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Justiça concede prisão domiciliar para empreiteiro da Andrade Gutierrez

Jornal GGN - A Justiça Federal do Rio de Janeiro concedeu regime de prisão domiciiar para o empreiteiro Otávio Marques de Azevedo, presidente afastado da Andrade Gutierrez. Azevedo foi preso pela primeira vez na Operação Erga Omnes, em junho de 2015, por suspeita de pagamento de propina nas obras de Angra 3.

Ele fechou um acordo de delação premiada, e, no último dia 5, o juiz Sérgio Moro havia autorizado sua prisão domiciliar. Porém, na quarta (10), o juiz Marcelo Bretas, do Rio, mandou prender Azevedo novamente, e, ontem, a Justiça do Rio aceitou o pedido da defesa de regime domiciliar para o empresário.

Do Estadão

Otávio Azevedo, da Andrade Gutierrez, ganha prisão domiciliar com tornozeleira, de novo

Justiça Federal do Rio acolhe pedido da defesa de empreiteiro que fechou delação premiada
 
A Justiça Federal no Rio decidiu nesta quinta-feira, 11, conceder regime de prisão domiciliar para o empreiteiro Otávio Marques de Azevedo, da Andrade Gutierrez.
 
A decisão ocorre apenas um dia depois da prisão do executivo, decretada pela própria Justiça Federal do Rio, onde tramita ação penal contra Otávio Azevedo por suspeita de pagamento de propinas nas obras de Angra 3.
 
O empresário foi preso pela primeira vez em 19 de junho de 2015 na Operação Erga Omnes, desdobramento da Lava Jato que pegou os maiores empreiteiros do País – no mesmo dia foi preso Marcelo Bahia Odebrecht.

Para se livrar do regime fechado em que se encontrava em Curitiba, base da Lava Jato, Otávio Marques de Azevedo fechou acordo de delação premiada com a força-tarefa do Ministério Público Federal. Ele deverá relatar detalhes da corrupção na Petrobrás e na Eletronuclear.

Na sexta-feira, 5, o juiz federal Sérgio Moro, que conduz a Lava Jato em primeiro grau, autorizou prisão domiciliar para o empreiteiro, sob monitoramento de tornozeleira eletrônica.

Nesta quarta-feira, 10, porém, o juiz federal Marcelo Bretas, do Rio, mandou prender novamente o presidente afastado da Andrade Gutierrez. O juiz entendeu que tinha que se pronunciar também porque sob sua tutela corre ação penal em que foi decretada a prisão preventiva do empresário.

Nesta quinta, 11, a defesa de Otávio Azevedo ingressou na Justiça Federal do Rio com o mesmo pedido de regime domiciliar para o empresário. O pedido foi acolhido.

 

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Enquanto isso o Tio Sam sorri

Enquanto isso o Tio Sam sorri de orelha a orelha por ter conseguido detonar, apenas com uma informação repassada ao servil Janot, informação sobre o caso, que levaram ao comandante Othon, um cérebro cobiçado pelos states,,...como diria minha avó: façam o que eu digo mas não façam o que eu faço, nas nossas empresas ninguém tasca, brada o esperto Tio Sam:

Monsanto paga multa de 1,5 milhão por subornar autoridade na Indonésia6 de janeiro de 2005

Informativos - Últimas do MST
Monsanto paga multa de 1,5 milhão por subornar autoridade na Indonésia

07/01/2005

Por Daniela Stefano

A empresa multinacional agroquímica Monsanto vai pagar uma multa de 1,5 milhão de dólares por subornar uma autoridade da Indonésia para facilitar a introdução de produtos transgênicos no país. A empresa admitiu que há três anos pagou 50 mil dólares a um integrante do governo indonésio para facilitar a aprovação da introdução do algodão.

O departamento de justiça dos Estados Unidos anunciou o acordo pelo qual a multinacional vai pagar a multa em troca de que as autoridades não apresentem nenhuma acusação formal durante os próximos três anos. Neste período, a empresa será monitorada e caso cumpra todos os termos do pacto, o caso será abandonado.

Segundo as acusações, a Monsanto contratou uma empresa indonésia de consultoria que subornou um funcionário do Ministério do Meio Ambiente da Indonésia para autorizar a venda de produtos transgênicos sem que fossem feitas as avaliações de impacto ambiental, o que é exigido no país. Pela transação, um funcionário da empresa estadunidense pediu para que a consultoria apresentasse faturas falsas, especificando como "gastos de consultoria", o que consta também nos livros contábeis da Monsanto.

Nos Estados Unidos, há uma lei contra as práticas corruptas no exterior que persegue as empresas norte-americanas que realizam subornos ou práticas similares. Apesar do suborno, a autoridade indonésia que não foi identificada, não alterou o decreto que determinava a necessidade de um estudo de impacto ambiental do algodão transgênico. A Monsanto disse ter despedido todos os funcionários envolvidos no caso e que criou o cargo de diretor de conduta nos negócios. A empresa também atua no Brasil e se beneficia da nova lei que libera o plantio de transgênicos, vendendo sementes de soja transgênica e insumos agroquímicos.

http://antigo.mst.org.br/node/2005

 

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