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Com invasão da Cracolândia, Alckmin insiste em demonstrar que São Paulo é o túmulo da política

São Paulo não merece um governante da pequena estatura de Geraldo Alckmin. Não adianta os detratores do estado argumentarem que ambos se merecem. Definitivamente não se merecem.
 
São Paulo é a cidade dos movimentos de saúde mental, a cidade que abriga brasileiros e estrangeiros de todos os lugares, a cidade de movimentos e organizações sociais relevantes, de grupos de opinião modernos, o estado que abriga as melhores consultorias, universidades, institutos de pesquisa, as maiores e melhores empresas, a melhor estrutura de cidades médias, as mais amplas estruturas sindicais, da Fiesp-Ciesp, Fecomercio à CUT.
 
Se o potencial de São Paulo estivesse sob o comando de um Antonio Anastasia, Eduardo Campos, Ciro  Gomes, até de um Sérgio Cabral, de um Fernando Haddad, mudar-se-ia o país a partir daqui.
 
Mas Alckmin pertence a um outro mundo paulista, provinciano, desinformado, atrasado. É filho direto da ignorância e do preconceito. Nao se trata apenas de um conservador: seu caso é de ignorância crassa sobre avanços sociais mínimos.
 
Alckmin não entendeu que o movimento de recuperação da Cracolândia tornou-se suprapartidário; que os gestos de paz trouxeram à tona o melhor do paulistano: a generosidade que abriga brasileiros de todos os lugares, sobrepondo-se ao preconceito ainda existente. O pacto entre prefeitura e governo do Estado enobrecia a ambos.
 
Ontem, quando se anunciou que ele receberia as lideranças do Movimento dos Sem Teto, julgou-se que uma réstia de informação havia penetrado em sua couraça. Poderia emergir dali um novo perfil de governante, aquele que finalmente acordou para os novos tempos.
 
Ledo engano
 
A ação irresponsável de Alckmin não atingiu apenas o prefeito Fernando Haddad. Foi um tiro no estômago dos que ainda apostam que São Paulo é humano. 
 
Alckmin insiste em comprovar que aqui é o túmulo da política.
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132 comentários

Comentários

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Reinaldo Lopes

A parcialidade evidente sem argumentação

Sempre gostei e respeitei Nassif, mas depois dessa, ele perdeu muito, mas muito mesmo de minha admiração!

Como alguém que chama o outro de "provinciano" de forma pejorativa pode acusar qualquer pessoa de perconceituosa?
Como alguém quer cria algo chamado pela impresa de "bolsa crack" e é extremamente criticado por isto pode ser chamado de irresponsável? Como em um governo como o de São Paulo onde há poderes delegados, onde alguns policiais civis que não se reportam sequer ao governo, podem ser exigidos de se reportar à prefeitura? Como não associar o tratamento aos usuários com o combate ao tráfico? Até onde me consta, quem estava no programa De Braços Abertos, não sofreu a truculência da polícia! Será que isto não se torna, ao invés de um tiro no pé, mais um incentivo para os demais usuários procurarem sim o tratamento?

São perguntas que deveriam ser feitas antes de se escrever uma reportagem que exalta a políticagem e não as atitudes de real responsabilidade do governador. Exalta instituições ligadas à política, exalta até (pasmem) quais políticos podem governar São Paulo melhor que Alckmin por pura suposição! Isto já é a prévia de como será o jogo sujo da política pela disputa do governo paulista!

Os jornalistas, em certos momentos, deveriam ter alguma parcimônia em suas críticas para não estragar com a lama política ou a cega ideologia coisas boas que acontecem neste país como os programas de Haddad (de braços abertos) e o de Alckmin (Cartão Recomeço) transformando tais em disputas puramente políticas! É realmente vil e nojento ver que a ajuda a quem precisa, aliado ao combate ao tráfico acabam se tornando objeto de disputa pelo governo do estado!
(não estou dizendo que a polícia agiu de maneira correta... mas o ataque ao governador é desonesto quando feito sem os devidos fundamentos)

O intuito desta reportagem, em minha opinião, é não outro que não piorar a situação de Alckmin na disputa pelo governo estadual! E olha que eu nem votei nele! Mas me causa horror ver essa completa falta de comprometimento com a verdade e com a imparcialidade jornalística!

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José Carlos BM

REPORTAGEM???

Amigo, o que você parece não ter percebido é que esse post não é uma reportagem, e sim um comentário, a opinião do jornalista - mas, antes de tudo, cidadão - Luis Nassif.

E não estou defendendo-o, pq ele o faz magistralmente, quando acha que precisa. 

E discordo de ponto central da opinão: vivendo em São Paulo há mais de 18 anos, posso dizer: sim, o cidadão paulista merece exatamente este governo que tem. Não foi uma aposta nova, já que o mesmo Alckimin já governou o Estado antes e seu partido e todo o rol de apoiadores estão no governo há mais de 20 anos.

As entidades citadas pelo Nassif, inclusive, institucionalmente apóiam a situação política estadual, sem nenhum esforço para encontrar uma oposição melhor preparada para gerir o patrimônio tecnológico do Estado. Estão satisfeitos, portanto, com o "xóqui de jestão" aplicado há tanto tempo, que já eletrocutou a paciência. 

 

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ulisses tavares

sera que minas nao tem

sera que minas nao tem holofote para projeta para brasil?

amostra do anastasia ou governo fantasia, por sinal qual relacao do gov de minas com imprensa oposicao mesmo?

do brasil para minas, se brasil sem fome apoia a agricultura familiar 

no  minas para brasil, minas sem fome apoia fazenda da familia

MP denuncia 5 por cocaína no helicóptero dos PerrellaAeronave da família do senador Zezé Perrella foi apreendida com 445 quilos de cocaína numa fazenda isolada do interior capixabaJustiça decreta bloqueio de bens e quebra de sigilo da família Perrella por contrato sem licitacao governo de minasSenador, seu irmão e seu filho são acusados de firmar contratos sem licitação com o governo de Minas que beneficiaria empresa da família

Eles são acusados de firmarem "contratos, convênios e termos de parceria" sem licitação por meio dos quais a Epamig fornecia uma série de "sementes especiais" para serem plantadas em uma propriedade da Limeira.

Como o Estado mostrou na edição de domingo (19), as sementes eram fornecidas pela autarquia "sem ônus para o parceiro" e depois a própria Epamig comprava a produção da empresa da família Perrella para que os alimentos - feijão, milho, arroz e sorgo - fossem usados no programa "Minas Sem Fome".

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ulisses tavares

ja foi covas, serra, ontem

ja foi covas, serra, ontem era alckmin

hoje, fundacao vanzolini, digo, anastasia ou projeto de coronel DUDU CAMPOS

vamos imaginar sao paulo sendo governado pelo secretario de campos? inovacao pura para mudar o brasil

20/12/13 05:00 - NacionalSecretário de Eduardo Campos culpa mulheres por estupros e é afastado   partilhar via Google+ 

Responsável por uma das vitrines da gestão Eduardo Campos (PSB), o secretário de DefesaSocial de Pernambuco deixou o cargo ontem após repercussão de entrevista sobre denúncias de estupros praticados por policiais.

