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Leo V

Samarco, Vale e BHP vão

Samarco, Vale e BHP vão decidir quem e como indenizar por desastre

http://apublica.org/2016/02/samarco-vale-e-bhp-vao-decidir-quem-e-como-i...

Obtida pela Pública, minuta do acordo extrajudicial entre mineradoras e governo cria uma Fundação, gerida pelas empresas, com poder de decisão sobre atingidos

A minuta do acordo extrajudicial entre Samarco, Vale e BHP Billiton, os Ministérios Públicos Federal e Estadual e entidades governamentais sobre o desastre de Mariana, obtida com exclusividade pela Agência Pública, revela que as empresas terão o poder de decidir sobre quem será indenizado e sobre quanto cada pessoa ou família vai receber. Se assinado por todos os envolvidos, o acordo encerra a ação civil pública que corre na 12ª Vara Federal da Seção Judiciária de Minas Gerais.

Será criada uma Fundação, comandada pelas mineradoras, para analisar cada um dos casos. O andamento do trabalho será supervisionado pelo Comitê Interfederativo, entidade que reunirá representantes dos governos federal, estadual e municipal, mas não terá nenhum integrante de movimentos sociais que defendem as vítimas do rompimento da barragem do Fundão, o maior desastre ambiental da história do país.

Sobre isso, leia tambémFoto de  Laís Cerqueira Campos SouzaNo Pará, indígenas lutam contra Vale Mineração na cidade de Congonhas, em Minas GeraisManobra tenta aprovar Código da Mineração Folhas de fumo se espalham pelas terras de 4 mil famílias em Santa Cruz e 3,7 mil em VenâncioSob a fumaça, a dependência

A minuta do documento estipula como os responsáveis deverão agir para reparar e compensar os danos socioambientais e socioeconômicos. Órgãos técnicos federais e estaduais estimaram que o custo deve ultrapassar R$ 20 bilhões. O texto, que tem 98 páginas, pode ser lido abaixo, na íntegra. Apesar de haver uma série de pontos polêmicos e de não ter envolvido representantes dos atingidos na elaboração dos termos, o governo pretende fechar o acordo extrajudicial até sexta-feira (26). A data já foi inserida inclusive no final do texto.

De acordo com a cláusula 34ª do documento, a Fundação comandada por Samarco, Vale e BHP Billiton vai criar uma Câmara de Negociação para acertar o valor das indenizações com cada um dos atingidos. Para isso, contará com negociadores com experiência na área jurídica e levará em conta informações sobre os interessados em reparações e provas colhidas. Aqueles que não puderem pagar por um advogado vão ter a assistência jurídica gratuita patrocinada pela própria Fundação. Ou seja, terão de aceitar a ajuda oferecida pelas empresas, que vão pagar as indenizações, para negociar ou contestar as próprias mineradoras. Quem não concordar com os termos oferecidos deverá entrar na Justiça.

O promotor de Justiça da Comarca de Mariana, Guilherme de Sá Meneghin, afirma que não participou de nenhuma das reuniões que resultaram no acordo. “Nunca houve qualquer tipo de diálogo comigo e também nunca houve qualquer tipo de diálogo com os atingidos”, diz. “Nada disso que está aí contempla o que de fato as pessoas precisam para ter o seu reassentamento efetivado. Eles não têm condição de saber como os atingidos querem a comunidade, eles não me consultaram e não consultaram os atingidos. Eles não conhecem Bento Rodrigues.”

A cláusula 10ª da minuta estabelece as modalidades de reparação socioeconômica. Para o promotor, o texto não tem validade. “Essa cláusula, ao não contemplar a participação das vítimas, não pode ser viabilizada. Ela viola não só a responsabilidade civil da empresa, que tem que ser de acordo com o dano causado, como também viola diversos tratados internacionais da área de direitos humanos”, afirma Meneghin. “A maioria das casas de Bento Rodrigues eram casas coloniais, construídas no século 18. Qualquer projeto que não leve em consideração características como essas não tem condição de ser viabilizado. Essa é a nossa contestação.”

O promotor contesta ainda o modo como a Fundação vai decidir sobre as indenizações, usando a Câmara de Negociação para tratar individualmente cada caso. “A indenização não pode ser levada à cabo por essa Fundação. Ela tem que ser feita na Câmara de Indenização aqui na Comarca com a participação do governo dentro do processo da ação civil pública em que já fixamos a primeira parcela da indenização. Cada comunidade tem um perfil muito diferente”, afirma. De acordo com Meneghin, também não faz sentido que a Fundação forneça advogados para quem não puder arcar com isso. “Uma empresa não pode pagar advogado para uma pessoa que vai entrar com processo contra ela. O estatuto da OAB proíbe essa atividade. Isso é ilegal.”

Sem garantias

A Fundação também deverá cadastrar todos os atingidos, de acordo com a cláusula 8ª. Isso, no entanto, não garante o recebimento das indenizações, uma vez que cada caso será decidido após acordo na Câmara de Negociação. Essas negociações, segundo a minuta, poderão ser acompanhadas pelo poder público. Logo, não existe a obrigação de que isso seja fiscalizado de perto pelo governo. O trabalho de cadastramento de todas as pessoas e empresas atingidas pelo desastre deverá ser concluído em no máximo seis meses após a assinatura do documento e será verificado pelo Comitê Interfederativo.

As atribuições da Fundação são definidas na cláusula 4ª da minuta do acordo. A entidade, instituída e patrocinada pelas responsáveis pelo rompimento da barragem, cuidará da execução de todos os programas e medidas necessários para a reparação, mitigação, compensação e indenização pelos danos socioambientais e socioeconômicos causados pelo desastre de Mariana. Os encargos financeiros serão cobrados primeiro da Samarco. Somente se a empresa não tiver como cumprir os aportes de recursos exigidos por essas iniciativas é que a Vale e a BHP Billiton deverão fornecer os valores necessários.

