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Macuné

Apaece mais uma APA dos Marinho, donos da Globo

Paraty House não é o único playground dos Marinho na região de Angra

publicado em 17 de fevereiro de 2016 às 01:55 no Vi o Mundo

“Para conhecimento de vocês, eu tenho um contrato assinado para vender uma ilha das Organizações Globo”, revelou. De acordo com o ex-diretor, a ilha situa-se na rodovia Niterói-Manilha. Ele frisou que o contrato firmado com as organizações da família Marinho era para que a Costa Global procurasse um leasing imobiliário para vender a área. Segundo ele, o objetivo do negócio era dar apoio para a operação offshore que atuaria para empresas que trabalhavam com a Petrobras, com a Shell, e com outras empresas que têm atividades de produção na Bacia de Campos. “Até para as Organizações Globo estamos prestando serviço”, reafirmou Paulo Roberto. O ex-dirigente disse ainda que constituiu a Costa Global em 2012, após sua saída da estatal. Ele contou que a sua filha, Arianna Azevedo Costa Bachmann, é sua sócia e que a empresa possui 81 contratos firmados. Da Carta Maior, sobre Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras e delator da Lava Jato, em depoimento a CPI no Senado

Pérola no mercado imobiliário: Alex Meyerfreund, herdeiro da família que fundou a fábrica de chocolates Garoto, colocou à venda sua ilha particular na baía de Ilha Grande, em Angra dos Reis. A casa-sede, localizada em uma área com 99% de mata atlântica, reúne sala de estar, jantar e jogos, além de academia, spa, sauna úmida, adega subterrânea, cinco suítes com varandas em bangalôs e uma suíte máster de 135 m². O preço? Em torno de US$ 15 milhões. Do Glamurama, em 23.10.2008

Era comum vê-lo a bordo da lancha Miss Globo na região de Angra dos Reis e Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Uma companhia constante e inseparável nos mergulhos em Angra era a do filho José Roberto, que herdou do pai o fascínio pelo mar. Em depoimento ao Memória Globo, ele conta que começou a praticar o esporte, com o pai, aos 12 anos. “Era um programa muito prazeroso. Sair de barco e ir a lugares lindos. Depois, passei a tomar conta dele nas pescarias”. José Roberto lembra dos badejos que pescava com o jornalista nas águas de Angra dos Reis e Paraty. Da Memória oficial de Roberto Marinho

Por TC, especial para o Viomundo

João Roberto e Roberto Irineu Marinho, herdeiros da TV Globo, aparecem em registros digitais como proprietários de duas ilhas no litoral brasileiro.

Uma é a ilha Josefa, em Angra dos Reis, que João Roberto comprou de Alex Meyerfreund, ex-dono da Chocolates Garoto.

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Para ver fotos da propriedade, clique aqui.

Uma portaria publicada em 28 de janeiro de 2010 determinou a abertura do processo administrativo (1.30.014.000048/2009-11) destinado a “apurar a existência de construção irregular situada na Ilha Josefa, Baia da Ribeira, Angra dos Reis, integrante da Apa Tamoios”.

A portaria menciona Alex Meyerfreund como dono da ilha. Apa é área de Proteção Ambiental.

A Apa Tamoios foi criada em dezembro de 1982, em parte do município de Angra dos Reis, na região mais conhecida como Costa Verde. A área é de cerca de 20.636 mil hectares.

Segundo o governo do Rio a “criação objetivou a proteção do ambiente natural, das paisagens de grande beleza cênica e dos sistemas geo-hidrológicos da região, que abrigam espécies biológicas raras e ameaçadas de extinção, bem como as comunidades caiçaras integradas naqueles ecossistemas”.

Dos três herdeiros de Roberto Marinho, José Roberto é o que se apresenta como ambientalista.  Ele é um dos conselheiros fundadores do Consig, o Conselho de Desenvolvimento Sustentável da Baía de Ilha Grande.

