newsletter

Assinar

Como Arminio Fraga explodiu a economia em 2002

Para que se perca a ideia de Arminio Fraga como o supereconomista, capaz de mudar o mundo com sua sabedoria
Publicado originalmente m 28/11/2012
 
Na condição de dirigente de instituições financeiras e de principal guru econômico do pré-candidato à Presidência da República Aécio Neves, o ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga deveria ter mais consideração pelo peso da sua opinião. E não desgastá-la com declarações irresponsáveis.
 
Em entrevista ao jornal "O Valor", Arminio diz que 2014 poderá repetir o terremoto financeiro de 2002, quando o dólar foi às alturas com a perspectiva de vitória de Lula. É uma declaração que pode mexer com o mercado, ainda mais sendo dada a um veículo de informações financeiras online. 
 
Em 2002, foram duas as razões para a crise financeira: a provável vitória de um Lula, que o mercado não conhecia direito; e a atuação do presidente do Banco Central, o próprio Armínio Fraga.
 
Intencionalmente ou não (de minha parte julgo que foi nao-intencional) as medidas desastrosas adotadas na época foram o principal combustível para o terrorismo que se instalou no mercado.
 
Primeiro ato: o SPB
 
Sabendo ter pela frente um ano nervoso, por conta das eleições, em abril Armínio instituiu o SBP (Sistema de Pagamentos Brasileiros) que trouxe enormes dificuldades de implementação. Além disso mudou o sistema de acompanhamento das operações. Todas as liquidações financeiras - troca de reservas, mudanças de fundos etc - passaram a ser feitas em tempo real.
 
Segundo ato: mudou o sistema de marcação da renda fixa
 
Os títulos de renda fixa tem um prazo de vigência e uma curva de preços.
Imagine um título pós-fixado. O investidor compra por R$ 100,00. Se no primeiro mês a correçao for de 1%, passados 30 dias o valor do título estará em 100 x 1,01 = 101,00. No segundo mês, em 101,00 x 1,01 = 102,1 e assim por diante.
 
No caso dos pré-fixados, o cálculo diário é diferente. O investidor já sabe antecipadamente o valor de resgate. Digamos que seja sempre 100. 12 meses antes o valor será de 100 / 1,10 ^ (12/12) = 90,91. Onze meses antes, o valor será de 100 / 1,10 ^ (11/12). E assim por diante.
 
Aí Armínio decidiu implantar o chamado sistema de marcação a mercado. Por esse sistema, o valor diário do papel dependerá do preço final (100) descontada a taxa de juros em vigor no mercado naquele momento.
 
Mas suponha que a taxa de juros salte para 15% ao ano. Nesse caso, o valor presente do título cairá para 100 / 1,15 = 86,96. Ou seja, cairá imediatamente de 90,91 para 86,96.
Esse é o padrão adotado nos Estados Unidos e em outras economias maduras. Acontece que por lá não existem essas oscilaçoes malucas de juros, como no Brasil.
 
Terceiro ato - a venda casada de hedge cambial
 
Armínio completou sua obra com uma outra operação que se constituiu em um dos grandes desastres financeiros da história do Banco Central.
 
O mercado estava ávido por títulos cambiais, corrigidos pelo dólar. Arminio montou uma operação casada. Quem quisesse adquirir títulos cambiais, teria que adquirir no mesmo pacote títulos pré-fixados.
 
O que o mercado fez foi adquirir o pacote, ficar com os títulos cambiais e despejar os pré-fixados no mercado. A inundação de títulos pré-fixados fez os preços caírem. A quantidade negociada era pequena, frente ao estoque de pré-fixados no mercado. Mas, na marcação a mercado, vale o que for negociado no dia. Com a operação, caíram os preços dos títulos pré-fixados afetando todos os fundos e investidores que tinham títulos em carteira.
 
O quadro atual
 
Pretender que esse mesmo quadro possa se repetir em 2014 é terrorismo puro, que depõe contra a seriedade e a responsabilidade institucional de Arminio.
 
Em 2002, Lula era desconhecido; Dilma não, é candidata à reeleição. Pretender que ela será imprevisível em um segundo mandato é irresponsabilidade pura da parte de Armínio. Pode-se taxar a política econômica de incompetente, jamais de temerária ou irresponsável.
 
Além disso, o BC não está submetido às experimentações de 2002. Aliás, a própria imprevidência de Arminio serve de lição, para não ser imprudente, especialmente em tempos de eleição.
 
Coluna de 8 de junho de 2002
Armínio e a lógica do BC

Na Folha de ontem o presidente do Banco Central, Armínio Fraga, procura rebater as acusações de que a crise com títulos públicos dos últimos dias foi de responsabilidade do BC.

Segundo ele, não procederia a informação de que o BC colocou mais LFTs do que o mercado demandava, visto que houve resgate líquido de papel no período. Nem se pode atribuir o prejuízo dos fundos ao novo sistema de "marcação a mercado" (pelo qual os fundos contabilizam os papéis em suas cotas de acordo com o preço de mercado, e não pela rentabilidade diária), já que o preço das LFTs caiu antes da entrada em vigor do novo sistema (que era praticado por apenas parte dos fundos).

Também não julga incorreto o alongamento do perfil da dívida, já que é objetivo virtuoso de política monetária esse procedimento. Finalmente, afirma que a troca de títulos cambiais por "swaps" de câmbio não aumentou a exposição do BC ao risco cambial.
É possível justificar todas as medidas isoladamente, mas, aparentemente, ainda não caiu a ficha do BC sobre o que a soma desses fatos provocou.

A LFT é o papel por excelência dos investidores conservadores, pequenos poupadores que aplicam em fundos de renda fixa e fundos DI. Sua remuneração corresponde à variação diária do overnight. Além disso, por ser papel de risco soberano (isto é, garantido pelo governo) e com remuneração atrelada ao over, deveria ser vendido ao par, isto é, pelo seu valor de face. Custa 100, os fundos compram por 100 e diariamente repassam para o investidor a variação do overnight.

No caso de outros papéis, como as LTNs, costuma haver oscilação no valor de face, porque são papéis prefixados ou com taxas diferentes das do overnight. Como a maioria desses papéis é "rolada" diariamente no overnight, quando sente que o papel pode render menos, ou as taxas de juros podem aumentar, os investidores (fundos, bancos, corretoras) exigem um desconto para comprar o papel. Por isso são mais utilizadas por fundos especulativos, que operam com a oscilação do seu preço.

Neste ano houve resgate líquido de LFTs, mas o BC colocou papéis de prazos longos em quantidade maior do que o mercado comportava, de R$ 13 bilhões a R$ 15 bilhões. O mercado começou a recusar o papel devido às incertezas sobre a política econômica do novo governo -e aí Armínio está coberto de razão. O problema foi a maneira como o BC enfrentou esse problema.

Depois do 11 de setembro o BC vendeu US$ 10 bilhões em papéis cambiais no mercado, para acalmar as empresas que queriam proteção contra a alta do dólar. Em janeiro, rolou uma parte com cambiais longos, mas o mercado exigiu preços muito altos.

Para contornar essa exigência, o BC passou a oferecer "swap" (uma operação pela qual ele garante ao comprador a variação do dólar ocorrida no período) amarrado com LFTs. Compra um, tem que comprar outro. Ocorre que, na hora de fazer as contas, os bancos aceitaram comprar LFT com prejuízo porque compensaria com os lucros que teriam no "swap".

Só que esse preço pago pela LFT casada contaminou imediatamente todo o estoque de LFTs do mercado, em um momento no qual o mercado já estava começando a se desfazer dos papéis de prazos mais longos. Para resolver um problema de pouco mais de US$ 5 bilhões, o BC contaminou um estoque de LFTs de R$ 290 bilhões.

Quando os preços da LFT foram afetados por essa operação, o BC obrigou todos os fundos a mudar a fórmula de cálculo das suas cotas, para evitar que alguns espertos tivessem lucro em cima da queda das LFTs -já que a queda no valor da cota hoje será compensada por uma maior rentabilidade amanhã.

O que resultou foi esse enorme nervosismo no mercado. O que especialistas recomendam é que o BC passe a comprar as LFTs pelo valor de face, até que se reduza a corrida contra os fundos. Depois, que aumente o compulsório para enxugar o dinheiro de novo da economia. Com isso, acalmará o mercado e devolverá à LFT a reputação arranhada.

Coluna de 12 de outubro de 2012

Texto Anterior | Próximo Texto | Índice 

LUÍS NASSIF

O Banco Central e a crise 

Não está certo o presidente do Banco Central, Armínio Fraga, em debitar à campanha eleitoral os problemas cambiais enfrentados pelo país. Politiza o debate, acirra o nervosismo do mercado e tira o corpo de erros que foram cometidos na gestão cambial deste ano. E foram muitos os erros.

Quando teve início o nervosismo do mercado, no primeiro semestre, o BC decidiu administrar as demandas adiando os problemas para o último trimestre deste ano, justamente o período em que o mercado estaria mais nervoso, por conta das eleições. Ou seja, jogou o pepino para o epicentro da crise.

O erro inicial foi ter utilizado a "marcação a mercado" na definição do valor dos títulos em carteira dos fundos, provocando desvalorização das cotas. Criou um nervosismo desnecessário, porque a maior parte dos títulos era levada até o vencimento pelos fundos.

No plano cambial, foram muitos os equívocos. Um deles foi o de, para reduzir o nervosismo do mercado com as mudanças dos fundos, ter trocado papéis cambiais com vencimento para 2003 e 2004 por outros com vencimento no último trimestre deste ano, em pleno período eleitoral. De 17 de outubro a 12 de dezembro serão US$ 9,35 bilhões em vencimentos, além de US$ 5 bilhões em "swaps" cambiais que vencem entre 17 de outubro e 18 de dezembro.

