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Ali Kamel e a guerra dos livros didáticos

A cartelização dos grupos de mídia foi o passo inicial do pacto de 2005, que teve como grande mentor o finado Roberto Civita, da Editora Abril, baseado no modelo Rupert Murdoch – o australiano que se mudou para os Estados Unidos e definiu uma estratégia pesada de sobrevivência, que acabou servindo de modelo para grupos de mídia inescrupulosos.

A lógica do pacto era simples e tosca como o jornalismo de Murdoch. Com a Internet, vinham pela frente mudanças radicais trazendo o maior desafio da história para os grupos de mídia, mais do que o advento do rádio e da televisão, porque muito mais difícil de enquadrá-la em regulamentação – como foi o caso da Lei das Concessões, que restringiu a competição e entregou o filé mignon aos grupos já estabelecidos.

***

A estratégia murdochiana consistia em criar um clima de guerra, instaurar um macarthismo feroz debaixo do qual caberiam todas as jogadas comerciais necessárias para assegurar a sobrevivência dos grupos de mídia em novos mercados.

Dentro dessa estratégia, em 2007 explodiu uma guerra hoje em dia pouco lembrada, em torno dos livros didáticos e dos cursos apostilados. Considerou-se que o mercado de livros didáticos poderia ser uma das novas frentes dos grupos de mídia, seguindo a picada aberta pelo grupo espanhol Santillana, controlador do jornal El Pais.

***

A Abril entrou no mercado de livros didáticos e cursos apostilados através de uma nova divisão, na qual incorporou as editoras Ática e Scipione, que havia adquirido em sociedade com o grupo francês VIvendi; e a Globo tentou uma sociedade com a UNO, braço do Santillana.

***

Recorreu-se ao macarthismo para afastar competidores.

No caso da Veja, a uma parceria com um site de direita, criado  para denunciar infiltração comunista no ensino. Com base no site, a revista publicou uma reportagem sensacionalista denunciando um competidor no mercado de cursos apostilados. Era matéria falsa, baseada em informação desmentida pelo próprio acusado, mas que não foi respeitada na reportagem publicada.

Coube à blogosfera desarmar a armação, denunciando a informação falsa e divulgando trechos de livros de história da Ática e da Scipione com as mesmas análises condenadas no material concorrente.

Desmascarada, a revista acabou publicando um “Erramos”, episódio raro em sua história.

***

A segunda frente foi conduzida por Ali Kamel, já elevado a diretor da Globo.

Em 18 de setembro de 2007 publicou coluna no jornal O Globo, prontamente reproduzida no Estadão, denunciando o conteúdo subversivo de um campeão de vendas, o coleção “Nova História Crítica”, de uma editora nacional. As denúncias foram repercutidas nos demais veículos da Globo, da revista Época ao Jornal Nacional.

Kamel denunciava o livro por suposta apologia a Mao Tse-tung selecionando a parte que enaltecia Mao:

"Foi um grande estadista e comandante militar. Escreveu livros sobre política, filosofia e economia. Praticou esportes até a velhice. Amou inúmeras mulheres e por elas foi correspondido. Para muitos chineses, Mao é ainda um grande herói. Mas para os chineses anticomunistas, não passou de um ditador."

E sonegando a parte que o criticava:

Como governante, agiu de forma parecida com Stálin, perseguindo os opositores e utilizando recursos de propaganda para criar a imagem oficial de que era infalível.”

Sobre a revolução cultural chinesa, Kamel mencionava o trecho:

Foi uma experiência socialista muito original. As novas propostas eram discutidas animadamente. Grandes cartazes murais, os dazibaos, abriam espaço para o povo manifestar seus pensamentos e suas críticas”.

E escondia a crítica:  

''O Grande Salto para a Frente tinha fracassado. O resultado foi uma terrível epidemia de fome que dizimou milhares de pessoas. (...) Mao (...) agiu de forma parecida com Stálin, perseguindo os opositores e utilizando recursos de propaganda para criar a imagem oficial de que era infalível.'' (p. 191) ''Ouvir uma fita com rock ocidental podia levar alguém a freqüentar um campo de reeducação política. (...) Nas universidades, as vagas eram reservadas para os que demonstravam maior desempenho nas lutas políticas. (...) Antigos dirigentes eram arrancados do poder e humilhados por multidões de adolescentes que consideravam o fato de a pessoa ter 60 ou 70 anos ser suficiente para ela não ter nada a acrescentar ao país...''

Sobre a revolução russa, o mesmo procedimento:

"É claro que a população soviética não estava passando fome. O desenvolvimento econômico e a boa distribuição de renda garantiam o lar e o jantar para cada cidadão. Não existia inflação nem desemprego. Todo ensino era gratuito e muitos filhos de operários e camponeses conseguiam cursar as melhores faculdades. (...) Medicina gratuita, aluguel que custava o preço de três maços de cigarro, grandes cidades sem crianças abandonadas nem favelas...

E escondia as críticas:

''A URSS era uma ditadura. O Partido Comunista tomava todas as decisões importantes. As eleições eram apenas uma encenação (...). Quem criticasse o governo ia para a prisão. (...) Em vez da eficácia econômica havia mesmo era uma administração confusa e lenta. (...) Milhares e milhares de indivíduos foram enviados a campos de trabalho forçado na Sibéria, os terríveis Gulags. Muita gente foi torturada até a morte pelos guardas stalinistas...''.