Ainda assim, a família Marinho se enrolou com autoridades ambientais em uma de suas propriedades, o triplex de concreto da praia de Santa Rita, em Paraty. A construção foi denunciada pelo Ministério Público Federal por ter causado danos ambientais em área de Mata Atlântica. Ela é bem maior que o permitido e avança, com uma piscina, sobre a praia pública.

A portaria que determinou a investigação na ilha Josefa considerou: “a necessidade de prosseguir com a investigação para colher elementos de prova visando embasar futuras medidas a serem adotadas pelo MPF”; “que é função institucional do Ministério Público da União a defesa do patrimônio nacional e do meio ambiente” e determinou “a instauração de inquérito civil, que deverá receber numeração seqüencial e crescente, visando apurar a existência de construção irregular situada na Ilha Josefa, Baia da Ribeira, Angra dos Reis, integrante da APA Tamoios”.

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Além da ilha Josefa (ver mapa acima, ao lado da ilha da Gipóia), o nome de outro Marinho, Roberto Irineu, aparece como responsável pela ilha dos Porcos Pequena, um paraíso dos mergulhadores (ver vídeo acima).

No final de 2013, uma colunista do JB anunciou que a ilha Josefa tinha sido colocada à venda:

Está à venda a Ilha Josefa na paradisíaca Angra dos Reis, litoral do Rio de Janeiro. Com mais de 100 mil metros quadrados de extensão e casa projetada pelo saudoso Claudio Bernardes, pertence a João Roberto Marinho. A propriedade já está nas mãos de um corretor, que não revela o preço pedido. Mas a cybercoluna apurou que é coisa pra 20 milhões. De dólares. Da coluna de Anna Ramalho, no Jornal do Brasil, em 10.12.2013.

O Viomundo tentou ouvir um dos corretores de imóveis envolvidos na venda, mas não obteve retorno até o momento desta publicação. Também aguardamos retorno sobre o andamento do processo administrativo 1.30.014.000048/2009-11.

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Irene Rir

Cunhada nomeada por FHC é também contra a corrupção

Uma coxinha deveras coerente, como diria o Odorico Paraguaçu. Quá, quá, quá, quá! --- “Cunhada” de FHC, que há 15 anos recebe de tucanos no Congresso sem trabalhar, é militante contra a corrupção

publicado em 19 de fevereiro de 2016 às 10:14 no Vi o Mundo

http://www.viomundo.com.br/denuncias/cunhada-de-fhc-que-ha-15-anos-trabalha-no-congresso-sem-comparecer-e-militante-contra-a-corrupcao.html

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Da Redação

Margrit Dutra Schmidt, irmã da jornalista Mirian Dutra, que teve um romance de seis anos com o então senador Fernando Henrique Cardoso, recebe salário de assessora no Congresso há 15 anos mas nunca compareceu ao trabalho. Ela bate o ponto diariamente.

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Conforme demonstrou o Tijolaço, sua primeira nomeação foi feita pelo próprio FHC, em 27 de março de 1995, para o cargo em comissão de diretora do Departamento de Classificação Indicativa, no Ministério da Justiça.

A essa altura a irmã, Mirian, já vivia no exílio na Europa com o filho que ela e FHC acreditavam ser do presidente da República.

A revelação de que Margrit é funcionária fantasma foi feita por Lauro Jardim, em O Globo.

O  jornalista foi quase um porta-voz da emissora quando atuava na Veja. Não é possível confirmar se foi retaliação por Mirian ter dado entrevista denunciando que a Globo tentou apagá-la da História da emissora.

Em sua página no Facebook, Margrit é uma discreta militante contra a corrupção. Refere-se ao ex-presidente Lula como Molusco e denuncia Dilma por “cultuar” Getúlio Vargas e Leonel Brizola. “O Brasil acabou. E tem gente que defende esta corja”, sentencia.

