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Crise global abre oportunidade para país recuperar a indústria, por Marcio Porchmann

Indústria: ampliação do conteúdo nacional da produção pressupõe vontade e força política em torno de um projeto
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da Rede Brasil Atual

Crise global abre oportunidade para país recuperar a indústria

Depois de absorver o impacto do recuo dos preços internacionais das commodities, país precisa se voltar para a elevação de valor agregado em produtos primários e para a substituição de importações

por Marcio Pochmann

Um efeito direto da crise de dimensão global iniciada em 2008, que estabeleceu novo regime de baixíssimo crescimento econômico no mundo, é a mudança expressiva nos preços relativos de bens e serviços. O mais evidente disso é perceptível na trajetória dos preços das commodities, os bens primários associados aos recursos naturais e intensivos em mão de obra barata.

Nos anos 2000, por exemplo, o preço médio do conjunto dos produtos primários subiu quase duas vezes mais que o preço médio em dólar dos manufaturados. Em grande medida, o efeito China foi fundamental para explicar tanto a inundação global da oferta de bens manufaturados de menor preço, como a crescente demanda por produtos primários no mundo.

De um lado, as nações exportadoras de manufaturas tiveram de acomodar para baixo os preços dos seus produtos frente ao avanço da oferta chinesa com menor custo. De outro, os países vendedores de produtos primários assistiram à demanda e aos preços subirem consideravelmente, melhorando a balança comercial e favorecendo os governos não liberais a adotar politicas de crescimento econômico com distribuição de renda, sobretudo, do trabalho.

No século 18 e, em grande parte do século 19, a Inglaterra exerceu a função quase monopolista de exportadora de produtos manufaturados, assim como grande compradora dos produtos primários. Naquela ordem internacional, a expansão do mundo capitalista associava-se à dinâmica da economia inglesa, seja no auge, seja no descenso, como na longa Depressão entre 1873 e 1896 que consolidou a industrialização dos Estados Unidos e Alemanha.

Nesta segunda década do século 21, a desaceleração chinesa é fruto da grave crise de 2008,  iniciada nos países ricos, cujo efeito principal foi a imposição do regime de contida expansão econômica mundial. Por consequência, a diminuição das exportações dos produtos manufaturados chineses, bem como a demanda cadente por produtos primários.

Com isso, o preço médio em dólar das commodities caiu 1/3 após a crise de 2008, enquanto o conjunto das manufaturas manteve estabilizado o preço médio. O reflexo direto da mudança nos preços relativos foi a queda no valor das exportações nos países vendedores de commodities.

Os países que têm inserção no comércio mundial de produtos primários absorveram o impacto da queda dos preços em suas contas externas e internas. Inicialmente buscaram deslocar, quando possível, a fonte do dinamismo externo para o interno, por meio de políticas anticíclicas.

Mas a prevalência do regime de baixo dinamismo na economia mundial levou à exaustão o uso da política econômica comprometida com a sustentação do ritmo de produção e, em consequência, do nível de emprego. Dificilmente encontra-se atualmente algum país exportador de produtos primários em boas condições econômicas.

Isso vale tanto para a Rússia, maior exportador de petróleo, quanto para o Chile, grande vendedor de cobre no mundo. E o Brasil não se manteve diferente desta condicionalidade imposta pela grave crise de dimensão global.

A mudança nos preços relativos provocada pela crise econômica internacional não deveria ser vista apenas enquanto descrição de parte importante dos problemas que atingem o Brasil, mas sim como potencial a ser mais bem explorado para uma nova base de sustentação do crescimento econômico. O que implicaria a adoção de um verdadeiro programa de reindustrialização, com a elevação do valor agregado nos setores produtores de commodities e a substituição das importações.

A ampliação do conteúdo nacional da produção brasileira pressupõe mais do que discurso. Necessita vontade e força política para fazer convergir o que resta da burguesia industrial com o movimento progressista em torno de um programa com começo, meio e fim.

 

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24 comentários

Comentários

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antes de tudo, doutor

antes de tudo, doutor Porchmann tem de perguntar para a indústria genuinamente nacional se ela quer ser recuperada... pelo trabalhão cartorial dos diabos! que dá começar tudo de novo... e pelo fato notável de que China chão-de-fábrica / mão-pra-toda-obra é logo ali online interativo o dia pela noite, no modo redes TIC e robótica de produção industrial universal.

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"Não há segredo que o tempo não revele, Jean Racine - Britânico (1669)" - citação na abertura do livro Legado de Cinzas: Uma História da Cia, de Tim Weiner. 

Ainda falta o ajuste dos juros internos

Já realizamos o ajuste das contas públicas com a desdolarização da dívida interna,  e a redução significativa da dívida pública externa, e a acumulação de Reservas cambiais de quase US$ 400 bilhões, que junto com o atual ajuste do câmbio irá viabilizar o equilíbrio nas contas externas.