A última coisa a fazer, em uma empresa com dificuldade de caixa, é antecipar vencimentos de dívidas, me diz um analista independente. Pelo contrário, o caminho prudencial é o do alongamento da dívida, para reduzir os problemas de liquidez. A idéia de encurtar o prazo pode ter contentado o mercado em um primeiro momento, mas deixou bombas pelo caminho, um excesso de procura sem oferta, em um período de alta volatilidade motivada pelas eleições, que começou a movimentar a roda da especulação.

O jogo começa quando os detentores de títulos cambiais começam a manipular o mercado para elevar o valor do Ptax (o preço de liquidação do título cambial). Com o cenário instável por si, por conta das eleições, os bancos técnicos saem da parada, deixando o terreno aberto para os especuladores. Com o movimento de alta, quem tem dólar à vista segura, esperando uma nova alta. Quem precisa se proteger compra correndo, temendo uma nova alta. E aí se cria o moto-contínuo da crise, explica o analista.

A manipulação pode ocorrer de várias formas, a mais primária das quais é a chamada operação "Zé com Zé", em que há troca de chumbo entre instituições. Essas operações vêm ocorrendo com grande insistência, sem que o Banco Central as detecte e puna.

Não foi o único erro do BC. Entre agosto e outubro deste ano, gastou US$ 2,8 bilhões na recompra de C-Bonds, com vencimento entre 2003 e 2005, pagando entre US$ 0,54 e US$ 0,60 por dólar para fazer a cotação subir e ajudar a "percepção da curva de juros dos papéis brasileiros e melhorar a formação da taxa de risco Brasil", segundo Beny Parnes, diretor do BC e pai da operação.

O resultado foi inverso. O papel está cotado a US$ 0,495 por dólar e a taxa de risco Brasil não parou de subir. Nessa recompra, o BC amargou perda financeira entre US$ 250 milhões e US$ 280 milhões. Se esses US$ 2,8 bilhões tivessem sido utilizados internamente, poderiam ter sido muito mais eficazes para acalmar o mercado.

Por isso, o melhor a fazer é Armínio Fraga -a quem o país deve muito, por sua atuação tranquilizadora na crise cambial de 1999 - evitar debitar esses problemas ao processo político e tratar de atuar com serenidade, enquanto espera o vendaval passar.
 

Média: 4.6 (28 votos)

Recomendamos para você

136 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

A magnitude impressionante da crise negada por Armínio.

A magnitude impressionante da crise

por Juan Torres López [*]

Segundo dados do Federal Reserve Bank of St. Louis, dos Estados Unidos, que podem ser verificados aqui , em um só ano (2008) foi criado mais dinheiro (817.904 milhões de dólares) do que o que se criou nos sessenta e três anos anteriores (desde 1945 a 2008 foram criados 821.686 milhões de dólares) e nos seis anos de crise que vão de Janeiro de 2008 a Setembro de 2014 foi criado quatro vezes mais dinheiro (exactamente 3,91 vezes) do que de 1945 a 2008.

Considerando que não se pode dizer que nem os Estados Unidos nem os seus bancos já saíram da crise, desses dados pode-se deduzir claramente a magnitude que teve o "rombo" que as entidades financeiras na economia.

A quantidade refere-se à Base Monetária, também chamada "dinheiro de alta potência" que é constituída pelo efectivo em circulação mais as reservas ou depósitos dos bancos no Banco Central). E deixo um gráfico que mostra mais claramente a vertiginosa criação de dinheiro que foi necessária para tentar escorar a banca norte-americana e, por extensão, a de todo o mundo.

08/Outubro/2014

[NR] Os agregados monetários, ou indicadores da oferta monetária, são habitualmente classificados em três grupos:   O M1 é basicamente o dinheiro e quase dinheiro em circulação mais o dinheiro depositado em contas à ordem.   O M2 é o M1 mais o que está depositado em contas a prazo e em pequenos instrumentos de poupança.   O M3 é o M2 mais grandes instrumentos de poupança (inclui os eurodólares no caso do EUA). Em 23 de Março de 2006 o banco central dos EUA (Federal Reserve) cessou de divulgar as suas estatísticas do M3 , ou seja, passou deliberadamente a ocultar este indicador.

Ver também:

Seu voto: Nenhum (2 votos)

Pão ☭ Paz ✮ Terra ☀

imagem de NALDO
NALDO

Esses "jenios" estouraram as

Esses "jenios" estouraram as finançãs do Brasil, fhc se reelegeu com um discurso totalmente inverso ao de sua eleição, ali prometia o céu com os cinco dedos da mão, no final sobrou só um dedo para o povo brasileiro, para aliviar prometeu que era o messias que iria nos salvar do inferno, quando as chamas chegaram nem cumpriu, já que estava de calças curtas em ferias, voltou vez uns pirilampos e retornou ao seu desncando, tão competente que era, e novo ataque á moeda aconteceu com o heroi da midia ainda curtindo suas ferias, um engodo duplo para o povo; deixaram 40 bi no caixa, aqueles que nos escravizaram pelo fmi e uma inflação de mais de 12% e o país destroçado e desesperançado, essa é a verdade, não li ou ouvi, vivi tudo isso na carne, trabalhava e estudava e vi esses senhores comemorarem a derrocada do país com champanhe quando o malfadado emprestimo saiu, hoje tem quase 400 bi guardadinhos, esperando para financiar o champanhe e caviar da mesma meia duzia de sempre.

Seu voto: Nenhum (2 votos)

Opções de exibição de comentários

Escolha o modo de exibição que você preferir e clique em "Salvar configurações".
imagem de Calvin
Calvin

Nassif, reconheça...

"Nuncaantesnestepaís" a continuação de um governo foi fator de risco no mercado como agora. Sempre é a mudança do time que causa isso.

Prova de que o cabeção duro é mais arriscado que "idéias novas" (que não vêm com REeleição....)

Seu voto: Nenhum (2 votos)
imagem de Dona Maria
Dona Maria

futilidds

O BRA não está preparado para o Estado mínimo do P$deB dependemos muito do governo, aliás o governo serve  para isso mesmo, não é como querem os banqueiros e o governo americano/FMI, e os coxinhas que entendem de economês.  Quer saber, se os pobres preferem a Gilma é por que com eles têm a esperança(e tem que esperar muito) de uma vida melhor. Os apos**tados certamente preferirão aGilma.O  governo do PT é corrupto e uma mer**, mas em o P$deB também é... então tem que escolher, então escolha o que não vai vender o BRA, por migalhas. Em SP os pobres têm as mesmas necessidades de qualquer brasileiro pobre, e esse com esse loteamento de tuc**os ficaríamos a ver navios. Aqui eles acham não precisa investir em segurança pública, pois os rico$ têm segurança particular, e mesmo o  gov/r só voa em seu helicóp/ por que nas ruas do moru são constantes os assaltos..., não precisamos de transporte público, por que os rico$ não utilizam, nem mesmo para ir ao aeroporto  (já há muito tempo deveria ter construido a linha de trem), pobre não utiliza... não precisa de saúde pública, os melhores serviços  públicos são utilizados pelos rico$ ( não que eles não tenham direito, mas o tratamento é diferenciado)... não precisamos de educação, até mesmo as universidades públicas não são para pob**. SP não mudou, e vai mais quatro anos nesse (des)gov/ coxinha.

O Brasil é historicamente gover ou pela elite paul***, vejam o , vice do tu**o, a direita pura e simples, embora  o ECim diga que não é de direita, pode até ser mas  seu vice é, além do mais os interesses deles são relatados naquela revista semanal lixo e a elite diss***nte, por que mostra que Minas, RS  e outros estados do NE  não votam em pauls, e que tem como figuras T***r, R**an, S***ey... ou seja, os dois viés da elite não representam o povo brasileiro, só querem o voto e depois dão um pé na bunda, a classe média, já comprou seu imóvel, seu carro e pôs seu filho na escola particular ou universidade, agora ficam nas redes sociais se mobilizando contra o único governo que "pode" melhor a vida do povo, sonhando um dia chegar a ser da elite, como sempre, na história, querem dominar  o poder, como os ricos, mas será que chegarão lá com o governo Tucano, lembrando que o americano Armínio Fraca já quebrou o Brasil, como diz o artigo acima . Co***pção é co***pção, e não cabe relativismos, mas ambos são, mas o cara é autoritário, mandão, desconversa, igual ao gov. de SP, e tem uma i**ã mand**a, imaginem que vai mandar, sim mandar, no BR.

Além do mais imaginem aguentar aquele apresentador da tuk nar**ão com sua eXposa?,trazendo  seus convidados (baba ovo de americano) para as festas na residencia oficial, com aquela arrogancia tomando champanhe rindo do povo, e aquele jogador de futebol,  que tirou um sarro do povo,que ganhou $ no fut, e hoje H p/vc po***  chamando o mesmo de burro,por que a Deutch têm mais nobéis haja  falta de estômago para aguentar esse povo gro*al, mas isso é só uma pequena parte do ci**o.

Nesse jogo de manipulação de votos, já que temos que votar em um r**o   da eL**e, como já sabemos  que eles estão cag*** para o povo, mas se vc é poor  como eu e  tem esperança, melhor pensar bem...

o Que escrevi aqui são fatos? num sei, mas  para mim faz sentido...

Seu voto: Nenhum
imagem de Ivan de Union
Ivan de Union

NASSIF, EMERGENCIA!!!!!!

O COOKIE DESAPARECEU, NASSIF!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O COOKIE DO NUMERO DE COMENTARIOS DESAPARECEU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O LINK TAMBEM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Durvaldisko
Durvaldisko

Resumo da questão:

Aecio_Devasso02Aecio_Devasso02Aecio_Devasso02

Seu voto: Nenhum (3 votos)
imagem de AlvaroTadeu
AlvaroTadeu

Armínio, Aécio, adeus emprego!

Em 2002, apliquei minhas economias em um fundo de investimentos. Era dinheiro suado, fruto do trabalho. Numa segunda-feira de maio, ouço e vejo Fátima Bernardes anunciar que o Banco Central, a partir de outubro, irá alterar os investimentos em papéis públicos. Da marcação a valor, mudaria para marcação a mercado. Fiquei precavido, alteraria meu portfolio já em agosto, não aguardaria outubro. Passaria tudo para a poupança, que paga pouco mas é garantido.