Margrit “trabalhou” nos gabinetes de Arthur Virgílio e Lúcia Vânia, antes de receber salário como assessora fake de José Serra. Isso demonstra que o PSDB teve papel ativo no acobertamento da existência de Mirian, ao lado da mídia e da empregadora da jornalista, a TV Globo:

Irmã de Mirian Dutra é desconhecida por ‘colegas’ de gabinete de Serra

Tucano nega de Margrit seja fantasma e diz que ela trabalha de casa

POR GUILHERME AMADO 19/02/2016 6:00, em O Globo

BRASÍLIA — O senador José Serra emprega em seu gabinete do Senado, como funcionária fantasma, Margrit Dutra Schmidt, irmã de Mirian Dutra Schmidt, conforme informou o blog do jornalista Lauro Jardim, no site do GLOBO. Margrit vai diariamente, de manhã e à noite, registrar sua digital na entrada principal do Congresso, a Chapelaria, mas não cumpre expediente. Serra negou que ela seja fantasma e disse que Margrit trabalha de casa, prática vetada no Senado.

Margrit foi cedida pela liderança do bloco da oposição para o gabinete de Serra em 30 de março de 2015. Na quinta-feira, portanto quase um ano depois, O GLOBO entrevistou dez dos 15 funcionários do gabinete de Serra em Brasília. Dos entrevistados, nenhum sabia dizer o que Margrit faz. Alguns sequer sabiam de sua existência.

— Margrit? Você está confundindo. Eu estou com ele desde o começo do mandato. Não tem nenhuma Margrit aqui — afirmou um funcionário do gabinete.

Margrit está na República Dominicana, conforme a própria confirmou ao GLOBO na quinta-feira:

— Estou na República Dominicana, de banco de horas. A ligação está muito ruim — disse ela.

O telefonema caiu, e, embora informada sobre o tema da reportagem, Margrit não voltou a atender aos outros telefonemas.

Serra afirma que pediu à liderança da oposição a cessão de Margrit porque “desejava que ela se dedicasse a um projeto na área de educação”:

— Ainda é um projeto sigiloso, peço que você não adiante o que é. Lançarei em breve. Queria alguém que me ajudasse em questões não econômicas. Conheço a Mag há muitos anos. Tenho relações pessoais e intelectuais — afirmou Serra.

Num primeiro momento da entrevista, Serra afirmou não saber ao certo se Margrit trabalha ou não de casa. Depois, ao ser informado pelo GLOBO de que os funcionários haviam dito que não a conheciam, Serra disse que “imagina(va)” que Margrit trabalhe de casa. Finalmente, o senador afirmou:

— Ela trabalha (de casa). Meu gabinete tem pouco espaço, não tem sala para todo mundo.

Margrit não ingressou no Senado por meio do gabinete de Serra. Trabalha no Senado há 15 anos. Em seus anos no Parlamento, a assessora trabalhou no gabinete do ex-senador Arthur Virgílio (PSDB), hoje prefeito de Manaus, e da senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), ex-tucana, quase sempre cedida pela liderança do bloco de oposição.

Nunca foi ao Senado trabalhar. A situação se manteve até Álvaro Dias assumir o cargo, em março passado, e decidir demiti-la.

Virgílio afirmou que Margrit era “uma funcionária normal” de seu gabinete. Dias confirmou que a demitiu, mas não quis responder a outras perguntas.

— Não seria ético eu falar nisso. Não sou mais do PSDB.

A senadora Lúcia também não quis comentar.

PS do Viomundo: Margrit será demitida do Senado, informa Ricardo Noblat, que escreveu uma patética coluna detonando Mirian e em defesa da Globo. Ele mesmo diz: “Míriam reclama, hoje, de pouco ter trabalhado quando de Lisboa foi para Londres e, de lá, para Barcelona. Ora, então por que não voltou? Ou por que continuou recebendo salário da Globo sem pegar no pesado?”. A pergunta é outra, Noblat: por que a Globo pagou 7 mil dólares mensais a uma correspondente que não trabalhava? Hein? A demissão de Margrit é o começo da represália. Começou o assassinato de reputação de Mirian.

