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É hora de definir as estratégias de país para o pós-eleições

A entrevista de Pedro Passos – presidente do IEDI (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial) e um dos sócios da Natura – ao Estadão, é para se pensar (clique aqui).

Passos não é mercadista, não é de apostar no pior e tem uma visão ampla do problema de competitividade da economia brasileira.

Ele cobra um norte para o país e para a economia, com uma preocupação de curto e outra de longo prazo.

A de curto prazo é em relação à  postergação de medidas urgentes, em função do período eleitoral, criando uma expectativa negativa sobre os ajustes deixados para 2015. As de longo prazo, em relação ao projeto de país, ao seu papel no mundo.

Passos centra no governo as críticas em relação a essa indefinição. É um fenômeno mais amplo. Recentemente apontei a insuficiência das escolas econômicas em pensar esse novo modelo. Vale o mesmo para as entidades empresariais.

Mas o protagonista maior, de fato, é o governo central. O papel maior de um presidente da República é o de levantar os temas, articular os contatos, promover a discussão, identificar as ideias centrais para, a partir daí, definir o rumo do país.

Essa deveria ser a função da Secretaria de Assuntos Estratégicos, coordenando o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e o CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos). Colocou-se à frente do trabalho um economista respeitado, mas especialista na fase anterior: a de criação do mercado de consumo e da inclusão da nova classe média.

Por exemplo, há uma pauta de inovação que evolui pouco. Criaram-se os instrumentos, com o Inova Brasil. De que maneira criar a motivação nas empresas?

Por representar um setor de empresas brasileiras internacionalizadas, Passos não entra na questão câmbio. E propõe um choque de abertura comercial planejada que tire as empresas do que ele chama de acomodamento. Mas quais os limites dessa abertura para uma economia que, mesmo fechada, está sendo arrasada pela invasão chinesa? Só se terá a resposta adequada ouvindo todos os setores.

Por outro lado, propõe arrancar compromissos de exportação das multinacionais e critica a excessiva proteção ao setor automobilístico. De fato, o setor foi premiado com novas regras de financiamento, com redução de IPI e não se exigiu nada em contrapartida, nem metas de exportação, nem planos de fortalecimento do setor nacional de autopeças.

Em muitos momentos da história, o país era como um tabuleiro de xadrez com poucas peças – não permitindo definição de estratégias. Hoje em dia, o quadro é outro. O país cresceu, ganhou musculatura, dispõe de todas as peças no tabuleiro e acaba se perdendo em indefinições em relação à estratégia a ser adotada.

Por exemplo, a indústria brasileira deve perseguir a autossuficiência, como no período de substituição das importações, ou se inserir nas cadeias econômicas globais? E de que forma se daria essa inserção?

De que maneira incentivar a inovação em setores tradicionais mas, ao mesmo tempo, definir o eixo dos novos setores? Os asiáticos tornaram-se campeões ao apostar no novo que surgia a partir dos anos 60 – eletroeletrônica, informática. Quais os próximos setores vitoriosos e como começar a apostar neles desde agora? Como envolver universidades e institutos de pesquisa nesse esforço?

Qual o papel das multinacionais nesse modelo, especialmente nos setores de grandes compras públicas – como o pré-sal, educação, saúde, infraestrutura? Não se vai incluí-las em um pacto de transferência de tecnologia, de aprimoramento das cadeias produtivas locais, de compromissos com exportação e com geração de conhecimento?

Que tipo de acordos comerciais são mais urgentes? Os acordos com blocos comerciais, os acordos bilaterais?

No governo Lula, tentou-se dois modelos de think tank. Na primeira fase, de criação da SAE – sob a coordenação do coronel Oliva – montou-se um vastíssimo acervo de estudos acadêmicos em torno de um projeto Brasil 2022. Não houve liga com as ações imediatas dos Ministérios e os estudos acabaram arquivados sem repercussão.

Depois, a fase de Roberto Mangabeira Unger, que consistia em identificar grandes ideias e expô-las de modo propagandístico – ajudando a dar visibilidade a elas.

Por sua formação acadêmica, Dilma é uma desenvolvimentista que assimilou a importância da visão sistêmica no desenvolvimento – envolvendo inovação, gestão, melhoria do ambiente econômico. Intelectualmente é a presidente melhor aparelhada para fazer essa liga entre o conceitual e as medidas de políticas públicas.

Só que o desafio gigantesco do dia-a-dia impede qualquer reflexão maior sobre os rumos tomados. É um tal de desviar o barco de uma pedra, correr de um furacão, consertar um vazamento, que, em determinados momentos, perde-se de vista o rumo a se tomar.

É por isso que as grandes definições devem preceder as ações.

Se quiser criar expectativas favoráveis para o segundo mandato – na hipótese de vencer as eleições – melhor faria Dilma em abrir as discussões desde já, retomar o projeto Brasil 2.022, valer-se do IPEA e do CGEE para identificar as grandes questões programáticas, o desenho de país que se irá buscar. Convocar o país – através dos setores representativos – para uma grande discussão nacional. E, a partir daí, desenhar as ações necessárias, definindo claramente o papel de cada agente econômico e social.

Todas as instituições estão aí, a Apex (Agência de Promoção das Exportações) cuidando das exportações, a ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) com seus grupos setoriais de discussão, a Embrapi permitindo definir novos modelos de inovação nas empresas, o Ministério de Ciência e Tecnologia articulando as secretarias de inovação e de compras públicas.

Todas as peças do tabuleiro, todos os instrumentos da orquestra estão aí. Falta apenas definir a partitura adequada.

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Comentários

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Marcelo Netto

O primeiro Pig

Parabéns, geragam o primeiro pig! Continuem a colheita pode ser farta!

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Clever Mendes de Oliveira

A varinha de condão chamada Planejamento Estratégico

 


Luis Nassif,


O problema do seu post “É hora de definir as estratégias de país para o pós-eleições” de domingo, 09/02/2014 às 09:42, é a generalidade. A generalidade só não é maior porque você faz a especificação do pós-eleições e, além disso, no post, você distingue o período do pós-eleições do período durante as eleições, o que o título do post não pareceu indicar existir esta distinção.


Tirando a questão das eleições, não há nada no post que o inviabilizaria de ser aplicado em qualquer país democrático do mundo.


Aliás, além da generalidade, o seu post peca pela crença em uma suposta imparcialidade, tanto acometida por você como por Pedro Passos. Digo acometida porque a imparcialidade me parece uma doença, uma vez que o ser humano em estado normal é parcial. O que é preciso estar atento é para a racionalidade, esta sim uma característica do ser humano que o permite conter a própria parcialidade. Há que ficar atento, pois há limites nesta contenção dele.


Sobre a contenção da parcialidade pela racionalidade vem a propósito o Aforismo XLVI do “Novum Organum” de Francis Bacon em que ele diz:


“O intelecto humano, quando assente em uma convicção (ou por já bem aceita e acreditada ou porque o agrada), tudo arrasta para seu apoio e acordo. E ainda que em maior número, não observa a força das instâncias contrárias, despreza-as, ou, recorrendo a distinções, põe-nas de parte e rejeita, não sem grande e pernicioso prejuízo.”


Este aforismo foi lembrado recentemente por Flávio Paranhos no artigo dele “Woody Allen e Heidegger: Morte aos monstros!”, publicado na Revista Bula e transformado em post aqui no blog de Luis Nassif por sugestão de Marco St. com o título de “Ética, Heiddeger e Woody Allen” de terça-feira, 04/02/2014 às 15:18. O endereço do post “Ética, Heiddeger e Woody Allen” é:


http://jornalggn.com.br/noticia/etica-heiddeger-e-woody-allen


Gostei desse aforismo de Francis Bacon e como a época está convidativa para se louvar a imparcialidade eu penso pertinente a transcrição dele aqui.


Quanto a generalidade, ocorreu-me de imaginar se algo como o você disse neste post “É hora de definir as estratégias de país para o pós-eleições” não poderia ser dito pelos portugueses quando preparavam a caravana de Pedro Alvarez Cabral imaginando o que deveria ser feito nos próximos 100 anos. Parece-me também que tal estratégia pensante poderia ser imaginada em 1600, e depois em 1700 e depois em 1800 e depois em 1900 e depois em 2000. Imaginando assim, este seu post “É hora de definir as estratégias de país para o pós-eleições” fica um pouco fora da série histórica.


Um post assim “É hora de definir as estratégias de país para o pós-eleições” dá a entender que você e Pedro Passos são dois extraterrestres que, vindo do espaço intergaláctico, acabaram de chegar ao Brasil e, vendo tanta coisa errada, imaginam que medidas urgentes que permitam executar um conserto aqui e ali pode remediar muita coisa. Com um acerto aqui se melhora o índice de analfabetismo, outro ali se melhora o índice de saneamento básico, um pouco mais acolá e se fazem vias de escoamento tanto de cargas como de pessoal mais rápidas, um tanto de acertos alhures e se poderá dar condições humanitárias aos nossos presídios e mesmo ainda restando muito mais para ser feito, não haveria como não realizar a correção.


Indagando aos extraterrestres como essas soluções poderiam ser tomadas com urgência, vocês responderiam que era com o Planejamento Estratégico, uma varinha de condão que existem em dúzias na nebulosa de vocês.


Pelo jeito termos que esperar a volta de vocês.