 Antonio Cruz/Agência Brasil)

“O acordo é bom para elas e ruim para as vítimas, sejam elas as pessoas ou o meio ambiente”, diz Danilo Chamas, advogado da organização Justiça nos Trilhos (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

Para Danilo Chammas, advogado da organização Justiça nos Trilhos, a proposta defendida pela minuta é perniciosa por confundir ações voluntárias de responsabilidade social corporativa com medidas para reparação de danos – que seriam obrigações devidas pelas empresas por conta das violações de direitos. “As empresas têm medo de uma condenação judicial. O acordo é bom para elas e ruim para as vítimas, sejam elas as pessoas ou o meio ambiente”, diz. “Mesmo que esse acordo preveja multas vultosas por descumprimento de suas cláusulas, é bastante provável que estas não sejam suficientes para incentivar as empresas a cumprirem com as obrigações assumidas. Atuo em processos em que a Vale tem descumprido sem o menor pudor decisões judiciais que também impõem multas por descumprimento.”

Outro ponto polêmico do documento prevê que a Fundação contrate uma empresa para identificar as áreas que sofreram impacto social, cultural e econômico com o rompimento da barragem. Esse estudo estabelecerá a relação entre causa e consequência, isto é, a cadeia causal que vai relacionar o desastre aos danos causados, permitindo posteriormente a definição das compensações. O problema é que as mineradoras terão influência direta nesse trabalho, que depois precisará ser validado pelo poder público por meio do Comitê Interfederativo.

Todas as decisões da Fundação serão analisadas e aprovadas por um Conselho de Administração. Dos sete integrantes do órgão, seis serão indicados pelas mineradoras: dois pela Samarco, dois pela Vale e dois pela BHP Billiton. Apenas um dos membros será indicado pelo Comitê Interfederativo, formado pelo poder público. Todos os integrante do Conselho, no entanto, devem vir da iniciativa privada e ter experiência em gestão de grandes projetos. Não há vagas, portanto, para qualquer representante dos atingidos pelo desastre.

Haverá também um Conselho Consultivo, com 14 membros, que poderá ser ouvido sobre os projetos e planos da Fundação. Mas nele também não há espaço para as vítimas, para as entidades que as representam ou para movimentos sociais. Haverá sete representantes do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce, dois da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar, cinco especialistas de instituições de ensino e pesquisa ou com notório conhecimento – um deles será indicado pelo Ministério Público Federal, um pelos Ministérios Públicos Estaduais de Minas Gerais e do Espírito Santo, dois pelo Conselho de Administração da Fundação e um pelo Comitê Interfederativo.

Em nenhum ponto do documento é criado qualquer mecanismo institucionalizado para garantir a participação efetiva dos atingidos nas decisões da Fundação. Eles ou as entidades que os representam poderão apenas ser ouvidos pelo Conselho Consultivo, segundo parágrafo único da cláusula 247ª, em assembleias sem direito a voto. Segundo a minuta do acordo extrajudicial, a Fundação criará uma Ouvidoria para manter o diálogo com a população atingida. O documento, no entanto, deixa a cargo da entidade comandada pelas mineradoras a indicação do ouvidor que deverá resolver eventuais disputas que podem surgir ou apurar denúncias.

Os atos, projetos e programas da Fundação serão fiscalizados pelo Comitê Interfederativo, que reúne membros do governo e do Ministério Público. Entre os integrantes, porém, não está nenhum representante da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, que poderia defender os direitos dos atingidos pelo rompimento da barragem do Fundão. As ações desse órgão também são sempre reativas, de acordo com a minuta, o que pode tornar os procedimentos burocráticos e também dificultar o acompanhamento.

Indígenas atingidos

Na minuta do acordo está previsto um programa de proteção e melhoria da qualidade de vida dos indígenas. As populações contempladas são os Krenak, os Tupiniquim e os Guarani da região da foz do rio Doce. Para as ações, o acordo prevê mecanismos de consulta e participação dos povos em todas as fases do programa, mas não estabelece diretrizes para esses mecanismos. A Fundação Nacional do Índio (Funai) e a Secretaria Especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai) deverão supervisionar e participar das ações mas não têm funções de coordenação.

Na cláusula 44ª são estipuladas as ações de responsabilidade da Fundação em relação aos indígenas. Entre elas está a manutenção das medidas de apoio emergencial, estipuladas em um acordo feito em novembro de 2015 com a Vale, e o monitoramento de situações como o abastecimento e qualidade da água e apoio financeiro mensal às famílias. Também consta a atualização das necessidades dos indígenas em virtude de diálogo com essa população.

Para que o programa tome forma, porém, a Fundação deve contratar uma consultoria independente, que irá elaborar um estudo para apontar os impactos socioambientais e socioeconômicos sobre os indígenas. A partir daí, será feito um Plano de Ação Permanente, que deve ser pactuado com os indígenas. O prazo para que o Plano de Ação Permanente entre em operação é de dois anos a partir da assinatura do acordo e ele deverá ser mantido por, no mínimo, dez anos.

 Corpo de Bombeiros

Plano de Ação Permanente para os indígenas atingidos não foi discutido com os próprios índios (Foto: Corpo de Bombeiros de Minas Gerais)

“Essa definição do acordo já deveria estar considerando a opinião e a demanda dos índios”, comenta Adriana Ramos, coordenadora do Programa de Política e Direito Socioambiental do Instituto Socioambiental (ISA). “O governo está, em nome da sociedade, estabelecendo uma forma de lidar com os impactos sem consultar a sociedade pra saber se essa forma é a forma que melhor atende.”

Ela aponta que as ações previstas no acordo também deveriam ter sido alvo de consulta dos indígenas. “Você vai criar uma fundação das empresas pra trabalhar em área indígena e quem deveria definir quem vai gerir os recursos pra aplicar nas ações deveriam ser os próprios índios. Em que organização que eles confiam?”

Ailton Krenak, liderança indígena do Vale do Rio Doce, esclarece que são feitas reuniões periódicas com as empresas e com o Ministério Público Federal, em virtude das medidas de emergência adotadas. Ao ser questionado se os termos do acordo foram discutidos com a população Krenak, Ailton afirma que não.

