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Mulheres defendendo a Arábia Saudita

 

Desmistificando o conservadorismo

Uma brasileira que morou vários anos trabalhando na Arábia Saudita faz um video no seu canal do you tube em resposta a um documentário britânico que critica a Arábia.

A brasileira defende a Arábia, diz que foi um dos melhores países que trabalhou e desmente muitos dos estereótipos que o ocidente criou sobre o Islã. Muitos dos mitos e mentiras sobre a Arábia são desfeitos neste vídeo, vale a pena assistir.

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Ze Guimarães

imagem de Emanuel Cancella
Emanuel Cancella

Golpe

Efeito Lula

Resultado de imagem para Efeito Lula

Para tentar achar um crime para Lula, inventaram que o triplex de Guarujá era dele e descobriram o triplex dos Marinhos em Paraty. Pior, o triplex da Globo é de luxo e foi feito no peitaço, desrespeitando as leis ambientais, e a propriedade está em nome de laranja (1). Lembrando que Maluf, um expert em propriedade de luxo, disse que o triplex do Guarajá equivale a três Minha Casa Minha Vida.

Disseram que a Friboi era do filho de Lula e pegaram os golpistas, o presidente usurpador, Michel Temer, e Aécio Neves.

Lula é um predestinado. É a única pessoa que conheço que nega ser dono de um triplex e de um sitio e precisou ir à delegacia processar os caluniadores que disseram que a Friboi era de seu filho (2).

Esperto mesmo é o dono da JBS/Fri Boi que, depois de denunciar Temer e Aécio, com provas, ainda teve que fazer o dever de casa, incluindo na delação Lula e Dilma.  Se não inclui, a delação não vale.

Mesmo com os imóveis com escritura em nome de outras pessoas, tentaram convencer a sociedade de que Lula é proprietário do triplex e do sítio, usando como provas artifícios absurdos e até hilários: que foi ter ido no sitio 101 vezes (quem contou?); que passou no pedágio que leva à propriedade duas vezes, com recibo do pedágio e que  comprou para o sitio pedalinho e barco sem motor; ou a afirmação do dono da OAS que o triplex estava à disposição de Lula.

Também a farsa de que Lula e Dilma sabiam da corrupção na Petrobrás, na véspera da eleição (3). E agora, mais uma pérola: essa  revelação da JBS, se é que houve, foi  para salvar a própria pele, pois caso contrário, a delação premiada não serviria para diminuir a pena. A revelação é que Lula tinha à sua disposição R$ 150 milhões, mas que não estava nem nunca esteve no nome do Lula. A conta está no nome do delator!

Já tem brasileiros querendo usar para obter o usucapião urbano e rural aquilo que usam contra Lula para provar que ele é o proprietário do triplex e do sitio.  

Será que, caso o Lula confirme as denúncias, vira dono do  triplex, do sítio e a Fri Boi vira propriedade de seu filho? E os R$ 150 milhões que estão à sua disposição entram para sua conta?  

Fonte: 1 - http://www.diariodocentrodomundo.com.br/lidas-de-2016-exclusivo-nosso-reporter-foi-ao-verdadeiro-triplex-o-dos-marinhos/ - 2 - http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/117566/Pol%C3%ADcia-apura-mentiras-na-rede-contra-filho-de-Lula.htm

3 - www.cartacapital.com.br/blogs/midiatico/retificacao-em-depoimento-de-youssef-e-mentira-diz-advogado-6661.html

 

 

Rio de Janeiro, 20 de maio de 2017.

 Autor: Emanuel Cancella, OAB/RJ 75.300, integra a coordenação do Sindipetro-RJ e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), sendo autor do livro “A Outra Face de Sérgio Moro”

 OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.

   (Esse relato  pode ser reproduzido livremente)

  Meus endereços eletronicos:  https://www.facebook.com/emanuelcancella.cancella

  http://emanuelcancella.blogspot.com.

 

 

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o técnico errado na hora errada

...o técnico errado nas horas erradas...
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Meu Flamengo tem um bom elenco, alguns, ótimos jogadores! E apesar disso, foi eliminado oito vezes nos últimos anos de competições importantes, por times pequenos, mas mais bem montados por seus técnicos que o time rubro-negro.
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Bandeira de Melo, presidente do clube é um ótimo administrador, mas deixou o futebol em mãos incompetentes, seja qual for a fama dos que atuam nessa área.
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Mas o pior de tudo é ver a mídia e os diretores do clube incensarem o jovem treinador Zé Ricardo, que não trouxe nunca intervenções positivas, e só teve alguns bons momentos em virtude do alto nível técnico de alguns jogadores. O Flamengo ganhou os jogos que ganhou APESAR DO TREINADOR, e não por causa dele.
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Em algumas ocasiões, deu sorte, como na partida contra o Palmeiras no campeonato brasileiro, em que Márcio Araújo foi expulso e inacreditavelmente ele tirou Diego, nosso maior craque, para colocar o insosso Alan Patrick. Por um acaso, Alan Patrick entrou em campo pela lateral, como manda a regra, e os jogadores do Palmeiras, distraídos, não repararam, e deixaram o jogador livre de marcação. O Flamengo recuperou uma bola no meio de campo e o lançaram, quando então, livre, marcou o gol do Flamengo, que só não ganhou o jogo graças ao belo gol de Gabriel jesus nos minutos finais.
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O que fez a mídia nessa e outras ocasiões? Levantou a bola do Zé Ricardo, POR UM ERRO GRAVE COMETIDO, em que a sorte o ajudou a cobrir sua falta de discernimento.
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Nota-se que o treinador é esforçado, honesto, estudioso, mas comete erros grosseiros e não tem nem de longe, a GRANDEZA NECESSÁRIA para dirigir o maior clube do Brasil em termos de torcida, é um equívoco IMPERDOÁVEL do presidente do Clube.
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Um técnico que mantém um jogador do nível de Mancuello no banco de reservas e Gabriel, sofrível, atuando, não entende de futebol, e se entende, está num momento de surto.
Colocar o jovem Mateus Sávio em campo ao final do jogo contra o San Lorenzo, é de uma falta de bom senso tão primária, que revela o despreparo de Zé Ricardo para dirigir clubes do porte de um Flamengo, ao menos com seu nível atual de conhecimento de futebol. Não duvido que seguindo estudando, tendo a humildade de ouvir conselhos dos mais experientes, venha a ser um grande treinador, hoje, é uma FRACA PROMESSA.
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Um presidente que deixa um jovem treinador, por conta de alguns bons jogos, ser por tanto tempo o técnico de um clube que investiu tanto para ganhar títulos importantes, está agindo de modo IRRESPONSÁVEL!
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E querer determinar quem é ou não "verdadeiro rubro-negro", é outro equívoco que o diminui enquanto presidente do clube.
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Viramos o clube mais bem administrado do Brasil nas finanças, e o PIOR em termos do que interessa para a torcida: no futebol!

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REGRA BÁSICA DO

REGRA BÁSICA DO CORRUPTO:

"CRIAR DIFICULDADES PARA VENDER FACILIDADES"

Delações em Curitiba (mediante prisões ou ameças de prisão) tem rendido - em alguns casos - até 15 milhões de reais de honorários advocatícios (valor médio de 5 mega-senas acumuladas).

Diz-se que alguns escritórios de Curitiba bem relacionados, dominam as delações.

A delação não exige especialização extraordinária, pontual

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Essa sem dúvida é a rega básica e histórica dos corruptos em geral e mais especificamente do servidor público corrupto.

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Voletin trimestral da Minerazão

Caro Senador

Junto com agradeser a sua gentileça de me colocar na diretoria desta grande enpresa, atendendo o seu pedido faso aqui o meu primeiro voltetím trimestral.

Os resultados foram b...pra c.....Eu nem imaginava como era fácil pegar minério pronto e vender para a China. É um p...de um negósio.

Tem outras prantas meio fuleiras. Aqui em Minas tinha um diretor que era um b... do c.... e fez puras c.... Para outra vez, devemos mandar um cara que a gente possamos matar antes de fazer tanta m....

Outro cara arrebentou com dois fornos lá no norte. Nós contratamos um americano para ajudar, um cara com nome de refrigerante, um tal de Ram Pap, que ficou mais de 2 anos trabalhando numa planta do lado dessa e parece que não deu muito certo. Depois fiquei sabendo que cuasi todo o mundo por aqui tem contratado aquele Ram Pap, e o cara é um lentilha f... da p.... que demora mais de 2 anos para fazer o trabalho.

Fechamos duas prantas no Canadá, que parece que fica perto de Belorizonte, na saída para o Rio.