Indagado pelo “Jornal do Commercio” sobre acusações de violência policial contra mulheres no Recife, Wilson Damázio (que ocupava o cargo desde abril de 2010) disse que “mulher gosta de farda”.

O jornal ouviu adolescentes que relataram ser obrigadas por PMs a mostrar os seios ou praticar sexo oral durante abordagens de rotina.

As denúncias recaem também sobre policiais do Patrulha do Bairro, lançado por Campos dentro do programa de redução de homicídios - uma das principais vitrines da gestão do provável candidato à Presidência em 2014.

Damázio disse ter desistido de colocar câmeras escondidas em veículos policiais para coibir irregularidades porque “agora tudo é garantia e direitos individuais”. E disse que mulheres possuem “fascínio” por policiais.

“O policial exerce fascínio no dito sexo frágil. Eu não sei por que mulher gosta tanto de farda. (...) Para ela é o máximo tá (sic) dando pra um policial. Dentro da viatura, então, o fetiche vai láem cima, é coisa de doido”, disse.

Policial federal com mais de 30 anos de carreira, Damázio afirmou ainda que ele próprio era assediado por mulheres quando viajava para o sertão do Estado a trabalho.

Damázio disse ainda que há desvios de conduta em todo lugar: “Tem (desvio de conduta) na casa da gente, tem um irmão homossexual, tem outro que é ladrão, entendeu? Lógico que homossexualidade não quer dizer bandidagem, mas foge ao padrão de comportamento da família brasileira tradicional”.

As declarações motivaram repúdio de entidades da sociedade civil e da oposição.

Nota assinada por 25 entidades, como Associação Brasileira de ONGs (Abong) e Gajop (órgãolocal de direitos humanos), classificou as colocações como “machistas e homofóbicas” e pediu a saída do secretário de Campos.

Líder da oposição ao governo Campos, o deputado Daniel Coelho (PSDB) cobrou  desculpas: “Uma pérola de puro besteirol e desrespeito”, disse ele sobre a entrevista.

 

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AlvaroTadeu

Quase!

Parabéns, Nassif, você quase lavou minha alma com água e sabão. Mas quando vi o elogio ao Anastasia, está claro que ou faz muito tempo que você não vai a Minas, ou pelo menos, faz décadas que não vai a Belo Horizonte. Pergunte aos estudantes da UFMG o que ele acham da duploa Aécio/Anastasia.

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É só a cereja do bolo...

Depois daquele massacre do Pinheirinho em SJC alguém ainda tinha dúvidas do tratamento dispensado pelo governador Geraldo Alckmim para com os pobres e desassistidos da sociedade?

Aquilo ali foi o bôlo, esta ação na Cracolândia é só a cereja do bôlo.

Da mesma forma que não dá pra acreditar que o prefeito de uma cidade importante quanto São José dos Campos, na época pudesse levar a cabo uma atitude de tal monta sem estar de acordo com o governador do seu estado - uma vez que eram ambos do PSDB e aquele dependia deste para acionar a PM, é impossivel não enxergar o "comando" do governo estadual por detrás da ação do DENARC.

 

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"Penso, logo existo"

Quer dizer que até o fantoche

Quer dizer que até o fantoche do Aécio é melhor que o Alckmin? Tenho lá minhas dúvidas.

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Jose Saguy Tenorio

Hummm vai feder

É pessoal, a coisa não tá boa para os Tucanos, olha isso:
http://www.viomundo.com.br/denuncias/pt-a-4-votos-da-cpi-do-trensalao-mi...

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Não sei qual o pior... Ter

Não sei qual o pior...

Ter autorizado essa operaçõa sabotando o programa do Haddad...

Ou...

Não ter sido informado da tal "operação" e ficar tudo por isso mesmo.

Ou é um politico mediocre, sabotador e baixo ou assina em baixo no apelido picolé de chuchu...

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Globo

Posso estar errado, mas parece que a Globo entendeu o acerto das medidas do Haddad. Vamos aguardar e, também, ver o comportamento das demais folhas e telas.

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Cunha

Com a palavra,

Com a palavra, Abadia:

 

http://www.youtube.com/watch?v=vvnBO1bjv5Q

 

 

E a Polícia Federal:

 

http://flitparalisante.wordpress.com/2013/03/26/policia-federal-diz-que-policiais-do-denarc-desviaram-3-toneladas-de-cocaina/

 

 

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Iohann

Se é para apostar em algum

Se é para apostar em algum desses nomes, eu aposto em Haddad, supera todos os outros citados no texto principalmente em ética e humanidade. Aposto que irá da reeleição na prefeitura para governo de são paulo, humanizando esse estado e então irá para presidencia da república onde a partir da obra de Lula e Dilma administrará a primeira grande potencia humana e afinal cordial

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agincourt

frases

Se a ação de Haddad na Cracolândia se deu tal como o relatado neste blog, merece todos os aplausos. Quanto a dizer que São Paulo é o túmulo da política, eu me pergunto se Nassif conhece a política em Pindorama.


Será que esse atavio de barão cafeeiro chamado Alckmin é assim tão diferente do capitão hereditário Sarney e do Cabralzinho , malandro carioca que-nunca-se-dá-mal?


Que nada. Jogo de cena: a política de Pindorama, Nassif  conhece de cor e salteado.


Nassif, chefe de torcida, sabe o que as primeiras rodadas  do Brasileirão 2014 passam pelos gramados paulistas .


...


O paulistano Toquinho contextualizando a frase famosa:


“Ele [Vinícius], inclusive, tem uma frase muito polêmica que é “São Paulo é o túmulo do samba.” Isso acompanhou o Vinícius até a morte dele e vai continuar , mesmo depois da morte dele, até alguém se lembrar de Vinícius, essa frase vai se perpetuar. “São Paulo é o túmulo do samba”: por que ele falou isso daí? Não foi por que São Paulo era o túmulo do samba – de uma maneira genérica. Ele foi defender um artista numa buate , e o Johnny Alf tava tocando , e as pessoas tavam conversando muito alto. Então ele falou :”Porra!vamos parar de conversar  e ter respeito por esse artista que tá tocando, que é um grande artista.” E os caras, numa buate, de porre , bebendo e “Ah!não enche o saco, num sei o quê.” E trataram o Vinícius um pouco mal...Aí ele ficou muito bravo com o pessoal, e o cara falou “Aqui é São Paulo”; falou um negócio de São Paulo. E aí ele falou: “Ah!São Paulo é o túmulo do samba.” E tinha um jornalista lá perto, quando houve essa discussão, e pegou só essa frase: Vinícius disse “São Paulo é o túmulo do samba.” Ele tava defendendo o Johnny Alf, mas ele tava numa buate de São Paulo, ele adorava São Paulo. Depois ele falou: “Me arrependi tanto de ter falado isso.”


http://www.youtube.com/watch?v=gRRhrErMgF4


Não sei se o jornalista era o Nassif, mas , cá pra nós, o Haddad ainda não é nenhum Johnny Alf.