Agência Pública entrou em contato com os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo, os ministérios de Minas e Energia e Meio Ambiente – os dois últimos nos encaminharam, respectivamente, para o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e para o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) – e a Advocacia-Geral da União (AGU).

O DNPM informou que o assunto não é de sua alçada e, por isso, não o comentará. O governo do Espírito Santo comunicou que as negociações continuam ocorrendo e que só se pronunciará após a finalização do acordo, mesma resposta dada pelo governo de Minas Gerais. A AGU também pontuou que a questão se encontra em discussão e que não comenta “cláusulas de acordo que ainda não foi concluído/assinado”. O Ibama não se posicionou até o fechamento desta reportagem.

Crédito da foto destacada: Rogério Alves/TV Senado

Atualização: após a publicação da reportagem, foram incluídas as respostas do DNPM, governos do Espírito Santo e Minas Gerais e AGU.

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Crédito

O post que trata da decisão do CNMP foi extraído do "Cafezinho" - Miguel do Rosário.

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No que tange a mídia e os entreguistas tucanos as manifestações fracassaram por conta da hipocrisia, impostura gingimento, simulação, falsidade e nenhuma devoção para de fato combater a corrupção. Ademais, os tucanos não têm discurso e proposta para go

"A decisão ambígua e covarde

"A decisão ambígua e covarde do CNMP contra o promotor anti-Lula de SP

 

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) deu uma decisão ambígua, para agradar gregos e troianos.

Uma decisão assustada, prudente, sinal dos tempos sombrios que vivemos.

É uma decisão que a mídia não poderá comemorar como uma derrota total de Lula, porque o CNMP decidiu, por unanimidade, investigar o promotor Cassio Conserino por eventual infração, por ter falado à Veja sobre uma denúncia que ainda não tinha sido aberta, e sem sequer ouvir antes as partes envolvidas.

Além disso, o CNMP reconheceu que o promotor Cassio Conserino contrariava jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), acerca do promotor natural.

Por outro lado, a mídia também não precisará dizer a seus leitores que é uma vitória de Lula, porque o CNMP não acolheu a reclamação do deputado Paulo Pimenta, que denunciou o fato de Conserino não ser o promotor natural.

Os membros do CNMP se protegem, assim, do macarthismo midiático.

O CNMP disse que não tem competência para julgar o caso (o que não é verdade), e jogou a decisão para o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), cujas tendências direitistas e anti-Lula todos conhecem.

A consequência prática desse lavar de mãos do CNMP, portanto, é que Cassio Conserino continuará como promotor natural no caso Lula.

Só que para manter Conserino como promotor natural, o CNMP teve de violentar a jurisprudência, jogar a batata quente para as mãos do STF, e ceder a esse espírito golpista que vem contaminando tudo.

Em resumo, o relator do CNMP para o caso, Valter Shuenquener voltou atrás de sua decisão inicial de tirar o caso das mãos de Conserino. Foi seguido por todos os membros do conselho do CNMP. Isso é uma derrota para Lula.

Mas Shuenquener externou críticas ao promotor, e ainda mandou que se o investigassem, por dar entrevista à Veja antes mesmo de formalizar uma denúncia. Foi seguido igualmente por todos os membros do conselho. Isso é uma vitória de Lula.

Ao cabo, o CNMP deu uma espécie de drible político no golpismo. Manteve o promotor, mas fez críticas pesadas a ele, abriu investigação (o que já é uma espécie de punição) e ainda deixou críticas no ar, a serem resolvidas no STF.

O CNMP deixou que o promotor e as associações de promotores pudessem dizer à plateia que ganharam a partida, mesmo sabendo que foi uma vitória dúbia.

Para usar uma linguagem marinista, diríamos que o promotor Conserino e as associações que o defendiam ganharam perdendo.

Valter Shuenquener foi ambíguo, astuto, covarde, contraditório.".

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No que tange a mídia e os entreguistas tucanos as manifestações fracassaram por conta da hipocrisia, impostura gingimento, simulação, falsidade e nenhuma devoção para de fato combater a corrupção. Ademais, os tucanos não têm discurso e proposta para go

Lava Jato

No reality show da Lava Jato, Japonês detona Moro e a operação

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Para diminuir sua pena, Japonês, da PF, faz delação premiada. O agente federal Newton Ishii, o Japa, que em 2003, foi preso pela própria PF na Operação Sucuri, suspeito de integrar uma quadrilha que fazia contrabando, foi acusado de corrupção e expulso da corporação, mas depois reintegrado. Responde a processos criminal e civil, além de uma sindicância.

Japonês, que é o símbolo da operação e constante nas ações da Lava Jato, para colaborar com a justiça, no sentido de diminuir sua pena, propôs que, na força tarefa da Lava Jato, tenha pelo menos um delegado da PF ligado ao PT, pois todos os delegados que compõe a operação fizeram a campanha de Aécio Neves, com o agravante que chegaram a chamar no blog da campanha, Lula e Dilma de antas.

Japonês também defende que os vazamentos da operação contemplem outros órgãos da imprensa, não somente monopólio da Globo.

Ele também sugeriu que os tesoureiros de outros partidos delatados também sejam presos. Segundo Japonês, é um absurdo que só o tesoureiro do PT esteja preso.

Japônes defende o mesmo tratamento aos marqueteiros, pois, se vão investigar e prender João Santana do PT, também terão que investigar os de outros partidos. Segundo Japonês, é um absurdo achar que o dinheiro da campanha do PT é propina e, dos outros partidos, simples doações.

Japonês considerou um absurdo que a Lava Jato tenha convidado os procuradores americanos para investigar a corrupção na Petrobrás, o que, para ele, se assemelha a legalização da espionagem. Para melhorar a imagem da Lava Jato, neste episodio, japonês sugere que o juiz Moro mande os procuradores brasileiros investigarem a petroleira americana Chevron que, em 2009, foi citada pelo Wikeleaks na interceptação de troca de correspondência onde, o então candidato a presidência tucano, José Serra, prometia favores a petroleira americana em prejuízo da Petrobras.