No dia seguinte ao artigo de Kamel, o diário El Pais (dono da Santillana), publicou artigo repercutindo internacionalmente a denúncia e afirmando que “el libro de texto ensalza el comunismo y la revolución cultural china”.

No mesmo dia, o ex-Ministro Paulo Renato de Souza (em cuja gestão o livro passou a integrar as obras do MEC) publicou no site do PSDB a informação de que entraria no dia seguinte com representação na Procuradoria Geral da República para retirar a Nova Historia Crítica do mercado.

No seu site pessoal, a informação de que sua consultoria tinha entre seus clientes a Santillana.

***

Conseguiram matar um campeão de vendas. Mas o contraponto da blogosfera produziu tal desgaste que a estratégia acabou abandonada, para alívio das editoras e dos autores concorrentes.  

Restou o esperneio, o uso do poder da Globo para processar jornalistas que ousaram investir contra a estratégia traçada.

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Almeid

Fora de Pauta.. Esta é para a

Fora de Pauta..

Esta é para a Série do  Blog - Direitos Autorais.

Corre no TJ da 1ª instancia do TJ/RJ - Proc.nº 0429565-82.2013.8.19.0001

A Sentença saiu em agosto último. Segue a íntegra da impressão.

________

0429565­82.2013.8.19.0001
Tipo do
Movimento:
Sentença
Descrição: Trata­se de ação com processo pelo rito comum ordinário, proposta por Paulo
Cézar Camilo Jorge em face de Globo Comunicações e Participações S/A e
João Emanuel Carneiro, em que pretende a parte Autora a condenação dos
Réus à indenização por danos morais e materiais e ao pagamento das custas
processuais e honorários advocacíticos. Como causa de pedir, afirma o Autor
que redigiu a obra literária intitulada ´Brasil João Capoeira´, levada a registro
em 2006 pela Editora paulistana Scortecci e, no ano seguinte, perante a
Biblioteca Nacional. Alega que, em 24 de novembro de 2006, encaminhou a
referida obra ao núcleo da 1ª Ré, para fins de avaliação técnica e eventual
aproveitamento. Aduz que, após dois anos, concluiu que sua obra não seria
avaliada. Salienta, no entanto, que, ao assistir a um capítulo da novela ´A
Favorita´, de autoria do ora 2º Réu e exibida pela 1ª Ré de 02 de junho de 2008
a 16 de janeiro de 2009, às 21 horas, verificou tratar­se de inegável plágio,
consistindo em reprodução adaptada e não autorizada de sua obra. Discorre
acerca do cabimento de indenização por danos morais e materiais. Com a
inicial, vêm os documentos às fls. 10/264. Regularmente citado (fl. 296), o 2º
Réu apresenta contestação às fls. 298/322. Suscita prejudicial de mérito de
prescrição. No mérito, defende não ter havido plágio da obra do Autor, negando,
ainda, qualquer acesso à referida obra. Alega inexistência de semelhanças
entre os contos escritos pelo Autor e a novela ´A Favorita´, de sua autoria.
Impugna os pedidos autorais. Com a peça de bloqueio do 2º Réu, vem o
documento à fl.322. Regularmente citada (fl.295), a 1ª Ré apresenta
contestação às fls.325/353, na qual suscita a ocorrência da prescrição como
prejudicial de mérito. No mérito, afirma inexistir semelhanças entre a obra
literária do Autor e a novela exibida. Ressalta que os textos não comportam
sequer comparações, haja vista que o Autor apresenta vários contos com temas
presentes em diversas obras, enquanto a novela por ela exibida consistiu em
uma obra pronta, acabada e inovadora, com tramas e personagens detentores
de características peculiares. Sustenta não ter havido plágio ou contrafação no
caso vertente. Rechaça os pedidos autorais. Com a peça de bloqueio da 1ª Ré,
vêm os documentos às fls. 354/446. Réplica às fls. 453/467. Em provas, apenas
o Autor e o 1º Réu se manifestam às fls. 512/516, 518/523. Este o relatório.
DECIDO. A hipótese dos autos suscita julgamento antecipado, nos termos do
art. 330, inciso I, do CPC. Pretende a parte Autora a condenação dos Réus à
indenização por danos morais e materiais, ao argumento de que plagiaram sua
obra. Afirma o Autor que a novela Favorita, exibida de junho de 2008 a janeiro