Na sexta-feira da mesma semana, sem comentar, Fátima anunciou que a partir da próxima segunda-feira os títulos teriam marcação a mecado. Eu sabia que estava perdido. E ainda botavam a culpa no Lula dessas práticas desonestas e expropriatórias (Armínio foi diretor do BACEN no governo Collor). Conforme vocês leram na análise do Nassif, tomei um ferro danado, perdi muito dinheiro, QUE NÃO ERA FRUTO DE ESPECULAÇÃO. Armínio, esse cidadão de dupla cidadania servindo a um candidato de duas caras. Lamento.

Seu voto: Nenhum
imagem de lindo ...mas
lindo ...mas

Só falta saber quem será o da

Só falta saber quem será o da Dilma para que se possa comparar. A não ser que seja o próprio e ninguém esteja sabendo. Mas, pelo andar da carroagem tudo indica para Mercadante, o que faz sentido essa ficar calada

Seu voto: Nenhum

Não muda

No caso de Dilma não muda muito, por que há uma continuidade do basamento.

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de juarez.j.j.
juarez.j.j.

Nesse momento o que o ex diz

Nesse momento o que o ex diz tem peso mosca, mas, mesmo assim, frente a possibilidade de vir a ser ministro, tenta forçar o dolar prá cima para assumi-lo alto, já tendo em quem por a culpa por aquilo que já está prometido aos seus. Como dolar alto interessa a muita gente, estão apenas tentando ajudar na campanha, da mesma forma que o seus da bancada ruralista procederam, jogando o preço da carne bovina pras alturas.... depois baixam e compensam com exportação com dolar 5 por 1.

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de por isso
por isso

Prefiriu mil vezes assessor

Prefiriu mil vezes assessor petista dando prejuízo em fundo de pensão do que esses exploradores da desgraça produzindo miséria pelo mundo.

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de por isso
por isso

Não sei qual é a dúvida da

Não sei qual é a dúvida da Dilma em anunciar logo que será o substituto de Mantega. Estou ou errado? Há algum outro mais capaz?

Seu voto: Nenhum
imagem de Carla Antonia
Carla Antonia

FORBES

http://www.forbes.com/sites/kenrapoza/2014/10/06/finance-guru-for-brazil...

Seu voto: Nenhum

Lula/Dilma X FHC/Aécio: Vamos comparar?


 


Combate à corrupção

Servidores expulsos do serviço público


Operações da Política Federal


Acessos ao Portal da Transparência


Macroeconomia

  Crescimento do Brasil e do Mundo

Período Liberal X Período Atual


Falências
 Link permanente da imagem incorporada Inflação média em cada governo

inflacao fhc lula dilma ibge

Inflação ano a ano

 

Metas de Inflação 1999-2013
 
Salário mínimo



Salário médio

  Desemprego

 
Salário mínimo X Desemprego

Dívida interna

 Dívida externa

Reservas cambiais

 Quem desindustrializou o Brasil?

Embedded image permalink    Conta de LuzDestaques

 

Desempenho do BNDES

Lucro líquido FHC/Lula

R$ milhõesGrafico com evolução do desempenho operacional do BNDES

Lucro líquido Lula/Dilma

R$ milhões
Grafico com evolução do desempenho operacional do BNDES

Desembolso Lula/Dilma

R$ bilhões
Grafico com evolução do desempenho operacional do BNDES

 

Desempenho da PetrobrásProdução é recorde!

petroleo1

Lucro da refinaria de Pasadena

size_590_refinaria-pasadena-petrobra


Saúde

Orçamento da Saúde

Execução orçamentária


Educação 
 Matrícula no ensino superior
 Evolução da matrículas, ingressantes e concluintes no Ensino Superior
Matrícula no ensino superior
Acesso pelo Fies e pelo Prouni
 Escolas Técnicas Federais em cada governo


Matrículas no ensino técnico federal com Dilma


Orçamento do ensino técnico federal


Desenvolvimento humano
http://image.slidesharecdn.com/131015bolsafamiliagrafico-131015151451-phpapp02/95/o-bolsa-famlia-e-a-economia-4-1024.jpg?cb=1381868274
 Desigualdade com FHC
http://image.slidesharecdn.com/131015bolsafamiliagrafico-131015151451-phpapp02/95/o-bolsa-famlia-e-a-economia-5-1024.jpg?cb=1381868274


Desigualdade com Lula


 Redução da pobreza



Redução da miséria
 
 Custo do Bolsa Família


Desenvolvimento humano com FHC



Desenvolvimento humano com Lula


Mobilidade Social no Nordeste

Transformação da renda


 Desenvolvimento sustentável
 Desmatamento da Amazônia

 

Emissão de gases do efeito estufa

 

Energia eólica


Agricultura

O Fortalecimento do Agronegócio Brasileiro



 

Programas de sucesso

Acesso à eletricidade





Programas de saúde

Seu voto: Nenhum

Banqueiro ė tudo igual

A Neca levou uma saraivada de críticas e vazou. O Armínio vai pelo mesmo dreno.

Seu voto: Nenhum (2 votos)

Follow the money, follow the power.

Luta de classes

Esta eleição está mais pitoresca do que a encomenda. Primeiro uma banqueira e um banco que assumiram publicamente uma candidatura e agora um representante e membro da elite plutonômica do mundo, interlocutor direto dos interesses transnacionais financeiros, pleiteando uma vaga de ministro do candidato fantoche deles à presidência da república.

Povo brasilieiro X Elite Plutonômica, e a plutocracia vai, lenta e paulatinamente, monstrando sua cara e suas garras.

O Armínio defendeu os interesses inconfessáveis da plutocracia, por isto titubeou e se mostrou reticente. Se falar o que vai fazer, perde a eleição. Confesso que fiquei surpreso em ver a disposição dele em se expor assim, vai ver é falta de quadros e não resta muito tempo para agir, bateu o desespero.

Seu voto: Nenhum

Follow the money, follow the power.

Financial Times: Armínio Fraga, inseguro e falso

11 de outubro de 2014 | 11:52 Autor: Miguel do Rosário

artigo-do-financial-times-diz-que-arminio-fraga-decepcionou_1 (1)

Essa é até engraçada.

O Financial Times, jornal da direita financista, e, portanto, tendente a apoiar Aécio Neves, publicou um artigo melancólico, expressando a decepção com o desempenho de Armínio Fraga, ministro da Fazenda num eventual governo Aécio Neves, no debate promovido na Globo, com Guido Mantega.

De acordo com o FT, “Fraga teve certamente os argumentos certos, contudo, Mantega “falou como um político confiante, baseando-se (embora um pouco falho) em narrativas populistas e coerentes”, enquanto “em grande parte Fraga respondeu com o pragmatismo frio e detalhes técnicos de um banqueiro central.”

O artigo destaca o comentário do jornalista brasileiro Sérgio Augusto no Twitter: “Eu tinha esquecido o quão ruim Armínio Fraga está em entrevistas e debates. Ele vem como tudo o que ele não é: inseguro e falso.”

Poderíamos acrescentar à análise do FT: o principal problema de Fraga, certamente, não é seu desempenho em entrevistas ou debates, e sim a sua rígida adesão a uma ideologia econômica que quase levou o mundo a bancarrota, e que provocou o sofrimento de milhões de brasileiros.

O Jornal do Brasil fez uma resenha do artigo.

O vídeo do debate está aqui. O que você acha?

http://www.youtube.com/watch?v=a_b59O3akB8

Seu voto: Nenhum
imagem de Luis Sifer
Luis Sifer

Agora me respondam

Ou esses caras são burros ou são muito mal intencionados ? Ou ambos ?

Distorceram tudo que a Samantha escreveu.

Lamentável.

Seu voto: Nenhum (5 votos)

Lamentável é defender essa escumalha entreguista

Lamentável é defender essa corja que rifou nosso futuro durante oito anos, quebrou o País, roubou o patrimônio público e promoveu arrocho salarial e desemprego.

Eu vivi aquela época e sei o que esses ladrões fizeram.

Não adianta dizer que não foi bem assim porque FOI BEM ASSIM mesmo...

Seu voto: Nenhum (2 votos)

ABAIXO A DITADURA

 

imagem de altamiro souza
altamiro souza

botar a raposa pra cuidar do

botar a raposa pra cuidar do galinheiro é o fim

- não são só as penas que vão voar!

nauFraga foi operador do maior especulador

financeiro do mercado inrternacional

george soros...

é o que sabe fazer: expropriar especulativamente a riqueza dos países.

Seu voto: Nenhum (2 votos)

E a propaganda política do

E a propaganda política do Aócio hoje na TV mostrou uma conversa dele com trabalhadores e aposentados onde ele prometeu manter o aumento real do salário mínimo, a recuperação das aposentadorias (fim do fator previdenciário), correção da tabela do IR pela inflação entre outras demagogias eleitoreiras...

A conta não fecha...

Seu voto: Nenhum (2 votos)

Viver é afinar um instrumento...

imagem de Pastor Paulo
Pastor Paulo

Aécio e Globo são desmascarados por reportagem internacional

http://www.youtube.com/watch?v=BixdPe_Jqxw

Seu voto: Nenhum (1 voto)

Se a vida fosse um jogo...

Se a vida fosse um jogo, o TRIPÉ neoliberal seria:  (1) um bom Governo não joga, deixa jogar, (2) bastando regras claras e (3) o direito à todos de competir. Soa bonito, mas em sociedades tão desiguais como a nossa, só fazer isso é doping. É claro que dezenas de nutridos sempre vencerão milhares de subnutridos, salvo raras zebras (ou heróis). Um bom Governo tem que intervir sim, de forma cadenciada, com medidas antidoping até que os jogadores possam entrar em campo em condições mais iguais, tornando a competição menos selvagem e mais saudável. 