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Frederick Cunha

Estes dias mesmo estava vendo

Estes dias mesmo estava vendo a terceira temporada da série americana The Wire que abordava um assunto extremamente parecido. Um chefe de polícia, para diminuir os índices de criminalidade numa região da cidade de Baltimore, criou "informalmente" uma zona livre do tráfico chamada de Hamsterdan (com H mesmo). No começo o intuito era apenas diminuir os crimes na maioria das ruas e concentrá-los em apenas dois blocos de quarteirão, mas depois viu-se a oportunidade das entidades assistenciais de concentrarem seu foco de ação em apenas uma área bem restrita ao invés de perderem a força agindo em bairros inteiros. Algo parecido com o que a prefeitura de SP faz na Cracolândia.

Ainda que o projeto apresentasse resultados, havia quem defendia a velha tática do confronto direto, principalmente entre os policiais, que se revoltavam em guardar a porteira para a zona livre.

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LUCIANO GM

Anestesista

Alkmin não é só Governador. Alckmin é um anestesiologista de ofício. É da área da saúde. É professor. Talvez ele ministre alguma substância entorpecente pra iludir o povo de São Paulo. Aplica doses diárias para inebriar parte da sociedade, pois outra já é naturalmente inebriada. Pro PIG ele é o máximo.

Um colega que residiu no centro de São Paulo uns 20 anos atrás e achava que a permissão do uso do crack era política de Governo pra o Estado de São Paulo. Fazia parte da política de higienização. Toda noite o rabecão removia uns corpos de moradores de rua, sem antes o agente da madrudaga dar um cutucão no defunto. Mas sabe como é, esse crack agora é mais malhado, esse consumidor atual resiste mais a morrer, aí dá nisso, mortos-vivos perambulantes. Enfim, esse é mais um fracasso do PSDB e das "forças progressitas" na política de higienização de São Paulo. O pobre viciado resiste a morrer.

O Papa Francisco não deve ter gostado dessa ação do DENARC, não é Dom Odílio? Domingo, na missa, Alckmin vasi se confessar com o padre, papa a hóstia semanal e está tudo bem perante Deus. Mas está na hora de dar um upgrade na penintência dele, pois parece que ele não aprende.

Enfim, o eleitor de São Paulo parece que gosta disso. Especialmente no interior. Alckmin é o retrato dele. Espero que em 2014 o eleitor não embarque mais nesse trem, mas parece que esse trem ainda fica muito tempo por São Paulo.

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Dom Odilio...

poderia ser aproveitado na Secretaria da Fazenda de SP,  já  que perdeu a boquinha no Vaticano.

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E apesar de tudo ...

Alkim continua liderando as pesquisa para reelição para 2014.

Vai entender paulistas e paulistanos.

Parecem que gostam de s ... ah! deixa prá lá.

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Estou de saco cheio por tudo que vem acontecendo no país, e nós democratas, não fazemos nada.

Eu inclusive. Parece que estamos todos anestesiados, que fomos dopados. Mas essa lombra vai passar e vamos acordar.

Eu creio !!!

gAS

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Ele Elenois

Serra também liderava

Serra também liderava intenção de votos para prefeito.... depois veio o Russomano... Haddad por fora... ganhou.

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Ele Elenois

Serra também liderava

Serra também liderava intenção de votos para prefeito.... depois veio o Russomano... Haddad por fora... ganhou.

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Se o potencial de São Paulo

"Se o potencial de São Paulo estivesse sob o comando de um Antonio Anastasia, Eduardo Campos, Ciro  Gomes, até de um Sérgio Cabral, de um Fernando Haddad, mudar-se-ia o país a partir daqui".

 

"Até de um Sergio Cabral, de um Fernando Haddad"

Para o Nassif, Anastasia, Eduardo Campos, Ciro Gomes, estão acima do Haddad, na sua escala de politicos competentes.

Ou será apena um ato falho ?

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Estou de saco cheio por tudo que vem acontecendo no país, e nós democratas, não fazemos nada.

Eu inclusive. Parece que estamos todos anestesiados, que fomos dopados. Mas essa lombra vai passar e vamos acordar.

Eu creio !!!

gAS

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aliancaliberal

Observe que para a esquerda

Observe que para a esquerda existem lugares onde a lei não deve ser aplicada, mas a real intenção é gerar "crises" .

A pouco tempo atrás era a USP com  a invasão da reitoria e seu proselitismo pró invasores , agora a bola da vez neste momento é a cracolândia.

A esquerda adora o criminoso pq ele subverte a sociedade, claro pq esta bem protegida nos condominios fechados e luxuosos.

Tudo é jogo de cena, é jogo politico , não querem saber de nada o que importa é poder.

E isso vale promover a criminalidade.

Quando os protestos aconteceram em 2013 a conversa mudou repentinamente, claro os protestos eram contra eles.

Enquano isso o cidadão fica mercê da violência sem limites dos bandidos que são protegidos pelo esquerdismo,

 

 

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O Aliança cada dia...

...mais profundo.

A frase:

"A esquerda adora o criminoso pq ele subverte a sociedade, claro pq esta bem protegida nos condominios fechados e luxuosos." 

é primorosa, enriquece o debate.

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Quanto tempo vai levar para a

Quanto tempo vai levar para a Maria do Rosário e o resto da tropa se manifestar?

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Caio Bretas

Maria do Rosário não se

Maria do Rosário não se manifesta, ela geme sem sentir dor...

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José Linhares

Gunter, Onde tu andas?

Gunter,

Onde tu andas?

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Eu ando

dispensando provocações.

Mas continuo redigindo a respeito do que eu acredito:

http://www.jornalggn.com.br/blog/gunter-zibell-sp/as-indignacoes-seletiv...

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"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

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evandro condé de lima

caro gunter, explicar o que

caro gunter, explicar o que postou sobre o assassinato/suicídio do adolescente não é responder a provocações. Ou considera?

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Considero, Evandro

Porque eu não postei nada sobre o assassinato/suicidio, apenas indiquei links, um deles o de Wyllys. O da Ministra Ma. do Rosário não fui eu.

Em nenhum comentário eu defendi a tese do assassinato, nem me preocupei com isso porque eu sei que não faltam martires a LGBTs, já os há aos milhares.

O que eu comentei nos posts sobre isso é de que a polícia estadual merecia críticas, porque houve 45 casos em um ano que não foram solucionadas.

E que não só a polícia de SP, mas todas as polícias basileiras.

Falei que a delegacia para registar casos de homofobia é 'para inglês ver'. Coloquei um pequeno post de um conhecido (que é ex-PT) criticando e cobrando Alckmin.