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Cláudio José

COVARDIA

Alunos de escola municipal do Rio brigam dentro da unidade; um deles desmaia após chuteEXTRATamanho do texto A A A

Foi durante recreio, na última quarta-feira, numa escola pública do Rio, que C., de 15 anos e estudante do 8º ano, levou um chute no rosto e acabou desmaiando, após uma briga com outro aluno da escola, de uma série abaixo da dele. Em vídeo, gravado por um dos presentes, é possível ver uma roda de estudantes que assiste à briga. Todos estão uniformizados e são da Escola municipal Jurema Peçanha Giraud, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio. A informação chegou através do WhatsApp do EXTRA (21 99644-1263)

C. foi levado para o Hospital municipal Rocha Faria, em Campo Grande, onde ficou internado por algumas horas, mas foi liberado. Sua mãe diz que ele conversa pouco e não quer mais sair de casa — nem para ir à escola, nem para se divertir com os amigos. O vídeo está circulando na internet: no Facebook, tem mais de 3 mil visualizações e, no Youtube, quase mil. Segundo a responsável, não havia inspetor ou professor durante o recreio.

 

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— Meu filho nunca brigou, ele não é de briga — diz a mãe: — A direção me chamou assim que ele desmaiou e fomos juntos para o hospital. Mas a família do menino que fez isso não se pronunciou até agora, não pediu desculpas, não falou nada.

Ainda segundo a responsável, o menino não assistiu ao vídeo até agora, por precaução dela. Antes da briga, o aluno que dá o chute teria perguntado ao outro se ele anda de moto. Ao responder que não, o menino agredido teria tido seu braço torcido pelo outro — e assim a briga teria começado.

A Secretaria Municipal de Educação informou que os pais do aluno que deu o chute foram chamados à escola e solicitaram sua transferência para outra unidade. Ainda segundo a secretaria, o caso aconteceu no final do recreio, quando a agente educadora tinha saído do pátio para acionar o sinal de término do intervalo. “Ao retornar e ver o aluno caído, imediatamente prestou socorro, tendo a ajuda de um professor. O aluno foi conduzido pela direção da unidade, junto com a mãe, para o Hospital Rocha Faria”, diz a nota.

A secretaria informou, ainda, que não admite este tipo de conduta nas unidades escolares da Prefeitura do Rio. “Desde 2009, a Secretaria vem implantando diversas ações para promover uma cultura da paz nas escolas, como a criação do Regimento Escolar Básico. Entre outras medidas de caráter pedagógico e disciplinar para os alunos, o Regimento proíbe a prática de qualquer tipo de violência, seja por meio de agressões físicas ou verbais ou ainda por meios eletrônicos, com punições que vão da advertência ao encaminhamento dos casos mais graves aos conselhos tutelares”.



Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/alunos-de-escola-municipal-do-rio-brigam-dentro-da-unidade-um-deles-desmaia-apos-chute-18715207.html#ixzz40i26LzLs

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Exploração de nióbio para favorecer a plim plim ?

Contrabando de Nióbio estaria financiando Rede Globo Minas 

13 de janeiro de 2013

Postado por Daniela Novais & Blog Combate ao Racismo Ambiental

A afiliada da Rede Globo de Televisão em Minas Gerais, é suspeita de participar de um esquema de arrecadação ilícita de recursos, através da venda subfaturada de Nióbio, metal raro cuja incidência de 98% das jazidas estão no Brasil, único país que o fornece ao mundo. O minério é usado para a fabricação de turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços. As informações são do Novo Jornal e do grupo de “hacktivistas” Anonymous Brasil.

