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Carioca

 Toots Thielemans,

 Toots Thielemans, considerado 'rei da gaita', morre aos 94 anosLenda do jazz tocou com Frank Sinatra, Nick Cave e gravou com Elis Regina.
Ele ajudou a popularizar gaita cromática e fez trilhas como 'Perdidos na noite'.

Da AFP

 KRISTOF VAN ACCOM / BELGA / AFP)Músico de jazz Toots Thielemans em foto de 2012 (Foto: KRISTOF VAN ACCOM / BELGA / AFP)

O músico belga Toots Thielemans, considerado o rei da gaita, morreu nesta segunda-feira (22) aos 94 anos, após uma longa carreira internacional durante a qual tocou junto aos maiores nomes do jazz.

Thielemans, cuja música pode ser ouvida em trilhas sonoras de filmes como "Bonequinha de Luxo" (1961), morreu "enquanto dormia" um mês depois de ter sido hospitalizado devido a uma queda, anunciou à AFP seu agente, Veerle Van de Poel.

Figura mundial do jazz, tocou junto aos maiores: Ella Fitzgerald, Quincy Jones, Bill Evans, Frank Sinatra, Ray Charles, Larry Schneider e Oscar Peterson.

Também acompanhou artistas como Nick Cave, Paul Simon, Billy Joel e Stevie Wonder.

Ele também tocou com músicos brasileiros e no final dos anos 60 gravou um disco com Elis Regina.

Nascido em 29 de abril de 1922 em um bairro popular de Bruxelas onde seus pais trabalhavam em um café, Thielemans, também guitarrista, foi o primeiro músico a levar a gaita cromática ao reconhecimento geral.

Thielemans descobriu este instrumento em 1938. Seduzido em um primeiro momento pela música de Ray Ventura, foi picado pelo vírus do jazz durante a Segunda Guerra Mundial e, com uma guitarra nas mãos, adotou como modelo o cigano Django Reinhardt.

No fim da década de 1940 se instalou nos Estados Unidos, onde acompanhou o saxofonista Charlie Parker. Retornou posteriormente à Europa para uma turnê com o clarinetista Benny Goodman.

Após o êxito de "Bluesette" em 1962, interpretou com sua gaita a trilha sonora do filme "Perdidos na Noite", de John Schlesinger (1969) e, mais tarde, de "Jean de Florette", de Claude Berri (1986).

"Perdemos um grande músico", escreveu no Twitter o primeiro-ministro belga, Charles Michel, após o anúncio da morte de Thielemans, a quem o rei Alberto II concedeu o título de barão em 2001.

Em 2012, e apesar de estar em um estado delicado de saúde, Thielemans fez um show no Palácio de Belas Artes de Bruxelas para celebrar seus 90 anos, antes de iniciar uma turnê que o levou a Estados Unidos e Japão.

"Levou a gaita ao topo da arte e se converteu em um maestro", havia declarado na época o instrumentista brasileiro Oscar Castro-Neves, que o acompanhava regularmente.

Em 2014, ao sentir que perdia forças e "para não decepcionar seu público", cancelou seus shows e colocou um ponto final a sua carreira.

Em 2009, os Estados Unidos concederam a ele o prêmio "jazz master award", uma distinção dada poucas vezes a europeus, e a Academia Charles Cros entregou ao belga em 2012 um prêmio em homenagem a sua carreira.

 Divulgação)

Disco lançado por Toots Thielemans e Elis Regina em 1969 (Foto: Divulgação)

(http://g1.globo.com/musica/noticia/2016/08/toots-thielemans-considerado-...)

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O latido do vira-lata

A Copa do Mundo de futebol, disputada em 2014 no Brasil, foi um sucesso.

A Olimpíada de 2016, disputada no Rio de Janeiro, foi um sucesso.

 

 

Os dois megaeventos, muito além do esporte, são de dificílima organização, exigem altos investimentos, expertise em vários campos, e extremo profissionalismo.

A imprensa brasileira, nos dois casos, profetizou o caos e encarnou como poucas vezes visto o vira-latismo que grande parte dos brasileiros faz questão de carregar na alma. 

O Brasil é isso: uma nação capaz de executar os mais altos feitos, como por exemplo tirar mais de 30 milhões de pessoas da miséria em poucos anos, e ao mesmo tempo abrigar uma gente que não só se incomoda com o desenvolvimento do país, como faz de tudo para que ele não ocorra.