Clever Mendes de Oliveira


BH, 10/02/2014

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Nebulosos

Kkkkkkkkkkkkkkk. Essa foi a melhor de todas. Vai, Nassif, desce da nebulosa em que se meteu junto com o Passos! Poderia ter escolhido companhia melhor...

Ô Clever, vc não esta de todo errado, mas não bem assim. O Nassif tenta dar uma visão geral de como vão as coisas, para a presidente não perder "o rumo, o norte e a estrela" ;)

Abraços.

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rumos , norte e estrelas

Você parece gostar de rumos, mas para escolher um, das oito possibilidades, é preciso um ponto de referência, um norte.

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Follow the money, follow the power.

Não sei se é uma boa estratégia

Não sei se é uma boa estratégia mexer nas estratégias do país, daquele que só está ganhando...

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"Não há segredo que o tempo não revele, Jean Racine - Britânico (1669)" - citação na abertura do livro Legado de Cinzas: Uma História da Cia, de Tim Weiner. 

Autocontrole eleitoral pelo sistema econômico.

Não há como os candidatos levarem a sério um povo que busca suas estrategias de exatidão racional após os resultados eleitorais. Pior ainda é procurar instrumentos fundamentais e tal rigor analitico, inspirados na incontrovertibilidade de instrumentos para construção da política econômica, em nomes de políticos.

Ora, nós precisamos é dizer a eles que não toleramos o sistema liberal, equivalente às reservas internacionais confinadas no exterior, extraindo bilhões de reais dos impostos pagos pelos trabalhadores, e que rejeitamos essas taxas de juros na esfera de instituição cognoscitiva, como se fosse um instrumento de observação punitiva da nossa democracia. 

A síntese no ambito da problematização do governo é, a priori, aos metodos do objeto real, por essência, e tudo que se afirmar pela economia, que se preencha do modo de proceder da ciência, precisa de ser caracterizado por predicados que passem a existir além dos políticos, para que os substituam na integridade do valor nacional.

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Uma ideia ou intuição dita de modo próprio pode servir de via de acesso em direção a percepção metafísica do ser e o quanto no universo ele é capaz de constituir por si mesmo para tal transcendência existencial.

Pode ser popular e clássica!

Nunca progressivo!

Todas as peças do tabuleiro, todos os instrumentos da orquestra estão aí. Falta apenas definir a partitura adequada.

- Eta ainda falta o maestro ou a maestrina!

 Sabemos que a pressão esta nos estados e prefeituras.

Mais importante em minha opinião é esta falta de requisição e das responsabilidades nas prefeituras e governos em suas exigência politicas sociais como tambem economicas. Recai ate o palanque estadual neste pacote presidencial é como o estado estivesse a reboque, como os estados fossem menor na eleicao e responsabilidades. 

O Sudeste caminhou para zona de turbulência seria. Os atores principais estao queimados.

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muito estranho muito mesmo

Não vejo nenhum deles falando que o ciclo do PSDB em SP esgotou e olha se contar desde de montouro ja é um tempo  bem mais longe que o pt no governo federal, conversa pra boi dormi politica de quem nao tem articulação e competencia pra fazer alternancia de poder

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Preguiça do tal "pós"

Esse tal "pós" é um mito alimentado por intelectuais.

Lembro-me bem que aqui mesmo no Nassif, no final do mandato de Lula, resolveu-se discutir o "pós-Lula". E eu opinei: o "pós-Lula" é Dilma, que é a continuação da política aprovada e sancionada pelo povo nas eleições.

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Roberto Locatelli

Profissional de computação gráfica, modelador digital

Exteriorizar a produção para sobreviver com o reflexo alheio

"vamos dizer que a nível global todos os países para sobreviver precisam aumentar suas exportações"

Exportar serve para um país se tornar imune do seu próprio crescimento. Em outras palavras, exportar signifca poder consumir uma parte das coisas que passam a existir no âmbito de uma sociedade. Caso contrário, cada real faz o Estado devedor de duas fontes superiores de modelo do Estado; divida interna e externa. Para isto, o Estado precisa de fazer economia (privação social ou crescimento); gerando Superávit de dinheiro que vai para a fonte do banqueiro (reservas fracionárias) que compra os titulos públicos do Estado de graça; e outra divida vai para a fonte das reservas internacionais dos EUA, representada pelo obscuro investimento externo.

A balança comercial é como um espelho da produção, serve para anular a divida de um país com o outro país ou comprarmos alguma coisa produzida no exterior.

O câmbio, o crescimento do comércio billateral e nas bolsas de valores, sempre será um custo a mais para os países, representando a composição do custo da moeda local mais a diferença do valor importado da moeda estrangeira.

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Uma ideia ou intuição dita de modo próprio pode servir de via de acesso em direção a percepção metafísica do ser e o quanto no universo ele é capaz de constituir por si mesmo para tal transcendência existencial.

imagem de Ciclope.
Ciclope.

De que lado você samba,?

Prezados e prezadas,

Cansado de ouvir que só o pensamento discordante ou anti-governo é que seria o "verdadeiro portador" da "verdadeira crítica", ou no caso deste debate, o "santo graal" das inovações, eu me pergunto:

Afinal, defender o governo significa conformismo ou ausência de senso crítico?

Depende.

Depende do julgamento que se faz deste ou daquele governo.

Somos um país que semeou e cultivou um dos índices de desigualdade mais altos do planeta, que ainda mata 30 ou 40 mil pretos e pobres (dentre 60 mil de outros brancos e quase sempre pobres) por ano, país também que foi o último a abolir a escravidão (e ainda conserva boa parte da violência simbólica da dicotomia casa grande e senzala em seu imaginário), que mantinha universidades públicas disponíveis para 5 ou 10% da população, que mantém setores de sua sociedade que ainda torcem o nariz quando veem "gente diferenciada" nos seus shoppings ou aeroportos, dentre tantas outras contradições.

Hoje temos um governo que age em múltiplas frentes para combater esta trágica história, umas mais bem sucedidas, outras nem tanto, é verdade.

Então, senhores e senhoras, qualquer crítica que se autoproclame progressista, com todo o conteúdo e contradições que caibam no termo, deve antes passar pela consideração de que não há como jogar a criança para fora da bacia junto a água suja do banho.

Não por respeito ao PT ou a presidenta ou ao "baiano", mas a Democracia e às escolhas populares! Isto não é pouca coisa considerando o histórico de participação popular neste país, e na trajetória acidentada que tivemos para chegarmos até aqui.

É a primeira vez, que fique BEM CLARO, que a população em sua maioria vota em um projeto que atenda (em boa parte) os interesses desta maioria!

Foi a primeira vez (Jango foi votado para vice) que a maioria de Josés, Marias, Raimundos, Firminos, Severinos, Washingtons, Creuzas, Máicons, etc votaram e repetiram nos candidatos que não foram indicado por seus patrões e pelos donos da mídia, ao contrário, são odiados por eles.

É preciso, de uma vez, rasgar a máscara dos que pretendem algum tipo de crítica que traga como contrabando a noção de que há um "bem maior", ou o "futuro do país" que esteja além das divisões políticas ideológicas. isto é impossível, e já dizia alguém que o patriotismo é o último refúgio dos canalhas.

Políticas de Estado são SEMPRE antes políticas de algum governo, de algum grupo. NUNCA surgem como consenso pacífico e catalizador dos "interesses nacionais".

Isto é balela.

Para legitimar o discurso crítico é preciso antes situá-lo dentro do espectro da disputa (política) onde ele nasce, ou será que acreditamos em crítica "desinteressada" ou "neutra"? 

O que mais se leu aqui, da lavra dos nossos valorosos comentaristas, ou em textos "importados", como os trazidos pelo Rui Daher ou Chico, é que o país está abaixo do potencial, não valoriza suas virtudes ou tem cacoetes pouco civilizados, ou de civilizações atavicamente retrógada, e enfim, não é capaz de fomentar um espírito inovador que nos redima do "atraso".

Ato contínuo, como uma solução mágica, imputam a responsabilidade de 500 anos a 12 anos de governo, justamente um governo que tem tentado inovar na premissa fundamental para qualquer noção de desenvolvimento que mereça este nome:

Dar ao povo deste país a sensação de pertencimento a esta nação, atacando a miséria, dando de comer a quem não tem, dando a universidade a quem de direito, dando emprego a todo mundo, ainda que a "economia" insista em crescer "apenas" 2 ou 2,5% (a maior taxa entre o G20, salvo a China).

Falam como se todas as nossas necessidades de tornar este país mais justo estejam prontas, e uma vez prontas não sofrerão mais os ataques dos que se colocam contra esta justiça. Falam como se um "plano salvador de inovação" pudesse garantir ou disseminar a justiça social que ainda é demanda em larga escala, e que é, antes de mais nada, a base para qualquer pesquisa, desenvolvimento ou inovação!

Qualquer aluno calouro de economia sabe (ou deveria saber) que na História das relações de produção, nunca houve surtos de inovação sem antes haver o fortalecimento das bases materiais de acumulação de capital, e da disseminação de uma demanda social por estas inovações, salvo nas épocas de conflitos militares, que de certa forma também eram rearrumações dos eixos de poder dentro destes sistemas produtivos

Foi isto que empurrou caravelas ao mar, ou o que fez a indústria alemã florescer no entre guerras, ou a ascensão e queda do Imperio Britânico e agora do estadunidense.

Estas elites e alguns setores da esquerda que continuam a martelar a tecla da "inovação", "falta de plano", "incapacidade de gestão", etc, fazem-no por puro diletantismo, divididos em suas caixas ideológicas.