Mas ainda falta o ajuste dos juros internos para a média dos juros no mercado internacional,

Não podemos cair na tentação de utilizar novamente o câmbio pra trazer a inflação para meta estipulada pelo CMN.

Com uma estabilidade relativa da taxa de câmbio, haverá uma redução gradual no nível da inflação, até que o preços internos se ajustem ao atual patamar da taxa de câmbio.

Diante do aumento do juros americanos, será necessário vender parte das Reservas Cambiais, acompanhada de uma redução das operações compromissadas realizadas pelo BC, e da redução gradual do compulsório bancário,  para evitar uma falta de liquidez em reais no mercado financeiro.

O melhor seria o Copom antecipar este processo, e iniciar rapidamente um processo de redução de juros da Selic, reduzindo a taxa de retorno do investimentos, o que que acelerar o processo de substituição das importações pela produção nacional, já que com a redução dos juros da Selic os investimentos na produção e bens e serviços podem se tornar maior do o retorno dos investimentos em aplicações de renda fixa.

Deixando claro para todos os agentes econômicos que o atual patamar da taxa de câmbio veio para ficar.

Ainda não está está claro para todos se o BC vai deixar o dólar votar a cair diante do real.

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2014---distribuição de renda

Primeiro passo

Para começar a pensar em reindustrializar o Brasil, o primeiro passo é a reforma trabalhista e o fim das nossa legislação trabalhista jurássica.

Nâo adianta querer industrializar quando uma operária da Riachuelo precisa e consegue levar a empresa ao TST, mobilizando tres esferas de uma justiça trabalhista sui generis no mundo.

E um alerta ao autor do texto, o Chile deve crescer quase 3% em 2015 e a Rússia é vítima de sanções internacionais, que a levaram ao atual quadro econômico. Não misture alhos com bugalhos para remeter a origem da nossa crise a circuntãncias internacionais querendo livrar o atual atual governo.

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"Nascem demasiados homens, para os supérfluos criou-se o Estado"  Zaratustra

imagem de franciscopereira neto
franciscopereira neto

Bonna

Advogado de porta de cadeia defendendo a Riachuelo.

É hilário.

Com certeza não leu o post do Nassif aqui: http://jornalggn.com.br/noticia/flavio-rocha-o-pobre-homem-rico-da-riachuelo

Ademais esse fulaninho Flávio Rocha, deve ser um campeão de processos na justiça, pois só um pincelada no Google, veja o que encontrei com as palavras, processos contra lojas Riachuelo: http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/justica-condena-riachuelo-a-indenizar-familia-que-nao-passou-por-sensor-de-seguranca-em-loja/

http://www.infomoney.com.br/negocios/grandes-empresas/noticia/3213479/ri...

http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI118161,31047-TRT+Exempregada+das...

http://www.tst.jus.br/noticias/-/asset_publisher/89Dk/content/riachuelo-...

Bonna vai lá e pesquisa, porque é um saco ficar fazendo esse trabalhinho de presidiário.

Outra coisa, os "nossos" empresários, são realmente patriotas, eles acreditam no governo desde que o governo lhes deem a Bolsa Empresário, pois nunca vi o grande empresáriado se virar sozinho sem mamar nas tetas do governo.

Quando uma Fiesp tem como presidente um "empresário" de galpão, pois foi só o que sobrou depois dele falir a tecelagem herdada do pai, ter um candidao a prefeito, João Dória Jr. empresário que produz vácuo e outros assemelhados, realmente é de chorar.

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É SOFRÊNCIA DEMAIS....II

Na boa, Quem é que ainda leva a serio as opiniões de um lacaio governista como Pochmann ????????????

Um pobre infeliz desses, que passa a vida toda à pregar para os tolos, poderia, ao menos, recolher-se à sua insignificância intelectual.

Eu só não entendo como um governo que tem como "ALIADOS": Belluzzo, Pochmann, J. C. de Assis e mais uma trupe de lambuzados esta nessa draga...rsrsrsrsrsrsrsrs...

O Brasil, concorrer com China, Índia, Coreia do Sul...rsrrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs...Muito em breve, guardem estas palavras, os TRABALHADORES BRASILEIROS serão os DESEMPREGADOS COM MAIS DIREITOS EM TODO O MUNDO...rsrsrsrsrs...

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franciscopereira neto

Os três porquinhos

Renato, Bonna e Flavio Rocha, deem as mão e vão passear no bosque.

Lá com certeza vão encontrar o Lobão.

