

 Al Capone

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Gilmar e a Folha

Faltou lembrar aquela defesa enfática da Folha, hein, Nassif?
Gilmar sempre foi blindado.

 

http://olicruz.wordpress.com/2010/03/27/folha-defende-gilmar-mendes/

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Maria Izabel L Silva

Finalmente, Nassif, você

Finalmente, Nassif, você chegou ao Gilmar Mendes. E foi com classe, na jugular. Foi didatico e pedagógico. Mais claro do que isso, impossivel. Há anos Paulo Henrique Amorim vem tratando esse sujeito pela alcunha de "Gilmar Dantas", e a galera "oposicionista" antipetista aqui do blog, tratando PHA como moleque. Agora  estão tão quietos! Parece que perderam o rebolado. Essa materia ja foi para o meu arquivo de textos antologicos.  Em tempo. Sou classe C mas se for para contribuir para a elaboração de um documentário, tô dentro.

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jacinto

Excelente

Sintetizou tudo Parabéns.

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Eis os cúmplices (olho nesses parlamentares):

O parlamento omitiu-se na CPI do Cachoeira, esses aí embaixo votaram contra o relatório que indiciava muita gente, como é ano de eleições, olho neles pra ver se o PT (ou até Marina/Campos) vão aceitar-los nos seus palanques (seja no executivo ou nas coligações proporcionais):

Senadores

Sérgio Petecão (PSD-AC)
Sérgio Souza (PMDB-PR)
Ciro Nogueira (PP-PI)
Ivo Cassol (PP-RO)
Jayme Campos (DEM-MT)
Alvaro Dias (PSDB-PR)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP)
Marco Antonio Costa (PSD-TO)

Deputados

Luiz Pitiman (PMDB-DF)
Carlos Sampaio (PSDB-SP)
Domingos Sávio (PSDB-MG)
Gladson Cameli (PP-AC)
Maurício Quintela Lessa (PR-AL)
Sílvio Costa (PTB-PE)
Filipe Pereira (PSC-RJ)
Armando Vergílio (PSD-GO)
César Halum (PSD-TO)

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Assunto muito complexo!

    Acompanho o "blog" do Luís Nassif desde 2006, li o seu trabalho "O caso Veja" e posso afirmar com toda certeza que este assunto, principalmente hoje em 2014 depois de tantos desdobramentos tendo como ponto mais alto a prisão do ex-ministro José Dirceu, é muito complexo para aqueles que não acompanham os bastidores da política nacional.


    Há uma dúvida que me persegue desde alguns anos: Se há um grupo "articulado" e com tanta capacidade de ação (notadamente em 2010) nas esferas de poder, o que os tem impedido de atingir seu objetivo maior, a saber  Presidência da República? Ou será que a Presidência da República seria realmente seu objetivo maior?

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Ozilio Cloves Santos

No momento só no voto

No momento só o nosso voto salvou esta quadrilhas de entrar na presidencia da República. A apresentação do Nassif complementando o livro foi excelente, porem a realidade é muito pior e maior do que a comentada. Existem muitos outros banqueiro/financistas/picaretas/politicos/empresários empenhados no auxilio de um "novo" (porem velho)  grupo  de FHC, ou Sarney, ou Collor, ou Serra, ou Marina  da vida assumirem o poder. Aí a coisa vai ficar bôa (para eles) e muito mal para nossostros.

Porem não ´podemos esquecer que nosso poder, atraves da presidencia da República do PT, é fraco, efêmero e precisa ser cuidado sempre. Não podemos esquecer tambem que as cãmaras de deputados, vereadores, senadores etc, tambem detem uma substancial porção do poder, Temos que votar mais certo nestas próximas eleições. Só elas nos salvam. 

Quanto ao Judiciário eu acho que o Lula e Dilma só pisaram na bola na escolhas de ministros para o STF e PGR e devemos rezar para que isto não aconteça mais.

Para vc ver Ozilio, o problema é grande e temos que nos cuidar!

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julião

o povo

o povo

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Emanuel Augusto

Complexo??

Simples: O VOTO POPULAR!! Isso os tem impedido de alcançar seus objetivos, por esse motivo dominaram totalmente o STF, também, pois talvez seja a última "cidadela" que possa favorecê-los,

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Ivan Arruda

Nassif, um dos comentaristas

Nassif, um dos comentaristas disse que nossas instituições são frágeis. Não considero frágeis instituições aparelhadas e tomada por bandidos, sem perspectivas de mudança. Senti a falta de um senador - que pensa ter seu problema de calvície resolvido - antes sempre indignado e pronto a escandalizar na rede globo, os dossíês fabricados como se armados pelo PT fossem. Gostaria de aferir a repercussão desse seu artigo junto a ordem. À qual, estamos subjugados. Frágeis, para não dizer outra coisa, somos nós.

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A.Araujo

http://infodio.com/es/051113/

http://infodio.com/es/051113/derwick/dagostino/vargas/corrupcion/bolichicos

Falando em corrupção, caso bombando na Venezuela envolvendo a boliburguesia financeira e seus grandes negocios, lá tambem tem CAMPEÕES NACIONAIS surfando na onda das fortunas faceis, nada como ser amigo do poder.

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Marcio de POA

"Nada como ser amigo do

"Nada como ser amigo do poder". O que seria esse tal "poder"?? E o "poder" do Daniel Dantas?? E o "poder" dos principais grupos de mídia do Brasil, que atuam de maneira coordenada???

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E o Obama, está fazendo o que

E o Obama, está fazendo o que deseja ou tem um míssel s/ sua cabeça?

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lenita

E de...

... Unganda não tens nada não?.... estamos louquinhos para saber...

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Flics

Uberquistão

Lá no urbequistão também tem; o mota não perde nada,... lá. Aqui ele nem lê artigos como esse, senão morreria de tristeza.

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Perfeito exemplo de

Perfeito exemplo de jornalismo investigativo, bem diferente daquele que era praticado pelo "caneta" do Cachoeira na Veja. Um jornalista que se limitava a divulgar informações vazadas por criminosos deveria ser tratado como membro da quadrilha. Aquele que investiga a fundo as informações que alguém tem razões espúrias para esconder, que checa-as criteriosamente antes de revelá-las ao público merece ser tratado como jornalista. 

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