Os da esquerda por ainda acharem que são a "verdadeira lanterna" dos povos, onde imaginam que cabe a eles (e um suposto governo mais radical) a tarefa de dizer ao povo o que o povo deve pensar.

Já a direita é por puro cinismo e necessidade tática de embaralhar as coisas: sabem que o projeto político que defendem está associado a um tipo de capitalismo que NUNCA permitirá qualquer movimento brasileiro que aumente seu peso relativo no jogo internacional, mas ainda assim teima em cobrar do governo por não fazê-lo, ou por fazê-lo fora dos limites das receitas que já faliram esta país e nos deixaram este legado histórico de desigualdade e subordinação.

No meio desta barafunda, me socorro, como fiz no título deste comentário, em Chico Science, e digo: "um passo a frente, e você não está mais no mesmo lugar".

 

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Parabéns!

Perfeito.

 

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Motta Araujo

Distribuir riqueza não é o

Distribuir riqueza não é o UNICO objetivo de uma economia. Cuba distribuiu toda riqueza e aconteceu o que com a economia?

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De qual economia cubana você

De qual economia cubana você está falando?

Da economia dos cassinos e bordéis dominados pela máfia americana que mandava no País na época do Batista?

O a das usinas de açucar dominadas por uma elite reduzidíssima com profundas ligações com a máfia americana?

Ou a economia do povão que não tinha escola, morria sem assitência média em completo abandono, trabalhava de sola a sol, em regime de semi-escravidão sem moradia, sem transporte e com um salário insuficiente para alimentar suas famílias? Fora o desemprego, a prostituição e a violência, características daquela economia.

Cuba é um país pequeno, perseguido pela maior potência econômica e militar da História da Humanidade, que soube dar educação, saúde e condições dignas de vida para um povo explorado desde a primeira vez que um europeu pisou na ilha. Um feito e tanto.

 

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ABAIXO A DITADURA

 

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Marcos Oliveira

Você já foi a Cuba?

Você acha que ter dificuldade para comprar sabonete, papel higiênico e absorvente faz parte de ter "condições dignas de vida" ? Ou mesmo de ter que fazer viagens interurbanas na caçamba de caminhões ?

Você sabia que Cuba tinha alguns dos melhores indicadores sociais (saúde, educação) da América Latina antes da revolução ?

Que diferença faria o término do embargo americano hoje ? A ilha seria invadida por turistas ianques, um McDonald's a cada esquina ... é isso que você quer para o seu "paraíso socialista" ? Cuba não tem condições de vender nada para os EUA, já que política agroindustrial e macroeconômica nunca foram os pontos fortes do governo revolucionário. O setor relacionado ao açúcar (que antes da revolução era altamente produtivo) não foi capaz de sobreviver à expansão da produção em outros países (inclusive o Brasil) e à perda da União Soviética como cliente cativo.

De fato, a revolução tem um grande mérito: melhorar as condições de vida dos camponeses, dado que a desigualdade na ilha era predominantemente entre a população rural e a urbana. É impressionante observar como eles erradicaram o analfabetismo (que era muito comum na zona rural) em poucos anos, enquanto o Brasil o está fazendo "na banguela" (deixando os analfabetos morrerem, basicamente). No entanto, o modelo cubano tem que ser celebrado pelo que deu certo nele, e não como um "pacote fechado" - longe disso!

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Pare de falar merda por

Pare de falar merda por favor. Você postou um monte de mentiras.

1) Os indicadores sócio-econômicos de Cuba antes da revolução eram horríveis. A maioria da população vivia na mais profunda miséria, o que a máfia considerava bom para estimular a prostituição e a criminalidade em geral.  Cuba tinha uma pequena elite endinheirada que se apropriava de toda a riqueza do País, exceto os cassinos, hotéis de luxo e casas de prostituição que eram comandados pela máfia americana.

2) essas privações de que você está falando não superam a falta de tratamento médico, falta de direitos trabaalhistas e falta de educação. Os pobres dos países caribenhos sofrem com privações mais do que os cubanos. E sem embargo. Vai pegar um ônibus no M'Boi Mirim em São PAulo e irá achar o sistema de trnasporte de Cuba uma maravilha. Um boçal riquinho pode achar que os cubanos estão na merda, só se não olhar como vivem seus empregados, se virar a cara para as privações que a população mais pobre sofre.

3) Cuba está na vanguarda da pesquisa científica e tecnológica em medicina, biotecnologia e outras áreas. Só a capacidade de fornecer médicos para países que sofrem por falta desses profissionais já mostra o altíssimo nível educacional e cultural dos cubanos. Cuba tem muito para exportar, principalmente tecnologia. É o embargo americano que impede o desenvolvimento da ilha, assim como fez com países muito mais ricos que Cuba. O que os reacinários pró-americanos não se conformam é que mesmo assim Cuba resiste.

4) Cuba tem os melhores índices de saúde pública DO MUNDO, muito melhores que os americanos.

5) A cultura de cana-de-açucar em Cuba é muito produtiva e tem grande vigor. Os problemas são os relacionados à sua comercialização porque os EUA perseguem os países que fazem negócios com Cuba.

6) Eu não falei de "pacote fechado" coisa nenhuma, estou rebatendo MENTIRAS que contam por aqui na maior cara-de-pau, como se ninguém pudesse conferir que é tudo falso. O missivista disse que a economia cubana perdeu com a revolução e eu rebati porque isso é uma grossa MENTIRA.

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ABAIXO A DITADURA

 

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Antonio Passos

Seria bom ele aplicar seus

Seria bom ele aplicar seus conhecimentos na Natura, que está MAL das pernas, exatamente porque esgotou seu modelo empresarial. Está levando um baile de outras empresas e da web. O que ele propõe é uma piada.

Esse "economicismo" é uma FARSA.

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Motta Araujo

Realmente a Natura deve estar

Realmente a Natura deve estar mal, uma empresa de cosmeticos que tem os tres donos como bilionarios da FORBES e da BLOOMBERG.

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Antonio Passos

Ficou nervoso ? Você também é

Ficou nervoso ? Você também é sócio ? Procure se informar, foi a única das grandes que sofreu retração de verndas. Isto não quer dizer que seus donos ficaram pobres, quer dizer que estão PERDENDO para as outras, entendeu ? O Eike também não ficou pobre, você sabia ? Procure se informar para opinar com mais consistência, em vez sofismar.

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DanielQuireza

Mesmo com essa possível

Mesmo com essa possível retração de vendas - e estou confiando na sua informação - continua sendo das melhores empresas do País. Alta rentabilidade e baixo endividamente. Ideologias a parte, a Natura é uma grande empresa, é só olhar os números dela, que qualquer um verá isso. Mesmo um leigo.

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Nessa linha de discussão

Não seria o momento de uma nova 'Carta ao Povo Brasileiro'?

 

Marcos Troyjo

 

Quando um novo ano começa, incertezas geralmente não faltam. Mas isso não é verdade sobre o Brasil em 2014. Muito pelo contrário. O mundo pode ver claramente o que está no caminho do Brasil: um país operando abaixo de seu potencial.

Durante a campanha presidencial de 2002, Lula queria sinalizar sua disposição em preservar a estabilidade econômica estabelecida por Fernando Henrique Cardoso e ainda assim promover mudanças em outras frentes. Para tanto, redigiu a “Carta ao Povo Brasileiro”. 

Naquele documento histórico, Lula aderiu aos princípios de responsabilidade fiscal e metas de inflação, mas também prometeu enfrentar de frente as desigualdades sociais. Os contratos seriam honrados e as dívidas do país, pagas. Uma nova política industrial baseada no sacrossanto conceito de “conteúdo local” surgiria. Surpreendentemente, ele também prometeu reformar as ultrapassadas leis trabalhistas brasileiras. Comprometeu-se na mesma medida a tornar os tributos e a previdência social mais simples e menos onerosos. 

Muitas das políticas econômicas e sociais implementadas por Lula e Dilma Rousseff nestes últimos 11 anos pareciam dar bons resultados. O Brasil beneficiou-se com o ‘boom’ mundial de commodities. Alguns poucos empresários brasileiros encantaram-se com linhas de crédito privilegiadas oferecidas por bancos oficiais para promover empresas “campeãs nacionais”. O investimento estrangeiro direto (IED) fluía intensamente para estabelecer produção local e, assim, tirar proveito de um mercado interno superprotegido. Incentivos fiscais para fabricantes de automóveis ou eletrodomésticos ajudaram o Brasil a minimizar os efeitos da crise mundial de 2008. Diante desse quadro, as reformas estruturais foram esquecidas ao longo do caminho. 

O problema é que o modelo econômico que permitia tais realizações está esgotado. Privilegiar consumo em vez de investimentos, políticas setoriais em vez de horizontais, e mercado interno em vez de comércio global deixou de produzir mil maravilhas. O chamado “nacional-desenvolvimentismo ” agora parece limitado em sua capacidade de resgatar o país da armadilha da renda média. Todos sabemos que políticas de inclusão social dependem do crescimento sustentado ao longo dos anos. Não seria, portanto, a ocasião de elaborar uma nova “Carta ao Povo Brasileiro”? 

O Brasil ainda tem de encontrar seu lugar em meio à “reglobalização” ora em curso: um mundo moldado por acordos plurilaterais de comércio e investimento como a Aliança Transatlântica ou a Parceria Transpacífico, bem como pelo novo modelo de crescimento da China, supostamente menos dependente da importação de commodities agrícolas e minerais.