Japonês também falou da prisão do almirante, Othon Luiz Pinheiro da Silva, pai do submarino atômico, cuja a principal tarefa é proteger o pré-sal, porém, as obras deste submarino estão praticamente paralisadas. A lava Jato  também prendeu o presidente da Odebrechet que também é fabricante de míssil de longo e curto alcance.

Japonês começa a se preocupar por que setores da sociedade começam a achar que a Lava Jato é braço da CIA. A operação extrapola de seu objetivo que é fiscalizar a Petrobrás e convoca os procuradores americanos para investigá-la, paralisa a construção do submarino atômico e impede a Odebrechet de continuar a desenvolver e produzir para as nossas forças armadas mísseis.

É preciso que fique claro que todo esse aparelho bélico não é para a guerra é para a chamada política de persuasão. países como os EUA não reconhecem nossos limites marítimos onde se encontra grande parte do pré-sal. Quando a Lava Jato chama os procuradores americanos, prende o almirante e paralisa a construção dos missis está servindo a que governo? Ao Brasil ou dos EUA?      

Com relação aos procuradores da operação, japonês sugere incluir na força tarefa pelo menos um procurador que seja crítico ao auxilio moradia e educação que vão colocar no bolso dos juízes e procuradores, o correspondente a cerca de 10 salários mínimos por mês retroativo a 1988, num total de R$ 30 bi, pago pelo contribuinte num país em crise.

Japonês espera, com a contribuição a justiça, diminuir substancialmente sua pena. E o autor do texto como qualquer cidadão se arvora no direito de mentir já que o chefe da operação Lava Jato, juiz Sérgio Moro mentiu num claro intuito de desgastar o governo Dilma, quando vazou para a imprensa que faltava dinheiro na PF para operação Lava Jato, no que foi prontamente desmentido pela própria PF que disse a imprensa que na instituição havia dinheiro de sobra.

O chefe da operação Lava Jato, juiz Sérgio Moro também é responsável pela mentira que circulou na imprensa na véspera da eleição presidencial, que diz que Lula e Dilma sabiam da corrupção na Petrobrás, sendo que o próprio advogado do pseudo delator disse que era mentira.

Como todos somos iguais perante a lei, se o juiz Sérgio Moro mentiu e nada aconteceu eu também, como cidadão, me dou ao direito de mentir. Não sobre os fatos citados no texto que assino embaixo mas sim sobre a delação do Japonês!

 


Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2015 

OAB/RJ 75 300              

              

Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP). 

OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.

 

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Detentas da Penitenciária Feminina vão apresentar peça de teatro

O projeto de teatro Mulheres de Aço e de Flores, desenvolvido pela Secretaria de Justiça do Piauí e pela gerência da Penitenciária Feminina de Teresina, reúne detentas da unidade prisional com a proposta de humanizar e ressocializar incentivando da produção artística entre as pessoas privadas de liberdade.

Existente há cerca de um ano, o grupo de teatro ensaia, atualmente, a peça teatral Cartas de Minha Vida, que faz alusão à vida da pintora mexicana Frida Kahlo. A primeira apresentação pública do grupo está prevista para o dia 2 de março, às 19h, no Theatro 4 de Setembro, em Teresina. Hoje, 75 reeducandas participam do projeto Mulheres de Aço e de Flores.

Uma delas é Elza Bellini, que atua há 10 meses no grupo teatral e fala da experiência com o mesmo entusiasmo de quando está em cena. "O projeto veio como presente para todas nós. O teatro mexe com sentimentos, com as feridas do ser humano. Isso me emociona e me motiva a interpretar e representar milhares de pessoas", relata.

Na visão da gerente da Penitenciária Feminina de Teresina, a socióloga Socorro Godinho, uma das principais incentivadoras desse e de outros projetos, "a sociedade precisa se dar a oportunidade de perceber as reeducandas privadas de liberdade no sistema prisional de um modo diferente, sem o rótulo de apenas uma pessoa que cometeu um delito".

"Se começarmos a compreender que dentro de um rótulo existe uma pessoa na sua integralidade, com identidade, história de vida, com sonhos e perspectivas, isso começa a quebrar o estigma de que a pessoa privada de liberdade é só um delinquente. Isso abre perspectivas diferentes, para que, quando essa mulher retornar para a sociedade, seja percebida em sua integralidade", pontua. 

Já o professor de teatro Valdsom Braga, que, atualmente, coordena as atividades do projeto Mulheres de Aço e de Flores, observa que "o preconceito existe apenas do lado de fora dos muros da unidade prisional. Aqui dentro, a gente vê um mundo bem diverso, de talentos que já existem e são apenas aflorados. Procuramos olhar para o ser humano com dignidade".

O secretário de Justiça do Estado, Daniel Oliveira Valente, destaca que o projeto é voltado à humanização das unidades prisionais, valorizando a diversidade cultural, estimulando o envolvimento das reeducandas em atividades que, ao ressaltar suas potencialidades, possam exercer impacto no tocante à efetivação do processo de ressocialização.

"O projeto de teatro, assim como o projeto de música que existe na Penitenciária Feminina e tantas outras ações que são desenvolvidas, busca, ao estimular as potencialidades artísticas das reeducandas, criar espaços e oportunidades de transformação. A arte é capaz de mudar as pessoas", afirma Daniel Oliveira.

http://www.portalodia.com/noticias/politica/detentas-da-penitenciaria-feminina-vao-apresentar-peca-de-teatro-260431.html

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Lair Amaro

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Guga - o não cadastrado

Alguém viu o UOL fechando

Alguém viu o UOL fechando Guantánamo *hoje*?? Hehe, não consegui capturar a tela a tempo, mas isso aconteceu. Ô barriga!

