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Outono quente no Curdistão

 

https://meumundominhaaldeia.blogspot.com.br/2017/08/outono-quente-no-curdistao.html?m=1

 

 

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Dívida pública e inflação: cai mais um mito neoliberal

 

http://www.redebrasilatual.com.br/blogs/blog-na-rede/2017/08/divida-publica-e-inflacao-cai-mais-um-mito-neoliberal

 

 

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Bolsas

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Dória já deu o recado aos que

Dória já deu o recado aos que querem pôr o bloco na rua pelo Carnaval. Ele quer que cada bloco pague sua própria segurança, sob pena de pagarem mesmo é uma multa, caso não atendam a determinação do Prefeito almofadinha.

Enquanto Crivella, pra fazer valer sua "religiosidade", vem incomodando as escolas de samba no RJ, Dória também quer impor condições para o carnaval acontecer em SP.

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Enquanto Evaristo Costa

Enquanto Evaristo Costa estuda os meios de acionar a Justiça contra sua demissão na Globo, Hermano Henning já fez isso contra o SBT, segundo algumas informações de outro blog. Pelo visto, terão que enfrentar a Terceirização e a Reforma Tabalhista, aprovadas pelos empresários congressistas. 

Isso me faz lembrar o que diziam as domésticas quando eu, muito irritada por elas não acionarem as patroas em dívidas com elas. O argumento era o mesmo: " Quando a emrpegada leva esses casos à justiça, mesmo ganhando, fica queimada".

Evaristo, ao lado de Sandra, no jornal Hoje, é um cara bonito, bem apresentável, e já havia entrado no esquema dos patrões, quando dava a notícia seguida de sua opinião, com os gestos semelhantes aos de Bonner e parceira da noite. De acordo como ele se despediu da colega, que quase chorou, ao vivo, a impressão que ficou foi de que ele havia pedido sua demissão, e não o contrário. 

Pra quem é jornalista e vê os acontecimentos, deve saber melhor o que está passando na cabeça dos patrões como Sílvio Santos.

 

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Alerta: Golpe “reprivatiza” Vale, agora desnacionalizada

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Alerta: Golpe “reprivatiza” Vale, agora desnacionalizada

Por Romulus

Golpe: numa tacada só os gringos passam a ter METADE dos votos na Vale!

Evidentemente, os seus interesses convergem com os do Bradesco, outro grande acionista:

·                Corte de custos;

·                Maximização dos lucros e do pagamento de dividendos no curto prazo;

·                Investimentos apenas nas atividades mais lucrativas, de rápido retorno.

E, assim, juntos, formam a maioria!

*

- Espoliação do futuro do Brasil

Tudo isso, é claro, desconsiderando:

·                Interesses de longo prazo da empresa;

·                Interesses econômicos e estratégicos do Estado brasileiro.

·                Interesses dos trabalhadores e das comunidades afetadas pelas atividades da empresa.

Em suma: como adiantado no título, é o golpe da “reprivatização” desnacionalizante.

 

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'Governo não tem legitimidade e política econômica fracassou', d

Da RBA

Fundo do poço

'Governo não tem legitimidade e política econômica fracassou', diz professor da Unicamp

 

Para Fernando Nogueira da Costa, "estamos na maior depressão da história econômica, maior do que a dos anos 30 do século 20" e economia está "num parafuso em espiral negativa sem fim" por Eduardo Maretti, da RBA publicado 13/08/2017 10h42, última modificação 13/08/2017 10h57   Valter Campanato/Agência Brasil Temer e Meirelles

"Governo mostrou que não tem competência, como ficou claro para a população", diz Fernando Nogueira da Costa

São Paulo – A equipe econômica do governo Michel Temer vai refazer as contas para estabelecer nova meta de déficit de 2017 e 2018. Com receitas em permanente queda, o governo deve ampliar a meta do déficit deste ano, passando de R$ 139 bilhões para R$ 158 bilhões. Projeções também indicam que os investimentos do governo federal podem chegar ao final deste ano no menor nível em dez anos.

“Isso quer dizer que estamos na maior depressão da história econômica, maior do que a dos anos 30 do século 20. E, num cenário como esse, o investimento público tem que substituir o privado, porque o investimento privado é feito com base em expectativas do mercado. E numa depressão, as expectativas são muito negativas e pessimistas”, diz o professor do Instituto de Economia da Unicamp Fernando Nogueira da Costa.

O problema é que o investimento público não é parte do receituário dos que comandam a política econômica brasileira atual, chefiados pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles. De janeiro a maio de 2017, os investimentos representaram cerca de 2,5% das despesas primárias do governo federal, ante 4,7% no mesmo período do ano passado, segundo o jornal Valor.

Para o professor da Unicamp, os sinais indicam que a política econômica de Meirelles e do governo Michel Temer está fazendo água. “A política fracassou”, diz. “O governo não tem legitimidade politica. Foi feito um golpe parlamentarista num regime presidencialista, mas o governo atual mostrou que não tem competência, como ficou claro para a população.” Ele lembra que Temer tem a pior avaliação desde a redemocratização do país. Somente 5% dos entrevistados consideram a gestão ótima ou boa, segundo pesquisa CNI/Ibope do final de julho.

De acordo com dados do Banco Central, as contas do setor público acumulam déficit primário de R$ 167 bilhões nos 12 meses até junho de 2017, o que equivale a 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB).

“Esse governo não tem legitimidade e adotou uma política econômica equivocada. Priorizou o combate à inflação para atender sua base política com uma overdose de juros elevados, provocando a grande depressão.” O país está num círculo vicioso. Os juros aumentam e cai a renda da população. Como esta não compra e o crédito está caro, o ritmo da inflação vai para baixo, assim como a arrecadação fiscal. Para “corrigir”,  cortam-se gastos e investimentos, o que agrava a queda do PIB e aumenta a depressão... “É um parafuso em espiral negativa sem fim”, afirma Nogueira da Costa.

Como, de algum lugar, o governo vai ter que tirar dinheiro para pagar a conta e cobrir o rombo, mas a política está se mostrando ineficaz, “ou ele vai ter que mudar o planejamento do seu déficit ou aumentar a carga tributária, mas, aí, vai provocar revolta com impacto na própria base. O pato da Fiesp já bateu asas. A direita, os neoliberais, não aceitam aumentar a carga tributária”, diz Nogueira da Costa.

Com esse cenário, Temer já recuou e negou o aumento do Imposto de Renda. Na terça-feira (8), disse em nota que não enviará ao Congresso uma proposta de aumento das alíquotas do IR. “Quando ele recua, é socialmente pior, porque, se aumenta impostos sobre os mais ricos, é menos mal. Mas onde ele vai cortar? Vai cortar os gastos sociais”, prevê o professor. 

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http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2017/08/governo-nao-tem-legit...

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webster franklin

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