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lambuzados

Já que vc não consegue encontrar outro termo em substituição a este, deveria tb se lembrar dos demais LAMBUZADOS de São Paulo, MG e outros,   que jamais foram averiguados. Falar de um partido blindado por toda a elite, seja as famiglias, como banqueiros, Justiça, e até outros países (se quiser eu tiro ) etc é fácil, facinho, facinho! Qualquer bobo consegue.

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lenita

...Canta Passarinho...rsrsrs...

O Compositor, digo, JW, digo, Jaques Wagner sabe o que DIZ, digo, CANTA...rsrsrsrsrsrsrs...

 

Resultado de imagem para Lambuzado

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como?

(Cuidado, esse comentário contém a denúncia de um crime lesa pátria. Aço é soberania!)

Recuperar a indústria como, se estamos fechando uma das poucas usinas siderúrgicas (usiminas-cosipa),

empresa que produz algo.... inútil ?, como aço?

Já sei: Vamos recuperar nossa indústria comprando aço da.....China!

E vamos fabricar plataformas de petróleo de pau. Pontes, as faremos de pedra.

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Trilhos, aço naval, aço milstd.........

 Trilhos, desde 1996 não são fabricados, as ultimas compras foram vencidas pelos chineses da Pangang, que inclusive vieram com defeito e foram substituidos por novas partidas da mesma empresa.

  Aço Naval : Algumas placas de desenho e resistência, mais especificas ,dos recentes navios montados aqui, vieram da Ucrania, China e Coréia do Sul

  Aço milstd ( Guarani 6 x 6 ) : Patente Krupp.

  CSN desligou um dos fornos, o outro ( 2 ) que seria desligado, a empresa momentaneamente adiou o desligamento, optando para um "periodo de manutenção" não especificado.

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junior50

Ainda bem

Que vc citou : desde 1996.

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lenita

United Fruit Co.

Resumo da ópera:

Voltaremos a plantar bananas!

Bananas is my busines.

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franciscopereira neto

Burro

A United Fruit Co. agora é brasileira.

Foi comprada pelos grupos Cutralle e Safra.

Desde 1990 mudou o nome para Chiquita Brands, porque seu nome original ficou conspurcada por dar apoio aos sucessivos golpes na América Latina, ao longo dos anos.

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Emerson

Esse é o Brasil que o Americano quer e gosta. Não só o Brasil, como o México c/ Cantinflas e Cuba c/ Ninon Sevilha.

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lenita

Numa boa, com todo respeito,

Numa boa, com todo respeito, mas pra falar isso eu mesmo o fazia sem cobrar nada.

Aliás, uma medida boa para construir políticas de desenvolvimento é acrescentar outra modalidade de profissionais porque só de "especialistas" não dá não.

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Exportação

   Já tentamos exportar estes "especialistas" , mas ninguem aceitou.

    Aliás, academicos, especialistas, são ótimos em discursos, teses, manifestações, projeções, claro possuem salarios/beneficios, royalties de livros e palestras, ainda mais quando trabalham em instituições publicas, nunca tiveram que enviar para o Banco, no 3o dia util uma folha de pagamento, pagar impostos e encargos, produzir algum produto e vende-lo, ficar pedindo para gerente de banco acesso a linhas de crédito, aguentar concorrentes de fora vendendo com dumping e apoio explicito de financiamentos de seus governos.

    Ainda aturando fiscais de diversos orgãos, uma barafunda de legislações de varias instancias, sendo algumas conflitantes, e mais recentemente sempre sujeitos a alguma interpretação sem sentido de algum procurador ( conheço uma empresa pequena que forneceu para Odebrecht - valvulas de pressão - está sem receber há mais de 6 meses, de 50 func. foi para 10, não recolhe nada há 4 meses ).

     Pra quê ?  Com SELIC a 14,50 %, aguentar tudo isto, mais as "aulas" de especialistas, só se for masoquista.

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junior50

"...Ainda aturando fiscais de

"...Ainda aturando fiscais de diversos orgãos, uma barafunda de legislações de varias instancias, sendo algumas conflitantes, e mais recentemente sempre sujeitos a alguma interpretação sem sentido de algum procurador..."

Aí, ta vendo.? Exemplo claro, limpo e honesto.

E tambem, devo dize, triste. Deu vontade de chorar.

Aguenta firme aí, irmao. E boa sorte, porque com essa "galera" que habita o planeta Marte vamos precisar de MUITA.

Forte abraço!

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Mesmo depois da

Mesmo depois da desvalorização do real, ainda existem muitos países cujo custo de mão de obra é inferior ao brasileiro.

A única possibilidade de recuperação da indústria nacional é uma subida importante na cadeia de valor da indústria, fabricando produtos de maior complexidade e valor agregado, porém essa subida esbarra na baixa produtividade da mão de obra, consequência da péssima qualificação da população em geral.