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Almeid

CNMP, Neste momento Elias

CNMP,

Neste momento Elias Rosa faz pessoalmente a defesa do Conserino...

https://www.youtube.com/watch?v=OC_7-GlRFM4

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Conversa...

http://canalcienciascriminais.jusbrasil.com.br/artigos/307358316/mpf-rec...

 

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A desgraça daqueles que não gostam da "arte maldita" da política, é ser governado por aqueles que gostam......

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Cláudio José

PROJETO: TODOS CONTRA A ZIKA

Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2016 ONU: DireçãoPROJETO: TODOS CONTRA A ZIKA  Caros amigos (as) é muito preocupante essa epidemia de Zika, nós temos que usar a criatividade e todas ar armas,  para ter o povo, como nosso  maior aliado, ao nosso lado, para combater esse maldito mosquito. Por isso, gostaria de sugerir um projeto: TODOS CONTRA A ZIKA, onde as empresas, de luz, água, telefone, etc. ao enviarem as suas cobranças (suas contas) convoquem (lembrem) o povo para combater o mosquito da Zika. Amigos (as) quanto mais informação e lembrança, para o povo, com certeza, nós teremos um melhor resultado, nessa batalha diária contra esse maldito mosquito.Observação: esse projeto (ideia) pode ser usado, por outros países, que enfrentam o mesmo problema.  Atenciosamente: Cláudio José, um amigo do povo, da paz, da ONU e um Beija-Flor da floresta do Betinho. 

 

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Prezado Cláudio José

Prezado Cláudio José,

Discordo da tese de que o vírus Zika mereça toda a atenção que está sendo dada a ele, mas respeito e louvo sua atitude em favor da luta contra a microcefalia. É meu desejo igualmente contribuir da maneira que posso para estancar essa epidemia de microcefalia.

Tudo leva a crer que a Diretora Geral da OMS que acabou de chegar ao Brasil tenha vindo aqui para vender larvicida da Monsanto (a empresa japonesa que o produz é "parceira estratégica" da Monsanto). Dizer, como faz a OMS, que o causador da microcefalia é o vírus Zika, e como o vetor do vírus é o mosquito, significa dizer que temos de combater o mosquito com larvicida, larvicida que é vendido, of course, pela Monsanto. A Monsanto, através da OMS, quer inundar o Brasil de larvicida, e, depois, o mundo. Há muito, muito dinheiro em jogo nessa história.

O lóbi da Monsanto, segundo denúncia, está incrustado na OMS e, também, no MS brasileiro. Tudo leva a crer, portanto, que a diretora geral da OMS veio mesmo para defender interesses da Monsanto, falando a convertidos, a turma do MS brasileiro.

Pelas razões postas adiante, a hipótese de que a microcefalia é causada pelo vírus Zika é a mais improvável.

As hipóteses mais prováveis, pelo que se sabe até agora, das causas da microcefalia são respectivamente (1) a adição do larvicida da Monsanto à água potável em Pernambuco e (2) a vacinação contra rubéola, também no nordeste (há denúncia feita ao MP acusando o Estado de ter aplicado vacina contra rubéola em mulheres grávidas e de não tê-las alertado de que não poderiam engravidar nos três meses seguintes à aplicação vacinal).

Estudo feito no Brasil revelou que, de cerca de 400 mulheres que tiveram filhos microcéfalos, só cerca 4% tinham sido infectadas pelo vírus Zika. Estudos feitos em outros países (Colômbia, por exemplo) chegaram a resultados semelhantes. Frente a estes números, não dá para sustentar que o vírus Zika causa microcefalia. Certamente, a representante da OMS sabe destes números. Então, por que essa história de a OMS vir para cá para combater o vírus Zika, como se o vírus fosse indubitavelmente a causa da microcefalia?

Outro ponto em desfavor da hipótese "Zika-mosquito" é o fato de que, apesar do Brasil estar tomado pelo mosquito vetor do Zika, a epidemia de microcefalia aconteceu somente no nordeste (onde o larvicida foi posto na água potável distribuída à população, e onde houve vacinação de mulheres contra a rubéola sem que o protocolo desse tipo de vacinação tenha sido seguido). Se o mosquito é a causa, a epidemia deveria estar acontecendo em todo o país, o que não ocorre (o estado do RGS, sabiamente, suspendeu a adição do larvicida à água potável dos gaúchos, embora, como o larvicida tenha sido adicionado por algum tempo à água potável distribuída aos gaúchos, a ocorrência de casos de microcefalia por lá seja possível).

Abraço.

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Cláudio José

Prezado Ramalho12 enquanto as

Prezado Ramalho12 enquanto as coisas não forem bem explicadasm todo cuidado é pouco, temos que fazer a nossa parte. 

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Jossimar

Dee que começou o primeiro

Dee que começou o primeiro governo Dilma praticamente TODOS os MInistros designados à época e também aqueles que os substituiram posteriormente foram atacados pela mídia ou PIG, como acharem melhor, exceto um. O Zé da justiça.

Este, além de poupado, já foi até páginas amarelas da Veja e é defendido pela Globo.

PORQUÊ? Alguém sabe responder?

 

 

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PÉ NA ALCOVA

Não tenho vergonha de confessar, fiquei com inveja. Que título! FHC, como se sabe, é octogenário, afirmou ter um pé na cozinha e parece ser insaciável sexualmente, haja vista a quantidade de amantes e filhos tidos fora do casamento. O que fez então Lelê Teles?  Titulou seu artigo sobre FHC com "PÉ NA ALCOVA". Genial.

O artigo e seu título.

 

PÉ NA ALCOVA

Lelê Teles (publicado no 247)

 

:

ouço o tilintar das correntes que o cadáver político de FHC arrasta pelos corredores.

moralista imoral, acaba de ver sua vida particular se tornar pública e ser jogada na privada.

embora a biografia pendurada no Instituto FHC diga que o ex-presidente tenha três filhos, é público que ele tem pelo menos dois outros, fora do casamento.

um é branco e o outro é negro.

um é rico e o outro, pobre.

e esse é o ponto que me interessa.

os segredos de alcova de FHC dizem muito sobre ele, sobre a elite que ele representa e sobre a grande hipocrisia da Casa Grande.