Não há simetria com o caso da cracolândia. É quase o oposto.

O governo recua em projetos importantes para a redução da violência e os comentaristas tentam defender isso.

Eu não estou defendendo Alckmin no episódio Cracolândia, estou querendo é que vejam a falta de coerência de defender coisas piores só por partidarismo.

Afinal, Alckmin não é responsável por não haver lei anti-homofobia no Brasil. Isso foi uma orientação da ministra Ideli, agora em dezembro (numa posição contraditória a uma fala dela em 2009, quando defendia o projeto.)

Afinal, Alckmin não é responsável por o MEC suspender um projeto (não assumidamente) copiado da SEE-SP.

E abordar modernamente a questão do crack, ainda que eu apoie, não é sequer uma posição da maioria da sociedade, nem do PT. Porque não cobrar de tantos líderes do PT que se manifestem contra o que aconteceu, não é mesmo? Que tal perguntar a opinião de Gleisi, de Padilha (que quer substituir Alckmin), de Cardozo.

Então, eu não sei o que eu deveria "explicar" nos outros posts nem sei porque deveria fazê-lo aqui, neste post.

Repito: eu só estou contando um fato: os comentaristas aqui gostam de falar de Alckmin quando ele erra em DHs, o que é muito correto e apoio.

Mas fazem a egípcia total quando envolve alguém do PT. Principalmente quando a crítica não é pela 'esquerda', pois tais críticas são toleradas por não poderem ser usadas pela mídia ou oposição.

Mas, críticas pelo 'centro', que podem, eventualmente, ser usadas pela oposição, ah... aí é pecado!

Sendo assim... Será que sou eu quem deve explicações?

 

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"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

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José Calvente

Eu como picanha, eu como

Eu como picanha, eu como chuleta, eu vou pro inferno e vou comer até o capeta!!!

 

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Gunter, de início digo que

Gunter, de início digo que respeito sua 'luta' pela causa que defende,, ainda que algumas vezes discorde de algumas posições suas sobres as questões partidárias e governamentais.

Não conheço dados estatísticos sobre homicídios, suicídios ou discriminação em geral contra os homossexuais, lésbicas e transsexuais. Questões evidentemente de DH e que geram sofrimento e dor diariamente a milhares de pessoas.

Os movimentos de libertação sexual da década de 60 e a viabilidade das pessoas poderem começar a assumir suas sexualidades e opções, até no casamento heterrosexual,  podem ter legitimado o surgimento de mais pessoas com tais escolhas sem que tivessem que ser atacadas por isso ou terem menos prerrogativas ou direitos. Isso me soa uma conquista civilizatória que parece estar numa crescente, mesmo com a resistência conservadora e religiosa, e com várias idas e vindas nesse caminho. Mas a ideia de progressão para essas 'minorias' parece meio inevitável desde, como dito, os movimentos de libertação da década de 60. Não sei se vc concordaria.

Por outro lado, me parece que o extermínio sistemático e a segregação virulenta em guetos (para Loic Wacquant, prisões ao ar livre) de negros e latinos nos EUA, nas Américas Latinas e Central, incluíndo aí nordestinos migrantes ou camadas mais pobres de cada território, se constituiu e se constitui em uma politíca contra o DH tão feroz que talvez possa ser comparada ao próprio nazismo, que teve a prejudicial de não ter o discurso moralista que envolve e pretende legitimar a 'guerra' contra as drogas, que não passa de uma 'guerra' contra todas essas populações, buscando disfarçar o viés de patente controle social ante a limitação do sistema capitalista, especialmente dentro do espaço dos movimentos neoliberais recentes.

Diante dessa aparente diferença entre esses grupos de 'minorias', ou de 'desfavorecidos' da sociedade, não te parece que a causa das drogas pode efetivamente gerar maior comoção, até pq, segundo penso, a questão sexual estaria em progresso civilizatório, ainda que com vários desafios?

São ambas DH, e, nessa condição, merecem a mesma e idêntica proteção pública, mas o momento histórico talvez não aponte com maior contundência para as drogas do que para a causa homossexual?

E mais. Se as políticas neoliberais das últimas décadas cooptaram aquela 'guerra' às drogas como política de estado, como de fato o fizeram, até que ponto seria razoável eventual aliança partidária ou política com aqueles mesmos movimentos em eventual prol da causa homossexual? Digo isso tratando claramente de Marina Silva e Eduardo Campos, cujas propostas e alianças até agora, até onde sei, têm sido com os neoliberais, daqui e do exterior.

Neoliberais que, como dito, adotaram e adotam uma verdadeira política de extermínio e virulenta segregação daquelas outras minorias, sem qualquer escrúpulo, por décadas a fio.

Te faria essas considerações e indagações, reiterando o meu apreço por sua 'luta'.

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Olá Alex

Não lembro muito de comentários seus, vi só de passagem alguma coisa em outro post hoje sobre guerra às drogas com que concordo bastante.

São boas as suas questões, é um prazer interagir assim. Para ser mais rápido tentarei responder por parágrafo, ok?

Gunter, de início digo que respeito sua 'luta' pela causa que defende, ainda que algumas vezes discorde de algumas posições suas sobres as questões partidárias e governamentais.

Obrigado. É uma luta de verdade e diária.

Não conheço dados estatísticos sobre homicídios, suicídios ou discriminação em geral contra os homossexuais, lésbicas e transsexuais. Questões evidentemente de DH e que geram sofrimento e dor diariamente a milhares de pessoas.

Há mesmo poucos dados mas as direções são conhecidas. Um ponto importante é sobre crimes de ódio. O sofisma mais corrente para desqualificá-los é quando dizem que todos são vítimas, que 50 mil morrem assim por ano, etc. Só que não é assim. Se LGBTs são 5% da população, provavelmente são 5% da violência em que o agressor não conhece a vítima também (como latrocínios). A essas vítimas é que se adicionam os crimes de ódio onde muito frequentemente se conhece a vítima. E aí o percentual de LGBTs é maior. Afinal, ninguém foi assassinado especificamente por ser da crença religiosa x ou y recentemente. Há crimes raciais assim também, mas os casos noticiados também são poucos.

Não importa a contabilidade, os danos do preconceito são conhecidos: há muito mais vítimas transexuais que prostitutas entre profissionais do sexo. Pelo menos no noticiário. Pais chegam a tentar matar filhos/as ou encomendam assassinatos de namorados/as deles/as por conta de orientação sexual. Pessoas são 'caçadas' nas saídas de casas noturnas. Que diferença fazem os números? É um problema que não acomete heterossexuais (até acomete, quando o criminoso se confunde.)

O discurso conservador diz que LGBTs procuram mártires. Não é verdade, procuramos que não haja mais. Mártires já há os milhares. Se aceitarmos o levantamento do GGB (e a SDH aceita) em algo como 10 anos houve mais vítimas fatais de crimes de ódio homofóbico do que mortos pela ditadura (de certo modo, uma criminalidade de ódio também, dirigida à uma particularidade das pessoas, a preferência política.)