Me encontrei com muito político e gente importante da TV que nem sabia que trabalhavam na minerazão. Numa exposizão de Belorizonte fiz fila para poder tirar um selfy com o Merval, aquele bigudim da Globo. Também, tirei uma foto com o John Dória, que parece que sabe muito deste negócio de minerazão. Ele vinha acompanhado a Belorizonte de um monte de diretores assim como Eu.

Chefe, vou a preciçar de mais 2 milhão para pagar advogado. Pois um f...da p... deu a descarga e soltou reyeito no rio da cidade. Já tenho dois juiz e um promotor que estão trabalhando pra gente.

Sobre os passarinhos preocupe não, que já dei uma mala de alpiste para cada um, mas ainda vai faltar, pois tem passarinho pra c....por aqui.

De um abrazo ao nosso amigo com nome de jogador de futebol, que me recomendou para este bico.

Atensiosamente,

O “Diretor” 

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  Partiu...Santo Antonio do

 

Partiu...Santo Antonio do Jardim.(  Aonde a MASTER nasceu e morou por 15 anos)

E visitar a parentada toda em Andradas, Poços de Caldas, São João da Boa Vista, Pinhal etc.

A MASTER tem 11 irmãos.- todos casados , com filhos e netos.

Caracas !!!  

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O "jogo" da sucessão de Temer - e o fator Globo!

O "JOGO" DA SUCESSÃO DE TEMER - E O FATOR GLOBO!

- BRASÍLIA sob CHAMAS e a GLOBO insiste em... "LULA"!
(a) Bate-bola (1)

INTERLOCUTOR (1): Não custa lembrar: até a hora que estava vendo a globonews, eles insistiam em intercalar o Lula no noticiário...

Não vão desistir assim tão fácil...

ROMULUS: Nao vao desistir, ponto. Eles tao no tudo ou nada. Se nao ganharem o "tudo", a Globo vai ter que se acertar com o Lula. Imagina...

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Os governadores da JBS Os

Os governadores da JBS

Os governadores citados nas delações da JBS são:

- Fernando Pimentel (PT), de Minas Gerais -- acusado de ter recebido 3,6 milhões de reais quando ministro de Dilma Rousseff.

- Reinaldo Azambuja (PSDB), do Mato Grosso Sul -- acusado de ter recebido 150 milhões como contrapartida a benefícios fiscais recebidos pelo grupo empresarial.

- Robinson Faria (PSD), do Rio Grande do Norte -- acusado de ter recebido junto com seu filho, o deputado Fábio Faria, 5 milhões de reais em troca da privatização da companhia de água e esgoto do estado.

- Raimundo Colombo (PSD), de Santa Catarina -- acusado de ter recebido 10 milhões de reais em troca de favorecimento na licitação na companhia de água e esgoto do estado.

Também são citados como recebedores de propina os ex-governadores Cid Gomes (Ceará), Sérgio Cabral (Rio de Janeiro) e Silval Barbosa (Mato Grosso)

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Penápolis é um município

Penápolis é um município brasileiro do estado de São Paulo. Pertence à mesorregião de Araçatuba e microrregião de Birigui, e sua população estimada em 2016 é de 62 409 habitante

 

Lotofácil

 

Resultado Concurso 1513 (19/05/2017)

15 acertos
1 aposta ganhadora, R$ 1.931.178,44

PENÁPOLIS

 

 

Resultado Concurso 1511 (15/05/2017)

CERRO AZUL - PR
1 pessoa ganhou o prêmio para 15 acertos

 

População16 948 hab. Censo IBGE/2010[3]

 

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Há filmes que conseguem fazer

12 filmes que ajudarão você a superar as dificuldades

Há filmes que conseguem fazer com que você se torne uma pessoa melhor e mais solidária. Muitas vezes podem lhe causar tristeza ou levar às lágrimas, mas estes roteiros são capazes de inspirar a fé em um futuro melhor e preencher você de pureza e esperança.

 

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Em busca de uma nova

Em busca de uma nova chance

The greatest

 

Em uma família rica e feliz, de repente uma criança morre em um acidente de carro. Os pais não sabem como sobreviver a essa perda tão forte. Um dia na porta de sua casa aparece uma garota chamada Rose, que afirma ser a namorada do filho falecido. Acontece que ela está grávida. Os personagens deste filme têm de superar essa amarga dor e encontrar novos sonhos e alegrias.  

 

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As coisas impossíveis do

As coisas impossíveis do amor

Love and Other Impossible Pursuits

 

A bela Emilia Greenleaf, protagonizada pela vencedora do Oscar Natalie Portman, tenta seguir em frente depois da morte de seu bebê recém-nascido, pela qual ela mesma se culpa. A heroína tenta esquecer seu sofrimento e se dedica a cuidar da criança de seu enteado. Este pequeno, de personalidade difícil, ensina Emilia a acreditar na felicidade e a sentir alegria de viver.

 

 

 

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Uma lição de amor I Am

Uma lição de amor

I Am Sam

 

 

 Sam é pai solteiro. Durante o dia trabalha como garçom e, à noite, ajuda sua filha Lucy a fazer a lição de casa. A vida familiar perfeita acaba quando o serviço social tira a guarda de sua filha. Os assistentes sociais estão convencidos de que o pai autista não pode educar a criança como deveria. Sam tem de lutar por sua amada Lucy, porque ela é o único sentido e alegria de sua vida. Um filme comovente, que mostra que a fé é capaz de fazer milagres

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Um amor para recordar A Walk

Um amor para recordar

A Walk to Remember

 

 

 Landon é um adolescente vaidoso e egoísta, por quem todas as meninas da escola são apaixonadas. Jamie é a filha tímida do padre local. Eles parecem não ter nada em comum. No entanto, como parte de uma punição escolar, Landon tem de desempenhar um papel em um show e Jamie se propõe a ajudá-lo com uma condição: ele não deve se apaixonar por ela.

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Tempo de recomeçar Life As a

Tempo de recomeçar

Life As a House

 

O arquiteto George Monroe recebe a notícia de que tem uma doença incurável e que lhe restam apenas alguns meses de vida. Ele percebe que ele não tem feito muitas coisas que sonhara e que destruiu a coisa mais importante de sua vida. George decide construir uma casa à beira mar e convida o seu filho, com quem ficou 10 anos sem falar, para lhe ajudar. O filme é chocante, deixa uma marca indelével em sua alma e faz você pensar sobre a beleza de cada momento de sua vida.  

 

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Remember me Remember

Remember me

Remember Me

 

Tyler é um jovem estudante, irremediavelmente envolvido em seus problemas, tentando encontrar o sentido para viver, após a morte de seu amado irmão. Parece que nada pode acabar com a série de derrotas em sua vida. Mas um dia ele conhece uma alegre garota chamada Ally, que lhe devolve o calor e a luz à vida. Com ela, aprende a sentir prazer, rir e a apreciar cada momento. O filme é envolvente, divertido, inspirador e deixa uma ligeira sensação de tristeza.

 

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A vida secreta das

A vida secreta das palavras

The Secret Life of Words

 

  Hanna não vive, mas existe. Todo dia vai trabalhar em uma fábrica, não fala com ninguém, come uma porção de arroz com frango e uma maçã, dia após dia. Durante as suas férias, não tem absolutamente nada para fazer e aceita o convite de um conhecido para trabalhar como enfermeira, cuidando de um homem ferido. Josef também tem coisas para esquecer. Os dois personagens se ajudam mutuamente a rejeitar as sombras do passado e a começar a viver novamente. É um filme complicado e profundo, que ajuda a obter fé na felicidade.

 

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Soul surfer - Coragem de

Soul surfer - Coragem de viver

Soul Surfer

 

Bethany, uma surfista de 13 anos, perdeu um braço depois de um encontro súbito com um tubarão. No entanto, a menina não pensa em desistir de seu esporte favorito e aceita participar de uma competição em pé de igualdade com surfistas saudáveis. O filme é sobre a importância de ser forte e corajoso, acreditar em seus sonhos e nunca desistir, mesmo quando parece não haver esperança 

 

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Somos Marshall We are

Somos Marshall

We are Marshall

 

 

 O orgulho de uma pequena faculdade no oeste da Virgínia é a equipe estudantil de futebol. Um dia, o avião que transportava os jogadores, os treinadores e os acompanhantes, explode. As famílias dos falecidos, amigos, namoradas e todas as pessoas da cidade estão de luto. O jovem treinador Jack Lengyel, estrelado por Matthew McConaughey, reúne uma nova equipe. Apoiando-o, as pessoas obtêm novamente esperança e um novo sentido de vida. O filme é baseado em fatos reais.