de 2009, trata­se de reprodução adaptada e não autorizada de sua obra.
Merece ser acolhida a prejudicial de mérito de prescrição suscitada pelos Réus.
O artigo 131 da Lei nº 5.988/73 revogou o artigo 178, parágrafo 10, inciso VII do
Código Civil de 1916. Porteriormente, a Lei nº 9.610/98 revogou a Lei nº
5.988/73 in totum, sendo certo que seu artigo 111, que trataria da prescrição da
ação, foi vetado. Não tendo havido, porém, previsão de repristinação do artigo
178, parágrafo 10, inciso VII do Código Civil de 1916, o prazo prescricional da
ação por ofensa a direitos patrimoniais do autor ou conexos passou a ser
aquele disposto no artigo 177 do Cìdigo Civil de 1916. Veja­se que o artigo 178,
parágrafo 10 do Código Civil de 1916 era aplicado, pelo Superior Tribunal de
Justiça, a casos em que se pleiteava indenização por violação a direitos
autorais, verbis: ´CIVIL. DIREITO AUTORAL. OBRA MUSICAL. PRESCRIÇÃO
QÜINQÜENAL CONTADA A PARTIR DO ÓBITO DO COMPOSITOR.
AUSÊNCIA DE PROVA QUANTO À OCORRÊNCIA DA VIOLAÇÃO EM
MOMENTO POSTERIOR. CC, ART. 178, PARÁGRAFO X, INCISO XI. I. À falta
de prova da ocorrência da gravação ou regravação de composição musical em
data específica, mais recente, pertinente, em face das circunstâncias dos autos,
a decisão do Tribunal estadual em considerar como termo inicial da prescrição
qüinqüenal a data do óbito do autor, ocorrida em 1970, dezoito anos antes do
ajuizamento da ação pela viúva. II. Recurso especial não conhecido. (REsp23/01/2015 TJERJ ­ consulta ­ Descrição
http://www4.tjrj.jus.br/consultaProcessoWebV2/popdespacho.jsp?tipoato=De... 2/3
260.099/CE, Rel. Ministro ALDIR PASSARINHO JUNIOR, QUARTA TURMA,
julgado em 21/11/2002, DJ 10/03/2003, p. 224) ´CIVIL ­ PRESCRIÇÃO
QUINQUENAL ­ DIREITOS AUTORAIS CONTRAFAÇÃO. I ­ SEGUNDO A
JURISPRUDENCIA DO STJ, A PRESCRIÇÃO QUINQUENAL PREVISTA NO
ESTATUTO CIVIL E ACOLHIDO NO DIREITO AUTORAL OU COMERCIAL
TEM INCIDENCIA QUANDO SE PRETENDE RESSARCIMENTO PELA
PRATICA DE CONTRAFAÇÃO, UTILIZAÇÃO INDEVIDA DA OBRA OU DA
MARCA. INTELIGENCIA DOS ARTS. 178, PARAGRAFO 10. DO CODIGO
CIVIL; 131 DA LEI 5.988/73. II ­ RECURSO NÃO CONHECIDO. (REsp
64.747/SP, Rel. Ministro WALDEMAR ZVEITER, TERCEIRA TURMA, julgado
em 28/11/1995, DJ 05/02/1996, p. 1388) Com o advento do Código Civil de
2002, a matéria passou a ser regulada pelo artigo 206, parágrafo 3º, inciso V,
que prevê prazo prescricional para a ação de reparação civil. Na medida em
que não houve previsão de prazo prescricional específico para os casos de
ofensa a direitos autorais, impõe­se a aplicação do dispositivo genérico que
prevê o prazo para a pretensão civil. Nesse sentido, decisão do Superior
Tribunal de Justiça: ´CIVIL E PROCESSO CIVIL. DIREITO AUTORAL.
PRESCRIÇÃO. DIES A QUO. PRAZO. NOVO CÓDIGO CIVIL. REGRA DE
TRANSIÇÃO DO ART. 2.028. CONTAGEM. 1. O art. 189 do CC/02 consagrou o
princípio da actio nata, fixando como dies a quo para contagem do prazo
prescricional a data em que nasce o direito subjetivo de ação por violação de
direito, independentemente da efetiva ciência da vítima. 2. O art. 131 da Lei nº
5.988/73 revogou o art. 178, § 10, VII, do CC/16, pois regulou inteiramente a
matéria tratada neste. 3. Revogada a Lei nº 5.988/73 pela Lei nº 9.610/98 e
como o art.111 da lei revogadora (que dispunha sobre prazo prescricional) foi
vetado, a matéria atinente à prescrição das ações relacionadas a direitos
autorais patrimoniais passou a ser regida pelo art. 177 do CC/16, aplicando­se o
prazo prescricional de 20 anos, visto que não houve previsão expressa de
repristinação do art. 178, § 10, VII, do CC/16, conforme exige o art. 2º, § 3º, da
LICC. 4. O CC/02 não prevê um prazo prescricional específico para a violação
de direitos do autor, de sorte que, com o seu advento, a matéria passou a ser
regulada pelo art. 206, § 3º, V, que fixa um prazo prescricional de 03 anos para
a pretensão de reparação civil, dispositivo de caráter amplo, em que se inclui a
reparação de danos patrimoniais suportados pelo autor de obra intelectual. 5.