Outro ponto é o suicídio de adolescentes. Tem-se como certo que as taxas são muito maiores entre LGBTs pela rejeição contínua. Afinal, além do 'bullying' em escola, que outro grupo é discriminado pela própria família? Que outro grupo é expulso de casa por nascer diferente em algo? Que outro grupo ouve continuamente que é 'errado'?

Nos EUA fazem levantamento sobre homeless e chegam a circunstância que até 40% são LGBTs em alguns estados (como Utah, o que pode ter relação com um preceito Mórmon que é banir LGBTs do convívio familiar. Mas isso já está mudando.)

E sem esquecer que o preconceito precariza a vida das pessoas por toda a vida. Estudos de Reino Unido, Canadá e Estados Unidos mostram que LGBTs ganham de 10 a 20% menos que os heterossexuais. É fácil intuir as razões.

Os movimentos de libertação sexual da década de 60 e a viabilidade das pessoas poderem começar a assumir suas sexualidades e opções, até no casamento heterrosexual,  podem ter legitimado o surgimento de mais pessoas com tais escolhas sem que tivessem que ser atacadas por isso ou terem menos prerrogativas ou direitos. Isso me soa uma conquista civilizatória que parece estar numa crescente, mesmo com a resistência conservadora e religiosa, e com várias idas e vindas nesse caminho. Mas a ideia de progressão para essas 'minorias' parece meio inevitável desde, como dito, os movimentos de libertação da década de 60. Não sei se vc concordaria.

Orientação sexual não é escolha. E assumir é apenas para coisas erradas, melhor nos acostumarmos a usar o verbo declarar. A única escolha que há, portanto, é entre fugir (o que se dá de vários modos) ou declarar-se e enfrentar o preconceito.

Em geral é raro que haja idas e vindas. Quase sempre são só idas. O caso da Rússia não é regra porque é claro que lá está havendo manipulação política. Nenhum outro país das Américas ou Europa aumentou a perseguição à homossexualidade depois das descriminalizações dos anos 1960.

Sim, claro que é inevitável. E inclusive foi bom que pôs 'minoria' entre aspas. O conflito hoje não é mais entre LGBTs e não-LGBTs. Com o avanço civilizatório tornou-se um conflito entre quem acredita que todos devemos ter direitos iguais e quem não acredita (o que na maioria dos países desenvolvidos é em torno de 50/50, a ignorância russa novamente sendo exceção.)

Mais para frente a 'minoria' será quem defende a cruel ideia de que LGBTs devam ser discriminados e diminuídos em seus direitos. Isso já se vê claramente na mídia: qualquer discurso homofóbico feito por personalidades encontra críticas virais e quase nenhum apoio.

Por outro lado, me parece que o extermínio sistemático e a segregação virulenta em guetos (para Loic Wacquant, prisões ao ar livre) de negros e latinos nos EUA, nas Américas Latinas e Central, incluíndo aí nordestinos migrantes ou camadas mais pobres de cada território, se constituiu e se constitui em uma politíca contra o DH tão feroz que talvez possa ser comparada ao próprio nazismo, que teve a prejudicial de não ter o discurso moralista que envolve e pretende legitimar a 'guerra' contra as drogas, que não passa de uma 'guerra' contra todas essas populações, buscando disfarçar o viés de patente controle social ante a limitação do sistema capitalista, especialmente dentro do espaço dos movimentos neoliberais recentes.

Sim. Pode haver relações entre repressão a minorias raciais e étnicas, ou maiorias vulneráveis e capitalismo. E os mecanismos de reprodução e propaganda de preconceitos são parecidos em muitas situações, com o uso de demonizações, drogas por exemplo.

Mas LGBTs não são classe social, sequer tem correlação diferente por classe social (como ocorre com grupos étnicos/religiosos), e não há nenhum antagonismo específico entre ser LGBT e capitalismo. Se um dia houve uma tentativa de padronizar pessoas para que nenhum dissenso transparecesse, isso acabou com enorme contingente de casais que passaram a não ter filhos.

Para as sociedades e sistemas econômicos a orientação sexual não faz mais diferença. O que poderia fazer alguma diferença, se fizer, é não ter filhos. Mas os países onde até 20 ou 30% dos héteros não tem filhos simplesmente passaram a receber imigrantes. Não afeta nada o capitalismo, portanto. Mas afeta o chauvinismo...

De qualquer modo, a demonização que se faz contra comerciantes de drogas e LGBTs coincide: fala-se em 'perigos para as famílias'.

Diante dessa aparente diferença entre esses grupos de 'minorias', ou de 'desfavorecidos' da sociedade, não te parece que a causa das drogas pode efetivamente gerar maior comoção, até pq, segundo penso, a questão sexual estaria em progresso civilizatório, ainda que com vários desafios?

Em nenhum lugar do mundo acontece isso. A injustiça histórica contra LGBTs é tão óbvia que o progresso tem sido muito rápido nos últimos 30 anos, principalmente nos últimos 10. É tão claro que é errado discriminar LGBTs que começa a haver corrida para atualizar posições: políticos e religiosos, por exemplo, passam a dizer-se inclusivos, não o contrário. Homofóbicos são percentual cada vez menor da população.

A questão das drogas ainda está longe dessa conscientização geral sobre o erro cometido.

São ambas DH, e, nessa condição, merecem a mesma e idêntica proteção pública, mas o momento histórico talvez não aponte com maior contundência para as drogas do que para a causa homossexual?

A questão LGBT é de DHs diretamente: não tem cabimento negar alguns direitos em função de orientação sexual. É tão óbvio que não dá para não ser contundente.

A questão das drogas é de DHs apenas do modo transversal que você colocou: mais pobres são mais vitimizados, só que qual o direito que lhes está sendo tirado? Para o incosciente coletivo quem é pequeno traficante está é tirando o direito a segurança da comunidade. Essa é a leitura corrente que fomenta a guerra as drogas.

E proteção pública é em relação a vítimas de preconceito, com leis específicas para isso e combate a bullying e discriminação até a sociedade não mais diferenciar negativamente pessoas.

Que proteção pública você imagina para quem é consumidor ou fornecedor na questão de drogas? O que é necessário é racionalidade para minimização de perdas. E reconhecer que a batalha como tem sido travada é perdida. Independentemente de toda a rede de proteção social que deva ser feita. Também deve ser reconhecido, claro, que além de questão de segurança pública é questão de saúde. E, eventualmente, de liberdade individual.

E mais. Se as políticas neoliberais das últimas décadas cooptaram aquela 'guerra' às drogas como política de estado, como de fato o fizeram, até que ponto seria razoável eventual aliança partidária ou política com aqueles mesmos movimentos em eventual prol da causa homossexual? Digo isso tratando claramente de Marina Silva e Eduardo Campos, cujas propostas e alianças até agora, até onde sei, têm sido com os neoliberais, daqui e do exterior.