FH, outrora, surpreendeu o Brasil dizendo-se ser um mulatinho com um pé na cozinha.

frase enigmática.

consultei um oráculo, resultou nisso:

mulatinho ele não é. não consta que o pai, general de brigada, fosse chegado a zoofilias.

e um mulato, até o diabo o sabe, é o resultado do cruzamento com uma mula.

mas um pé na cozinha, respondeu-me o oráculo, ah isso ele tem.

chama-se Leonardo, é filho da ex-cozinheira de FHC, Maria Helena Pereira.

isso quem o afirma é o jornalista Cláudio Humberto e acrescenta ainda que Ruth Cardoso demitiu a doméstica por achar o pequeno, que vivia no pequeno quarto de empregada, a cara do pai.

note que ao invés de por pra fora o marido traidor, a moderna Ruth Cardoso, doutora em antropologia, defenestrou a negra pobre e subjugada sexualmente pelo patrão opressor.

tem uma parada que não consigo entender e esqueci de perguntar ao oráculo, por que diabos a mídia chamava a senhora FHC de dona Ruth, mas não o chamava de seu Fernando?

mas isso é outra conversa. voltemos à alcova, sempre cochichando para não chamar muito a atenção.

com o filho no colo, Maria Helena foi acolhida como auxiliar de copeira no gabinete do senador Ney Suassuna (PMDM-PB); sempre segundo Cláudio Humberto.

Humberto foi porta-voz de Collor, ouviu muitos cochichos, muxoxos, muitos sussurros e muitos gemidos.

a ex-cozinheira, veja essa sussurrada por ele, ganhou um cala a boca no valor de 130 mil lascas e uma casinha na periferia de Brasília.

ficou na dela.

seu filho, até pouco tempo, dava um duro danado trabalhando como auxiliar de serviços gerais, também no Senado.

FHC nunca desmentiu o jornalista, nem ameaçou processá-lo.

atentai bem.

Leonardo tem a idade de Tomas, o suposto filho de FHC com a ex-jornalista da Globo.

e é aí que as coisas mudam de figura.

branca e de classe média, Miriam Dutra teve um tratamento diferente ao dado à negra pobre.

exilaram-na em Barcelona. de lá, recebia uma mesada de FHC, grana trafegada por um paraíso fiscal, numa descarada fulanização da pensão.

a grana chegava pelas mãos de terceiros, mas chegava.

Tomás, ao contrário do irmão trabalhador, ganhou apartamento de quase um milhão de reais, cursou uma excelente universidade na Europa e depois foi estudar nos Esteites, tudo isso recebendo uma gorda mesada.

por que o filho branco recebeu um tratamento diferente do filho negro?

conclusão do oráculo: na Casa Grande, há 500 anos, as relações já eram poligâmicas e o senhor, insaciável, tinha direito a um harém de concubinas.

no entanto, os filhos legítimos herdavam tudo e geralmente se esbofeteavam pelo espólio, mas aqueles gerados em ventre africano e criados na senzala não tinham a mesma sorte; geralmente eram tratados como animais domésticos.

no final da vida, o senhor finalmente os libertava.

como se vê, as coisas não mudaram muito.

palavra da salvação.

 

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Devia ter ido a post...

E levado os comentários. Dona Ruth, quem diria... As feministas devem estar muito incomodadas. Não apareceram por aqui, mas devem estar protestando veementemente no Facebook e no 247 ...

Corajosos esse Yves e Vigilante. Parabéns. As mulheres agradecem. Ops, algumas mulheres, agradecem.

Obrigada.

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Anna

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Yves

Sinhás

"note que ao invés de por pra fora o marido traidor, a moderna Ruth Cardoso, doutora em antropologia, defenestrou a negra pobre e subjugada sexualmente pelo patrão opressor."

Aqui, a subjugação do Senhor. Mais machistas que seus opressores. Lembram algumas "feministazinhas de almanaque" a tacharem de putas as mulheres que despertam em seus homens o lúbrico - e o lírico - de que são incapazes.

Dona Ruth? Uma mulher moderna, estudadíssima, da porta de casa para fora. Como tantas outras. Passeatas e panfletos; rédea curta, mesadinhas e vingança.

Gatos mijam os cantos e demarcam. Sinhás, deixa pra lá...

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Vigilante

É fácil, Lelê!

Desde sempre, 516 anos (???) aqui pela terrinha, e nada mudou. Hoje mesmo...

- para a sinhazinha branca os mimos, bombons e flores; uma canjinha "quente e gostosa" que lhe encha e cale a boca. Desejo abençoado, natural, entre "iguais". Amuos e indisposições, lágrimas e dores tratados a lambidas, mordiscos e sexo sem as patas na cama. Lençóis de seda. Uma noite de sono, passeio pela manhã e uma encoxadinha gostosa para um silêncio abonador da potência do seu Senhor. Uma mesada polpuda ampara o conforto.

-para a borralha "negra", flandres e exílio que existir é uma afronta e ser notada uma tentação demoníaca, um desejo implantado.Retribua-lhe a insolência com o cacete, fúria, tacão e relho. Dê-lhe unguentinho para os lanhos e trabalho pesado para esquecer. Longe, bem longe. A vergonha exposta a olhos alheios turva a imagem do "Senhor do Engenho".  Sumo e suor misturados, a paga é "ferro" nas entranhas até o sacio e depois esquecimento. Longe dos olhos...

Alcova? Para a "impura": nada de janelas, nem vislumbres, nem futuro. Para a sinhá: cortinas de seda e limonada num copinho de cristal.

Me recuso a comentar sobre filhos. Lelê os fez magistralmente.

"... tem uma parada que não consegui entender..."  O que há para não ser entendido?  Mensagens claras.

Uns podem tudo. Outros, tem permissão para respirar. Quando muito.

Simples. E "fácil".