O esquema teria sido montado para financiar a expansão da Rede Globo em Minas e a principal suspeita de irregularidade encontrada foi o fato do dirigente da Rede Integração, Antônio Leonardo Lemos Oliveira ter assumido a vice presidência da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG), empresa pertencente ao governo de Minas encarregada de administrar o patrimônio minerário do Estado, inclusive o Nióbio.

Tudo isso teria sido feito sem se afastar da emissora e para executar um projeto político, usando a emissora como carro chefe em um movimento para que o grupo Moreira Salles esteja à frente de todas as emissoras afiliadas da Globo no estado. Vale lembrar que emissoras de TV e rádio são concessões públicas. 

Investigações – A venda e exploração do Nióbio no município mineiro de Araxá é objeto de investigação pelo Ministério Público em MG e um relatório da Receita Federal, que investigou a evasão de divisas existente na venda subfaturada do mineral traz a suspeita de uma possível transferência de recursos obtidos pela Companhia Mineradora de Piroclaro de Araxá (Comipa) e pela Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), empresa do Grupo Moreira Sales, para a Rede Globo de Televisão. A transação teria sido feita com a interveniência da CODEMIG e sem autorização legislativa ou licitação.

Segundo relatório da Receita Federal, após 2002 a Rede Integração é propagada como de propriedade exclusiva do empresário Tubal de Siqueira Silva, sem que nenhum documento comprovasse nenhum tipo de negociação de compra e venda. O relatório aponta que os investimentos posteriores à transação já ultrapassaram R$ 1 Bilhão, sem que qualquer faturamento significativo de publicidade tenha ocorrido no período.

Todo capital teria sido obtido através de empréstimos tomados de Bancos ligados ao Grupo Moreira Sales. Em 2007, a Rede Integração adquiriu parte da TV Panorama, afiliada da Globo de Juiz de Fora, expandindo a empresa também para a Zona da Mata, controlando assim 4 das 8 retransmissoras da TV Globo em Minas Gerais e se tornando a maior empresa de comunicação do interior mineiro. Cinco anos mais tarde, a Rede Integração assumiu a totalidade da TV Panorama que com isso, passou a se chamar TV Integração Juiz de Fora.

Segundo o superintendente da emissora, Rogério Nery, a compra da participação é um marco importante. “Vamos levar efetivamente a marca da TV Integração para a Zona da Mata, com respeito aos costumes e à cultura da região, que é muito importante para o Estado e para o país”, disse.

Alcance das emissoras – Trocando em miúdos, a TV Integração, que atua no Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba, Noroeste, Pontal e Centro-Oeste, passa a abranger a Zona da Mata, totalizando 233 municípios, ou mais de 5,5 milhões de telespectadores, sob o escopo da emissora. Com isso, ao todo são 259 cidades e 5.376,579 milhões de habitantes atingidas pelo sinal da Rede Integração.

Além de quatro emissoras de TV aberta, a rede opera três emissoras de rádio – a 95,1 FM, a Globo Cultura Am 1020 e a Regional FM –; o portal de Internet Megaminas.com; uma operadora de TV a Cabo, a Net Patos de Minas; a empresa de soluções para web Webroom, com filiais em Uberlândia, Brasília e Goiânia; e a produtora de vídeo Imaginare Filmes.

Nióbio – A CBMM tem controle absoluto da comercialização do minério mais raro do planeta, cuja a jazida encontra-se em Minas Gerais na cidade de Araxá.  A empresa integra o Grupo Moreira Salles e conta com subsidiárias na Europa, a CBMM Europe BV-Amsterdam; na Ásia, a CBMM Asia Pte em Cingapura; e na América do Norte, a Reference Metals Company Inc.-Pittsburgh.

Segundo informações do “Hoje em Dia”, promotores de Justiça preparam de documentos para abrir a caixa-preta da exploração de nióbio em Araxá e o Ministério Público de Minas pretende usar esses documentos para entender como a CBMM tem o privilégio de extrair o mineral, considerado um dos mais estratégicos do mundo, sem licitação, há mais de 40 anos. O governo de Minas Gerais detém a concessão federal para explorar a jazida, mas arrendou à CBMM sem nenhum critério.