Neoliberais que, como dito, adotaram e adotam uma verdadeira política de extermínio e virulenta segregação daquelas outras minorias, sem qualquer escrúpulo, por décadas a fio.

Nenhuma relação. Causa homossexual não é mais ideologizável (se algum dia já foi), trata-se apenas da correção de um (imenso) erro. É irrelevante a ideologia de um deputado, o necessário é que ele diga: voto sim ao abandono desse erro.

E se no passado houve associação de discursos entre pensamento econômico conservador e pensamento religioso conservador, hoje isso não é mais regra, é apenas uma situação. Na América Latina atual (Brasil, Venezuela, Equador, El Salvador) é mais a esquerda que apela para discurso conservador moral. Em alguns casos diretamente (como Rafael Correa fazendo discursos contra o casamento igualitário e a adoção por LGBTs) em outros casos passando essa tarefa a partidos de coligação (como no Brasil, onde o PT se aliou ao 'Tea Party" local.)

Em relação a drogas será a mesma coisa. Neoliberais podem perceber como qualquer corrente que a batalha às drogas como está sendo travada é uma tolice. O caminho adequado seria como se faz com cigarro. Racionalidade não tem ideologia. Não é bom para o próprio capitalismo que centenas de milhares de jovens sejam presos por isso. Não é mais vantagem fazer esse discurso de demonização contra a maconha para atemorizar populações. Hoje em dia é mais sofisticado o processo: o medo incutido é "a economia não será eficiente e você perderá seu emprego".

Sendo assim, como redução de aprisionamento será uma demanda comum, pra que criminalizar o que não causa mal a terceiros? A simples plantação, venda e consumo de maconha não causa dano a terceiros além do usuário (como é no caso do cigarro e álcool, embora álcool provoque acidentes.) Já a proibição causa uma elevação artificial do preço, margens para corrupção de policiais e acumulação de capital para traficantes.

O que deveria ser condenado pela sociedade, portanto, é o proibicionismo.

Mas a consicentização sobre a questão de drogas é complicada. Se você está mesmo preocupado vote no PSoL, PV ou PPS para deputado, são os únicos onde há candidatos que propõem a descriminalização.

Vou mostrar apenas com a questão homossexual como não há implicação necessária com partidos. Há implicações artificiais.

A causa homossexual é total e absolutamente lógica: trata-se de devolver direitos para uma parcela de quem se lhes extraiu. Parcela essa distribuída roporcionalmente por todas as classes sociais, diga-se.

Nessas condições, defender causa LGBT é tão lógico e racional que independe de ideologia. É quase como defender que não se discriminem canhotos. 

Os partidos profissionais e laicos devem agir com a lógica, não com base em preconceitos religiosos. O que levaria quase todos a defender a causa LGBT, certo?

Se algum não defender, deve ser, racionalmente, eliminado das preferências eleitorais das pessoas (que não são só os 5% de LGBTs, mas todos aqueles que acham um absurdo LGBTs serem discriminados.)

É a partir daí que as pessoas vão pensar em socialismo ou liberalismo. Ou mesmo políticas de segurança e drogas. Não antes.

Não devemos escolher um partido por ser 'simpatizante LGBT'. Devemos perceber que ser 'antipatizante LGBT' é irracional e com base no que sobrar, que em sociedades racionais e não-teocráticas é a maioria,  aí sim fazer as escolhas políticas.

Se o PSB vier a ser simpatizante, só estará fazendo o mínimo básico para parecer racional. E se faz alianças com neoliberais, estará recebendo votos de eleitores que preferem isso.

Não é proibido a nenhuma força política ser simpatizante. Então surgirão forças social-democratas, forças socialistas, forças social-liberais, etc.

Como vê, não há problema no médio prazo para causa homossexual. Não há dificuldade nenhuma para um partido neoliberal ser simpatizante, é antes obrigação dele. 

Problema se houver, é para partidos, de qualquer tendência em economia política, que se posicionem de modo antipatizante a LGBTs.

Que não o façam e pronto.

 

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"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

Gunter No mundo há 7 bilhões

Gunter

No mundo há 7 bilhões de habitantes, generalizando, 90% disso é discriminador de quaisquer tipo.

Considero Você um estudioso do assunto, principalmente a homofobia.

Como mudar isso meu amigo?

Não é só um problema local, discriminação é geral.......

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Mário Mendonça

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Visão

Depois dizem que há pouca

Depois dizem que há pouca diferença entre o PSDB e o PT.

Neste caso, apenas observar o que a prefeitura de Haddad vinha fazendo na Cracolândia e o que o PSDB de Alckmin fez.

As diferenças entre os partidos são enormes.

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Não é assim.

A diferença aí é entre uma pessoa de um partido e uma pessoa de outro partido.

Alguns políticos petistas fariam o mesmo que Alckmin nesse episódio.

Imagine Gleisi como governadora.

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"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

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Ricardo JC

Pura suposição!!! Mas se

Pura suposição!!!

Mas se queres realmente notar a diferença, faça a pergunta ao contrário. Quantos do PSDB fariam o mesmo que Haddad?

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Zanchetta

Agora o Nassif entrou com

Agora o Nassif entrou com tudo na campanha do Padilha!!!

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Maurício1

Anastasia?

Nassif, no geral sempre concordo com os seus artigos. Mas sinceramente não sei o que você vê no Anastasia. Segue a cartilha tradicional do PSDB que odeia servidor público. Não sou mineiro e não moro lá, mas tenho amigos que moram e são professores estaduais em MG. Os serviços públicos em MG beiram o colapso, o sucateamento e a falência total, com delegacias de polícia caindo, escolas sem água e professores em greve por meses. Há casos de policiais que precisam pegar "carona" no próprio carro da vítima, para ir até o local do crime, pois as viaturas não rodam, de tão sucateadas e quando rodam, não há combustível. Anastasia é o mais do mesmo dentro do PSDB.

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Maurício, é esta a política

Maurício, é esta a política do PSDB em MG. Amordaçar a imprensa e passar uma imagem, via mídia nacional, paga com altos valores para enaltecer o Estado. Em SP, pelo menos, há uma caixa de ressonância. Minas está trancafiada entre montanhas. Não há caixa de ressonância. Quem dita as leis é o playboy.

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evandro condé de lima

Pimenta nos olhos dos outros

Pimenta nos olhos dos outros é refresco. Fiquei até esperando os elogios a administração do Lacerda.

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Lacerda é o pior Prefeito que

Lacerda é o pior Prefeito que já passou por aqui. Pra se ter uma idéia, se tivesse um segundo turno para a Prefeitura de BH entre Lacerda concorrendo pelo PT e o Eduardo Azeredo pelo psdb, eu votaria no segundo, sem pestanejar. 