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Costa Brava

Cuspindo nas nossas caras

Auler e o “Japonês da Federal: a verdade foi condenada ao silêncio

bolsojapa

É vergonhoso para a imprensa brasileira, para a Polícia Federal e para a Justiça o caso – queMarcelo Auler conta detalhada e documentadamente – do agente Newton Ishii, o “japonês da Federal”, transformado em ícone da Operação Lava Jato.

Condenado, junto com outros 18 policiais e técnicos da Receita Federal, por crimes de corrupção passiva qualificada e facilitação de contrabando e/ou descaminho e formação de quadrilha ou bando, em 2009, consegui reduzir sua pena e reverter a demissão do serviço público, com recursos.

O caso é misteriosíssimo, não apenas com o processo em segredo de Justiça, mas a própria sentença, que jamais foi publicada, existindo apenas uma nota do juiz do caso que fala genericamente das condenações, sem especificar quem foi condenado a que.

E Ishii foi, porque repousa no STJ uma apelação criminal em seu favor, o que só é possível alguém fazer se foi condenado.

O “japonês da Federal” – ele e ninguém – pode ser punido sem trânsito em julgado de seus processos.

Mas é indecoroso que alguém condenado por crimes que lhe competiria combater como agente federal seja levado pela PF a esta condição de “celebridade”, exibindo-se em prisões e passeios na Câmara dos Deputados.

 

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Dresden 1945: a banalidade do bem

 

Dresden, 13 de fevereiro de 1945

Não eram os mocinhos de um lado, e por outro lado havia os caras maus. 
Os maus queria impor sua ditadura em todo o mundo, os bons rapazes estavam lutando pela liberdade ea democracia. 
Felizmente, e graças a Deus , ganhou o bem, porque o bem sempre vence no final, e hoje somos livre e democrática. 
este é o mito fundador da nossa civilização contemporânea, e que nós somos ensinados como crianças para a escola. 
e os bandidos foram as coisas realmente horrível, e tinha uma ideologia terrível. 
e sobre isto não há dúvida. 
Mas às vezes algo não mesmo quando se estuda a história do bom. 
houve Hiroshima , houve Nagasaki . 
calculamos cerca de 200.000 vítimas. 
foi necessário , somos informados. 
200.000 mortes desnecessárias. 
necessário para o que, pode-se perguntar, para evitar o que? 
o que pior do que 200.000 pessoas morrem dentro de três dias? 
era necessário acabar com a guerra, dizem-nos. 
Afinal de contas, se o bom ter feito algo assim, terá havido uma boa razão. 
Então, houve Hiroshima e Nagasaki. 
e antes que havia Dresden .

 Dresden, 13 de fevereiro de 1945 

Não falamos sobre muito, de Dresden . 
Mesmo os bons, por vezes, fazer as coisas um pouco "envergonhado. 
Era 13 de fevereiro de 1945 , 71 anos atrás.

No 22:08 Mardi Gras (13 de fevereiro de 1945) o ataque aéreo sirenes foram para interromper os palhaços que estavam realizando no carrossel final para o espetáculo do carnaval Sarassini Circus. 
[...] 
Apenas dois minutos mais tarde, o céu estava começando a multidão: o primeiro quadrimotor Lancaster 83 esquadrão Inglês cairia aglomerados de chamas que iluminavam a cidade inteira, em seguida, seguiu alguns Mosquitos, lutador ágil, cuja tarefa era identificar sinais com bombas vermelhas no epicentro da explosão, o estádio desportivo. 
Mosquitos eles fizeram seu trabalho muito bem: no centro exato do estádio subiu agora uma coluna vermelha brilhante. Os bombardeiros tiveram seu alvo. 

De 22:13-22:30 o download da cidade Lancaster os terríveis bombas disruptiva 1.800 e 3.600 libras. Em seguida, eles se afastar na direção de Estrasburgo, voando baixo para escapar do radar alemães. As equipes de resgate começam a derramar dentro de cidades próximas, enquanto as pessoas lentamente sair dos abrigos. Eles eram o que eles estavam esperando que os aliados: para liberar o povo, para obter alívio, e para atacar novamente.

O "massacre da técnica".

1:28 horas de 14 de Fevereiro. A segunda onda chega, imperturbável como o primeiro. Outra vantagem 529 Lancaster no detém 650.000 bombas: eles são principalmente todos os dispositivos incendiários. E 'o começo do inferno. Bombardeando a direita e esquerda das áreas já afetadas pelo primeiro ataque os ingleses conseguem provocar o incêndio. Das casas já eviscerado por bombas de fragmentação é sugado para cada objeto e cada pessoa que está no primeiro fogo km dall'immane. 
[...] 
O piloto de um Lancaster deixado para trás irá dizer: "Havia um mar de fogo que, de acordo com meus cálculos cobrindo pelo menos uma centena de quilómetros quadrados. O calor era tal que parecia certo no cockpit; estávamos tão subjugado na frente do incêndio terrível, pensando no horror que estava lá em baixo ... "

No final, estima-se que 135.000 mortes foram provavelmente de 200.000. 
A Segunda Guerra Mundial estava chegando ao fim, a Alemanha foi o próximo a capitular, e Dresden era uma cidade sem plantas de produção de guerra, nenhuma defesa aérea, habitada por civis e refugiados que haviam encontrado refúgio lá, porque era uma crença generalizada de que os aliados não teria nenhuma razão para atacar uma cidade indefesa que não representam qualquer fonte de perigo.Dresden, 13 de fevereiro de 1945

No entanto, havia esse ataque, frio; uma operação que tinha o único propósito de espalhar o massacre e pânico entre a população; uma espécie de punição coletiva, feita pelo bem contra o mal. 
E que a guerra os maus perdeu no final. 
Mas foi muito bom, quem ganhou?

 

Dresden, 14 de fevereiro de 1945

http://www.santaruina.it/dresda-1945-la-banalita-del-bene-2

 

 

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Prezado Adir Tavares,

Quando visitei Dresden em 2011, me impressionei com a recuperação do acervo arquitetônico após o bombardeio que sofreu durante a segunda guerra mundial.