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Adoráveis mulheres Little

Adoráveis mulheres

Little Women

 

 

 Este filme narra o difícil destino cinco mulheres - quatro irmãs e a mãe - que tentam sobreviver nos anos da Guerra Civil nos Estados Unidos. O pai da família foi para a guerra e as heroínas bonitas e fortes tentam levar uma vida normal e serem felizes com as coisas simples: ajudar os outros e estudar. O filme cultiva a força de vontade humana e destaca que, mesmo nos momentos mais difíceis, as mulheres reais continuam sendo bondosas, carinhosas e cuidadosas.

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À procura da felicidade The

À procura da felicidade

The Pursuit of Happiness

 

É um filme sério e profundo que faz você pensar sobre a vida e apreciar o que tem. Chris Gardner educa seu filho de apenas cinco anos, fazendo todo o possível para ser feliz. Por causa de suas dúvidas, Chris é deixado na rua com seu filho e agora deve encontrar tanto uma nova casa, quanto um bom trabalho. Ele consegue o emprego dos seus sonhos, mas, nos primeiros seis meses, não receberá nenhum pagamento.  

 

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Onde mora o coração Where the

Onde mora o coração

Where the Heart Is

 

Novalee Nation, de 18 anos, está em uma situação difícil: o seu namorado irresponsável a deixa sem dinheiro e a larga em uma cidade completamente desconhecida. Além disso, a jovem protagonista está prestes a dar à luz. Tudo o que vem à mente é ir a um shopping gigante e viver ali em segredo. Mas, felizmente, no mundo há pessoas boas: os locais, conhecendo a história desta menina, decidem ajudá-la. 

 

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WALBER DE MOURA

WALBER DE MOURA AGRA

Congresso deve aprovar emenda que libera eleição direta para presidente neste ano? NÃO

O RISCO DAS SOLUÇÕES IMEDIATAS

Em momentos de quebra de parâmetros da normalidade, em que a crise econômica se soma às intempéries institucionais e morais, a saída mais pragmática seria a convocação de eleições gerais, para o Executivo e para o Congresso Nacional.

Todavia, as soluções mais imediatas e alvissareiras que não estão calcadas na pedra angular do ordenamento, a Constituição, na maioria das vezes redundam em mais instabilidades, quando não em regimes de exceção.

Este é o contexto histórico brasileiro nos dias atuais, em que muitos propugnam uma eleição direta para o Executivo Federal, arrimando-se nas modificações provadas pela lei n° 13.165/2015, denominada de Minirreforma Eleitoral.

Valem-se principalmente do artigo 224 do Código Eleitoral, em que a regra é a convocação de eleições diretas quando houver a dupla vacância, do presidente e do vice-presidente, diante de uma decisão da Justiça Eleitoral.

No entanto, se ocorrer uma renúncia de Michel Temer, teoricamente já estaríamos fora da incidência do caráter normativo citado, pois não se trataria de decisão judicial.

A proposição aqui defendida é a de que, mesmo no caso de decisão da Justiça Eleitoral, incidiria a aplicação do artigo 81 da Constituição, não cabendo discussão, já que é imunizada por sua força normativa.

O mencionado dispositivo constitucional não se refere a qualquer tipo de pressuposto fático, ou seja, sua hipótese é genérica e abstrata, abrangendo todos os casos referentes a essa dupla vacância, quer decorrente de decisão judicial, quer em razão de renúncia.

O fator teleológico da norma do Código Eleitoral não foi o de regulamentar o caso de dupla vacância do Poder Executivo Federal. Seu campo restringe-se às eleições majoritárias nos Estados e nos municípios. E não poderia ser diferente, pois uma norma infraconstitucional não pode revogar um mandamento da Lei Excelsa.

Nem mesmo poderíamos pensar em malabarismos hermenêuticos, como se houvesse espaço para exercício de competência suplementar.

Não há lacunas. Uma declaração de inconstitucionalidade sem redução de texto do artigo 81 seria a subversão do primado da supralegalidade, permitindo que a Constituição perdesse o seu papel de pacto vivencial da sociedade.

Assim, ocorrendo a dupla vacância, seja por renúncia ou perda de mandato de Temer, obrigatoriamente haverá uma eleição indireta, dentro de 30 dias da abertura da vaga, pelo Congresso Nacional.

Em sessão unicameral, será eleito o candidato que contar com a adesão da maioria absoluta dos parlamentares. Uma resolução do Congresso poderia determinar quem estaria em condições de disputar o cargo.

Sobre a possibilidade de uma emenda constitucional que permita eleições diretas, apesar da inexistência de limites formais, a intensidade da crise torna bastante improvável que o país possa suportar semelhante estorvo temporal.

Tentar qualquer tipo de fraude à Constituição, com base em jurisprudências casuísticas, ou voluntarismos jurídicos, bem ao gosto de parte dos operadores do direito, revela-se como um menoscabo ao mínimo denominador comum.

Significaria um retrocesso em direção ao homem sendo o lobo do homem, no sentido hobbesiano.

Os cidadãos, indubitavelmente, são favoráveis a eleições diretas em todos os níveis. No entanto, os subjetivismos jurídicos e o ativismo exacerbado das decisões judiciais provocam um niilismo normativo paradoxal, parecido com o mito grego de Sísifo, fazendo com que, quanto mais se busca justiça tópica, mais injustiça genérica é praticada.

WALBER DE MOURA AGRA, doutor em direito pela Universidade Federal de Pernambuco e pela Facultà degli Studio di Firenze (Itália), é procurador do Estado de Pernambuco

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Congresso deve aprovar emenda

Congresso deve aprovar emenda que libera eleição direta para presidente neste ano? SIM

MUDANÇAS DEVEM SER CONSTITUCIONAIS

Em uma democracia, a eleição deve ser direta, secreta, universal e periódica. Essas são das poucas regras em nossa Constituição que não poderiam ser alteradas, nem mesmo por emenda constitucional.

A própria Constituição, no entanto, abre brechas na norma das eleições diretas. Diante da crise política instaurada nesta semana, o tema ganhou proeminência nacional.

No caso de os cargos de presidente da República e de seu vice serem declarados vagos -por renúncia ou impeachment, por exemplo-, um novo pleito será realizado.

A definição sobre a forma da eleição, direta ou indireta, dependerá do tempo que resta até o fim do mandato. Caso falte mais de dois anos para o término, será direta, cabendo à população a escolha do eleito; caso falte menos de dois anos, será indireta, com os votos apenas de deputados e senadores.

Mas deveríamos, em tempos de internet, redes sociais, urna eletrônica e apuração quase instantânea- suportar os riscos de uma eleição indireta sem qualquer regramento previsto, mesmo que tenha ocorrido a vacância e ainda haja quase dois anos de mandato?

Nossa Constituição foi elaborada há quase 30 anos; deve ceder espaço para atualizações em alguns pontos.

Cumprir a Carta Magna é estar disposto a reforçar seus princípios fundamentais, dando cada vez mais força para a democracia e o seu verdadeiro titular: a população.

Seguindo o procedimento previsto, uma emenda constitucional com o objetivo de ampliar o direito de voto parece ser uma forma exemplar de cumprir nossa lei maior.

Afinal, neste caso, mudar a Constituição é também, em certa medida, cumpri-la. Mas poderia haver a mudança mesmo com um mandato em curso?

Não creio que isso impeça a aplicação imediata. Uma nova regra sobre vacância incidiria sobre o cargo vago e não sobre o preenchido. A regra não se refere ao mandato, mas sim ao vazio deixado -e, se esse vazio ainda não existe, ele pode ser alterado.

Outra discussão comum a respeito do tema é se o artigo 16 da Constituição também se aplica aos casos de vacância. Este dispositivo exige que a alteração do processo eleitoral seja feita pelo menos um ano antes da eleição.

No entendimento do STF, porém, o artigo 16 não diz respeito à vacância, uma vez que não se trata de processo eleitoral (vide ADI nº 4.298).

Embora a Constituição fale em eleição indireta há quase 30 anos, é importante destacar que nosso Congresso ainda não elaborou suas regras. Seria, portanto, obrigado a definir, num momento de alta instabilidade política, uma série de normas para seu funcionamento. Tudo isso, é claro, poderia depois ser questionado, ponto a ponto, no STF. Será que valeria a pena mergulharmos em toda essa incerteza?

Caso o presidente Michel Temer deixe o cargo, uma nova eleição deveria ocorrer. Creio que a alteração da Constituição permitiria que fosse direta. E creio também que afastar a população das urnas neste momento tenderá a afastá-la ainda mais da política. Reverter uma crise não exige justamente o contrário?