Se, pela regra de transição do art. 2.028 do CC/02, há de ser aplicado o novo
prazo de prescrição, o marco inicial de contagem é o dia 11.01.2003, data de
entrada em vigor do novo Código Civil, e não a data do fato gerador do direito.
Precedentes. 6. Recurso especial provido.´ (REsp. 1168336/RJ, Rel. Ministra
NANCY ANDRIGHI, TERCEIRA TURMA, julgado em 22/03/2011, DJe
16/09/2011) Da mesma forma decidiu o E. Tribunal de Justiça do estado do Rio
de Janeiro: ´PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO INDENIZATÓRIA ANCORADA EM
VIOLAÇÃO A DIREITOS AUTORAIS. PRESCRIÇÃO TRIENAL CUJO PRAZO,
NA HIPÓTESE, SE CONTARIA A PARTIR DE 2009, QUANDO O AUTOR
FICOU CIENTE DA VIOLAÇÃO AOS SEUS DIREITOS. CONTUDO, NÃO HÁ
PROVAS DE QUE NÃO TIVESSE TOMADO CONHECIMENTO
ANTERIORMENTE, NA MEDIDA EM QUE A EXECUÇÃO DE SUAS OBRAS,
PUBLICAMENTE, FAZ PRESUMIR O CONHECIMENTO DA ALEGADA
VIOLAÇÃO. DANOS MORAIS E MATERIAIS QUE ATRAEM A INDENIZAÇÃO
FIXADA NA SENTENÇA. IMPROVIMENTO AOS RECURSOS. I ­ Segundo
consagra o venerando Superior Tribunal de Justiça, ´O CC/02 não prevê um
prazo prescricional específico para a violação de direitos do autor, de sorte que,
com o seu advento, a matéria passou a ser regulada pelo art. 206, § 3º, V, que
fixa um prazo prescricional de 03 anos para a pretensão de reparação civil,
dispositivo de caráter amplo, em que se inclui a reparação de danos
patrimoniais suportados pelo autor de obra intelectual´; II ­ A contagem do seu
decurso, contudo, se inicia da data em que o artista ou o autor toma
conhecimento da lesão ao seu direito e que, na hipótese, teria ocorrido em
2009. Contudo, em se tratando de execução pública, presume­se que, bem
antes daquela data, o autor teria conhecimento de que o seu direito estava
sendo violado, daí se prestigiar a sentença quanto ao período prescricional; III ­
Conforme acentua o julgado, ´(.). Os autores juntam aos autos documentos que23/01/2015 TJERJ ­ consulta ­ Descrição
http://www4.tjrj.jus.br/consultaProcessoWebV2/popdespacho.jsp?tipoato=De... 3/3
comprovam que foi firmado acordo com a primeira ré, em 05/06/1996, de gestão
de bens intelectuais, competindo os requerentes enviar as obras artísticas
musicais gravadas para o cadastramento, gestão, controle e documentação da
primeira ré, sendo certo que, caberia a esta a fiscalização, arrecadação e
distribuição de direitos autorais recolhidos pela segunda ré. (.)´, acrescentando
que ´(.). De acordo com os documentos acostados aos autos, as músicas
cadastradas pelos autores junto à primeira ré foram transmitidas nos meios de
comunicação. Outrossim, em nenhum momento as rés alegam que não houve o
contrato firmado entre as partes, bem como o devido cadastramento das
músicas pelos requerentes, mas apenas alegam que não possuem a
responsabilidade pelo não pagamento das verbas relativas aos direitos autorais
aos requerentes. A primeira ré transfere a responsabilidade pelo não
pagamento à segunda ré, uma vez que alega que lhe informou das músicas
cadastradas pelos requerentes e, em contrapartida, a segunda ré alega que
nunca recebeu as informações relativas ao cadastro das músicas pelos autores.
(.)´, daí a procedência da pretensão indenizatória pelos danos material e moral;
IV ­ Improvimento aos recursos.´ (TJRJ ­ 0444273­11.2011.8.19.0001 ­
APELACAO ­ DES. ADEMIR PIMENTEL ­ Julgamento: 23/07/2014 ­ DECIMA
TERCEIRA CAMARA CIVEL) Portanto, considerando que a obra Favorita foi
exibida entre junho de 2008 a janeiro de 2009, o prazo para que o Autor
pudesse exercer a sua pretensão indenizatória findou­se em janeiro de 2012, ou
seja, três anos após a exibição do último capítulo. Pelo exposto, reconheço a
prescrição e JULGO EXTINTO O FEITO COM RESOLUÇÃO DE MÉRITO, com
fulcro no artigo 269, IV, do Código de Processo Civil. Condeno a parte Autora
nas custas e honorários advocatícios que fixo em R$800,00 (oitocentos reais) a
cada Réu, nos termos do parágrafo 4º do artigo 20 do Código de Processo Civil.
Preclusas as vias impugnativas, dê­se baixa e arquivem­se os autos. P