Me questionei, ainda, sobre a determinação dos alemães em deixar para a posteridade a recuperação da memória artística.

É uma cidade que vale a pena ser visitada. Monumentos impressionantes...

 

 

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"A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes" (Khalil Gibran – 1883-1931).

um cão andaluz, de buñuel

https://www.youtube.com/watch?v=WL81wuYbFwI&feature=share

romério

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http://www.diariocacadorense.

http://www.diariocacadorense.com.br/assets/noticias/1372268459_1519.jpg

PERCIVAL FARQUHAR RETORNA COM A LAVA JATO - O americano Percival Farquhar foi o maior empresario do Brasil na primeira metade do Seculo XX. Criador junto com Alexander Mackenzie da Light & Power, empresa canadense que trouxe a eletricidade e bondes ao Rio de Janeiro e São Paulo, construtor e concessionario do Porto do Pará, do Porto do Rio Grande, da Cia.de Navegação da Amazonia, da holding das ferrovias brasileiras Brazil Railway, que provocou a Guerra do Contestado em Santa Catarina, do primeiro frigorifico do Pais em Osasco, da Societé do Gaz de Rio de Janeiro, da San Paulo Gas,  da Itabira Iron, que seria depois a Cia.Vale do Rio Doce, da Amazon Land, que tinha como propriedade o Amapá, fundador da Acesita-Cia.de Aços Espciais Itabira, farquhar tinha um espirito aventureiro, corrompia politicos, morava em uma vasto apartamento no Flamengo, tinha amantes brasileiras, nascido em 1864 em Pittsburgh,  de familia rica,

morreu em 1953.  Seu imperio foi abalado pela Grane Guerra de 1914, que fechou os mercados europeus de capitais, Farquhar levantava capital em Paris, Londres, Buxelas, Toronto, tambem tinha empresas na Russia e Cuba.

Farquhar criou a estancia de luxo do Guarujá onde construiu o primeiro hotel cassino, o Grand Hotel de la Plage. Esse tipo de empresario estrangeiro controlando grandes pedaços da economia nacional tinha acabado e agora volta pelas mãos da Lava Jato que ao destruir as defesas das empresas nacionais privadas e estatais abre a porta para novos Farquhar.

A maior malha de gasodutos do Pais, a Transportadora Associada de Gas, controlada pela Petrobras, está à venda. Vale seis bilhões de dolares e os candidatos a compra são a Brooksfield e o CPP, ambos canadenses. A Brooksfield é o novo nome da antiga Brascan, sucessora da Brazilian Traction, Electric and Power Co.Ltd., de Toronto, criatura de Farquhar, fundada em 1890. O CPP-Canadian Pension Plan, é o fundo de pensão dos funcionarios publicos federais do Canada, com sede em Toronto. O CPP já tem muitos investimentos no Brasil, conhece o Pais. Aas cassandras do jornalismo financeiro sempre repetiram que após o rebaixamento do Brasil fundos de pensão não poderiam mais investir no Pais. Nada disso. O rebaixamento do rating serve apenas para depreciar os ativos, ficam mais baratos mas os fundos de pensão precisam de taxas de retorno maiores do que o,25% ao ano que obtem nos EUA e Canada, o CPP consegue retornos excelentes investindo em paises de risco, já tem muito dinheiro no Brasil e quer colocar mais, eles não operam com bancos, tm seus proprios analistas que fazem a analise do risco, não usam agencias de rating.

Mas o fim de feira promovido pelo rebaixamento de valor e enfraquecimento da Petrobras e grupos nacionais não fica so na TAG. A Petrobras pensa tambem em vende sua parte no capital da Braskem, maior petroquimica da America Latina, onde a Petrobras tem 36,1% do capital. A Odebrecht com 38,3% controla a companhia. Brooksfield e CPP não querem ser minoritarios com a Odebrecht, porque esta está sob investigações. Só lhes interessa o controle.

Os canadenses tambem tem interesse na BR Distribuidora, desde que possam comprar o controle. Como a Petrobras está sendo investigada e processada nos EUA, eles não querem se associar à Petrobras mas se for o controle podem se interessar.  Assim fica claro que companhias investigadas e processadas como Petrobras e Odebrecht e todas as demais, perdem valor e se tornam alvos de grupos estrangeiros.

A materia está em ampla reportagem do jornal VALOR de 12 de fevereiro passado.

Farquhar volta triunfante começando de seu ponto de partido preferido, Toronto. A Lava Jato limpa a area e aplaina o caminho, vastos setores da economia nacional serão transferidos ao estrangeiro, tudo vendido na bacia das almas.

 

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Alemanha inaugura segundo centro para refugiados homossexuais em

O segundo centro para refugiados homossexuais na Alemanha abre amanhã (23) em Berlim e vai acolher mais de 120 pessoas, anunciou hoje (22) Marcel de Groot, que dirige uma associação de aconselhamento dirigida a homossexuais, a Schwulenberatung.

te da capital alemã, onde 29 apartamentos vão receber 122 refugiados homossexuais e transexuais. Um centro semelhante foi inaugurado em 1º de fevereiro em Nuremberg, no Sul do país e foi o primeiro do gênero na Alemanha.


Muitos requerentes de asilo homossexuais vêm de países onde sua orientação sexual é considerada um crime, lembrou Groot, em coletiva de imprensa, lamentando que uma vez na Alemanha eles continuem a ser vítimas de violência, verbal ou física, de ameaças e de discriminação por parte de outros refugiados e, por vezes, do pessoal de segurança.

Groot insistiu na “necessidade” de criação do centro para que “as pessoas possam viver sem temer a violência ou a discriminação”.

“Alguns são ‘apenas’ insultados, outros são ameaçados. Há muitos exemplos. O medo é insuportável. Eu sei, eu vivi isso”, disse Mahmoud Hassino, um jornalista sírio e ativista gay que fugiu da Síria em 2014 e trabalha agora na Schwulenberatung.

 

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/2016/02/22/intern...

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Lair Amaro

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