Em 2014, p Brasil não deve crescer mais do que 2,5%. Isso vem na esteira de números decepcionantes ao longo de todo governo Dilma Rousseff: 2,7% em 2011, 1% em 2012 e algo em torno de 2,3% ano passado. A inflação pode chegar perto de 6% e, portanto passar longe do centro da meta de 4,5%. 

Conforme os efeitos da nova política monetária dos EUA forem sentidos, o real continuará se desvalorizando e, provavelmente, o dólar ultrapassará R$ 2,50 até o final de 2014. As taxas de juros vão pairar acima de 10% e assim enfraquecer ainda mais o discurso de Dilma como sendo a primeira chefe de governo no Brasil a trazer o preço do dinheiro para um único dígito anual.

Em busca de boas notícias para divulgar, o governo espera continuar avançando com seus programas de “concessões” em áreas como energia e rodovias. Depois de um longo processo de auto-análise ideológica – já que o Partido dos Trabalhadores (PT) nunca quis que o conceito de “concessões” fosse comparado à ideia pecaminosa de “privatização” – a presidente e seus assessores mais próximos decidiram que as concessões são boa maneira de continuar a atrair IEDs e mostrar um rosto “amigável ao mercado”. Contudo, a burocracia, microgestão (como tentar definir margens de lucro antes da própria realização dos leilões de concessão) e a perspectiva de mais intromissões governamentais arranham o fascínio das concessões.

A ineficácia com que o Brasil tem operado pode ser facilmente identificada nos preparativos para a Copa do Mundo. Embora soubesse desde outubro de 2007 que o país seria sede do torneio, quase nada em termos de infraesestrutura está sendo legado à população. Em termos de sistema de aeroportos, mobilidade urbana e instalações hoteleiras, o Brasil ficará abaixo da expectativa. 

Já em termos de infraestrutura esportiva, no entanto, apesar dos muitos contratempos na construção ou reforma de (caríssimos) estádios, o país estará pronto. A cada fim-de-semana, o Brasil realiza centenas de jogos oficiais a que comparecem milhões de pessoas. Ainda assim, a realização da Copa do Mundo deveria gerar muito mais benefícios duradouros para além do mundo do futebol.

Todo este conjunto de ineficiências é bem conhecido. Assim, a grande incerteza sobre o Brasil em 2014 é: será que esse fraco desempenho resultará politicamente em inércia ou mudança?

Quando milhões de brasileiros foram às ruas em junho de 2013, não protestavam apenas contra o aumento de tarifas no transporte público. A insatisfação volta-se a algo além da má qualidade dos serviços públicos oferecidos por um Estado que recolhe 36% por cento da renda nacional, mas dela só investe 3%. Talvez inconscientemente, clamavam contra o atual modelo brasileiro de Capitalismo de Estado e seu apetite egoísta.

Para alguns, o caminho adiante deve ser o de mais Estado, menos capitalismo. Isso pode parecer uma opção viável, especialmente se os setores mais produtivos do Brasil, como o agronegócio, continuarem gerando recursos excedentes para cobrir as ineficiências estatais. 

Para outros, é hora de reinventar o Brasil. E é por isso que as eleições presidenciais de outubro de 2014 são fundamentais. Para delinear um novo rumo, a presidente Dilma Rousseff, o senador Aécio Neves ou o governador Eduardo Campos deveriam concretizar alguns dos objetivos listados na “Carta” de Lula e que jamais saíram do papel.

Nesse contexto, comprometer-se com a promulgação de reformas trabalhistas, fiscais e previdenciárias representará mais do que apenas concretizar os objetivos da “Carta”. A modernização estrutural do país representaria uma vitória do futuro sobre o presente. E quem liderar esse processo escreverá o primeiro capítulo da história do tão desejado desenvolvimento brasileiro.

 

Marcos Troyjo, economista e cientista social, é professor de relações internacionais da Universidade Columbia e do Ibmec. E-mail: [email protected] 

Revista VOTO, fevereiro de 2014

 

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Prometeu.

Entre gregos e "troyonos"

Rui, permita-me aceitar o convite para o debate em texto trazido por ti.

Como boa parte da construção teórica recente sobre os "ciclos petistas" e sua longevidade, há uma série de inverdades camufladas.

A carta está aqui: http://www.iisg.nl/collections/carta_ao_povo_brasileiro.pdf

 

O autor do texto parece que escreveu sem ler a carta a que se refere. Assim, criou seus mitos:

Mito número 1 - O mito da continuidade e da Carta aos Brasileiros.

Bem, quem der uma olhada rápida na carta, como eu fiz ao reler agora, poderá perceber que em NENHUM momento está escrita a palavra continuidade, ou na manutenção dos paradigmas fernandistas.

Ao contrário, todo tempo Lula se refere a implantação de um outro modelo, com distribuição de renda, emprego, inclusão social, etc, e que combater a inflação só tem sentido dentro desta perspectiva.

Justamente o que seu governo e o de Dilma fizeram, e com inflação (pasmem) muito mais baixa (a metade) da era FHC.

Mito número 2 - É preciso um novo documento fundador do governo para romper com o ciclo esgotado (lulista).

Ora, até os alienados sabem que este governo se colocou como continuidade e aprofundamento das premissas do que o antecedeu, guardadas as condições políticas, estilos pessoais  e demandas colocadas pela realidade, mas mantendo intactas os fundamentos do projeto eleito: desenvolvimento social como condição para crescimento econômico, nunca o contrário.

Mito número 3- É preciso fazer cumprir a carta.

Se o leitor não for desonesto como o escritor do texto poderá enxergar que as molas mestras do documento foram contempladas no governo:

- Inclusão social;

- Criação de um mercado consumidor de massa;

- Combate a miséria;

- Combate do desemprego;

- Resgate da credibilidade externa do país;

- Controle da inflação;

- Descréscimo dos juros;

- Emprego;

- Distribuição de renda e aumento da participação salarial na riqueza nacional.

- Crescimento da economia.

 

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Prometeu,

concordo praticamente com todos os pontos por você levantados. Penso que o Marcos, equivocadamente, extrapola algo pontual, como o crescimento através do consumo das famílias, para um novo modelo de desenvolvimento para o Estado brasileiro.

A linha proposta no texto do Nassif é mais generalizante e aponta redirecionamentos realmente necessários. Abs

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Douglas 2812

    Este Texto bém que

 

 

Este Texto bém que poderia virar um post.

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Noir

O Governo Dilma é muito ruim

O Governo Dilma é muito ruim quando se considera o Governo de um partido dos trabalhadores, porém é infinitamente melhor que qualquer governo da oposição. 

Esse é o problema.

O Governo Dilma não tem rumo, não tem objetivo, não tem proposta para o Brasil nem para os brasileiros, apenas para os estrangeiros. Ela passa todo o tempo dizendo que respeita contratos.Ora, isso é de uma ignorância abissal, pois se o contrato é lesivo aos interesses do país, não há motivo de ser mantido.

Votarei na Dilma outra vez, porquê não existe nada melhor, apenas o muitíssimo pior.

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O Governo Dilma é Excelente - Tem Rumo, Proposta e Objetivo

Dilma é Lula e Lula é Dilma!

 

O governo da Presidenta Dilma Rousseff é excelente, principalmente quando se compara com a experiência do próprio Partido dos Trabalhadores. Que é cinquenta trilhões de vezes melhor do que qualquer alternativa oposicionista não é preciso nem dizer, isto é absolutamente óbvio e indesmentível.

 

O Governo Dilma tem rumo, objetivo e proposta clara, nítida e cristalina para o conjunto do povo brasileiro. É um governo que optou por manter o pleno emprego (e neste quesito está melhor do que o melhor dos momentos anteriores dos governos de Lula), a distribuição de renda e a diminuição das desigualdades sociais e regionais, além de garantir o controle amplo, geral e irrestrito das metas inflacionárias (os 03 primeiros anos de Dilma Rousseff tem média de inflação INFERIOR aos 03 primeiros anos de FHC e de Lula).

 

É justamente por ter um governo com rumo, proposta e objetivo bem definidos, justamente por ser um governo de continuação qualificada em relação aos governos de Lula, justamente por ser um governo que mantém o tripé do pleno emprego, da distribuição de renda e da diminuição das desigualdades sociais e regionais, justamente por ser um governo que mantém e aprofunda a inserção soberana do Brasil no cenário internacional, que Dilma Rousseff merece e será REELEITA pelo povo brasileiro em outubro deste ano, com o apoio incondicional do PT e de Luiz Inácio Lula da Silva.

 

É Dilma de novo com a força do povo! Dilma é Lula e Lula é Dilma!

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Diogo Costa

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nilo

Concordo plenamente com o

Concordo plenamente com o DIOGO

Nem fosse por tudo isso, Dilma mereceu o meu voto por SER O CONTRAPONTO ao mercantilismo argentário.

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jsantanna

Política não é futebol

Política não é futebol! Não se pode dizer que o PT e o governo Dilma são melhores e pronto. As mazelas estão aí, mas o pior cego é o que não quer ver. Acesso à classe media através de crédito fácil, política fiscal sem correção, política industrial desastrosa, endividamento interno nas alturas...mas tudo olimpicamente ignorado pelos petistas. Para eles tudo está às mil maravilhas.