 ____________

Esta em fase de recurso - que foi aceito.

 

 

 

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MriaDirce

Entreviste o Chalita que foi

Entreviste o Chalita que foi secretario da educação  no  governo Alckmin, e saberá os porões  dos livros didáticos em SP!!!! a   famosa barganha mídia vs livros didáticos!!!

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Todo mundo sabe, ninguem viu

Meu filho veio morar comigo o ano retrasado, matriculou-se em uma escola estadual e ia as aulas a noite.

Vira e meche, trazia pra casa livros e livros, apostilas e apostilas, volumão, até hoje estão jogados numa prateleira, tenho dó de jogar fora.

E a internet ai, dando muita coisa de graça.

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Pode-se enganar alguem por algum tempo, muitos por muito tempo, mas não todos o tempo todo!

Ali, a Rede e a Banda podre do Governo.

Infelizmente a gente tem que viver com essa bandaleira que corre solta nas hostes do PiG comanda por uma Rede chefiada por uma mandatário-Mor. E o pior, com o silêncio pra não dizer conivência do Governo petista e do Congresso Nacional.

Esse senhor Kamel e a Globo têm que sofrer um apertão. Não podem continuar mandando e desmandando em tudo e em todos. A Justiça Brasileira não pode se submeter ao papel de capacho desses, fechando os olhos para tanto abuso de poder.

Antes, o Amorim, agora o Nassif. Quem será o próximo ou os próximos? FORA REDE GLOBO! CADEIA PARA O KAMEL!

 

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Cunha

O pior é que o cara não pode

O pior é que o cara não pode ser chamado nem de manipulador.

Talvez tenhamos que chamá-lo de santo ou de deus.

 

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Carlos Dias

Je suis Nassif

Nassif, manda uma conta para a galera contribuir..

com a grana que economizo não pagando um centavo ao PIG posso ajudar nessa patranha que movem contra você.

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Nassif, tirei uns dias de

Nassif, tirei uns dias de férias e gostaria de contribuir contra esses desmandos do Ali Kamel. Divulgue os dados bancários queajudarei com enorme alegria a defender sua causa. Não seja modesto, por favor.

 

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Rodrigo Sousa

site de help nos custos

Caro Nassif,

 

Sou frequentandor do blog, apesar de ter criticas relacionadas a alguns colaboradores em matérias especificas muito tenho de elogio também.

 

Peça a algum conhecido montar um site para arregadar o valor da ação, o que sobrar você move um processo contra ele. Tens aqui alguém que certamente ira contribuir.

 

Abçs,

Rodrigo

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São indecentes as vitórias em 1ª instancia...

desta #MidiaBandida na "justiça" do RJ.

Parece até a "Vara de Pinheiros" em Sampa.

 

Caindo de PODRE tudo isto!

 

Salve, Nassif!

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Liberdade de imprensa seletiva

No Brasil, a impressão que se tem ao tomar conhecimento de certas decisões judiciais é que existe uma seletividade na liberdade de imprensa. Alguns órgãos e jornalistas gozam de grande proteção do Poder Judiciário, somente sendo condenados quando o caso ultrapassa as raias do absurdo, e os jornalistas que não fazem parte da grande imprensa têm contra si todo o rigor que protege direitos de personalidade em prejuízo da liberdade de imprensa.

Apesar de não conhecer em detalhes o processo que o diretor da Rede Globo Ali Kamel moveu contra o jornalista Luis Nassif, acredito na possibilidade de reversão na segunda instância da condenação sofrida em primeira instância (segundo notícia que eu li no site Pragmatismo Político, Nassif teria sido condenado a pagar uma indenização por danos morais a Kamel no valor de R$ 50 mil reais).

Pelo post acima, não me parece que a liberdade de imprensa tenha sido extrapolada e violado direitos de personalidade. Apenas se expôs a manipulação a que estavam sujeitos os leitores de Kamel. Considero a condenação, se baseada neste tipo de situação, um tremendo exagero. É premiar e proteger quem agiu de forma errada ao manipular fatos, induzindo pessoas ao erro, e condenar quem apontou a manipulação. Lamentável a decisão da juíza de primeira instância. No entanto, creio que nem tudo está perdido. Cabe apelação contra a condenação e ela pode ser reformada na segunda instância. Faço votos de que isso aconteça.

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"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

Por falar em falcatruas da

Por falar em falcatruas da Rede Globo, quero puxar indignação para equipe econômica do governo.

O país nem se recuperou dos excessivos aumentos da Selic, generosamente oferecidos pelo Banco Central, e o Levy disse na Globo News que o ajuste fiscal está disposto a colaborar com a política monetária do Tombini.

Os comentaristas disseram que não existe outra saída para o país a não ser cortar gastos e subsidios, aumentar impostos e fazer poupança (lógico para o governo pagar mais juros a serem previsionados).

Ora, porque não abaixar os juros? Porquê Tombini? A inflação só aumenta porque a mídia e os institutos de pesquisa são patrocinados pelos rentístas. Agora temos uma conexão direta. Esta realidade não está tão encomberta que ninguém não possa pedir as autoridades para desbaratar isso pelo nosso país.

Nenhum economista em sã consciência vê nisso senão mero complô para aumentar a taxa de juros.

Se isso não for uma invasão ratazana aos cofres públicos, deixa a Rede Esgôto fazer seu trabalho. 