Seu voto: Nenhum (1 voto)

Caetano Scannavino

Um defensor do neoliberalismo econômico

O neoliberalismo sempre considera que mesmo um desemprego acima dos 10%,  haverá o restante  dos 90% das pessoas em alguma  atividade econômica, é dessa parcela que vai buscar o apoio político para manter o pacote de maldades, da recessão e do desemprego.

Evidentemente tudo é possível, mas se fosse para deixar tudo como está,  bastaria aos grupos econômicos e a maior parte da grande mídia apoiar o Governo da Presidente Dilma, deixando a disputa da oposição e a alternância de poder  apenas para a disputa partidária.

O que a aposição  busca é antes de mais nada  interromper o atual processo de distribuição de renda e de fortalecimento do mercado interno, e criar um novo modelo econômico baseado numa plataforma de exportações, e redução do mercado interno para reduzir as importações  e manter o equilíbrio na balança de pagamentos, onde a redução do salário real, o aumento do desemprego e a redução da carga tributária  são fundamentais  para garantir uma redução nos custos das empresas instaladas no Brasil.

Nesse ambiente econômico, de redução da carga tributária para as empresas e queda demanda interna,  o ajuste fiscal se torna necessário para a obtenção do equilíbrio fiscal das contas públicas, onde a demissão de funcionários públicos e redução dos gastos sociais serão utilizados para compensar a queda da arrecadação provocada pela queda da demanda interna.

Tudo terá que ser feito rapidamente, nos primeiros meses e  muito provavelmente na forma de um choque na economia,  por dois motivos, primeiro para aproveitar a legitimidades das urnas e depois  com o apoio dos que mantiverem o emprego ou alguma atividade econômica, afastar o risco de volta do PT nas eleições de 2018.

Seu voto: Nenhum

2014---distribuição de renda

No ponto. Só que falta

No ponto. Só que falta combinar com os "russos". Antevejo sérias dificuldades políticas para a implementação de receituário econômico que de alguma maneira mine as conquistas e a consequente mobilidade social positiva. 

Por mais poderosa que seja a super estrutura, em especial a mídia, para defender e justificar essa inflexão, o caldeirão irá ferver. Junho de 2013 será fichinha. 

Seu voto: Nenhum (3 votos)

Tem um LADO que não se pode esquecer.

Armínio Fraga: " Tem um lado que não se pode esquecer. Para os salários continuarem a crescer, para os programas sociais continuarem a crescer, é preciso que a economia cresça." (Valor Econômico 9/10/2014).

Edvaldo Fraga: Tem um lado que não se pode esquecer. É preciso que os salários continuem a crescer, é preciso que os programas sociais continuem a crescer, para a economia continuar crescendo.

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Luis Sifer
Luis Sifer

The Nerd Who Saved Brazil

The Nerd Who Saved BrazilBy Filed: 9/2/01 at 8:00 PM  | Updated: 7/1/10 at 1:36 PM  

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  • AA

Filed Under: News

No one ever said life in the emerging markets was easy, but these days have been especially bruising for Brazil. To the south, Argentina, a major trade partner, is deep in recession and teetering on the edge of default. To the north, the United States, the world's best customer, is straining. A severe energy crisis has darkened Brazilian shops and factories, sent workers home and flattened gross domestic product. Then there's a noisy corruption scandal in Brasilia that has paralyzed politics, and a surge in popularity for the left-wing opposition, which is leading the polls for next year's presidential elections. Faster than it takes to say submerging markets, investors are scrambling for the cashier and pushing Brazil's already battered currency to record lows.

In the late 1990s, when he was moving millions of dollars for mega-investor George Soros, Arminio Fraga Neto might have savored such a tableau. Back then, every emergency in the world economy meant an opportunity, perhaps even a new fortune. Rising before dawn, he would drive the 40 minutes from his home in Short Hills, New Jersey, to Soros's aerie on New York City's West Side, do battle with the markets till 6 p.m. and beat it back to the suburbs. But one day in early 1999, Fraga made his boldest play of all. He walked away. Leaving Soros and ditching what has been described as one of the most radiant careers on Wall Street, the 41-year-old Princeton-trained economist went home to take the top job at Brazil's Central Bank, a graveyard of many financial reputations.

Maybe it was a spasm of saudades, the storied Brazilian homesickness. After all, Fraga had enjoyed his stint as a senior Central Bank economist in the early '90s. But this time things could have easily blown up in his face, for Brazil was in the maw of its worst economic crisis in a decade, bleeding reserves and flirting with default. "We were in danger of spinning out of control," recalls Mailson da Nobrega, a former Finance minister. It just might have been a gambler's instinct that drew Fraga back into the fray. (He also knew Finance Minister Pedro Malan from his earlier job at the Central Bank, and the two had remained friends.) But against all odds, Fraga halted the expensive practice of artificially propping up the real, Brazil's currency, and allowed the markets to set its value. The move calmed investors and currency traders and ultimately slowed the real's fall. Prices fell, and the economy was back in the black again. Along the way, Fraga and his team of sharp young economists practically had to reinvent monetary policy in Brazil, which had long served basically to appease bottomless political appetites. Though not yet legally independent, the Brazilian Central Bank, under Fraga's leadership, is no longer a milk cow for those in power. It is also far better tooled to become what it was always meant to be: a guardian of the national currency. And salvaging the real means no less than salvaging Brazil's economic stability.

Newsweek Magazine is Back In Print 

Brazil is hardly out of harm's way. Troubles in Turkey and Argentina have sent investors fleeing risk the world over, including in Brazil. Foreign direct investment is expected to fall by half, from $32 billion in 2000 to $20 billion this year. The nationwide energy crisis has stunned the economy--GDP fell last quarter--and fueled doubt, causing the real to slide 26 percent this year alone. But thanks largely to Fraga's reforms, the country is arguably better equipped to absorb these shocks than it has been for decades. Fraga, now 44, spends his days, and many nights, on the other side of the money counter, parrying with speculators, scoping out the markets and trying to steady the course in Latin America's biggest, and often most volatile, economy. He keeps close counsel with Malan and with President Fernando Henrique Cardoso and has become a driving force behind a handful of policy initiatives, such as strengthening long-term-capital markets, tax reform and a bill to create an independent Central Bank. "We have invested heavily in the fundamentals," Fraga told NEWSWEEK in a recent interview. "I'm not saying it's easy. There's a lot of pressure here. But we feel confident the scenario will turn in our favor."

Latin American economic officials have never been short on chutzpah, but Fraga speaks with a simple, menthol clarity. He has brought an unprecedented level of candor and transparency to the Central Bank, once Brazil's biggest "black box," says Celso Pinto, editor of the financial daily Valor Economico. Industry may grumble over Brazil's interest rates--among the world's highest--and the leftist opposition still sees him as Scrooge. But even his critics admit that Fraga has helped turn Brazil around. Fraga "is a national savior," declared Ciro Gomes, a presidential candidate for the Popular Social Party and blood enemy of President Cardoso. "He saved the government from a tragedy."

Hyperbole? Probably not. One after another, Brazil's central bankers have tried their hand at controlling inflation, only to leave behind nearly worthless currencies. As a result, Brazilians have learned not to expect too much from their Central Bank, an institution that dates only to 1965 and has never been independent. "The basic role of the Central Bank during inflationary times was to bail out the government by financing public debt," said University of So Paulo economist Celso Martone.

Brazil's "Plano Real" in 1994 was to have ended all that. The idea was to introduce a new, strong currency (the real) and peg it closely to the U.S. dollar. For a while the plan worked. Inflation fell nearly to zero, industry boomed and investment soared. But then came financial contagion. One by one, from Mexico to Thailand, debtor countries with artificially fixed currencies came under attack by speculators. In the first few months of 1999 Brazil's Central Bank spent tens of billions of dollars in an effort to bolster the real. Brazil was learning a painful lesson of the global economy: a strong currency is not the same thing as a strong economy. With debts and fiscal deficits ballooning, Brazil looked like the next candidate for a crash. The world was still reeling from the collapse of the Russian ruble and financial debacles like the bankruptcy of Long Term Capital Management, a once heralded hedge fund. "We saw the beginning of a run on banks. Rumors abounded that the government was going to seize assets," says Nobrega. Then the high-flying real began to fall. Three Central Bank presidents came and went in two months, and still the real was falling. Fraga was the fourth, and Brazilians weren't exactly holding their breaths.

In the end, Brazil's Central Bank spent $35 billion, only to abandon the fixed real and float the currency. It was less a decision of policy than of desperation, and a move fraught with risk. Set free, the real slid. But how far would it go? Too far, and prices would come roaring back, triggering inflation. And with Brazil's public debt indexed to interest rates and the dollar, every twitch in the economy threatened to raise the government's debt burden. But trying to peg the currency again could mean another costly battle with the speculators. Fraga took a stand: the real would stay afloat; the Central Bank would no longer spend good money after bad to keep the real pegged to the dollar. Cardoso backed him. The move changed much more than Brazilian monetary policy. In many ways it changed Brazil itself.

It certainly changed Fraga's life. An intensely private man, he soon found himself facing a daily forest of microphones. News photographers huffed after him during his morning jogs in Brasilia. Fraga's former connection to Soros, the predator of high finance, earned him a six-hour grilling before the Senate. He became the delight of the cartoonists, who drew him as the vampire in charge of the blood bank, or the fox guarding the chickens. One of the lowest blows came, surprisingly, from celebrity economist Paul Krugman, who suggested that Fraga had passed along inside information on Brazilian finances by tipping off Soros to his job offer. Fraga vehemently denied the charge, and Krugman ended up issuing a lavish mea culpa (calling it "one of the worst errors of my career"). But the intrigue delighted the politicians in Brasilia, where conspiracy theories run hot.

During nomination hearings, one senator had called Fraga the "evil genie" while Itamar Franco, the governor of Minas Gerais state, quipped that Brazilians "would have to practice their English" now that "Mr. Soros" was running the Central Bank. "Handing over the Central Bank to Fraga," growled the leftist leader Luiz Inacio Lula da Silva, of the Workers Party, "was like naming a drug trafficker to head the Federal Police." Fraga, laconic, said only: "Everyone has a right to an opinion."