Só numa coisa concordamos. Não há oposição que seja digna de vencer as eleições.

Aliás, não há força política hoje que seja digna de governar este País.

O político brasileiro, com raras e elogiosas exceções, só olha o próprio umbigo e trabalha com afinco para garantir sua próxima eleição ou sua fortuna e poder. Vide o PMDB, o maior partido brasileiro que nunca elegeu um só Presidente e nunca foi oposição, a não ser quando foi MDB, porque não tinha outra alternativa.

Mas o pior ainda acho que é o militante do PT, que não se dobra aos fatos, e só sabe responder que é melhor porque os outros são piores. Ele não se dá conta que uma coisa não tem a ver com a outra.Todos são ruins! Alguns são verdadeiros bandidos, como José Dirceu, o operador da organização criminosa, com óbvio conhecimento autorização do chefe maior, Lula. Faria melhor se cobrasse dos seus políticos uma postura mais honesta e patriótica. Sim, porque roubar dinheiro público é antes de tudo traição, e deveria ser punido como tal.

 

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Cada uma...

"Sim, porque roubar dinheiro público é antes de tudo traição, e deveria ser punido como tal."

Você tem alguma prova de que José Dirceu roubou dinheiro publico ? Se tem, envie o mais rapido ao STF, no nome do ministro Joaquim Barbosa, que ele lhe sera grato para o resto dos seus dias.

A proposito: ja sobre o roubo do metrô e trens de SP, as provas pululam nas mãos de De Grandis, porém os traidores (sic), estão ai, livres, leves e alguns ainda comandando!

 

 

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Volta pra caverna, reacionário

Até ia responder, mas o último parágrafo do rapazote me fez desistir. Não vale a pena.

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Diogo Costa

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Noir

Meu caro, creio que você não

Meu caro, creio que você não entendeu as minhas colocações.

A Dilma continua com as propostas do Lula, mas falo de algo muito maior. Falo de pensar um Novo Brasil e de levar nossa sociedade nessa direção.

Infelizmente, ela se contenta com muito pouco e parece haver perdido o sentido que une a todos os brasileiros que é o NACIONALISMO.

Sim, é no nacionalismo que nos encontramos. No idioma, nas tradições, na bandeira, no hino nacional, nos interesses iguais, na segurança e inviolabilidade de nossas fronteiras e muito mais.

A Dilma tem errado muito, assim como o Lula errou. 

Em resumo, não há alternativa.

Espero que no futuro tenhamos o Márcio Pochman candidato aà Presidência da República, É ele minha última esperança,

Saudações.

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Inovação de verdade

Copiei este texto lá na réplica sobre inovação, resolvi fazê-lo aqui também.

Aqui, o link para quem prefere ler numa formatação mais adequada.

(coincidentemente, de hoje)

https://www.ufmg.br/boletim/bol1851/2.shtml

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Inovação de verdade

Marcos Fabrício Lopes da Silva*

Pensadores como Machado de Assis, Elisangela Aparecida Lopes e Roberto Schwarz ajudam a gente a não cair no conto da inovação brasileira mandrake. Em Esaú e Jacó (1904), Machado, pela voz narrativa, fez um alerta categórico, na ocasião do processo de Proclamação da República. Acreditava-se que o novo sistema viabilizaria a modernidade de que o Brasil tanto precisava. A ponderação presente no romance machadiano é esta: “nada se mudaria; o regímen, sim, era possível, mas também se muda de roupa sem se trocar de pele”.

Em outras palavras: a oligarquia continuaria a reinar soberana. Machado de Assis já tinha feito essa advertência, como cronista da Gazeta de Notícias, em texto de 11/05/1888. Na dissertação de mestrado, intitulada “Homem do seu tempo e do seu país”: senhores, escravos e libertos nos escritos de Machado de Assis (2007), cuja defesa se deu na Faculdade de Letras da UFMG, Elisangela Aparecida Lopes, com habilidade crítica ímpar, destacou a existência de um conjunto representativo de reflexões machadianas sobre a cultura conservadora brasileira que, historicamente, engessa o progresso prometido pelas inovações. Dentre os achados interpretativos da pesquisa está a avaliação feita pela pesquisadora acerca da citada crônica. Primeiramente, convém transcrever as últimas palavras do escrito de Machado, em que o narrador e o interlocutor discutem o andamento da política brasileira até aquele momento:

“– Es dürfte leicht zu erweisen sein, dass Brasilien weniger eine konstitutionelle Monarchie als eine absolute Oligarchie ist.

– Mas que quer isto dizer?

– Que é deste último tronco que deve brotar a flor.

– Que flor?

– As.”

A seguir, o comentário categórico de Elisangela Aparecida Lopes: “localizada após a citação em alemão (‘Seria fácil comprovar que o Brasil é menos uma monarquia constitucional do que uma oligarquia absoluta’), a expressão ‘deste último tronco’ recupera o elemento da passagem anterior: ‘oligarquia absoluta’. Pode-se então inferir que a ‘oligarquia absoluta’ é o ‘último tronco’ do qual brotará a flor, numa alusão à República, já que em suas ‘falas’ é a este regime que se refere. Entretanto, há uma correção na penúltima linha do texto: do último tronco brotará não mais uma flor, mas duas (‘As’, artigo definido plural), a abolição e a República. Depois de uma análise detida da crônica, fica claro que o escritor indicia que, independentemente do regime político em vigor, à oligarquia caberá a governabilidade”.

Face ao exposto, é preciso, como cidadãos, identificar e combater os valores da “oligarquia absoluta” a qual sustentamos. Exímio leitor de Machado, o crítico literário Roberto Schwarz lista, no ensaio As ideias fora do lugar (1992), série de comportamentos que demarcam uma moral problemática praticada por aqui até os dias de hoje: “atribui-se independência à dependência, utilidade ao capricho, universalidade às exceções, mérito ao parentesco, igualdade ao privilégio”. O Brasil do século 19, conservador por dentro e liberal por fora, ainda se faz atual. Essa realidade arcaica precisa ser convocada, com inteligência e sensibilidade, para o centro da discussão acerca do significado real do termo “inovação”. Caso contrário, o país continuará pegando a rabeira do sistema.

No último anuário de inovação global (2013), o Brasil amarga a 64ª posição, no universo de 142 economias. A Suíça é a líder do ranking, logo depois aparecem Suécia e Reino Unido, respectivamente. Com base em 84 indicadores, o estudo foi elaborado pela Escola de Negócios para o Mundo (Insead França), Universidade de Cornell (EUA) e Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Wipo). Por inovação, entende-se o sucesso das ações integradas, envolvendo governo, academia, indústria e mercado, no sentido de estimular o desenvolvimento científico, tecnológico, industrial e de serviços. Para tanto, a formação escolar de caráter continuado se faz imprescindível. Considerando o cenário de inovação, a cultura de pesquisa é fundamental. Pouco menos de 10 doutores por 100 mil habitantes são formados no Brasil. Atualmente, o país investe pouco acima de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em ciência e tecnologia, enquanto a média de investimentos no setor, levando em conta as maiores economias do conhecimento, é da ordem de 2,2%.

Muitas vezes, a inovação é ainda tratada como se fosse uma flor artificial, importando apenas seu efeito paisagístico. Estamos falando da necessidade urgente de doutoramento, mas ainda assombra a nossa realidade o estilo Brás Cubas de estudar. Machado de Assis o descreve bem: “não tinha outra filosofia. Nem eu. Não digo que a Universidade me não tivesse ensinado alguma; mas eu decorei-lhe só as fórmulas, o vocabulário, o esqueleto. Tratei-a como tratei o latim; embolsei três versos de Virgílio, dous de Horácio, uma dúzia de locuções morais e políticas, para as despesas da conversação. Tratei-os como tratei a história e a jurisprudência. Colhi de todas as cousas a fraseologia, a casca, a ornamentação...”. Eis a mentalidade da “oligarquia absoluta” que sempre joga na retranca quando o assunto é inovação de verdade. Memórias póstumas de Brás Cubas, de 1881, estão “vivinhas da silva sauro”. Como podemos mudar esse quadro? Inovando, no sentido aberto e plural da autonomia: com educação, é preciso saber lidar com os complexos de colonizado e as imposturas tirânicas que ainda afetam o nosso juízo de valor.

* Jornalista, poeta e doutor em Estudos Literários pela Faculdade de Letras da UFMG. Professor das Faculdades Fortium e JK, no Distrito Federal.

 

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Para começar...

Motivar as empresas?

Reduzir muito a burocracia e a "cultura do selo" seria demais. Criaria uma revolução e uma grande motivação que outras mudanças viriam.

Mas a questão é tão mal-tratada, tanto descaso, tanta falta de coragem...

Eu votaria em alguém que mostrasse que tem o que fazer nesta desafio.

 

 

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cezar vidotti

o governo (qualquer governo

o governo (qualquer governo deste país) deve fazer todo projeto, análises, financiar totalmente (bndes) e entregar para os heróicos empresários que amam o Brasil e desejam do fundo dos seus fudos no exterior produzir para ajudar o país.

existem uma gama enorme de possibilidades, mas cadê os tais "empresários" com sangue nos olhos para investir.

voce pode me responder primo nassif?