Para eles, o que é bom no Primeiro Mundo é péssimo no Brasil. 

Nunca, para eles, vamos ter a oportunidade de viver numa sociedade sem tantas desigualdades, sem tanto ódio, sem tanto preconceito, sem tantos miseráveis.

Somo um povo, segundo eles, destinado ao fracasso, à ignorância, à dependência, ao eterno vexame de aceitarmos a nossa inferioridade.

Por mais que demonstremos o quanto somos capazes, para eles sempre seremos um pobre de um vira-lata sarnento, a vagar famélico, sujeito aos rigores das tempestades, sem abrigo e sem destino.

Um vira-lata enxotado a pontapés pelos homens de sempre toda vez que se aproxima das mesas fartas em busca de alguma sobra de comida. 

http://segundocliche.blogspot.com.br/

 

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Dinheiro fez de juízes uma casta que tem horror ao povo

Tijolaço

Dinheiro fez de juízes uma casta que tem horror ao povo

 

juizestadao

O Estadão publica hoje mais uma das matérias que mostram, outra vez,  o absurdo das remunerações milionárias dos juízes e desembargadores brasileiros. Desta vez, para mostrar que ganham tanto ou mais que seus congêneres de países ricos, onde o trabalhador em geral ganha três, quatro, seis ou mais vezes que os brasileiros.

Volta e meia temos estas já nem tanto reveladoras contabilidades da drenagem de recursos da população para um grupo de profissionais vorazes e poderosos que hoje detêm, virtualmente, o direito de fazer o que quiserem, com qualquer um.

Apenas o fato de escrever sobre isso já nos sujeita, como mostrou o caso dos colegas da Gazeta do Povo, do Paraná, a exigirem-nos indenizações inalcançáveis ao nosso padrão de vida, como dizia Graciliano Ramos, de pão e laranja.

Há, porém, algo ainda mais grave que o prejuízo que o povo brasileiro suporta com este festival de dinheiro que, claro, não fica incluído nos “cortes” que se quer fazem em saúde, educação e outras atividades mundanas, para as quais Suas Excelências contam com os (in) devidos “auxílios”.

É que se formou uma casta judicial – na qual se incluem, naturalmente, promotores, procuradores e, em cascata, outras corporações de Estado que usam o Judiciário como referência de seu “preço” – que transforma seus integrantes numa camada que, pelo que ganha e pelo como vive, é indiferente à vida dos homens e mulheres “comuns”.

O processo mental que, em geral, se forma nas mentes – sobretudo dos magistrados mais jovens – é extremamente cruel. Um rapaz de vinte e quatro, vinte e cinco anos, ganhando R$ 40 mil por mês (confira que os dados do Estadão se referem a salários líquidos, já com os descontos de Previdência e Imposto de Renda) forma que tipo de visão de mundo?

Passa a encarar como “inferiores” os que deveria ver como semelhantes  a quem, em tese, deveria servir. A condição de juízes passa a funcionar como um título nobiliárquico, como se um concurso público justificasse a formação de uma “nobreza” funcional à qual os plebeus devem obediência e vassalagem.

Some-se  o fato de que, em boa parte, venceram aqueles concursos porque suas famílias têm sobras que lhes permitem estudar por anos para serem sagrados “cavaleiros”e, não raro, por isso deformarem-se pela falta de contato com a realidade.

A hipertrofia dos dinheiros e dos poderes da casta judicial, por isso, tem um componente mais danoso do que a já grave injustiça de nos levarem dinheiro que deveria se destinar a uma desvalorizada ideia de justiça, a social.

É o fato de nos colocar, como já é perceptível, sob a ditadura de uma nobreza togada, numa condição divina e incriticável, onde mutuamente se protegem e confirmam ordens, como  o “direito extra”, agora, de apontar o dedo e mandar levar à Bastilha quem desejarem, bastando que o indiquem como corrupto, porque seus dedos detém o condão da verdade que a mídia lhe concede.

http://www.tijolaco.com.br/blog/dinheiro-fez-de-juizes-uma-casta-que-tem...

 

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webster franklin

Entrevista de Lula à BBC Brasil

http://www.bbc.com/portuguese/brasil-37130927

romério

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