Quiet and bookish, with a small smile, Fraga makes a disappointing villain. In his dun chinos and open collar, he looks more class nerd than class enemy. He and his wife, Lucyna, have dedicated much of their time to Renascer, a voluntary health-care organization in Rio that distributes medicine and food to poor patients. Fraga's idea of a good time is retreating with a book to the Irish-leather recliner in his study (his recent favorite is a book about Sir Ernest Shackleton's grueling voyage to the Antarctic), or playing 18 holes with his son Silvinho at Rio's Gavea Golf Club. "My handicap is up to 12," he says with a slight scowl. "It's the job." Don't get him wrong. "I enjoy the work," Fraga hastens to add. "But it's not relaxed around here. I can assure you."

The stinging criticism against Fraga and his intimacy with the markets belies some ancient Brazilian taboos and some bad old habits. For years, the country tried containing inflation by fixing the currency by decree, but in practice it was never so simple. "It usually blew up on us," says Jose Alexandre Scheinkman, professor of finance at Princeton University and a native Brazilian. Instead of risking another explosion, Fraga followed a different strategy: he declared clear yearly inflation targets and uses the classic central-bank tool--interest rates--to steer the economy toward them. This year the target was 4 percent, but with the bearish economy, 6 percent now looks more likely.

What is remarkable about applying this system in Brazil is the complete transparency it requires. Every month, sometimes daily, the Central Bank publishes bulletins with vital economic statistics, including inflation, the public deficit and even the level of reserves. A simple measure, but it was a cultural sea change. "Before, when the bank was run by a bunch of technocrats behind closed doors, these were like state secrets," says Pinto of Valor. The open-book policy helps investors, merchants and bankers gauge the market and make plans.

Some financial players wonder whether Fraga has been too open; he publicly showed his hand by announcing that he had some $6 billion in his quiver to use against the currency speculators. Fraga disagrees. "We are not just watching," he says. "We reserve the right to intervene in the foreign-exchange market on occasion." In June, when nervous Brazilians started buying dollars, Fraga quickly responded, dousing the market with some $300 million to boost the local currency. And when the real continued to fall, threatening monetary targets, instead of squandering more precious reserves, he and Finance Minister Malan got on a plane to Washington and negotiated a $15 billion standby loan with the International Monetary Fund, which included a further $6 billion to defend the real. "The Central Bank doesn't panic when the market doesn't respond right away," says Diniz Pignatari, a senior foreign-currency trader at ING Barings. "This is the most professional team I've seen in 20 years of trading."

In the end, Fraga has won praise for precisely the quality that once caused him grief: being a savvy "operator" who honed his skills at some of the world's toughest money mills. "A speculator is someone who tries to see what the market doesn't see," says an independent Brazilian fund manager. "It's not a sin. It's a game. Maybe the most difficult game in the world." And woe to the amateurs. "In today's predatory markets, the game has to be among equals," says economist Eduardo Giannetti. "If you put the bureaucrats against the sharks, the sharks will swallow the bureaucrats every time."

But more than sharks await Fraga. With the weaker real, prices are rising again. To keep the economy from overheating, the bank's Monetary Policy Council has boosted interest rates five times this year. The benchmark Selic prime rate now stands at 19 percent, the third highest in the world. The economy is already showing signs of recession. Has Brasilia turned the tourniquet too tightly? Some think so. "The government is more concerned with listening to the markets than with heeding the needs of industry," griped Horacio Lafer Piva, head of the powerful So Paulo Federation of Industries.

Whomever he listens to, Fraga's choices are perilous. "Fraga has a huge dilemma," says sociologist Amaury de Souza. "There's a huge cry now for a speedier recovery of the economy. But if inflation goes up, he will be blamed, too." Last week the Central Bank hedged its bets, leaving interest rates exactly where they were. The future interest target? Fraga isn't saying, for now. And what about the rumors that he might stay on next year and serve the next government? "That's not in my plans right now," he says, poker faced. If Congress grants the Central Bank more independence, who knows? It may cost Fraga a few more sleepless nights and another stroke or two on the golf green. But the rest of Brazil might sleep better.

 

Seu voto: Nenhum
imagem de Luis Sifer
Luis Sifer

The Man Who Saved Brazil

 

Mar 1, 2002

  

 

 

Armínio Fraga has saved Brazil from calamity twice since he took over as central bank governor early in 1999. When Argentina's financial crisis began intensifying last year, he and his team at the central bank were ready. By May 2001, Brazil had already raised three-quarters of the $6.68 billion in financing it would get from the international markets in 2001. The central bank's official reserves were well stocked at $37.23 billion. Under Fraga, the central bank moved interest rates up 375 basis points at the beginning of the year. 
Brazil had a rough ride last year as the Argentine crisis deepened. The economy sputtered but did not stop growing, in spite of power shortages and a weakening global economy. The September 11th attacks in the US further pummeled the Brazilian economy and 10 days later, the real hit an historic low of R$2.80 per dollar. Yet, by the end of 2001, the real had recovered by 21% and the price of Brazilian bonds was rising even as Argentina's economy staggered and fell. It was clear that Brazil would escape the effects of Argentina's troubles, confounding fears in the international markets that it would be contaminated. giving rise to a region-wide crisis of confidence. 
Much of the credit for this goes to Fraga. Market participants recognize that Brazil made it through a particularly turbulent year thanks his remarkable abilities as a central banker. Roberto Setúbal, president of Banco Itaú, one of Brazil's largest banks, comments, "Armínio stands out for having plenty of common sense, for always being very calm in moments of tension. His positions are thought out in cold, unemotional, very technical terms. His strengths are consistency and tranquility. He does not contradict himself." 

      