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O possível e o impossível

Ontém afundou uma lancha aqui no Gonzaga em Santos em frente de casa, eu estava na praia e já estava nadando na direção dela quando os bombeiros chegaram, depois de afundada é claro. Barco pequeno de uns vinte pés, com proa aberta e um motor de popa de uns 60hp, que estava sem a capa, o que chamou minha atenção. Estava ancorada, mas a marola estava forte e  a água foi entrando, os dois marinheiros não tinham expediênte e um não sabia nadar, pois se soubessem o que fazer não tinham afundado e teriam colocado facilmente o barco na areia da praia.

Uma lancha afundando é uma coisa interessante, pois o barco vai enchendo d'água e o costado vai ficando mais baixo, embarcando água mais facilmente, ai, derrepente, ou vêm uma marola maior ou os marinheiros vão para o mesmo lado e o barco inunda e afunda em 10 segundos, nem preciso dizer que os marinheiros ficaram desesperados , mas por sorte a lancha dos bombeiros os socorreram.

Com o Brasil é a mesma coisa, o país está fazendo água por todos os lados e o motor também está enguiçado.

Vamos, mais rapidamente do que muitos imaginam, de país emergente para submergente, percebam que já escutaram isto por ai.

Não é só norte que falta, falta tudo por aqui para dar certo, falta norte, falta rumo e falta estrela.

Mas, mais do que isto, falta comando de gente com coragem, conhecimento e vontade de enfrentar os que aqui se refestelam.

Vai ser preciso um pacto pelo Brasil, sem mais, nem menos.

Acorda, Dilma!

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Follow the money, follow the power.

Muito cansativo!

Basicamente todo mundo acredita que para melhorar tem que haver mais exportação! Então partindo deste pressuposto, vamos dizer que a nível global todos os países para sobreviver precisam aumentar suas exportações.

Se todo mundo está vendendo quem irá comprar? É uma guerra comercial especulativa sem sentido, que o mercado de capitais está impondo. Esta sanha tecnológica é muito nociva a humanidade. Tudo está automatizado demais, esta automatização está muito mais ligada a ganhos de capitais do que em qualidade de vida. A globalização está muito mais voltada a dominação do que ganhos de produtividade.

O ser humano precisa de comida moradia, saúde e lazer nada mais do que isto. Educação é até secundário, ela só se justifica num ambiente de conquista para melhores espaços, coisa que considero errada. Para mim a educação deveria estar mais focadas em questões geopolíticas. É muito triste ver o mundo ser destruído por desejos de dominação capitalista, onde a sociedade, não passa de escravos do sistema, sendo usados e manipulados a beú prazer.

Cada nova geração de celulares ou pads, é um torrão de açúcar para os animais amestrados, assim como, diversos produtos das cadeias de produção. O mundo deixou de buscar bens duráveis e partiu para corrida maluca de bens de consumo. Tudo para poder financiar alimentos, moraria e lazer. Nesta corrida começou o canibalismo empresarial destruindo seus concorrentes com produtos de baixo custo de produção e vendendo fantasias. A tecnologia que deveria ser instrumento para fornecer mais tempo ao lazer e a a família é usada para destruir concorrentes. Esta tecnologia eu não quero, ela é muito cara para a humanidade.

O mundo está muito mal! Esta visão de dominação e exploração precisa ser interrompida. Precisamos entrar numa era de compartilhamento, é preciso que a maioria das nações e os seus povos digam não a exploração.

O povo Brasileiro também precisa ser consciente de seu papel mundial. Nos possuímos muitos recursos naturais e estes recursos precisam ser compartilhados de forma consciente para o bem da humanidade e não para um grupo que pretende dominar o mundo através do capital.

Acho que nossos políticos e empresário pensam pequeno demais. Eu fecharia todas as fronteiras para obrigar o mundo a sentar e negociar. Fecharia entrada e saída de capitais, importação e exportação de produtos.

Nada entraria ou sairia deste pais sem uma nova pactuação global. Temos que para de discutir a forma como levaremos vantagem e passarmos a discutir uma forma de como tornar o mundo sustentável e de respeito ao próximo.

Acredito que pelas dimensões do Brasil é possível até a aceitação de imigrantes vindos de todas as regiões do planeta para uma melhor integração. Ex: Aliviaria o problema de espaço Japonês, solucionaria desiquilíbrios regionais tecnológicos, diminuiria distancia entre alimentos, produtos e consumidor.

É triste ver discussões defendendo meritocracia. Foi o operário assalariado e explorado que construiu impérios hoje quase todo automatizado. O trabalho no campo está praticamente todo mecanizado jogando milhões para não dizer bilhões a fome e a miséria. O direcionamento de verbas para saúde é cada vez mais concentrado no comércio em vez da população. Todos os remédios deveriam ser gratuitos como também o atendimento médico.

A humanidade precisa parar de ser hipócrita e cada um precisa assumir sua responsabilidade na construção de um futuro digno equilibrado e sustentável.

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Tudo por um país melhor!

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Eduardo Pereira

Polemico e corajoso

Andre

Apesar de seu texto polemico , parabéns por tocar em várias de nossas feridas com coragem e sem subterfugios !

Talvez a implementação destas suas idéias seja quase impossível e utopica , diante da sanha mercadista de cada homem . São questões , na verdade , muito amplas e profundas  , além de , no fundo , essencialmente de ordem antropologica !

Para mim , o principal paradigma relacionado  é a Educação , que deve ser libertadora , no sentido de orientar cada jovem para compartilhar , e respeitar profundamente o outro como se fosse parte de si mesmo . Sómente assim poderemos ter esperança de , ao menos , perseguir um mundo melhor para todos . E , infelizmente , nesse ponto , penso que essa é a principal fraqueza do Brasil ! O nó não está na economia ou finanças nacionais etc , mas na ausência uma forte orientação educacional para o humanismo ( e sim para o utilitarismo , como é largamente priorizado pelo sistema ) !

Desculpe , Nassif e amigos , e aproveitando a ocasião , adoro o blog , mas , sendo muito sincero , o debate do assunto EDUCAÇÃO NO BRASIL aqui no site é muitíssimo incipiente em relação a outros , como economia ou política !

Não sei se é consequência da nossa ( desgraçada ) tradição cultural de minimizar a importância do tema , ou da sua grande complexidade e vastidão ! Só penso que é lamentável não tratá-lo com mais frequencia e atenção que merece !

Deixo a questão acima como um desafio , e , o outro , elevar este rico comentário do Andre a um post !

 

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O que distingue a filosofia da economia? Saber pensar.

Para que serve as reservas internacionais?

Provável resposta do filosofo: Reservas são o modo que o governo passa a dar instrução minimamente da produção, sobre o que seria o verdadeiro valor da sua moeda. 

Provável resposta do economista: Reservas tem a ver apenas com o máximo de ganho do rentísmo pelo crescimento anual.

Qual economista saberia, então, responder qual a quantidade máxima de reservas internacionais seria suficiente para o país incidir o seu valor como medida de dimensão do crescimento anual da produção, corrigindo o verdadeiro valor da sua moeda, a taxa de crescimento - sem tomar novas reservas de valor emprestadas a alto custo e emprestar as sobras desnecessárias - mas porque se aprende a refazer a necessidade do investimento?

A resposta dos economistas está dada: A quantidade de reservas nunca basta para manter a ganância do Mercado animal.

A resposta é a finalidade das reservas: incidir um valor como medida de dimensão, o que não custaria nada ao governo sobre o que seria saber o verdadeiro valor matemático para adicionar novas moedas ao país: A taxa de crescimento!!!

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Uma ideia ou intuição dita de modo próprio pode servir de via de acesso em direção a percepção metafísica do ser e o quanto no universo ele é capaz de constituir por si mesmo para tal transcendência existencial.

Como sempre, Nassif acha que

Como sempre, Nassif acha que após a próxima eleição tudo vai ficar maravilhoso, a oposição vai se unir à situação para o bem do país, viveremos num mundo cor de rosa.

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Batizei

Nassif: o Cândido

E não é ironia, nem sarcasmo. 

Ele acredita no que pensa e escreve.

http://blogdobriguilino.blogspot.com.br/2013/06/nassiff-o-candido.html

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Da série blogueiro

Da série blogueiro sofre

Perde a razão e o tino

Quando recebe conselhos

De um sábio Brigulino

O homem que fala grosso

Mas, eu sei, que pensa fino

É tão profunda a análise

Que eu rateio e afino

Na outra encarnação

Hei de nascer Brigulino

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kkkkkkk

Adorei!!!!!

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Tudo por um país melhor!

Boas rimas

Grande jornalista Nassif - meu Cândido -, quando eu enxergar a superficie...respondo!

Felicidade!

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arara

Natura: dívida aumentando

Natura: dívida aumentando muito e concorrência tomando espaço. Ainda é lider no setor mas …

Será que o Sr. Passos está comprado em MASV3 (Marina Silva S.A.) e vendido em NATU3 (Natura) ?

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Obelix

Futurama: Inovação ou o triunfo da vontade?

Prezados e prezadas,

Nenhum texto, nenhuma entrevista, enfim, nenhuma manifestação pela primazia do controle da direção ou do caminhar em alguma direção de um país está imune ao embate político.

Logo, cada chamado a um plano estratégico, a uma visão inovadora, é, em si, um tratado da visão política de quem se manifesta.

Comumente os articulistas que se dispõem a incentivar este necessário debate, tentam nos dizer que estas expectativas estão acima destas disputas ideológicas, como se esta noção nos desse mais conforto em aceitar determinadas teses, ou como uma tentativa (às vezes bem intencionadas, como as do Senhor Nassif e de outros por aqui) de isolar o conflito, como se este ambiente fosse o necessário e exigível para que "as boas ideias" floresçam.