Seu voto: Nenhum

Uma ideia ou intuição dita de modo próprio pode servir de via de acesso em direção a percepção metafísica do ser e o quanto no universo ele é capaz de constituir por si mesmo para tal transcendência existencial.

imagem de carlos a. balista
carlos a. balista

ali kamel e a guerra dos livros didáticos

caro,

por favor, aceite minha total solidariedade neste novo episódio lamentável.
 

caso vença a injustiça e você seja condenado a pagar a multa, estou à disposição para contribuir monetariamente com o gasto.

abraço

carlos a. balista

 

 

 

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Robson Moreno

A Solidariedade de um leitor que pouco se manifesta

Caro Nassif,
Não costumo me manifestar aqui porque, concordando em partes com sua observação que vc fez em uma palestra sua proferida na sede do "ABCD Maior" em São Bernardo do Campo-SP (acho que foi em 2009 e a sua fala pode não ser fiel) : "quem dá show no meu blogue são meus leitores". Em partes eu concordo porque o show principal dado nesse espaço são suas análises, repletas de coragem em tocar o dedo na ferida, mas sem abrir mão da elegância. Com esse conteúdo e coragem de remar contra a maré, ou como vc diz, o "efeito de manada", fez com que este que vos escreve se tornasse um assíduo leitor seu, desde quando o blogue estava hospedado na UOL. Saiba que tenho uma imensa admiração por ti, e NÃO CONSIGO IMAGINAR sem acessar seu blogue, por um mísero dia.
Por favor, continue sua luta, continue com o GGN: nós órfãos de jornalismo de fato, agradecemos.
Minha total solidariedade contra mais esse decisão absurda do TJ/RJ.

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joão adalberto

Ali Kamel

Ali Kamel, o número 1 do jornalismo da Globo, acaba de vencer na Justiça do Rio de Janeiro uma ação judicial que impetrou contra Luis Nassif por causa de ofensas e mentiras publicadas pelo blogueiro em dezoito textos do seu site.

O blogueiro Nassif terá que pagar uma indenização de 50 000 reais a Kamel por danos morais.

A juíza Larissa Schueler entendeu que as provas apresentadas “demonstram claramente que o réu extrapolou o direito à informação, utilizando termos que certamente denigrem a imagem” de Kamel. Para ela, o blogueiro cometeu “atos irresponsáveis, como a difamação”.

Cabe recurso à decisão.

Por Lauro Jardim

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Parabéns, Nassif!

Estamos na mesma trincheira e solidarizo-me com você e com todos os outros perseguidos. Torço para que um dia esta lógica perca. Até lá, vamos em frente. Somos um exemplo de resistência. Muitos em silêncio, graças à espada da Justiça.

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Murilo A. Silveira

E anda tem o golpe de 2006

Após a cena dos aloprados de 2006 na sexta feira antes do 1º turno o candidato Alkimim encostou no Lula, mas "subitamente" teve menos votos no 2º Turnos. Tudo por que durante a campanha do 2º tuno não se viu mas a imagem dos dolares dos aloprados,acordado pela aprovação do governo (Lula I) de permitir a  continuação do envio de exemplares dos livros didáticos dos editores monopolistas aos professores para manter a reserva de mercado eliminando a concorrencia. Isto posto num "blog sujo" que li na época. Lula venceu a eleição mas o monopolio se amplia.

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Alexander

É duríssima a luta no Brasil

É duríssima a luta no Brasil contra esses parasitas. Transformam o país numa Republiqueta.

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imagem de Maximiliano
Maximiliano

Gente, vejam o que o

Gente, vejam o que o ultradireitista pai de Diogo Mainardi está circulando na rede! Vcs já viram falar desse tal  The Washington CONCLAVE For Democracy?

 Enio Mainardi shared Olavo de Carvalho's post.14 hrs · Olavo de Carvalho

Quando o comandante do nosso Exército festeja a "estabilidade das nossas instituições democráticas", demonstra ignorância histórica e falta de discernimento. I...

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Nada de novo no front...

"Ali Kamel e a guerra dos livros didáticos"

doutor mistificador ali kamel come do prato-feito requentado de arroz-com-feijão de toda guerra suja... seja ela uma guerra militar, ideológica, mercadológica, religiosa, colonial, cultural, guerra dos sexos, guerra do tráfico, guerra dos roses, guerra santa, guerra dos cem anos, guerra fria, guerra das bibas, guerra econômica... e mais esta guerra dos livros didáticos atualizada para a corte feudal do novo poderoso el cid gomes dos livros didáticos estatizados a preço d'ouro em pó para alegria e realização de lucro dos eleitos elencados livros-editoras pelo staff notório saber do novo vice-rei ou novo coronel da educação.

pois é, doutor kamel cheio de dedos melindrosos e sensibilidades delicadas à flor da pele ofendida injuriada... nos faz pensar que há ofensas e ofensas para o julgamento da história contempôranea: pois não é que todo santo dia, faça sol faça chuva, o jornalismo de doutor kamel reincide em ofensas à inteligência do país em rede nacional... e a rede global de ofensas à inteligência do povo vai longe... como na recente minissèrie "é tudo verdade" onde nosso rei roberto desfilou de "homem bom homem sábio" no viés hagiográfico do recortado filme-documento com "tião maconheiro" fazendo papel-vilão dos diabos... e onde pressinto acá, um movimento político-cultural-religioso-moral do grupo globo para um pleito sagrado, junto ao vaticano e à cúria argentina, em prol da canonização de nosso rei-santo roberto o isperto.

doutor ali kamel come do prato-feito requentado de arroz-com-feijão de toda guerra suja:

"Quando uma guerra começa, "a primeira vítima é a verdade". Como todo surrado clichê, essa máxima sobre a cobertura jornalística de conflitos tem lá seu fundo de razão. A frase de 1917, atribuída ao senador norte-americano Hiram Johnson, foi usada como título de um famoso livro sobre correspondentes de guerra, "A Primeira Vítima", do australiano Phillip Knightley, que centra a atenção no jornalismo anglo-americano. Knightley reclama que praticamente nunca uma guerra foi reportada com veracidade e que os jornalistas são manipuláveis pelos militares." Ricardo Bonalume Neto in revista Galileu do Grupo Globo... [sem chance! tá tudo dominado].