Fraga's achievement in 2001 was no fluke. The previous year he had steered Brazil through a period of steeply rising oil prices and even dared to cut interest rates aggressively, without allowing inflation to rise out of control. Fraga made his reputation in 1999, when he averted a disaster that could have simultaneously set Brazil back years and sparked yet another emerging market financial crisis. 
In early 1999, the country's deficit-ridden finances were close to collapse after international confidence withered and the government had cut the real loose from its peg to the dollar. The political authority of recently reelected President Fernando Henrique Cardoso was hanging by a thread. It was he who had created the real and pegged it to the dollar in 1994 to help stamp out inflation. 
Economists forecast serious trouble. Joseph Petry, then Latin America economist at Salomon Smith Barney (SSB), warned,"There is an enormous fiscal deficit and the economy is moving toward a deep recession. SSB maintains its [forecast] of a 6% GDP contraction for 1999, inflation of 35% and a double-digit fiscal deficit." 
Yet the crisis was short-lived. By early March 1999, Fraga had calmed the market's nerves. He pushed interest rates up to nearly 45%, intervened in the currency and bond markets and announced that the central bank would focus on controlling inflation and would no longer defend the real. The currency soon recovered and Fraga cut interest rates. He gave a masterful speech at the March 1999 annual meeting of the Inter-American Development Bank in Paris that exuded confidence. He drew a line under the crisis in April when Brazil issued a $2 billion, five-year bond led by Salomon Smith Barney and Morgan Stanley. The economy held up well in 1999 and was all set for a burst of growth in 2000. 
All Eyes On Him
It is natural that Fraga should be celebrated for these achievements. Brazil and the outside world are looking to him as a guarantor of stability in Brazil as the country prepares for presidential elections in October and change of government in January 2003, ending Cardoso's eight-year rule. 
Fraga, 44, makes an implausible hero. He is balding, slightly paunchy and of medium stature. He is a terrible fidgeter, barely capable of keeping still for long. His favorite pastimes are playing golf and reading academic economics texts. Although he is personally wealthy, Fraga is modest and lacks any of the arrogance or love of ostentation of many who have preceded him in high office. But his personal authority is beyond question. He has a mind like a steel trap. He is respected in the markets for his ability to predict trends early and play tough when necessary. 
Bill Rhodes, senior vice chairman of Citigroup, says, "Armínio is a very quick study. He grasps problems very quickly. He is willing to act with decisiveness and when he gives you his word, he keeps it." Rhodes adds, "He's open-minded. He's a listener but so many times, central bank governors and finance ministers like to preach and not listen." 
Yet Fraga has few illusions about his calling. "One of our tasks [as economists] is to bring coherence, logic and rationality to situations which are sometimes emotional and fed by sentiment and not reason. This makes it hard [for people] to accept our work," he said last year. "Often we have to take an unpleasant position and say that there is a budget or warn about the unforeseen consequences of some decision or policy and this is not always very pleasant. The economist is often a messenger and the messenger runs the risk of being shot by someone who didn't like the message." 
Fraga has plenty of critics who say he has helped drive up the national debt unnecessarily and kept interest rates at excessively high levels. Although this strangled growth, the central bank missed its 2001 inflation target. 
Hometown Hero
Yet Fraga is popular at home. His candor, modesty and personal integrity count for a lot. His outstanding record at the central bank has given him considerable political stature, making his arguments and views all the more compelling. Fraga is a brilliant academic economist with a doctorate from Princeton, and is used to winning policy arguments. He is that rare animal: a Brazilian central banker who is an accomplished academic, with personal experience of life in the markets and an extensive international career. Fraga is politically adroit, and it is an unwise politician who crosses him. 
It was a different story three years ago. During his confirmation hearings before the Senate, hostile questioners grilled him over his previous job as a managing director at Soros Fund Management in New York between 1993-1999. Denounced in the press as a speculator and poacher-turned-gamekeeper, Fraga also had to face down charges that George Soros and his funds had used prior knowledge of Fraga's appointment to make money in the markets. 
In hearings broadcast on national television, Fraga impressed many with his quiet, dignified defense. He convinced his critics - who included Paul Krugman, the Princeton economist and New York Times columnist - to retract their accusations of insider trading. Krugman remains mortified to this day for his lapse of judgment. Fraga's political connections - he had previously served as international director at the central bank - and the collapse of the real made moot any further discussion of his suitability for the job. 
Fraga is now widely considered one of the most gifted central bankers of his generation. Mohamed El-Erian, managing director at Pimco, the US fund manager that is the largest investor in emerging market bonds, comments that, "He has done what all brilliant central bankers do. He focused on the destination, which is to have a monetary policy anchored on inflation targeting." 
Fraga explained to the markets that this was the only sensible policy for a volatile economy with a floating exchange rate. He proceeded to implement the policy methodically, hiring the right people, making the right statements at the right time and reorganizing the central bank, strengthening its research department that is currently led by Ilan Goldfajn. Brazil had no recent experience of a truly free currency market. There was little understanding of how a volatile exchange rate can affect both prices and the voluminous federal debt. Yet by June 1999, Fraga had formally presented Brazil's new inflation-targeting policy, which has remained in effect since then. 
El-Erian, who has known Fraga for years, says, "Very early on he clarified to everyone that this is the destination, that these are the guiding policies. When the shocks happened these policies were not derailed as they are often are in other countries, because the destination was clear." Fraga, he says, "institutionalized the game by creating a central bank process, publishing an inflation report, having a monetary policy committee, having superb directors and never losing sight of institutionalizing the rules." 
Although the real does indeed float freely, Fraga manages the exchange rate by ensuring that shifts in the market are not disorderly or do not trigger excessive spillover effects in the real economy. Last year, the central bank announced it would "irrigate" the market with dollars from its reserves to ensure liquidity. At first traders were scornful, betting that the trickle of dollars would not affect the market. Yet this, combined with well-timed open market operations and the provision of hedging instruments to the market, ensured that volatility in the financial markets did not threaten the country's economic stability. 
Added to a broad program of macroeconomic reform, Fraga says, this ensured that "the real depreciation of the exchange rate in 1999 and 2001 [took place] without losing control of inflation." 
While Fraga was busy domesticating the local markets, he also began patching up Brazil's awkward relations with the international markets. Speaking back in 1999, a Wall Street investment banker said scathingly, "Brazil has never been much of a player in the debt market because the central bank's attitude has always been that it doesn't care about the international capital markets." 
Fraga and Daniel Gleizer, his recently departed international director, began building an international reputation for keen judgment, sophistication and stinginess. They quickly set about building an international yield curve. The central bank is responsible for managing the government's foreign debt and is the government's agent on the local bond market. Fraga and Gleizer impressed the bond market with the timing, audacity and complexity of many bond issues. In January, Brazil successfully launched a $1.25 billion bond the first Monday after Argentina had devalued its currency. The bond, which was richly priced, sold in four hours. 
Fraga says, "We act proactively, looking at the curve to keep it smooth without any concentrations on a date or specific year, diversifying the investor base and currency." 
El-Erian says Fraga and Gleizer drive a hard bargain. "Nothing is ever left on the table for the markets," he says, "There is no easy money to be made in Brazil." Yet El-Erian says investors "view [Fraga] with tremendous respect as someone who has enhanced the credibility of the central bank and put Brazil's external borrowing program on a very professional [footing]. The focus on transparency and communication, and signaling on policies are something that investors are looking for." 
Fraga says he is lucky to have been able to work under a government that has maintained its commitment to free-market policies and fiscal rigor through thick and thin. He and Finance Minster Pedro Malan think alike. In fact, Fraga once studied under Malan at the Catholic University in Rio de Janeiro. "The central bank and finance ministry teams are separate," says Fraga. "They worry about long-term fiscal sustainability and we worry about prices and financial stability." Fraga says an expansionary fiscal policy "would have made my job impossible." Just as well, because the central bank has no legal independence. It is answerable to the finance minister, who has the power to summarily fire the governor. 
Yet Malan says, "Armínio Fraga has led the central bank with extraordinary competence in these difficult times. He has a solid academic training, enviable professional experience in both the public sector and the private sector. He is public spirited, has an international reputation and is committed to Brazil and its future." 
Joyce Chang, JP Morgan's head of emerging market fixed income research, says, "Brazil has the best working relationship between the executive and the economic team and the best coordination, probably better than investment-grade countries like Mexico, and that's critical to the way Brazil has been able to meet a number of challenges." 
Naturally, Fraga's tenure at the central bank is not free of controversy. He has presided over a substantial increase in the national debt, has kept interest rates at very high levels and last year missed his inflation target by a wide margin. 
It is true that the central bank is not directly responsible for the magnitude of the government's debts. However, critics say Fraga has caved in to market demands for bonds linked to the exchange rate and the overnight interest rate. Attempts to increase issuance of fixed-rate debt have fizzled out. At the end of last year, only R$48.8 billion ($20 billion) or 8% of the government's local currency debt, paid fixed interest rates. A year earlier, 15% of the debt was fixed interest. As a result, the debt swells every time the real slides or the central bank raises short-term interest rates. 
Instead, say critics, Fraga has fueled the debt by linking half the $255 billion domestic debt to the overnight Selic interest rate and about one-third of the debt to the exchange rate. Some economists say Fraga should issue more inflation-linked debt to reduce the overall debt burden. Consumer price inflation last year was only 7.7%, whereas the Selic was at 19% for most of 2001. Fraga says that, "I favor using the CPI, but this will take time. People must realize that using the CPI link is for the long term. You cannot take any risks with indexation. You do not want that to come back." 
Even the International Monetary Fund has grown worried about Brazil's penchant for exchange rate-linked debt. The Fund commented in its annual review of the Brazilian economy that, "the large share of the public debt that is linked to the exchange rate makes the overall fiscal balance and the debt-to-GDP ratio highly sensitive to exchange rate movements." While praising Fraga's overall prudent debt management policies, the Fund "encouraged the authorities to reduce the share of exchange rate-indexed debt as market conditions allow." 
Weight of History
That is just the problem, says Itaú's Setúbal. "Floating rates are instruments the market developed to extend maturities [because] the country has lived through moments of great volatility and this requires more flexible instruments and the market has difficulty in accepting [floating rates] without a reduction in volatility. This is not Armínio's fault. It is beyond the control of anyone." 
Furthermore, the central bank has issued short-dated dollar debt to provide liquidity and hedging instruments for companies struggling to manage their risk profiles. Issuance of dollar-linked debt rose sharply in September, which the central bank is now refinancing with two- and three-year debt. 
Fraga and his team are responsible for setting short-term interest rates. They have erred on the side of caution for the last year, holding the Selic at 19%. This is a punishingly high rate, equivalent to 12% in real terms, and many say it has choked off growth. "These high interest rates are a crime," thunders Walter Appel, a partner in São Paulo's Banco Fator investment bank. Companies must pay interest rates of 25% a year or more while consumer credit loans to individuals can reach almost 100% a year. Mark Mobius, president of Templeton Emerging Markets, comments that, "Real interest rates are much too high in Brazil, where inflation is low. Interest rates should come crashing down. I'm not saying it's going to happen, but it should." Otherwise, he says, "This economy is not going to be as dynamic as it should be.'' 
Fraga replies patiently that, "Stability is essential for growth, because without thinking long term nobody can save or invest, which is very difficult to do if you are [artificially] stimulating short-term demand." 
Too Soft?
Inflation hawks moan that Fraga was too soft last year, letting prices rise by 7.7%, missing his target for the first time. Back in 1999, he had aimed to lower inflation to 4% in 2001. Yet most economists and people in the markets agree that Fraga did well in an extraordinarily difficult year. He says he was prepared to give ground on inflation to avoid pushing the economy into recession, confident that the pressures driving inflation in 2001 - the effects of power rationing on utility prices and a weak real - would diminish in 2002. 
Economists expect growth of 1% to 2% this year, with inflation falling to meet the central bank's 3% target which would allow it to cut interest rates. Yet Fraga is not letting his guard down. "The underlying currents are positive, but the wind is still against us so nobody should get too excited," he says. "We have got the departure of President Cardoso and it will be an important test for us. I am cautiously optimistic, but there is no complacency in the government." 
Fraga has said he will probably stay on next year to help with the transition to a new government before moving on. He could be Brazil's next finance minister, or he could go back to academic life or the financial markets. There is little chance that the government will win approval in Congress for a bill granting the central bank independence with a mandate to ensure price stability. 
Brazil under Cardoso, Malan and Fraga has fared infinitely better than Argentina, wracked by debt default, devaluation and economic depression. Cardoso sent Fraga to Buenos Aires in January to advise the incoming government of Eduardo Duhalde on how to manage the transition to a floating exchange rate, but little has come of his suggestions. Fraga is too diplomatic to say so, but there is little a central banker can do for a country that is tearing itself apart. 

For the full story click: The Man Who Saved Brazil | LatinFinance 
For daily news and data on the critical transactions, developments & people moves that drive the LatAm capital markets, sign up for a free trial at http://www.LatinFinance.com © 2014 Latin American Financial Publications Inc. 

Seu voto: Nenhum

Salvou o Brasil usando

Salvou o Brasil usando dinheirinho do FMI!

Pedindo emprestado...

Ei você ai!

me dá um dinheiro ai...

me dá um dinheiro ai...

Seu voto: Nenhum (7 votos)

"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

A magnitude impressionante da crise negada por Armínio.

A magnitude impressionante da crise

por Juan Torres López [*]

Segundo dados do Federal Reserve Bank of St. Louis, dos Estados Unidos, que podem ser verificados aqui , em um só ano (2008) foi criado mais dinheiro (817.904 milhões de dólares) do que o que se criou nos sessenta e três anos anteriores (desde 1945 a 2008 foram criados 821.686 milhões de dólares) e nos seis anos de crise que vão de Janeiro de 2008 a Setembro de 2014 foi criado quatro vezes mais dinheiro (exactamente 3,91 vezes) do que de 1945 a 2008.