Desde já fica claro que não concordamos com esta premissa.

Primeiro vamos desmontar a ideia de que é o governo (personificado em um presidente ou presidenta, ou outro tipo de líder) que tem a responsabilidade maior em apontar determinados rumos.

Ora, a própria construção de consenso sobre estes "rumos" já é uma complicada tarefa, e que nunca poderá ser superada com uma posição "imperial" de um governo sobre as demais forças que com ele interagem. Logo, mas importante que saber a direção, é antes cultivar o caminhar, entendendo cada mudança e cada imposição feita pela realidade e suas urgências.

Claro que isto não implica em abandonar a ação de planejar, mas sim em colocá-la em seu devido lugar: ela é uma ferramenta, um meio a serviço da politica e suas injunções, e não o contrário.

Na entrevista do sócio do projeto marinista e nas palavras do Senhor Nassif estão a exaltação a um visão de longo prazo.

O Senhor Nassif eu não sei, mas do rapaz que é sócio da Marina o objetivo é claro: Falar que não temos plano para o futuro  (ou que são insuficientes ou pouco claros)é dizer antes que o presente não contempla, afinal, é aqui onde o futuro se constrói, ou não?

Truque manjado do rapaz, mas ainda assim, vamos lá.

Podemos entender que há no país, pela euforia normal causada pelas enormes alterações estruturais na nossa sociedade, uma tendência ao futurismo, que eu diria que é uma vertigem sobre as demandas que poderemos ter, mas que só se realizarão se cuidarmos de sedimentar conquistas que ainda estão sob fogo cruzados dos setores que não se identificam com elas, os conservadores.

Este futurismo, que se reivindica portador do discurso da inovação, das reformas urgentes, das novas políticas industriais, da novidade acadêmica, etc, etc, e etc, tem suas virtudes, mas esquece o principal: olhar o presente e mais importante, o passado.

Não há, na História do Brasil, e talvez do mundo, um líder ou uma líder que tenha celebrado esta "visão inovadora e futurista" sem que subordinasse todas as forças políticas a alguma espécie de autoritarismo ou enfraquecimento institucional da Democracia por causa de crises agudas e dramáticas, ou enfim, por conflitos sangrentos.

Nenhum projeto político de longo prazo, que se impôs as disputas inerentes ao cotidiano da política e da fricção de suas facções foi plenamente consagrado nas urnas durante um longo tempo.

Então é tolice cobrar da presidenta algo inédito, até para outras potências.

Os EEUU, as mudanças estruturais como a abolição, o New Deal, e todas as implicações tecnológicas e ações estratégicas foram embaladas por crashes econômicos, guerras externas ou internas, ou embates geopolíticos como a guerra fria, que embotaram as liberdades civis e as forças políticas.

Na Europa temos a França, onde talvez o único exemplo de visão "de longo prazo" seja Napoleão, e se tivermos muita boa vontade, De Gaulle, ambos signos da exceção.

Na Alemanha, surge o óbvio Hitler e sua visão do Reich de 1000 anos. A Itália ainda patina no legado da Roma Antiga. Não há nada ali que sugira, desde sua unificação, alguma liderança com visão de longo prazo, a não ser que consideremos o Duce.

Ou seja, gostemos ou não, todas as iniciativas de "longo prazo" nascem em berço autoritário, e não por acidente, mas porque esta é a sua natureza: negar a precariedade da realidade, e suspendê-la a uma instância onde esteja alheia ao conflito que lhe torna precária.

No Brasil, talvez o exemplo mais acabado que se encaixe nesta visão estrategista seja a de Getúlio, que sabemos, só esposou alguma forma de regime democrático nas vésperas de seu ato dramático.

JK não merece envergar este adjetivo (estratégico). Tanto pelo pouco tempo que tinha à disposição, tanto por que sua plataforma desenvolvimentista (5 anos em 5) foi muito mais uma bem sucedida máquina de propaganda, com a qualidade de ter sido engendrada para ganhar eleições, e não como instrumento autoritário (como fez Vargas).

O que fez o presidente bossa-nova (não é à toa que tem esta alcunha, como um samba envergonhado) foi dar uma burilada no processo de incorporação nacional a expansão capitalista no fim da década de 50, quando as empresas estadunidenses começavam a ultrapassar suas fronteitas no setor de produção de bens de consumo duráveis, para buscar novos mercados e novas fontes de mão-de-obra baratas, impondo ao país uma larga alteração nas prioridades, onde gigantescas obras de infra-estrutura foram erguidas para sustentar este processo de crescimento pró- estadunindense, enquanto as características dos estamentos sociais brasileiros mantinham-se na mesma: enorme pobreza, educação em níveis africanos, e serviços sociais ausentes.

Desnecessário citar a época dos militares como exemplo de plano estratégico (próprio dos militares), e de inovação tecnológica ou criação de estudos estratégicos.

O preço moral seria muito maior que qualquer resultado.

O que o texto do Senhor Nassif não diz, e a entrevista do sócio da Marina também não, por motivos óbvios, é que o governo tem tentado trocar o pneu com o carro andando, o que aliás, é próprio de governos democráticos, com um senão grave: todo e qualquer movimento do governo em direção a alterar privilégios ou a posição relativa de determinados setores vem acompanhada de uma saraivada de manipulações, gritaria e desqualificações no campo político-midiático.

E em outro campo (o político institucional), temos diversos movimentos (uns legítimos, outros nem tanto) de reação e ajustes.

Há programas de inovação,como Ciência sem Fronteiras, ou como o Pronatec, dentre tantas outras iniciativas locais apoiadas pelo governo, via BNDES, ou outras fontes de fomento, que ainda não tem o tempo de maturação necessária para serem avaliadas com seriedade.

Por outro lado, a Petrobras, e outras gigantes brasileiras têm demonstrado incomum aptidão para a produção e consumo de altíssima tecnologia, e este processo está em expansão irreversível.

É certo que existem problemas como no regime automotivo e em outros setores, mas esta não é uma exclusividade brasileira, mas sim da dinâmica da gestão pública (e política) dos conflitos capitalistas ao redor do planeta.

Os EEUU matam milhares dos seus em guerras ao redor do globo apenas para dar conta de seus vínculos com a cadeia produtiva do petróleo.

Enfim, a principal inovação que este governo, ou melhor, que este ciclo petista, vai deixar para a posteridade foi a mudança fundamental na curva da desiguladade, que longe de estar resolvida, ao menos começou a caminhar na direção oposta.

É esta tecnologia social que vai produzir as demandas e ações em todas as outras áreas, e nunca o contrário.

Ter uma EMBRAER para produzir aviões para mercados externos, enquanto por aqui andar de avião é privilégio não serve para nada.

Os asiáticos detiveram a iniciativa no setor de eletro-eletrônicos após serem inundados por bilhões bilhões do mundo ocidental por questões geopolíticas, seja no pós-guerra do Japão, seja na Coreia pós-54, e em Taiwan para fazer frenta a China e tentar melar a sua devolução.

Eles faziam e consumiam as traquitanas teconológicas que produziam.

Com tanto dinheiro deram conta de seus principais problemas estruturais: saúde, educação e segurança, e então partiram para a tecnologia.

Às vezes lendo e ouvindo este pessoal temos a impressão de que tudo ao redor do mundo, e o desenrolar dos fatos, são meras escolhas "morais" de povos e seus governantes, algo como uma espécie de triunfo da vontade.

Mas tenho certeza que uma parte deles há de retornar de Futurama.

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Pequena contribuição sobre o "triunfo da vontade"

O 'PREDOMÍNIO DA VONTADE', OU, O IDEALISMO COMO SUBSTITUTO DA LUTA DE CLASSES - Há uma linha de raciocínio presente em alguns setores da esquerda que é simplesmente idealista, até mesmo liberal. 

Qual seja, esse raciocínio de que falta "vontade política" ao governo federal ou a Dilma para implementar determinadas reformas. Defendem alegremente o 'predomínio da vontade' como mola propulsora das transformações sociais! 

Esse pensamento liberal idealista despreza e descarta a análise concreta, real e objetiva sobre correlação de forças, hegemonia e conjuntura, por exemplo, e troca essa análise pelo 'predomínio da vontade'... 

Certamente o mundo não é comunista hoje porque faltou 'vontade política' para os mais variados e destacados dirigentes comunistas que existiram na face da Terra nos últimos cento e cinquenta anos! 

Ou talvez tenha faltado 'vontade política' para Jango, quando o mesmo quis implementar as Reformas de Base, interrompidas pelo golpe de 64... Quem sabe o PSTU ou o PCB ainda não tenham feito a revolução social no Brasil por falta de 'vontade política'! Enfim, esse raciocínio pueril dos liberais idealistas, travestidos de socialistas, é dose para mastodonte! 

É uma tese muito bonita, tão bonita quanto inútil, pois parte da premissa de que a esquerda joga sozinha, contra nenhuns adversários. 

Parte da premissa de que a direita não existe, de que os conservadores são apenas obra da imaginação coletiva de paranoicos ou uma peça de ficção científica. 

No reino encantado do 'predomínio da vontade', bastaria utilizar a 'vontade política' para empreender reformas estruturais ou até mesmo para empreender um processo revolucionário. 

Ou seja, é um mundo onde ninguém se opõe a nada. É um raciocínio que despreza o materialismo histórico e a dialética e os substitui pela boa vontade dos revolucionários homens e mulheres de esquerda! 