Há muitas diferenças entre o querer e o poder, mas talvez inovar na Constituição, permitindo uma eleição direta neste caso, seja melhor do que inovar em toda a normatização, criando diversas regras para eleições indiretas.

DIOGO RAIS, pesquisador do grupo de estudo em inovação da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas, é professor da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie

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Advogados veem indícios de

Advogados veem indícios de que Michel Temer cometeu cinco crimes

Gravações, vídeos e depoimentos de Joesley Batista e outros executivos da JBS têm indícios de que o presidente Michel Temer cometeu ao menos cinco crimes, segundo quatro especialistas ouvidos pela Folha –um quinto especialista não vê crimes. Os crimes vislumbrados são os seguintes: obstrução de Justiça, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa e prevaricação.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi mais sucinto e apresentou indícios de três crimes no pedido de abertura de inquérito enviado ao Supremo: obstrução de Justiça, corrupção passiva e organização criminosa.

"Se há algum crime bem configurado neste caso é o de prevaricação. Todos os outros precisam de mais provas", diz Conrado Hübner Mendes, professor da USP (Universidade de São Paulo).

A prevaricação ocorre quando um funcionário público, como é o caso do presidente da República, toma conhecimento de um crime ou indício e não faz nada. Para Mendes e outros três advogados ouvidos pela Folha, Temer teria que ter avisado a polícia de que Joesley tinha corrompido um procurador e dois juízes –depois o empresário disse que blefava sobre os juízes.

A justificativa de Temer, de que não levou a sério a narrativa de Joesley, é pouco crível, segundo o professor. "É uma tese completamente implausível porque o Joesley estava sendo investigado por uma série de crimes e isso era público. O próprio encontro com Joesley é problemático".

O ex-ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Gilson Dipp também vê indícios suficientes para a abertura do inquérito. "Há gente acusada de obstrução de Justiça que não fez a metade do que o Temer fez", afirma, sem citar explicitamente o ex-presidente Lula.

O principal indício de corrupção passiva, segundo Dipp, aparece no vídeo em que o deputado federal Rocha Loures (PMDB-PR) pega um mala com R$ 500 mil, pagos pela JBS para obter um preço menor de gás na Petrobras. Loures foi indicado pelo presidente para ser interlocutor de Joesley, de acordo com o empresário.

PROVA MAIS DIFÍCIL

Dipp, autor de um livro sobre organização criminosa, diz que a prova desse crime é a mais difícil de ser obtida. "Não é fácil provar organização criminosa porque é preciso mostrar que o presidente fazia parte de um grupo estável que tinha composição hierárquica, com divisão de tarefas, e especificar quais crimes ele teria cometido".

Thiago Bottino, professor da Fundação Getúlio Vargas no Rio, diz que faltam provas de obstrução de Justiça porque não fica claro no diálogo se Temer concorda quando Joesley fala em manter a amizade com o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ou se o OK é para o pagamento de mesada ao ex-deputado e ao operador Lúcio Funaro.

Faltam também, segundo ele, mais elementos para caracterizar corrupção passiva e organização criminosa, "o crime mais difícil de ser provado". Ele pondera, porém, que "há indícios de sobra para investigar Temer", o que é suficiente na fase de inquérito.

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Delator da JBS diz ter pago

Delator da JBS diz ter pago propina a 1.829 políticos eleitos

O ex-diretor de Relações Institucionais da JBS Ricardo Saud contou aos procuradores da Lava Jato ter pago propina a 1.829 candidatos eleitos.

De acordo com o lobista, que firmou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF), um montante de quase R$ 600 milhões foi distribuído como pagamento indevido a 28 partidos da República.

O número representa quase a totalidade de siglas existentes no país. De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o Brasil tem hoje 35 agremiações políticas registradas.

Saud disse aos investigadores que o dinheiro ajudou a eleger 179 deputados estaduais em 23 unidades da federação. Os repasses contribuíram ainda para a vitória de 167 deputados federais provenientes de 19 partidos, 28 senadores da República e outros 16 governadores.

Ele cita entre os beneficiários estão quatro governadores eleitos pelo PMDB, quatro pelo PSDB, três pelo PT, dois do PSB, um do PP e um do PSD. No grupo de senadores estão alguns que não estavam no mandato, outros que disputaram a reeleição e ainda aqueles que se candidataram ao governo de Estados e saíram derrotados das urnas, reassumindo um posto no Senado.

O delator não dá o valor total das propinas de forma precisa, mas estima que "de quase R$ 600 milhões, apenas R$ 10 milhões ou R$ 15 milhões não eram propina".

Saud diz ainda ter contabilizado "todas as pessoas que receberam as propinas direta ou indiretamente". Para ele, os beneficiados sabiam da origem ilícita dos recursos.

"É muito difícil não saber que o PT comprou o partido X ou Y, que o Aécio comprou ou deixou de comprar tal partido", disse. "Se ele [o político] recebeu esse dinheiro, ele sabe que de um jeito ou de outo foi de propina".

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Lula e Dilma receberam US$ 80

Lula e Dilma receberam US$ 80 milhões no exterior, diz Joesley

Os ex-presidentes do PT Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff receberam uma soma de US$ 80 milhões em contas no exterior, segundo delações do empresário Joesley Batista, dono da J&F, empresa que controla o frigorífico JBS, e Ricardo Saud, diretor da empresa. O valor representa mais de R$ 250 milhões, segundo conversão com taxa cambial desta sexta-feira (19). No entanto, esse valor pode chegar a US$ 150 milhões.

No acordo de colaboração enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal), o Ministério Público Federal informa que há relatos de que houve pagamento de vantagens indevidas de US$ 50 milhões a Lula e US$ 30 milhões a Dilma por meio do pagamento de depósitos em contas distintas no exterior. Os valores estão informados em decisão do ministro Edson Fachin, que homologou a delação da JBS.

No depoimento, contudo, Joesley não informa com precisão o montante repassado. "Na fase do presidente Lula, chegou acho que nuns 80 milhões de dólares e depois, na Dilma, chegou nuns 70. Ou o contrário, 70 na do Lula e 80 na da Dilma", afirmou o empresário.

O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega atuaria como intermediário de negócios realizados com o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), Petros (Fundação Petrobras de Seguridade Social) e da Funcef (Fundação dos Economiários Federais) com a finalidade de beneficiar a JBS.

Também foram pagos, segundo Joesley Batista, US$ 30 milhões ao ex-ministro Antônio Palocci para a campanha de Dilma à presidência em 2010.

"Quando foi em 2010, ele era o assessor da campanha da Dilma, e me pediu R$ 30 milhões de doação. Eu achei que tivesse feito tudo por doações oficiais", disse Joesley Batista, em depoimento prestado no dia 3 de maio deste ano.

O empresário afirma que parte dos pagamentos foi feito por meio de notas fiscais frias, dinheiro vivo e também caixa 2.

A JBS tem 220 fábricas em 20 países, incluindo os Estados Unidos e a Austrália, e clientes em todos os continentes. O negócio da família, que começou no interior de Goiás na década de 1950, mudou-se depois para Brasília. Cresceu nos anos seguintes, mas o grande salto veio na era Lula.

Em 2005, partiu para expansão internacional na Argentina. Dois anos mais tarde, com a ajuda do BNDES, mudou de patamar. O banco injetou R$ 1,1 bilhão na empresa para viabilizar a compra da Swift nos EUA e na Austrália. A JBS virava, assim, a maior produtora de carne bovina do mundo.

OUTRO LADO

Os advogados de Lula informaram, por meio de nota, que as afirmações de Joesley Batista em relação ao ex-presidente não decorrem de contato com ele, mas "de supostos diálogos com terceiros, que sequer foram comprovados". "Todos os sigilos - bancário, fiscal e contábil - foram levantados e nenhum valor ilícito foi encontrado, evidenciando que Lula é inocente", diz o texto.

A presidente Dilma Rousseff divulgou nota na qual diz que a única saída para a crise são eleições diretas e diz que o país está sem rumo "diante das graves acusações lançadas nos últimos dias".

A defesa de Antonio Palocci afirmou que o ministro só se pronunciará nos autos.

A reportagem não localizou o ex-ministro Guido Mantega. 

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JBS diz em delação que Temer

JBS diz em delação que Temer herdou R$ 15 milhões de conta de Mantega

O diretor da JBS Ricardo Saud disse, na sua delação premiada ao Ministério Público Federal (MPF), ter viabilizado pagamentos num total de R$ 15 milhões a pedido do presidente Michel Temer em 2014, quando ele ainda ocupava o cargo de vice-presidente.