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cesarT

Nassif, concordo que Alckmim

Nassif, concordo que Alckmim faz parte da vanguarda do atraso,  e que Haddad  "foi para o abraço" com sua inicativa, porem devemos levar em conta que esses usuarios se abastecem da droga em plena rua, os traficantes são conhecidos, e o dilema persiste, deixar que pratiquem o trafico livremente (ilegalmente) ou vir com outra iniciativa, onde o "estado" fornece a droga ao usuario junto com um tratamento de desintoxicação. 

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Ozzy

Faltando Cabral em SP????

Faltando Cabral em SP???? Levem o nosso, por favor!

Enfim, é lindo ver vocês poetizando sobre a cracolandia. Felizmente nenhum de vocês mora ali perto... queria ver a tolerância se os "noias" se concentrassem na frente da casa de vcs.

Imagino o cidadão recebendo o carnê de IPTU e olhando pela janela vendo as hordas de cracudos estatizados que praticamente ganharam salvo conduto do Haddad pra eternizar a cracolandia.

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É...

...burrice não tem fronteiras.

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NALDO

Eu até pensei que o

Eu até pensei que o governador não sabia da tal operação mas vendo as ultimas declarações dele...; alguem tem que fazer algo pelo centro velho de sp, está abandonado, eu que passei a minha adolescencia como office boy batendo bota em todos os bancos e comendo nos bundinhas de fora e pés sujos fico com o coração partido; o pior prefeito que tivemos o sr zéserra ainda cometeu a atrocidade de asfaltar os calçadões, verdadeiro sacrilégio que todos urbanistas se calaram, acabando de vez com o lugar.

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"Jesus era mais para Black Bloc", diz padre Lancellotti.

 

"Não existe resposta única para a cracolândia"

 

Rafael Stedile

Para padre Julio Lancellotti, ação da prefeitura na região da Luz tem avanços, mas não olha para as necessidades das pessoas

24/01/2014

Mariana Desidério

De São Paulo

A atual operação promovida pela prefeitura na cracolândia tem sido vista como um avanço em relação à ação deflagrada há dois anos, quando policiais usaram bombas de gás e tiros de borracha para dispersar os dependentes de crack que circulam pela região, no centro de São Paulo. 

Porém, não é hora para muito otimismo na opinião do padre Julio Lancellotti, coordenador da Pastoral da População de Rua em São Paulo e defensor histórico dos direitos humanos. Segundo ele, também há outro tipo de violência na ação que ocorre agora. “Há sofisticação, mas o resultado que se busca é o mesmo: as ruas da cracolândia limpas”, afirma. 

Aos 65 anos, além de coordenar a pastoral, Lancellotti é responsável pela paróquia de São Miguel Arcanjo, na região da Mooca.  Nesta entrevista ao Brasil de Fato SP, ele critica a forma como nossa sociedade trata os grupos mais vulneráveis e defende atuações políticas mais enérgicas, inclusive não pacíficas. “Jesus era mais para Black Bloc”, dispara.  Leia a entrevista:  

Como avalia a operação Braços Abertos, da prefeitura, que está colocando os moradores de rua da cracolândia para viver em hotéis e trabalhar na varrição?
Ainda não dá para fazer uma avaliação completa. O fundamental é saber como será feito o acompanhamento. Mas algumas coisas chamam a atenção: hotel não é moradia definitiva. Quanto tempo eles vão ficar no hotel? Depois: por que todos têm que trabalhar na varrição? Eu acho que pode ter uma diversificação. 

Acha que isso acaba padronizando demais?
Acho que é uma resposta institucional, e, portanto, planejada dentro de um modelo. Não é construída a partir das necessidades das pessoas. A operação pode ter seu aspecto de redução de danos e está tendo agora muita visibilidade. Mas a gente tem que ver como isso vai se dar no cotidiano. Há uma preocupação política de querer se diferenciar de outros. Mas também há um pragmatismo. Pensa-se que tem que ter um resultado. Não se foi à causa das questões, está se trabalhando por enquanto com os efeitos. 

Essa medida tem sido vista como um avanço em relação àquela tomada dois anos atrás, quando houve forte repressão policial. O que o senhor acha?
Eu considero que os métodos de controle se sofisticam. Uns são mais trogloditas, outros menos. Acredito que a violência não é só a cassetada, o spray de pimenta, a bomba de gás, a polícia andando atrás. A violência também é simbólica. É violento colocar para trabalhar sem ter direitos trabalhistas, ou ainda não respeitar a subjetividade humana. O que a gente vê é que há uma sofisticação. O resultado que se busca é o mesmo: as ruas da cracolândia limpas.

Mas qual seria a forma correta de lidar com essa questão?
O que temos que ter em mente é o seguinte: como a cidade vai ser mais humana e vai cuidar daqueles que são mais vulneráveis? Essa é a questão fundamental. A população de rua não é a única vulnerabilizada da cidade. Também existem os que não têm moradia, os que têm transtornos mentais, as pessoas com necessidades especiais, os idosos. Nossa cidade é um lugar em que tudo é para quem é esperto, para quem tem mais força, mais autonomia. Ela está inserida dentro de um modelo de competição, de premiação por consumo, não é uma cidade voltada para agregar.

Os idosos não são cuidados na nossa sociedade?
Outro dia perguntei na igreja: Quem leva o cachorro para passear? Todos levam. E quem leva a vovó para passear? Muito poucos. É mais fácil pegar o cocô do cachorro do que trocar a fralda do vovô. Nós estamos vivendo uma sociedade do individualismo. Aumenta o número das pessoas que vivem sozinhas. As pessoas querem pensar só no seu próprio bem-estar, não o bem-estar do coletivo, o bem-estar dos mais fracos. A grande mudança seria pensar o bem-estar dos mais fracos.

Qual o cenário dos albergues para a população de rua em São Paulo hoje?
Em algum momento, os albergues podem ser necessários. Qual o nosso problema? Nós tornamos os albergues a única resposta. A mesma lógica que coloca todo mundo pra ser varredor. A população de rua é bastante heterogênea. Não se pode ter uma mesma resposta para todos. 

E as condições desses albergues? No final de 2013 houve protesto por causa disso.
Sim, porque eles estão precarizados, por falta de manutenção, falta capacitação das pessoas que lá trabalham, e porque os albergues não estão seguindo a própria diretriz nacional da política para a população de rua, que prevê que tenham um número reduzido de pessoas, não passando de cem. E hoje nós temos albergues com 200 pessoas que só têm dois chuveiros. 

Mas querendo ou não é um abrigo para eles, não?
Nós temos uma ideia muito assim: para o pobre qualquer coisa está bom. Pensamos assim: “Você não tem o que comer, eu estou te dando essa comida aqui. Você está achando ruim por quê? Estou te dando essa calça velha, só está um pouco apertada...” Muitas vezes nós somos uma sociedade que nivela tudo por baixo. 