O pior é que esse tipo de análise, incrivelmente rasa, pode ser aplicada por qualquer pessoa ou grupo político, sem distinção de cores ideológicas. 

Militantes de direita, de esquerda, anarquistas, trabalhistas, comunistas, socialistas, social-democratas, monarquistas, republicanos, positivistas, conservadores, liberais, liberal-democratas, enfim, todos podem desfiar seus rosários de reclames e queixumes sobre a falta de 'vontade política' de seus dirigentes! 

Afinal de contas, no reino encantado onde o 'predomínio da vontade' é o elixir miraculoso que move a humanidade, é lícito afirmar que não são as relações concretas e materiais de uma determinada época que moldam as lutas entre as distintas classes sociais, mas sim os homens dotados de férrea vontade... 

Munidos, obviamente, de uma varinha mágica de condão e sem encontrar oposições nenhumas, advindas de outros homens, também dotados de férreas vontades. 

No reino encantado dos liberais idealistas, a direita inexiste, e o mundo ainda é capitalista por 'falta de vontade', não porque a disputa política real se dá no choque das ideias, mas, principalmente, no choque (muitas vezes violento) entre classes sociais distintas e com interesses antagônicos e irreconciliáveis!

A propósito dessa fictícia tese do 'predomínio da vontade', cumpre trazer à baila um trecho dos escritos de Karl Marx, presente no livro Contribuição À Crítica Da Economia Política, de 1859:

"...O resultado geral que se me ofereceu e, uma vez ganho, serviu de fio condutor aos meus estudos, pode ser formulado assim, sucintamente: na produção social da sua vida os homens entram em determinadas relações, necessárias, independentes da sua vontade, relações de produção que correspondem a uma determinada etapa de desenvolvimento das suas forças produtivas materiais. 

A totalidade destas relações de produção forma a estrutura econômica da sociedade, a base real sobre a qual se ergue uma superestrutura jurídica e política, e à qual correspondem determinadas formas da consciência social. O modo de produção da vida material é que condiciona o processo da vida social, política e espiritual. 

Não é a consciência dos homens que determina o seu ser, mas, inversamente, o seu ser social que determina a sua consciência. Numa certa etapa do seu desenvolvimento, as forças produtivas materiais da sociedade entram em contradição com as relações de produção existentes ou, o que é apenas uma expressão jurídica delas, com as relações de propriedade no seio das quais se tinham até aí movido. 

De formas de desenvolvimento das forças produtivas, estas relações transformam-se em grilhões das mesmas. Ocorre então uma época de revolução social. Com a transformação do fundamento econômico revoluciona-se, mais devagar ou mais depressa, toda a imensa superstrutura. 

Na consideração de tais revolucionamentos tem de se distinguir sempre entre o revolucionamento material nas condições econômicas da produção, o qual é constatável rigorosamente como nas ciências naturais, e as formas jurídicas, políticas, religiosas, artísticas ou filosóficas, em suma, ideológicas, em que os homens ganham consciência deste conflito e o resolvem. 

Do mesmo modo que não se julga o que um indivíduo é pelo que ele imagina de si próprio, tampouco se pode julgar uma tal época de revolucionamento a partir da sua consciência, mas se tem, isso sim, de explicar esta consciência a partir das contradições da vida material, do conflito existente entre forças produtivas e relações de produção sociais."

Após a citação a Karl Marx, finalizo. É justamente por causa de um tipo de análise idealista e romântica que alguns setores de esquerda se isolam em seus próprios guetos, fazendo do sectarismo e do principismo os seus dogmas infalíveis. Haja esforço para espremer a realidade concreta e objetiva dos fatos e fazê-la caber em íntimos sonhos, desejos ou devaneios!

É a vanguarda do espelho, que só convence a si mesma em frente ao próprio espelho mágico, trazido d'algum aprazível, ideal e liberal reino encantado.

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Diogo Costa

O preguiçoso derrotado

Diogo, respeito sua cultura e sua paciência em ler os mofados e enfandonhos textos de masturbação mental do Marx.

Por outro lado, você está como todo o PT , com complexo de avestruz, que se recusa a tirar a cabeça da areia e olhar em volta, taí a China, a Islândia e muitos outros países que não se conformam em ser quintal da banca e escravos no futuro governo mundial que você idolatra e homenageia o tempo todo.

Dá para fazer diferente, o Dolár existe e controla  nossa moeda e não é mágica é truque, que você não conhece, mas que não irá deixar de funcionar por causa da sua ignorância.

O governo da Dilma está perdido no mato sem cachorro, infleizmente ela não têm a menor condição de governar, só está lá pelo acordo do plebiscito do Lula na eleição passada, que manietou os outros candidatos.

Larga de ser preguiçoso e vai estudar.

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Follow the money, follow the power.

Burro, fracassado e mentiroso

Começa o imbecil falando mal dos textos de Karl Marx. Textos que nunca leu e que se lesse, jamais entenderia. Isto demonstra apenas a colossal ignorância do astrólogo em questão.

 

Posteriormente o tarólogo fala em "governo mundial" (sabe-se lá o que é este tal de "governo mundial"...). Cita ainda a Islândia (ilha cuja população é menor do que a população de Itaquaquecetuba) e a China, onde o Partido Comunista tem controle absoluto sobre os caminhos econômicos, políticos e sociais da nação, situação diametralmente diferente do controle que o PT tem sobre estes aspectos no Brasil. Ou seja, não diz nada que preste.

 

O imbecil ainda cita o dólar, mágicas e truques, sem explicar o que seriam estas mágicas ou truques com os quais o dólar controlaria o real. Deve ser uma questão de astrologia, geometria e tarot, como o ignóbil gosta de falar...

 

Mais adiante o coitado diz que Dilma Rousseff não tem condições de governar porque ele, imbecil que é, diz que isto é uma realidade. Cita um tal de plebiscito do Lula (louco cita qualquer coisa) e só esquece de trazer a baila o povo brasileiro, responsável direto pelas eleições consecutivas do PT em 2002, 2006 e 2010. Sei lá, vai ver que ele pretende construir um país onde o povo só sirva como adereço ou alegoria...

 

Por fim, o burro com graduação fala em preguiça e em estudo... Se for para estudar as idiotices que este imbecil defende, oriundas de seus delírios psicóticos ligados supostamente à astrologia, a geometria e ao tarot, sinceramente, não faço a menor questão de perder tempo com tamanha estultice.

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Diogo Costa

A verdade doi

Diego que você é mal educado e xinga os debatedores que discordam da sua pregação eu já sei, mas lhe adianto que isto não lhe salva nesta aqui.

O Dólar é a moeda de troca internacional que causa os problemas em nossas contas externas, é o tal do câmbio, cambia-se Reais por Dólares e a variação desta razão de trocas é que têm matado nossas indústrias e causado a maioria dos problemas da nossa econômia.

Não usei nenhum argumento na mensagem anterior que fizesse menção a Astrologia, Tarot e Geometria, entendo até o seu desconforto com assuntos que não lhe são familiares , por isto como no caso do câmbio, mandei você ir estudar, conhecimento nunca é demais, principalmente para um erudito como você .

Compreendo que a percepção primária esposada por você é a de que o Dolar existe por força do poder militar dos USA, mas note que vôce nunca viu ninguém pegar um revolver para que outra pessoa aceite um pagamento em Dólar, esta crença infantil de que o poder do Dólar se baseia na força é argumento de valentões, gente sem cultura, que não percebe a sutileza da orígem do poder real do dinheiro.

Quanto aos textos do Marx, você transcreveu um que li minutos antes, confuso, incompleto e ineficaz, como a maioria dos seus escritos econômicos.

Agora, o Lula, conforme o relatório do BofA-Merril Linch, que já anexei diversas vezes aqui no blog do Nassif, fez um acordo com a banca para fraudar a vontade do povo, trair a democracia e limitar a disputa pela vaga de presidente a dois candidatos, a Dilma e o Serra, ambos com compromisso de não acabar com os juros pornográficos, o imposto dos cartões de crédito e os lucros indecentes dos bancos e multinacionais de interesse deles.

Caso queira rebater aos argumentos por mim trazidos à discussão terei imenso prazer em ajudar a você entender destes assuntos, afinal estamos aqui para ajudar os colegas com dificuldades.

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Follow the money, follow the power.

A Pretensão de um Astrólogo...

Novamente gastou tempo em alguns parágrafos para não dizer absolutamente nada que preste. O que espanta é o fato deste rapazote agir como a maioria dos hipócritas. Ou seja, bate, xinga, ofende e depois, quando recebe a devida resposta, se faz de vítima! Este é um procedimento calhorda e que tem alguns ilustres adeptos aqui no blog...

 

O procedimento é sempre o mesmo, repito, batem, xingam, ofendem, ridicularizam e, quando recebem a resposta aos seus argumentos, ficam choramingando pelos cantos. Se aguentam bater, tem que aguentar a resposta também.

 

No mais, o comentário nem é passível de crítica, afinal de contas, alguém que diz que uns poucos parágrafos de um livro de Karl Marx são "confusos", é porque está acometido de um déficit cognitivo irrecuperável. Talvez seja por isso que trocam a discussão científica pela discussão astrológica ou pela quiromancia...

 

Agora eu entendo o porquê da votação do povo de Santos na eleição para a Câmara Municipal em 2012...

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Diogo Costa

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