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Brasilianas: especialistas avaliam Base Comum Curricular proposta pelo MEC

O debate de hoje contará com a participação de Lisete Arelaro, que é diretora da Faculdade de Educação da USP, Ricardo Falzetta, gerente de conteúdo do movimento Todos Pela Educação e, para representar a gestão educacional na ponta, Maria Teresa Mesquita de Paula, pedagoga responsável pela Escola Criativa Idade. 
 
Participe você também mandando perguntas para os entrevistados. Clique aqui.
 
 
Brasilianas.org - O Ministério da Educação (MEC) abriu para participação pública a discussão em torno da Base Nacional Comum Curricular (BNC). O objetivo desse instrumento é estabelecer uma base curricular mínima para garantir um sistema de ensino básico e fundamental mais uniforme no país. 
 
Atualmente, estados e municípios têm seu próprio método de ensino, com isso não é possível estabelecer, em nível nacional, padrões mínimos do que o aluno vai estudar em cada ano. Por exemplo, em que série do ensino médio a equação de segundo grau deve ser ensinada? Ou que tipo de formação histórica é necessária para o jovem? 
 
A BNC deverá ser entregue em março deste ano e, através dela, o MEC quer fixar um conteúdo mínimo de 60% em escala nacional, enquanto que 40% do método de ensino ficará a cargo das políticas públicas de cada estado e município. 
 
Nesta segunda (22), a partir das 23h, na TV Brasil, o programa Brasilianas.org avaliará essa proposta, e abordará também se a BNC dará espaço para métodos pedagógicos que ensinam a teoria junto com a prática, quando alunos são envolvidos em projetos que reúnem diversas áreas, promovendo no estudante o conhecimento multidisciplinar.
 
O debate de hoje contará com a participação de Lisete Arelaro, que é diretora da Faculdade de Educação da USP, Ricardo Falzetta, gerente de conteúdo do movimento Todos Pela Educação e, para representar a gestão educacional na ponta, Maria Teresa Mesquita de Paula, pedagoga responsável pela Escola Criativa Idade. 
 
Também contaremos com matérias sobre os desafios da implantação da BNC, entrevistando o coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, e o professor Mackenzie Ivo Pons, um dos responsáveis pelo Design Possível, uma ONG que ensina design para pessoas comuns, envolvendo elas em projetos de impacto social.
 
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Como a edição será gravada horas antes, receberemos as perguntas até às 16h.
 
Clique aqui e saiba como sintonizar o canal.
 
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3 comentários

Comentários

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Cesario

Compartimentalização

Os temas interdisciplinares fundamentais não foram contemplados nessa proposta curricular. Contudo as questões polêmicas recheadas da ideologia compartimentalizada estão colocadas. Depois dizem querer fazer cidadania. Sem matemática e ciências. Impossivel!.

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Fernando Cesar

Pelo menos a proposta

Pelo menos a proposta contempla um pouco da Física do século XX. Antes parava no século XVIII.

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Puxa, que escolha de especialistas...

Nao digo sobre a professora da USP, mas um representante de uma Ong interessada em pautar a Educaçao nacional e uma diretora de escola particular... Imagino as observaçoes que farao...

Seu voto: Nenhum (3 votos)

Ao Brasilianas: o currículo das escolas são um nonsense

uma pseudo carga de conhecimentos. "Mesmo" pra classe média economicamente confortável (infraestrutura). Estudantes pobres têm também uma carga absurda, e muitas vezes têm que ajudar tarefas de casa e de trabalhar nalguma coisa (uma pessoa q conheço nesses dias teve uma menina pra reorganizar as estantes de livros dele e comentou num blog que tem. Martins outras vezes falou sobre pedagogos e pedagogas, esses que vivem também em congressos e mais congressos , líderes sindidcais de faculddes de educação que logo gritaram, profs. doutores etc escreveram catataus contra um esboço que Mangabeira Unger tinha feito - Unger tinha consultado meiomundo , inclusive pedagosos abertos e pensantes.

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"A fidelidade muitas vezes não passa de falta de imaginação " - Oscar Wilde

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