O valor era proveniente de um "saldo" de negócios do grupo de Joesley Batista junto ao BNDES e era usado para financiar campanhas do PT. Porém, após acerto com o então ministro da Fazenda Guido Mantega, que controlava o uso desses recursos, ficou acertado que R$ 15 milhões seriam repassados a destinatários indicados por Temer.

O PMDB era coligado ao PT nas eleições em 2014, na chapa que concorria ao Palácio do Planalto e se saiu vencedora, elegendo Dilma Rousseff e Temer.

De acordo com Saud, delator da Lava Jato, ele foi a Brasília em 18 de agosto para avisar Temer que o montante seria liberado após acerto com Mantega.

No encontro ficaram acertaram os destinatários: R$ 1 milhão seria entregue em dinheiro no endereço da empresa Argeplan Arquitetura e Engenharia, em São Paulo. A Argeplan foi alvo de mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (18) durante a Operação Patmos. Um dos sócios da empresa é o coronel aposentado João Baptista Lima Filho, amigo pessoal de Temer.

A maior parte do dinheiro, R$ 9 milhões, seria paga de forma "dissimulada" como doações oficiais ao Diretório Nacional do PMDB por meio de cinco depósitos.

Saud conta ainda que o grupou repassou, via caixa 2, R$ 2 milhões à campanha de Paulo Skaf, presidente da Fiesp, ao governo de São Paulo pelo PMDB. De acordo com o delator, o valor foi pago à JEMC consultoria, ligada ao publicitário Duda Mendonça.

Os R$ 3 milhões restantes teriam sido enviados em dinheiro ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por meio do emissário Altair Alves Pinto.

Procurada sobre a delação, a Presidência da República afirmou que "todo o recurso recebido na campanha foi oficial".

 

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Janot vê indícios de que

Janot vê indícios de que Temer cometeu três crimes

No pedido de abertura de investigação feito ao STF (Supremo Tribunal Federal) sobre Michel Temer, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vê indícios da existência de três crimes: obstrução de Justiça, corrupção passiva e organização criminosa no âmbito da delação premiada dos irmãos Batista, do grupo JBS.

"Importante registrar que um dos delitos em tese cometidos é o de corrupção passiva, o qual, como é sabido, pressupõe justamente o exercício de cargo, emprego ou função pública por parte do agente", disse Janot para justificar a necessidade de inquérito.

Os empresários Wesley e Joesley Batista entregaram aos procuradores uma gravação em que Temer dá aval a um pagamento para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do doleiro Lúcio Funaro, informou reportagem do jornal "O Globo". Os dois já estavam presos pela Lava Jato.

São alvos da mesma investigação o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o deputado federal Rodrigo Loures (PMDB-PR), ambos afastados de seus cargos.

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                PAINEL

Despertador Nas primeiras horas da manhã desta sexta (19), a cúpula do Planalto já havia recebido o resultado preliminar da perícia feita a pedido do governo no áudio de Joesley Batista com Temer. A análise levantou a possibilidade de que Joesley tenha enxertado ruídos para disfarçar os cortes.

Altas horas Os profissionais acionados pelo Planalto trabalharam a madrugada inteira na análise minuciosa do áudio. Com a confirmação de que a gravação foi editada, auxiliares de Temer oscilaram entre a euforia e o ódio. “A bolsa perdeu R$ 219 bilhões”, repetia um aliado do peemedebista.

Veredito Está nas mãos da presidente do Supremo, Cármen Lúcia, pautar discussão sobre um questionamento da Procuradoria-Geral da República a respeito de divergência entre o que diz a Constituição e o que diz um recente projeto de lei sobre vacância de cargo após o segundo ano de mandato.

Veredito 2 O relator da ação é o ministro Luís Roberto Barroso. Ele liberou o caso para votação em outubro do ano passado. Em tese, o Supremo pode definir de uma vez se, em caso de cassação pelo TSE, eleição direta seria a opção legal. Há divergência na corte, porém, sobre esse entendimento.

Sinais Magistrados observaram que, no editorial em que pregou a renúncia de Temer, “O Globo” pediu a observância da Constituição, o que foi visto como gesto na direção de eleições indiretas, conduzidas pelo Congresso. A aposta é que caberá ao Supremo estabelecer as regras para o processo.

Game over Integrantes do Senado dizem que não há dúvida de que a Casa vai cassar Aécio Neves, afastado do mandato após ser flagrado em grampo pedindo dinheiro a Joesley Batista.

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O mundo encantando da JBS Em

O mundo encantando da JBS

Em entrevista em 2014, Ticiana Villas Boas, mulher de Joesley Batista, dono da JBS, falava de seu casamento “com um empresário rico”.
Perguntada sobre o que era a melhor coisa de ter dinheiro, a então âncora do Jornal da Band respondeu:

— É não ter que fazer conta, poder sair para jantar na hora que quiser, no restaurante que quiser, poder reformar sempre a casa, ter funcionários…

E continuou:

— Tenho medo de sair da realidade. Por exemplo, quando chego em casa, o meu carro já está abastecido. Um dia percebi que não sabia o preço do litro da gasolina!

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A guerra da brotolândia Ruy

A guerra da brotolândia

Ruy Castro

 Uma das qualidades de "Elis", o filme de Hugo Prata sobre Elis Regina, agora em DVD, é que o que foi deixado de fora da vida da cantora daria para fazer outro filme. Há, por exemplo, a conspícua ausência de Tom Jobim na história. Algum desentendimento com a família Jobim? É a única explicação para não se mostrar Tom e Elis em "Águas de Março", um momento mágico na carreira de ambos.

Outras pessoas decisivas na trajetória de Elis também ficaram ocultas por elipse: o produtor Roberto Jorge, que a levou ao Beco das Garrafas; Edu Lobo, um de seus primeiros amores e compositores; Solano Ribeiro, o criador dos festivais e também namorado; o jornalista Walter Silva; o casal Laurinha e Abelardo Figueiredo, seus amigos; o costureiro Dener; o produtor Roberto Menescal; muitos mais. E teria sido engraçado mostrar Elis, 1,54m, tentando ofender Claudette Soares, 1,49m, chamando-a de "Tampinha!".

O pai de Elis, Romeu, aparece de forma não muito lisonjeira. Pela amostra, pode-se imaginar o que não fariam de sua mãe Ercy, detestada pelos amigos da filha por se meter em tudo, até no que não lhe competia. Para Ronaldo Bôscoli, ela era "uma lavadeira que pariu um canário".

Para mim, a principal omissão do filme se refere ao que aconteceu a Elis antes de sua "chegada ao Rio", no dia 1º de abril de 1964. Elis vinha regularmente ao Rio desde 1961, para lutar (contra sua vontade, espero) pelo trono de rainha da brotolândia, deixado vago por Celly Campello. Suas adversárias, com quem disputava as páginas da "Revista do Rádio" e os auditórios da TV Rio e da Rádio Mayrink Veiga, eram Wanderléa, Rosemary e Meire Pavão. Nessa fase, Elis gravou quatro LPs ruins —o que é muito para ser ignorado.

Wanderléa ganhou a disputa pela brotolândia. Em troca, Elis se tornou a maior cantora do Brasil.

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Sem renúncia de Temer, resta

Sem renúncia de Temer, resta o impeachment

Ronaldo Caiado

Os acontecimentos desta semana, que sepultaram o governo Temer, evidenciam o estado terminal da política brasileira —e devolvem a economia à UTI, para onde a gestão desastrosa do PT a havia conduzido. Economia e política são, na verdade, indissociáveis.

Não é possível que uma esteja sã quando a outra está doente. A esperança de que o governo Temer representasse efetiva mudança no país, depois de 13 anos de escândalos e gestão temerosa, fez com que a economia, ainda sem melhorar, parasse ao menos de piorar.

Mas o governo Temer frustrou essa expectativa. Perdeu a oportunidade histórica de atender o clamor da sociedade, que, em megamanifestações de rua, sem precedentes na história do país, pedia justiça, transparência e elevação do padrão moral da política.

Temer, inversamente, optou por formar um ministério em que figuravam alguns personagens associados às piores práticas. Em vez de um governo de notáveis, optou por um governo de notórios.

Não podia dar certo. A cada ministro que saía, envolto em escândalos, a reputação e a confiabilidade do governo derretiam. Se a economia, entregue à gestão de técnicos competentes, continha a sangria herdada do desgoverno anterior, a credibilidade política, que deveria avalizá-la, definhava. A melhora dos indicadores, anunciada com euforia, não tinha sustentabilidade política.