Como desatar esse nó é o grande desafio da indústria no Brasil.

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Mão de obra

somente? ou o impedimento de multinacionais tb. Toda a indústria que consegue se sobressair, é logo comprada e mt bem paga. Até fábricas de sabão em pó não resistem às multinacionais. Como era mesmo o nome daquele pernambucano (se não me engano, que até fizeram filme s/ sua vida) e que se meteu a criar indústria  e foi pisoteado.

 

 

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lenita

Delmiro Gouveia

Delmiro Gouveia

 

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rdmaestri

Muito obrigado. Nada como ter um rdmaestri entre os que aqui comentam .

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lenita

imagem de Monier.,.,.,.,
Monier.,.,.,.,

Estava eu lá pelas bandas de

Estava eu lá pelas bandas de Rosário na Argentina, passeando pelo cone sul de moto americana e gasolina hermana. Então uma francesa me perguntou: mas o que é que o Brasil exporta, vocês vivem de quê?

Pensei nos sapatos de Franca, na Gurgel, na indústria têxtil que vi falir.

Depois nas facas da Tramontina, mas sequer nos vizinhos famosos pelas carnes eu usei uma. Pelo contrário, foram facas malfeitas, sem corte.

Restou responder: soja, cana de açúcar, ferro sem manufatura nenhuma, produtos primários, coisas assim. E Petróleo, dizem que a Petrobrás movimenta direta e indiretamente 1/4 do PIB, no setor de serviços. E então pensei no detroçamento que a lava-jato, com bons ou maus métodos judiciais, desacobertou.

Até me ocorreu de falar da engenharia, que tentou tomar o mercado na África inclusive. Mas depois de ver as estradas brasileiras com seus buracos homicidas nos estados mais ricos da nação, e cortar o Chaco pobre e a Patagônia deserta, com suas estradas perfeitas realizadas pelos engenheiros argentinos, igualmente sulamericanos de terceiro mundo.

Depois de tudo isso, não há modo de defender um engenheiro brasileiro, em especial os que se chamam Marcelo, menos ainda os que se encontram presos, ou que virão a ser. Deixo a defesa, um direito, para seus advogados contratados, e fico aqui torcendo por mais prisões, porque o que essa gente faz é um absurdo.

E assisto gente feito o Pochmann divulgar suas análises de torcida por uma recuperação da indústria, mas sem a menor esperança, eis que o problema está no jeito de ser da sociedade brasileira. O Pochmann pode até ter boa intenção. Seus companheiros de bandeira, que vão executar os sonhos, não.

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imagem de Carlo Zardinni
Carlo Zardinni

Enquanto alguns procuram soluções outros procuram problemas

Alguém sabe o nome do sujeito descrito abaixo no texto? Ou mesmo a multinacional em que ele  trabalha, pois o JB, sabe-se lá por que razão, não dá estas informações.

 

JBonline 17Jan2016

 

 

Hoje às 15h17 - Atualizada hoje às 15h49A campanha contra Dilma, o afronta de Israel e o mercado financeiroJornal do Brasil+A-AImprimirPUBLICIDADE 

A pesada campanha que vem se desenrolando contra a presidente Dilma Rousseff, o afronta de Israel ao comunicar, via redes sociais, a nomeação do seu embaixador no país, e os bastidores do movimento financeiro, que também ajudam a minar a economia que já passa por dificuldades, mostram uma verdadeira conspiração contra o governo e o próprio Brasil.

O pior é que o chefe desses que conspiram é um ex-funcionário tucano, hoje trabalhando numa multinacional brasileira.

Dilma RousseffDilma Rousseff

Este chefe incita a comunidade judaica, muito ligada ao sistema financeiro, a se posicionar contra Dilma. Na verdade, este ex-funcionário está incitando contra tudo, inclusive no polêmico episódio do embaixador de Israel Dani Dayan, que mereceu neste sábado um forte editorial naFolha de S. Paulo, que se solidarizou com o governo brasileiro pela forma com que Israel quis humilhar o povo brasileiro. Dani Dayan, nomeado por Benjamin Netanyahu pelas redes sociais, é um dos líderes de invasões e construções de bairros israelenses em terras palestinas, o que contraria a resolução das Nações Unidas, já sendo várias vezes condenado pela mesma ONU.

Este chefe, ex-funcionário tucano, finge defender o governo de Israel, mas o que se sabe é que o movimento dele é politico, insuflando a comunidade financeira contra o governo brasileiro.

 

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imagem de altamiro souza
altamiro souza

como muitos empresarios

como muitos empresarios viraram rentistas, ficou mais

difícil essa convergencia da burguesia industrilal

com um programa progressita que vise essencialmente a produção....

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