Segundo o documentário “Jogo Final”, que provocou parte das investigações, em 1972, o Estado de Minas constituiu a Comipa para gerir e explorar o nióbio em Araxá e esta, por sua vez, arrendou 49% da produção do nióbio para a CBMM, sem licitação. O MP pretende obrigar o governo de Minas a abrir licitação para a exploração deste que é o maior complexo mínero-industrial de nióbio do mundo.

Consultado, Antônio Leonardo Lemos Oliveira, não quis comentar o assunto e de igual forma, ninguém da Rede Integração, da Rede Globo ou da CODEMIG quis se pronunciar.

Notas da redação – Vale dizer que os Estados Unidos, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro, mas o Brasil detém apenas 55% dessa produção. Os 45% restantes estariam saindo extra-oficialmente do país. Durante a Comissão Parlamentar De Inquérito (CPI) dos Correios, um pequeno germe da investigação sobre o Mensalão, o publicitário Marcos Valério revelou na TV : “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio” e que “José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.

Estranhamente veículos pertencentes à Rede Globo de Televisão nunca tocaram no assunto, nem mesmo quando tornou Dirceu sua Geni preferida. Contou com a ajuda – e o silêncio – dos veículos da grande mídia, de grupos como Abril e Folha.

Outro comentário, ao qual não podemos nos furtar é que o “Triângulo” de Minas Gerais se assemelha ao das Bermudas: tudo que se passa por lá misteriosamente desaparece.

Enviado para Combate ao Racismo Ambiental por Carlos Alberto Dayrell.

O Nióbio no Brasil :

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Siga o $ e o nióbio

Antônio Carlos,

Tua postagem é antiga, de 2013, e por interesses conflitantes não será elevado a post.

Esse caso é o mesmo de um post de sucesso do início da semana, ou seja: A mineração em Minas é o Riocentro do Aécio ou mais precisamente da família Neves Tolentino. Se virar a esquina dá direto com a cara do Aécio, da Andrea (primeira irmã) e do Osvaldinho casado com uma meia–irmã (existe isso?) da “dupra” Aécio e Andrea. Ele, durante o reinado tucano, foi o presidente da CODEMIG, e como tinha ou tem a chave do cofre era quem realmente mandava nesta capitania. O Anestésico é testa de ferro dele, Osvaldinho, assim como o foi Aécio e Azeredo. Máfia pura.

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LaCosta, realmente esta

LaCosta, realmente esta matéria é bastante antiga, mas este é o momento para expormos os esqueletos escondidos pela mídia atucanalhada .

Abração . 

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Vamos parar!

A 'blogosfera" está fazendo o jogo da "midiona".

O FHC não é, nem será candidato a mais "nada".

Já era...

Então vai virar o "boi de piranha" para desviar a atenção e salvar os "Marinhos" das últimas notícias sobre como possuem suas "propriedades".

Apenas isso!

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"A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes" (Khalil Gibran – 1883-1931).

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Mino põe FHC na malha fina do imposto de renda

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Luiz Alberto Vieira

O Anacrônico Sistema de Metas

O Anacrônico Sistema de Metas de Inflação

Os dados do Banco Central apontam para uma recessão de 4,08% em 2015, a terceira maior da história. Como a economia derreteu ao longo do ano, se mantivermos os níveis de atividade do final de 2015 teremos uma recessão de 3,3% em 2016. Dois anos consecutivos de desempenho tão ruim na economia jamais foram registrados, mesmo após a crise de 1929.

Contudo, os dados de janeiro apontam para um aprofundamento na recessão. O consumo de energia elétrica caiu 7,9% na comparação com o mesmo mês no ano anterior. O tráfego de veículos pesados caiu 9,9% nesse período nas rodovias pedagiadas.