Dependia de reformas, sobretudo a da Previdência, que o governo, mesmo antes das denúncias desta semana, não estava em condições morais de impor à sociedade. Agora, muito menos.

Um governo desacreditado não pode pedir sacrifícios à sociedade, sobretudo a uma já suficientemente penalizada, com 14 milhões de desempregados, perplexa diante do circo de horrores que a Lava Jato exibe há mais de três anos.

O país só terá condições de retomar a agenda reformista —e com ela a restauração efetiva da economia— em outro ambiente político.

O governo Temer acabou. O presidente, político experiente e pragmático, sabe disso, mas insiste em desafiar a crise, em defesa de sua imunidade institucional. O cargo lhe garante foro privilegiado. Com isso, presta um desserviço ao país —e a si mesmo.

Renúncia, em prol de algo maior —no caso, o interesse público—, é também ato de grandeza. Temer está diante de um momento decisivo de sua biografia, em que definirá em que termos a história irá tratá-lo. Se insistir em ficar, será supliciado.

Não estão em pauta suas chances de absolvição no campo jurídico. Politicamente, ele já foi condenado pelo conjunto da obra. Convém lembrar que Fernando Collor, condenado politicamente, foi absolvido pelo STF. O tribunal político tem régua própria —e é implacável quando se quebra o cristal da confiança.

É possível ainda que o presidente caia em si e perceba que o melhor serviço que pode prestar à recuperação da economia é permitindo a salvação da política.

Não percebeu que reformas de tamanha profundidade —e aí destaco a da Previdência, por sua profunda repercussão na vida de cada trabalhador— não se restringem à contagem de votos no Parlamento. É preciso que tenham a chancela do cidadão, que só a dará mediante o fator confiança, que inexiste.

Sem renúncia, resta o doloroso caminho do impeachment ou o (mais provável) da cassação da chapa Dilma-Temer. Só eleições diretas podem renovar e oxigenar o ambiente poluído da política. Crise política se resolve com política. E a necessária mudança constitucional pode ser obtida por um pacto suprapartidário que contemple, enfim, a voz das ruas. 

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Por que alguém inteligente

Por que alguém inteligente pode ser voluntariamente ingênuo?

Luís Francisco Carvalho Filho

Psicanálise selvagem é a interpretação amadora ou inexperiente dos sintomas, sonhos, palavras e ações de seres humanos. Freud a vincula à ignorância e, por ser o meu caso, não me arriscaria a diagnósticos. Muito além das questões jurídicas, a curiosidade em torno do inconsciente lança o desafio de perguntar.

A Lava Jato caminha desde 2014 e todos sabem que, dia a dia, o cerco se fecha. A perda da realidade, sintoma associado à psicose, explicaria conversas absolutamente comprometedoras que homens públicos calejados mantiveram com empresário investigado em várias frentes da Justiça Criminal?

Conversavam com um amigo? Temer e Aécio eram amigos de Joesley Batista, que por sua vez era amigo de Eduardo Cunha (e por isso ajudava sua família), assim como Lula era amigo de outros? Por que políticos mudam de amigos quando sobem a escada do poder? Os novos amigos, além do conforto material, são capazes de oferecer o conforto moral das antigas amizades? Amigos delatam?

A perda da realidade se vê em situações singelas também, como no nepotismo, cada vez mais inusitado. Sabem que não podem nomear parentes, mas parentes são nomeados, o que gera ações de improbidade, descrédito e prejuízos eleitorais.

Além das mentiras compulsivas, não só nas campanhas, homens públicos deixam-se levar pelo devaneio (sonho diurno) e materializam seus desejos misturando o que não lhes pertence com o que gostariam de ter ou confundindo gestos de amizade com presentes caros e favores inconfessáveis, que geralmente resultam em pequenas ou grandes vantagens?

O que dizer da vaidade desmesurada, do sentimento de intan- gibilidade, do cinismo?

Por que as pessoas só enxergam a vilania dos homens públicos das outras correntes políticas? Por que a paixão se instala na política? Por que alguém inteligente pode ser voluntariamente ingênuo ou desviar o olhar do que, por ideologia ou medo da frustração, não gostaria de ver?

Temer, no seu primeiro pronunciamento, foi assertivo: "Não renunciarei" –e repetiu a frase bombástica para aplauso tímido de reduzida plateia. Não poderia o presidente da República dizer tudo o que disse, sem utilizar a palavra maldita (para qualquer governante), afirmando, por exemplo, que o seu trabalho seguiria firme e resoluto na direção da recuperação econômica? É só involuntária oferta de mais um refrão para seus adversários ou é ato falho, lapso de palavra, indicativo de que a renúncia está no horizonte?

O estado é de tensão e nebulosidade. A economia volta a desmoronar. O Brasil parece uma empilhadeira de crises.

Lula quer diretas já para ter o veredito do povo e fugir de sentenças judiciais. Apesar de a renúncia e o impeachment serem capazes de levar Temer para as barras dos tribunais, a permanência no Palácio do Planalto também lhe concede uma sobrevida. Quando sai apressado, é visível o estratagema do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), o primeiro na linha sucessória, de fingir que fala ao telefone para fugir da imprensa. Será que ele tem estampa presidencial, ainda que transitória? E o presidente do Senado?

Enquanto o futuro se desenha, psiquiatras e psicanalistas podem ajudar a explicar os contornos desse drama.

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Conspiração? Hélio

Conspiração?

Hélio Schwartsman

Michel Temer foi vítima de uma conspiração? A resposta é complexa. Toda gravação não anunciada envolve algum grau de armação. Isso vale tanto para um flagrante preparado (ilegal) quanto para um grampo autorizado pela Justiça (legal). O fato de a pessoa monitorada não ter ciência de que suas falas estão sendo registradas para servir como prova implica que ela está sendo de algum modo ludibriada.

Antes de aplaudir ou esconjurar a fita, porém, tente se lembrar de como você avaliou a divulgação do famoso diálogo em que Dilma nomeava Lula para um ministério, que contribuiu decisivamente para a falência do governo petista. Os dois casos guardam muitos parentescos, de maneira que não deveriam, racionalmente, provocar reações muito divergentes.

No plano jurídico, a situação do presidente não é tão ruim. Para além da discussão técnica sobre a licitude da gravação, as respostas que Temer dá ao interlocutor não são aquilo que o vulgo chamaria de batom na cueca. Elas conservam a ambiguidade necessária para a negação plausível.

O problema é que não podemos analisar só as respostas. O contexto também importa. E, se há algo que me parece indefensável, é que Temer tenha ouvido todas as barbaridades confessadas por Joesley Batista sem tomar nenhuma atitude. Como presidente, o mínimo que ele precisava ter feito, nem que fosse para se precaver, seria alertar autoridades policiais do que acabara de testemunhar.

E não é só. Temer também encaminha Batista para o deputado Rocha Loures para resolver uma pendência pouco republicana —e o parlamentar, homem de confiança do presidente, depois é flagrado recebendo propina e atuando como um supermercado de vantagens indevidas.

Seja ou não resultado de uma conspiração, a fita com Temer já produziu efeitos políticos cataclísmicos que são o resultado de verdades que descobrimos sobre o presidente. E não dá para brigar com verdades. 

 

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O maior golpe em todo o Brasil? Será? Temer inocente!

Podemos estar à frente de a maior armação que se fez nos últimos anos, uma forma de viabilizar o governo Temer até 2018 e desmoralizar um monte de gente, então vejamos como.

O jornal Folha de São Paulo apresentou um artigo em que diz que o áudio do Temer tem cortes no meio da frase, podendo indicar uma edição, ou seja, o áudio seja falso (http://www1.folha.uol.com.br/.../1885725-audio-de-joesley...).

Como os delatores não utilizaram nenhuma delação premiada, logo eles podem mentir a vontade que não é crime, logo tudo que dizem pode ser uma imensa armação.

Se o áudio foi editado, Temer ganha uma sobrevida e todos que embarcaram na farsa ficam desmobilizados e desmoralizados, o áudio do Aécio, que tem mais detalhes pode ser uma conversa real de pedido de dinheiro para "investimentos" em negócios muito escusos com a famiglia Perela que nada tem com a política.

Esta imensa armação paralisaria qualquer investigação sobre tudo.

Imaginem se provam que o áudio é editado, todo mundo fica de cara, oposição no congresso, Fachin, Supremo e a população que saiu as ruas pedindo a demissão de Temer.

Por estas tantas os manos juntam o seu dinheiro, fecham o acordo de leniência com os USA, ganham um belo green card e se mandam para lá dando uma banana para todos.