Quais soluções deveriam ser pensadas, além dos albergues?
Nós temos sugerido muito a locação social, que hoje é um programa pequeno, mas ajuda. Hoje, já há legislação no sentido que o programa federal Minha Casa, Minha Vida tenha uma porcentagem para população em situação de rua. Que eles possam ingressar nas políticas habitacionais como pessoas que não têm capacidade de endividamento. 

Quatro moradores de rua foram presos na manifestação em dezembro contra as condições do albergue. Falou-se que eles eram presos políticos. Por quê?
Porque lendo o boletim de ocorrência e vendo tudo o que aconteceu com eles, nós percebemos que a motivação não foi técnica. A grande questão é que há uma palavra-chave hoje: manifestação. Esse ano será de grande repressão por causa da Copa. Todas as manifestações serão duramente reprimidas, e essa manifestação das pessoas em situação de rua mostra que há um peso político muito forte nesse sentido. Há uma ideia no poder público de que é preciso coibir qualquer forma de expressão. Nos atos que nós fizemos contra a prisão deles, a quantidade de polícia que nos acompanhou era o triplo da de manifestantes. 

Quem são as pessoas que vivem na rua na cidade de São Paulo?
Em São Paulo há o Censo da População em Situação de Rua. Há um perfil de maioria masculina, mas há o aumento de mulheres e famílias na rua. Há muitas pessoas que passaram pela escola. A maior parte é do Sudeste. Como essa população é muito heterogênea, você encontra na rua pessoas com nível universitário, com nível médio. A maior parte é alfabetizada, ou passou pelo mundo do trabalho e viveu com a família, não nasceram na rua. Boa parte está na rua por causa de desavenças familiares, pessoas com problema de transtorno mental e que a família não aguenta mais. Ou pessoas que usam álcool e a família não sabe mais como lidar. Como não há uma assistência, essas pessoas acabam indo para a rua.

Como a cidade trata essas pessoas?
É uma população muito estigmatizada e muito associada à criminalidade. De fato há vários egressos do sistema penitenciário na rua, mas nós não podemos lidar com essa intolerância tão grande. Uma pessoa em situação de rua não entra num shopping. Eles são impedidos do convívio social. Mas a pessoa que está na rua tem uma história. Por isso, várias práticas vêm sendo discutidas para garantir que essas pessoas tenham direito ao SUS, a possibilidades de educação, de cultura, de lazer.

Como o senhor avalia a atuação do novo Papa?  
O Papa Francisco é um presente, mostrando para nós que a igreja está no meio do mundo, enlameada e suja. Ele mesmo diz: “eu prefiro uma igreja ferida e enlameada do que doente e fechada”. É o caminho para uma igreja sem luxo, uma igreja servidora que caminha no meio do povo, que não tem medo de sentar na rua e partilhar a vida com o povo.

O papado dele caminha então nessa direção mais humana?
Sem dúvida. O Papa Francisco está buscando mostrar um caminho muito mais humano, muito mais próximo de Jesus. Jesus não era nenhum moralista, não impunha nada, ele era aquele que queria uma vida mais humana, que as pessoas fossem felizes. Jesus não veio impor uma religião, ele veio salvar e libertar as pessoas de toda a opressão.

O senhor acha que religião tem a ver com política?
Jesus foi condenado como preso político, foi executado, condenado à pena de morte. Ele tinha mais a ver com a vida do povo do que com qualquer outra coisa. As coisas são interligadas entre si, não são separadas. Sabe um grupo que eu gosto muito? Os Black Bloc. Eles são muito humanos, são jovens com vontade de lutar, acho impressionante.

O que acha do uso que eles fazem da violência?
É uma resposta à violência que está aí. Eles destroem os símbolos do poder. Você acha que eles dão prejuízo para os bancos por quebrar uma agência? Os jovens se expressam de muitas maneiras. Não adianta só combatê-los, é preciso entendê-los. O Papa Francisco disse algo interessante nesse sentido: “Eu não gosto de uma juventude que não se manifesta, apática, amorfa.” É preciso agitar. Jesus era mais para Black Bloc.

 

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Desculpe-me padre

Desculpe-me padre Lancellotti, assim fica parecendo que o senhor se alimenta da miséria daquele povo. Pode não ser o programa perfeito, porém, tem boa intenção e é o melhor que já apareceu, que tal dar uma chance e colaborar com sugestões para quem quer fazer algo de positivo por eles e não só ficar sugerindo pelos jornais? Pra jogar pedras e criticar já tem um monte.

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Laurita

Diversificar!

Com menos de 1 mês do programa Braços Abertos o padre já fala que tem que diversificar os serviços?  Questiona o tempo de moradia no hotel?  Nunca questionou o que não era feito!  E eu me questiono:  Não é muito cedo para questionamentos de um programa que está apenas começando?  Não é hora botarmos fé?   

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Laurita, Laurita!

O padre considerou que "Ainda não dá para fazer uma avaliação completa", antes de levantar, duas questões pertinentes ao programa, a questão da moradia e a sugestão de diversificar atividades.

Ele é coordenador da Pastoral da População de Rua em São Paulo e considerado um militante histórico dos direitos humanos, ele zela pelos moradores de rua, não se ocupa da claque política; a igreja ainda não criou uma pastoral dos políticos, acho que não pretendem criar, suspeito que considerem essas "ovelhas" eleitas por aí, sem salvação.

Ele não tem compromisso com este ou aquele governo; discorda tanto da higienização na cassetada, quanto na maciota;  aguarda esperançoso de que a ação da prefeitura não se resuma ao segundo caso.

No mais, sua entrevista traz reflexões para uma cidade mais humana, lembra de vários grupos vulneráveis dentro do turbilhão mega-urbano, prega por uma economia de cuidados. Critica o ultra-individualismo em respostas como esta:

"Outro dia perguntei na igreja: Quem leva o cachorro para passear? Todos levam. E quem leva a vovó para passear? Muito poucos. É mais fácil pegar o cocô do cachorro do que trocar a fralda do vovô. Nós estamos vivendo uma sociedade do individualismo. Aumenta o número das pessoas que vivem sozinhas. As pessoas querem pensar só no seu próprio bem-estar, não o bem-estar do coletivo, o bem-estar dos mais fracos. A grande mudança seria pensar o bem-estar dos mais fracos".

Você já levou seu cachorro, para passear hoje, Laurita?

 

 

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Laurita

Não, Almeida.

Não levei porque não tenho cachorro  embora goste deles. Mas em apartamento não acho legal ter cachorros. Quanto à velhinhos, já dei com prazer, atenção para casal de tios doentes e, até a morte, pois não tinham filhos. Fiz o que pude. Só acho que o padre está apressado e deveria dar um crédito ao programa. É cedo para tentar mudanças. Há muitas pessoas bem intencionadas cuidando há meses, desse programa. Começou agora, e, por hora, o que devemos é apoiar, inclusive o padre.    

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Dez!

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