A seriedade da situação demonstra a insuficiência da ortodoxia malemolente do Ministro Nelson Barbosa, que patina em meio de um austericídio fiscal e uma política monetária anacrônica, com os maiores juros reais do mundo mesmo numa profunda recessão.

O agravamento da recessão mostra a urgência de repensarmos o sistema de metas de inflação, que dá sinais de exaustão há muito tempo.

O sistema de metas de inflação foi implantado em 1999 pelo economista Armínio Fraga, presidente do Banco Central na época, em substituição à âncora cambial. Naquele ano, devido a uma crise cambial de grandes proporções, o Banco Central não tinha mais a capacidade de fixar a taxa de câmbio que passou a flutuar conforme os desejos do mercado. Como referência para a economia, o Banco Central passou a determinar uma banda de flutuação para a inflação.

O sistema de metas de inflação nunca funcionou sem traumas. O próprio Armínio Fraga, considerado gênio pelo “Deus Mercado”, estourou o teto da meta por duas vezes, pagando a prenda de uma cartinha de explicações ao Ministro da Fazenda.

Foi apenas em 2004 que as bandas definidas pelo sistema de metas de inflação passaram a ser sistematicamente cumpridas. No entanto, o custo para tal cumprimento foi enorme, pois inflação abaixo do teto da meta só foi atingida mediante uma sistemática valorização cambial, que aniquilou nossa indústria, ou com o controle de preços administrados, que trouxe dificuldades ao caixa das estatais e do Tesouro.

Um dos problemas foi a fixação de uma taxa de 4,5% no centro da meta, que é muito abaixo da média histórica do sistema de metas de inflação de 7,28%. Em 16 anos, apenas em 3 ocasiões (2006, 2007 e 2009) a inflação ficou próxima ao centro da meta. Desta forma, o espaço para acomodar choques é praticamente inexistente no nosso sistema de metas de inflação.

Em 2015, o sistema de metas de inflação atuou inequivocamente para jogar nossa economia no buraco. Atuando em duas frentes, a alta da Selic derrubou o nível de atividade e foi muito mais prejudicial às contas públicas do que o famigerado déficit primário. Apenas em 2015, o custo médio da dívida pública interna subiu de 11,44% para 14,24%.

O resultado para inflação? Um retumbante fracasso! A inflação ficou em 10,67%, 4 p.p. acima do teto da meta.

Desta forma, temos a incapacidade do Banco Central em determinar a banda de flutuação da inflação, mas cujos instrumentos levam à uma crise fiscal e a uma profunda recessão. Assim, as altas taxas de juros reais, as maiores do mundo, são o elemento chave para compreender a crise atual. Isto porque tanto reduzem diretamente os investimentos ao criar uma oportunidade de aplicação de recursos altamente lucrativa ao largo do sistema produtivo e ao estrangular fiscalmente o estado, levando a uma redução dos investimentos públicos.

Diante do colapso do nível de atividade, resta a equipe econômica duas alternativas: suavizar o tempo de ajuste do sistema de metas de inflação ou abandoná-lo completamente e fixar o câmbio como nova âncora.

Em ambos os casos, pode ser possível uma redução das taxas de juros e abrandamento do garrote fiscal, alongando o tempo de ajuste nas contas públicas.

No entanto, a âncora cambial tem a vantagem de traçar um cenário altamente lucrativo para as exportações e tranquilizar os investidores estrangeiros sobre seu retorno no Brasil.

Cabe lembrar que a situação é completamente diferente do que 1.999, pois somos credores internacionais líquidos com mais de US$ 370 bilhões em reservas e o câmbio desvalorizado vai incentivar as exportações, ao contrário do câmbio fixo e valorizado de 1.999.

Os colapsos fiscais e da atividade econômica já estão no horizonte e exigirão mudanças no arcabouço de política econômica. Ao Governo, cabe apenas saber se dirigirá tais mudanças ou será tragado por elas.

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