Considerando que não se pode dizer que nem os Estados Unidos nem os seus bancos já saíram da crise, desses dados pode-se deduzir claramente a magnitude que teve o "rombo" que as entidades financeiras na economia.

A quantidade refere-se à Base Monetária, também chamada "dinheiro de alta potência" que é constituída pelo efectivo em circulação mais as reservas ou depósitos dos bancos no Banco Central). E deixo um gráfico que mostra mais claramente a vertiginosa criação de dinheiro que foi necessária para tentar escorar a banca norte-americana e, por extensão, a de todo o mundo.

08/Outubro/2014

[NR] Os agregados monetários, ou indicadores da oferta monetária, são habitualmente classificados em três grupos:   O M1 é basicamente o dinheiro e quase dinheiro em circulação mais o dinheiro depositado em contas à ordem.   O M2 é o M1 mais o que está depositado em contas a prazo e em pequenos instrumentos de poupança.   O M3 é o M2 mais grandes instrumentos de poupança (inclui os eurodólares no caso do EUA). Em 23 de Março de 2006 o banco central dos EUA (Federal Reserve) cessou de divulgar as suas estatísticas do M3 , ou seja, passou deliberadamente a ocultar este indicador.

Ver também:

Seu voto: Nenhum (2 votos)

Pão ☭ Paz ✮ Terra ☀

imagem de Ivan de Union
Ivan de Union

Almeida, eu cantei essa bola

Almeida, eu cantei essa bola desde a primeira fracao de segundo:  Arminio nao "negou" merda nenhuma.  Arminio mentiu.

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de LC
LC

A marcação da renda fixa foi um erro,

Talvez o Arminio não sirva mesmo. Melhor será o ... Quem mesmo ? DIlLMA, ANUNCIA A EQUIPE ECONÔMICA  !!!!

Seu voto: Nenhum (4 votos)

Armínio foi assessor por 6

Armínio foi assessor por 6 anos de Georges Soros o maior "parasita especulador" do mercado financeiro mundial,  responsável pela "quebrabra" de muitos mercados, somente isso mostra "o alto nível moral" de Armínio Fragra.

É Dilma 13 nelles!

Seu voto: Nenhum (8 votos)
imagem de Motta Araujo
Motta Araujo

Tudo errado. Arminio não foi

Tudo errado. Arminio não foi assessor de Soros, foi gerente de um dos fundos da empresa de Soros. Soros é um dos grandes financistas do Seculo XX, acumulou uma fortuna de US$25 bilhões e já doou 10 bilhões de dolares para causas humanitarias.

Seu voto: Nenhum (10 votos)
imagem de Ramalho12
Ramalho12

Você é patético

Meu caro, você é patético. Que importância tem Fraga ter sido assessor, ou gerente? Você não consegue mesmo entender o que está em debate. Polarização ideológica impossibilita a introjeção.

Seu voto: Nenhum (3 votos)
imagem de Luis Sifer
Luis Sifer

Nassif, de boa meu.  Você

Nassif, de boa meu. 

Você sabe que o SPB é um sistema elogiado mundo afora. É um sistema responsável por mitigar o risco sistemico, o efeito dominó nas instituições financeiras. Foi ele que deu a condição ao Brasil de ter o sistema bancário sólido que na crise de crédito de 2008 fez todos os bancos passarem ilesos, sequer houve especulação de quebra de bancos brasileiros.

Segundo, é óbvio que a operação casada fez os investidores perderem de um lado, mas o objetivo era esse mesmo. Ou está se defendendo agora que o BC deveria ter permitido que toda especulação fosse feita em cima do câmbio ?  Não fosse esta obrigatoriedade em investir em papéis pré-fixados, o Lula não teria encontrado a economia "governável" em 2003 e o Brasil, possivelmente teria quebrado pagando títulos corrigidos pelo dolar. 

Fraga manejou como um mestre que é e defendeu a moeda durante o turbulento ano de 2002 contra a especulação internacional, além de implantar, mesmo durante esta turbulência, o sistema que garantiu a solidez do sistema, e é por isso que é constantemente elogiado por pessoas do calibre de um Stigltz e de um Krugman.

Como escreveu a moça do FT ontem, é uma pena que o Fraga não tenha a lábia de um Mantega, e num debate como o desta semana, quando defende todos os pontos corretos da boa prática econômica consiga não se sobrepor ao debatedor falastrão, porque ele fala para quem entende de economia, para os quais nem precisaria falar, pois esse já sabem da situação, enquanto o outro se defende com obviedades que agradam os ouvidos dos leigos. O grande problema é que são esses leigos que irão decidir a eleição.

Seu voto: Nenhum (3 votos)

Stiglitz questiona Fraga sobre controle de capitais

Uma opinião mais recente do Stiglitz sobre o que o Fraga pensa.

http://www.valor.com.br/arquivo/177727/stiglitz-questiona-fraga-sobre-controle-de-capitais

09/03/2011 às 08h33 O Fundo Monetário Internacional (FMI) juntou três economistas da América Latina e um da Índia para compor um painel sobre controles de capitais, tomando emprestado a larga experiência dos países emergentes no tema, num momento em que o organismo revê as suas antigas convicções sobre o livre fluxo de capitais. Não houve, porém, consenso sobre a eficácia ou a conveniência do uso desse instrumento de política econômica.

Um dos pontos altos do debate foi quando o economista Joseph Stiglitz, professor da Columbia University, perguntou ao seu ex-aluno Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central do Brasil, se não há circunstâncias que justificam a imposição de controles de capitais. “Para muitos mercados emergentes, a liberalização de capitais está associada a mais volatilidade, e não mais a crescimento econômico”, disse Stiglitz, argumentando que os capitais se movem com base em informações incompletas e medidas imperfeitas de risco. “Certamente, controles de capitais, se feitos de forma apropriada, podem levar a mais crescimento e estabilidade.”

 

Seu voto: Nenhum

Faltam as fererências ou links

Acompanho diariamente o Blog do Paul Krugman no NYTimes desde 2008, já tendo traduzido e postado aqui algumas análises dele sobre a economia mundial.

Também acompanho muito de perto todas as declarações do Joseph Stiglitz.

NUNCA vi um único elogio dos dois sobre Armínio Fraga, muito pelo contrário.

Recentemente Stigliz elogiou a atuação do BNDES e a criação do Banco dos BRICS:

http://www.democracynow.org/2014/7/17/nobel_economist_joseph_stiglitz_hails_new

Recentemente Stiglitz também criticou a Independência do Banco Central:

http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/09/nobel-de-economia-alerta-sobre-banco-central-independente/

Como aliás já tinha feito no passado:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi1409200214.htm

 

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Luis Sifer
Luis Sifer

Então faz favor

Traduz essa prá nós...

Joe Stiglitz Pushes Arminio Fraga or Kemal Dervis for World Bank President

Joe Stiglitz writes:

FT.com / Comment & analysis / Comment - The Wolfowitz affair and its consequences: The current crisis at the World Bank is a chance finally to fix the governance problems.... Had the process of picking the president bee... fair... Paul Wolfowitz would never have been selected..... [L]eadership requires the confidence of those being led. Mr Wolfowitz has lost that confidence.... TMoreover, the bank relies on voluntary contributions.... It is a matter of good governance that taxpayers in the European countries that provide the overwhelming majority of those funds (the US does not even pay its proportionate share) have confidence in the institutions that administer their funds....

What is at issue, of course, is not just a violation of ethics or bank procedures, though those are important. Nor is it just the distortions of the record that Mr Wolfowitz’s team have repeatedly put forward in defence of this and other highly criticised decisions, though those too are important....

George W. Bush sealed Mr Wolfowitz’s appointment with a few phone calls to friends, such as Tony Blair.... The development and finance ministers who should have been intimately involved... were left to ratify... a done deal.... Wolfowitz... brought in political allies and supporters of the Iraq war and gave them top-level positions in the bank administration. At the same time he pushed an anti-corruption agenda, which (while laudable) was highly politicised... anti-corruption and good governance efforts... need... good-faith processes.

Good governance in a democratic, multilateral institution starts from choosing the best individual... [with] command of development economics, political experience and demonstrated managerial expertise in running a large multilateral organisation... characteristics that are likely to have earned the respect of the bank’s multiple constituencies: its staff, the countries receiving assistance, the countries contributing assistance and the non-governmental organisations.... It may not be necessary that the head come from the developing world, but certainly someone from the developing world has a natural advantage....

There are first-rate individuals who meet the criteria, including Arminio Fraga... [and] Kemal Dervis.... The World Bank is the most important global institution spearheading the fight against poverty. It was right to emphasise good governance. But it cannot play any significant role in the fight for good governance unless it reforms its own. Mr Wolfowitz’s exit is but a first step. How his replacement is chosen is no less important.

 

 

Seu voto: Nenhum

Esse é foi o "constante" elogio?

Nesse artigo, de 2007, o Stiglitz está fazendo o possível e o impossível para se contrapor à indicação à presidência do Banco Mundial do Paul Wolfowitz, que foi um dos mentores da política externa do Bush, incluindo a invasão ao Iraque.

Ele também sugeriu, além do Armínio Fraga, o ex-presidente do México, Ernesto Zedillo, e também o ex-ministro da Fazenda da Turquia, Kemal Dervis.

http://www.telegraph.co.uk/finance/2912396/The-World-Bank-will-be-hated.html

Se fosse hoje, ele provavelmente defenderia o atual ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Mande mais algum dos "constantes elogios" do Paul Krugman e do Joseph Stiglitz.

 

Seu voto: Nenhum (3 votos)
imagem de Luis Sifer
Luis Sifer

Bem, prá quem jamais tinha

Bem, prá quem NUNCA ( caixa alta repetindo a sua )  tinha visto, esse aí já é alguma coisa, né ?

Acho que já te ajudei um pouco. Procura o resto sozinho.

Seu voto: Nenhum (5 votos)

Continuamos aguardando os "contastes elogios"

O artigo mencionado é de 2007.

Disse que acompanhava DESDE 2008 e acompanho MESMO.