O Temer pousa de vítima, passa as reformas, e continua tudo antes como no quartel de Abrantes, em 2018 pode até ter eleições e até o Lula pode ganhar, pois tudo já estará feito e o país falido, se o Lula quiser vai ficar batendo a cabeça contra um muro e um país falido.

Há um ditado que muitos conhecem que diz: 

QUANDO A PROMESSA É DEMAIS ATÉ O SANTO DESCONFIA.

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Ivan de Union

Milagre demais eh "mais de 50

Milagre demais eh "mais de 50 cortes" em uma gravacao feita por um empresario, Maestri.

Nao soa verossimil e ta mais pra tipica conversa de advogado mesmo.

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Sem valor legal, gravação de

Sem valor legal, gravação de Joesley mostra duas conspirações

Demétrio Magnoli

Temer acusa uma conspiração contra a Presidência -urdida, na falta de outra hipótese, pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, com amparo de Edson Fachin. Janot acusa uma conspiração contra o sistema de Justiça, urdida por Temer. Quem tem razão? A resposta, deploravelmente, é: os dois.

A gravação clandestina de Joesley não possui valor legal, por não ter sido autorizada por um juiz. Mas foi admitida a priori por Fachin, que colocou Temer sob investigação. Segundo a versão oficial, o empresário-bandido não combinou a operação com a PF ou o MP, mas os termos de sua delação premiada, ainda mais brandos que os concedidos a Marcelo Odebrecht, induzem a uma suspeita razoável.

Se, de fato, a gravação foi uma armadilha montada junto a policiais e procuradores, o áudio converte-se em prova do crime de abuso de autoridade.

O vazamento à imprensa da informação sobre o áudio, obra óbvia de alguém da PF ou do MP, precedeu em um dia inteiro a divulgação, por Fachin, do inteiro teor da conversa. A informação vazada foi convenientemente apimentada, de modo a alcançar os explosivos efeitos políticos desejados.

De acordo com a versão inicial, Temer estimulava Joesley a pagar o silêncio de Eduardo Cunha. Mas o áudio fica longe de evidenciar uma deliberada ação conjunta de obstrução de Justiça. No mundo normal da democracia e do Estado de Direito, Janot deveria se sentar no banco dos investigados.

Qual é a motivação dos conspiradores da PF e do MP? Nutrem eles a ambição messiânica de "limpar o Brasil", por cima da política, erguendo-se à condição de Poder Moderador? Ou, como sugeriu Temer, agem como representantes de corporações dispostas a tudo para proteger seus privilégios ameaçados pela reforma previdenciária? As duas alternativas, não excludentes, indicariam um grau trágico de degeneração institucional do país.

"A montanha pariu um rato", proclamou Temer, revelando o mesmo descolamento da realidade que contamina tantos figurões da nossa república do compadrio e da propina. O diálogo entre o presidente e seu estimado bilionário só não provoca asco terminal em espíritos adormecidos por uma cepa incurável de cinismo político.

Ali está, na residência presidencial, à sombra da noite, em furtivo encontro não agendado, um bandido que narra os seus crimes presentes e anuncia crimes futuros a um interlocutor complacente, docemente enlevado. "Um rato"? Não seria, mais precisamente, uma dupla de ratos?

Se a gravação tivesse valor legal, ela provaria que Temer incorreu em crime de prevaricação, acumpliciando-se passivamente com pelo menos três atos de obstrução de Justiça. O presidente tinha o dever de dar voz de prisão ao bandido que, falando ou não a verdade, confessava a compra de um procurador, de um juiz e do silêncio de um potencial delator. No lugar disso, o que se ouve são murmúrios de aprovação, afagos amigáveis, sutis indícios de cooperação. "Rato", você disse? Sim, a palavra apropriada talvez seja essa mesmo.

Na Justiça, se ela existe, o áudio será descartado. Mas, na esfera da política, tanto quanto no episódio de Dilma e Lula, o áudio permanecerá -junto a seu contexto. A delação da JBS menciona um histórico de propinas. Um certo Loures, célebre porta-valises do presidente, parece envolvido no mesmo tipo de transações com dinheiro vivo às quais se dedica um certo Aécio. Joesley, "rato" premiado com uma vida de prazeres em Nova York, não caiu do vácuo na garagem privativa do presidente. A montanha pariu o colapso do governo.

Temer tinha duas razões de ser: a estabilidade constitucional da transição e as reformas destinadas a salvar a economia das implicações do lulopetismo. Depois de Joesley, ambas dissiparam-se. O presidente, "repito", não renunciará.

Os decentes, dentro e fora do governo, renunciarão a ele. O resto cabe ao TSE.

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É preciso defender o Estado

É preciso defender o Estado de Direito

André Singer

Como é flagrante, não tenho qualquer simpatia pelo governo golpista e ultraliberal de Michel Temer. No entanto, há uma série de enigmas sobre o que ocorre desde a quarta-feira passada, quando o país entrou em Estado de atenção. Vejamos.

No começo da noite do referido 17/5, colunista estrelado do maior grupo de comunicação do país divulgou pela internet que o dono do maior frigorífico do planeta tinha gravado o chefe de Estado do Brasil negociando a compra de silêncio do ex-presidente da Câmara dos Deputados, peça chave no golpe parlamentar que derrubou Dilma Rousseff. Tida como certa, a notícia, que logo inundou os telejornais, causou um terremoto, com debandada nas bases governistas.

Tal como no fatídico 16 de março de 2016, em que a divulgação de conversa privada entre Dilma e Lula reuniu um grupo à frente do palácio para protestar contra o ex-presidente ter sido nomeado para a chefia da Casa Civil, dessa vez protestos anti-Temer na praça dos Três Poderes ganharam projeção nas telinhas país afora. A quem interessava criar o clima de que havia uma demanda popular pela queda do governo?

Nas horas seguintes, enquanto o atual ocupante da cadeira presidencial decidia o que fazer, a pressão pela renúncia alcançava alta temperatura. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, cujo nome circulava como possível sucessor por via indireta, postou na quinta-feira (18) texto no Facebook, repercutido pela mídia por volta da hora do almoço, falando em necessidade de "gestos de renúncia".

Por fim, no meio da tarde, pouco depois das 16h, Temer fez pronunciamento particularmente firme para seus padrões melífluos, em que repetiu duas vezes a decisão de não renunciar. Além de afirmar que permaneceria no posto, o comandante do PMDB exigia que as gravações fossem divulgadas. Três horas depois, quando, por fim, o áudio tornou-se público, pode-se verificar que a principal acusação propalada não se confirmava. A quem interessava, então, forçar a renúncia?

O diálogo entre Temer e Batista contém elementos graves, que podem até mesmo justificar a queda do mandatário. Há indícios de prevaricação e de recebimento de propina. Tudo, no entanto, precisa ser verificado com cuidado e atenção aos detalhes específicos e probatórios, tal como, tenho insistido aqui, deve ser feito em relação ao ex-presidente Lula.

Temer está sentindo na pele a mesma metodologia usada contra Dilma e o PT, mas não será por meio dela que voltaremos à normalidade democrática. Forças que se movem sem mostrar a cara, e cujos interesses não se explicitam, nunca produzem bons resultados. Os democratas precisam fincar pé na defesa do Estado de Direito, da Constituição e da lei. 

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De Ravensbrück para o

De Ravensbrück para o Rio

Mario Sergio Conti

Dois livros que saíram há pouco falam de prisões preventivas como método para obter delações premiadas e incriminar políticos. Mas eles não dizem respeito ao que se passa no Brasil de nossos dias. Seu ambiente é a Alemanha de há 80 anos.

"Ravensbrück", editado pela Record, é um cartapácio de 924 páginas com 2.000 fontes na bibliografia. A inglesa Sarah Helm adota como eixo uma questão da atualidade, o feminismo, para contar com emoção a história do único campo de concentração para mulheres, Ravensbrück.

Já "Olga Benario Prestes", publicado pela Boitempo, tem pouco mais de cem páginas e é tão contido que às vezes parece um relatório. Ele se baseia praticamente num só arquivo, o da Gestapo, a polícia secreta do Terceiro Reich. Apesar da frieza, o livro foi escrito por Anita Leocadia Prestes, a filha de Olga Benario.

A história delas é conhecida. Quadro comunista, Olga foi designada pela Internacional para acompanhar Luiz Carlos Prestes na sua volta ao Brasil, em 1935, onde foi presa. Vargas a mandou de volta à Alemanha para adular Hitler. Como estava grávida (de sete meses), sua expulsão teve o beneplácito servil do STF.