 

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"Não há segredo que o tempo não revele, Jean Racine - Britânico (1669)" - citação na abertura do livro Legado de Cinzas: Uma História da Cia, de Tim Weiner. 

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Renato Ferreira Lima

História macabra. Não

História macabra.

Não bastasse o já falido sistema deseducacional brasileiro aguentar o peso do corporativismo, do clientelismo, do coitadismo, agora ainda tem essa relatada pelo Nassif. Isso aqui é uma terra de ninguém MESMO, cada um tentando morder o seu pedaço. Não tem jeito.

É muito predatóra a forma como lidamos com tudo aqui, como se não houvesse amanhã. É assustador.

 

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DOLORES DOMINGUES

Artigo do Nassif

O TRISTE É TER CERTEZA QUE TUDO É ARMADO E POUCAS PESSOAS SE LIGAM NO QUE OBVIO.  

VIVA A MENTIRA INSTITUCIONALIZADA.... QUE PENA.....

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Bonsmar

Golpe sujo

Eles sempre jogam pesado e ainda temos que obedecer a cartilha da "ética".

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Eles querem dominar o mercado e "ideologizar" segundo seus jorna

Balzac ja dissera no século XVIII que o meio editorial parisiense-europeu era feito por chantagistas e oportunistas. Seu Lucien, que sonha com o jornalismo na capital, tem logo suas ilusões destruidas pelas conspirações, difamações e mentiras. De la pra ca, o que mudou ? No Brasil, nada. Copiaram o modelo e até suplantaram o original.

 

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Jorge Pessano

Novas mídias e a Globo

Com o advento das novas mídias de comunicação eletrônica a audiência das grandes redes de televisão e a tiragem dos jornais impressos mudaram radicalmente. A Globo e empresas adjacentes não estão livres das mudanças que as novas engenhocas, como smartphones e tabletes, vem impondo ao mercado da propaganda. Por isso, a cara da TV e da mídia em geral mudou, os profissionais mudaram. O Ali Kamel vai mudar ou estará fora em breve. Acompanhem!

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Jorge Brito

Tática antiga....

E quem não lembra dos livros de Moral e Cívica e OSPB da época da ditadura????? Mesma linha, que agora foi privatizada....

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altamiro souza

em a revolução dos bichos, o

em a revolução dos bichos, o anti-totalitário george orwel critica o regime ditatorial

soviético, que vai mudando as frases da constituição conforme seus interesses

e o dia e as circunstancias que interessavam ao regime.

é claro que jamais imaginou que alguém metido a liberal usaria o mesmo processo de

falsificação para criminalizar, demonizar, autores de livros didáticos.

 

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C. Brayton

Um exemplo parecido da série

Um exemplo parecido da série o Caso Veja:

https://sites.google.com/site/luisnassif02/ocasococ

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roger matos

Teorias conspiratórias...

Teorias conspiratórias... grupos inescrupulosos... imperialistas... Embora os livros tenham uma crítica, as informações estão deturpadas. Essa luta atrasada de esquerda e direita é o que emperra o Brasil.

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cesarT

Nassi, qual o site de direita

Nassi, qual o site de direita a que a Abril se associou?

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evandro condé de lima

Cabe ver também.

Não sei se aqui os comentaristas têm filhos em idade escolar. Infelizmente os meus pouco abriam os livros (falha minha, vá lá) mas era geral entre os colegas. E hoje a realidade ainda se repete. FAlo como professor, 

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José Carlos Damaceno

CONTROLE REMOTO

É SÓ SABER USAR O CONTROLE REMOTO E DEIXAR O TEMPO RESOLVER O RESTO QUE NEM PRECISA SER VIDENTE PARA SABER NO QUE VAI DAR.

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Não precisa

gritar....

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oliva

Perdeu Sr Nassif !!!!!!!

Perdeu Sr Nassif !!!!!!!

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Nossa!

que conclusão brilhante!

Leu o texto até o fim?

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a longo prazo....

a longo prazo, ganhou respeito e credibilidade, a maior moeda de um jornalista.

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Ricaro

Oliva??? Deve ser MILICO!

Oliva??? Deve ser MILICO!

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No campo do jornalismo,

No campo do jornalismo, ganhei. Eles estão tentando agora no tapetão.

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Marcos Carvalho Campos

Irá recorrer ?

Irá recorrer ?

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Celso Pereira da Silva

Parabéns Luis Nassif pelo

Parabéns Luis Nassif pelo texto corajoso e brilhante, pela contribuição politica que ele propicia a leitores.