Está escrito acima pra quem SABE LER.

E não vou procurar nada não, porque esses "constantes elogios" simplesmente não existem.

Como falei acima, se fosse hoje, o Stiglitz provavelmente estaria sugerindo o Guido Mantega, pois o objetivo dele era se opor à indicação do péssimo Paul Wolfowitz.

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Luis Sifer
Luis Sifer

Tá bom querido

Já que você é simpático, vou te dar mais uma chance, pelo manos até 2011 o Stiglitz não conhecia o Mantega...

8:00PM BST 21 May 2011

 

Europe faces a financial crisis and good leadership of the IMF will be essential to finding its way out. As the world focuses its attention on the allegations against Dominique Strauss-Kahn and we think about who might replace him, it is important not to lose sight of the IMF's crucial role.

Europe has decided it cannot or will not manage the crisis on its own and has turned to the IMF. But Europe is in an awkward position. Its own Central Bank is at the centre of managing the very crisis that was helped into being by the flawed economic philosophy and policy to which it and the US Federal Reserve adhered.

Those who thought that all that was needed for the euro to succeed was fiscal discipline should have learned their lesson – Ireland and Spain had surpluses before the crisis.

Behind the scenes there is a battle – between those who put the interests of the banks first and those who put the interests of the people first. Debt restructuring would affect the balance sheet of the banks. The longer restructuring is postponed, the more debt moves onto the books of the public, the more the banks are protected.

But there is a high cost of this strategy: the citizens of the country suffer enormously in the interim and taxpayers pay the price in the long run. Even after all this, there are likely to be more crises, especially given the reluctance of those in the US and European Union to adopt adequate financial regulations.

An effective and fair IMF is essential – an institution that looks not just after creditors in the lending countries but after the well-being of all. And whatever the result of the case against Strauss-Kahn, this much is clear - he was an impressive leader of the IMF and he re-established the credibility of the institution.

He breathed fresh air into the IMF as he re-examined old doctrines such as those concerning capital controls. He raised new issues as he emphasized the critical role of employment and inequality for stability. He reasserted the role of economic science, including Keynesian economics, over the mishmash of long-discredited Wall Street doctrines, which had been central to the IMF's failures in East Asia, Latin America, and Russia.

He also listened to the increasingly vocal and informed voices of those in emerging markets. He supported the movement for reforms in the institution, including voting rights and governance.

As the IMF transitions, it is important to maintain the reforms, and carry them forward. But the hard-fought gains of the institution could easily be lost. That's why the choice of the head – and the process by which the choice is made – is so important.

It should go without saying that this implies that the head should be chosen on the basis of merit in an open and transparent process, and indeed the G20 has agreed that the old boys' system, in which Europe was entitled to head the IMF (with an American the second-in-command) has to go.

The understanding was that the next head would come from the emerging markets. To renege on that commitment would be a disaster for the IMF and the world. If the emerging world had no one to offer, that would be one thing. But there is an ample and impressive supply of qualified individuals.

The required mix of skill and experience is, to be sure, unusual. The head must have a knowledge of economic science. (As we learned in the crisis, the leading bankers not only didn't understand systemic risk; they couldn't even manage their own risk.)

The person must also have the ability to manage a complex international organization, have familiarity with the international players and the ability and credibility to deal with them forcefully. The person must also have a sense of fairness and a demonstrated competency in crisis management.

This last criterion shouldn't be difficult to meet: the world has had an ample supply of crises – Argentina, Brazil, Russia, Korea, Mexico, Indonesia, Malaysia – and out of these some stars have emerged, such as Arminio Fraga in Brazil and Zeti Akhtar Aziz in Malaysia.

How the appointment is handled will be a true test of the IMF, especially because its governance has been widely viewed as flawed and opaque, with problems of revolving doors hardly even recognized.

Reforms giving the emerging markets more voice are moves in the right direction, but they have greatly lagged the truly enormous changes that have occurred in the global balance of economic power, illustrated by the fact that the US is still the only country with a veto.

The disparity between how the West responded to its crisis and the demands imposed on East Asia during their crisis 10 years ago have opened the IMF up to charges of hypocrisy. Not surprisingly, there is a lingering lack of confidence in the institution, and this hampers the ability of the international community to address basic global issues.

A large build up of reserves by emerging markets and developing countries (in the trillions of dollars) – motivated by countries' obvious desires to protect themselves against economic volatility – contributes to weak global demand, undermining recovery.

If they had confidence in the IMF, these countries could turn to that institution rather than self-insurance. This would be more globally efficient – but developing countries are reluctant to rely on the IMF. Will it be there for them when they need it? Will it impose onerous conditions in return for its help, as it did in the past?

The response to the IMF's major change of course on capital controls is more evidence of the lack of confidence in the institution. A decade ago, the IMF tried to change its Articles of Agreement to allow it to force countries to liberalize their capital markets. Now, it recognizes that at times, capital controls may be desirable.

Rather than responding enthusiastically to this long overdue change, emerging markets and developing countries have said: "Keep out of this. Today, you may be open, but at any moment you can be recaptured by Western financial markets that have done so well by these unstable capital flows, making money as funds flow in, and making more money in the aftermath of the havoc created as funds flow out."

In the age of globalization, international cooperation is essential, and there is a vital role for the IMF to play. It failed in the run-up to the current crisis – it promoted the deregulation and liberalization policies that led to the crisis and its rapid spread around the world.

But it seems to have learned at least some of the lessons. The Institution seems well on the way to recovering a better reputation. The gains, however, are fragile. The election of a new head will be a test the IMF can ill afford to flunk .

But at this critical time the stakes are especially high. The world needs a credible and effective International Monetary Fund.

 

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Fernando Cesar
Fernando Cesar

O povo é o problema?

Ao final, Luis coloca: "O grande problema é que são esses leigos que irão decidir a eleição."

Quando leio afirmações deste tipo o espirito da Regina Duarte baixa e eu fico com muito medo. A democracia parece ser um grande problema para algumas pessoas.

Seu voto: Nenhum (9 votos)
imagem de Luis Sifer
Luis Sifer

Quem falou isso foi a

Quem falou isso foi a analista do FT.

Embora eu ache que ela tenha razão, ou, como disse o Lula certa vez, o grande problema neste país é que a maioria das pessoas são levadas a votar pelo estômago, e não pela cabeça.

Seu voto: Nenhum (7 votos)
imagem de Fernando Cesar
Fernando Cesar

Mantenho minha resposta.

Mantenho minha resposta.

Seu voto: Nenhum (1 voto)

O diabo mora nos detalhes

Entre o certo e o errado, quão mínima são as diferenças que existem e infindas as discussões que se seguem.

Apesar de você recorrer a um argumento de autoridade com dois panfletistas de jornais, o krugman e o Stiglitz, seu  ponto de vista fica prejudicado por não dizer o que especificamente difere um do outro.

Não se desespere, treine a retórica e se for para arrazar mesmo a poética, tal qual o Nassif e o Romério aqui no blog fazem.

Quanto ao Armínio, de boas intenções o inferno está cheio. E o SPB não tem nada a ver com o risco sistémico que não houve aqui, as hipotécas do subprime não funcionaram no Brasil por causa dos cartórios brasileiros e o registro Torrens que não dava cobertura para elas, por outras palavras, não fornecia o verniz necessário para que os empréstimos parecessem bons e honestos, o que não seriam nem aqui, como não foram lá fora. Discussão vencida esta por sinal.

Aqui é Brasil para valer, não balão de ensaios para gurus especuladores testarem hipóteses. O Mantega fala e anda o que precisa ser andado e falado.

Ministro nota 1000, que a imprensa bandida, nacional e internacional vilipendiou de raiva por ver seus interesses irem por água abaixo.

 

Seu voto: Nenhum (2 votos)

Follow the money, follow the power.

Caramba, o Armínio perdeu o

Caramba, o Armínio perdeu o debate para a "lábia" do Mantega? Então ele é pior do que pensávamos. Suas intensões são ruins na forma e no conteúdo.

Acho que as chances da Dilma passam muito por aí. Quanto mais expor o Armínio, melhor. Principalmente resgatar a fala dele que "o salário mínimo é alto no Brasil" e mostrar para o trabalhador 

Seu voto: Nenhum (5 votos)

Juliano Santos

imagem de Luis Sifer
Luis Sifer

Primeiro, quem disse isso não

Primeiro, quem disse isso não fui eu, foi a analista do FT, comentando o debate desta semana.

Segundo, Fraga não disse que o salário minimo está muito alto, disse que os salários subiram muito no Brasil nos últimos anos em comparação a produtividade. Só que quando disse isto, ele estava comentando a ata da reunião do COPOM onde está escrito que isso é uma das causas da inflação. Só que os petistas editaram o vídeo e estão usando isso a exaustão.

O Nassif deveria combater o uso desses sofismas por aqui.

 

Seu voto: Nenhum (5 votos)

Prezado apresento explicações

Prezado

apresento explicações claras para a combinação desastrosa das diversas políticas implementadas por Arminio em 2002. Nao tegiverse analisando cada qual isoladamente. E pare com esses blefes de sistemas elogiados por Krugman. Se quiser sofismar, faça em algum llugar menos visível.

Seu voto: Nenhum (17 votos)
imagem de nosde
nosde

Mouro ( *rs ) fica frio, a

Mouro ( *rs ) fica frio, a gente sente o cheiro de trol até através da tela . . . . .

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Luis Sifer
Luis Sifer

Eu não disse que o Krugman

Eu não disse que o Krugman elogia o sistema. Acho que o sujeito da minha frase está bem identificado.

Que o Fraga é um gênio não há o que discutir, tanto que ele está no G30 junto com os melhores.

Se ele continuará usando sua genialidade para enriquecer e enqiquecer outros investidores com o seu trabalho, ou se a usará para o bem do Brasil, é o povo quem irá decidir. 

Mas ele continuará sendo o fenômeno que é, independentemente de qual lado da mesa estiver.

Seu voto: Nenhum (8 votos)

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.