Presa "preventivamente" em Ravensbrück, Olga jamais foi processada. Deu à luz na prisão a Anita, que com catorze meses foi entregue à avó paterna. Os nazistas a atormentaram por seis anos a fio para que delatasse seus camaradas. Como prêmio, diziam-lhe, seria libertada, ficaria com a filha.

Olga foi assassinada em abril de 1942. Ao entrar em Ravensbrück, três anos depois, o Exército Vermelho encontrou 3.500 mulheres –das 130 mil que por ali passaram. Com a divisão da Alemanha, o campo ficou na zona soviética. Os stalinistas transformaram Olga em ícone da resistência ao nazismo.

Os arquivos da Gestapo foram levados a Moscou e lá ficaram, trancados. O acesso público a eles começou há apenas dois anos. Descobriu-se um dossiê de 2.000 páginas sobre Olga, a maior coleção de documentos a respeito de uma vítima do nazismo.

O material, riquíssimo em termos históricos, é de cortar o coração por incluir cartas da prisioneira. São nove para Prestes, preso no Rio; 12 para a sogra, que criava Anita; e uma para a própria mãe, Eugenie, com quem estava rompida (pede que a avó conheça a neta, e ela se recusa porque Olga era comunista; Eugenie foi morta anos depois em Auschwitz).

Nos dois livros, Olga aparece então em três registros. Para a Gestapo, ela era uma comunista fanática, uma judia provocadora e astuta. O fanatismo, porém, é dos nazistas: eles lhe confiscam "Iracema" porque o romance de José de Alencar "difama um governo ordeiro".

Em Ravensbrück, era tida por afetuosa e forte. Responsável por um bloco de prisioneiras, certa vez ela permitiu que uma menina cigana de três anos, que estava doente, continuasse na cama de manhã. A criança tinha a mesma idade de Anita. Uma guarda descobriu, pegou a menina pelos cabelos e a afogou.

Nas cartas, Olga finalmente fala por si mesma. O que se vê é uma moça alegre e amorosa, de menos de 30 anos, que não se queixa, consola o marido distante e se preocupa com a educação da filha.

Nas entrelinhas, percebe-se que ela se sabia condenada, como quando diz a Prestes que se vê "construindo castelos de cartas sobre o nosso futuro juntos".

Uma das maneiras de se ler os livros de Sarah Helm e Anita Prestes é trazê-los para o presente. Para indagar: o que faria você se tivesse que optar entre trair companheiros políticos ou ficar com a filha? Os laços familiares valem mais que os políticos?

A resposta positiva é a dos delatores. Eles dizem: preciso salvar a própria pele e cuidar da família, danem-se os aliados de ontem. Isso implica, porém, em concordar com os nazistas: Olga era uma fanática que pôs a política acima do sangue.

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OS PIORES CANTORES DA

OS PIORES CANTORES DA HISTÓRIA DA MÚSICA BRASILEIRA

Quais são os seus cantores favoritos? E aqueles que você não suporta ouvir a voz? Cada um tem as suas preferências, inclusive quando o assunto é música. Assim, o que é agradável para os ouvidos de um, pode ser um tormento para os ouvidos de outro, e vice-versa. Apesar disso, decidimos saber qual é a opinião da maioria e perguntamos aos leitores da Bula quais são os piores cantores da história da música brasileira.

As respostas obtidas foram variadas e contemplam díspares perfis e gêneros musicais. No entanto, alguns artistas lideraram a enquete e foram agraciados com o “Troféu Joinha” de piores cantores do país, do Bula Award.

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Dinho Ouro

Dinho Ouro Preto

 

 

 Fernando de Ouro Preto, mais conhecido como Dinho Ouro Preto, é vocalista da banda Capital Inicial. Nascido no Paraná, ele foi aceito como vocalista do grupo em 1983, quando tinha 19 anos. Em 1993, decidiu seguir carreira solo, mas não obteve sucesso. Após a aventura, Dinho acabou retornando ao Capital Inicial em 1998.

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Fábio Júnior Fábio Corrêa

Fábio Júnior

Fábio Corrêa Ayrosa Galvão, o Fábio Júnior, começou a carreira artista na infância com os irmãos, cantando em grupos como Os Namorados e Os Colegiais. Mais tarde, nos anos 1970, ele tentou se lançar na carreira solo gravando canções em inglês e utilizando os nomes artísticos Uncle Jack e Mark Davis. Sem sucesso na música, Fábio acabou se tornando ator e protagonizou novelas e filmes. Somente na década seguinte ele retornou aos planos iniciais e lançou o primeiro LP. Três anos mais tarde, abandonou completamente a TV e o cinema para se dedicar à música.

 

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Gusttavo Lima    Nascido no

Gusttavo Lima

 

 Nascido no interior mineiro, Gusttavo Lima é o nome artístico de Nivaldo Batista Lima. O cantor sertanejo iniciou a carreira aos 9 anos tocando no trio Remelexo, que era formado por seus irmãos mais velhos. Em 2009, Gusttavo conseguiu gravar o seu primeiro disco e alcançou o topo das paradas em Minas Gerais com a canção “Rosas, Versos e Vinhos”. Mais tarde, a música entrou para o ranking Brasil Hot 100 Airplay, fazendo-o ganhar destaque nacional.

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Joelma Joelma da Silva

Joelma

Joelma da Silva Mendes, mais conhecida como Joelma, foi vocalista da Banda Calypso entre 1999 e 2015. Em 2016, após separar-se do marido, Ximbinha, que também integrava o grupo, ela decidiu retomar a carreira solo. Na juventude, cantou na banda Fazendo Arte, por seis anos. No entanto, foi apenas em 1997 que ela lançou o seu primeiro CD solo, produzido por Ximbinha. Durante as gravações os dois se envolveram amorosamente, lançando a banda Calypso três anos mais tarde.

 

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 Latino   Latino é o nome

 Latino

 

Latino é o nome artístico do cantor Roberto de Souza Rocha. Ele começou a carreira nos anos 1990, com sucessos como  “Me Leva”, “Não Adianta Chorar” e “Só Você”. Após um período fora de cena, Latino voltou a ganhar destaque em 2005, com a música “Festa no Apê”. Em 2012, o cantor postou um vídeo em seu canal no YouTube com a versão brasileira do hit coreano “Gangnam Style”, com o título “Despedida de Solteiro (Laçar, Puxar, Beijar)”. O clipe recebeu uma chuva de críticas dos internautas, que acusaram Latino de plágio. A conta foi fechada depois de receber mais de 100 mil “Não Gostei”.

 

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 Luan Santana      Luan

 Luan Santana

 

 

 Luan Rafael Domingos Santana, mais conhecido como Luan Santana, canta desde os 4 anos, mas lançou seu álbum de estreia profissional apenas em 2009. À época, ele alcançou as paradas com a música “Meteoro”. Sucesso principalmente entre o público feminino adolescente, em 2016 o cantor lançou o seu quinto álbum ao vivo. Luan Santana é considerado símbolo de uma nova geração do sertanejo, o “popnejo” ou sertanejo universitário.

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Michel Teló   Michel Teló é

Michel Teló

 

Michel Teló é um cantor paranaense que ficou mundialmente conhecido pelo hit “Ai, se eu te Pego”. Teló ganhou destaque em 1994, como vocalista do grupo Tradição. Em 2009, ele lançou o primeiro álbum solo, com apenas dois singles: “Ei, Psiu! Beijo Me Liga” e “Amanhã Sei Lá”. A partir daí, o cantor ganhou cada vez mais visibilidade em todo o país, e também fora dele, com suas músicas “chiclete”.

  

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Mr. Catra   Wagner Domingues

Mr. Catra

 

Wagner Domingues Costa, o Mister Catra, iniciou a carreira nos anos 1980 como guitarrista de uma banda de rock chamada O Beco. Durante os anos 1990, o cantor fez incursões pelo hip-hop. No entanto, foi o funk que o ajudou a trilhar o caminho do sucesso. Nos anos 2000, Catra começou a obter notoriedade em todo o país com seus funks paródicos, como “Adultério”, paródia do hit dos anos 1980 “Tédio”.

  

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Paula Fernandes       Paula

Paula Fernandes

  

 

 Paula Fernandes começou a carreira na infância, cantando em igrejas católicas. Ela chegou a lançar um CD country em 1993, mas não obteve sucesso. A cantora não desistiu e lançou outro álbum, que também não rendeu. Apenas na terceira tentativa, quando assinou com a Universal Music Brasil, uma de suas músicas ganhou destaque nacional. “Pássaro de Fogo” ganhou as paradas de sucesso e lançou Paula Fernandes para o Brasil.

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