 

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Antônio - Minas Gerais

Perto

Perto da cúpula da grande mídia brasileira a máfia italiana é amadara,

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anarquista sério

O peso da Globo contra o

O peso da Globo contra o nosso blog.

Jornalista deve pagar R$ 50 mil a diretor da Globo, decide juíza

DO RIO - A Justiça do Rio condenou o jornalista Luís Nassif a indenizar em R$ 50 mil, por danos morais, o diretor de Jornalismo da TV Globo, Ali Kamel. A decisão foi publicada em dezembro. Cabe recurso.

Segundo a sentença da juíza Larissa Pinheiro Schueler, Nassif teria afirmado que Kamel é "manipulador" e promove "jornalismo de hipóteses", extrapolando "o direito à informação". Nassif disse que vai recorrer "do mérito" e do valor.

"Ele é uma figura pública de projeção e, portanto, pode ser alvo de críticas, dentro dos princípios da liberdade de imprensa." Nassif disse também ter sido alvo de ataques de Kamel, que não quis comentar.

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Je suis Nassif

Nem sempre é claro, mas nesse caso, estou com ele 100%. Pau no Kamel, que sempre diz  "Je suis a família Marinho".

PS: A decisão da juiza é ridícula, não há ofensa pessoal, nem difamação. O Nassif disse o que acha do Kamel enquanto profissional da imprensa. Manipulador, claro, isso até os microfones do JN sabem. Qualquer coisa, estou dentro da vaquinha dos cinquentinha 

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Juliano Santos

O nosso blog

Gostei muito de ver esta primeira linha do comentário: "contra o nosso blog". A frase fala melhor que a declaração de que o GGN e o Luis Nassif Online são um espaço coletivo de contribuições de todo oBrasil. Pronto, falei mais e não disse melhor que a síntese "o nosso blog". .  

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Urariano

Também curti o "Nosso"!

Também curti o "Nosso"!

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marcosomag

Governos petistas têm medo da mídia!

Onde está o telejornal noturno da TV Brasil com linha editorial de enfrentamento ao JN? Alguém pode explicar o por quê da Petrobrás ainda anunciar em veículos das Organizações Globo, que foi contra a Petrobrás desde a campanha popular pela sua criação? Onde está a Ministra dos Direitos Humanos que não denuncia os processos de Kamel contra os blogueiros como ataque à liberdade de expressão e não questiona a Globo sobre o papel que ela deve cumprir como meio de comunicação social?

A "Veja" não agüentaria uma investigação minimamente séria sobre as suas práticas. A CPI do Cachoeira só levantou a pontinha do tapete, e a "Veja" ficou apavorada! A Globo não agüentaria  o anúncio da uma CPI da Fundação Roberto Marinho. O anúncio, apenas! Não a instalação da CPI! O por quê da UNICEF ter pulado fora do Criança Esperança seria apenas um questionamento "leve" diante do "mar de lama" que iria jorrar nesta CPI!

Lamento a atitude pusilânime da direção petista perante a autoritária velha mídia brasileira. O Brasil só perdeu com isso!

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Gesualdi

Coragem

É necessário sofrer, na pele a dor do parto, para poder dar a luz. O Blog encontrou o grande momneto da verdade, não tem mais como retroceder, esse momneto é o divisor das águas, ou tem coragem para expressar e viver o verdadeiro jornalismo ou se afundará sem o combate sangranto a o qual sempre buscou. O poder midiático atual, está em seu momento mais vulnerável, suas sujeiras são denunciadas por tdos os lados. oro por vcs, resistam, trabalhem, pratiquem o verdadeiro jornalismo, a verdade não tardará.       

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roberto c

contratos

Contratos, Srs, contratos. Não esqueçamos que, apesar de todas as criticas, legalmente a Globo não tem nenhum problema com a justiça e consequentemente o governo não pode simplesmente quebrar contratos porque ... "eu quero". Saibam viver o estado de direito. Estado de excessão nunca mais.

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O maior erro é acreditar que

O maior erro é acreditar que esse kamel está somente defendendo o emprego dele ou a família que o emprega.

Não: ele está ali pra fazer militância política; por isso foi promovido nesses anos todos. Afinal, é melhor pagar pra quem faz por gosto do que pagar pra quem acha isso ou aquilo outro, né?

Não foi ele quem se esforçou pra negar o racismo na sociedade brasiileira e fez todo um malabarismo para "interpretar" o Lula?

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PJ não VOTA!

O Jornalismo acabou e a eleição não tem fim!

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altamiro souza

éssa colusão desses

éssa colusão desses oligopólios e  seus interesses é nefasta para o país,

pois impede a ampliação do conhecimento  às várias fontes culturais e de ensino.

é o fascismo, a voz de poucos elitistas, que escolhem

o que deve ser engolido pelos

 educandos,

leitores,

telespecadores.

e parece que a abril continua praticamente

com o monopólio dessa distribução.

gostaria que alguém explicasse isto com mais detalhes.

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Distribuição

O monopólio na distribuição é um assunto fundamental ! Até hoje, não conheço nada sobre o assunto e ninguém me explica o porquê...Também preciso de uma explicação - além daquelas ("naturais"),  que  inculem o desinteresse de empresas diante da expertize do atual (e perene) distribuidor.

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Eliane Na

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